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	<title>contaminação &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>contaminação &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>MPF denuncia contaminação por mercúrio em garimpos ilegais na Amazônia à CIDH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 16:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[à Comissão Interamericana de Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os prejuízos à saúde e ao meio ambiente causados pelo mercúrio usado em garimpos ilegais na Amazônia foram denunciados à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com a apresentação de um estudo pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão autônomo internacional é vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA). O documento, apresentado na semana passada, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os prejuízos<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpos-ilegais-de-ouro-reduzem-estoque-de-carbono-e-aumentam-contaminacao-por-mercurio-no-solo/" target="_blank" rel="noopener"> à saúde e ao meio ambiente</a> causados pelo mercúrio usado em garimpos ilegais na Amazônia foram denunciados à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com a apresentação de um estudo pelo Ministério Público Federal (MPF). O órgão autônomo internacional é vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>
<p>O documento, apresentado na semana passada, é complementar à exposição que o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-recomenda-criacao-de-sistema-nacional-para-monitorar-contaminacao-por-mercurio-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">MPF</a> fez, em março, à Relatoria Especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (Redesca), ligada à CIDH.</p>
<h3>Contaminação do ecossistema</h3>
<p>A substância líquida é recorrentemente utilizada em garimpos ilegais, porque tem a propriedade de se juntar facilmente a partículas de ouro, formando a chamada “amálgama”.</p>
<p>Após a formação dessa liga metálica, ela é aquecida por um maçarico. Com o aumento da temperatura, o mercúrio evapora e resta apenas o ouro garimpado.</p>
<p>O mercúrio vaporizado se espalha pelo ar e cai no solo e na água, contaminando rios, cursos d’água e peixes ─ base da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mma-e-fiocruz-iniciam-monitoramento-de-mercurio-na-terra-indigena-kayapo-no-para/" target="_blank" rel="noopener">alimentação de indígenas e das populações ribeirinhas,</a> podendo causar problemas neurológicos.</p>
<p>Além da contaminação por mercúrio, o garimpo ilegal provoca degradação de ecossistemas com desmatamento, remoção intensiva de solos e alteração do curso dos leitos dos rios.</p>
<p>O problema da mineração ilegal na Amazônia no Brasil e em outros países é conhecido pela relatoria da CIDH. Há pouco mais de um mês, a Redesca alertou para a garantia do “direito humano à água nas Américas”, em especial no chamado “Planalto” ou “Escudo” das Guianas, formado por áreas da Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela e Brasil.</p>
<h3>Norma e decretos</h3>
<p>Em nota à Agência Brasil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) afirmou que “tem atuado diretamente na restrição do uso de mercúrio em garimpos ilegais.”</p>
<p>O instituto descreve que “estabeleceu critérios mais rigorosos para o acesso ao mercúrio importado legalmente, por meio da Instrução Normativa Ibama nº 26, de 2024, além de realizar constantemente ações de fiscalização ambiental para coibir a utilização de mercúrio contrabandeado, utilizado em garimpos de ouro”.</p>
<p>A instrução normativa exige “a habilitação de pessoas físicas e jurídicas que operam com mercúrio metálico, além da necessidade de que elas portem o Documento de Operações com Mercúrio Metálico, que garante que importação, venda, revenda e transferência de mercúrio ocorram apenas entre pessoas previamente habilitadas.”</p>
<p>A norma, no entanto, não tem força de lei, como é o caso dos decretos presidenciais nº 97.507/1989 e nº 97.634/1989, que “se encontram vigentes e estabelecem, respectivamente, a vedação de mercúrio na extração de ouro, exceto em atividade licenciada pelo órgão ambiental”, como assinala o Ibama.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>LEIA MAIS</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mpf-recomenda-criacao-de-sistema-nacional-para-monitorar-contaminacao-por-mercurio-na-amazonia/" target="_top">MPF recomenda criação de Sistema Nacional para monitorar contaminação por mercúrio na Amazônia</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/arvore-amazonica-revela-alternativa-sustentavel-ao-mercurio-na-mineracao-de-ouro/" target="_top">Descoberta na Amazônia aponta alternativa sustentável ao uso de mercúrio no garimpo</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mma-e-fiocruz-iniciam-monitoramento-de-mercurio-na-terra-indigena-kayapo-no-para/" target="_top">MMA e Fiocruz iniciam monitoramento de mercúrio na Terra Indígena Kayapó, no Pará</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpos-ilegais-de-ouro-reduzem-estoque-de-carbono-e-aumentam-contaminacao-por-mercurio-no-solo/" target="_top">Garimpos ilegais de ouro reduzem estoque de carbono e aumentam contaminação por mercúrio no solo</a></p>
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		<title>MPF recomenda criação de Sistema Nacional para monitorar contaminação por mercúrio na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) expediu uma recomendação a diversas instituições federais e estaduais para a criação imediata de um Sistema Nacional de Monitoramento da Contaminação por Mercúrio. O objetivo é criar uma base de dados sólida para combater a contaminação ambiental e humana causada, principalmente, pelo garimpo ilegal. O procurador da República André Luiz [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal (MPF) expediu uma recomendação a diversas instituições federais e estaduais para a criação imediata de um Sistema Nacional de Monitoramento da Contaminação por Mercúrio. O objetivo é criar uma base de dados sólida para <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/peixes-contaminados-com-metais-pesados-ameacam-saude-de-ribeirinhos-no-para-aponta-estudo/" target="_blank" rel="noopener">combater a contaminação ambiental e humana causada, principalmente, pelo garimpo ilegal</a>.</p>
<p>O procurador da República André Luiz Porreca Ferreira Cunha, titular do 2º Ofício da Amazônia Ocidental, reforça que a intenção é promover uma atuação coordenada contra os riscos do uso do metal. Segundo ele, o foco central é a “atuação coordenada contra os riscos do uso de mercúrio no garimpo ilegal de ouro”.</p>
<p>A recomendação se baseia em estudos críticos da Polícia Federal, Fiocruz, Greenpeace e WWF-Brasil. Os dados revelam um cenário de saúde pública gravíssimo, em que foram detectados níveis de mercúrio muito superiores ao limite de segurança de 0,5 μg/g estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Em alguns casos, a ingestão de mercúrio foi “26,7 vezes maior do que a dose de referência da Agência de Proteção Ambiental (EPA)” dos Estados Unidos.</p>
<p>Em Porto Velho (RO), crianças de 2 a 4 anos chegam a ingerir 27 vezes a dose segura do metal. Os estudos observaram que mulheres em idade fértil ingerem aproximadamente 8 vezes mais mercúrio do que o recomendado, enquanto crianças de 2 a 4 anos ingerem 27 vezes a dose segura.</p>
<p>O WWF-Brasil apontou que 21,3% dos peixes comercializados em centros urbanos amazônicos estão contaminados, evidenciando o padrão de bioacumulação na cadeia alimentar.</p>
<h3>Responsabilidades</h3>
<p>O MPF fundamenta a ação no dever do Estado de garantir um meio ambiente equilibrado, reforçada pela Política Nacional do Meio Ambiente (Lei nº 6.938/1981) e pela Convenção de Minamata (Decreto nº 9.470/2018), tratado internacional que classifica o metal como substância de preocupação global e estabelece diretrizes para seu controle.</p>
<p>As recomendações específicas incluem:</p>
<ul>
<li>Ministério do Meio Ambiente (MMA): Criar o sistema de monitoramento público e georreferenciado, com cronograma de implementação.</li>
<li>Ibama: Estabelecer rotina permanente de coleta de dados em áreas impactadas pela mineração.</li>
<li>Ministério da Saúde: Estruturar a vigilância epidemiológica das populações expostas e padronizar as notificações de intoxicação.</li>
<li>Órgãos Estaduais (IPAAM, SEDAM, FEMARH e Secretarias de Saúde): Monitoramento contínuo da água, peixes e sedimentos, com relatórios periódicos por bacia hidrográfica.</li>
</ul>
<p>As instituições notificadas têm o prazo de 30 dias para informar se acatam as medidas. O descumprimento pode resultar em ações judiciais e sanções administrativas.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/peixes-contaminados-com-metais-pesados-ameacam-saude-de-ribeirinhos-no-para-aponta-estudo/" target="_top">Peixes contaminados com metais pesados ameaçam saúde de ribeirinhos no Pará, aponta estudo</a></strong></p>
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		<item>
		<title>MMA e Fiocruz iniciam monitoramento de mercúrio na Terra Indígena Kayapó, no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeia Gorotire]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Kayapó]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/equipe_Fiocruz_MMA-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a primeira etapa de monitoramento ambiental e da exposição humana ao mercúrio na Aldeia Gorotire, na Terra Indígena Kayapó, em Redenção (PA). A área é próxima ao garimpo Maria Bonita, o maior em terras indígenas no sul do Pará. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/equipe_Fiocruz_MMA-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a primeira etapa de monitoramento ambiental e da exposição humana ao mercúrio na Aldeia Gorotire, na Terra Indígena Kayapó, em Redenção (PA). A área é próxima ao garimpo Maria Bonita, o maior em terras indígenas no sul do Pará. A ação incluiu a coleta de amostras de água e sedimentos e a análise da presença de mercúrio em peixes da comunidade.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">A atividade integra o projeto Impacto do Mercúrio em Áreas Protegidas e Povos da Floresta na Amazônia, desenvolvido em parceria com a Fiocruz e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), com financiamento do Governo da Alemanha e tem como objetivo avaliar os efeitos da exposição ao mercúrio na saúde de populações indígenas e nos ecossistemas aquáticos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">As ações incluíram entrevistas, avaliações clínicas e a coleta de amostras biológicas e ambientais para análise dos níveis de mercúrio. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">No total, 209 pessoas participaram do estudo. As análises biológicas serão realizadas pelo Laboratório de Pesquisa de Ciências Farmacêuticas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Além da Aldeia Gorotire, o estudo envolveu indígenas de outras oito comunidades: Bananal, Kriny, Ladeira, Las Casas, Marabá, Ngokongotire, Ponte e Redenção.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">Foram coletadas, ainda, 18 amostras de sedimentos, 21 de água em rios da bacia do Rio Fresco e oito de fontes de abastecimento para consumo humano, com avaliação em campo de parâmetros físico-químicos e bacteriológicos, bem como obtidas 51 amostras de peixes consumidos pelas comunidades. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">As análises ambientais serão feitas no Laboratório de Biogeoquímica Ambiental W.C. Pfeiffer, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Porto Velho (RO).</span><span data-ccp-props="{&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">De acordo com a secretária substituta nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Thaianne Resende, o monitoramento realizado na aldeia é um “desafio humano, técnico e institucional”. </span><span data-ccp-props="{&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">“Essa ação reafirma a presença do Estado em territórios de alta vulnerabilidade socioambiental e só é possível graças à parceria estratégica com a Fiocruz, que integra ciência, saúde e meio ambiente para proteger as populações indígenas, os ecossistemas amazônicos e fortalecer a implementação da Convenção de Minamata no Brasil”, complementou a secretária substituta. </span><span data-ccp-props="{&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
</blockquote>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">Thaianne esclarece, ainda, que os resultados obtidos por meio da ação de monitoramento “permitirão identificar os níveis de contaminação, os padrões de exposição e os potenciais riscos à saúde humana e ao meio ambiente”. “Irão subsidiar ações de proteção ambiental, de salvaguarda das populações indígenas e de enfrentamento dos impactos da mineração ilegal na Amazônia”, concluiu a secretária substituta. </span><span data-ccp-props="{&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">Também foram realizadas reuniões de planejamento com representantes do MMA, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) de Redenção, do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Kayapó do Pará, da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e da Fiocruz, com o objetivo de apresentar o protocolo de pesquisa e definir as estratégias de atuação no território.</span><span data-ccp-props="{&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">Em 2025, o MMA assinou o Termo de Execução Descentralizada (TED) com o Instituto Amazônico de Mercúrio para a implementação do <a style="font-weight: 500;" href="https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/mma-apresenta-projeto-de-monitoramento-da-exposicao-ao-mercurio-para-terra-indigena-munduruku" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" target="_blank" rel="noopener">projeto de monitoramento da exposição ao mercúrio em território Munduruku</a>. Nesse mesmo período, o MMA realizou ações de monitoramento nas terras indígenas <a style="font-weight: 500;" href="https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/mma-visita-terra-indigena-yanomami-para-verificar-niveis-de-mercurio-na-regiao" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" target="_blank" rel="noopener">Yanomami</a>. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-contrast="auto">O monitoramento integra uma das frentes de atuação do Governo do Brasil no enfrentamento ao garimpo ilegal, envolvendo pesquisadores, órgãos ambientais e a participação de lideranças indígenas.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Edital proíbe venda de açaí, tucupi e maniçoba na COP30</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/edital-proibe-venda-de-acai-tucupi-e-manicoba-na-cop30/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 15:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[maniçoba]]></category>
		<category><![CDATA[Organização dos Estados Ibero-americanos]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/acai_tucupi_manicoba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um edital voltado para a seleção de quiosques e restaurantes que atuarão na 30º edição da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP-30), em Belém, trouxe surpresa para os paraenses: a venda de diversos itens típicos do estado, como açaí, tucupi e maniçoba, estão proibidas nos espaços. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/acai_tucupi_manicoba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um edital voltado para a seleção de quiosques e restaurantes que atuarão na 30º edição da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP-30), em Belém, trouxe surpresa para os paraenses: a venda de diversos itens típicos do estado, como açaí, tucupi e maniçoba, estão proibidas nos espaços.</p>
<p>A justificativa para a decisão são as chances de contaminação. No caso do açaí, a proibição se deve ao “risco de contaminação por Trypanosoma cruzi (causador da doença de Chagas)”, já no caso do tucupi e maniçoba, a proibição é motivada pelo risco de toxinas naturais em caso de erros de preparação ou não pasteurização. Confira a lista completa de alimentos proibidos abaixo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-36119 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-300x170.jpeg" alt="" width="665" height="377" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-300x170.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-1024x580.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-768x435.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-150x85.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-450x255.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560.jpeg 1037w" sizes="(max-width: 665px) 100vw, 665px" />O assunto chamou a atenção após a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) publicar nesta semana o edital com as regras para a seleção de operadores de restaurantes e quiosques que funcionarão durante a Conferência nos espaços do Parque da Cidade.</p>
<p>Segundo o governo do Pará, a OEI é a responsável por fazer as contratações graças a uma parceria firmada com o governo federal, afirmou o Estadão Agro. A OEI, por sua vez, disse ao jornal que “segue diretrizes técnicas rigorosas” e as restrições colocadas aos alimentos são para “assegurar a saúde” dos participantes.</p>
<p>Ao todo, o Parque da Cidade terá 87 estabelecimentos para comercialização e fornecimentos de alimentos entre pratos, lanches e bebidas. 50 estarão na Blue Zone e 37 na Green Zone.</p>
<p>Mesmo com a restrição de itens regionais e outros com potencial de risco, as orientações gerais é de que ao menos 30% do valor total dos insumos adquiridos sejam provenientes da agricultura familiar e que os itens à venda tenham preços acessíveis, sujeitos a análise da OEI.</p>
<p>Os estabelecimentos selecionados terão que informar as origens dos produtos para que a OEI faça a verificação e rastreamento da origem dos alimentos, assim como oferecer as seguintes opções:</p>
<ul>
<li>Ofertar cardápios com opções veganas, vegetarianas, sem glúten e sem lactose, além de pratos adaptados a restrições religiosas, como alimentos halal e kosher;</li>
<li>Priorizar refeições à base de plantas, adotando como padrão preparações com vegetais, legumes, frutas e grãos;</li>
<li>Incentivar a redução gradual do consumo de produtos de origem animal, dando foco “especial na diminuição da carne vermelha”.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Seca severa e rios contaminados por garimpo: os desafios da pesca artesanal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 13:04:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos socioambientais]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
		<category><![CDATA[pesca artesanal]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[rios]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/pescadores-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A contaminação dos rios pelo uso do mercúrio no garimpo ilegal, a pesca predatória e os impactos das secas severas recentes são alguns dos desafios enfrentados por pescadores artesanais de diferentes regiões do Brasil. Para além das questões regionais, um estudo, realizado em 16 estados brasileiros, revela um dado alarmante: 97,3% das 450 comunidades pesqueiras [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/pescadores-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A contaminação dos rios pelo uso do mercúrio no garimpo ilegal, a pesca predatória e os impactos das secas severas recentes são alguns dos desafios enfrentados por pescadores artesanais de diferentes regiões do Brasil. Para além das questões regionais, um estudo, realizado em 16 estados brasileiros, revela um dado alarmante: 97,3% das 450 comunidades pesqueiras dizem que já sentem os impactos da mudança do clima na instabilidade nas marés, no aumento da temperatura e na redução da variedade de espécies de pescados.</p>
<p>A realidade das comunidades está descrita na nova edição do “Relatório dos Conflitos Socioambientais e Violações de Direitos Humanos em Comunidades Tradicionais Pesqueiras”, lançado pela Comissão Pastoral da Pesca (CPP).</p>
<p>No Pará. o mapeamento, ainda que parcial, mostra que inúmeras ameaças colocam em vulnerabilidade uma das mais tradicionais atividades da região e deixa em risco famílias que têm a vida diretamente relacionada aos recursos naturais. Em Jaquara, no município de Monte Alegre, no oeste paraense, as comunidades locais encontram dificuldades por causa da pesca predatória e da redução da quantidade de animais devido aos extremos da seca.</p>
<p>Na região, por exemplo, as chamadas geleiras, que são barcos para armazenar grandes quantidades de pescado congelado, representam uma concorrência desleal com os pequenos pescadores. Além disso, os recursos estão cada vez mais escassos, principalmente depois de dois anos seguidos de seca.</p>
<blockquote><p>“Infelizmente, o nosso relato é um pouco triste porque morreram centenas e centenas (de peixes). O nosso relato mostra que de pirarucu, por exemplo, morreram mais de 50 mil unidades, de tamuatá morrerram aproximadamente 80 mil unidades. Entre as espécies de pescada, arapaima, tucunaré e tambaqui, nós perdemos mais de 200 toneladas de peixe”, conta Antônio Neto, pescador da comunidade Jaquara.</p></blockquote>
<h3>Outros casos</h3>
<p>Preocupados com a conservação dos recursos pesqueiros, os trabalhadores se uniram na Comissão de Conservação de Rios e Lagos (CCLR) para tentar salvar a biodiversidade local. De acordo com a organização, desde outubro do ano passado, mais de 50 mil unidades de peixes estão ameaçados, como pirarucus e tamuatás, além de quelônios, como tartarugas e tracajás.</p>
<p>Já na comunidade de Apacê, situada na margem esquerda do Rio Tapajós, os barcos geleiros vindos de municípios próximos, como Santarém e Monte Alegre, e até do Amapá e Amazonas prejudicam os trabalhadores da região. Além disso, a atividade garimpeira causa a contaminação da água e do pescado com mercúrio, afetando a saúde da população que não tem apoio de políticas para combater a intoxicação.</p>
<p>Outro caso preocupante ocorre na Aldeia Cavada, em Santarém, onde vivem aproximadamente 3.700 famílias, entre comunidades urbanas, aldeias indígenas e comunidades quilombolas. Na região conhecida como Planalto Santareno a expansão do agronegócio tem feito com que o Plano Diretor Municipal preveja a destinação de áreas do Lago do Maicá para aterramento ou expansão portuária, impedindo o acesso dos pescadores artesanais aos recursos.</p>
<p>Para conferir o estudo completo, <a href="https://www.cppnacional.org.br/sites/default/files/publicacoes/3%C2%BA%20Relat%C3%B3rio%20de%20Conflitos-%202024.pdf" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Lançado plano para combater contaminação por mercúrio na Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/organizacao-elabora-plano-para-combater-contaminacao-por-mercurio-na-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 15:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A contaminação por mercúrio, impulsionada principalmente pelo garimpo ilegal expõe diariamente milhões de pessoas da Amazônia a sérios riscos à saúde. Diante dessa ameaça que promove também a devastação, foi lançado um plano estratégico para orientar ações de mitigação dos impactos do mercúrio sobre o meio ambiente e as populações locais. O documento  busca oferecer [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A contaminação por mercúrio, impulsionada principalmente pelo garimpo ilegal expõe diariamente milhões de pessoas da Amazônia a sérios riscos à saúde. Diante dessa ameaça que promove também a devastação, foi lançado um plano estratégico para orientar ações de mitigação dos impactos do mercúrio sobre o meio ambiente e as populações locais.</p>
<p>O documento  busca oferecer às comunidades e ao poder público um conjunto de soluções nas áreas da saúde, segurança alimentar e recursos hídricos.</p>
<p>Esses três eixos têm relação direta entre si e são os principais afetados pelo uso do mercúrio na extração de ouro. A substância contamina os rios e os peixes, comprometendo a alimentação das comunidades que ficam expostas a graves problemas de saúde, incluindo danos neurológicos em crianças e mulheres. Estudos na região já comprovaram que os peixes de todos os estados amazônicos apresentam níveis de contaminação acima do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Entre outras ações, o plano propõe o monitoramento contínuo dos níveis de mercúrio nas áreas afetadas, a implementação de programas de saúde especializados, a instalação de sistemas de tratamento de água, proteção das nascentes e fiscalização rigorosa para prevenir novos focos de contaminação, além de programas regionais e nacionais para monitorar a contaminação dos peixes e apoiar os pescadores.</p>
<blockquote><p>&#8220;Essas ações devem ser acompanhadas de perto para garantir sua eficácia, especialmente com relação à segurança hídrica e alimentar das comunidades afetadas&#8221;, destaca Ariene Cerqueira, analista de Políticas Públicas do WWF-Brasil.</p></blockquote>
<p>Para a organização, a implementação deste plano é crucial para reduzir a exposição ao mercúrio e garantir o cumprimento das responsabilidades do Brasil como signatário da Convenção de Minamata. O acordo foi adotado em 2013 na cidade de Minamata, no Japão, onde ocorreram graves envenenamentos por mercúrio nas décadas de 1950 e 1960.</p>
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		<title>Pesquisa encontra agrotóxicos em amostras dos rios Tapajós e Amazonas, em Santarém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 14:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/portalamazonia_encontrodasaguas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Amostras de águas coletadas nos rios Tapajós e Amazonas, em Santarém, no oeste paraense, revelaram a presença de 21 agrotóxicos de uso comum na agricultura. A análise indica que o inseticida fenitrotion foi detectado em 78% das amostras, em seguida aparece a cipermetrina, presente em 63%. Outro destaque foi o fipronil, que é proibido na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/portalamazonia_encontrodasaguas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Amostras de águas coletadas nos rios Tapajós e Amazonas, em Santarém, no oeste paraense, revelaram a presença de 21 agrotóxicos de uso comum na agricultura.</p>
<p>A análise indica que o inseticida fenitrotion foi detectado em 78% das amostras, em seguida aparece a cipermetrina, presente em 63%. Outro destaque foi o fipronil, que é proibido na União Europeia e outros países por causa da sua alta toxicidade ambiental, mas foi encontrado em 33% das amostras acima do limite razoável. De acordo com o artigo, do total de 21 agrotóxicos encontrados, 13 estavam em concentrações consideráveis nas amostras de águas urbanas e de comunidades ribeirinhas.</p>
<p>Os resultados faxem parte do estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP e publicado na revista científica Environmental Research</p>
<p>Ao todo foram 27 pontos de coleta próximos à cidade de Santarém, no Pará, em uma área de proteção ambiental em que o uso de praguicidas em plantações está proibido. A hipótese é que as substâncias tenham sido carregadas por longas distâncias vindas de outros rios contaminados na região.</p>
<h3>Sinal de alerta</h3>
<p>Gabriel Cezarette, primeiro autor do trabalho, ressalta que a presença dessas substâncias na água é um sinal de alerta, já que pode indicar a contaminação dos produtos agropecuários, o que traz impactos não só ambientais, mas também econômicos.</p>
<blockquote><p>“Fipronil ou qualquer outro pesticida de uso proibido no exterior pode ter a exportação vetada”, ressaltou o pesquisador em entrevista ao<a href="https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/ciencias-f-pesquisadores-encontram-agrotoxicos-em-aguas-ribeirinhas-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> Jornal da USP</a>.</p></blockquote>
<p>Apesar de não terem identificado riscos das concentrações de agrotóxicos para o consumo de água pela população local,  Cezarette pondera que os testes não levaram em consideração grupos de risco como crianças, idosos e gestantes, que podem estar sujeitos a efeitos adversos.</p>
<blockquote><p>“O uso de pesticidas é frequentemente controverso porque, apesar da sua capacidade de melhorar a produção de alimentos, a maioria desses compostos são resistentes à degradação e podem bioacumular no ambiente e biomagnificar [aumentar sua concentração] na cadeia alimentar”, afirma a professora Marília Souza, que orientou os estudos.</p></blockquote>
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		<title>MPF processa Vale, União e estado do Pará por contaminação com metais pesados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 19:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
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		<category><![CDATA[indígenas Xikrin do Cateté]]></category>
		<category><![CDATA[metais pesados]]></category>
		<category><![CDATA[Onça Puma]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/contaminacao-rio-TI-Xikrin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal pede a condenação da mineradora Vale, da União e do estado do Pará pela contaminação por metais pesados dos indígenas Xikrin do Cateté, impactados pela exploração na mina Onça Puma, no sudeste paraense. Na ação, o MPF solicita o acesso imediato e integral dos indígenas ao tratamento médico para descontaminação, incluindo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/contaminacao-rio-TI-Xikrin-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal pede a condenação da mineradora Vale, da União e do estado do Pará pela contaminação por metais pesados dos indígenas Xikrin do Cateté, impactados pela exploração na mina Onça Puma, no sudeste paraense. Na ação, o MPF solicita o acesso imediato e integral dos indígenas ao tratamento médico para descontaminação, incluindo consultas, exames e medicamentos, totalmente custeados pela mineradora.</p>
<p>A ação tem como base os estudos desenvolvidos na região da Terra Indígena (TI) Xikrin do Cateté que comprovaram a presença de substâncias tóxicas como chumbo, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/universidades-amazonicas-criam-instituto-para-estudar-contaminacao-por-mercurio/" target="_blank" rel="noopener">mercúrio,</a> bário, lítio e manganês em níveis acima do tolerável nos organismos da população de aproximadamente 1,7 mil indígenas.</p>
<p>O processo lança luzes sobre os riscos da atividade minerária que, apesar de contribuir fortemente com a economia do Pará, também deixa um legado de destruiçao.</p>
<p data-sourcepos="1:1-1:190">A contaminação por metais pesados, em especial o mercúrio, elemento amplamente utilizado na mineração, configura um dos mais graves problemas ambientais da região. Essa contaminação se dissemina pelos rios, infecta os peixes e, consequentemente, afeta diretamente as comunidades ribeirinhas, cuja subsistência depende da pesca. Este problemas é ainda mais destruidor quanto o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpos-ilegais-de-ouro-reduzem-estoque-de-carbono-e-aumentam-contaminacao-por-mercurio-no-solo/" target="_blank" rel="noopener">garimpo é ilegal.</a></p>
<p>A exposição a metais pesado pode causar danos neurológicos, renais e cardiovasculares, além de câncer e probemas respiratórios. Crianças e mulheres grávidas são especialmente vulneráveis aos efeitos tóxicos do mercúrio.</p>
<p>Estudos já comprovaram a contaminação de populações indígenas, como os <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpo-ilegal-e-contaminacao-por-mercurio-ameacam-a-saude-de-indigenas-munduruku/" target="_blank" rel="noopener">Munduruku</a> e Kayapó, por mercúrio proveniente do garimpo ilegal.</p>
<h3>Acima do limite</h3>
<p>No caso dos Xikrin do Cateté, os impactos dessa poluição são notados no aumento expressivo de casos de doenças crônicas, malformações congênitas e no agravamento das vulnerabilidades sanitárias da comunidade indígena, segundo orelatório. Entre eles é relatado o caso de uma jovem de 19 anos com 2.326% de níquel acima do limite seguro e uma criança de um ano com altos níveis de alumínio, bário e chumbo.</p>
<blockquote><p>“A contaminação humana por excesso de metais pesados é calamitosa e praticamente exibida em 99% dos indivíduos da reserva e necessita de atenção imediata das autoridades na aplicação de medicina especializada em busca da desintoxicação dos indivíduos da comunidade Indígena Xikrin”, ressalta o pesquisador Reginaldo Saboia.</p></blockquote>
<p>Segundo a denúncia, esses problemas estão diretamente relacionados com a presença de empreendimentos da Vale ao redor da TI, com destaque para a mina Onça Puma, onde ocorre a exploração de níquel. A contaminação ocorreria por meio da poluição dos rios Cateté e Itacaiúnas.</p>
<blockquote><p>“A disseminação desses poluentes no ambiente também compromete fontes tradicionais de sustento dos Xikrin, como a pesca e o uso da água para consumo e atividades diárias, ampliando o risco de contaminação e perpetuando um ciclo de doenças e degradação socioambiental”, acrescenta o procurador da República Rafael Martins da Silva.</p></blockquote>
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		<title>Governo prepara megaoperação para retirada de garimpeiros da Terra Indígena Munduruku</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 19:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra indígena munduruku]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/criancas-munduruku-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Terra Indígena Munduruku, no Pará, deve passar, a partir desta semana, por uma megaoperação de retirada de garimpeiros, desmatadores e outras pessoas que promovem atividades ilegais dentro do território. As informações são do UOL, citando a Reuters, que entrevistou disse Nilton Tubino, uma das principais autoridades do governo federal nos processos de mediação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/criancas-munduruku-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/apos-17-anos-territorio-do-povo-munduruku-e-reconhecido-por-ministerio-da-justica/" target="_blank" rel="noopener">Terra Indígena Munduruku</a>, no Pará, deve passar, a partir desta semana, por uma megaoperação de retirada de <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/kayapo-e-munduruku-ambos-no-para-sao-os-territorios-indigenas-onde-o-garimpo-mais-avancou-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">garimpeiros,</a> desmatadores e outras pessoas que promovem atividades ilegais dentro do território. As informações são do<a href="https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2024/11/04/governo-vai-realizar-megaoperacao-de-desintrusao-em-terra-indigena-munduruku.htm" target="_blank" rel="noopener"> UOL</a>, citando a Reuters, que entrevistou disse Nilton Tubino, uma das principais autoridades do governo federal nos processos de mediação de conflitos em terras indígenas.</p>
<p>A operação  vai envolver 20 órgãos federais, entre eles a Fundação Nacional do Índio (Funai), o Ministério da Defesa, a Força Nacional e a Casa Civil, segundo Tubino.</p>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/projeto-fortalece-cadeias-economicas-sustentaveis-para-combater-o-garimpo-nas-terras-munduruku/" target="_blank" rel="noopener">Terra Indígena Munduruku</a> enfrenta uma grave crise ambiental e social devido à invasão de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpos-podem-ter-usado-185-toneladas-de-mercurio-ilegal-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">garimpeiros ilegais</a> e ao desmatamento desenfreado. Essas atividades criminosas têm causado impactos devastadores na cultura, na saúde e no modo de vida dos indígenas Munduruku.</p>
<p>Entre os efeitos da invasão pela mineração irregular, estão a contaminação dos rios com mercúrio, a destruição das roças das comunidades e a fuga dos animais que servem de alimentos. Além disso, o contato com os homens brancos também resulta na transmissão de doenças que podem ser fatais para os indígenas.</p>
<p>Na edição mais recente do Mapeamento Anual de Mineração e Garimpo no Brasil, de setembro de 2022, as <a href="https://terrasindigenas.org.br/pt-br/terras-indigenas/3731" target="_blank" rel="noopener">TIs Kayapó,</a> <a href="https://terrasindigenas.org.br/pt-br/terras-indigenas/3770" target="_blank" rel="noopener">Munduruku</a>,  são as que têm maior território devastado pelo garimpo.</p>
<p data-sourcepos="5:1-5:74"><strong>Os principais problemas enfrentados pela Terra Indígena Munduruku:</strong></p>
<ul data-sourcepos="7:1-11:0">
<li data-sourcepos="7:1-7:373"><strong>Contaminação por mercúrio:</strong> O<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpo-ilegal-e-contaminacao-por-mercurio-ameacam-a-saude-de-indigenas-munduruku/" target="_blank" rel="noopener"> uso de mercúrio no garimpo</a> causa a contaminação dos rios, dos peixes e do solo, afetando diretamente a saúde dos indígenas que dependem desses recursos para sua alimentação e sobrevivência. A exposição ao mercúrio está associada <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seis-estados-da-amazonia-tem-peixes-contaminados-por-mercurio-aponta-estudo/" target="_blank" rel="noopener">a graves problemas de saúde</a>, como danos ao sistema nervoso central, malformações congênitas e doenças renais.</li>
<li data-sourcepos="8:1-8:326"><strong>Destruição da floresta:</strong> O desmatamento para a abertura de áreas para o garimpo e outras atividades ilegais causa a perda de habitat de diversas espécies animais e vegetais, além de afetar o ciclo hidrológico e o clima local. A derrubada da floresta também contribui para o aumento das emissões de gases de efeito estufa.</li>
<li data-sourcepos="9:1-9:278"><strong>Conflitos e violência:</strong> A presença de garimpeiros ilegais nas terras indígenas gera conflitos e violência entre os indígenas e os invasores. A disputa por recursos naturais e território tem resultado em mortes e ferimentos, além de traumas psicológicos para as comunidades.</li>
<li data-sourcepos="10:1-11:0"><strong>Perda da cultura e identidade:</strong> O garimpo e o desmatamento ameaçam a cultura e a identidade dos Munduruku, que possuem uma forte ligação com a floresta e com os rios. A destruição do seu território e a contaminação dos recursos naturais põem em risco suas tradições, conhecimentos ancestrais e modos de vida.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rios amazônicos recebem 182 mil toneladas de plástico por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 17:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/igarape-do-Franco_Manaus-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Japu, ave preta de bico e cauda amarelos comum nas florestas sul-americanas, está incorporando um novo material em seus ninhos: detritos plásticos. Uma pesquisa inédita da Universidade Federal do Pará (UFPA) revela que 66,6% dos ninhos da espécie na região contêm fibras e cordas plásticas. Esse fato, no entanto, é apenas a ponta do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/igarape-do-Franco_Manaus-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-sourcepos="3:1-3:419">O Japu, ave preta de bico e cauda amarelos comum nas florestas sul-americanas, está incorporando um novo material em seus ninhos: detritos plásticos. Uma pesquisa inédita da Universidade Federal do Pará (UFPA) revela que 66,6% dos ninhos da espécie na região contêm fibras e cordas plásticas. Esse fato, no entanto, é apenas a ponta do iceberg quando se trata dos impactos do descarte inadequado de plástico na fauna amazônica. As informações são do site  <a href="https://oeco.org.br/noticias/rios-amazonicos-recebem-182-mil-toneladas-de-plastico-por-ano/" target="_blank" rel="noopener">O Eco</a>.</p>
<p data-sourcepos="5:1-5:393">Segundo o professor UFPA, José Eduardo Martinelli Filho estima-se que 182 mil toneladas de plástico sejam lançadas anualmente nas águas da Amazônia brasileira, tornando-a a segunda bacia hidrográfica mais poluída do mundo. Esse montante inclui o plástico descartado nas cidades amazônicas em crescimento, mas também resíduos provenientes de países com rios a montante, como Colômbia e Peru.</p>
<blockquote>
<p data-sourcepos="7:1-7:227">&#8220;É comum encontrarmos estudos científicos sobre a ingestão de microplásticos por peixes. Mas, em qualquer lugar da cadeia alimentar, em diferentes tamanhos, esses poluentes estão presentes&#8221;, alerta o professor à revista Fapesp.</p>
</blockquote>
<p data-sourcepos="9:1-9:326">Outro estudo recente da UFPA identificou a retenção de microplásticos por plantas aquáticas no rio Amazonas. Essas plantas, fontes de alimento para diversas espécies, acabam por propagar o microplástico ao longo da cadeia alimentar, contaminando diversos animais, além da ingestão direta das micropartículas presentes na água.</p>
<p data-sourcepos="11:1-11:186">A presença de plástico e microplástico nas águas brasileiras foi tema de debate na 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada em Belém, Pará.</p>
<p data-sourcepos="13:1-13:187">Pesquisadores destacaram que, na Amazônia, o problema do descarte inadequado do plástico é agravado pelo saneamento precário, pela vastidão da região e pela falta de estudos sobre o tema.</p>
<p data-sourcepos="15:1-15:189">Dados de Martinelli Filho indicam que 70% das cidades da Amazônia brasileira não possuem tratamento de água e apenas 2,6% dos municípios apresentam condições adequadas de saneamento básico.</p>
<blockquote>
<p data-sourcepos="17:1-17:85">&#8220;É difícil encontrar saneamento adequado na Amazônia. Altamira, no Pará, por exemplo, tem apenas uma estação de tratamento de água, que não é suficiente para tratar todo o esgoto da cidade&#8221;, ressalta Martinelli.</p>
</blockquote>
<p data-sourcepos="19:1-19:275">A pesquisa limitada, a falta de recursos, as restrições metodológicas, as falhas e a falta de padronização, somadas à dimensão continental da Amazônia, dificultam a coleta de dados essenciais para avaliar com segurança os impactos e implementar medidas de mitigação eficazes.</p>
]]></content:encoded>
					
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