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	<title>Coordenação Nacional de Quilombos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Como as mudanças climáticas têm impactado as populações quilombolas do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 21:28:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/10097_1010bd81-3206-cdf5-2b6c-b78bd85f1b6c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você sabia que o Pará está entre os estados com maior número de populações quilombolas? Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que em 2019 existiam 5.972 localidades quilombolas no Brasil e 516 ficavam em território paraense. Nosso Estado só perde para Bahia e Minas Gerais. Grupos como esses estão entre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/10097_1010bd81-3206-cdf5-2b6c-b78bd85f1b6c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você sabia que o Pará está entre os estados com maior número de populações quilombolas? <a href="https://educa.ibge.gov.br/jovens/materias-especiais/21311-quilombolas-no-brasil.html" target="_blank" rel="noopener">Um estudo</a> do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que em 2019 existiam 5.972 localidades quilombolas no Brasil e 516 ficavam em território paraense. Nosso Estado só perde para Bahia e Minas Gerais. Grupos como esses estão entre os que mais sofrem com os impactos das mudanças climáticas, colocando em risco sua segurança e a preservação dos territórios.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-15309 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/localidades-quilombolas.png" alt="" width="900" height="900" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/localidades-quilombolas.png 900w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/localidades-quilombolas-300x300.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/localidades-quilombolas-150x150.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/localidades-quilombolas-768x768.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/localidades-quilombolas-450x450.png 450w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></p>
<p>Segundo a Coordenação Nacional de Quilombos (Conaq), grande parte dessas comunidades ainda luta pela titulação de seus territórios, que são constantemente ameaçados e invadidos. Pensando na floresta em pé, as atividades desenvolvidas por essas populações geram baixo impacto ao meio ambiente, já que o extrativismo e a agricultura familiar são suas principais fontes de renda.</p>
<p>Como publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong> nos últimos dias, lideranças periféricas, indígenas, quilombolas e ribeirinhas precisam ter mais espaço como tomadoras de decisão, já que a justiça climática só será possível com a participação destes guardiões da floresta. Por esse motivo, eventos como a <a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/em-belem-comunidades-perifericas-organizam-cop-das-baixadas-veja-como-participar/" target="_blank" rel="noopener">COP das Baixadas, que começa hoje em Belém,</a> são importantes.</p>
<p>O<a href="https://www.tapajosdefato.com.br/noticia/1049/mudancas-climaticas-como-esse-problema-tem-afetado-as-populacoes-quilombolas" target="_blank" rel="noopener"> Tapajós de Fato</a> enumerou alguns aspectos que mostram como essas mudanças climáticas têm afetado as populações quilombolas:</p>
<h3><strong>Diminuição da cadeia produtiva e o êxodo </strong></h3>
<p>As mudanças climáticas acabam impactando os principais meios de subsistência dentro dos territórios quilombolas, afetando a quantidade de peixes, as caças e as plantações.</p>
<blockquote><p>“Esses danos prejudicam as famílias quilombolas, pois o aumento da temperatura e a dificuldade para acessar água, faz com que algumas plantações da agricultura morram. Quem acaba sofrendo os problemas somos nós, quilombolas, indígenas, ribeirinhos pois as dificuldades acabam obrigando famílias a migrarem de seus territórios para a cidade ou se inserindo em outros territórios quilombolas por conta dos problemas ambientais e mudanças climáticas. Isso afeta a fonte de renda e a família não tem de onde tirar o sustento e o alimento” explicou Jefferson Vasconcelos, quilombola do território de Arapemã.</p></blockquote>
<p><strong style="color: var(--c-headings); font-family: var(--text-h-font, inherit); font-size: 1.285em;">Tradições prejudicadas</strong></p>
<p>O quilombola afirma que até as manifestações culturais são impactadas por fenômenos como a seca.</p>
<blockquote><p>“Festas de santos são tradições que muitas comunidades quilombolas já não fazem por conta da seca, que é muito grande, e também acabam diminuindo as visitações nas manifestações religiosas.”</p></blockquote>
<h3><strong>Saúde das mulheres </strong></h3>
<p>Em comunidades indígenas como os <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/mercurio-do-garimpo-assombra-gestantes-e-altera-dieta-de-mundurukus-no-para/" target="_blank" rel="noopener">Munduruku</a>, as mulheres têm sofrido com a contaminação de mercúrio, que prejudica até o leite que elas dão a seus filhos, Aqui, elas acabam sofrendo com doenças como câncer por estarem muito expostas ao sol forte, contato direto com as águas contaminadas e acabam tendo outros tipos de doenças.</p>
<p><em>Fonte: Tapajós de Fato e Conaq</em></p>
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