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	<title>Caribe &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Calor extremo sufoca América Latina, mas falta de dados esconde real dimensão da crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pelo menos 13 mil pessoas morreram por ano, entre 2012 e 2021, na América Latina por causas ligadas ao calor, mas a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o número real é bem maior, já que os casos são  subnotificados. A informação faz parte do relatório &#8220;Estado do Clima na América Latina e no Caribe [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pelo menos 13 mil pessoas morreram por ano, entre 2012 e 2021, na América Latina por causas ligadas ao calor, mas a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o número real é bem maior, já que os casos são  subnotificados.</p>
<p>A informação faz parte do relatório &#8220;Estado do Clima na América Latina e no Caribe 2025&#8221;, lançado nesta segunda-feira, 18, em Brasília. Apresentado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) junto com o Inmet e o Cemaden, o documento mostra que um ano de recordes em quase todos os aspectos climáticos transformou o calor em um fardo invisível para a saúde pública, já que a maioria dos governos da região não publica dados organizados sobre essas mortes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Em 2025, a região sofreu com calor recorde, seca persistente, ciclones tropicais devastadores, recuo acelerado das geleiras e elevação do nível do mar, com graves consequências para as comunidades, os sistemas alimentares e as economias em toda a região&#8221;, diz o relatório</p></blockquote>
<p>Os dados revelam o tamanho desse vaivém agressivo do clima: enquanto chuvas torrenciais e deslizamentos castigaram países como Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Brasil, o furacão Melissa devastou a Jamaica, destruindo mais de 40% do PIB do país.</p>
<p>Na outra ponta, a seca afetou 85% do território do México e o derretimento das geleiras andinas acelerou, ameaçando a água de 90 milhões de pessoas.</p>
<h3>O exemplo do Brasil</h3>
<p>O Brasil ilustra bem essa mistura de extremos e falta de dados. O INMET registrou sete ondas de calor ao longo de 2025. Em fevereiro, o Rio de Janeiro bateu os 44°C e, em dezembro, São Paulo registrou 37,2°C, a maior temperatura em 64 anos de medições, forçando escolas a adiarem a volta às aulas.</p>
<p>Apesar do cenário sufocante, as mortes causadas pelo calor permanecem invisíveis nas estatísticas oficiais.</p>
<p>Além do impacto direto na saúde, o clima extremo bagunça os motores econômicos da região, afetando a agricultura, a geração de energia e a infraestrutura das cidades. O relatório aponta ainda que, mesmo com uma queda geral nos incêndios em comparação com 2024, o Brasil continua isolado na liderança das queimadas na América Latina.</p>
<h3>O chamado para a ação</h3>
<p>Com esse cenário difícil pela frente, a saída proposta pela OMM é integrar os alertas meteorológicos diretamente aos sistemas de atendimento da saúde pública. Além disso, é preciso melhorar:</p>
<ul>
<li>A notificação padronizada das doenças e mortes relacionadas ao calor</li>
<li>A integração prática dos alertas meteorológicos precoces com os limites de tolerância da saúde pública</li>
<li>O investimento em infraestruturas de saúde resistentes ao calor</li>
<li>A coordenação entre diferentes setores para gerenciar os riscos do calor extremo</li>
<li>O desenvolvimento de capacidades e de redes de contatos entre especialistas em clima e saúde para colocar projetos conjuntos em prática, como a definição de limites para os sistemas de alerta</li>
</ul>
<p><span style="font-size: 14px;">A secretária-geral da organização, Celeste Saulo, reforçou que o relatório é um chamado urgente para agir.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;Ele nos insta a fortalecer as observações, investir em serviços, corrigir as deficiências nos sistemas de alerta precoce e garantir que as informações climáticas cheguem a quem mais precisa.&#8221;</p></blockquote>
<p>A mesma preocupação com a infraestrutura foi destacada pelo diretor do Inmet, Carlos Alberto Andrade e Jurgielewicz, que explicou que &#8220;a instalação de novas estações meteorológicas permitirá maior agilidade na atualização e disponibilização de dados, fortalecendo a capacidade de monitoramento e resposta a eventos climáticos extremos&#8221;.</p>
<p>Como caminho para o futuro, a organização cobra a execução do Plano de Ação em Saúde de Belém, aprovado na COP30, para adaptar os hospitais e postos de saúde à nova realidade climática e proteger as populações mais vulneráveis.</p>
<p><em>Com informações da AFP e do Inmet</em></p>
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