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	<title>cozinha paraense &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Égua, Mana! é um pedacinho do Pará na capital de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Feb 2022 21:17:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/niceise-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Sidney Alves Os sabores do nosso Pará já estão sendo degustados em todos os cantos do Brasil. Uma das grandes representantes desta realidade, mas especificamente em São Paulo, é a chefe de cozinha paraense Niceise Ribeiro. Ela está com um projeto muito pai d’égua que é o  Égua, Mana! – Cozinha com Toque Amazônico [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/niceise-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Por Sidney Alves</p>
<p>Os sabores do nosso Pará já estão sendo degustados em todos os cantos do Brasil. Uma das grandes representantes desta realidade, mas especificamente em São Paulo, é a chefe de cozinha paraense Niceise Ribeiro. Ela está com um projeto muito pai d’égua que é o  <a href="https://www.instagram.com/eguamanasp/" target="_blank" rel="noopener">Égua, Mana!</a> – Cozinha com Toque Amazônico em SP.</p>
<p>O interesse da chefe pela cozinha inicou desde muito cedo, quando ainda criança via encantada a tia cozinhar. &#8220;<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Eu ficava ‘pentelhando’ pra ela me ensinar&#8221;, afirma a chef.</span></p>
<p>Enquano outras crianças assistiam ao &#8220;Show da Xuxa&#8221;, ela gostava de ver o programa da Ofélia e Marta Balina na finada TV Manchete. Na adolescência, montava o cardápio e era a responsável por preparar as comidas das festas da família e dos amigos.</p>
<blockquote><p>Na década de 80, não se tinha referência de chefes de cozinha que nem hoje em dia”, lembra.</p></blockquote>
<p>Com uma trajetória como essa, estava claro que o destino de Niceise era em meio às panelas. Mas para realizar esse sonho, ela passou por um longo processo.</p>
<p>“Eu queria fazer Gastronomia. Mas, em Belém, não tinha o curso e eu não podia contar com o apoio da minha mãe pra fazer um curso fora, além de ser caro. Ela queria que eu me formasse em outra coisa que não fosse &#8220;curso de vagabundo&#8221; e fui fazer Turismo (UFPA)&#8221;, conta.</p>
<p>Em 2012, aos 32 anos, Niceise viu que Turismo não era pra ela e decidiu fazer curso de cozinha no Senac.</p>
<p>&#8220;Comecei a estagiar, passei por algumas cozinhas em Belém, dei consultoria e ganhei o primeiro lugar do concurso Chefe Paulo Martins, em 2013, que rolava dentro do Ver-o-peso da cozinha paraense&#8221;, lembra.</p>
<p>O prêmio era passar quatro dias em São Paulo, para participar do evento da revista &#8220;Prazeres da Mesa&#8221;, o  Mesa SP, mas ela estava decidida: não voltaria mais. Na bagagem, uma mala e quatro isopores grandes,  com as delícias paraenses que não se encontram por lá.</p>
<p>A passagem pelos melhores restaurantes de Belém deu a ela a confiança para alçar novos ares na capital paulista. Fez estágio no Maní, incensado restaurante de Helena Rizzo, deu consultorias e foi chefe do extinto Razzmatazz, bar indie de amigos paraenses, na Vila Madalena.</p>
<blockquote><p>Eu continuo sendo cozinheira, chefe de cozinha é só um cargo, tens que continuar estudando e pesquisando&#8221;, diz ela.</p></blockquote>
<p>Agora Niceise está desenvolvendo um projetol que já está dando o que falar: o “’Égua, mana!’ . Ela conta que ele surgiu na pandemia em abril de 2020, &#8220;sem nome, sem instagram e em junho foi batizado&#8221;.</p>
<blockquote><p>Eu estava entediada de ficar em casa sem fazer nada, não tinha como trabalhar e os restaurantes estavam fechados. Começou com uma coxinha de frango com jambu e requeijão, que já fazia sucesso no extinto Razzmatazz e as pessoas sentiam saudade. Com a pandemia, as pessoas não podiam viajar e foi uma forma de aquecer os estômagos saudosos&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Depois, ela foi inserindo novos pratos até formar o cardápio fixo dos petiscos do Égua, Mana, o jeito mais fácil de ter um gostinho do Pará na capital paulista, por delivery. Mas mesmo assim sempre tem alguma novidade nesta lista de delícias. O menu é divulgado pelo Instagram e os pedidos são feitos pelo whatsapp, &#8220;Eu sempre peço que façam os pedidos com antecedência&#8221;, avisa.</p>
<p>Segundo a chefe, existe uma vontade muito grande ampliar este projeto. “O meu maior desejo é que um dia a ‘Égua, Mana!’ se torne loja física, um boteco. Mas falta o principal que é dinheiro pra investir”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p></blockquote>
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