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	<title>cultura &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>cultura &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Turismo comunitário liderado por mulheres é tema de expedição no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó]]></category>
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		<category><![CDATA[Quase Nativa - Expedição Amazônia Paraense]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária de mulheres.</p>
<p>Na contramão do turismo predatório, a proposta aposta em experiências imersivas e no fortalecimento das economias locais. Os visitantes são recebidos nas casas dos moradores, participam de atividades culturais e têm contato direto com os modos de vida das comunidades, em uma lógica que prioriza a preservação ambiental e o respeito às tradições.</p>
<p>A iniciativa é baseada no turismo regenerativo, que busca gerar impactos positivos nos territórios, incentivando a conservação ambiental e o fortalecimento social.</p>
<p>Para Julia Monteiro, uma das lideranças locais do Quase Nativa, o projeto valoriza a identidade local e abre caminho para viabilizar parcerias futuras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso grande objetivo é colaborar para a autonomia das comunidades. A visibilidade ao turismo local é uma das principais estratégias, por atrair pessoas que podem gerar parcerias ou ajudar no boca a boca, até chegar nessas pessoas que possam auxiliar de forma mais efetiva. Além de fortalecer a autoestima das comunidades e suas expressões culturais&#8221;, pontua.</p></blockquote>
<h3>Nova expedição</h3>
<p>A próxima edição da expedição já tem data definida: 9 a 14 de novembro. Ao longo de seis dias, os participantes terão acesso a vivências como rodas de carimbó, degustação de pratos típicos, banhos de cheiro, plantio de mudas e conversa com lideranças locais.</p>
<p>Noemi Barbosa é uma das facilitadoras do Quilombo de Mangueiras, localizado em Salvaterra, na Ilha do Marajó. Ela reforça o papel do turismo como ferramenta de transformação e valorização das comunidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estaremos de braços abertos para compartilhar nossas vivências e o potencial transformador de melhorar a vida no dia a dia em integração com o meio ambiente e técnicas sustentáveis. Por muito tempo houve aquela mentalidade de que era necessário degradar para gerar valor, o que finalmente está sendo refutado em grande escala&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>Parcerias e capacitações</h3>
<p>O projeto também conta com apoio institucional de organizações como BNDES, Fundação Arymax, Fundação Tide Setubal, Instituto Humanize, Instituto Heineken, Instituto Votorantim, Santander, entre outras.</p>
<p>Além de viabilizar as expedições, as parcerias oferecem capacitações em turismo e ensino de inglês para as participantes, ampliando as possibilidades de inserção no mercado e fortalecimento das comunidades envolvidas. Para Noemi, as capacitações são fundamentais para expandir o público atendido por elas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Saber um novo idioma abre a possibilidade de atrair um mundo novo, porque além de falar melhor com visitantes estrangeiros, poderemos criar outros diferenciais nas nossas programações com base no potencial desse público&#8221;, declara.</p></blockquote>
<p>Para mais detalhes sobre o projeto e valores da experiência, basta acessar o <a href="https://www.instagram.com/quasenativa?igsh=MXN6bGMxdnQ5cmV0dw==" target="_blank" rel="noopener">Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense</a> nas redes sociais.</p>
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		<title>Belém recebe exposição sobre identidade e sabores da culinária amazônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Comida Cabocla: Saberes Sabores e Identidade Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[culinária amazônica]]></category>
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		<category><![CDATA[povos tradicionais da amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[uepa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho. Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho.</p>
<p>Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de conversa “Comida Cabocla: Sustentabilidade e Letramento Ambiental”. O debate contará com a presença do professor Miguel Picanço, curador da mostra, e deve reunir acadêmicos, especialistas e entusiastas da gastronomia.</p>
<p>O objetivo do projeto é valorizar os saberes tradicionais e consolidar o Polo Amazônico de Gastronomia como um centro de difusão cultural e científica. Além disso, a mostra busca estreitar os laços entre a universidade e a comunidade externa.</p>
<h3><strong>Como faço para visitar</strong></h3>
<p>A exposição acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h, dentro do Polo Amazônico de Gastronomia do Parque da Cidade, localizado na Avenida Júlio César, em Belém. O local possui três acessos de entrada: dois na própria Júlio César e um na Avenida Senador Lemos. A entrada é gratuita.</p>
<p>O local também receberá turmas de universidades e escolas mediante agendamento pelo e-mail gastronomiaamazonica@uepa.br. Lembrando que a programação estará disponível do dia 4 de maio até 30 de junho de 2026.</p>
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		<title>Cultura ribeirinha é reconhecida por como patrimônio do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 17:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[identidade]]></category>
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		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/ribeirinhos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cultura ribeirinha passou a ser oficialmente reconhecida como patrimônio do Pará. Sancionada pelo governador Helder Barbalho e idealizada pelo deputado Carlos Bordalo, a legislação reconhece as expressões das águas como essenciais à identidade paraense. O Pará abriga uma das maiores populações ribeirinhas da Amazônia, distribuídas em comunidades que mantêm modos de vida profundamente relacionados [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/ribeirinhos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cultura ribeirinha passou a ser oficialmente reconhecida como patrimônio do Pará. Sancionada pelo governador Helder Barbalho e idealizada pelo deputado Carlos Bordalo, a legislação reconhece as expressões das águas como essenciais à identidade paraense.</p>
<p dir="ltr">O Pará abriga uma das maiores populações ribeirinhas da Amazônia, distribuídas em comunidades que mantêm modos de vida profundamente relacionados aos rios, florestas e ilhas, elementos fundamentais na formação do território e da identidade paraense.</p>
<p dir="ltr">A Lei nº 11.325, de 13 de janeiro de 2025, tem como objetivo assegurar a proteção, promoção e valorização dos saberes, práticas e expressões culturais das comunidades ribeirinhas e das demais manifestações da cultura paraense. A política busca garantir que o conhecimento ancestral dos povos das águas e da floresta seja preservado, reconhecido e transmitido às futuras gerações.</p>
<p dir="ltr">A iniciativa também reconhece o papel estratégico dessas comunidades na preservação ambiental e na manutenção de modos de vida sustentáveis, integrando cultura, território e meio ambiente.</p>
<p dir="ltr">Além de seu valor simbólico e identitário, a política reconhece a cultura como vetor de desenvolvimento econômico e inclusão social. A valorização de artistas, artesãos e iniciativas culturais ribeirinhas pode impulsionar a economia criativa, fortalecer o turismo de base comunitária e gerar renda, promovendo desenvolvimento sustentável em territórios historicamente vulnerabilizados.</p>
<p dir="ltr">Atualmente, apenas cerca de um terço das famílias ribeirinhas dessas áreas está incluída em assentamentos agroextrativistas reconhecidos, o que reforça a necessidade de políticas públicas integradas, territorializadas e permanentes, conforme aponta o Instituto Peabiru.</p>
<p dir="ltr">Para o deputado Carlos Bordalo, a sanção da Lei nº 11.325 representa um avanço significativo na construção de políticas públicas culturais voltadas aos povos tradicionais do Pará. “</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">Preservar a cultura ribeirinha é garantir a continuidade da nossa história, fortalecer a identidade paraense e reconhecer os modos de vida que sustentam o estado”, destacou o parlamentar.</p>
</blockquote>
<h3 dir="ltr">Princípios</h3>
<p dir="ltr">A Política Estadual de Valorização da Cultura Ribeirinha e Paraense será orientada por princípios como:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Valorização da diversidade cultural e dos povos tradicionais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Respeito às práticas sociais, religiosas, econômicas e culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Participação efetiva das comunidades na construção e execução das políticas culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Descentralização das ações culturais, fortalecendo os territórios onde a cultura é produzida;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Integração dos saberes tradicionais aos processos educacionais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Articulação com políticas de preservação ambiental e sustentabilidade.</p>
</li>
</ul>
<h3 dir="ltr"><strong>Ações estruturantes</strong></h3>
<p dir="ltr">Para garantir a efetivação da política, o Poder Executivo poderá desenvolver ações como:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Registro, documentação e salvaguarda das tradições ribeirinhas, incluindo festas, rituais, culinária, artesanato e práticas religiosas;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Proteção de patrimônios materiais e imateriais, sítios históricos, arquitetônicos e culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Apoio à realização de festivais, feiras, exposições e eventos culturais;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">Implementação de oficinas, cursos e atividades formativas voltadas aos saberes tradicionais e à economia cultural local.</p>
</li>
</ul>
<p dir="ltr">
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ei, maninha! Espia como Belém vai te apresentar para a Amazônia durante a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[cidade das mangueiras]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a Amazônia que tu vai encontrar por aqui pode te surpreender ainda mais. Espia só!</p>
<p>Belém é uma metrópole amazônica. E isso já diz muita coisa. Por aqui, o concreto, a tecnologia, a modernidade e o estilo de vida urbana se misturam com as tradições dos povos da floresta, com as comunidades ribeirinhas, com os sabores das frutas que só têm aqui, com a explosão de cheiros que vai do pitiú do peixe ao aroma envolvente do patchouli, com os sons que fazem a galera tremer, e tudo isso envolvido por muito calor humano e do próprio ambiente.</p>
<p>Cada passo dado na cidade é uma oportunidade de conhecer e viver novas experiências na Amazônia. Inclusive, é bom andar com atenção pelas bandas de Nazaré e Batista Campos, que são alguns dos bairros com mais mangueiras. As árvores ajudaram a dar fama à cidade, embelezam as ruas e criam zonas com mais sombra.</p>
<figure id="attachment_31755" aria-describedby="caption-attachment-31755" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-31755 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg" alt="" width="754" height="506" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg 754w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-300x201.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-150x101.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-450x302.jpg 450w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-31755" class="wp-caption-text">As mangueiras são símbolos da paisagem da cidade. Foto: Alessandra Serrão / NID Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p>Em novembro, começa a safra das mangas, então não estranha se vir muitas frutas e caroços pelas calçadas. Se tiver sorte, vai encontrar uma em boas condições pra comer na caminhada. Outros vão se queixar, já que não é incomum uma manga amassar a lataria ou quebrar o para-brisa de um carro ou mesmo cair na cabeça de qualquer desavisado.</p>
<p>É bom manter os ouvidos atentos para apreciar o linguajar que só os paraenses têm. Combinou alguma coisa, então “selou”, curtiu algo, então “foi firme”, se ouviu algo que duvida, então é “potoca”, vai embora de algum lugar, então vai “pegar o beco”. A diversidade é muito grande e cheia de nuances. Com o tempo vai entender as diferenças e as intenções por trás de um “É égua”, um “Égua, não” ou um “É-GU-A!”. Da mesma forma, vai entender que “mana” pode ser uma palavra sem gênero e que “endoidar” pode ser a melhor forma de curtir o momento.</p>
<figure id="attachment_31756" aria-describedby="caption-attachment-31756" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-31756 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-31756" class="wp-caption-text">População se expressa com o linguajar típico do Pará. Foto: Fernando Sette / Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">É essa linguagem única que, combinada com a criatividade e a originalidade musical, cria outro grande atrativo: a musicalidade. Ela tá por todas as partes, dos batuques no curimbó às batidas frenéticas das aparelhagens, Belém vibra no dia a dia com muitos sons, que refletem a diversidade social e cultural que vai da natureza às periferias. E, no meio disso, ainda tem o popopô dos barcos, o canto da revoada dos periquitos e o som do toró se formando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, a chuva quando cair será bem-vinda, já que em novembro a cidade ainda está na estação seca. O calor é escaldante e uma coisa é certa: tu vai ficar breado por aqui. Pra amenizar isso só um banho de rio na ilha do Combu. A travessia do rio Guamá e o contato com a floresta bem perto do centro da cidade por si só já são uma atração. Pra completar, um almoço comendo os melhores peixes acompanhado daquela tigela de açaí vão te fazer falar que foi “só o creme!”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de decisões importantes para o futuro do planeta, Belém vai proporcionar uma paisagem de cores, sons, sabores e muitas  vivências que têm tudo para marcar a memória de muita gente. Ventimbora! </span></p>
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		<title>SOS Pantanal trará shows de Ney Matogrosso e Lenine para dar visibilidade ao bioma na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 18:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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		<category><![CDATA[SOS Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-15.06.36-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Lenine e Ney Matogrosso se unem ao Instituto SOS Pantanal para um manifesto cultural durante a COP30. A ideia do instituto é aproveitar a presença de líderes globais e personalidades da diplomacia climática na capital paraense para dar visibilidade ao Pantanal e ao seu potencial enquanto maior planície alagável do mundo. Os shows beneficentes serão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-15.06.36-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Lenine e Ney Matogrosso se unem ao Instituto SOS Pantanal para um manifesto cultural durante a COP30. A ideia do instituto é aproveitar a presença de líderes globais e personalidades da diplomacia climática na capital paraense para dar visibilidade ao Pantanal e ao seu potencial enquanto maior planície alagável do mundo.</p>
<p>Os shows beneficentes serão realizados no Theatro da Paz e os ingressos vendidos terão renda revertida para projetos de conservação e restauração do bioma, combate a incêndios e segurança hídrica. Como parte dos esforços para atrair visitantes da COP30, parte da plateia será reservada a projetos sociais locais e a delegações estrangeiras que participam da Conferência do Clima.</p>
<p>O objetivo nesta COP30, segundo o instituto, é colocar o Pantanal no centro das discussões climáticas globais, especialmente diante da gravidade dos incêndios florestais que vêm devastando o bioma nos últimos anos.</p>
<p>As áreas úmidas, defende a entidade, são grandes aliadas no combate às mudanças climáticas, ocupando apenas 6% do território terrestre, mas sendo responsáveis por absorver a mesma quantidade de carbono que todas as florestas do mundo combinadas.</p>
<h3><strong>Programação</strong></h3>
<p>Na quinta-feira, 13 de novembro, Ney Matogrosso apresenta o espetáculo “Voz &amp; Piano”, em parceria com o pianista Leandro Braga, responsável pela abertura. Já na sexta-feira seguinte, 21 de novembro, Lenine sobe ao palco com um show intimista, acompanhado por Bruno Giorgi, com composições que misturam poesia, engajamento socioambiental e experimentação sonora. A abertura será feita por Eric Terena, artista indígena que combina cantos tradicionais de seu povo com música eletrônica, representando a resistência e a inovação da cultura indígena no Brasil.</p>
<h3><strong>Onde comprar?</strong></h3>
<p>As vendas corporativas e para pessoas físicas das duas apresentações já estão abertas na internet para o público brasileiro. As vendas para estrangeiros serão feitas exclusivamente na bilheteria do Theatro, localizado na Avenida da Paz, Praça da República, no bairro da Campina, em Belém.</p>
<p><strong>Ney Matogrosso – “Voz &amp; Piano”</strong><br />
Data: 13 de novembro de 2025<br />
Horário: abertura da casa às 19h, show às 21h<br />
Acompanhamento: Leandro Braga (piano)</p>
<p>Vendas para clientes nacionais pelo site <a href="https://www.ticketfacil.com.br/tp-ney-matogrosso-uma-noite-unica-pelo-pantanal.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.ticketfacil.com.br/tp-ney-matogrosso-uma-noite-unica-pelo-pantanal.html</a><br />
Vendas para estrangeiros na bilheteria do teatro</p>
<p><strong>Show beneficente Lenine</strong><br />
Data: 21 de novembro de 2025<br />
Horário: abertura da casa às 19h; show às 21h<br />
Participação: Bruno Giorgi<br />
Abertura: Eric Terena</p>
<p>Vendas online para clientes nacionais pelo site <a href="https://www.ticketfacil.com.br/tp-lenine-cop30.html" target="_blank" rel="noopener">https://www.ticketfacil.com.br/tp-lenine-cop30.html </a><br />
Vendas para estrangeiros na bilheteria do teatro,</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Gilberto Gil e Aldo Brizzi vão apresentar ópera amazônica em Belém durante a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:03:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Gil]]></category>
		<category><![CDATA[I-Juca-Pirama]]></category>
		<category><![CDATA[ópera]]></category>
		<category><![CDATA[Theatro da Paz]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/gilberto-gil-aldo-brizzi-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O poema I-Juca-Pirama, do escritor Gonçalves Dias (1823-1864), inspirou Gilberto Gil e o músico italiano Aldo Brizzi a criar uma ópera que retrata a realidade indigena e as ameaças enfrentadas por esses povos. A obra baseada em uma ideia do escritor Paulo Coelho será apresentada pela primeira vez ao público em novembro de 2025 durante [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/gilberto-gil-aldo-brizzi-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O poema I-Juca-Pirama, do escritor Gonçalves Dias (1823-1864), inspirou Gilberto Gil e o músico italiano Aldo Brizzi a criar uma ópera que retrata a realidade indigena e as ameaças enfrentadas por esses povos. A obra baseada em uma ideia do escritor Paulo Coelho será apresentada pela primeira vez ao público em novembro de 2025 durante a COP30, adiantou o jornal <a href="https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2024/12/paulo-coelho-e-gil-criam-opera-opera-inspirada-em-poema-de-goncalves-dias-para-a-cop30.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo</a>.</p>
<p>Os artistas já trabalharam juntos recentemente na composição das músicas da ópera &#8220;Amor azul&#8221;. Segundo a reportagem, a criação da ópera amazônica começou há cerca de um ano e as composições encerraram seis meses atrás.</p>
<p>Gil e Brizzi dizem que será &#8220;uma história dramática, filosófica e poética do mundo indígena da Amazônia, continuamente ameaçado por invasores de outros continentes e culturas&#8221;.</p>
<p>Agendada para os dias 6, 7 e 8 de novembro no Theatro da Paz, em Belém, as apresentações devem contar com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros chefes de estado na plateia. De acordo com as informações, Paulo Coelho também fará parte do espetáculo a partir de um holograma que será projetado no palco.</p>
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		<title>Festival Amazônia Mapping 2024 celebra diversidade artística da Pan-Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 17:16:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia mapping]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/amazonia-mapping-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Belém recebe a partir de sexta-feira, 1º, mais uma edição do Amazônia Mapping. Unindo artes visuais, música, cultura popular e tecnologia, o festival põe em destaque a arte contemporânea produzida em diferentes partes da região. A programação é gratuita e ocorre até o sábado, 2, no Museu do Estado do Pará (MEP), no bairro da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/amazonia-mapping-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Belém recebe a partir de sexta-feira, 1º, mais uma edição do Amazônia Mapping. Unindo artes visuais, música, cultura popular e tecnologia, o festival põe em destaque a arte contemporânea produzida em diferentes partes da região. A programação é gratuita e ocorre até o sábado, 2, no Museu do Estado do Pará (MEP), no bairro da Cidade Velha.</p>
<p>Uma das características do evento é a projeção em vídeomapping na fachada do MEP, que permite a expressão da criatividade dos artistas convidados. Ao longo de 11 anos, obras de mais de 200 artistas foram exibidas e atraíram a atenção de mais de 50 mil pessoas. Para Roberta Carvalho, artista visual e idealizadora do festival, essa proposta contribuiu para fortalecer a representação da Amazônia para além dos clichês e estereótipos exóticos.</p>
<blockquote><p>“O festival permite que os próprios artistas amazônidas sejam os narradores de suas histórias, utilizando linguagens contemporâneas, como o videomapping e as novas mídias, para expressar as complexidades e potências da região, mostrando que ela é um território dinâmico, com inovação, cultura pulsante e grande diversidade de perspectivas&#8221;, afirmou Roberta Carvalho à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/60837/com-apoio-do-governo-do-para-festival-amazonia-mapping-traz-atracoes-internacionais-para-belem" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>Seguindo os passos das edições anteriores, este ano o Amazônia Mapping conta com espetáculos que prezam pela valorização da riqueza e diversidade da cultura amazônida. Entre as atrações do line-up estão o Ciclope Studio, projeto de artes visuais da Bolívia; o encontro musical da artista e ativista indígena Djuena Tikuna e com a Aila combinado com os visuais de Roberta Carvalho; o feat do carimbó de Soure com o carimbó de Marapanim, representados pelos Tambores do Pacoval e Mestra Bigica, entre outras.</p>
<p>Outro destaque é que além da fachada do MEP, dessa vez a programação também irá ocupar espaços no jardim e na capela do Museu. De acordo com a organização, a ideia é fazer ecoar arte em outras áreas e valorizar o processo de recuperação do centro histórico de Belém.</p>
<h3>Confira a programação completa dos dois dias de festival:</h3>
<p><strong>1 de Novembro:</strong><br />
Palco Principal: Luiza Lian + Bianca Turner<br />
Palco Principal: Tambores do Pacoval convida Mestra Bigica + Ronaldo Guedes<br />
Palco Jardim MEP: DJ Pedrita<br />
Palco Jardim MEP: Will Love<br />
<strong>2 de Novembro:</strong><br />
Palco Principal: Djuena Tikuna convida Aíla + Roberta Carvalho<br />
Palco Principal: DJ Méury + PV Dias<br />
Palco Jardim MEP: Maderito<br />
Palco Jardim MEP: Nat Esquema</p>
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		<title>Belém e arredores têm potencial para criar rotas turísticas com foco na natureza e na cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 14:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[museus]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ilha-do-Combu-Credito-Ascom-Ideflor-bio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cidade de Cali, na Colômbia, que está recebendo a COP16, pode servir de inspiração para Belém, que, em 2025, será sede da COP30, em como promover as riquezas locais. A Secretaria de Turismo da cidade colombiana criou 20 Rotas Turísticas, com foco na natureza e na cultura, especialmente para o evento. &#8220;Partindo de Cali, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ilha-do-Combu-Credito-Ascom-Ideflor-bio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cidade de Cali, na Colômbia, que está recebendo a COP16, pode servir de inspiração para Belém, que, em 2025, será sede da<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/voce-sabia-que-existem-tres-cops-diferentes-veja-quais-sao-e-a-importancia-de-cada-uma/" target="_blank" rel="noopener"> COP30</a>, em como promover as riquezas locais. A Secretaria de Turismo da cidade colombiana criou 20 Rotas Turísticas, com foco na natureza e na cultura, especialmente para o evento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Partindo de Cali, temos 20 Roteiros Turísticos tendo o Parque Natural Nacional Farallones como joia da coroa, onde trabalhamos com as comunidades locais, mas também temos planos patrimoniais, gastronômicos e musicais que incluem a salsa que nos caracteriza. Isso garante que nos concentremos na promoção do destino e não nas empresas”, explicou a secretária de Turismo de Cali, Mábel Lara.</p></blockquote>
<p>Todas as informações e acessos aos Roteiros Turísticos COP16 estão disponíveis num site e num guia (físico e digital), que leva o nome da campanha turística: &#8220;Cali é onde você deve estar&#8221;. O guia traz ainda informações sobre restaurantes, discotecas, espectáculos, academias de salsa, museus  teatros, lojas de souvenirs, serviços médicos, hotéis, shoppings, servicços de transporte privado e guias de turismo.</p>
<p>Pensando na COP30, já dá pra imaginar as rotas turísticas que poderiam interessar os visitantes. Alinhados com o que  será discutido na Conferência do Clima da ONU, os roteiros de<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/estrategia-de-impacto-socioambiental-impulsiona-turismo-na-regiao-do-rio-xingu/" target="_blank" rel="noopener"> turismo sustentável</a>, que unem <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/roteiros-turisticos-buscam-explorar-encantos-pouco-conhecidos-do-oeste-do-para/" target="_blank" rel="noopener">experiências de imersão na floresta,</a> <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/rota-turistica-valoriza-cadeia-produtiva-do-cacau-e-do-chocolate-na-regiao-da-transamazonica-e-xingu/" target="_blank" rel="noopener">gastronomia regional</a> e <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/turismo-sustentavel-pode-atrair-investimentos-e-aumento-da-competitividade/" target="_blank" rel="noopener">hospedagens diferenciadas</a>, podem ser bastante atraentes.</p>
<p>Nessa pegada, alguns roteiros já estão bem estabelecidos e podem ser ainda mais valorizados durante o evento. Um deles é o passeio pelos diversos restaurantes localizados no Combu e demais ilhas da capital. O deslocamento de apenas 10 minutos por barco é suficiente para deixar o concreto e o asfalto para trás e ficar em contato mais próximo com a natureza a partir do banho de rio, dos sons da floresta e da culinária típica. Além disso, espaços como a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fabrica-de-chocolate-na-ilha-combu-esta-preparada-para-receber-presidente-frances/">Filha do Combu, da Dona Nena</a>, oferecem experiências imersivas com trilhas ecológicas e contato com o processo de produção do chocolate nativo.</p>
<p>Quem tem espírito esportivo também pode aproveitar as opções de passeios com <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/grupo-de-canoagem-desbrava-rios-e-estimula-turismo-sustentavel-no-para/">prática de canoagem nos rios e igarapés da região</a>. Diferentes grupos e negócios locais costumam organizar roteiros em Belém e nos municípios próximos, promovendo o turismo sustentável e a educação ambiental. Outra parada obrigatória é no Parque do Utinga, um point para quem curte pedalar, fazer caminhadas, fazer trilhas e remar.</p>
<p>Já para conhecer a tradição e a diversidade cultural do Pará, uma porta de entrada é a música que é a atração em muitos eventos na capital. O carimbó, o brega, a guitarrada e os ritmos latinos dão o tom na programação do <a href="https://www.instagram.com/espacoculturalapoena/" target="_blank" rel="noopener">Espaço Cultural Apoena</a> e na Casa Apoena, atraindo em peso o público local e os turistas. As famosas festas de aparelhagem também são parte da agenda cultural da cidade e ocorrem com frequência nos diferentes bairros, da periferia ao centro.</p>
<p>Além disso, Belém conta com uma grande variedade de museus, galerias e centros culturais que expõem obras de diferentes artistas, épocas e movimentos. Dá pra fazer um longo tour por espaços como o Forte do Presépio, a Casa das Onze Janelas, o Museu de Arte Sacra, o Museu do Estado e o Museu de Belém, todos localizados apenas no bairro da Cidade Velha. Outras atrações imperdíveis são o Centur, o Museu Goeldi, o Memorial da Cabanagem e a Estação Cultural de Icoaraci.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Marujadas de São Benedito viram patrimônio cultural imaterial do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 21:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[marujada]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[são benedito]]></category>
		<category><![CDATA[são sebastião]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As Marujadas em devoção a São Benedito realizadas nos municípios de Augusto Corrêa, Bragança, Capanema, Primavera, Quatipuru, Tracuateua e Ananindeua foram reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do País. A manifestação envolve uma série de atividades, como rituais, procissões, missas, o levantamento e a derrubada de mastros, almoços [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As Marujadas em devoção a São Benedito realizadas nos municípios de Augusto Corrêa, Bragança, Capanema, Primavera, Quatipuru, Tracuateua e Ananindeua foram reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do País.</p>
<p>A manifestação envolve uma série de atividades, como rituais, procissões, missas, o levantamento e a derrubada de mastros, almoços coletivos, leilões e danças, organizadas pelos devotos de São Benedito e São Sebastião para agradecer pelas graças alcançadas. Os festejos ocorrem tradicionalmente entre dezembro e janeiro e reúnem milhares de fiéis e turistas na região bragantina.</p>
<p>O pedido de registro foi apresentado em 2011 pela Irmandade da Marujada de São Benedito de Bragança, que é a mais antiga do Pará. A organização de caráter educativo e cultural foi fundada por negros escravizados e libertos em 1798. Entre 2018 e 2022 foram realizadas as pesquisas que subsidiam o pedido de registro, quando foram incluídas também as marujadas de Capanema, Quatipuru, Augusto Corrêa, Tracuateua e Primavera e de Ananindeua, e os cultos em devoção a São Sebastião.</p>
<p>O historiador e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Dário Benedito Rodrigues foi um dos pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê enviado ao Iphan. Ele acompanhou a reunião do conselho consultivo realizada na quarta-feira, 4, que aprovou a inscrição do bem no Livro de Registro de Celebrações.</p>
<blockquote><p>“Um dia de muita alegria, emoção, memórias e conexões com a devoção a São Benedito e a vida de tantas pessoas que tem nessa celebração parte de sua trajetória e testemunho”, comemorou o professor.</p></blockquote>
<p>Além da marujada, o Pará teve o <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/saire-deve-ser-reconhecida-como-manifestacao-da-cultura-nacional/">Arraial do Pavulagem reconhecido também como patrimônio da cultura do Brasil</a>. em registro sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
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		<title>Arraial do Pavulagem vira patrimônio cultural do Brasil e Festa do Sairé,  manifestação da cultura nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[botos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação da cultura nacional]]></category>
		<category><![CDATA[sairé]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/Saire-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As manifestações populares paraenses estão recebendo reconhecimento nacional. O  Arraial do Pavulagem agora é Patrimônio Cultural Nacional, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quarta-feira, 4.  Já  a disputa entre os botos Tucuxi e Cor-de-Rosa, que marca a Festa do Sairé, em Alter do Chão, pode se tornar manifestação da cultura nacional. Patrimônio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/Saire-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As manifestações populares paraenses estão recebendo reconhecimento nacional. O  Arraial do Pavulagem agora é Patrimônio Cultural Nacional, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quarta-feira, 4.  Já  a disputa entre os botos Tucuxi e Cor-de-Rosa, que marca a Festa do Sairé, em Alter do Chão, pode se tornar manifestação da cultura nacional.</p>
<p>Patrimônio Cultural do Estado desde 2019, Arraial do Pavulagem iniciou suas atividades em 1986 e, desde então, sai em  cortejo pelo centro histórico de Belém todos os finais de semana de junho e julho  também durante a festividades do Círio de Nazaré, em outubro.</p>
<p>Ao som de ritmos musicais característicos da Amazônia, como carimbó, siriá, lundu, xote e marajoara, entre outros, o grupo usa como adereços de chapéu de palha com fitas coloridas para mostrar danças e encenações dos bois-bumbás que na Pavulagem são boi de folia.</p>
<h3>Festa do Sairé</h3>
<p>Na terça-feira, 3, a Comissão de Educação do Senado aprovou o projeto que busca tornar a Festa do Sairé manifestação da cultura nacional. A festividade é um dos principais atrativos para o turismo na região oeste do estado.</p>
<p>Neste ano, o evento será realizado de 19 a 23 de setembro e pode ocorrer já com um novo status, já que, se não houver  recurso para votação em Plenário, segue para sanção.</p>
<p>A tradição remonta ao século XVII, sendo caracterizado inicialmente como um ritual indígena e que depois foi adaptado pelos jesuítas na catequização. Nesse processo, passou a incorporar elementos das culturas africanas e caboclas.</p>
<p>Atualmente, um dos aspectos mais conhecidos é a disputa entre os botos, porém a Festa do Sairé abrange também procissões, missas e atividades católicas, além de diversas atrações e shows com artistas locais e nacionais. A expectativa da organização é que o evento atraia 150 mil turistas este ano.</p>
<blockquote><p>“Ao preservar tradições e estimular o turismo, a Festa do Sairé contribui significativamente para o desenvolvimento econômico, gerando empregos diretos e indiretos em Alter do Chão e em Santarém, com reflexos positivos em todo o Oeste do Pará. Este impacto econômico ressalta a importância de reconhecer e apoiar eventos que preservam a identidade cultural brasileira e promovem o desenvolvimento regional”, declarou o senador Zequinha Marinho (PL) à Agência Senado.</p></blockquote>
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