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	<title>Colômbia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Colômbia &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Desmatamento e degradação caem 60% no conjunto dos oito países amazônicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/amazonia11-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A área de floresta afetada pelo desmatamento e pela degradação nos oito países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) apresentou uma redução drástica no último ano. Segundo dados do Observatório Regional Amazônico (ORA), a área impactada caiu de 64 mil km² em 2024 para pouco mais de 25 mil km² em 2025 — [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/amazonia11-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A área de floresta afetada pelo desmatamento e pela degradação nos oito países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) apresentou uma redução drástica no último ano. Segundo dados do Observatório Regional Amazônico (ORA), a área impactada caiu de 64 mil km² em 2024 para pouco mais de 25 mil km² em 2025 — um recuo de aproximadamente 60%.</p>
<p>O levantamento, processado com base em informações do programa europeu Copernicus, diferencia os dois tipos de danos: enquanto o desmatamento é a supressão total da vegetação, a degradação é o empobrecimento da floresta causado por incêndios e exploração seletiva de madeira.</p>
<p>A desaceleração ocorre após um período de devastação excepcional. Em 2024, a Amazônia viveu um &#8220;pico&#8221; impulsionado por uma seca severa (resultado do El Niño e do aquecimento do Atlântico Norte), que facilitou a propagação de incêndios. Naquele ano, o desmatamento saltou de 10,3 mil km² para 37 mil km² — uma alta de 256%.</p>
<blockquote><p>“Não podemos analisar a redução dos números de 2025, sem considerar o que houve em 2024, quando vivemos um pico de desmatamento e degradação para a região Amazônica”, explica Maycon Castro, analista de meio ambiente do ORA.</p></blockquote>
<p>Para Arnaldo Carneiro, coordenador do observatório, a melhora atual se deve a uma combinação de fatores. “Existe um componente climático global e outro mais regional”, afirma. Além de condições climáticas menos extremas em 2025, o fortalecimento da fiscalização e do combate a atividades ilegais nos países membros foram decisivos para a queda.</p>
<h3>Vulnerabilidade em áreas protegidas</h3>
<p>O relatório dedica atenção especial aos territórios que funcionam como barreiras ecológicas, mas que sofreram pressões intensas recentemente:</p>
<p>Terras Indígenas: Em 2024, o desmatamento nessas áreas cresceu assustadores 820%. Em 2025, houve uma &#8220;inflexão importante&#8221; com queda de 76% no desmatamento, mas os índices ainda são o dobro do registrado em 2023.</p>
<p>Unidades de Conservação: Mostraram maior resiliência. O desmatamento, que havia subido 450% em 2024, recuou 82% no último ano, retornando praticamente aos patamares de dois anos atrás.</p>
<h3>Desafios estruturais permanecem</h3>
<p>Apesar dos números positivos de 2025, os especialistas alertam que a floresta ainda não está segura. O monitoramento sistemático é essencial para avaliar o impacto no clima e na biodiversidade, mas as causas da destruição continuam presentes.</p>
<blockquote><p>“A expansão da pecuária e a mineração ilegal continuam entre os principais vetores associados ao desmatamento e à degradação na região amazônica e as alterações climáticas agravam o processo”, adverte Arnaldo Carneiro.</p></blockquote>
<p>Para a OTCA, o cenário reforça a urgência de políticas integradas, como o manejo do fogo e a restauração ecológica, para proteger as populações locais e a estabilidade climática global.</p>
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		<title>Mais de 50 países já avançam em planos para se livrar dos fósseis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 18:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[fim dos fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[mapa do Caminho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/petrobras-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Enquanto a escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã faz o preço do barril de petróleo disparar, um novo estudo internacional revela que o &#8220;manual de instruções&#8221; para o mundo se livrar da dependência dos combustíveis fósseis já existe. Publicado nesta terça-feira  10, o relatório aponta que 46 países já possuem planos de descarbonização, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/petrobras-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Enquanto a escalada militar entre Estados Unidos, Israel e Irã faz o preço do barril de petróleo disparar, um novo estudo internacional revela que o &#8220;manual de instruções&#8221; para o mundo se livrar da dependência dos combustíveis fósseis já existe. Publicado nesta terça-feira  10, o relatório aponta que 46 países já possuem planos de descarbonização, enquanto outras 11 nações — incluindo Brasil, Colômbia e Reino Unido — estudam medidas para limitar a oferta desses insumos.</p>
<p>O documento, produzido por think-tanks como o IISD, E3G, Ecco, Sefia e o Observatório do Clima, chega em um momento em que a volatilidade energética ameaça a inflação e o crescimento global. Em abril, o foco se voltará para Santa Marta, na Colômbia, que sediará a primeira conferência internacional dedicada exclusivamente a discutir essa transição.</p>
<h3>Os cinco pilares da transição justa</h3>
<p>Para os especialistas, um &#8220;mapa do caminho&#8221; eficaz não pode ser apenas uma promessa ambiental; ele precisa de viabilidade econômica e justiça social. O estudo elenca cinco critérios essenciais:</p>
<ul>
<li>Alinhamento científico: Metas baseadas em dados climáticos rigorosos.</li>
<li>Foco duplo: Atuar simultaneamente na produção (oferta) e no consumo (demanda).</li>
<li>Justiça social: Planejamento inclusivo que proteja trabalhadores do setor.</li>
<li>Integração governamental: A transição deve ser política de Estado, não apenas de um ministério.</li>
<li>Financiamento coordenado: Apoio internacional robusto e monitoramento constante.</li>
</ul>
<blockquote><p>“Os debates na COP30 mostraram que muitos países estão prontos para ir além das promessas e ter conversas práticas”, analisa Alexandra Scott, da Ecco. Segundo ela, apesar das tensões geopolíticas, a cooperação é o único caminho para que países dispostos a mudar não enfrentem os riscos econômicos sozinhos.</p></blockquote>
<h3>Exemplos que vêm do campo</h3>
<p>O relatório traz lições de quem já está testando a transição na prática. A Alemanha transformou a eliminação do carvão em lei após negociações sociais complexas. O Chile implementou revisões periódicas para aumentar a ambição de suas metas, enquanto parcerias na Indonésia e no Vietnã vincularam o fim dos fósseis ao financiamento internacional.</p>
<p>A mensagem dos pesquisadores é clara: a transição já começou. O risco agora é que ela ocorra de forma desordenada. “A questão é se os governos a gerenciam de forma deliberada”, afirma Angela Picciariello, do IISD. Sem planejamento, países correm o risco de investir em uma oferta que não terá demanda futura, gerando prejuízos fiscais e ativos &#8220;encalhados&#8221;.</p>
<h3>2026: A janela de oportunidade</h3>
<p>Com o Brasil na presidência da COP30 e a conferência de Santa Marta no horizonte, 2026 é visto como o ano decisivo para conectar planos nacionais a uma estratégia global. Para Stela Herschmann, do Observatório do Clima, a clareza é vital especialmente para países produtores: &#8220;Eles precisam de trajetórias previsíveis para diversificar suas economias com sucesso&#8221;.</p>
<p>A dependência do petróleo, além de uma vulnerabilidade ambiental, tornou-se um motor de instabilidade.</p>
<blockquote><p>“Gerenciar essa transição de forma coordenada é do interesse de todos para construir segurança e resiliência de longo prazo”, conclui Katrine Petersen, da E3G.</p></blockquote>
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		<title>Colômbia assume liderança contra combustíveis fósseis e lança nova conferência</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/colombia-assume-lideranca-contra-combustiveis-fosseis-e-lanca-nova-conferencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 14:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Copia-de-DSC05199-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Colômbia assumiu a liderança de uma das principais discussões climáticas na COP30 e anunciou, na manhã desta sexta-feira (21), a criação de uma nova conferência internacional dedicada exclusivamente à transição dos combustíveis fósseis. A Ministra do Meio Ambiente colombiana, Irene Velez-Torres, foi taxativa ao lançar a &#8220;Declaração de Belém para a transição dos combustíveis [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Copia-de-DSC05199-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Colômbia assumiu a liderança de uma das principais discussões climáticas na COP30 e anunciou, na manhã desta sexta-feira (21), a criação de uma nova conferência internacional dedicada exclusivamente à transição dos combustíveis fósseis. A Ministra do Meio Ambiente colombiana, Irene Velez-Torres, foi taxativa ao lançar a &#8220;Declaração de Belém para a transição dos combustíveis fósseis&#8221; e exigir um compromisso imediato.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esta COP não pode terminar sem um mapa claro para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis&#8221;, afirmou, em referência a ausência do tema<a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/plano-contra-combustiveis-fosseis-fica-de-fora-de-novo-rascunho-de-decisao-da-cop30/" target="_blank" rel="noopener"> no novo rascunho de decisão da COP30,</a> divulgado pela manhã.</p></blockquote>
<p>Aplaudida, Velez-Torres revelou que mais de 80 países já apoiam um roteiro para o tema. Para garantir que o debate não termine em Belém, o governo colombiano, em aliança com a Holanda, sediará a primeira Conferência Internacional para a Transição dos Combustíveis Fósseis em Santa Marta, Colômbia, nos dias 28 e 29 de abril de 2026.</p>
<p>A coletiva reuniu ministros de 14 países, muitos deles de nações insulares do Pacífico — como Vanuatu —, que correm risco de desaparecimento devido à crise climática.</p>
<p>&#8220;Sem mitigação nós ficaremos presos num ciclo de aumento de emissões e custos de adaptação climática&#8221;, disse o ministro de Luxemburgo, Serge Wilmes.</p>
<p>A representante das Ilhas Marshall, Tina Stege, reforçou a determinação do grupo, que agradeceu o impulso dado pelo Brasil no tema.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós sabemos que alguns não estão convencidos, mas&#8230; Esse mapa do caminho é inevitável, ele vai acontecer. Esses países se uniram para garantir que ele vai acontecer&#8221;, ressaltou Stege.</p></blockquote>
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		<title>Brasil busca acordo amazônico para a COP30 e apoio para fundo de floresta</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/brasil-busca-acordo-amazonico-para-a-cop30-e-apoio-para-fundo-de-floresta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 18:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula de Presidentes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA)]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Parque-Estadual-Ambiental-das-Arvores-Gigantes-da-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viaja a Bogotá, capital da Colômbia, para participar da Cúpula de Presidentes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Esta edição do encontro será inspirada na Cúpula dos Diálogos da Amazônia, realizada em Belém em 2023. O encontro deve resultar na chamada Declaração de Bogotá, texto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Parque-Estadual-Ambiental-das-Arvores-Gigantes-da-Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viaja a Bogotá, capital da Colômbia, para participar da Cúpula de Presidentes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Esta edição do encontro será inspirada na Cúpula dos Diálogos da Amazônia, realizada em Belém em 2023.</p>
<p>O encontro deve resultar na chamada Declaração de Bogotá, texto que serve como princípio orientador para pontuar consensos regionais a serem apresentados durante a COP30, em Belém, e novembrp.</p>
<p>Na reunião, o Brasil tentará conseguir também que os demais países amazônicos apoiem a proposta de fundo para remunerar nações em desenvolvimento que conservem as suas florestas.</p>
<p>Com um capital estimado em US$ 125 bilhões, o fundo pretende remunerar países e empresas que investirem na preservação de biomas florestais, o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-apresenta-a-paises-com-florestas-tropicais-proposta-de-fundo-para-conservacao/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF)</a> será lançado durante a<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-pretende-ativar-fundo-climatico-de-us-150-bilhoes-antes-da-cop30/" target="_blank" rel="noopener"> COP30.</a></p>
<p>A iniciativa, criada pelo Brasil, visa financiar a proteção de biomas em cerca de 70 países., ampliando a oferta de recursos para projetos de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/florestas-tropicais-em-todo-o-mundo-ja-registram-aumento-de-temperatura-alerta-novo-estudo/" target="_blank" rel="noopener">conservação florestal,</a> remunerando os países que conseguirem manter suas áreas florestais</p>
<p>A reunião principal do encontro ocorre na sexta-feira, 22, na Casa de Nariño, sede da presidência colombiana. Os oito países da OTCA estarão representados, mas apenas Lula e Gustavo Petro, presidente colombiano, confirmaram presença. Além deles, a vice-presidente do Equador, Maria José Pinto, também está confirmada. Os demais países enviarão seis chanceleres.</p>
<p>LEIA MAIS:</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/china-quer-investir-em-fundo-florestal-global-criado-pelo-brasil/" target="_top">China quer investir em fundo florestal global criado pelo Brasil</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-pretende-ativar-fundo-climatico-de-us-150-bilhoes-antes-da-cop30/" target="_top">Brasil pretende ativar fundo climático de US$ 150 bilhões antes da COP30</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-apresenta-a-paises-com-florestas-tropicais-proposta-de-fundo-para-conservacao/" target="_top">Governo apresenta a países com florestas tropicais proposta de fundo para conservação</a></p>
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		<title>Entenda o que é a COP16, que começa hoje na Colômbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 13:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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		<category><![CDATA[patrimônio genético]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/mamifero_inia_geoffrensis_boto-vermelho_diogo_lagroteria_0-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Representações de mais de 190 países se reúnem a partir desta segunda-feira, 21, em Cali, na Colômbia, para a 16ª Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP16). Com o tema &#8220;Paz com a natureza&#8221;, a pauta principal será a proteção da diversidade biológica do mundo e a expectativa é que os debates apontem caminhos para a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/mamifero_inia_geoffrensis_boto-vermelho_diogo_lagroteria_0-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Representações de mais de 190 países se reúnem a partir desta segunda-feira, 21, em Cali, na Colômbia, para a 16ª Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP16). Com o tema &#8220;Paz com a natureza&#8221;, a pauta principal será a proteção da diversidade biológica do mundo e a expectativa é que os debates apontem caminhos para a implementação do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal, adotada há dois anos na COP15, no Canadá.</p>
<p>O acordo, também conhecido pela sigla GBF, inclui 23 metas que têm por objetivo salvaguardar e utilizar de forma sustentável a biodiversidade. A expectativa é que a COP16 se dedique à apresentação de estratégias e planos para deter a perda de espécies até 2030, a atualização e revisão de metas para o cumprimento do acordo, a mobilização dos recursos necessários para a proteção da biodiversidade e a criação de um mecanismo multilateral para repartição justa e equitativa de benefícios decorrentes do uso de recursos genéticos.</p>
<p>Em coletiva à imprensa na semana passada, os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e das Relações Exteriores (MRE) detalharam os pontos centrais que serão defendidos pela delegação brasileira. Um aspecto decisivo será a definição de instrumentos para que o financiamento para a proteção da biodiversidade alcance os US$ 200 bilhões negociados na última COP. Segundo os especialistas, f<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/financiamento-para-protecao-da-biodiversidade-sera-desafio-da-cop16/">altam mecanismos transparentes para saber quanto de fato os países desenvolvidos estão repassando aos países em desenvolvimento</a>.</p>
<p>Além disso, o Brasil pretende assumir uma posição de liderança porque está elaborando a Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb) em diálogo com o Plano Clima, que deve orientar as medidas para a mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Dessa forma, o país estaria unindo esforços para evitar o agravamento das crises climática e de perda de biodiversidade que foram aceleradas pela ação humana.</p>
<p>Em <a href="https://ricardoabramovay.com/2024/09/cop16-para-juntar-clima-e-biodiversidade/" target="_blank" rel="noopener">artigo publicado na Folha de São Paulo</a>, o pesquisador da Universidade de São Paulo, Ricardo Abramovay avalia que a COP16 será importante para unir as agendas de luta contra a emergência climática e de proteção e regeneração dos biomas. Para ele, o Brasil pode ser referência para um esforço global para que tenha como metas interromper a destruição da natureza e incorporar a diversidade biológica à agricultura, transformando as práticas baseadas no uso de produtos químicos e em “produções monótonas”.</p>
<blockquote><p>“O Brasil pode ser líder na transformação ecológica do sistema agroalimentar global. A premissa para tanto é fortalecer a biodiversidade da agropecuária, não só para ampliar o leque de produtos que ela oferece, mas, sobretudo, para protegê-la diante do avanço da crise climática. A forte presença do Brasil em Cali será uma contribuição fundamental nesse sentido”, sugere Abramovay.</p></blockquote>
<p>Fique por dentro dos principais anúncios, as propostas e contribuições brasileiras para a conservação da biodiversidade acompanhando a cobertura da COP16 no <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p>
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		<title>Brasil queimou mais de 21% do seu território em 37 anos; Pará é o segundo estado com mais ocorrências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2023 13:02:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/up_ag_14560_img_63331copy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um novo mapeamento do MapBiomas Fogo revela que a área queimada no Brasil entre 1985 e 2022 foi de 185,7 milhões de hectares/ano, ou 21,8% do território nacional. O total equivale à soma das áreas de Colômbia com o Chile. A Amazônia atingiu a média de 6,8 milhões de hectares/ano afetados pelo fogo, quase uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/up_ag_14560_img_63331copy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um novo mapeamento do <a href="https://mapbiomas.org/" target="_blank" rel="noopener">MapBiomas Fogo</a> revela que a área queimada no Brasil entre 1985 e 2022 foi de 185,7 milhões de hectares/ano, ou 21,8% do território nacional. O total equivale à soma das áreas de Colômbia com o Chile. A Amazônia atingiu a média de 6,8 milhões de hectares/ano afetados pelo fogo, quase uma Irlanda, tendo o Pará como segundo estado com maior <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-em-florestas-quase-dobram-em-2022-e-para-e-o-estado-mais-atingido-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">ocorrência de queimadas</a>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18708" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.04.jpeg" alt="" width="373" height="430" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.04.jpeg 373w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.04-260x300.jpeg 260w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.04-150x173.jpeg 150w" sizes="(max-width: 373px) 100vw, 373px" /></p>
<p>Os municípios paraenses que mais queimaram no período foram São Félix do Xingu, com 24.137 km²; Cumaru do Norte, com 12.782 km²; Altamira, com 11.861 km²; e Santana do Araguaia, com 9.370 km². Em nível nacional, os meses entre julho e outubro concentram 79% da área queimada, com setembro respondendo por 34% do fogo.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-18707" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.09.jpeg" alt="" width="1003" height="630" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.09.jpeg 1003w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.09-300x188.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.09-768x482.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.09-150x94.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-25-at-18.15.09-450x283.jpeg 450w" sizes="(max-width: 1003px) 100vw, 1003px" /></p>
<blockquote><p>“Com essa série histórica de dados de fogo podemos entender o efeito do clima e da ação humana sobre as queimadas e incêndios florestais. Por exemplo, percebemos claramente que em anos de El Nino temos mais ocorrência de incêndios, como nos últimos El Ninos (2015 &#8211; 2016 e 2019), se comparados aos anos de La Niña, quando chove mais na Amazônia (2018 e 2021). A exceção a essa regra foi 2022, quando mesmo sendo um ano de La Nina, a Amazônia queimou bastante”, pontuou Ane Alencar, Coordenadora do Mapbiomas Fogo.</p></blockquote>
<h3>Queimadas recorrentes</h3>
<p>Em todo o Brasil, cerca de 63% da área afetada pelo fogo foi queimada mais de uma vez em 38 anos. Mas esse percentual muda quando analisamos a área queimada em relação ao bioma. Na Amazônia apenas 39% foram queimados uma única vez e 48% entre duas e quatro vezes, sinalizando que a maioria das queimadas no bioma <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-na-amazonia-triplica-em-marco-e-para-e-o-segundo-estado-mais-devastado/" target="_blank" rel="noopener">são recorrentes</a>.</p>
<p>No território amazônico e na Mata Atlântica a maior parte do fogo ocorreu em áreas antrópicas, como pastagem. Os demais biomas seguem o padrão nacional, com a maior parte do fogo ocorrendo em vegetação nativa.</p>
<h3>Manejo Integrado de Fogo</h3>
<p>Sobre o Manejo Integrado de Fogo (MIF), Ane explicou que a queimada só é ruim quando utilizada de forma inadequada e em biomas que não dependem do fogo para se manter, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-registros-de-queimadas-nos-ultimos-5-anos-no-pais-aponta-cnm/" target="_blank" rel="noopener">como a Amazônia</a>.</p>
<blockquote><p>“Na realidade, para que o fogo ocorra e se espalhe precisa de uma combinação de três ingredientes: precisa ter material em quantidade e em boas condições de queima, um clima favorável para a queima e uma fonte de ignição. A história do fogo contada pelos dados do MapBiomas demonstra claramente tanto os anos de maior seca quanto os anos de maior desmatamento”, completou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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