<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>combate a crise climática no Pará &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/combate-a-crise-climatica-no-para/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 19:58:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>combate a crise climática no Pará &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Calor extremo sufoca América Latina, mas falta de dados esconde real dimensão da crise</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/clima-extremo-sufoca-america-latina-mas-falta-de-dados-esconde-real-dimensao-da-crise/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/clima-extremo-sufoca-america-latina-mas-falta-de-dados-esconde-real-dimensao-da-crise/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[calor eztremo]]></category>
		<category><![CDATA[Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[combate a crise climática no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[OMM]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42792</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pelo menos 13 mil pessoas morreram por ano, entre 2012 e 2021, na América Latina por causas ligadas ao calor, mas a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o número real é bem maior, já que os casos são  subnotificados. A informação faz parte do relatório &#8220;Estado do Clima na América Latina e no Caribe [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pelo menos 13 mil pessoas morreram por ano, entre 2012 e 2021, na América Latina por causas ligadas ao calor, mas a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o número real é bem maior, já que os casos são  subnotificados.</p>
<p>A informação faz parte do relatório &#8220;Estado do Clima na América Latina e no Caribe 2025&#8221;, lançado nesta segunda-feira, 18, em Brasília. Apresentado no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) junto com o Inmet e o Cemaden, o documento mostra que um ano de recordes em quase todos os aspectos climáticos transformou o calor em um fardo invisível para a saúde pública, já que a maioria dos governos da região não publica dados organizados sobre essas mortes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Em 2025, a região sofreu com calor recorde, seca persistente, ciclones tropicais devastadores, recuo acelerado das geleiras e elevação do nível do mar, com graves consequências para as comunidades, os sistemas alimentares e as economias em toda a região&#8221;, segundo o relatório.</p></blockquote>
<p>Os dados revelam o tamanho desse vaivém agressivo do clima: enquanto chuvas torrenciais e deslizamentos castigaram países como Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Brasil, o furacão Melissa devastou a Jamaica, destruindo mais de 40% do PIB do país.</p>
<p>Na outra ponta, a seca afetou 85% do território do México, ameaçando a água de 90 milhões de pessoas, e o derretimento das geleiras andinas acelerou.</p>
<h3>O exemplo do Brasil</h3>
<p>O Brasil ilustra bem essa mistura de extremos e falta de dados. O Inmet registrou sete ondas de calor ao longo de 2025. Em fevereiro, o Rio de Janeiro bateu os 44°C, forçando escolas a adiarem a volta às aulas e, em dezembro, São Paulo registrou 37,2°C, a maior temperatura em 64 anos de medições.</p>
<p>Apesar do cenário sufocante, as mortes causadas pelo calor permanecem invisíveis nas estatísticas oficiais.</p>
<p>Além do impacto direto na saúde, o clima extremo bagunça os motores econômicos da região, afetando a agricultura, a geração de energia e a infraestrutura das cidades. O relatório aponta ainda que, mesmo com uma queda geral nos incêndios em comparação com 2024, o Brasil continua isolado na liderança das queimadas na América Latina.</p>
<h3>O chamado para a ação</h3>
<p>Com esse cenário difícil pela frente, a saída proposta pela OMM é integrar os alertas meteorológicos diretamente aos sistemas de atendimento da saúde pública. Além disso, é preciso melhorar:</p>
<ul>
<li>A notificação padronizada das doenças e mortes relacionadas ao calor</li>
<li>A integração prática dos alertas meteorológicos precoces com os limites de tolerância da saúde pública</li>
<li>O investimento em infraestruturas de saúde resistentes ao calor</li>
<li>A coordenação entre diferentes setores para gerenciar os riscos do calor extremo</li>
<li>O desenvolvimento de capacidades e de redes de contatos entre especialistas em clima e saúde para colocar projetos conjuntos em prática, como a definição de limites para os sistemas de alerta</li>
</ul>
<p><span style="font-size: 14px;">A secretária-geral da organização, Celeste Saulo, reforçou que o relatório é um chamado urgente para agir.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;Ele nos insta a fortalecer as observações, investir em serviços, corrigir as deficiências nos sistemas de alerta precoce e garantir que as informações climáticas cheguem a quem mais precisa.&#8221;</p></blockquote>
<p>A mesma preocupação com a infraestrutura foi destacada pelo diretor do Inmet, Carlos Alberto Andrade e Jurgielewicz, que explicou que &#8220;a instalação de novas estações meteorológicas permitirá maior agilidade na atualização e disponibilização de dados, fortalecendo a capacidade de monitoramento e resposta a eventos climáticos extremos&#8221;.</p>
<p>Como caminho para o futuro, a organização cobra a execução do Plano de Ação em Saúde de Belém, aprovado na COP30, para adaptar os hospitais e postos de saúde à nova realidade climática e proteger as populações mais vulneráveis.</p>
<p><em>Com informações da AFP e do Inmet</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/clima-extremo-sufoca-america-latina-mas-falta-de-dados-esconde-real-dimensao-da-crise/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil possui abismo entre planejamento e ação no combate à crise climática, diz estudo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-possui-abismo-entre-planejamento-e-acao-no-combate-a-crise-climatica-diz-estudo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-possui-abismo-entre-planejamento-e-acao-no-combate-a-crise-climatica-diz-estudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:24:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026]]></category>
		<category><![CDATA[combate a crise climática no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas climáticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41730</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260302173520-GC00075086-F00291639-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os impactos da crise climática chegam na sociedade brasileira antes das ações que deveriam combatê-la. É o que aponta o Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026, elaborado pelo Centro Brasil no Clima em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS). O levantamento revela um cenário dividido: enquanto o país avança na formulação de políticas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260302173520-GC00075086-F00291639-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os impactos da crise climática chegam na sociedade brasileira antes das ações que deveriam combatê-la. É o que aponta o <a href="https://centrobrasilnoclima.org/wp-content/uploads/2026/03/SUMARIO-EXECUTIVO_ANUARIO-2026-1_compressed-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026</a>, elaborado pelo Centro Brasil no Clima em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS). O levantamento revela um cenário dividido: enquanto o país avança na formulação de políticas públicas, os estados ainda encontram dificuldades para implementá-las, o que reduz a capacidade de reação aos eventos climáticos extremos.</p>
<p>A crise vivida em 2024 expôs esse paradoxo nacional para o mundo: ondas de calor prolongadas em algumas regiões, secas severas e incêndios florestais de grandes proporções em outras. Enquanto isso, no meio de tudo, milhares de pessoas precisando de apoio para trabalhar, sobreviver e lidar com os prejuízos.</p>
<p>Para a especialista em Política Climática Subnacional e Legislativo do iCS, Carmynie Xavier, o principal problema do Brasil é o grande intervalo de tempo entre a formalização institucional de políticas públicas e capacidade operacional prática.</p>
<blockquote><p>“O País está se organizando, mas os desastres chegam mais rápido do que a capacidade de resposta”, diz.</p></blockquote>
<h3><strong>Amazônia em desalinho</strong></h3>
<p>Em 2024, a Amazônia registrou um aumento de 68% nos incêndios florestais, ao mesmo tempo em que houve uma redução de 32,4% no desmatamento. O desalinho entre os números indica que, embora seja essencial, a preservação da floresta não pode mais ser a única estratégia para enfrentar a crise climática em nível nacional.</p>
<p>Além da extensa área florestal, a Amazônia é um foco importante na investigação de estratégias devido à desigualdade regional. Afinal, sua grande extensão territorial é um desafio logístico histórico. Caso as políticas de enfrentamento não sejam pensadas de acordo com a realidade local, há um grande risco de a eficiência ser comprometida, gerando prejuízos ao meio ambiente e a todos que dependem dele.</p>
<p>O estudo aponta que o fortalecimento da gestão climática nos estados é peça-chave para transformar planejamento em ações concretas, como a implementação de planos de mitigação e a transição para uma economia de baixo carbono. Entre os estados da região Norte, o Pará possui avanços importantes, embora esbarre nos desafios &#8216;clássicos&#8217; da região para implementar soluções devido à grande extensão territorial.</p>
<p>Entre as iniciativas positivas está o <a href="https://www.semas.pa.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/GUIAINFO.pdf" target="_blank" rel="noopener">Plano Amazônia Agora</a>, que aposta na bioeconomia, incentiva a regularização ambiental e estabelece a meta de zerar as emissões líquidas até 2050, assim como a criação de um plano de atuação voltado ao enfrentamento de eventos extremos, como secas e enchentes.</p>
<p>Mais recentemente, um pouco após o período de análise do estudo, o estado também instituiu o <a href="https://www.sedap.pa.gov.br/node/623" target="_blank" rel="noopener">Plano ABC+</a>, voltado à agricultura de baixo carbono, com foco na redução de emissões e no aumento da resiliência dos sistemas produtivos.</p>
<h3>Entraves</h3>
<p>Entre os entraves mais significativos estão a falta de recursos e de estrutura (em relação a outras regiões do Brasil) para implementar essas políticas; a baixa participação de energias renováveis no setor de transportes e o alto índice de queimadas.</p>
<p>Um desafio extra para a região é o setor de transportes, pois a forte dependência de rodovias e combustíveis fósseis, aliada à fiscalização limitada, dificultam a adesão de alternativas mais sustentáveis. Para o estudo, a solução para esta realidade é a atuação coordenada entre poder público, iniciativa privada e organizações socioambientais.</p>
<blockquote><p>“Mudar esse padrão exige mais do que ampliar tecnologias limpas: requer coordenação nacional entre infraestrutura, política industrial e planejamento energético”, diz Carmynie.</p></blockquote>
<p>O levantamento conclui que o principal desalinho não está apenas na formulação de políticas, mas na capacidade de executá-las com eficiência e equidade. A pesquisa expõe que a distância entre teoria e prática compromete o uso adequado de recursos, dificulta o cumprimento de metas climáticas e aprofunda as desigualdades regionais. Tudo isso enquanto a crise se agrava e gera impactos maiores a cada ano, aumentando ainda mais o abismo no enfrentamento à crise.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-possui-abismo-entre-planejamento-e-acao-no-combate-a-crise-climatica-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-08-22 12:45:21 by W3 Total Cache
-->