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	<title>crédito &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>crédito &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>II Semana do Clima da Amazônia debate bioeconomia e financiamento climático em Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[Financiamento Climático]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/06/semana-do-clima-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Belém sedia a II Semana do Clima da Amazônia, de 29 de junho a 4 de julho, o primeiro grande encontro ambiental da região após a COP30. O evento vai debater estratégias para acelerar a transição para uma economia de baixo carbono, com foco em eixos como bioeconomia, financiamento climático, direitos territoriais e o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/06/semana-do-clima-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-path-to-node="1,0,0"><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>Belém sedia a II Semana do Clima da Amazônia, de 29 de junho a 4 de julho, o primeiro grande encontro ambiental da região após a COP30.</em></li>
<li><em>O evento vai debater estratégias para acelerar a transição para uma economia de baixo carbono, com foco em eixos como bioeconomia, financiamento climático, direitos territoriais e o beneficiamento do açaí.</em></li>
<li><em>A iniciativa &#8220;Casa Sociobio&#8221; promove o evento &#8220;Sociobioeconomia Viva&#8221; para discutir o fortalecimento econômico diretamente a partir das experiências de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.</em></li>
<li><em>Uma feira de negócios sustentáveis reúne empreendedores locais para apresentar produtos da sociobiodiversidade paraense a investidores e grandes compradores, gerando renda e autonomia para os territórios.</em></li>
</ul>
<p>Poucos meses após sediar a COP30, Belém volta a receber lideranças nacionais e internacionais para discutir o futuro da agenda climática global, durante a II Semana do Clima da Amazônia, realizada de 29 de junho a 4 de julho.</p>
<p>Considerado o primeiro grande encontro ambiental da região após a COP30, a II Semana do Clima da Amazônia reúne representantes dos setores público e privado, acadêmicos, povos indígenas e comunidades tradicionais para acompanhar os compromissos firmados durante a conferência do clima de Belém.</p>
<p>A meta é debater estratégias para acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.</p>
<p>Para o titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará, Raul Protázio, o momento é de transformar os compromissos assumidos em ações concretas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Depois da COP30, o desafio passa a ser transformar compromissos em resultados. A Semana do Clima é uma oportunidade para acompanhar essa implementação e fortalecer parcerias que acelerem soluções para a Amazônia e para o clima global&#8221;, destacou.</p></blockquote>
<h3>Debates estratégicos</h3>
<p>As atividades serão realizadas no Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, localizado no complexo Porto Futuro, além de mais de uma dezena de espaços parceiros distribuídos pela capital paraense.</p>
<p>O objetivo é fortalecer o diálogo entre diferentes setores da sociedade e acompanhar os avanços das ações voltadas ao enfrentamento das mudanças climáticas na Amazônia.</p>
<p>Entre os destaques da programação estão debates sobre a implementação dos compromissos pós-COP30, mecanismos de financiamento para a sociobioeconomia, fortalecimento das cadeias produtivas da floresta e iniciativas de desenvolvimento territorial sustentável.</p>
<p>A programação também contará com mais de 60 atividades autogestionadas promovidas por organizações da sociedade civil, movimentos sociais e instituições de pesquisa. Os encontros abordarão temas como agricultura familiar, justiça climática, governança ambiental e desenvolvimento sustentável, aproximando as discussões globais da realidade dos territórios amazônicos.</p>
<h3>Territórios amazônicos</h3>
<p>Outro destaque será a Casa Sociobio, iniciativa construída em parceria com povos indígenas, comunidades quilombolas, agricultores familiares e demais populações tradicionais. O espaço promoverá debates sobre sociobioeconomia e desenvolvimento sustentável, valorizando experiências desenvolvidas nos territórios amazônicos.</p>
<p>No dia 1º de julho, a Casa Sociobio realiza o evento “Sociobioeconomia Viva”, reunindo representantes de comunidades tradicionais e instituições ligadas ao ecossistema da bioeconomia para discutir oportunidades de fortalecimento da produção sustentável e geração de renda na floresta.</p>
<h3>Feira de negócios</h3>
<p>A programação inclui ainda uma feira voltada à promoção de negócios sustentáveis, realizada em parceria com a Hydro. Nove empreendedores da sociobiodiversidade paraense foram selecionados para apresentar seus produtos a investidores, empresas e participantes do evento.</p>
<p>A iniciativa busca ampliar a visibilidade de negócios sustentáveis e criar novas oportunidades de comercialização para produtos desenvolvidos por comunidades tradicionais e agricultores familiares.</p>
<p>A II Semana do Clima da Amazônia consolida o Pará como referência na construção de soluções para os desafios climáticos e no fortalecimento da bioeconomia. A proposta é que o evento se mantenha como uma agenda permanente de articulação entre governos, setor produtivo, comunidade científica e sociedade civil, dando continuidade ao legado da COP30.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Pará deixou de ser apenas palco dos debates, para se consolidar como formulador de respostas práticas para a crise climática. A continuidade de eventos como a Semana do Clima garante que o legado da COP30 se traduza em desenvolvimento sustentável, geração de empregos verdes e conservação ambiental para os paraenses&#8221;, avalia o secretário Raul Protázio.</p></blockquote>
<h4>Serviço:</h4>
<ul>
<li>II Semana do Clima da Amazônia</li>
<li>De 29 de junho a 4 de julho</li>
<li>Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia e mais de uma  dezena de espaços parceiros, com 67 eventos autogestionados, em toda Belém;</li>
<li>Inscrições e programação, acesse aqui.</li>
</ul>
<div></div>
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		<title>Produtor que não se adaptar ao clima será visto como cliente de &#8216;maior risco&#8217; pelo sistema financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 16:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação climática]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O produtor rural que não priorizar estratégias de adaptação às mudanças climáticas passará a ser percebido como um cliente de maior risco pelo sistema financeiro. A avaliação é de Fabiana Alves, presidente do Rabobank no Brasil, durante o Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio, na semana passada. “O clima é um ativo essencial, produtivo, sem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O produtor rural que não priorizar estratégias de adaptação às mudanças climáticas passará a ser percebido como um cliente de maior risco pelo sistema financeiro. A avaliação é de Fabiana Alves, presidente do Rabobank no Brasil, durante o Congresso Brasileiro de Direito do Agronegócio, na semana passada.</p>
<blockquote><p>“O clima é um ativo essencial, produtivo, sem o qual não há produtividade, não há estabilidade nem retorno econômico. Ao mesmo tempo, ele não está no controle do produtor, está mais volátil a cada dia e é um ativo para o qual a gente não tem seguro”, destacou a executiva.</p></blockquote>
<p>De acordo com ela, diante da crescente instabilidade climática, as instituições passaram a incorporar dados georreferenciados, histórico de produtividade e variabilidade climática na análise de crédito, com o objetivo de avaliar a exposição das propriedades a eventos extremos.</p>
<blockquote><p>“Os bancos estão intensificando o monitoramento das áreas financiadas com uso de geodata e dados climáticos. Hoje já é possível sobrepor regime de chuva, histórico de perdas e variabilidade hídrica para estimar risco de quebra de safra.”</p></blockquote>
<h3><strong>Ativo econômico</strong></h3>
<p>Nesse cenário, o clima deixa de ser apenas uma variável externa e passa a ser um fator econômico determinante para a atividade. No Brasil, esse fator está diretamente ligado ao regime de chuvas, que sustenta a produção e viabiliza a segunda safra em diversas regiões.</p>
<blockquote><p>“O primeiro incentivo à segurança climática é o próprio Código Florestal. O primeiro desincentivo é o desmatamento desenfreado”, disse Fabiana ao reforçar que essa dinâmica depende de uma estabilidade ecossistêmica associada à preservação.</p></blockquote>
<h3><strong>Análise baseada em dados climáticos</strong></h3>
<p>Ao incorporar essa nova variável de risco, o crédito rural passa a ser estruturado com maior nível de rastreabilidade, conectando o financiamento ao uso do solo e à exposição climática das áreas produtivas.</p>
<p>No Brasil, a Resolução 5.267 do Banco Central criou bases para essa integração, enquanto exigências de transparência sobre risco climático avançam em outros mercados, especialmente na Europa.</p>
<p>Na prática, a capacidade de adaptação do produtor vai influenciar cada vez mais as operações. Estratégias como manejo do solo, retenção de água, diversificação produtiva e preservação ambiental tendem a reduzir a percepção de risco e melhorar o acesso ao crédito.</p>
<blockquote><p>“Faz mais sentido abrir mais área ou garantir a resiliência climática da área que você já tem? Não é pela sustentabilidade ambiental, é pela sustentabilidade econômica do ativo”, disse a executiva.</p></blockquote>
<h3><strong>Seguro rural ainda é gargalo</strong></h3>
<p>Fabiana também chamou a atenção para a fragilidade do seguro rural no Brasil. A baixa cobertura e capacidade limitada de absorver perdas aumentam o risco do sistema e afetam as condições de financiamento. “É o seguro que vai garantir a fluidez do crédito em qualquer momento drástico, seja ele climático ou não”, acrescentou ela.</p>
<h3><strong>Compliance ambiental</strong></h3>
<p>A mudança também amplia a exigência de compliance ambiental pelos bancos, que precisam verificar se o produtor cumpre a legislação antes de liberar o recurso. Diante da falta de dados públicos confiáveis e integrados, as instituições têm criado estruturas próprias de verificação, o que encarece as operações.</p>
<blockquote><p>“Os bancos estão tendo que fazer além do seu papel, por risco reputacional e pela falta de dados públicos confiáveis”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Um dos principais entraves, segundo ela, é o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que ainda não está totalmente analisado e validado. “Sem o CAR, a gente não consegue garantir o compliance ambiental nem usar adequadamente os instrumentos de incentivo à segurança climática”, concluiu.</p>
<p><em>Fonte: André Garcia/Gigante 163</em></p>
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		<title>Mais de 440 mil produtores rurais regularizaram suas dívidas pelo Desenrola Rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 16:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/produtor_rural94-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Desenrola Rural alcançou resultados expressivos na regularização de dívidas de pequenos produtores agrícolas, após quase um ano do seu lançamento. Dados consolidados revelam um balanço positivo e apontam que mais de 440 mil acordos foram realizados e R$ 20,3 bilhões negociados por meio do Edital nº 3/2025 . Theo Lucas Borges, assessor especial da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/produtor_rural94-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Desenrola Rural alcançou resultados expressivos na regularização de dívidas de pequenos produtores agrícolas, após quase um ano do seu lançamento. Dados consolidados revelam um balanço positivo e apontam que mais de 440 mil acordos foram realizados e R$ 20,3 bilhões negociados por meio do Edital nº 3/2025 .</p>
<p>Theo Lucas Borges, assessor especial da procuradora-geral da Fazenda Nacional, avaliou que o sucesso do edital se deu pela atratividade das condições oferecidas: descontos de até 70%, parcelamento em até 145 meses e entrada dividida em 12 prestações.</p>
<blockquote><p>“Entre fevereiro e dezembro de 2025, foram mais de 881 mil débitos regularizados, totalizando mais de R$ 20 bilhões negociados e a concessão de mais de R$ 6 bilhões em descontos para o agricultor familiar”, comemorou o procurador.</p></blockquote>
<p>Um dos maiores benefícios destacados foi a agilidade na recuperação do crédito, já que, logo após o pagamento da primeira prestação, o produtor obtém a Certidão Positiva de Débito com Efeito de Negativa (CPDEN) e sai do Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). Com isso, ele já fica apto para acessar as linhas de crédito do Plano Safra e de outros programas federais em poucos dias.</p>
<h3>Adesões seguem abertas</h3>
<p>Para ampliar o acesso ao crédito e contemplar mais produtores, o programa segue com adesões abertas até 30 de janeiro de 2026. Com a extensão, a expectativa da Procuradoria é ultrapassar a marca dos 450 mil acordos e chegar a mais de R$ 22 bilhões em dívidas renegociadas nesta reta final.</p>
<p>Eduardo Bucci, procurador da Fazenda Nacional, destaca que a importância do Desenrola Rural vai além dos números. Ele frisou o papel fundamental dos produtores familiares na economia e na segurança alimentar do País.</p>
<blockquote><p>“A agricultura familiar é o que alimenta o povo brasileiro, é o que faz a produção de fato dos produtos que chegam para nós”, afirmou. A regularização fiscal, segundo ele, é um passo decisivo para que esses produtores possam acessar políticas públicas. “Trazer a regularidade fiscal para esse público permite que ele compre fertilizantes, maquinário, faça uma melhor irrigação e tenha maior dignidade”, completou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais de R$ 806 milhões em crédito foram negados para desmatadores em dois anos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mais-de-r-806-milhoes-em-credito-foram-negados-para-desmatadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 19:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal. A negativa do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal.</p>
<p>A negativa do crédito ocorre com base em dados compartilhados entre o MapBiomas e o banco. No total, foram 3.723 alertas de desmatamento registrados desde fevereiro de 2023 que impediram o acesso dos desmatadores aos recursos. Somente no mês de abril, foram quase R$ 25 milhões em financiamento evitado.</p>
<blockquote><p>&#8220;A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas&#8221;, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<p>A medida tem efeito sobre operações de crédito rural em programas agropecuários do governo federal com juros equalizados, a linha BNDES Crédito Rural e as que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central.</p>
<blockquote><p>“O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou&#8221;, reforça Mercadante.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Bioeconomia precisa de soluções de financiamento adaptadas à realidade amazônica, aponta estudo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/bioeconomia-precisa-de-solucoes-de-financiamento-adaptadas-a-realidade-amazonica-aponta-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 14:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/bioeconomia3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A bioeconomia representa hoje uma oportunidade de promover o desenvolvimento econômico da Amazônia com ganhos sociais e proteção da floresta em pé. Apesar do grande potencial, o setor enfrenta dificuldades para deslanchar principalmente porque os mecanismos de financiamento ainda são deficientes e criam barreiras que dificultam o acesso ao crédito para comunidades tradicionais, por exemplo. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/bioeconomia3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/bioeconomia-no-para-pode-gerar-mais-de-6-mil-novos-empregos/" target="_blank" rel="noopener">bioeconomia</a> representa hoje uma oportunidade de promover o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/grupo-quer-mobilizar-us-10-bi-para-acoes-de-conservacao-e-bioeconomia-ate-2030-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento econômico da Amazônia</a> com ganhos sociais e proteção da floresta em pé. Apesar do grande potencial, o setor enfrenta dificuldades para deslanchar principalmente porque os mecanismos de financiamento ainda são deficientes e criam barreiras que dificultam o acesso ao crédito para comunidades tradicionais, por exemplo.</p>
<p>Essa é a conclusão de um estudo elaborado pela rede Uma Concertação pela Amazônia, com a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e a Frankfurt School of Finance and Management, com apoio da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). A pesquisa analisou 159 mecanismos financeiros e apontou as principais lacunas para atender um público maior.</p>
<p>Entre essas lacunas estão a dificuldade de adaptação à realidade da Amazônia, como a existência de CNPJ, cooperativa estruturada, oferta de garantias ou ainda a exigência de presença física nos bancos, o que atrapalha a busca de empréstimo, já que as viagens de algumas localidades até a agência mais próxima pode durar dias no caso comunidades acessadas somente por barco.</p>
<p>Outros problemas identificados foram os editais com linguagem complexa e as concorrências válidas para todo o País, o que dificulta a seleção de comunidades onde o nível de escolaridade é baixo e há pouca formalização para negócios.</p>
<blockquote><p>“Os instrumentos financeiros formados precisam estar melhor adaptados à realidade amazônica”, disse ao <a href="https://www.estadao.com.br/economia/estudo-problemas-solucoes-bioeconomia-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Estadão</a> Georgia Moutella, coordenadora de conhecimento da rede Uma Concertação pela Amazônia.</p></blockquote>
<p>A recomendação do estudo é que o setor público deve dar o pontapé inicial para impulsionar a bioeconomia. O Estado assumiria o risco inicial e poderia ajudar a atrair capital privado, corrigir as falhas de mercado e contribuir para a melhora da infraestrutura institucional. Em um segundo momento atuariam as instituições filantrópicas que têm uma característica menos burocrática e podem oferecer a assistência técnica necessária.</p>
<p>Além disso, a pesquisa sugere a criação de fundos garantidores voltados para fomentar a bioeconomia e mecanismos financeiros para atração de capital privado. A ideia é juntar esse recurso com o dinheiro público e da filantropia (chamado de blended finance) para acelerar a bioeconomia em fases de maturidade de diferentes projetos.</p>
<blockquote><p>“Diminuir a burocracia social dos empréstimos, simplificar os editais, entender os mecanismos de garantia mais adequados para os diferentes perfis socioeconômicos. Também se pode ter uma melhor transparência e mensuração dos mecanismos, do quanto os instrumentos estão fortalecendo a bioeconomia, e qual é o impacto na preservação”, reforça Georgia Moutella.</p></blockquote>
<p>LEIA MAIS</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/restauracao-florestal-cria-oportunidades-para-fortalecimento-da-bioeconomia/" target="_top">Restauração florestal cria oportunidades para fortalecimento da bioeconomia</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/bioeconomia-no-para-pode-gerar-mais-de-6-mil-novos-empregos/" target="_top">Bioeconomia no Pará pode gerar mais de 6 mil novos empregos</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/grupo-quer-mobilizar-us-10-bi-para-acoes-de-conservacao-e-bioeconomia-ate-2030-na-amazonia/" target="_top">Grupo quer mobilizar US$ 10 bi para ações de conservação e bioeconomia até 2030 na Amazônia</a></p>
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		<title>COP30 vai mostrar papel dos pequenos negócios na agenda climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 13:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento Climático]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/Belem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A corrida para deter o avanço das mudanças climáticas deve contar com o apoio dos diversos setores da sociedade. No Brasil, que será a sede da COP30, que ocorre em novembro em Belém, o segmento das micro e pequenas empresas quer mostrar que também busca uma economia mais sustentável. Em reunião na semana pasada, com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/Belem1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A corrida para deter o avanço das mudanças climáticas deve contar com o apoio dos diversos setores da sociedade. No Brasil, que será a sede da COP30, que ocorre em novembro em Belém, o segmento das micro e pequenas empresas quer mostrar que também busca uma economia mais sustentável.</p>
<p>Em reunião na semana pasada, com o presidente da COP30, o embaixador André Corrêa do Lago, o presidente do Sebrae, Décio Lima, entregou documento que defende a inclusão de pequenos negócios na conferência e suas contribuições para o enfrentamento dos desafios climáticos.</p>
<p>A ideia da instituição é criar um dia das micro e pequenas empresas no evento para orientar os empreendedores sobre como ter acesso a recursos de financiamento climático, incluindo as modalidades de crédito de carbono e financiamentos de fundos e investidores internacionais a partir da prestação de serviços ambientais.</p>
<blockquote><p>“Vamos ter um espaço específico em que vamos oferecer um retrato para mostrar ao mundo a pequena economia em um território próprio. Esse exemplo do Brasil vai se transformar em um marco para as COPs do futuro, mostrando que as pequenas economias estão inclusas no conceito da sustentabilidade”, adiantou Décio Lima em coletiva à imprensa sobre o espaço do Sebrae na zona verde.</p></blockquote>
<p>Atualmente, o Sebrae conta com o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMPE), que concede crédito que pode ser aplicado na adaptação dos empreendimentos às práticas sustentáveis.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2025, o fundo já viabilizou R$ 950 milhões em crédito. A expectativa é alcançar R$ 12 bilhões em crédito e 160 mil operações de apoio ao setor até o final do ano.</p>
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		<title>Governo garante mais R$ 200 milhões em crédito para a agricultura familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 18:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agroecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/mulheres-agricultura-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) lançou na quinta-feira, 8, o novo edital do programa “Da Terra à Mesa Brasil”. A iniciativa é voltada para organizações da sociedade civil e vai apoiar propostas que promovam a transição agroecológica, com ênfase na produção de alimentos saudáveis pela agricultura familiar. No total, são R$ [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/mulheres-agricultura-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) lançou na quinta-feira, 8, o novo edital do programa “Da Terra à Mesa Brasil”. A iniciativa é voltada para organizações da sociedade civil e vai apoiar propostas que promovam a transição agroecológica, com ênfase na produção de alimentos saudáveis pela agricultura familiar.</p>
<p>No total, são R$ 100 milhões para o apoio aos projetos. A expectativa é atender ao menos 10 mil famílias agricultoras, priorizando a participação de mulheres (mínimo de 50%), jovens rurais (mínimo de 20%) e povos e comunidades tradicionais.</p>
<p>As propostas devem ser elaboradas dentro de três eixos: estruturação produtiva, com fomento a sementes crioulas, bioinsumos, sistemas agroflorestais, produção animal, máquinas e manejo sustentável de solo e água; assessoria técnica, com apoio à transição agroecológica com acompanhamento qualificado; e formação e capacitação.</p>
<p>De acordo com o MDA, o edital possui mecanismos para promover a equidade entre as regiões. Para os estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, o teto por projeto é de R$ 2 milhões. Já na Região Norte, o limite é de R$ 3 milhões. <a href="https://www.gov.br/mda/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/Editais-de-chamamento-publico/2025/edital-de-chamamento-publico-no-01-2025-saf-mda-da-terra-a-mesa/edital-de-chamamento-publico-no-01-2025-saf-mda-da-terra-a-mesa?_authenticator=50802f8e8fad247141005d48fa85b999d1cfbd63" target="_blank" rel="noopener">Confira o edital neste link</a>. O prazo para inscrição de propostas é até 23 de junho de 2025.</p>
<blockquote><p>“Esse programa vai ao encontro das reivindicações dos movimentos sociais brasileiros que queriam uma maior flexibilização do Pronaf, uma flexibilização do Desenrola Rural – hoje, já são 64 mil agricultores que acessaram o Desenrola, que queriam o aumento do microcrédito. Tudo isso foi feito, mas, mesmo assim, uma parte desses agricultores não acessam o crédito bancário. É por isso que nós estamos lançando esse programa: para o pequeno agricultor que não acessa o crédito bancário&#8221;, afirmou Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.</p></blockquote>
<p>Além dos R$ 100 milhões para o “Da Terra à Mesa Brasil”, a pasta também assinou convênios com o BNDES e a Fundação Banco do Brasil. O acordo garante outros R$ 100 milhões para disponibilizar crédito para as cooperativas de agricultura.</p>
<p>Ao <a href="https://globorural.globo.com/politica/noticia/2025/05/governo-anuncia-r-200-milhoes-em-novas-linhas-para-agricultura-familiar.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>, o ministro afirmou que o governo trabalha para entregar um Plano Safra com valores no mesmo patamar dos anos anteriores. Nos últimos dois anos, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) teve um crédito que variou de R$ 63 bilhões a R$ 76 bilhões</p>
<blockquote><p>&#8220;Nossa esperança é que baixe os juros para aumentar o valor dos recursos do Plano Safra&#8221;, disse.</p></blockquote>
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		<title>Novo fundo de investimento quer levar mais crédito para produtores familiares de cacau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 13:43:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[cacauicultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Fiagro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau_producao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dados do Ministério da Agricultura revelam que cerca de 85% dos produtores de cacau do Brasil estão à margem do sistema financeiro, isto é, não possui conta corrente, crédito ou faz qualquer operação com bancos. Isso representa um desafio a mais para alavancar a cacauicultura no País. Pensando nesse público foi lançado objetivo do Kawá, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau_producao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dados do Ministério da Agricultura revelam que cerca de 85% dos produtores de cacau do Brasil estão à margem do sistema financeiro, isto é, não possui conta corrente, crédito ou faz qualquer operação com bancos. Isso representa um desafio a mais para alavancar a cacauicultura no País. Pensando nesse público foi lançado objetivo do Kawá, fundo de investimento voltado para pequenas propriedades do país.</p>
<p>A iniciativa pretende levantar R$ 1 bilhão até 2030 para investir em projetos ligados à cadeia produtiva da fruta na Bahia e no Pará e auxiliar no desenvolvimento de um ecossistema de agricultura familiar e regenerativa da cultura do cacau,</p>
<p>O projeto é uma parceria do Instituto Arapyaú, organização voltada para desenvolvimento justo, inclusivo e de baixo carbono do país, e da ONG Tabôa Fortalecimento Comunitário, que atua para fomentar acesso a recursos financeiros e estímulo à cooperação, para projetos de sustentabilidade e justiça socioambiental.</p>
<p>Para o gerente de bioeconomia do Instituto Arapyaú, Vinicius Ahmar, o projeto vai contribuir para melhorar as condições de vida de pequenos produtores, de baixa renda e com baixa produtividade na produção.</p>
<blockquote><p>“Com o Kawá, queremos ampliar a escala de impactos econômicos, sociais e ambientais positivos, atraindo investidores de maior porte para destravar modelos produtivos que façam uso sustentável do solo e gerem renda para quem mais precisa e quem conserva a floresta&#8221;, disse.</p></blockquote>
<h3>1,2 mil beneficiados</h3>
<p>Diversas organizações integram a iniciativa que pretende beneficiar, na primeira fase, 1,2 mil agricultores dos dois estados, com cerca de R$ 30 milhões.</p>
<p>O nome Kawá faz referência à forma como o cacau era chamado nas civilizações pré-colombianas, quando era conhecido como kakawa. A iniciativa mescla recursos concessionais e filantrópicos com capital público e privado.</p>
<p>O Kawá é classificado como um Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). A metodologia de concessão de crédito é mais simplificada e acessível.</p>
<p>Ao receber o crédito, o produtor tem até 45 dias para realizar o investimento. Após esse período, são 36 meses de prazo para pagá-lo, com uma média de seis meses de carência.</p>
<p>Os recursos têm como destino o custeio da adubação, irrigação, mão de obra, compra de equipamento e adensamento com mudas.</p>
<p>Além disso, o Kawá prevê a possibilidade de comércio de créditos de carbono de conservação por parte dos produtores. A iniciativa tem ainda parceria da Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), que sinalizou a possibilidade da compra do cacau dos produtores beneficiados.</p>
<p>A assistência técnica ficará a cargo Consórcio Intermunicipal do Mosaico das Apas do Baixo Sul da Bahia (Ciapra), da Fundação Solidaridad e da Polímatas Soluções Agrícolas e Ambientais.</p>
<p>Com informações da Agência Brasil.</p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex"></div>
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		<title>Banco do Brasil lança novo programa de sustentabilidade na pecuária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 16:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Mais Sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/ILFP-amazonia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco do Brasil reformulou um de seus programas de financiamento ao setor agrícola, o Pecuária do Futuro, que passa a se chamar Pecuária Mais Sustentável. Voltado à recuperação de áreas degradadas, o programa usa insumos tecnológicos para auxiliar os produtores participantes. O Pecuária Mais Sustentável está disponível em todas as agências do BB. De [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/ILFP-amazonia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco do Brasil reformulou um de seus programas de financiamento ao setor agrícola, o Pecuária do Futuro, que passa a se chamar Pecuária Mais Sustentável. Voltado à recuperação de áreas degradadas, o programa usa insumos tecnológicos para auxiliar os produtores participantes. O Pecuária Mais Sustentável está disponível em todas as agências do BB.</p>
<p>De acordo com o banco, o objetivo é unir a concessão de crédito para a recuperação de áreas a iniciativas de tecnologia, rastreabilidade, sustentabilidade e elevação da lucratividade da pecuária.</p>
<p>As iniciativas do banco antecipam ações previstas no Sistema de Autorregulação Bancária (SARB) número 26 de 2023, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), e que serão válidas a partir de dezembro do ano que vem.<br />
De acordo com o banco, na safra 2023/2024, foram concedidos R$ 6,37 bilhões para a recuperação de áreas degradadas, o que permitiu atender a 1,6 milhão de hectares.</p>
<p>O programa do BB terá a participação de toda a cadeia produtiva da pecuária, de fornecedores diretos e indiretos aos abatedouros, e envolverá iniciativas de diagnóstico, planejamento, auxílio na contratação de operações e comercialização de créditos de carbono, além de bonificação adicional por animal rastreado.</p>
<blockquote><p>&#8220;Temos a missão de auxiliar na aceleração do PNCPD Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistema de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis, que tem por objetivo recuperar o total de 40 milhões de hectares em um prazo de 10 anos&#8221;, diz em nota o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage.</p></blockquote>
<p>Os produtores participantes terão acesso a serviços da Traive, fintech investida do BB e que usa inteligência artificial e modelos especializados para apoiar a análise de crédito, o que, segundo o banco, reduz a probabilidade de inadimplência.</p>
<p>Além disso, os empreendimentos terão gestão da startup iRancho, que auxilia na tomada de decisões e no controle de animais, insumos e custos. A rastreabilidade dos animais utiliza a plataforma SafeBeef, com tecnologia blockchain, que permite ao produtor entrar no protocolo exigido pela indústria compradora.</p>
<p>Em outra mudança, a empresa de monitoramento via satélite e radares IDGEO disponibilizará mapas de aptidão para a tomada de decisões dos pecuaristas em relação a áreas que precisam ser recuperadas ou que podem ser convertidas. Outra adição é a da MyCarbon, subsidiária da Minerva que ajudará em projetos de créditos de carbono avaliando a área e os critérios de elegibilidade.</p>
<p><em>Fonte: Estadão Conteúdo</em></p>
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		<title>Setor turístico do Pará terá R$ 100 milhões em crédito para a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2024 18:22:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[fungetur]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Belem_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério do Turismo (MTur) assinou nesta sexta-feira, 10, em Belém, uma portaria que libera R$ 100 milhões do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur) para financiamento de negócios do estado do Pará com vistas à preparação da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Os recursos poderão ser contratados para realização [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Belem_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério do Turismo (MTur) assinou nesta sexta-feira, 10, em Belém, uma portaria que libera R$ 100 milhões do Fundo Geral de Turismo (Novo Fungetur) para financiamento de negócios do estado do Pará com vistas à preparação da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Os recursos poderão ser contratados para realização de obras e melhorias em serviços de hospedagem, agências de turismo, transportadoras, organizadoras de eventos, entre outros.</p>
<p>De acordo com a pasta, o programa atenderá preferencialmente micro, pequenas e médias empresas inscritas no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur). Em discurso, o ministro do turismo, Celso Sabino, falou da importância da área e dos empreendimentos locais para a organização da Conferência, ressaltando a necessidade de apoio direcionado às demandas dos negócios do setor.</p>
<blockquote><p>“O Governo está aqui para entregar as ferramentas necessárias para que tenhamos uma COP não só decisiva para o planeta, mas também muito receptiva e muito hospitaleira a todos que vierem a nossa capital paraense”, afirmou Celso Sabino.</p></blockquote>
<h3><strong>Investimentos para a COP30</strong></h3>
<p>A cerca de um ano e meio até a reunião da Convenção-Quadro da ONU em Belém, o volume de investimentos que chegam ao estado vem aumentando. Nesta semana, cerca de <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/convenio-com-itaipu-binacional-garante-r-13-bilhao-para-obras-da-cop30/">R$ 1,3 bilhão foram liberados pela Itaipu Binacional para financiar projetos de infraestrutura na capital</a>.</p>
<p>Ao <a href="https://www.poder360.com.br/economia/belem-tera-ate-r-5-bi-de-investimento-em-infraestrutura-para-cop30/" target="_blank" rel="noopener">Poder360</a>, o governador do Pará, Helder Barbalho informou que o total de recursos deve chegar a R$ 5 bilhões. A soma inclui o aporte da Itaipu, mais de R$ 1 bilhão oriundos do orçamento próprio do estado e cerca de R$ 2,3 bilhões ainda me negociação junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p>Ainda de acordo o governador, desse total, R$ 3 bilhões serão executados ainda este ano e os demais R$ 2 bilhões em 2025 em obras portuárias, de infraestrutura, mobilidade e hospedagem que já estão licenciadas, em fase de licitação ou em execução.</p>
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