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	<title>castanha-do-Pará &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>castanha-do-Pará &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Safra da castanha-do-pará é aberta na Flota do Paru com foco em sustentabilidade e segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317111030-GC00075539-F00294555E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O início de um novo ciclo produtivo e ambiental marcou a última segunda-feira,16, no município de Monte Alegre, na região do Baixo Amazonas. A abertura oficial da safra de castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Paru mobilizou centenas de extrativistas, consolidando um modelo de gestão que une a geração de renda para comunidades tradicionais à [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317111030-GC00075539-F00294555E-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O início de um novo ciclo produtivo e ambiental marcou a última segunda-feira,16, no município de Monte Alegre, na região do Baixo Amazonas. A abertura oficial da safra de castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Paru mobilizou centenas de extrativistas, consolidando um modelo de gestão que une a geração de renda para comunidades tradicionais à conservação da natureza.</p>
<p>A safra de 2026 reflete o amadurecimento de políticas públicas implementadas pelo Governo do Pará, por meio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio). Nos últimos dois anos, o órgão executou o projeto de compatibilização do extrativismo em áreas de concessão florestal, buscando o equilíbrio entre o uso tradicional dos recursos e o manejo das florestas públicas.</p>
<p>Para o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, a iniciativa é estratégica para o desenvolvimento regional com sustentabilidade.</p>
<blockquote><p>“A castanha-do-pará é um símbolo da bioeconomia amazônica. Ao investir nos extrativistas, estamos fortalecendo a economia local, gerando renda e, ao mesmo tempo, protegendo a floresta. Esse é o caminho para um desenvolvimento que respeita as pessoas e o meio ambiente.”</p></blockquote>
<h3>Segurança e suporte técnico</h3>
<p>No dia 12 de fevereiro, a Diretoria de Gestão de Florestas Públicas de Produção (DGFLOP) finalizou a entrega de kits de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e insumos básicos. Dos 187 coletores habilitados na Flota do Paru, 150 já receberam uniformes, botas, luvas, capacetes e óculos, além de ferramentas como terçados, sacas de ráfia, linhas e agulhas.</p>
<figure id="attachment_41485" aria-describedby="caption-attachment-41485" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-41485" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-300x225.webp" alt="" width="680" height="510" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-300x225.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-1024x769.webp 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-768x577.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-150x113.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-450x338.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552-1200x901.webp 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260317104536-GC00075539-F00294552.webp 1400w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption id="caption-attachment-41485" class="wp-caption-text">Foto: DGFLOP/Ideflor-Bio</figcaption></figure>
<p>Além do suporte material, o conhecimento técnico foi priorizado. Ao longo de 2025, os coletores passaram por capacitações promovidas pelo Instituto Floresta Tropical (IFT) e pela The Nature Conservancy (TNC), abordando boas práticas de manejo, segurança no trabalho e estratégias de precificação no mercado de produtos não madeireiros.</p>
<h3>Gestão participativa e financiamento</h3>
<p>Um dos diferenciais desta safra é a entrega de uma cartilha de regras de uso das áreas de coleta, elaborada de forma participativa pelos próprios extrativistas. O documento estabelece acordos de convivência e normas para evitar conflitos, fortalecendo a autogestão comunitária nos castanhais.</p>
<p>O projeto é financiado com recursos do Fundo de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Fundeflor), provenientes das próprias concessões florestais.</p>
<blockquote><p>“Estamos promovendo um modelo em que o extrativista é reconhecido como parte essencial da gestão da floresta. Ao garantir segurança, organização e regras claras, fortalecemos a atividade e asseguramos a conservação dos recursos naturais para as próximas gerações&#8221;, disse a gerente de Contratos Florestais do Ideflor-Bio, Cíntia Soares, que enfatiza a relevância da integração:</p></blockquote>
<p>A diretora da DGFLOP, Ana Claudia Simoneti, reforça que o projeto é um exemplo de inovação na gestão pública:</p>
<blockquote><p>“A compatibilização entre o uso tradicional e a concessão florestal é um desafio, mas também uma grande oportunidade. Esse trabalho mostra que é possível construir soluções conjuntas, respeitando o conhecimento das comunidades e promovendo uma gestão mais eficiente e inclusiva.”</p></blockquote>
<p>Com o início da colheita, a expectativa é de que a organização alcançada neste ano sirva de modelo para outras unidades de conservação no estado, reafirmando o papel do Pará como protagonista na bioeconomia nacional.</p>
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		<title>Safra sustentável da castanha-do-pará na Flota Trombetas projeta movimentar R$ 2 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 14:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[extrativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/castanha-do-para2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No oeste do Pará, mais precisamente entre Óbidos e Oriximiná, os portões da Floresta Estadual (Flota) Trombetas se abriram para um ritual que une sobrevivência e conservação. No último sábado, 7, a base do Jamaracaru, sob a gestão do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), foi o palco da abertura oficial [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/castanha-do-para2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No oeste do Pará, mais precisamente entre Óbidos e Oriximiná, os portões da Floresta Estadual (Flota) Trombetas se abriram para um ritual que une sobrevivência e conservação. No último sábado, 7, a base do Jamaracaru, sob a gestão do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), foi o palco da abertura oficial da safra da castanha-do-pará, reunindo centenas de extrativistas em um momento em que a economia encontra seu pulsar mais ancestral.</p>
<p>Para os mais de 600 extrativistas cadastrados, o acesso à floresta é a formalização de um pilar da bioeconomia paraense. Ali, a exploração não é predatória, mas planejada, o que garante a continuidade de uma prática tradicional que sustenta famílias, fortalece as comunidades locais e mantém a floresta em pé.</p>
<p>A assessora de Gestão do Ideflor-Bio, Lena Pinto, sintetizou o espírito da iniciativa:</p>
<blockquote><p>“São mais de 600 extrativistas trabalhando de forma legal, gerando renda, fortalecendo comunidades e protegendo a Amazônia. Isso é bioeconomia na prática”, disse.</p></blockquote>
<p>A expectativa financeira é tão robusta quanto as castanheiras: projeta-se uma arrecadação superior a R$ 2 milhões nesta safra.</p>
<blockquote><p>“Essa é uma oportunidade ímpar para a geração de renda e o fortalecimento da bioeconomia no estado, ao mesmo tempo em que reforça a necessidade de um trabalho responsável, que preserve o meio ambiente e respeite as comunidades tradicionais&#8221;, afirmou Lena.</p></blockquote>
<h3>O &#8220;Ano Novo&#8221; da floresta</h3>
<p>Para quem carrega o cesto nas costas, o simbolismo é profundo. Raquel da Silva Sampaio, extrativista local, traduziu a emoção da retomada.</p>
<blockquote><p>“O coração está a mil. Como costumamos dizer, o nosso ano novo começa hoje, com essa abertura, porque a partir de agora a gente vai começar a ter renda na nossa mesa. Somos muito gratos à parceria com o Ideflor-Bio, que nos últimos anos tem sido maravilhosa.”</p></blockquote>
<p>Cidiane Sampaio, presidente da Associação Mista Agrícola Extrativista dos Moradores da Comunidade Jamaracaru e Região (Acaje), confirmou o otimismo e o preparo da comunidade para o novo ciclo. Já o veterano Cornélio Ferreira de Oliveira, que percorre esses ramais desde 1984, celebrou a organização atual:</p>
<blockquote><p>“Estou aqui desde 1984 fazendo esse trabalho. Esse momento da abertura dos portões é sempre muito esperado. Estamos felizes com essa parceria com o Ideflor-Bio, porque agora as coisas seguem mais organizadas.”</p></blockquote>
<h3>Do ouriço ao saco</h3>
<p>O processo extrativista segue o cronograma da natureza. Após a queda natural dos ouriços (frutos da Bertholletia excelsa) entre dezembro e janeiro, inicia-se o trabalho manual: coleta, quebra, retirada das amêndoas, secagem e ensacamento.</p>
<p>Ronaldson Farias, gerente da Calha Norte II, prevê a extração de cerca de quatro mil sacos de castanha este ano. Para garantir a segurança e a eficiência, o planejamento contou com a atualização cadastral dos trabalhadores e o apoio crucial da Polícia Ambiental no monitoramento da entrada na unidade.</p>
<h3>Ciência e parceria no chão da floresta</h3>
<p>A Flota Trombetas não é apenas um celeiro de castanhas; é um laboratório vivo. O diretor Ellivelton Carvalho ressalta que a unidade é estratégica para a pesquisa científica e o avanço do conhecimento sobre a biodiversidade amazônica.</p>
<p>O sucesso da operação é fruto de uma rede de colaboração entre Ideflor-Bio, a 1ª Companhia Independente de Polícia Ambiental (CIPAmb), a associação Acaje e as prefeituras de Óbidos e Oriximiná.</p>
<blockquote><p>“A preservação da área permite avanços no conhecimento científico e gera benefícios diretos às populações locais, que dependem dos recursos naturais para sua subsistência. O extrativismo sustentável da castanha-do-pará na Flota Trombetas se consolida, assim, como exemplo de desenvolvimento responsável, capaz de gerar renda e proteger a Amazônia para as atuais e futuras gerações”, conclui Carvalho.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Farinha à base de castanha-do-pará apresenta teor de proteína 60% superior ao trigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 13:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[farinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/castanha-do-para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pesquisas da Embrapa Amazônia Oriental, no Pará, em parceria com o The Good Food Institute (GFI) Brasil, desenvolveram novos ingredientes de alto valor proteico a partir da castanha-do-pará. A tecnologia utiliza subprodutos da castanha para criar uma farinha e um concentrado proteico que são promissores substitutos da carne no mercado de produtos vegetais. Com a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/castanha-do-para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pesquisas da Embrapa Amazônia Oriental, no Pará, em parceria com o The Good Food Institute (GFI) Brasil, desenvolveram novos ingredientes de alto valor proteico a partir da castanha-do-pará. A tecnologia utiliza subprodutos da castanha para criar uma farinha e um concentrado proteico que são promissores substitutos da carne no mercado de produtos vegetais.</p>
<p>Com a remoção do óleo, o teor de proteína da castanha salta de 15% para 32,4% na farinha. Em comparação, essa farinha de castanha tem cerca de 60% mais proteína do que a farinha de trigo. A partir daí, os pesquisadores obtiveram um concentrado de proteína com até 56% de proteína.</p>
<blockquote><p><span dir="auto">&#8220;A busca por maior diversidade de fontes proteicas nacionais tem estimulado pesquisas externas à exploração sustentável da biodiversidade brasileira. Além de contribuir para o aproveitamento de recursos naturais e a geração de emprego e renda, essas iniciativas buscam novos ingredientes para a indústria alimentícia&#8221;, afirma </span><span dir="auto">Ana Vânia Carvalho</span><span dir="auto"> , pesquisadora da Embrapa. </span></p></blockquote>
<p>A chave da inovação está em utilizar a &#8220;torta&#8221; – o resíduo que sobra após a remoção parcial do óleo da castanha, que é usado principalmente pela indústria cosmética. Essa torta, que antes era vista como um subproduto, é a base dos novos ingredientes. A pesquisa também aproveitou castanhas quebradas ou fora do padrão, reduzindo o desperdício.</p>
<p>Segundo Ana Vânia, a castanha-do-pará &#8220;é um símbolo da sociobiodiversidade amazônica e surge como alternativa nacional de alto valor agregado&#8221;.</p>
<h3>Hambúrguer e quibe aprovados no teste</h3>
<p>Os novos ingredientes foram testados no Laboratório de Agroindústria da Embrapa e aplicados na formulação de quibes, hambúrgueres e proteína texturizada (uma mistura de castanha e soja).</p>
<p>Na Embrapa Agroindústria de Alimentos, no Rio de Janeiro, o quibe e o hambúrguer vegetais foram desenvolvidos com características sensoriais (sabor, textura e aparência) semelhantes às suas versões de origem animal. Janice Lima, pesquisadora da Embrapa, explica que a tecnologia permite transformar um coproduto da castanha-do-pará em um alimento para consumo direto, focado em públicos vegetarianos, veganos e flexitarianos.</p>
<p>Os produtos finais também são ricos em nutrientes. O quibe, por exemplo, é considerado um produto de alto conteúdo de fibras, de acordo com a Anvisa. Além disso, a castanha é abundante em selênio e aminoácidos essenciais.</p>
<p>Consumidores que testaram os análogos vegetais (quibe e hambúrguer) deram boa avaliação, indicando o potencial comercial da tecnologia, que já está pronta para ser testada em escala comercial.</p>
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		<title>Chegou o inverno amazônico: saiba quais frutas entram em safra nesta época</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/saborosas-e-nutritivas-muitas-frutas-entram-em-safra-durante-o-inverno-amazonico-saiba-quais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 13:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/pupunha-Bruno-Cecim-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o fim do período de calor e a chegada do volume de chuvas mais intenso, a Amazônia entra em seu período conhecido como inverno amazônico. Essa época de água abundante ajuda a recuperar o nível dos rios, abaixar as temperaturas e, principalmente, trazer uma safra rica e variada de frutas regionais para as mesas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/pupunha-Bruno-Cecim-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o fim do período de calor e a chegada do volume de chuvas mais intenso, a Amazônia entra em seu período conhecido como inverno amazônico. Essa época de água abundante ajuda a recuperar o nível dos rios, abaixar as temperaturas e, principalmente, trazer uma safra rica e variada de frutas regionais para as mesas do paraense.</p>
<p>Para te ajudar a ter uma alimentação mais diversa, nutritiva e com uma cara regional, o <strong>Pará Terra Boa</strong> selecionou alguns itens em alta nessa época.</p>
<p><strong>Cupuaçu &#8211; </strong>O cheiro inconfundível dos cupuaçus toma conta de muitas feiras nessa época. <a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/213297/1/Calendario.pdf" target="_blank" rel="noopener">De acordo com a Embrapa</a>, o período entre dezembro e abril é quando ocorre a coleta dos frutos, que estão entre os mais utilizados na culinária local. Sorvetes, cremes, sucos, geleias, trufas e até o chamado <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/">cupulate</a> são produzidos com a polpa e as amêndoas dessa iguaria amazônica. Além de saboroso, vale ressaltar que o cupuaçu é nutritivo, sendo rico em proteínas, carboidratos, fibras e outros elementos importantes para a alimentação.</p>
<figure id="attachment_26872" aria-describedby="caption-attachment-26872" style="width: 419px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-26872" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-300x200.jpeg" alt="" width="419" height="279" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cupuacu2.jpeg 817w" sizes="(max-width: 419px) 100vw, 419px" /><figcaption id="caption-attachment-26872" class="wp-caption-text">Foto: Ronaldo Rosa/Embrapa</figcaption></figure>
<p><strong>Bacuri –</strong> De janeiro a abril também aumenta a oferta de bacuri, que também ganha destaque em preparações como sucos, sorvetes, geleias, além do consumo in natura. O sabor é mais suave que o cupuaçu, por exemplo, mas não menos marcante. Não à toa o bacuri se tornou também um grande atrativo da culinária local. No aspecto nutricional, a fruta auxilia na composição de uma alimentação saudável devido aos seus teores de fósforo, potássio, cálcio e vitamina C.</p>
<figure id="attachment_26873" aria-describedby="caption-attachment-26873" style="width: 394px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-26873" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-300x185.jpg" alt="" width="394" height="243" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-300x185.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-150x92.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri-450x277.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/bacuri.jpg 650w" sizes="(max-width: 394px) 100vw, 394px" /><figcaption id="caption-attachment-26873" class="wp-caption-text">Foto: Embrapa</figcaption></figure>
<p><strong>Pupunha –</strong> Não dá pra lembrar das tardes chuvosas do inverno amazônico e não sentir aquela vontade de tomar um café quentinho com pupunha, não é? Essa é a época ideal para aproveitar essa delícia que enche de cores variadas as feiras e mercados da região. E tem para todos os gostos! Maiores e menores, com caroço ou sem, oleosas ou não. A verdade é que paraense nenhum abre mão dessa fruta rica em fibras, vitaminas, ferro e outros nutrientes.</p>
<figure id="attachment_13768" aria-describedby="caption-attachment-13768" style="width: 425px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-13768" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-300x226.jpg" alt="" width="425" height="320" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-300x226.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha-450x339.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/Pupunha.jpg 473w" sizes="(max-width: 425px) 100vw, 425px" /><figcaption id="caption-attachment-13768" class="wp-caption-text">Foto: Prefeitura Municipal de Belém</figcaption></figure>
<p><strong>Castanha-do-Pará – </strong>Altamente valorizada no mercado, a castanha-do-Pará foi um dos primeiros frutos regionais a chamar a atenção de consumidores brasileiros e do exterior. Hoje, essa oleaginosa faz parte das dietas de muitas pessoas devido à sua ação antioxidante, de fortalecimento da imunidade, de combate ao colesterol, entre outros benefícios. Outra vantagem é sua versatilidade, que é explorada tanto em pratos doces como salgados. Aproveite para planejar novos usos para a castanha com a maior oferta do fruto que vai até meados de abril.</p>
<figure id="attachment_7036" aria-describedby="caption-attachment-7036" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-7036" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--300x200.jpeg" alt="" width="418" height="279" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas-.jpeg 768w" sizes="(max-width: 418px) 100vw, 418px" /><figcaption id="caption-attachment-7036" class="wp-caption-text">Foto: Mapa</figcaption></figure>
<p><strong>Piquiá – </strong>Menos popular que os demais, o piquiá também é uma fruta típica desse período, tendo uma safra que se estende em geral de dezembro a meados de abril. Assim como a pupunha, o piquiá precisa passar por um processo de cozimento, por isso costuma ser servido como acompanhamento de carnes vermelhas ou brancas. Mas também pode servir de base para patês e até em produtos cosméticos.</p>
<figure id="attachment_26874" aria-describedby="caption-attachment-26874" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-26874" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-300x155.jpeg" alt="" width="440" height="227" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-300x155.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-150x77.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia-450x232.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/piquia.jpeg 679w" sizes="(max-width: 440px) 100vw, 440px" /><figcaption id="caption-attachment-26874" class="wp-caption-text">Foto: Governo do Amazonas</figcaption></figure>
<p>A Amazônia tem uma biodiversidade enorme com muitos sabores a serem apreciados e descobertos, além das frutas listadas, o inverno amazônico é uma época em que aumenta a oferta de uxi, pitanga, muruci, carambola, taperebá e outras.</p>
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		<title>Castanha-do-pará é declarada patrimônio cultural imaterial do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 14:24:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Cultural e Imaterial]]></category>
		<category><![CDATA[sustentablidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A castanha-do-pará, um dos maiores símbolos da cultura e da economia amazônica, foi oficialmente reconhecida como patrimônio cultural imaterial do estado. A medida foi sancionada por meio da Lei nº 11.231, publicada no Diário Oficial do Estado na última quinta-feira (23). Com a lei, a castanha-do-pará integra o conjunto de bens de natureza imaterial protegidos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/castanhas--150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A castanha-do-pará, um dos maiores símbolos da cultura e da economia amazônica, foi oficialmente reconhecida como patrimônio cultural imaterial do estado. A medida foi sancionada por meio da Lei nº 11.231, publicada no Diário Oficial do Estado na última quinta-feira (23).</p>
<p>Com a lei, a castanha-do-pará integra o conjunto de bens de natureza imaterial protegidos pela Constituição Estadual, em reconhecimento à sua importância histórica, social e cultural para o povo paraense.</p>
<p>Além da chancela estadual, o fruto está mais perto de se tornar patrimônio cultural também dos brasileiros. Uma proposta nesse sentido foi aprovada pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado.</p>
<p>A iniciativa busca garantir a preservação das tradições culturais e estimular a economia regional, ao mesmo tempo em que reconhece a relevância do fruto para a identidade nacional e para o meio ambiente amazônico. O relatório, aprovado na CRA, destacou o papel da castanheira na regulação climática e a importância da atividade extrativista na geração de renda no norte do país.</p>
<p>A castanheira é a terceira espécie que mais contribui com o estoque de carbono na Amazônia. Segundo dados da Embrapa, o extrativismo da castanha do Brasil movimenta cerca de R$ 130 milhões por ano, com uma produção de aproximadamente 33 mil toneladas em 2019. A valorização da castanha-do-pará é considerada uma estratégia comprovada para a diminuição da pobreza e o estímulo ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.</p>
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		<title>Projeto produz óleos essenciais a partir de amêndoas da região amazônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 17:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoas de cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[óleos essenciais]]></category>
		<category><![CDATA[pracaxi]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/sementes-de-pracaxi-no-secador-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pesquisadores de diversas regiões do Brasil estão trabalhando em um projeto para transformar as amêndoas de cupuaçu, castanha-do-pará e pracaxi em produtos sustentáveis de alto valor agregado. O estudo, apoiado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), visa aproveitar as biomassas residuais dessas amêndoas para criar extratos ricos em compostos bioativos. Após [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/sementes-de-pracaxi-no-secador-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pesquisadores de diversas regiões do Brasil estão trabalhando em um projeto para transformar as amêndoas de cupuaçu, castanha-do-pará e pracaxi em produtos sustentáveis de alto valor agregado. O estudo, apoiado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), visa aproveitar as biomassas residuais dessas amêndoas para criar extratos ricos em compostos bioativos.</p>
<p>Após serem extraídos, esses compostos passam por um processo de microencapsulamento, que ajuda a preservar suas propriedades. Em seguida, são analisados em laboratório para avaliar sua composição química e verificar atividades biológicas, como a ação anti-inflamatória e antioxidante.</p>
<h3>Pesquisa envolve várias instituições</h3>
<p>O projeto é liderado por uma equipe de cientistas de instituições como a Embrapa, a Universidade Federal Fluminense (UFF), a Unirio e a Universidade Federal do Amapá. No Pará, a pesquisa é liderada pelo professor Fagner Aguiar, da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).</p>
<p>Aguiar destaca a importância do apoio para a pesquisa científica e a transferência de conhecimento para as comunidades, o que contribui para o bem-estar dos povos locais.</p>
<blockquote><p>“Além de propiciar à academia grandes oportunidades curriculares aos discentes que executam as atividades, incentivados por bolsas de pesquisa. Hoje, na equipe Pará, temos cinco bolsistas de Iniciação Científica, em andamento, e um pós-doutorado concluído no projeto”, afirma.</p></blockquote>
<p>A pesquisa conta com o apoio de associações e cooperativas que trabalham com Produtos Florestais Não Madeireiros (PFNM),  no Amapá e no Pará. Essas comunidades colaboram fornecendo a matéria-prima e suas instalações para o desenvolvimento do projeto.</p>
<p>No Pará, as Associação dos Pequenos Produtores Rurais Extrativistas e Pescadores do Rio Ipanema (APREPRI), do município de Curralinho, na Ilha do Marajó, que trabalha com o pracaxi e o cupuaçu, e a Cooperativa Agrícola de Tomé-Açu (Camta), no município de Tomé-Açu, participam de todas as etapas da execução da proposta, bem como colaboram com o fornecimento de matérias-primas (amêndoas, óleo e torta) e com as instalações físicas para o desenvolvimento do projeto.</p>
<h3>Resultados promissores</h3>
<p>Os avanços obtidos no projeto já foram reconhecidos em eventos e publicações científicas. Um dos resultados mais promissores é a obtenção de extratos que podem ser aplicados em filmes comestíveis para aumentar a vida útil de frutas, como o açaí, o que ajudaria a diminuir as perdas dos produtores.</p>
<p>A pesquisa segue com o objetivo de escalar o processo, buscando sair da fase experimental de laboratório para uma produção em nível comercial e industrial. A iniciativa reforça o potencial da bioeconomia amazônica, que une inovação, sustentabilidade e valorização dos recursos naturais da floresta.</p>
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		<title>Decreto americano isenta produtos estratégicos da economia do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 18:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[minérios]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O decreto assinado por Donald Trump na quarta-feira, 30, isentando cerca de 700 produtos brasileiros da tarifa adicional de 40% imposta anteriormente, foi positivo para alguns setores da economia paraense. Embora desafios logísticos ainda persistam, setores como a mineração, a castanha-do-Pará, a energia e a madeira tropical, que ficaram de fora da taxação, respiraram aliviados, A castanha-do-Pará, produto emblemático [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O decreto assinado por Donald Trump na quarta-feira, 30, isentando cerca de 700 produtos brasileiros da tarifa adicional de 40% imposta anteriormente, foi positivo para alguns setores da economia paraense. Embora desafios logísticos ainda persistam, setores como a mineração, a castanha-do-Pará, a energia e a madeira tropical, que ficaram de fora da taxação, respiraram aliviados,</p>
<p>A castanha-do-Pará, produto emblemático do estado, evitou o impacto de uma possível perda bilionária e manteve a competitividade no mercado americano. Para o economista Genardo Oliveira, a medida garante a continuidade da liderança do estado nesse setor, que é fundamental para a economia local. As ibformações são de O Liberal</p>
<blockquote><p>&#8220;Para o Pará, isso representa uma virada estratégica, não apenas preservando o mercado, mas ampliando a competitividade internacional da castanha&#8221;, afirma Oliveira.</p></blockquote>
<p>Outros setores estratégicos, a mineração e a energia tem ficaram de fora também. Ou seja, minérios como ferro, ouro e ferronióbio continuam sem ser taxados, mantendo sua competitividade internacional.</p>
<p>Segundo Oliveira, o setor energético também ganha impulso, especialmente em Barcarena, onde projetos de derivados de gás poderão continuar sendo exportados para os Estados Unidos sem o acréscimo da tarifa.</p>
<p>O economista prevê que, com a isenção, esses setores, que já são pilares da economia paraense, poderão ampliar suas operações.</p>
<p>Apesar da madeira tropical serrada ou lascada também ter sido isenta, o impacto total da medida ainda é analisado. Deryck Martins, diretor executivo da Aimex (Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará), aponta que o benefício é parcial, e o setor ainda busca entender os detalhes das isenções. &#8220;A medida traz um fôlego para a nossa indústria&#8221;, afirma Martins.</p>
<p>No entanto, o diretor da Faepa, Guilherme Minssen, destaca que as boas notícias do decreto são limitadas pela defasagem na logística portuária do estado. Ele ressalta que, mesmo com a isenção para produtos como polpas e sucos de laranja, o Pará não conseguirá lucrar completamente sem resolver esse gargalo de infraestrutura.</p>
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		<title>Abertura da safra da castanha-do-pará reforça bioeconomia na Floresta Estadual do Trombetas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 18:24:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Trombetas]]></category>
		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A safra 2024 da castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Trombetas, localizada entre os municípios de Óbidos e Oriximiná, na região oeste paraense, foi oficialmente aberta no domingo, 2.  Mais de 600 extrativistas cadastrados no Ideflor-Bio estão autorizados a acessar a floresta para a coleta da castanha, garantindo a continuidade de uma prática tradicional que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/castanha3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A safra 2024 da castanha-do-pará na Floresta Estadual (Flota) do Trombetas, localizada entre os municípios de Óbidos e Oriximiná, na região oeste paraense, foi oficialmente aberta no domingo, 2.  Mais de 600 extrativistas cadastrados no Ideflor-Bio estão autorizados a acessar a floresta para a coleta da castanha, garantindo a continuidade de uma prática tradicional que gera renda para as comunidades locais e fortalece a bioeconomia regional.</p>
<p>Na safra do ano passado, foram coletadas aproximadamente 450 toneladas do produto. De acordo com o gerente da Região Administrativa da Calha Norte II (GRCNII), Ronaldison Farias, a expectativa para este ano é que 4 mil sacos de castanha sejam extraídos da UC.</p>
<blockquote><p>&#8220;Com a atualização do cadastro dos extrativistas e o apoio da Polícia Ambiental no monitoramento da entrada, o planejamento segue dentro do esperado, garantindo um manejo seguro e eficiente”, afirmou</p></blockquote>
<figure id="attachment_32991" aria-describedby="caption-attachment-32991" style="width: 723px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-32991" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-300x200.webp" alt="" width="723" height="482" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-768x513.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha-450x300.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/colheita_castanha.webp 860w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /><figcaption id="caption-attachment-32991" class="wp-caption-text">Mais de 600 extrativistas cadastrados no Ideflor-Bio estão autorizados a acessar a floresta para a coleta da castanha,. Foto: João Vitor Santos / Ascom Ideflor-Bio</figcaption></figure>
<p>A atividade extrativista é permitida na Flota Trombetas por se tratar de uma UC de Uso Sustentável, onde é possível o manejo de produtos da biodiversidade, desde que respeitadas as diretrizes ambientais.</p>
<blockquote>
<blockquote><p>“Essa é uma oportunidade ímpar para a geração de renda e o fortalecimento da bioeconomia no estado do Pará. Ao mesmo tempo, é essencial que essa atividade seja realizada de forma responsável e sustentável, preservando o meio ambiente e respeitando as comunidades tradicionais que dependem desses recursos naturais para sua subsistência”, destacou o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto.</p></blockquote>
</blockquote>
<p>A coleta da castanha ocorre após a queda dos frutos da castanheira (Bertholletia excelsa), conhecidos como ouriços, que acontece entre os meses de dezembro e janeiro. O processo de extração envolve a coleta dos ouriços, sua quebra e a separação das castanhas, que passam por secagem antes de serem ensacadas e comercializadas.</p>
<h3>Monitoramento</h3>
<p>A parceria entre o Ideflor-Bio, a 1ª Companhia Independente de Polícia Ambiental (CIPAmb), a Acaje e as prefeituras de Óbidos e Oriximiná tem sido fundamental para assegurar que a atividade extrativista ocorra de forma ordenada e sustentável. O monitoramento contínuo realizado na Base do Jaramacaru garante que a coleta respeite os limites ambientais e favoreça a conservação da floresta.</p>
<p>Além do extrativismo, a Flota Trombetas desempenha um papel estratégico na pesquisa científica, atraindo estudiosos interessados na biodiversidade amazônica. A preservação da floresta permite a continuidade de estudos sobre ecossistemas e cadeias produtivas sustentáveis, beneficiando tanto a ciência quanto às populações locais.</p>
<p>A abertura da safra reforça a importância do modelo de bioeconomia adotado no Pará, que busca aliar desenvolvimento econômico à conservação ambiental.</p>
<blockquote><p>“O extrativismo sustentável mantém a floresta em pé e produtiva, garantindo que os recursos naturais sejam utilizados de forma equilibrada. O trabalho conjunto entre governo e comunidades tradicionais é essencial para o sucesso dessa atividade”, concluiu o gerente Ronaldison Farias.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Cairu lança sorvete COP30, com castanha-do-Pará, pistache e doce de cupuaçu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2024 18:15:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Cairu]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[sorvete]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/sorvete-COP30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dentro de um ano, Belém receberá gente do mundo todo para a COP30. E entre os vários pratos da rica culinária local, os visitantes vão poder saborear um sorvete feito no Pará, que tem fama internacional. A Sorveteria Cairu, que figura entre as 50 melhores sorveterias do mundo, acaba de lançar o sorvete COP30. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/sorvete-COP30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dentro de um ano, Belém receberá gente do mundo todo para a COP30. E entre os vários pratos da rica culinária local, os visitantes vão poder saborear um sorvete feito no Pará, que tem fama internacional. A Sorveteria Cairu, que figura entre as 50 melhores sorveterias do mundo, acaba de lançar o sorvete COP30.</p>
<p>A receita une sabores típicos da Amazônia com uma noz típica do Oriente Médio ao misturar castanha-do-Pará com Pistache, e ainda acrescentar doce de cupuaçu como complemento.</p>
<blockquote><p>&#8220;A ideia é unir o mundo com a Amazônia”, diz Armando Laiun, diretor da sorveteria, sobre o novo sabor.</p></blockquote>
<p>Em 2024, a Cairu ganhou como presente de 60 anos a declaração de Patrimônio Cultural Material e Imaterial do Pará. Além de ter sido reconhecida numa lista sas 50 melhores sorveterias do mundo, no Festival Mundial de Gelato, em Roma, na Itália, em 2022, a Cairu tem dois de seus sorvetes entre os 100 melhores do mundo: Açaí e Maria Isabel, pela Tasteatlas, enciclopédia gastronômica internacional que cataloga pratos tradicionais e restaurantes ao redor do mundo.</p>
<p>Antes de embarcar para a COP29, em Baku, no Azerbaijão, o governador do Pará, Helder Barbalho, provou o novo sabor.</p>
<blockquote><p>&#8220;É o sorvete COP 30. A Cairu paraense, maior sorveteria do mundo com seus sabores regionais, tem a sacada de entendendo que a COP é um evento climático, junta a castanha da Europa, o pistache, com a nossa única, fantástica e a melhor castanha-do-Pará com doce de cupuaçu. Vem provar, esse é o Pará, a bioeconomia, é a Amazônia. É o sorvete do Pará, é a Cairu e, claro, é a COP 30&#8221;, disse.</p></blockquote>
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		<title>Projeto fortalece cadeias econômicas sustentáveis para combater o garimpo nas terras Munduruku</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 13:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Coletivo Poy]]></category>
		<category><![CDATA[Copaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Jacareacanga]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Saúde e Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Terra indígena munduruku]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1272-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No oeste do Pará, o avanço do garimpo ilegal é uma das principais ameaças à floresta e às populações da região. Como alternativa a esse modelo que tem promovido a devastação, indígenas Munduruku têm atuado no fortalecimento de cadeias produtivas com produtos típicos da região. Entre eles estão a castanha-do-Pará e a copaíba, espécie bastante [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1272-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No oeste do Pará, o <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/kayapo-e-munduruku-ambos-no-para-sao-os-territorios-indigenas-onde-o-garimpo-mais-avancou-no-pais/">avanço do garimpo ilegal</a> é uma das principais ameaças à floresta e às populações da região. Como alternativa a esse modelo que tem promovido a devastação, indígenas Munduruku têm atuado no fortalecimento de cadeias produtivas com produtos típicos da região. Entre eles estão a castanha-do-Pará e a copaíba, espécie bastante utilizada na medicina tradicional, cujo manejo e comercialização baseados nos saberes locais podem ajudar a fortalecer a proteção da floresta.</p>
<p>A iniciativa é desenvolvida pelo Coletivo Poy, que busca estruturar alternativas econômicas sustentáveis para a geração de renda, segurança alimentar, valorização das culturas locais e da floresta em pé a fim de combater a degradação, conflitos e impactos da mineração ilegal nos territórios indígenas. O trabalho conta com parceria com o programa de Economia da Floresta do Projeto Saúde e Alegria (PSA).</p>
<p>Iniciado em 2022, o projeto já alcança resultados animadores, como o fortalecimento da organização social dos indígenas e o aumento da produção de castanha-do-Pará. No ano passado, por exemplo, <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/uniao-de-esforcos-de-aldeias-munduruku-resulta-na-coleta-de-quase-36-toneladas-de-castanha-do-para/">foram 3 mil latas de castanha coletadas, o equivalente a 36 toneladas do fruto.</a> Em 2024, 282 latas de castanha foram coletadas por 11 das 31 aldeias envolvidas.</p>
<p>Além disso, as estratégias discutidas incluem a comercialização de alimentos para a merenda escolar, a agricultura, o manejo da copaíba, entre outros que diversificam as fontes de renda do povo Munduruku e evitam o aliciamento da população para a exploração de ouro.</p>
<figure id="attachment_29442" aria-describedby="caption-attachment-29442" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29442 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273-768x1024.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273-225x300.jpeg 225w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273-1152x1536.jpeg 1152w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273-150x200.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273-450x600.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273-1200x1600.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/IMG_1273.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-29442" class="wp-caption-text">Comercialização de copaíba é alternativa de geração de renda para o povo Munduruku. Foto: Coletivo Audiovisual Da’uk</figcaption></figure>
<h3>Oficinas</h3>
<p>Nesse sentido, estão sendo promovidas oficinas de boas práticas e manejo do óleo da copaíba. A atividade mais recente ocorreu em junho  na aldeia Pratati, na Terra Indígena Munduruku, no município de Jacareacanga. Os participantes receberam capacitação em temas como biossegurança e técnicas de perfuração, além de equipamentos e materiais necessários para a extração e a oportunidade de aplicar conhecimentos adquiridos na primeira extração de óleo no território.</p>
<blockquote><p>“Um marco significativo da oficina foi a primeira extração de copaíba realizada pelo Coletivo Munduruku Poy, simbolizando o início de uma nova fase de manejo sustentável de produtos no território”, destacou Marlisson Borges, do Projeto Saúde e Alegria.</p></blockquote>
<p>A partir dessa experiência, a expectativa é que a atividade seja mais explorada através da comercialização que leva em conta a sustentabilidade ambiental e social das comunidades envolvidas.</p>
<p>A Terra Indígena Munduruku possui cerca de 2.3 milhões de hectares e é uma das áreas protegidas mais ameaçadas na Amazônia, sendo constante alvo do desmatamento e do conflito com garimpeiros que exploram ilegalmente ouro na região e provocam o aumento da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/fiocruz-inicia-estudo-sobre-contaminacao-por-mercurio-de-bebes-indigenas-do-povo-munduruku/">contaminação por mercúrio</a>.</p>
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