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	<title>cop das baixadas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>2ª edição da COP das Baixadas quer ampliar debate sobre agenda climática nas periferias amazônidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 18:35:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-06-at-14.05.27-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A realização da 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) em Belém, em 2025, tem fortalecido as discussões sobre a temática socioambiental. Um marco nesse sentido ocorreu há um ano com a realização da 1ª COP das Baixadas, que chega agora à sua segunda edição. O evento será [...]]]></description>
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<p>A realização da 30ª Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) em Belém, em 2025, tem fortalecido as discussões sobre a temática socioambiental. Um marco nesse sentido ocorreu há um ano com a realização da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cop-das-baixadas-mostrou-que-solucoes-para-mudancas-climaticas-tem-que-passar-pela-periferia/">1ª COP das Baixadas</a>, que chega agora à sua segunda edição. O evento será realizado nos dias 15 e 16 de março de forma online e, presencialmente, em 17 de março, na ilha de Caratateua, em Belém</p>
<p>A COP das Baixadas surgiu em 2023 com o objetivo de fortalecer o protagonismo da juventude periférica da região no debate da crise climática, trazendo à tona tanto as preocupações globais sobre o tema quanto ao impacto das realidades locais afetadas pelos fenômenos atuais.</p>
<p>O termo “baixadas”, utilizado para tratar das áreas mais baixas da cidade, próximas ao rio ou aos canais, exemplifica essa proposta nascida em um bairro com esse perfil – o Jurunas – e agora chega à Escola Bosque, em Outeiro, uma das principais ilhas da capital.</p>
<p>O tema central desta segunda edição gira em torno do Acordo de Escazú, que aborda aspectos relacionados ao acesso à informação e à justiça dos <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/amazonia-reune-22-das-mortes-de-defensores-da-terra-em-todo-o-mundo/">defensores do meio ambiente</a>, além da participação pública no debate.  O Tratado foi elaborado no contexto da América Latina e Caribe, mas ainda não foi ratificado pelo Congresso Nacional brasileiro.</p>
<blockquote><p>“A gente vai ter participação popular e democracia, a gente vai ter acesso à informação e a defesa dos defensores, lembrando dos constantes ataques aos defensores do meio ambiente dos territórios periféricos e com o Pará sendo um dos estados com maior índice de violência. A juventude é importante nessa perspectiva de um processo de renovação política”, destaca Carlos Gouvêa, membro da equipe executiva da COP das Baixadas e coordenador do movimento Seja Democracia.</p></blockquote>
<p>Durante a programação, serão realizadas ações de educação climática, atividades culturais, de lazer e esporte visando o fortalecimento das narrativas em defesa da Amazônia, de justiça climática e social para os territórios e a população.</p>
<blockquote><p>“Nós atravessamos a cidade, saindo do Jurunas e estamos agora na ilha de Caratateua para que isso aconteça territorialmente, potencializando outros atores e outros territórios para que debatam a crise climática e os eixos do Acordo de Escazú”, ressalta.</p></blockquote>
<p>De acordo com Carlos, apesar da programação ser recente, é possível notar um amadurecimento do trabalho que tem engajado mais movimentos interessados na construção de políticas públicas para o combate às mudanças climáticas. O número de organizações envolvidas, por exemplo, passou de uma para 15, contando com representação de todos os estados da Amazônia e até de fora da região.</p>
<blockquote><p>“Existe um cenário de mobilização e de olhada para a Amazônia a partir dos territórios periféricos. Talvez sejamos a única organização hoje, numa perspectiva de coalizão, a pautar as periferias amazônidas no centro do debate climático. A nossa expectativa é ter uma participação de mais de 700 pessoas, mas a gente tem uma avaliação que vai passar de mil [participantes]”, pontua Carlos Gouvêa.</p></blockquote>
<p>Para acompanhar os detalhes da programação da COP das Baixadas e saber como participar, confira o <a href="https://www.instagram.com/copdasbaixadas/" target="_blank" rel="noopener">perfil</a>.</p>
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