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	<title>catálogo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Catálogo reúne 56 espécies de árvores nativas para apoio a manejo florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 20:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/catalogo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O mateiro paraense conta agora com uma ferramenta importante na identificação das árvores da nossa floresta. Trata-se de um catálogo inédito com 56 espécies nativas arbóreas comerciais lançado nesta terça-feira, 21/9, pela Embrapa. A identificação botânica é a base da sustentabilidade do manejo florestal e de estratégias para a conservação das espécies florestais na região. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/catalogo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O mateiro paraense conta agora com uma ferramenta importante na identificação das árvores da nossa floresta. Trata-se de <a href="https://www.embrapa.br/en/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1134517/arvores-do-manejo-florestal-no-projeto-de-desenvolvimento-sustentavel-virola-jatoba-anapu-pa" target="_blank" rel="noopener">um catálogo inédito</a> com 56 espécies nativas arbóreas comerciais lançado nesta terça-feira, 21/9, pela Embrapa. A identificação botânica é a base da sustentabilidade do manejo florestal e de estratégias para a conservação das espécies florestais na região.</p>
<p>A publicação apresenta árvores exploradas no plano de manejo conduzido pela comunidade do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Virola-Jatobá, localizado no município de Anapu, região da Transamazônica, no Pará.</p>
<p>Detalhes do talho, casca externa, tronco, base, flor, fruto e características da madeira, como cor, densidade, dureza, durabilidade e escala comercial, distribuição geográfica das espécies, risco de extinção e outras informações relevantes estão reunidas em um vasto material que alia a experiência e o conhecimento das comunidades à ciência. O catálogo traz o “jeitão das arvores”, como é conhecido pelos comunitários, e o que técnicos e cientistas chamam de características físicas para a correta identificação das espécies.</p>
<p>Um dos grandes desafios do manejo comunitário é a identificação correta de espécies, pois comumente um único nome popular acaba agrupando diferentes espécies com madeiras semelhantes, mas com características biofísicas e valor de mercado distintos, o que traz prejuízos ao negócio da comunidade.</p>
<p>Um exemplo comum encontrado pelos pesquisadores durante a elaboração do catálogo é o caso da maçaranduba, espécie de grande valor para a comunidade e para o mercado. Três espécies da mesma família eram nominadas pelos identificadores locais como maçaranduba: maparajuba [<em>Manilkara bidentata </em>(A.DC.) A.Chev], maçarandubinha [<em>Manilkara paraensis </em>(Huber) Standl] e a própria marçaranbuda [<em>Manilkara elata </em>(Allemao ex Miq.) Monach].</p>
<blockquote><p>“Isso acontece porque o ‘jeitão’ delas é muito parecido. Mas no mercado internacional elas têm valores diferentes. Então havia erros de identificação que prejudicavam lotes inteiros. E nosso objetivo foi trazer elementos para que a comunidade possa diferenciar essas espécies”, conta Ademir Ruschel, pesquisador da <a href="http://www.embrapa.br/amazonia-oriental" target="_blank" rel="noopener">Embrapa Amazônia Oriental</a> (PA) e um dos autores da publicação.</p></blockquote>
<p>As árvores nativas presentes no catálogo foram selecionadas em razão do volume de madeira, abundância, valor de mercado e uso tradicional pela comunidade. Cada uma das 56 espécies está organizada em ordem alfabética de acordo com o nome mais popular e traz o nome científico, família, utilidades, curiosidades, detalhes de identificação e a distribuição geográfica no Brasil.</p>
<p>Elas são classificadas também de acordo com três escalas: risco de extinção, potencial para extração de Produto Florestal Não Madeireiro (PFNM) e aceitação comercial.</p>
<h3>Espécies desconhecidas</h3>
<p>O catálogo, segundo Ruschel, traz espécies desconhecidas externamente como o coco-pau (<em>Parinari excelsa </em>Sabine) e o melancieiro (<em>Alexa grandiflora </em>Ducke), cujo nome é uma referência ao cheiro de melancia exalado pela casca do tronco. “O coco-pau, aliás, dava nome a três espécies diferentes da mesma família e no catálogo conseguimos diferenciar”, conta o pesquisador.</p>
<p>Até espécies mais conhecidas, como jatobá (<em>Hymenaea courbaril </em>L<em>.)</em>, têm erros de identificação.</p>
<blockquote><p>“As espécies do gênero Hymenaea são muito parecidas e para a comunidade, tudo era jatobá. Mas para o plano de manejo é importante diferenciar”, afirma Ruschel.</p></blockquote>
<p>Mas os nomes populares podem, segundo o pesquisador, ter diferenças entre as regiões do mesmo Estado. “Isso poderia ser um problema, então tentamos trazer para o catálogo os diferentes nomes populares e aqueles mais adotados pelos órgãos de fiscalização”, conta.</p>
<p>Acesse o catálogo no link abaixo:</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/LV-ArvoresManejoFlorestal.pdf">ArvoresManejoFlorestal</a></p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amazônia Oriental</em></p>
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