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	<title>crédito rural &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>crédito rural &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Pará perde R$ 29 milhões em crédito rural por alertas de desmatamento ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 12:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/desmate-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O BNDES rejeitou mais de R$ 1,1 bilhão em pedidos de crédito rural nos últimos três anos devido a indícios de desmatamento ilegal. O Pará teve R$ 29 milhões em financiamentos negados entre 2023 e 2026, o que representa 1,2% do total de solicitações paraenses. O Pará registrou 45 alertas ativos de desmatamento (1,6% dos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/desmate-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="container">
<div id="model-response-message-contentr_2880307e1bb1c666" class="markdown markdown-main-panel enable-updated-hr-color" dir="ltr" style="--animation-duration: 400ms; --fade-animation-function: ease-out;" aria-live="polite" aria-busy="false">
<ul>
<li>
<p data-path-to-node="1,0,0">O BNDES rejeitou mais de R$ 1,1 bilhão em pedidos de crédito rural nos últimos três anos devido a indícios de desmatamento ilegal.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,1,0">O Pará teve R$ 29 milhões em financiamentos negados entre 2023 e 2026, o que representa 1,2% do total de solicitações paraenses.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,2,0">O Pará registrou 45 alertas ativos de desmatamento (1,6% dos pedidos locais), superando a média nacional que ficou em 1%.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,3,0">A fiscalização, feita em parceria com o MapBiomas, evitou o repasse de quase R$ 1 million por dia a propriedades irregulares desde 2023.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,4,0">O BNDES bloqueia o crédito para o produtor que tiver embargos do Ibama em <i data-path-to-node="1,4,0" data-index-in-node="95">qualquer</i> propriedade em seu nome, superando as exigências padrão do Banco Central.</p>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="7">Durante a Semana do Meio Ambiente, o BNDES divulgou um balanço robusto que mostra o impacto da rigidez climática no bolso do produtor: mais de <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="143">R$ 1,1 bilhão</b> em pedidos de financiamento foram rejeitados nos últimos três anos por indícios de desmatamento ilegal. A fiscalização, feita em parceria com o MapBiomas, evitou o equivalente a <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="335">R$ 1 milhão por dia</b> em créditos irregulares desde 2023.</p>
<p data-path-to-node="8">O <b data-path-to-node="8" data-index-in-node="2">Pará ganhou destaque negativo</b> nesse cenário. No estado, o banco negou a liberação de <b data-path-to-node="8" data-index-in-node="87">R$ 29 milhões</b> em financiamentos para produtores rurais entre fevereiro de 2023 e abril de 2026. O volume barrado representa 1,2% de todas as solicitações de empréstimo dos paraenses. Em termos de irregularidades, o Pará registrou 45 alertas ativos, o que equivale a 1,6% dos pedidos locais — uma taxa acima da média nacional, que ficou em 1%.</p>
<blockquote data-path-to-node="9">
<p data-path-to-node="9,0">“O BNDES valoriza a produção sustentável e ética, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou&#8221;, afirmou Aloizio Mercadante, presidente do banco.</p>
</blockquote>
<h3 data-path-to-node="10">O mapa dos bloqueios</h3>
<p data-path-to-node="11">A nível regional, o Norte e o Nordeste lideraram os bloqueios operacionais, ambos registrando os maiores percentuais de volume de financiamento evitado (1,7% de rejeição sobre o total solicitado).</p>
<ul data-path-to-node="12">
<li>
<p data-path-to-node="12,0,0"><b data-path-to-node="12,0,0" data-index-in-node="0">Norte e Nordeste:</b> Tiveram o maior rigor nas travas financeiras. O Nordeste ainda registrou a maior taxa de alertas ativos do país (3% das solicitações). O estado do Amazonas teve a maior alta percentual em verbas travadas, com 5,4% dos R$ 29,4 milhões solicitados sendo negados.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,1,0"><b data-path-to-node="12,1,0" data-index-in-node="0">Sul e Centro-Oeste:</b> No Sul, foram evitados 0,8% dos R$ 73,2 bilhões solicitados. Já no Centro-Oeste, o BNDES bloqueou 0,7% dos R$ 29,7 bilhões demandados pelos produtores.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,2,0"><b data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="0">Sudeste:</b> Apresentou os melhores indicadores de conformidade ambiental, com apenas 0,5% do crédito bloqueado de um total de R$ 23 bilhões solicitados.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-path-to-node="13">Regras mais duras que o Banco Central</h3>
<p data-path-to-node="14">O cerco do BNDES funciona através de um filtro muito mais rigoroso do que as exigências tradicionais do Manual de Crédito Rural (MCR) do Banco Central. Enquanto o BC veda o crédito apenas se o embargo ambiental estiver localizado na área exata que vai receber o dinheiro, o BNDES <b data-path-to-node="14" data-index-in-node="280">bloqueia o produtor por completo</b>: se o beneficiário tiver qualquer embargo vigente listado pelo Ibama em <i data-path-to-node="14" data-index-in-node="385">qualquer</i> propriedade de seu nome, ele perde o direito ao financiamento em toda a rede parceira do banco, até que regularize sua situação jurídica.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Com crédito mais caro, cooperativas pedem R$ 674 bilhões para o Plano Safra</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/com-credito-mais-caro-cooperativas-pedem-r-674-bilhoes-para-o-plano-safra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:52:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura em cooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[pequenos agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2026/2027]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema OCB]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/98a29521-a02f-4ae1-b4e5-6f87dc9bc2ba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O setor agropecuário quer ampliar o acesso ao crédito para produtores e cooperativas no Plano Safra 2026/2027. A proposta, elaborada pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), prevê um total de R$ 674 bilhões em financiamento, um aumento significativo em relação aos R$ 594 bilhões do Plano Safra anterior. De acordo com o CNN Agro, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/98a29521-a02f-4ae1-b4e5-6f87dc9bc2ba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O setor agropecuário quer ampliar o acesso ao crédito para produtores e cooperativas no Plano Safra 2026/2027. A proposta, elaborada pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), prevê um total de R$ 674 bilhões em financiamento, um aumento significativo em relação aos R$ 594 bilhões do Plano Safra anterior.</p>
<p>De acordo com o CNN Agro, que teve acesso antecipado ao documento, a ideia é garantir que produtores, principalmente os pequenos e médios, consigam continuar produzindo mesmo diante do aumento dos custos e dos juros mais altos.</p>
<p>O documento, segundo a CNN, pontua que muitos produtores enfrentam dificuldades para conseguir crédito nos bancos tradicionais, o que faz das cooperativas um canal essencial para manter o campo em pleno funcionamento.</p>
<h3><strong>Como seria na prática?</strong></h3>
<p>O plano divide os recursos em três frentes principais. A maior parte, de R$ 520 bilhões, seria destinada ao custeio da produção e à comercialização.  Já uma outra fatia de R$ 154 bilhões seria direcionada para investimentos, como compra de máquinas, melhorias na estrutura e expansão da agroindústria.</p>
<p>A terceira fatia, correspondente a R$ 27 bilhões, seria usada para ajudar a reduzir as taxas de juros cobradas dos produtores. Um quarto recorte principal seria voltado ao seguro rural, com previsão de R$ 4 bilhões em 2026 e R$ 4,5 bilhões em 2027. Esses recursos seriam dedicados a proteger o produtor contra perdas.</p>
<p>Segundo a proposta, as taxas de juros seriam de acordo com o perfil do produtor. Para os pequenos, atendidos pelo Pronaf, os juros podem variar entre 0,5% e 6% ao ano. Já para médios e grandes produtores, as taxas são mais altas, variando entre 8 e 11% ao ano. O objetivo, segundo o OCB, é tentar equilibrar o acesso ao crédito em meio a realidade econômica atual.</p>
<p>Outro ponto abordado é a atualização dos limites de financiamento. Com o aumento dos custos de produção nos últimos anos, o setor defende que os valores atuais já não são suficientes. Logo, a proposta sugere ampliar os tetos de renda e de empréstimos, permitindo que mais produtores tenham acesso ao crédito.</p>
<p>Além disso, a proposta também prevê financiamentos voltados para melhorias como armazenagem (incluindo também a versão refrigerada), assim como irrigação, compra de máquinas para aumentar a produtividade e tornar a produção mais eficiente e resiliente, especialmente em projetos voltados à sustentabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gerentes de banco viram &#8220;fiscais&#8221; contra o desmatamento</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/gerentes-de-banco-viram-fiscais-contra-o-desmatamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 14:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/desmate22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por décadas, a batalha contra o desmatamento na Amazônia foi travada no chão da floresta, entre fiscais do Ibama e motosserras. Agora, o front mudou para o ar-condicionado das agências bancárias. Entra em vigor nesta quarta-feira, 1, uma resolução que obriga as instituições financeiras a cruzarem dados de satélite antes de liberar  crédito rural subsidiado. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/desmate22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Por décadas, a batalha contra o desmatamento na Amazônia foi travada no chão da floresta, entre fiscais do Ibama e motosserras. Agora, o front mudou para o ar-condicionado das agências bancárias. Entra em vigor nesta quarta-feira, 1, uma resolução que obriga as instituições financeiras a cruzarem dados de satélite antes de liberar  crédito rural subsidiado. Se houver rastro de desmate depois de 2019 sem autorização legal, o dinheiro não sai.</p>
<blockquote><p>&#8220;Transformamos cada gerente de banco em um fiscal do desmatamento ilegal&#8221;, resume André Lima, secretário do Ministério do Meio Ambiente.</p></blockquote>
<p>A estratégia é cirúrgica: retirar o oxigênio financeiro de quem opera na ilegalidade. O alvo é gigante, alcançando cerca de US$ 53 bilhões em empréstimos federais — um terço de todo o crédito rural do país.</p>
<p>A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) já articula uma contraofensiva no Congresso, alegando que os bancos estão assumindo um papel policial que não lhes pertence e questionando a precisão dos satélites.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl" data-start="4602" data-end="4859">Entidades do setor financeiro, porém, afirmam que a medida reforça compromissos de sustentabilidade já existentes. Exemplos não faltam. Em 2008, o governo bloqueou crédito para propriedades que receberam multas ambientais. Em 2024, uma nova regra proibiu crédito para fazendas localizadas em áreas protegidas.</p>
<p>Enquanto o setor produtivo teme pela burocracia, o mercado financeiro vê a regra como um &#8220;seguro&#8221; contra calotes de produtores que, no futuro, poderiam ser banidos das cadeias de exportação por crimes ambientais.</p>
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		<item>
		<title>Ribeirinhos do Arquipélago do Marajó (PA) contratam R$ 82 milhões em microcrédito</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/ribeirinhos-do-arquipelago-do-marajo-pa-contratam-r-82-milhoes-em-microcredito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 14:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Arquipélago do Marajó]]></category>
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		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/16789_37bd98f5-1907-1d1e-2e97-713251cffb00-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As comunidades ribeirinhas do Arquipélago do Marajó, no Pará, registraram um avanço significativo em sua economia local ao contratarem R$ 82,43 milhões em operações de Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) durante o ano de 2025. O balanço, que contempla mais de 2 mil contratações distribuídas pelos dezessete municípios da região, utiliza recursos do Fundo Constitucional de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/16789_37bd98f5-1907-1d1e-2e97-713251cffb00-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As comunidades ribeirinhas do Arquipélago do Marajó, no Pará, registraram um avanço significativo em sua economia local ao contratarem R$ 82,43 milhões em operações de Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) durante o ano de 2025. O balanço, que contempla mais de 2 mil contratações distribuídas pelos dezessete municípios da região, utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO).</p>
<p>Os dados foram detalhados nesta segunda-feira, 23, em Belém, durante a 33ª reunião ordinária do Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Condel/Sudam).</p>
<p>O encontro teve como foco a prestação de contas das atividades do Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia (PRDA) 2024/2027. O plano consiste em uma estratégia multissetorial que coordena a atuação de 20 ministérios para o cumprimento de 656 metas de intervenção na Amazônia Legal.</p>
<p>No recorte geográfico que abrange o Plano Integrado para o Desenvolvimento Sustentável do Arquipélago do Marajó e do Bailique, no Amapá, os indicadores revelam um crescimento significativo: o montante disponível para financiamento rural saltou de R$ 20 milhões em 2023 para R$ 100 milhões após a formulação dos planos no último ano.</p>
<p>A projeção para 2026 é ainda maior, com um orçamento previsto de R$ 120 milhões, valor que também será destinado a outros quatro territórios estratégicos, incluindo terras indígenas em Roraima,  Vale do Juruá (AC), Lago de Tucuruí (PA) e Baixo Tocantins/Microrregião de Cametá (PA).</p>
<p>Segundo a diretora de Planejamento e Articulação de Políticas, Jorgiene dos Santos Oliveira, esse incremento consolida o PRDA através da integração orçamentária e da articulação entre diferentes esferas da federação.</p>
<blockquote><p>“Pela primeira vez, os projetos do PRDA fazem parte do Novo PAC, o que nos dá força para criar novos planos sub-regionais. Diante da experiência exitosa de Marajó e Bailique, já está pronto o Plano Integrado de Desenvolvimento Sustentável dos Territórios Indígenas de Roraima, resultado de um processo de 93 escutas ativas realizadas para que tenhamos entendimento das demandas populacionais no território”, ressaltou.</p></blockquote>
<p>Paulo Rocha explicou que as ações no Marajó e no Bailique são estruturadas no fomento à piscicultura, florestas produtivas e bacia leiteira. O plano inclui a implementação de laboratórios de alevinos e fábricas de ração, além de parcerias com o Sebrae para atrair indústrias e frigoríficos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Em relação às florestas produtivas, além de alavancar a produção de açaí, queremos levar o cacau, a castanha e o bacuri. Para incentivar a bacia leiteira, traremos incentivos à produção de leite e ao tradicional queijo do Marajó, visando a expansão para o mercado internacional”, elencou.</p></blockquote>
<p>No encerramento da reunião, o secretário executivo do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e presidente do Conselho, Valder Ribeiro, apresentou um panorama comparativo dos avanços do microcrédito.</p>
<blockquote><p>“Para 2026, temos R$ 1,2 bilhão à disposição dos ribeirinhos, extrativistas, pescadores e assentados. É um avanço grande em comparação a 2025, quando alcançamos R$ 445 milhões em mais de 7 mil contratos assinados”, afirmou</p></blockquote>
<p>O secretário também relembrou marcos da gestão, como o investimento de R$ 1,7 bilhão no Linhão Manaus-Boa Vista para integrar Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e a aprovação de uma resolução que destina 1,5% dos recursos de reinvestimento do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) para pesquisa e inovação tecnológica em instituições da região.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de R$ 806 milhões em crédito foram negados para desmatadores em dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 19:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal. A negativa do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal.</p>
<p>A negativa do crédito ocorre com base em dados compartilhados entre o MapBiomas e o banco. No total, foram 3.723 alertas de desmatamento registrados desde fevereiro de 2023 que impediram o acesso dos desmatadores aos recursos. Somente no mês de abril, foram quase R$ 25 milhões em financiamento evitado.</p>
<blockquote><p>&#8220;A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas&#8221;, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<p>A medida tem efeito sobre operações de crédito rural em programas agropecuários do governo federal com juros equalizados, a linha BNDES Crédito Rural e as que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central.</p>
<blockquote><p>“O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou&#8221;, reforça Mercadante.</p></blockquote>
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		<title>Parceria promete transformar acesso ao crédito rural na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 14:54:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/agricultor-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Banco do Brasil (BB) lançaram, nesta semana, uma iniciativa estratégica que promete transformar o acesso ao crédito rural e impulsionar a bioeconomia na Amazônia Legal e no Cerrado. A ação visa a formação de 3.500 agentes de crédito rural especializados em sociobioeconomia, com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/agricultor-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Banco do Brasil (BB) lançaram, nesta semana, uma iniciativa estratégica que promete transformar o acesso ao crédito rural e impulsionar a bioeconomia na Amazônia Legal e no Cerrado. A ação visa a formação de 3.500 agentes de crédito rural especializados em sociobioeconomia, com um potencial de movimentar R$ 200 milhões em financiamentos para comunidades tradicionais, agricultores familiares e povos originários.</p>
<p>O objetivo é garantir que o crédito, que muitas vezes não chega, alcance as comunidades de forma direta e adaptada às suas necessidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje, a realidade é que não há necessariamente escassez de recursos financeiros, mas, sim, de canais de distribuição que capilarizem os recursos nos territórios e dialoguem com a forma como as comunidades locais vivem e produzem”, ponderou a secretária nacional de Bioeconomia do MMA, Carina Pimenta.</p></blockquote>
<p>A qualificação desses profissionais, que atuarão próximos às comunidades onde residem, é considerada crucial para levar desde o microcrédito até financiamentos mais estruturais.</p>
<blockquote><p>&#8220;As cooperativas e associações comunitárias ganham ao conseguirem ampliar o conhecimento sobre linhas de crédito e educação financeira, e os agentes financeiros ganham ao receberem estímulos para implementar as políticas públicas que são orientadas para beneficiar o público da sociobioeconomia&#8221;, disse Carina.</p></blockquote>
<p>A iniciativa facilitará o acesso a políticas públicas como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A capacitação abordará temas como planejamento de unidades de produção familiar, tecnologias sustentáveis, transição agroecológica, inclusão de gênero e juventude, associativismo e cooperativismo, entre outros.</p>
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		<title>Crédito de R$ 4 bilhões garante continuidade do Plano Safra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nahama Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 18:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[produtor]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura-familiar-conab-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Após suspender os financiamentos com juros mais baixos do Plano Safra, com exceção do Pronaf, o governo liberou um crédito extra de R$ 4 bilhões para manter as linhas de crédito rural. A medida busca evitar prejuízos aos produtores que dependem desses recursos para financiar a safra. O Plano Safra é o principal programa de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura-familiar-conab-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Após suspender os financiamentos com juros mais baixos do Plano Safra, com exceção do Pronaf, o governo liberou um crédito extra de R$ 4 bilhões para manter as linhas de crédito rural. A medida busca evitar prejuízos aos produtores que dependem desses recursos para financiar a safra.</p>
<p>O Plano Safra é o principal programa de crédito rural do Brasil, oferecendo condições especiais para produtores de todos os portes investirem em insumos, máquinas e infraestrutura. Parte das linhas de financiamento foi suspensa porque o governo e o Congresso ainda não aprovaram o Orçamento de 2025.</p>
<p>Segundo o ministro Haddad, os bancos devem retomar a liberação dos empréstimos ainda nesta semana. Ele destacou que “não podemos esperar a aprovação do Orçamento” e reforçou que, sem essa solução, o Plano Safra não poderia continuar.</p>
<h3>O que muda para o produtor?</h3>
<p>Com a retomada do crédito subsidiado, os produtores poderão acessar novamente os financiamentos para investir na produção, comprar insumos e aumentar a produtividade. A decisão dá mais segurança ao setor, especialmente para pequenos e médios agricultores, que dependem desses recursos para manter suas atividades.</p>
<p>Apesar da liberação do crédito emergencial, a continuidade do Plano Safra a longo prazo depende da aprovação do Orçamento de 2025, que deve ser votado no Congresso apenas após o Carnaval.</p>
<p>Por enquanto, a medida garante que os financiamentos continuem disponíveis, evitando prejuízos imediatos no planejamento da safra.</p>
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		<title>Iniciativa barra R$ 728 milhões de crédito rural a proprietários que desmatam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 15:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[alertas de desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma iniciativa inovadora, que utiliza monitoramento por satélite dos biomas brasileiros realizada pela plataforma MapBiomas, impediu que cerca de R$ 728 milhões em financiamentos fossem destinados a produtores rurais que tenham propriedades desmatadas ilegalmente. O valor corresponde a 0,92% dos R$ 79,5 bilhões de crédito rural solicitados ao Banco desde fevereiro de 2023, quando a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma iniciativa inovadora, que utiliza monitoramento por satélite dos biomas brasileiros realizada pela plataforma MapBiomas, impediu que cerca de R$ 728 milhões em financiamentos fossem destinados a produtores rurais que tenham propriedades desmatadas ilegalmente.</p>
<p>O valor corresponde a 0,92% dos R$ 79,5 bilhões de crédito rural solicitados ao Banco desde fevereiro de 2023, quando a ferramenta foi adotada, até dezembro do ano passado.</p>
<p>Os dados revelam que foram identificados 3.461 alertas ativos de desmatamento, o que equivale a 1,12% das quase 309 mil solicitações de crédito rural recebidas pelo BNDES no período analisado.</p>
<p>A iniciativa garante que o dinheiro seja direcionado para produtores que fazem a coisa certa e representa um passo importante na promoção de práticas agrícolas responsáveis, mostrando que é possível aliar desenvolvimento econômico e preservação ambiental.</p>
<p>A região Norte teve o maior percentual de financiamentos evitados (2,1% dos R$ 3,9 bilhões solicitados), com alertas ativos de desmatamento em 2,5% das 6,6 mil solicitações. O Estado do Amazonas teve os maiores percentuais, com 6,38% de alertas de desmatamento em 47 solicitações de crédito rural e 12,67% de financiamentos evitados dos quase R$ 13 milhões solicitados.</p>
<p><strong style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Como funciona:</strong></p>
<ul data-sourcepos="11:1-14:0">
<li data-sourcepos="11:1-11:142"><strong>Satélites em alerta:</strong> Imagens de satélite de alta resolução monitoram constantemente os biomas, detectando novas áreas de desmatamento.</li>
<li data-sourcepos="12:1-12:166"><strong>Informação cruzada:</strong> Os alertas são cruzados com os dados de solicitações de crédito rural, revelando se a propriedade em questão está em área de desmatamento.</li>
<li data-sourcepos="13:1-14:0"><strong>Fim do financiamento:</strong> Caso seja constatado desmatamento ilegal, o financiamento é automaticamente negado.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Projetos da Emater de crédito rural injetam mais de R$ 45 milhões na agricultura familiar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/projetos-da-emater-de-credito-rural-injetam-mais-de-r-45-milhoes-na-agricultura-familiar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com foco em desenvolvimento sustentável e, no preparo da capital Belém como sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (Cop-30), em 2025, projetos de crédito rural elaborados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) injetaram, de janeiro a agosto, mais de R$ 45 milhões em atividades de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com foco em desenvolvimento sustentável e, no preparo da capital Belém como sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (Cop-30), em 2025, projetos de crédito rural elaborados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) injetaram, de janeiro a agosto, mais de R$ 45 milhões em atividades de 1.200 famílias em pelo menos 80 municípios.</p>
<p>Os dados constam em relatórios, com balanço parcial, divulgados esta semana pela Coordenadoria de Planejamento (Cplan) da Emater.</p>
<blockquote><p>“São mais de R$ 70 bilhões de investimentos no Plano Safra da Agricultura Familiar. A atuação dos extensionistas é determinante para as famílias agricultoras acessarem o crédito rural. O crédito rural garante investimentos em projetos que mudam a qualidade de vida das pessoas para melhor. O crédito representa progresso no campo e redução das desigualdades sociais e evidencia a essencialidade da ater [assistência técnica e extensão rural] pública no desenvolvimento da agricultura familiar”, pontua o presidente da Emater, Joniel Abreu.</p></blockquote>
<p>Rosângela Vaz, em Afuá, no Marajó. recebeu em julho, primeiro crédito rural, para manejo do açaizal nativo da várzea do rio Aningau.  Nos meses de safra do fruto, de agosto a janeiro, a família chega a apanhar quase 400 quilos por dia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso passado, presente e futuro de sobrevivência, trabalho e lucro eu enxergo no açaí”, destaca a agricultora.</p></blockquote>
<p>Para o supervisor do escritório regional da Emater no Marajó, sociólogo Alcir Borges, especialista em Gestão Pública e Sociedade, o objetivo do crédito rural no Marajó aplica-se sob um contexto de diversificação de atividades:</p>
<blockquote><p>“Existe, em caráter preliminar, qualificação da política pública em si, observada pelos técnicos da Emater. A diversificação das atividades produtivas e a manutenção da floresta em pé são pautas prioritárias”, considera.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Operação da Polícia Federal combate fraudes no crédito rural e desmatamento na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 14:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[crime ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Operacao_trapaca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16/10) a Operação Trapaça, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por fraudes em processos de crédito rural, corrupção de servidores públicos, além de crimes ambientais, especialmente na região amazônica. A ação aconteceu nos estados do Pará, Mato Grosso e Goiás, e foi coordenada pela Delegacia de Polícia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Operacao_trapaca-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16/10) a Operação Trapaça, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por fraudes em processos de crédito rural, corrupção de servidores públicos, além de crimes ambientais, especialmente na região amazônica. A ação aconteceu nos estados do Pará, Mato Grosso e Goiás, e foi coordenada pela Delegacia de Polícia Federal em Santarém.</p>
<p>Foram cumpridos três mandados de prisão temporária, 17 mandados de busca e apreensão, além do afastamento de seis servidores públicos. Também foi determinado o sequestro de aproximadamente R$ 100 milhões em bens dos investigados, incluindo propriedades rurais.</p>
<p>Conforme as investigações, uma empresa de regularização fundiária estaria envolvida na falsificação de documentos para instruir processos de solicitação de crédito rural. Essa prática permitia que infratores ambientais obtivessem financiamento destinado à exploração de áreas ilegalmente desmatadas. As investigações indicam que, aproximadamente, 5 mil hectares de floresta foram desmatados e queimados após a liberação do crédito rural.</p>
<p>Ficou constatado que funcionários de uma empresa corrompiam servidores de secretarias de meio ambiente e órgãos fundiários, assegurando decisões favoráveis mediante o pagamento de propina.</p>
<p>A empresa de regularização fundiária envolvida no esquema, afirma a PF,  teve suas atividades interrompidas e está proibida de operar no mercado. Além disso, uma agência bancária que teria concedido crédito a áreas embargadas por órgãos ambientais também teve suas operações de financiamento rural suspensas.</p>
<p>De acordo com a Polícia Federal, as investigações prosseguirão para apurar se os valores recebidos foram utilizados para financiar crimes ambientais na Amazônia, identificar outros envolvidos no caso e garantir que os responsáveis sejam devidamente punidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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