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	<title>CNM &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>CNM &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Municípios gastaram R$ 732 bilhões com desastres entre 2013 e 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 16:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Seca-extrema-rio-Xingu-situacao-hidrica-critica-810x540-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Desastres associados às mudanças climáticas, como incêndios florestais, secas, inundações e deslizamentos, resultaram em perdas econômicas superiores a R$ 732,2 bilhões para os municípios brasileiros, entre 2013 e 2024. Tais eventos afetaram 95% das cidades brasileiras, em frequência e intensidade cada vez maiores, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (6), pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Seca-extrema-rio-Xingu-situacao-hidrica-critica-810x540-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Desastres associados às mudanças climáticas, como incêndios florestais, secas, inundações e deslizamentos, resultaram em perdas econômicas superiores a R$ 732,2 bilhões para os municípios brasileiros, entre 2013 e 2024.</p>
<p>Tais eventos afetaram 95% das cidades brasileiras, em frequência e intensidade cada vez maiores, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (6), pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O prejuízo vai além dos âmbitos econômico e ambiental, afetando também aspectos humanos e sociais.</p>
<blockquote><p>“No mesmo período, foram registradas mais de 70,3 mil decretações municipais de situação de emergência ou estado de calamidade pública, e mais de 6 milhões de pessoas precisaram deixar suas casas”, diz o estudo.</p></blockquote>
<h3>Estudo</h3>
<p>O levantamento contou com a participação de 2.871 municípios do país, número que corresponde à metade (50,6%, mais precisamente) das cidades do Brasil. Segundo a CNM, a coleta de dados ocorreu entre agosto de 2024 e março de 2025, por meio de um formulário online.</p>
<p>Ainda de acordo com o estudo, apenas 12% dos municípios possuem órgão próprio inserido em secretaria específica para lidar com tais questões, o que dificulta ainda mais as atuações locais visando proteção e defesa civil.</p>
<blockquote><p>“Cerca de 49% [dos gestores] disseram que acumulam a função de proteção e defesa civil em outros órgãos da administração local e 32% contam com estrutura exclusiva vinculada ao gabinete do prefeito”, detalhou a CNM, ao afirmar que tais informações “ajudam a compreender a desassistência da gestão municipal, com políticas públicas de prevenção insuficientes”.</p></blockquote>
<h3>Apoio</h3>
<p>Diante desse cenário, o presidente da CNM, o Paulo Ziulkoski, diz ser “urgente” uma atuação federativa com “apoio técnico e financeiro contínuo, de modo a fortalecer a gestão municipal de riscos e desastres”.</p>
<p>Segundo a entidade, cerca de 67% dos municípios disseram precisar de auxílio financeiro para ações de prevenção de desastres; e mais de 70% informaram que seus gastos mensais com defesa civil “não ultrapassam os R$ 50 mil”.</p>
<h3>Articulação e consórcios</h3>
<p>Na avaliação da CNM, o fortalecimento das defesas civis locais passa pela articulação contínua entre União, estados e municípios, “por meio de diálogos, conferências e pesquisas que orientem políticas eficazes de gestão de riscos”.</p>
<p>Uma solução sugerida pela CNM é a de usar, como instrumento visando a ampliação das capacidades locais, consórcios intermunicipais que, segundo a entidade, ainda são pouco explorados pelos municípios. Apenas 15% informaram participar desse tipo de parceria voltadas à Defesa Civil.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Incêndios já atingiram 11 milhões de pessoas e prejuízos econômicos chegam a R$ 1 bi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 17:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[prejuízos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/fogo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que 11,2 milhões de pessoas já foram diretamente afetadas por incêndios florestais nas cidades brasileiras desde o início deste ano. Os números constam de levantamento feito pela entidade, que calcula os prejuízos econômicos com as queimadas em R$ 1,1 bilhão. A estimativa foi feita com dados de 2024, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/fogo2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima que 11,2 milhões de pessoas já foram diretamente afetadas por incêndios florestais nas cidades brasileiras desde o início deste ano. Os números constam de levantamento feito pela entidade, que calcula os prejuízos econômicos com as queimadas em R$ 1,1 bilhão.</p>
<p>A estimativa foi feita com dados de 2024, que mostram que, até a última segunda-feira (16), 538 municípios decretaram situação de emergência por conta dos incêndios.</p>
<blockquote><p>“O crescimento é alarmante quando é feita a comparação com o ano passado, com 3.800 pessoas afetadas e apenas 23 municípios tendo decretado situação de emergência”, disse a CNM.</p></blockquote>
<p>O levantamento também traz informações sobre os decretos de emergência por seca/estiagem nos municípios brasileiros neste ano e diz que o Brasil teve 9,3 milhões de pessoas afetadas e mais de R$ 43 bilhões em prejuízos econômicos.</p>
<p>No mesmo período do ano passado, a população afetada por incêndios florestais era de 630,7 mil pessoas, em 120 municípios.</p>
<p>Diante desse cenário, a CNM defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 31/2024, que institui o Conselho Nacional de Mudança Climática, a Autoridade Climática Nacional e o Fundo Nacional de Mudança Climática.</p>
<p>O conselho deverá ser composto pelos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Pela proposta, também participarão do colegiado um ministro de Estado, três governadores de Estado, eleitos entre si; três representantes dos municípios, escolhidos pelo conjunto dos chefes do Poder Executivo municipal; e a Autoridade Climática Nacional.</p>
<p>A Autoridade Climática Nacional será nomeada pelo Presidente da República dentre os membros de lista tríplice elaborada pelo Conselho Nacional de Mudança Climática, para exercício em período coincidente com o mandato de deputado federal, com direitos e deveres de ministro de Estado.</p>
<p>Caberá à Autoridade Climática subsidiar a execução e implementação da Política Nacional sobre Mudança do Clima; regular e monitorar a implementação das ações e metas setoriais de mitigação, de adaptação e de promoção da resiliência às mudanças do clima; e realizar articulação interministerial das políticas climáticas, entre outras atribuições.</p>
<p>A proposta destina ainda 3% da arrecadação dos Impostos de Renda e sobre Produtos Industrializados (IPI), ao Fundo Nacional sobre Mudança do Clima.</p>
<blockquote><p>“A Confederação justifica essa medida porque o modelo tradicional de aplicação de recursos públicos não tem produzido resultados adequados na promoção de medidas efetivas que possam prevenir e enfrentar as consequências da mudança climática”, diz a instituição.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Agropecuária já perdeu de R$ 1,3 bilhão com a seca na região Norte</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/agropecuaria-ja-perdeu-de-r-13-bilhao-com-a-seca-na-regiao-norte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 18:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Seca_Santarem2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A queda de chuvas abaixo do volume normal e a estiagem prolongada que afeta a Amazônia desde o ano passado contribuem para o aumento do impacto da seca no norte do País. De acordo com análise da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), os prejuízos somente no setor agropecuário neste ano já ultrapassam R$ 1,3 bilhão. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Seca_Santarem2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A queda de chuvas abaixo do volume normal e a estiagem prolongada que afeta a Amazônia desde o ano passado contribuem para o aumento do impacto da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-avanca-em-69-dos-municipios-da-amazonia-legal/" target="_blank" rel="noopener">seca no norte do País.</a> De acordo com análise da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), os prejuízos somente no setor agropecuário neste ano já ultrapassam R$ 1,3 bilhão. As informações são do <a href="https://globorural.globo.com/clima/especial/extremos-climaticos-ja-causaram-perdas-de-r-66-bilhoes-ao-agro.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p>
<p>O montante de prejuízo financeiro vem crescendo mês a mês, sendo que em julho já era de R$ 1,1 bilhão. À época, desse total, cerca de R$ 933 milhões correspondiam <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-deve-afetar-movimentacao-de-graos-pelos-portos-amazonicos/" target="_blank" rel="noopener">às perdas do setor agrícola.</a> Mas a tendência é que o valor cresça ainda mais à medida que novas cidades decretem estado de emergência e divulguem os dados sobre sua situação. Até o final de julho, 209 municípios da região Norte decretaram situação de emergência.</p>
<blockquote><p>“Municípios de todo o Brasil estão vivenciando desastres recorrentes, e a estiagem histórica na região Norte evidencia a urgência de atuação federativa para enfrentar a emergência climática”, afirmou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.</p></blockquote>
<p>Além dos danos às propriedades rurais, a seca severa contribui para outros danos, como o aumento do risco de incêndios florestais, a degradação ambiental e a suspensão de serviços essenciais, como o abastecimento de água potável, entre outros problemas que afetam ainda mais os agricultores familiares.</p>
<blockquote><p>“A pobreza aprofunda o impacto da seca no Norte. Os grandes produtores conseguem passar por isso, mas entre os pequenos muitos não têm acesso à assistência técnica e energia”, analisa a pesquisadora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Ana Paula Cunha.</p></blockquote>
<p>A CNM chama atenção ainda para a disparada dos custos com eventos climáticos nos últimos anos. Isso porque, de 2013 e 2023, a seca causou cerca de R$ 2,2 bilhões de prejuízos na região, ou seja, o valor calculado neste ano representa mais de 50% de todo o prejuízo dos últimos 10 anos.</p>
<p>No que se refere especificamente aos impactos para a produção agropecuária, a entidade estima que os prejuízos decorrentes de eventos climáticos no Brasil chegam a R$ 6,67 bilhões, sendo R$ 1,3 da região Norte e R$ 5,4 bilhões devido às enchentes que arrasaram o estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/comunidades-do-oeste-paraense-cobram-solucoes-para-enfrentar-a-seca/" target="_top" rel="noopener">Comunidades do oeste paraense cobram soluções para enfrentar a seca</a></strong></p>
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		<title>Pará teve R$ 1,6 bilhão de prejuízos com desastres climáticos em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
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		<category><![CDATA[desastres naturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/tapajos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A ocorrência de desastres naturais como secas e estiagens, alagamentos, erosões, alagamentos, chuvas intensas e outros fenômenos provoca diferentes impactos nas localidades afetadas. Além de perdas humanas e de alterações ambientais, esses eventos deixam prejuízos materiais e criam uma demanda maior por recursos para recuperação e mitigação de danos. Somente no Pará, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/tapajos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A ocorrência de desastres naturais como secas e estiagens, alagamentos, erosões, alagamentos, chuvas intensas e outros fenômenos provoca diferentes impactos nas localidades afetadas. Além de perdas humanas e de alterações ambientais, esses eventos deixam prejuízos materiais e criam uma demanda maior por recursos para recuperação e mitigação de danos. Somente no Pará, os fenômenos ocorridos em 2023 causaram um prejuízo de R$ 1,628 bilhão no ano de 2023.</p>
<p>Os dados estão disponíveis no Atlas Digital de Desastres no Brasil, uma plataforma que agrega informações da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MDIR). O cálculo referente aos diversos tipos de desastres registrados no estado, incluindo incêndios florestais, inundações, seca e estiagem, considera os prejuízos de R$ 487,9 milhões em danos materiais, R$ 575,24 milhões em prejuízos públicos e R$ 565,53 milhões em prejuízos privados.</p>
<p>Segundo o MDIR, a localidade mais afetada foi o município de Parauapebas e Oriximiná, com 14 e 12 ocorrências de desastres, respectivamente. Óbidos, Santarém, Prainha, Vitória do Xingu, Breves e Maracanã também constam na lista das regiões impactadas.</p>
<h3>Prejuízo de R$ 5,564 bilhões em dez anos</h3>
<p>Os efeitos que os desastres naturais causam nas contas públicos e nas atividades produtivas também são acompanhados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que divulgou nesta segunda-feira, 20, um panorama sobre o tema no período entre 2013 e 2023. De acordo com a instituição, os prejuízos para o estado foram de R$ 5,564 bilhões nesse intervalo.</p>
<p>Durante a última década, o Pará teve 1.456 decretos de desastres. No Brasil, foram 64.742 decretos nos últimos dez anos. Desse total, 41% foram vinculados a eventos de seca e estiagem, 29% relacionadas à chuvas, 24% do total ligadas à doenças infecciosas, 5% relacionadas a incêndios e 1% a outros tipos de desastres. Em todo o país, o impacto financeiro dos desastres chegou a R$ 639, 4 bilhões.</p>
<p>Além disso, CNM destaca que os setores mais impactados são a agricultura, a pecuária, as instalações públicas, os serviços de abastecimento de água potável e obras de infraestrutura.</p>
<blockquote><p>“Nos primeiros cinco meses de 2024, os desastres causaram mais de R$ 32,1 bilhões em prejuízos em todo o Brasil”, disse o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, durante entrevista coletiva realizada pela instituição.</p></blockquote>
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		<title>Mulheres da agricultura familiar agora também são prioridade na aquisição de alimentos do Pnae</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 15:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/agricultura_mulher-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A publicação da Lei 14.660/2023 nesta quinta-feira, 24 de agosto, no Diário Oficial da União, inclui os grupos formais e informais de mulheres aos grupos prioritários das compras da agricultura familiar. Além disso, a aquisição dos gêneros alimentícios da agricultura familiar, quando comprados de família rural individual, deverá ser realizada no nome da mulher, em no mínimo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/agricultura_mulher-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A publicação da <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.660-de-23-de-agosto-de-2023-505126186" target="_blank" rel="noopener"><strong>Lei 14.660/2023</strong></a> nesta quinta-feira, 24 de agosto, no Diário Oficial da União, inclui os grupos formais e informais de mulheres aos grupos prioritários das compras da agricultura familiar. Além disso, a aquisição dos gêneros alimentícios da agricultura familiar, quando comprados de família rural individual, deverá ser realizada no nome da mulher, em no mínimo 50% (cinquenta por cento) do valor das compras da agricultura familiar realizadas pelos Municípios.</p>
<p>A Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que, com base na legislação, os municípios já são obrigados a adquirir com, no mínimo, 30% dos recursos financeiros repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, sendo públicos priorizando os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas.</p>
<p>Segundo dados do FNDE, em 2019, os Municípios adquiriram da agricultura familiar 38,8% dos recursos passados para compra da merenda escolar. E em 1.823 Municípios as compras de alimentos da agricultura familiar foram superiores a 50% do valor repassado.</p>
<p>A área técnica de desenvolvimento rural da CNM lembra que a identificação dos agricultores familiares é realizada por meio da declaração de aptidão ao Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que é o DAP ou pelo Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) válido. Para orientar sobre a emissão do CAF, a CNM realizou no dia 10 de agosto um <a href="https://cnm.org.br/comunicacao/noticias/orientacoes-sobre-o-cadastro-nacional-da-agricultura-familiar-sao-reforcadas-nos-seminarios-tecnicos-da-cnm" target="_blank" rel="noopener"><strong>Seminário Técnico</strong></a> para tratar do tema.</p>
<p>A área técnica de educação da entidade destaca que as alterações da Lei já valem a partir deste ano e os gestores precisam se adequar às mudanças que, apesar de não representarem impacto financeiro, podem burocratizar o processo de aquisição de alimentos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações.</p>
<p><em>Fonte: Agência CNM de Notícias</em></p>
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