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	<title>crimes ambientais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>crimes ambientais &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>STF dá prazo de 90 dias para plano de desocupação de terra indígena no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Cachoeira Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/Terra-Indigena-TI-Cachoeira-Seca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo  O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o governo federal apresente em até 90 dias um plano para retirar invasores e ocupantes da Terra Indígena Cachoeira Seca, no Pará.  Embora o território tenha sido oficializado em 2016, a retirada dos invasores nunca foi concluída. Nos últimos dez anos, a área [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/Terra-Indigena-TI-Cachoeira-Seca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em> O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o governo federal apresente em até 90 dias um plano para retirar invasores e ocupantes da Terra Indígena Cachoeira Seca, no Pará.</em></li>
<li><em> Embora o território tenha sido oficializado em 2016, a retirada dos invasores nunca foi concluída. Nos últimos dez anos, a área sofreu com novos focos de garimpo, extração ilegal de madeira, criação de gado e a abertura de quase 600 quilômetros de estradas clandestinas.</em></li>
<li><em> O avanço das invasões gerou uma crise de saúde mental entre o povo Arara, que é um grupo indígena de recente contato com a sociedade e possui alta vulnerabilidade.</em></li>
<li><em>O projeto do governo precisará detalhar datas, responsáveis pelas ações, indenizações para quem ocupou a terra de boa-fé e uma estratégia de proteção à saúde e à cultura dos Arara.</em></li>
</ul>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deu um prazo de 90 dias para que o governo federal apresente um plano detalhado para retirar invasores e ocupantes ilegais da Terra Indígena Cachoeira Seca, localizada no Pará.</p>
<p>A decisão atende a um pedido da Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), com o apoio da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Defensoria Pública da União (DPU).</p>
<p>O território, que possui mais de 733 mil hectares, abriga comunidades isoladas e de recente contato com a sociedade. Além da desocupação, Fachin ordenou a criação de um comitê especial de governança para acompanhar de perto a saúde, a proteção do território e a regularização dos limites da reserva.E</p>
<h3><strong>Explosão de crimes ambientais</strong></h3>
<p>Ao analisar a situação da reserva, o ministro destacou que já se passaram cerca de dez anos desde que a Terra Indígena Cachoeira Seca foi homologada (reconhecida oficialmente pelo governo), em 2016, sem que a desocupação total e o pagamento de indenizações aos ocupantes de boa-fé tivessem sido concluídos.</p>
<p>Nesse período, o cenário na região piorou drasticamente. Entidades especializadas relatam uma explosão de novas invasões, avanço do desmatamento, loteamentos ilegais, entrada de gado e atividades de garimpo e extração de madeira. Desde 2018, os invasores abriram 586 quilômetros de estradas clandestinas dentro do território. Todo esse impacto gerou um estado de emergência de saúde mental para o Povo Arara.</p>
<blockquote><p>“Para um povo de recente contato, a demora administrativa não é neutra”, alertou o ministro Edson Fachin. “Cada adiamento é um prolongamento da invasão, o que aprofunda o sofrimento coletivo e amplifica os riscos à vida, à saúde e à reprodução física e cultural do grupo.”</p></blockquote>
<h3>Como deverá ser o plano de desocupação</h3>
<p>A estratégia do governo federal terá que trazer um calendário claro e dividido por etapas, apontando quais órgãos públicos serão responsáveis por cada ação. O plano deve cobrir três pontos principais:</p>
<ul>
<li><strong>Prazos:</strong> Datas específicas para a retirada de invasores e grileiros.</li>
<li><strong>Indenizações</strong>: Pagamento dos moradores identificados pela Funai que ocupavam a área de boa-fé antes da demarcação.</li>
<li><strong>Proteção à saúde:</strong> Cuidados médicos e de segurança para o Povo Arara, considerando a baixa imunidade biológica e a vulnerabilidade social desse grupo, além de garantir o isolamento das comunidades que optaram por não ter contato com a sociedade.</li>
</ul>
<h3>Parque ambiental em Rondônia</h3>
<p>Na mesma decisão, o ministro cobrou agilidade do governo federal em outro processo. A União tem 15 dias para apresentar o cronograma atualizado de criação do Parque Nacional Tanaru, uma área de 8 mil hectares em Rondônia, na fronteira com a Bolívia.</p>
<p>A reserva foi autorizada pelo STF em setembro de 2025 para preservar a memória e a história do povo Tanaru. Fachin criticou o fato de que o decreto oficial de criação do parque deveria ter sido publicado em abril de 2026, mas o governo federal ainda não emitiu o documento.</p>
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		<title>Ibama restringe programa de conversão de multas após cobrança do TCU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 16:09:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[conversão]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
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		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[multas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/fiscalizacao33-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ibama autorizou nesta segunda-feira, 2, o retorno do programa de conversão de multas ambientais — aquele mecanismo que permite trocar boletos de punição por serviços à natureza —, mas agora limitado exclusivamente à modalidade direta. A retomada acontece após um &#8220;puxão de orelha&#8221; do Tribunal de Contas da União (TCU), que em 2025 enxergou [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/fiscalizacao33-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ibama autorizou nesta segunda-feira, 2, o retorno do programa de conversão de multas ambientais — aquele mecanismo que permite trocar boletos de punição por serviços à natureza —, mas agora limitado exclusivamente à modalidade direta.</p>
<p>A retomada acontece após um &#8220;puxão de orelha&#8221; do Tribunal de Contas da União (TCU), que em 2025 enxergou um curto-circuito nas finanças públicas. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o tribunal criticou o uso de &#8220;contas garantia&#8221; que driblavam o Tesouro Nacional, criando um fluxo de dinheiro paralelo e sem transparência. Para os ministros, manejar recursos fora do orçamento oficial compromete a credibilidade dos gastos públicos.</p>
<p>Com a nova portaria, o Ibama eliminou a modalidade indireta, na qual o infrator simplesmente depositava o valor para que terceiros executassem o serviço. Agora, a responsabilidade é &#8220;mão na massa&#8221;: o próprio autuado deve realizar — ou contratar e gerir diretamente — projetos de recuperação de áreas degradadas, educação ambiental ou regularização fundiária.</p>
<p>Para facilitar esse processo, o Instituto criou o Repositório de Projetos Ambientais. Funciona como uma vitrine:</p>
<ul>
<li>O infrator consulta projetos já credenciados;</li>
<li>Escolhe um para aplicar sua multa (integralmente ou em cotas);</li>
<li>Firma um acordo prévio com o proponente do projeto e submete ao Ibama.</li>
</ul>
<h3>Desconto atraente, burocracia persistente</h3>
<p>O incentivo para quem aceita o desafio é um desconto que pode chegar a 60% sobre o valor da infração. Contudo, o programa, que é a grande aposta do presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, ainda luta para vencer os gargalos financeiros e a complexidade burocrática que o travaram no passado.</p>
<p>Quem já tinha processos em andamento poderá retomá-los, desde que manifeste interesse pela modalidade direta. Caso contrário, a regra é clara: o boleto deve ser pago à vista ou parcelado, sem os benefícios da conversão.</p>
<p>O Ibama e o Ministério do Meio Ambiente ainda tentam reverter pontos do acórdão do TCU, mas, por ora, a ordem é garantir que cada centavo (ou cada muda plantada) apareça com clareza nos sistemas de controle do governo.</p>
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		<title>Operação Curupira combate desmatamento no sudoeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 16:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[apreensão de madeira ilegal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Operacao_Curupira.Uruara2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma área de desmatamento ilegal foi descoberta nesta segunda-feira, 14, em Uruará, no sudoeste do Pará. A nova fase da Operação Curupira levou os agentes a uma estrada vicinal no KM-40 da Rodovia PA-370, entre Uruará e Santarém. Cerca de 20 quilômetros. Lá, encontraram um cenário de destruição: grandes áreas da floresta derrubadas, caminhos abertos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Operacao_Curupira.Uruara2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma área de desmatamento ilegal foi descoberta nesta segunda-feira, 14, em Uruará, no sudoeste do Pará. A nova fase da Operação Curupira levou os agentes a uma estrada vicinal no KM-40 da Rodovia PA-370, entre Uruará e Santarém. Cerca de 20 quilômetros. <span style="font-size: 14px;">Lá, encontraram um cenário de destruição: grandes áreas da floresta derrubadas, caminhos abertos para tirar madeira e até locais onde as toras ficavam guardadas.</span></p>
<p>No meio da mata, a polícia achou um trator de esteira escondido, além de ferramentas, como uma engraxadeira e um soprador, baterias de carro e um monte de madeira cortada – mais de 13 metros cúbicos. Todo o material foi apreendido, a madeira foi inutilizada e o trator, destruído com explosivos. Ninguém estava por lá na hora, e não havia nenhuma autorização para o desmatamento, nem placas que identificassem a área. A Polícia Civil foi chamada para investigar quatro registros de terras que se sobrepõem à área desmatada, e os donos serão chamados para explicar a situação.</p>
<p>Coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup),  a Operação Curupira já efetuou mais de 90 prisões em flagrante nos últimos dois anos, intensificando o combate aos crimes ambientais no Pará.</p>
<p>Desde seu início em 2022, a ação consolidou um histórico robusto: além das prisões, foram arbitradas 27 fianças, instaurados 52 inquéritos policiais, emitidas mais de 180 intimações e registrados 58 termos circunstanciados de ocorrência (TCOs). As apreensões incluem 679 munições, mais de 200 armas de fogo e mais de 1.100 equipamentos utilizados em atividades ilícitas.</p>
<p>O secretário de Segurança Pública, Ualame Machado, destacou que a Operação Curupira está em andamento há mais de dois anos, com bases fixas em São Félix do Xingu, Uruará e Novo Progresso, e já contribuiu significativamente para a redução do desmatamento no estado.</p>
<blockquote><p>“A identificação de locais onde os crimes estejam ou possam vir a ocorrer são fundamentais para conseguirmos investigar e identificar os responsáveis, para então aplicarmos as punições devidas”, acrescentou o secretário, reiterando a importância da prevenção e do combate integrado.</p></blockquote>
<p>A operação é executada de forma integrada, reunindo a Polícia Militar do Pará (com o Comando de Policiamento Ambiental &#8211; CPA), a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas). A ação em Uruará contou com o apoio de equipes do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), Batalhão de Polícia de Eventos (BPE), 38º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e da Companhia Independente de Polícia Ambiental (Cipamb).</p>
<h3></h3>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Operação Curupira atua em focos de desmatamento na região de São Félix do Xingu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 15:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
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		<category><![CDATA[extração de madeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/operacao-curupira3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Equipes de segurança integradas na &#8220;Operação Curupira&#8221; anunciaram a descoberta de novas áreas de exploração ambiental ilegal na região de São Félix do Xingu. A revelação é resultado das fiscalizações e estratégias de prevenção a crimes contra a Amazônia, coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) em conjunto com a Secretaria de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/operacao-curupira3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Equipes de segurança integradas na &#8220;Operação Curupira&#8221; anunciaram a descoberta de novas áreas de exploração ambiental ilegal na região de São Félix do Xingu. A revelação é resultado das fiscalizações e estratégias de prevenção a crimes contra a Amazônia, coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) em conjunto com a Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas).</p>
<p>Na última segunda-feira, 7, agentes em apoio à Semas identificaram focos de exploração de madeira a 144 km de São Félix do Xingu. A área, dentro de uma propriedade particular com Cadastro Ambiental Rural (CAR), revelou uma vasta extensão desmatada.</p>
<p>No local, foram apreendidos e inutilizados pelo Corpo de Bombeiros Militar 15,267m³ de madeira do tipo Castanheira, além de outras espécies e áreas prontas para desmate. O local segue monitorado para identificar e prender os responsáveis.</p>
<p>A identificação dessas áreas, que inclui além das madeiras ilegalmente extraídas, locais demarcados para desmatamento futuro, ressalta a importância da Operação Curupira, que atua há dois anos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Conseguimos obter avanços no que tange a identificação e prevenção ao desmatamento da floresta e a outros crimes ambientais&#8221;, afirmou Ualame Machado, secretário da Segup, destacando o foco em áreas críticas de garimpo e exploração irregular de madeira.</p></blockquote>
<h3>Balanço da Operação Curupira</h3>
<p>Desde seu lançamento em 2023, a Operação Curupira tem combatido ativamente o desmatamento ilegal e a exploração de recursos naturais na Amazônia, resultando em:</p>
<ul>
<li>Mais de 90 prisões em flagrante</li>
<li>27 fianças arbitradas</li>
<li>52 inquéritos policiais instaurados</li>
<li>Mais de 180 intimações emitidas</li>
<li>220 autos de infração</li>
<li>58 termos circunstanciados de ocorrência (TCOs)</li>
<li>679 munições apreendidas</li>
<li>Mais de 200 armamentos apreendidos</li>
<li>Mais de 1.100 maquinários apreendidos</li>
</ul>
<p>A operação conta com equipes integradas da Semas, Polícias Militar, Civil e Científica, Corpo de Bombeiros Militar e Segup, atuando em bases em São Félix do Xingu, Novo Progresso e Uruará.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Força Nacional vai atuar por mais 90 dias na Amazônia Legal e Pantanal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2025 14:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[combate a incendios]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Força Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/fogo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Para reforçar ações de combate a incêndios e crimes ambientais, o Ministério da Justiça prorrogou por mais 90 dias o envio da Força Nacional de Segurança Pública para a Amazônia Legal e o Pantanal. A nova portaria, publicada nesta terça-feira (8) no Diário Oficial da União, estende o trabalho até o dia 12 de outubro [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/fogo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Para reforçar ações de combate a incêndios e crimes ambientais, o Ministério da Justiça prorrogou por mais 90 dias o envio da Força Nacional de Segurança Pública para a Amazônia Legal e o Pantanal.</p>
<p>A nova portaria, publicada nesta terça-feira (8) no Diário Oficial da União, estende o trabalho até o dia 12 de outubro deste ano.</p>
<p>O objetivo é fortalecer as ações da polícia judiciária e da perícia forense na investigação e no combate a incêndios provocados por ação humana, além de proteger a ordem pública e garantir a segurança das pessoas e do patrimônio nas regiões afetadas.</p>
<p>O trabalho é desenvolvido em conjunto com órgãos de segurança pública e defesa social dos Estados da região da Amazônia Legal, do Pantanal e com entidades públicas responsáveis pela proteção do meio ambiente.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Nove estados registraram mais de 41 mil crimes ambientais em dois anos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/nove-estados-registraram-mais-de-41-mil-crimes-ambientais-em-dois-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 14:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Rede de Observatórios de Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/crime_organizado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil registrou 41.203 crimes ambientais em 2023 e 2024. O relatório da Rede de Observatórios de Segurança leva em conta dados repassados pelas secretarias de segurança de nove estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. Os pesquisadores, no entanto, entendem que esses números são incompletos e insuficientes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/crime_organizado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil registrou 41.203 crimes ambientais em 2023 e 2024. O relatório da Rede de Observatórios de Segurança leva em conta dados repassados pelas secretarias de segurança de nove estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>Os pesquisadores, no entanto, entendem que esses números são incompletos e insuficientes para dar conta da realidade socioambiental, porque não incluem violências cometidas contra populações tradicionais, a exemplo de indígenas, quilombolas e ribeirinhos.</p>
<p>Os dados repassados se baseiam na Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, conhecida como Lei dos Crimes Ambientais. Essa legislação não considera os conflitos agrários e as violações sofridas por comunidades tradicionais.</p>
<p>Além disso, cada unidade federativa tem formas específicas de reunir informações. O que implica em baixas notificações e falta de padronização.</p>
<p>Os pesquisadores apontam ainda outras lacunas. Uma delas é de que os dados não trazem o impacto das ações legais e oficiais, como abertura de estradas, construção de hidrelétricas, desmatamento para pecuária e agronegócios, e mineração legalizada.</p>
<blockquote><p>“Não é possível não termos ainda, nessas alturas do campeonato de destruição ambiental no Brasil, estatísticas oficiais rigorosas sobre vitimização das populações tradicionais, como quilombolas, comunidades indígenas, ribeirinhas e outras”, diz a cientista social Silvia Ramos, coordenadora da Rede de Observatórios.</p></blockquote>
<h3>Diferenças estaduais</h3>
<p>O primeiro ponto a destacar na análise por estado é que a quantidade de informações entregues foi diferente. Pará, Pernambuco e Piauí entregaram o maior número. Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo não apresentaram dados sobre povos tradicionais. O Ceará apresentou apenas o número total de crimes, sem detalhamentos das infrações.</p>
<p>Naqueles que foi possível categorizar os crimes, a Rede de Observatórios separou os delitos em cinco tipos: contra a fauna, contra a flora, de poluição, de exploração mineral e outros.</p>
<p>Na Bahia, 87,22% dos crimes ambientais foram contra a flora. O Piauí lidera em crimes contra a fauna: 67,89%. O maior percentual de poluição foi registrado no Maranhão: 27,66%. No caso de exploração mineral, Rio de Janeiro (2,66%) e Bahia (2,20%) têm os maiores percentuais.</p>
<p>O Maranhão apresentou alta de 26,19% no total de crimes ambientais em 2024 na comparação com 2023, o maior aumento entre os estados monitorados.</p>
<p>No Pará, os pesquisadores observaram crescimento de 127,54% nos crimes de incêndio em lavouras, pastagem, mata ou florestas no mesmo período de avaliação.</p>
<p>São Paulo registrou 246,03% mais registros de crimes de incêndio em mata ou floresta em 2024 na comparação com o ano anterior. É também o estado com o maior número de crimes ambientais em números absolutos: 17.501.</p>
<h3>Recomendações</h3>
<p>A partir dos resultados, a Rede de Observatórios de Segurança apresenta algumas recomendações para alterar a realidade socioambiental do país.</p>
<p>Uma delas é a padronização de dados, com a inclusão de informações sobre vítimas que pertencem a povos ou comunidades tradicionais, mesmo se o delito foi de natureza ambiental.</p>
<p>O documento também recomenda a criação de órgãos públicos para tratar exclusivamente dos delitos contra povos tradicionais, por não serem crimes ambientais comuns, mas ter especificidades que deveriam ser resguardadas pela autoridade policial.</p>
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		<title>Multas por danos ambientais serão cobradas sem limite de tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 16:09:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[multas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/apreensao_madeira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Supremo Tribunal Federal (STF) dediciu na sexta-feira, 28,  que multas por crimes ambientais não prescrevem. Essa medida reforça a proteção do meio ambiente e garante que os autores de danos ambientais sejam responsabilizados, independentemente do tempo decorrido. Todos os ministros concordaram com o voto do relator,  Cristiano Zanin. Para Zanin, a reparação de danos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/apreensao_madeira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Supremo Tribunal Federal (STF) dediciu na sexta-feira, 28,  que multas por crimes ambientais não prescrevem. Essa medida reforça a proteção do meio ambiente e garante que os autores de danos ambientais sejam responsabilizados, independentemente do tempo decorrido. Todos os ministros concordaram com o voto do relator,  Cristiano Zanin.</p>
<p>Para Zanin, a reparação de danos ao meio ambiente é um direito fundamental e deve prevalecer em relação ao princípio de segurança jurídica.</p>
<p>O ministro também propôs uma tese para aplicação nos casos semelhantes que estão em tramitação no Judiciário em todo o País.</p>
<blockquote><p>“É imprescritível a pretensão executória e inaplicável a prescrição intercorrente na execução de reparação de dano ambiental, ainda que posteriormente convertida em indenização por perdas e danos”, definiu Zanin.</p></blockquote>
<p>O caso foi decidido em um recurso do Ministério Público Federal (MPF) para derrubar uma decisão da primeira instância que foi favorável à prescrição de multas ambientais após o prazo de cinco anos. A infração que motivou o julgamento ocorreu em Balneário Barra do Sul (SC).</p>
<p>A decisão contou com atuação da Advocacia-Geral da União (AGU). Para o órgão, os infratores ambientais têm o dever de arcar com os danos provocados ao meio ambiente.</p>
<blockquote><p>&#8220;O reconhecimento da incidência da prescrição em tais casos significaria impor às gerações futuras o ônus de arcar com as consequências de danos ambientais pretéritos. Assim, temos que a imposição de prazos prescricionais em favor do interesse individual está em desacordo com a própria natureza do bem jurídico tutelado”, argumentou o órgão.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Com informações da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Nova frota de aeronaves vai reforçar combate a crimes ambientais na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 14:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[crise climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[MMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/aeronava_ibama-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebeu na quinta-feira, 16,  sete novos helicópteros modelo AW119, os chamados Koala. As aeronaves reforçarão a capacidade do Instituto na fiscalização ambiental, especialmente no combate ao desmatamento e ao garimpo ilegal, bem como na prevenção e combate a incêndios florestais. O contrato de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/aeronava_ibama-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) recebeu na quinta-feira, 16,  sete novos helicópteros modelo AW119, os chamados Koala. As aeronaves reforçarão a capacidade do Instituto na fiscalização ambiental, especialmente no combate ao desmatamento e ao garimpo ilegal, bem como na prevenção e combate a incêndios florestais. O contrato de arrendamento, de R$ 130 milhões por ano, prevê 5 mil horas de voos ao ano.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a contratação permitirá também ampliar a atuação em situações de enchentes e outros desastres climáticos. Desse modo, a ministra Marina Silva ressalta o investimento do Governo Federal nas ações dos órgãos de comando e controle.</p>
<p>&#8220;Isso não é custo, é um investimento. Isso porque proteger o capital natural de um país é investimento&#8221;, observa Marina, que destaca o grande potencial ambiental do Brasil. Segundo ela, o Brasil tem muitas vantagens na comparação com outros países, sobretudo nesse momento de aquecimento global e de eventos climáticos extremos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se não tivermos o cuidado necessário com nossas riquezas e belezas, o prejuízo será incomparavelmente maior. Então eu estou muito feliz que a gente possa ampliar a nossa capacidade de atuação. Isso vem desde o processo de transição (de governo) em que essas questões todas haviam sido planejadas&#8221;, disse a ministra.</p></blockquote>
<p>Na visão de Marina, a implementação da nova frota ajudará no combate à criminalidade e com os novos equipamentos, espera-se maior eficiência nas operações. &#8220;O que faz com que a criminalidade recue é a não certeza da impunidade ou a não expectativa dela. Quando se tem quase certeza da impunidade, a criminalidade avança. Quando, em lugar de serem reconhecidos e respeitados, os servidores são ameaçados, perseguidos, isso faz com que a criminalidade avance&#8221;, destacou a ministra.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós tivemos um esforço muito grande para reduzir desmatamento nesses dois anos e agora a gente entra numa segunda etapa Vamos poder atuar em áreas que aonde não a gente não conseguia chegar por dificuldades operacionais e logísticas&#8221;, disse Agostin.</p></blockquote>
<p>D e acordo com o presidente do Ibama, a partir de segunda-feira, 20, as novas aeronaves na Amazônia, cada uma em um estado diferente, para ajudar na fiscalização, no combate a garimpo ilegal, desmatamento e extração ilegal de madeira e ao crime organizado</p>
<p>Agostin destaca também a maior capacidade de atuação frente a necessidades sazonais.</p>
<blockquote><p>&#8220;As aeronaves estarão trabalhando no lançamento de água e no transporte de brigadistas para as áreas dos incêndios florestais. Então, a gente passa a ter uma estrutura maior do que a gente já tinha&#8221;, diz, observando que a capacidade de atendimento do Ibama aumenta em quase 50%.</p></blockquote>
<p>O Ibama também investiu na tecnologia de monitoramento remoto, contando com uma frota de 163 drones (aeronaves remotamente pilotadas) equipados com sensores de alta precisão e operados por uma equipe especializada de 192 profissionais, garantindo maior eficiência nas ações de monitoramento e proteção ambiental em todo o território nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Polícia Federal prende comandantes da PM suspeitos de envolvimento em garimpos ilegais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[comandantes da PM]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[servidores públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/operacao_cobica-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Boa notícia para quem quer ver as águas os nossos rios livres da contaminação de mercúrio. A Polícia Federal prendeu em Itaituba, na manhã desta quinta-feira, 28, o Tenente Coronel Campos, comandante do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM), e o Coronel Pedro, comandante do Comando de Policiamento Regional X (CPR-X), acusados de envolvimento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/operacao_cobica-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Boa notícia para quem quer ver as águas os nossos rios livres da contaminação de mercúrio. A Polícia Federal prendeu em Itaituba, na manhã desta quinta-feira, 28, o Tenente Coronel Campos, comandante do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM), e o Coronel Pedro, comandante do Comando de Policiamento Regional X (CPR-X), acusados de envolvimento no garimpo ilegal  na região do Tapajós, oeste do Pará.</p>
<p>A ação faz parte da Operação Cobiça voltada ao combate a crimes ambientais na região, em que  são cumpridos 21 mandados de busca, 4 mandados de prisão, sequestro de bens e medidas cautelares de afastamento da função pública. A suspeita é que servidores públicos participam de organização criminosa na cadeia produtiva do ouro ilegalmente.</p>
<p>Os mandados estão sendo cumpridos em Santarém, Itaituba, Altamira, Rio de Janeiro e Goiânia. Além dos dois oficiais,  foram presos dois empresários e houve busca e apreensão em residências de outros militares: major Jarlisson, capitão Scalabrin, sargentos Mendes, Vinícius, Jackson e Carneiro, além do cabo Sales,  Segundo fontes, no apartamento do coronel Pedro, os policiais tiveram que arrombar a porta de um dos quartos com explosivos para poder entrar, uma vez que o proprietário se negou a abrir.</p>
<p>Foram apreendidos, segundo a PF, ao menos oito carros de luxo, celulares, joias e quantidade ainda não contabilizada de ouro e dinheiro.</p>
<figure id="attachment_32169" aria-describedby="caption-attachment-32169" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-32169" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/operacao_cobica3-225x300.jpeg" alt="" width="408" height="544" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/operacao_cobica3-225x300.jpeg 225w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/operacao_cobica3-150x200.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/operacao_cobica3-450x600.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/operacao_cobica3.jpeg 576w" sizes="(max-width: 408px) 100vw, 408px" /><figcaption id="caption-attachment-32169" class="wp-caption-text">Um dos carros de luxo apreendidos durante a Operação Cobiça. Foto: Polícia Federal.</figcaption></figure>
<p>Segundo a Polícia Federal, a investigação apontou que os servidores públicos investigados receberam, durante meses sucessivos, pagamentos de empresas e outras pessoas investigadas pela comercialização de ouro de terras indígenas e de área de reserva legal. O dinheiro seria para que os servidores públicos facilitassem ou não reprimissem os crimes ambientais cometidos pelas empresas, além de atuarem na logística e segurança do ouro ilegal.</p>
<p>Há fortes indícios de que o ouro comercializado pela organização criminosa provém de garimpos localizados no interior e região de entorno da Terra Indígena Munduruku, aponta a PF. Essa é uma das terras indígenas mais devastadas pelo crime e que está, no momento, em processo de desintrusão (retirada de invasores) em grande operação, também com participação da Polícia Federal.</p>
<p>De acordo com a apuração, um dos investigados teria recebido R$ 4 mil por mês, como parte da organização criminosa, para não embaraçar o negócio ilegal; outros dividiam R$ 10 mil mensais, com a função de estar à disposição das empresas, inclusive em horários de expediente e usando carro e outros materiais de trabalho institucionais.</p>
<p>Outro dos investigados, informa a PF, é um empresário que já havia sido condenado três vezes por tráfico de drogas, além de ter condenações por receptação, tentativa de homicídio, uso de documento falso e associação para o tráfico.</p>
<p>Na atual operação, os crimes investigados são: lavagem de dinheiro, usurpação de bens da União e organização criminosa.</p>
<h3>Contexto</h3>
<p>A operação Cobiça surgiu a partir da operação Ganância, da Polícia Federal em Rondônia, em 2022, que investigou desvio de recursos públicos federais na prestação de serviços de UTI aérea.</p>
<p>As empresas envolvidas no esquema teriam causado dano ambiental em área de 212 hectares, extraindo quantidade de minérios superior à permitida na guia de utilização expedida pela Agência Nacional de Mineração (ANM). As empresas declararam extrair minérios de terra indígena e de locais onde ela não teve atividade.</p>
<p>Entre 2020 e 2021, o grupo econômico teve um rendimento estimado superior a R$ 1 bilhão, extraindo muito mais minérios do que o autorizado, em locais proibidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>AGU cobra R$ 142 milhões de infratores por destruição de vegetação nativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 20:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[resturação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/desmatamento999-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Advocacia-Geral da União (AGU) intensificou a luta contra o desmatamento ilegal ao ajuizar cinco novas ações civis públicas, que somam R$ 142 milhões em indenizações. As ações, direcionadas a infratores ambientais nos estados do Pará, Amazona e Mato Grosso, visam a recuperação de 7,8 mil hectares de áreas desmatadas nos biomas Amazônico e Cerrado. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/desmatamento999-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-sourcepos="5:1-5:352">A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatar-e-queimar-floresta-no-brasil-esta-ficando-cada-vez-mais-caro/" target="_blank" rel="noopener">Advocacia-Geral da União</a> (AGU) intensificou a luta contra o desmatamento ilegal ao ajuizar cinco novas ações civis públicas, que somam R$ 142 milhões em indenizações. As ações, direcionadas a infratores ambientais nos estados do Pará, Amazona e Mato Grosso, visam a recuperação de 7,8 mil hectares de áreas desmatadas nos biomas Amazônico e Cerrado.<br />
As demandas, protocoladas nesta terça-feira, 12, foram elaboradas com base em autuações do Ibama e buscam responsabilizar tanto pessoas físicas quanto jurídicas envolvidas no desmatamento ilegal. Além da recuperação das áreas degradadas, a AGU pede o bloqueio de bens dos infratores, a proibição de exploração das áreas desmatadas e a suspensão de incentivos fiscais.</p>
<p>Em uma das ações, a maior do lote, a AGU busca a recuperação de mais de 2 mil hectares de floresta amazônica no município de Lábrea (AM) e o pagamento de R$ 51,5 milhões em indenização. Imagens comparativas demonstram que a área continua sendo explorada, apesar da autuação ter sido registrada em 2016.</p>
<blockquote><p>“Essas ações demonstram o compromisso da AGU em proteger o patrimônio natural do Brasil e responsabilizar os infratores ambientais”, afirmou Natalia Lacerda, coordenadora do Núcleo de Meio Ambiente da Equipe de Matéria Finalística da AGU.</p></blockquote>
<p>A iniciativa faz parte do Grupo Estratégico Ambiental AGU-Recupera, criado em 2023 para atuar em demandas prioritárias na área ambiental. Desde sua criação, o grupo já ajuizou diversas ações, buscando a recuperação de áreas degradadas e a responsabilização de infratores em todo o país.</p>
<p>Em outubro, a AGU já havia ajuizado outro lote de ações, c<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/agu-cobra-r-89-milhoes-de-acusados-de-causar-queimadas-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">obrando R$ 89 milhões por danos ambientais</a> causados pela destruição de cerca de 5 mil hectares de floresta amazônica. Além disso, a AGU<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-e-o-primeiro-estado-a-receber-acao-por-dano-ambiental-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"> também pediu a reparação de R$ 635 milhões por danos climáticos causados </a>por criação irregular de gado na Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim. O Pará se tornou, assim, o primeiro estado a receber uma ação por dano ambiental no Brasil.</p>
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