<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ciência &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/ciencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Mar 2026 02:16:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.1</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>ciência &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Em Belém, delegação britânica conhece modelos de inovação com base na floresta</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/em-belem-delegacao-britanica-conhece-modelos-de-inovacao-com-base-na-floresta/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/em-belem-delegacao-britanica-conhece-modelos-de-inovacao-com-base-na-floresta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Parque da Bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Partnerships for Forests]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41248</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260305183121-GC00075199-F00292245E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, uma delegação do Reino Unido esteve no Parque de Bioeconomia, em Belém, para conhecer a estrutura e o modelo de funcionamento do espaço voltado ao desenvolvimento de negócios sustentáveis baseados na biodiversidade amazônica. A delegação é composta por representantes do Partnerships for Forests (P4F), programa financiado pelo governo britânico que apoia negócios de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260305183121-GC00075199-F00292245E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, uma delegação do Reino Unido esteve no <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-aposta-em-bioeconomia-para-fortalecer-cadeias-produtivas-da-floresta/" target="_blank" rel="noopener">Parque de Bioeconomia</a>, em Belém, para conhecer a estrutura e o modelo de funcionamento do espaço voltado ao desenvolvimento de negócios sustentáveis baseados na biodiversidade amazônica.</p>
<p>A delegação é composta por representantes do Partnerships for Forests (P4F), programa financiado pelo governo britânico que apoia negócios de impacto e parcerias voltadas à proteção de florestas tropicais. O programa atua conectando investimentos privados, governos e comunidades locais para desenvolver cadeias produtivas sustentáveis em países da América Latina, África e Sudeste Asiático.</p>
<p>No Brasil, a atuação passa justamente pelo apoio a projetos capazes de gerar renda e desenvolvimento sem desmatamento. Logo, a visita ao Pará é considerada estratégica pelo governo estadual para ampliar essa cooperação e trazer mais apoio a negócios sustentáveis paraenses, especialmente após a inauguração do Parque da Bioeconomia, em 2025.</p>
<p>Durante a agenda, conduzida na última quarta-feira, 4, pela secretária-adjunta da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade do Pará (Semas), Camille Bermeguy, os representantes conheceram a estrutura do Parque e as estratégias do governo estadual para impulsionar negócios baseados na sociobiodiversidade.</p>
<blockquote><p>“O Parque de Bioeconomia foi pensado para ser o endereço da inovação de base florestal no Pará. Um ambiente que reúne startups, comunidades e pesquisadores, com serviços, incubação e conexão com investimento. Aqui a gente cria as condições para transformar a sociobiodiversidade amazônica em produtos, tecnologias e oportunidades, com geração de renda e valorização de saberes tradicionais”, disse.</p></blockquote>
<p>O local funciona como um hub de inovação voltado à bioeconomia, onde empreendedores, pesquisadores e comunidades têm acesso a ambientes de trabalho colaborativo, incubadoras de negócios, aceleradoras, fundos de investimento e espaços de conexão com o mercado. A proposta do espaço é transformar pesquisas e conhecimentos tradicionais em produtos e tecnologias sustentáveis com alto valor de mercado.</p>
<p>Durante a visita, a delegação também conheceu o Laboratório-Fábrica, uma planta-piloto voltada ao desenvolvimento e à produção experimental de alimentos, cosméticos e químicos finos a partir de insumos da floresta. A estrutura integra o centro de inovação do complexo e foi criada para aproximar a pesquisa científica do setor produtivo.</p>
<p>Para o governo paraense, o Parque de Bioeconomia é um ponto de inovação voltado para atrair e concentrar potenciais parceiros internacionais para criação e desenvolvimento de tecnologias, empreendimentos e produtos mais sustentáveis.</p>
<p>O espaço integra a estratégia de implementação do Plano Estadual de Bioeconomia do Pará (PlanBio), que busca fortalecer cadeias produtivas sustentáveis e ampliar oportunidades econômicas ligadas à biodiversidade amazônica.</p>
<p>Camille Bermeguy destaca que o investimento em políticas e estruturas voltadas a bioeconomia tem colocado o estado no radar internacional.</p>
<blockquote><p>“O Pará vem consolidando uma política pública robusta para a bioeconomia, com instrumentos como o PlanBio e estruturas como o Parque e o Laboratório-Fábrica, que aproximam ciência e mercado com responsabilidade socioambiental. Esse avanço desperta o interesse de governos, empresas, fundações e instituições estrangeiras, porque o mundo busca soluções reais para manter a floresta em pé e, ao mesmo tempo, promover desenvolvimento sociobioeconômico com base na Amazônia”, concluiu.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/tecnologia/em-belem-delegacao-britanica-conhece-modelos-de-inovacao-com-base-na-floresta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto do Museu das Amazônias é lançado em Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/projeto-do-museu-das-amazonias-e-lancado-em-belem/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/projeto-do-museu-das-amazonias-e-lancado-em-belem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 13:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Museu das Amazônias]]></category>
		<category><![CDATA[saberes tradiconais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=29618</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/museu_amazonias-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Foi laçado na segunda-feira, 8, o Museu das Amazônias, um novo espaço cultural que será instalado no armazém 4 do Porto Futuro II. O museu é um dos principais legados da COP 30 e será entregue antes da realização do evento, em novembro de 2025. Ao unir conhecimento científico e saberes tradicionais da região, o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/museu_amazonias-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Foi laçado na segunda-feira, 8, o Museu das Amazônias, um novo espaço cultural que será instalado no armazém 4 do Porto Futuro II. O museu é um dos principais legados da COP 30 e será entregue antes da realização do evento, em novembro de 2025. Ao unir conhecimento científico e saberes tradicionais da região, o museu vai contemplarr o povo, a história e cultura do norte do Brasil e dos oito países vizinhos que possuem parte da floresta Amazônica em seu território.</p>
<blockquote><p>“Isto permitirá que nós possamos, no dia seguinte ao da COP, ter um legado que fará com que a cidade continue vivendo esse momento especial em que o Estado se consolida no protagonismo da agenda ambiental, atraindo oportunidades diversas para a sua economia e fazendo com que nós, paraenses, possamos ter a compreensão do patrimônio e do tesouro que nós temos”, disse o governador Helder Barbalho.</p></blockquote>
<p>O espaço será um museu a céu aberto instalado no Porto Futuro II e terá quatro eixos temáticos: Amazônia Milenar – que promove os saberes ancestrais indígenas; Amazônia Secular – um olhar para os ribeirinhos, quilombolas, extrativistas, seringueiros, pescadores e outros povos que ocupam a região há séculos; Amazônia Degradada – alertando o risco sobre a região e o mundo; e Amazônias Possíveis – um debate sobre os rumos do bioma.</p>
<p>A composição do museu é fruto da participação da comunidade acadêmica e científica da Pan-Amazônia, com a colaboração da sociedade civil por meio de um cronograma de escutas sob coordenação do Museu Emílio Goeldi.</p>
<blockquote><p>“Este é um projeto que faz brilhar nossos olhos, porque combina ciência, cultura, pesquisa, extensão, educação e sustentabilidade. Quando você bota ciência e cultura juntas, abrem-se horizontes muito diversos. Estamos falando de equipamento de difusão científica e cultural, que amplia as vozes da floresta, dos seus povos e da sua biodiversidade, reforçando o debate sobre a necessidade de construirmos hoje um desenvolvimento sustentável”, afirmou a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.</p></blockquote>
<p>O museu é uma parceria do BNDES com Governo do Pará, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF), Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) e Instituto Cultural Vale. O MCTI anunciou investimento de R$ 20 milhões na iniciativa, enquanto o CAF doou 800 mil dólares. O BNDES participa com assessoria técnica e articulação de apoiadores.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cultura/projeto-do-museu-das-amazonias-e-lancado-em-belem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais da metade das áreas de terra firme na Amazônia brasileira é pouco estudada pela ciência</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mais-da-metade-das-areas-de-terra-firme-na-amazonia-brasileira-e-pouco-estudada-pela-ciencia/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mais-da-metade-das-areas-de-terra-firme-na-amazonia-brasileira-e-pouco-estudada-pela-ciencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 15:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[terras firmes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=22033</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/VaziosEstudoAmazonia_Marizilda_Cruppe_Rede_Amazonia_Sustentavel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Mais da metade das terras firmes da Amazônia são áreas pouco estudadas pela ciência. Os vazios de conhecimento sobre a biodiversidade nesses locais é infinitamente menor em relação às zonas úmidas e aos ecossistemas aquáticos da região. Pra ser mais exato, eles correspondem a 54,1% das áreas de terra firme, 27,3% dos habitats aquáticos e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/VaziosEstudoAmazonia_Marizilda_Cruppe_Rede_Amazonia_Sustentavel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Mais da metade das terras firmes da Amazônia são áreas pouco estudadas pela ciência. Os vazios de conhecimento sobre a biodiversidade nesses locais é infinitamente menor em relação às zonas úmidas e aos ecossistemas aquáticos da região. Pra ser mais exato, eles correspondem a 54,1% das áreas de terra firme, 27,3% dos habitats aquáticos e 17,3% das áreas úmidas (várzeas).</p>
<p>Essa lacuna sobre a biodiversidade amazônica é um dos principais resultados de um mapeamento da pesquisa ecológica em toda a Amazônia brasileira realizada por cientistas de instituições do Brasil e de outros países que integram e sintetizam informações sobre estudos da biodiversidade amazônica.</p>
<p>Publicado na <em>Current biology</em> pelo projeto <a href="https://synergize.xibe.org/" target="_blank" rel="noopener">Synergize</a>, do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos do CNPq, o estudo identificou os fatores logísticos, como a disponibilidade de meios de transporte e a distância em relação a grandes cidades e centros de pesquisa, como os principais influenciadores na escolha das áreas de pesquisa.</p>
<p>O modelo utilizado no estudo revelou ainda que cerca de 15% das áreas com menor probabilidade de serem pesquisadas estão sujeitas a sofrer severas alterações até 2050, em decorrência das mudanças climáticas e outras formas de degradação causadas pela atividade humana na região.</p>
<p>Essa falta de pesquisa e conhecimento nessas áreas tem impactos significativos. Além da perda da biodiversidade e dos benefícios que ela proporciona para as pessoas, também estamos perdendo a oportunidade de entender como os organismos desses ecossistemas estão reagindo às mudanças climáticas e à degradação ambiental.</p>
<p>Mario Moura, especialista em lacunas de conhecimento sobre biodiversidade e autor do artigo, destacou a o ((eco))  a importância de entender como a biodiversidade da Amazônia responde às mudanças para termos uma referência no futuro. No entanto, a ausência de pesquisas adequadas dificulta essa compreensão, pois não temos um ponto de comparação do que era o ecossistema antes e como está agora.</p>
<blockquote><p>“Para entender como a biodiversidade da Amazônia vai responder [às mudanças], precisamos entender como ela está organizada hoje. Assim, no futuro, quando alguma mudança acontecer, vamos ter com o quê comparar”, explica ele. “Precisamos falar de um antes e um depois, e nesse momento a gente não sabe nenhum dos dois: o depois já está chegando e o antes ainda não foi construído”, lamenta Moura, que é professor visitante da Unicamp (Universidade de Campinas).</p></blockquote>
<p>De acordo com a<a href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-noticias/-/noticia/81899246/areas-de-terra-firme-na-amazonia-brasileira-sao-pouco-conhecidas-pela-ciencia?link=agencia" target="_blank" rel="noopener"> Embrapa,</a> para compreender melhor a situação das pesquisas ecológicas na Amazônia brasileira e fazer recomendações a tomadores de decisão, o grupo de pesquisadores do Synergize realizou um estudo adicional sobre investimentos em pesquisas na região. As recomendações estão organizadas em um sumário para políticas (policy brief) intitulado <a href="https://www.gov.br/cnpq/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas/sinbiose-1/pdfs/brief-synergise-port-tela.pdf" target="_blank" rel="noopener">Como superar os desafios que limitam as pesquisas ecológicas na Amazônia</a> e disponível no website do Centro SinBiose.</p>
<blockquote><p>“Os resultados desse estudo são importantes para orientar ações mais estratégicas de fomento às pesquisas na Amazônia, especialmente neste momento em que a reunião dos chefes de Estado da Amazônia Legal – a Cúpula da Amazônia – se aproxima. Nossos estudos apontam que não basta apenas aumentar os recursos disponíveis; é necessário uma alocação bastante estratégica por parte dos tomadores de decisão”, finaliza Joice Ferreira.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mais-da-metade-das-areas-de-terra-firme-na-amazonia-brasileira-e-pouco-estudada-pela-ciencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo aponta que plantas emitem sons em condições de estresse</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-aponta-que-plantas-emitem-sons-em-condicoes-de-estresse/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-aponta-que-plantas-emitem-sons-em-condicoes-de-estresse/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 18:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[plantas]]></category>
		<category><![CDATA[som]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=17766</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/vice-presidente_da_republica_hamilton_mourao_carajas_missoes_diplomaticas_a_amazonia_oriental0809210165-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Quando as plantas são submetidas a algum tipo de estresse, elas emitem sons em uma frequência que os humanos não conseguem ouvir, mas são semelhantes ao estouro de plástico bolha. Ele pode ser detectado a mais de um metro de distância e seu volume é semelhante ao de uma conversa normal. Um estudo da Universidade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/vice-presidente_da_republica_hamilton_mourao_carajas_missoes_diplomaticas_a_amazonia_oriental0809210165-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Quando as plantas são submetidas a algum tipo de estresse, elas emitem sons em uma frequência que os humanos não conseguem ouvir, mas são semelhantes ao estouro de plástico bolha. Ele pode ser detectado a mais de um metro de distância e seu volume é semelhante ao de uma conversa normal. Um estudo da Universidade de Tel Aviv publicado na revista <i>Cell</i> estudou esses sons em plantas de tomate e tabaco &#8220;estressadas&#8221;, seja devido à falta de água ou porque um caule foi cortado.</p>
<p>A frequência desses sons é muito alta para nossos ouvidos captarem, mas existem animais e plantas que &#8220;podem ouvi-los, então há uma chance de haver muita interação acústica acontecendo&#8221;, disse o coordenador do estudo Lilach Hadany, da Universidade de Tel Aviv, em Israel.</p>
<blockquote><p>“Quando essas plantas estão em boa forma, elas produzem menos de um som por hora, mas quando estressadas emitem muito mais, às vezes de 30 a 50 por hora”, explica Lilach Hadany, biólogo evolucionista da Universidade de Tel Aviv, em entrevista ao The Guardian.</p></blockquote>
<p>Embora vibrações ultrassônicas já tenham sido registradas em plantas, esta é a primeira evidência de que elas são transmitidas pelo ar, fato que as torna mais relevantes para outros organismos do ambiente, explica a publicação.<br />
As plantas interagem com insetos e outros animais, muitos dos quais usam o som para se comunicar, &#8220;então seria altamente inadequado para as plantas não usar som algum&#8221;, disse Hadany.</p>
<p>A equipe agora está estudando as respostas de outros organismos, tanto animais quanto vegetais, a esses sons, e a capacidade de identificar e interpretar sons em ambientes naturais.</p>
<p><em>As informações são do jornal O Estado de S. Paulo com agências internacionais</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-aponta-que-plantas-emitem-sons-em-condicoes-de-estresse/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-09-18 23:13:45 by W3 Total Cache
-->