<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>carbono &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/carbono/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 18:43:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>carbono &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Estudo mostra que solo perde mais carbono em períodos secos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-mostra-que-solo-perde-mais-carbono-em-periodos-secos/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-mostra-que-solo-perde-mais-carbono-em-periodos-secos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
		<category><![CDATA[umidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42207</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/solo_degradado-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A seca amplifica a perda de carbono do solo, induzida pelo aquecimento global.  Esta é a principal conclusão  de um experimento de 12 anos conduzido nos Estados Unidos, em que mostra que microrganismos do solo desempenham um papel decisivo na liberação ou retenção de carbono. Publicado na revista Nature Climate Change, o estudo monitorou 48 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/solo_degradado-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A seca amplifica a perda de carbono do solo, induzida pelo aquecimento global.  Esta é a principal conclusão  de um experimento de 12 anos conduzido nos Estados Unidos, em que mostra que microrganismos do solo desempenham um papel decisivo na liberação ou retenção de carbono.</p>
<p>Publicado na revista <em>Nature Climate Change</em>, o estudo monitorou 48 parcelas de pastagem sob diferentes cenários de temperatura e umidade. Em parte das áreas, a temperatura foi elevada em 3°C, enquanto outras foram submetidas a simulações de seca ou aumento de chuvas, permitindo observar como o solo reagia a condições climáticas extremas. As informações são de O Globo.</p>
<p>Os resultados apontam uma diferença significativa no comportamento do carbono. Em ambientes mais quentes e úmidos, o solo chegou a ganhar 7% de carbono. Já sob calor combinado com seca, houve perda de 12%, incluindo frações consideradas antigas e estáveis – antes vistas como pouco suscetíveis à liberação.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a explicação está na atividade microbiana. Em períodos secos, esses organismos aumentam o metabolismo e passam a consumir reservas mais profundas de carbono para sobreviver, acelerando sua liberação na forma de dióxido de carbono. Em condições úmidas o processo se inverte: os microrganismos priorizam o crescimento, ajudando a manter o carbono armazenado.</p>
<p>Essas respostas ajudam a entender como as mudanças climáticas podem ser intensificadas por mecanismos ainda pouco considerados nos modelos climáticos. Por isso o estudo alerta que mudanças na umidade do solo podem ser determinantes para o futuro equilíbrio do carbono no planeta – e, por consequência, para a velocidade do aquecimento global.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-mostra-que-solo-perde-mais-carbono-em-periodos-secos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Embrapa aposta em laser e IA para agilizar análise de solo e medição de carbono</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/embrapa-aposta-em-laser-e-ia-para-agilizar-analise-de-solo-e-medicao-de-carbono/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/embrapa-aposta-em-laser-e-ia-para-agilizar-analise-de-solo-e-medicao-de-carbono/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 18:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[medição]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=40533</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/medicao_carbono-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma inovação desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Instrumentação, em São Carlos (SP), promete revolucionar a forma como o produtor rural entende a saúde do seu terreno. O novo método utiliza laser e inteligência artificial para medir, ao mesmo tempo, a densidade do solo e o teor de carbono — informações fundamentais para aumentar a produtividade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/medicao_carbono-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma inovação desenvolvida por pesquisadores da Embrapa Instrumentação, em São Carlos (SP), promete revolucionar a forma como o produtor rural entende a saúde do seu terreno. O novo método utiliza laser e inteligência artificial para medir, ao mesmo tempo, a densidade do solo e o teor de carbono — informações fundamentais para aumentar a produtividade e validar créditos de carbono com mais rapidez e menor custo.</p>
<p>Segundo a Agência Fapesp, medir a densidade do solo é um processo lento: exige abrir valas profundas, usar anéis de metal para coletar terra sem deformá-la e realizar pesagens minuciosas em laboratório. Com a nova técnica, que já teve pedido de patente depositado, esse trabalho de campo fica muito mais simples, permitindo o uso de amostras comuns e agilizando o monitoramento ambiental e a agricultura de precisão.</p>
<h3>Como funciona o &#8220;plasma&#8221; de luz</h3>
<p>A tecnologia baseia-se em uma técnica chamada LIBS. Nela, um pulso de laser atinge a amostra de solo e cria um microplasma (uma pequena nuvem de energia). A luz emitida por esse plasma funciona como uma &#8220;impressão digital&#8221;, revelando quais elementos químicos estão ali.</p>
<blockquote><p>“O espectro LIBS de uma amostra de solo exibe centenas de linhas de emissão correspondentes a elementos comuns do solo, como carbono, silício, alumínio, magnésio, ferro e cálcio. Essas características espectrais, que são influenciadas tanto pela composição elementar quanto pelas propriedades estruturais, desempenham um papel crucial”, explica o pesquisador Paulino Ribeiro Villas-Boas.</p></blockquote>
<p>Ao cruzar essa &#8220;luz&#8221; com modelos de inteligência artificial treinados em quase mil amostras de solos brasileiros, o sistema consegue estimar a compactação e a riqueza do solo de forma automática.</p>
<h3>Menos custos, mais agilidade</h3>
<p>O grande benefício está em eliminar os gargalos do método tradicional. Segundo o pesquisador Ladislau Martin Neto, coletar terra da forma antiga é um desafio.</p>
<blockquote><p>“Se o solo for muito arenoso ou muito seco, há dificuldades adicionais para cravar o anel e retirar a amostra. Isso implica tempo de trabalho das equipes de coleta, encarecendo os custos de amostragem”.</p></blockquote>
<p>Com a nova metodologia, o rigor técnico necessário na coleta diminui, pois o software de IA compensa as variações.</p>
<blockquote><p>“O processo de coleta de amostras é facilitado, pois podem ser coletadas amostras deformadas, ou seja, que sofreram alterações em sua estrutura durante a coleta”, conta Villas-Boas.</p></blockquote>
<h3>O futuro no mercado de carbono</h3>
<p>A descoberta chega em um momento crucial para o agronegócio sustentável. Como a densidade do solo indica o quanto de carbono está realmente &#8220;estocado&#8221; sob os pés, a tecnologia da Embrapa torna-se uma ferramenta poderosa para laboratórios e certificadoras de crédito de carbono.</p>
<p>Para os pesquisadores, o uso do laser vai além de descobrir do que o solo é feito: ele abre as portas para entender a estrutura física da terra de forma digital e rápida, aproximando a ciência de ponta do dia a dia da fazenda.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/embrapa-aposta-em-laser-e-ia-para-agilizar-analise-de-solo-e-medicao-de-carbono/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto R$ 100 milhões vai mapear estoques de carbono no Brasil</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/projeto-r-100-milhoes-vai-mapear-estoques-de-carbono-no-brasil/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/projeto-r-100-milhoes-vai-mapear-estoques-de-carbono-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 17:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Shell]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=40292</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Atividade_de_Medicao_de_Carbono_Foto1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Petrobras e a Shell Brasil uniram forças para lançar o Carbon Countdown, a maior iniciativa já realizada no país para medir, de forma padronizada e em escala nacional, os estoques de carbono acima e abaixo do solo. O projeto abrange todos os biomas brasileiros e combina o objetivo de descarbonização das empresas com a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Atividade_de_Medicao_de_Carbono_Foto1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Petrobras e a Shell Brasil uniram forças para lançar o Carbon Countdown, a maior iniciativa já realizada no país para medir, de forma padronizada e em escala nacional, os estoques de carbono acima e abaixo do solo. O projeto abrange todos os biomas brasileiros e combina o objetivo de descarbonização das empresas com a expertise científica da Esalq/USP, que executará a proposta ao lado de universidades e centros de pesquisa de todas as regiões do Brasil.</p>
<p>Com um investimento superior a R$ 100 milhões — oriundos da Cláusula de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&amp;I) da ANP —, o projeto utiliza metodologias reconhecidas pelo IPCC, organismo científico da ONU.</p>
<p>A iniciativa estabelecerá uma linha de base científica inédita, e todos os dados coletados serão disponibilizados publicamente para fins de conservação, modelagem climática e planejamento territorial.</p>
<h3>Metodologia e infraestrutura de pesquisa nacional</h3>
<p>Ao longo de cinco anos, o levantamento promete cobrir 6.500 áreas demarcadas, envolvendo a coleta de mais de 250 mil amostras de solo, além de uma quantidade superior de amostras de vegetação e 400 mil amostras de atributos complementares.</p>
<p>Para garantir a consistência, foi implementada uma rede nacional com polos regionais nos seis biomas: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa. Cada núcleo contará com pesquisadores e infraestrutura laboratorial local, operando sob protocolos unificados de Segurança, Meio Ambiente e Saúde.</p>
<blockquote><p> “As grandes entregas do Carbon Countdown são a geração de um banco de dados geoespacial público, com base em coletas significativas de amostras ambientais, implantação de infraestrutura de pesquisa, e a tropicalização confiável das metodologias internacionais à realidade dos nossos biomas. Esse trabalho se torna ainda mais robusto com a participação de diversas universidades que agregam expertise e conhecimento local a essa iniciativa”, afirmou Lílian Melo, gerente executiva do Cenpes (Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras).</p></blockquote>
<h3>Impacto no mercado de crédito de carbono e capacitação</h3>
<p>A produção de uma base de dados realista visa oferecer segurança para investidores e formuladores de políticas públicas, impulsionando a economia de baixo carbono e Soluções Baseadas na Natureza, como projetos de conservação, reflorestamento e sistemas agroflorestais, o que favorece diretamente o produtor paraense e de outras regiões.</p>
<p>Olivier Wambersie, gerente-geral de Tecnologia da Shell Brasil, destaca a relevância estratégica.</p>
<blockquote><p>“O projeto Carbon Countdown nos dá as ferramentas para criar uma base sólida e confiável de dados sobre os estoques naturais de carbono. Essas informações são essenciais para fortalecer projetos de créditos de carbono, iniciativas de restauração e ações de uso do solo, além de consolidar o papel da ciência brasileira nesse mercado emergente”.</p></blockquote>
<p>Além dos resultados técnicos, o Carbon Countdown investe na capacitação científica, fortalecendo laboratórios distribuídos pelo território nacional e formando equipes especializadas. Com a liderança da ESALQ/USP, a iniciativa promove o avanço da pesquisa ambiental e cria uma base integrada para o armazenamento e compartilhamento de conhecimentos essenciais para o futuro sustentável do Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/projeto-r-100-milhoes-vai-mapear-estoques-de-carbono-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desmatamento coloca captura de carbono na Amazônia em risco, diz estudo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-coloca-captura-de-carbono-na-amazonia-em-risco-diz-estudo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-coloca-captura-de-carbono-na-amazonia-em-risco-diz-estudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 14:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[gases de efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[GEE]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[RAISG]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=38164</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/amazonia32-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Amazônia deixará de capturar 2,94 bilhões de toneladas de carbono até 2030, se os governos de países amazônicos aplicarem pouco ou nenhum controle sobre o desmatamento no bioma. Caso haja manutenção das atuais políticas ambientais e das recentes taxas de desmatamento na região, ainda haveria perda na captura de carbono na ordem de 1,113 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/amazonia32-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Amazônia deixará de capturar 2,94 bilhões de toneladas de carbono até 2030, se os governos de países amazônicos aplicarem pouco ou nenhum controle sobre o desmatamento no bioma. Caso haja manutenção das atuais políticas ambientais e das recentes taxas de desmatamento na região, ainda haveria perda na captura de carbono na ordem de 1,113 bilhão de toneladas nos próximos cinco anos.</p>
<p>A conclusão é de levantamento da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG), divulgado nesta quinta-feira (23). A rede é formada por oito organizações da sociedade civil e engloba todos os países amazônicos. No entanto, para essa análise, foram considerados Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.</p>
<p>Para os pesquisadores, a proteção das florestas mais preservadas da região, principalmente em terras indígenas e Áreas Naturais Protegidas, é decisiva para conter o aquecimento global. Na Amazônia, os territórios protegidos abrigam as florestas mais conservadas e com menores taxas de desmatamento. Além disso, segundo a RAISG, tais áreas concentraram 61% do carbono florestal capturado, em 2023, em toda a região amazônica.</p>
<blockquote><p>“Estamos diante de uma contagem regressiva ambiental: se não forem fortalecidas as políticas de proteção, e se não for reconhecido o papel central dos povos indígenas e das comunidades locais, a Amazônia deixará de ser um aliado climático e se tornará uma fonte de crise”, alertou Renzo Piana, diretor executivo do Instituto do Bem Comum, membro da RAISG, em nota.</p></blockquote>
<p>Entre as recomendações da rede estão priorizar políticas que articulem ciência e saberes dos povos amazônicos e desenvolver modelos econômicos e tecnologias baseados em baixas emissões de gases de efeito estufa, além de promover o uso sustentável de florestas e sistemas hídricos. É necessário, ainda, implementar estratégias que eliminem o desmatamento, incêndios florestais e o avanço de atividades ilegais e crimes ambientais no bioma.</p>
<h3>Devastação histórica</h3>
<p>Nas últimas décadas, segundo a RAISG, a Amazônia já teve suas funções de combate às mudanças climáticas enfraquecidas. Em 2023, suas florestas deixaram de capturar 5,7 bilhões de toneladas de carbono em comparação com o ano 2000 &#8211; uma redução de 6,3%. “Entre 1985 e 2023, mais de 88 milhões de hectares de florestas, que regulavam o clima global, foram transformadas em terras agropecuárias, urbanas e mineradoras”, divulgou a RAISG.</p>
<p>Além disso, a organização aponta que tais atividades não apenas fragmentaram as florestas, mas causaram um dano silencioso às árvores remanescentes, afetando sua mortalidade, capacidade de regeneração e processos de fotossíntese, que são fundamentais para a captura de carbono.</p>
<p>O estudo foi feito dentro do projeto Ciência e Saber Indígena pela Amazônia, da RAISG e do Woodwell Climate Research Center. Ele projetou três cenários futuros para as reservas de carbono.</p>
<p>Para isso, os pesquisadores utilizaram a ferramenta de simulação Dinâmica Ego &#8211; plataforma de modelagem ambiental gratuita &#8211; e dados atuais de monitoramento por satélite, com o objetivo de orientar melhores políticas públicas.</p>
<h3>Pior cenário</h3>
<p>No primeiro cenário, a Amazônia passaria a capturar 82,257 bilhões em 2030, em vez das mais de 85 bilhões de toneladas de carbono capturadas em 2023, representando uma redução de 3,5%. “Isso ocorreria caso os governos aplicassem pouco ou nenhum controle sobre o desmatamento, permitindo o avanço descontrolado de atividades como agricultura, pecuária, infraestrutura e mineração”, informou a entidade.</p>
<p>Para Mireya Bravo Frey, coordenadora regional do Projeto Ciência e Saber Indígena pela Amazônia, cada tonelada de carbono que se consegue manter nas florestas amazônicas é um investimento no futuro do planeta.</p>
<blockquote><p>“Fortalecer a proteção das Terras Indígenas e das Áreas Protegidas significa conservar as maiores reservas de carbono florestal do mundo. No Brasil, os territórios protegidos correspondem a 44% de toda a floresta bioma&#8221;, ressaltou.</p></blockquote>
<p>No melhor cenário analisado, em que os governos não promoveriam mudanças significativas nas políticas ambientais e as atuais taxas de desmatamento se manteriam constantes, as áreas florestais deixariam de capturar 1,113 bilhão de toneladas de carbono até 2030, em relação a 2023, ou seja, 2% a menos. Dessa forma, mesmo que as políticas e condutas atuais dos governos fossem mantidas, haveria piora nos resultados de captura de carbono da região.</p>
<p>No cenário intermediário, que considerou uma regulação mais permissiva e que ocorreria se os países amazônicos aplicassem políticas ambientais e marcos legais mais fracos do que os atuais nos próximos cinco anos, o resultado foi também uma queda na captura de carbono florestal.</p>
<p>Considerando esse contexto, haveria uma mudança radical na função do solo, transformando grandes áreas de florestas amazônicas e agroflorestas em terras agropecuárias, urbanas e mineradoras.</p>
<p>A Amazônia deixaria de capturar 2,294 bilhões de toneladas de carbono em 2030, em relação a 2023, devido ao avanço do desmatamento e da degradação florestal, uma redução de 2,7% nas reservas de carbono.</p>
<h3>O que é a captura de carbono?</h3>
<p>A Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (RAISG) explica o que é a captura de carbono florestal e qual sua importância no contexto atual.</p>
<blockquote><p>“Durante a fotossíntese, árvores e vegetação capturam carbono, um elemento do dióxido de carbono (CO₂) presente na atmosfera, e o retém em raízes, troncos e folhas. Dessa forma, ajudam a controlar esse gás de efeito estufa, produzido em excesso, principalmente, pelo uso de combustíveis fósseis e pelo desmatamento causado por atividades econômicas, como a pecuária.”</p></blockquote>
<p>A captura de carbono ganha maior destaque no contexto de agravamento da emergência climática. Especialista em Sistemas de Informação Geográfica e Sensoriamento Remoto da RAISG, Jose Victorio, alerta que ter menos florestas equivale a ter menos reservas de carbono na Amazônia, o que significa mais emissões poluentes para o mundo.</p>
<blockquote><p>“Isso gera temperaturas mais altas no planeta e eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes, como secas, inundações, florestas mais suscetíveis a incêndios e chuvas mais imprevisíveis. Um cenário que compromete não apenas a biodiversidade e a cultura amazônica, mas também a segurança hídrica e alimentar do planeta”, explicou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-coloca-captura-de-carbono-na-amazonia-em-risco-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Florestas de Carajás guardam um tesouro contra o aquecimento global</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/florestas-de-carajas-guardam-um-tesouro-contra-o-aquecimento-global/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/florestas-de-carajas-guardam-um-tesouro-contra-o-aquecimento-global/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 14:02:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas de Carajás]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Itacaiúnas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=36806</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/florestas-do-Carajas-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com um &#8220;tesouro climático&#8221; escondido na sua vegetação e no seu solo, as florestas do Mosaico de Carajás, no sudeste paraense, são um verdadeiro cofre natural contra o aquecimento global. Um estudo revela que a área de 800 mil hectares armazena 600 milhões de toneladas de dióxido de carbono. É como se 140 milhões de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/florestas-do-Carajas-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com um &#8220;tesouro climático&#8221; escondido na sua vegetação e no seu solo, as florestas do Mosaico de Carajás, no sudeste paraense, são um verdadeiro cofre natural contra o aquecimento global. Um estudo revela que a área de 800 mil hectares armazena 600 milhões de toneladas de dióxido de carbono. É como se 140 milhões de carros -movidos a gasolina ficassem um ano inteiro fora de circulação.</p>
<p>Esses dados fazem parte do estudo &#8220;Inventário de emissões e remoções de carbono devido às mudanças de uso da terra&#8221;, conduzido por uma equipe multidisciplinar do Instituto Tecnológico Vale Desenvolvimento Sustentável (ITV DS), que incluiu engenheiros, biólogos e especialistas em computação.</p>
<p>O levantamento revela que cada hectare de floresta aberta na Floresta Nacional de Carajás pode armazenar até 1.100 toneladas de CO2. Apenas 1% das árvores concentra um terço de todo o carbono da vegetação, com destaque para espécies como a castanheira e a timborana, que chegam a 40 metros de altura.</p>
<p>A pesquisa também mostra o lado negativo da história. Em 36 anos, a bacia do rio Itacaiúnas, que cobre dez municípios do sul e sudeste do Pará (Água Azul do Norte, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Marabá, Parauapebas, Piçarra, São Geraldo do Araguaia, Sapucaia e Xinguara) perdeu 40% de seus estoques de carbono devido ao desmatamento, liberando mais de 1,2 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera.</p>
<p>Imagens de satélite indicam, porém, que as áreas que resistiram à devastação coincidem com zonas de proteção, como unidades de conservação e terras indígenas. Essas áreas protegidas, estabelecidas desde o Projeto Grande Carajás na década de 1980, ocupam menos de um terço da bacia, mas concentram mais da metade do carbono estocado.</p>
<h3>Preservar e restaurar: uma urgência para o clima</h3>
<p>O estudo do ITV DS ressalta que o estoque de carbono é apenas um dos muitos valores da floresta em pé. A preservação garante a conservação da biodiversidade, a proteção de recursos hídricos e a segurança contra desastres naturais. No campo econômico, a floresta impulsiona a bioeconomia, o ecoturismo e gera emprego e renda.</p>
<p>A pesquisadora Rosane Cavalcante, do ITV DS, explica que a pesquisa reforça a importância de manter as florestas intactas, mas também a urgência de recuperar ecossistemas degradados.</p>
<blockquote><p>&#8220;A situação da bacia do Itacaiúnas funciona como um alerta para outras regiões da Amazônia que ainda enfrentam forte pressão de desmatamento.&#8221; Em outras palavras, cada hectare protegido ou recuperado representa um futuro mais resiliente para o bioma e para o planeta.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/florestas-de-carajas-guardam-um-tesouro-contra-o-aquecimento-global/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Restauração florestal avança como alternativa eficaz para captura de CO²</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/restauracao-florestal-avanca-como-alternativa-eficaz-para-captura-de-co%e2%82%82/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/restauracao-florestal-avanca-como-alternativa-eficaz-para-captura-de-co%e2%82%82/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 16:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[restauração florestal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=35347</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-10.33.41-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O mercado de carbono no Brasil ainda está em fase inicial de regulamentação, mas muitas empresas nacionais já se movimentam para ocupar espaço nesse setor em expansão. É o caso da re.green, companhia que atua na geração de créditos de carbono por meio de projetos de restauração florestal. A empresa estabeleceu como meta recuperar 1 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-03-at-10.33.41-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O mercado de carbono no Brasil ainda está em fase inicial de regulamentação, mas muitas empresas nacionais já se movimentam para ocupar espaço nesse setor em expansão. É o caso da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/bndes-aprova-r-187-milhoes-para-restaurar-15-mil-hectares-de-florestas-na-amazonia-e-na-mata-atlantica/" target="_blank" rel="noopener">re.green</a>, companhia que atua na geração de créditos de carbono por meio de projetos de restauração florestal.</p>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/startup-busca-parceria-com-produtores-rurais-paraenses-para-alavancar-restauracao-florestal/" target="_blank" rel="noopener">empresa</a> estabeleceu como meta recuperar 1 milhão de hectares de áreas degradadas até 2032. A expectativa é que, com essa iniciativa, seja possível remover cerca de 15 milhões de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera por ano.</p>
<p>A preservação de áreas nativas e a recuperação de terras degradadas têm se tornado uma estratégia econômica para empresas que atuam no mercado de carbono e é fundamental para <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/restauracao-florestal-eleva-niveis-de-chuva-e-reduz-de-impactos-de-secas-e-inundacoes/" target="_blank" rel="noopener">frear a emergência climática e impedir a extinção de diversas espécies.</a> Além disso, ao manter árvores em pé, mesmo em locais onde o desmatamento seria legalmente permitido, ou ao promover o reflorestamento, essas empresas podem emitir créditos de carbono.</p>
<p>Esses créditos são comprados por companhias que emitem gases de efeito estufa e buscam compensar suas emissões, a fim de cumprir metas de neutralidade de carbono. Com isso, as empresas reflorestadoras passam a lucrar ao vender títulos de compensação para setores mais poluentes da economia. Com o potencial natural do Brasil para a captura de carbono, a atuação de empresas como a re.green sinaliza o protagonismo que o país pode assumir na transição para uma economia de baixo carbono.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando a árvore cresce, ela não apenas remove carbono, também contribui para a conservação da biodiversidade e a geração de empregos&#8221;, destaca a diretora Jurídica e Relações Institucionais da Re.green, Mariana Barbosa, ao <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/cop-30-amazonia/noticia/2025/06/30/restauracao-florestal-ganha-forca-como-solucao-para-captura-de-co2.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo.</a></p></blockquote>
<p>Dois perfis de empresas têm se destacado na compra de créditos de carbono para compensar suas emissões: as do setor de tecnologia e aquelas comprometidas com políticas de ESG (ambiental, social e governança). Um exemplo é a Microsoft, que já firmou contratos com a Re.green, que possui 26 mil hectares sob sua gestão, sendo 12 mil de área restaurada.</p>
<p>Quem também tem investido no mercado de restauração de florestas é a Biomas. Fundada recentemente, a companhia estabeleceu a meta de recuperar 2 milhões de hectares de áreas degradadas em um prazo de 20 anos, a partir de 2022. Para Fabio Sakamoto, CEO da companhia, o crédito de carbono é um investimento a longo prazo e que precisa de um investimento maior nos primeiros anos.</p>
<blockquote><p>&#8220;É um projeto em que o dinheiro é investido nos primeiros cinco anos, e o crédito de carbono é gerado a partir do crescimento da floresta. E uma floresta demora cerca de 40 anos para crescer e vou emitir crédito ao longo desse tempo&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>No Pará, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-aposta-na-economia-verde-com-projetos-de-mercado-de-carbono-e-restauracao-florestal/" target="_blank" rel="noopener">a restauração da floresta</a> também se tornou uma prioridade desde 2019, por meio de iniciativas como o Plano Estadual Amazônia Agora, a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas e o programa Territórios Sustentáveis, voltados para a mudança do uso do solo no território paraense, focando nos benefícios socioeconômicos, ambientais e culturais. A meta do estado é recuperar 5,7 milhões de hectares de florestas até 2030.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fundo-clima-libera-r-80-milhoes-para-reflorestar-areas-na-amazonia-e-mata-atlantica/" target="_top">Fundo Clima libera R$ 80 milhões para reflorestar áreas na Amazônia e Mata Atlântica</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/restauracao-florestal-eleva-niveis-de-chuva-e-reduz-de-impactos-de-secas-e-inundacoes/" target="_top">Restauração florestal eleva níveis de chuva e reduz impactos de secas e inundações</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-aposta-na-economia-verde-com-projetos-de-mercado-de-carbono-e-restauracao-florestal/" target="_top">Pará aposta na economia verde com projetos de mercado de carbono e restauração florestal</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/restauracao-florestal-avanca-como-alternativa-eficaz-para-captura-de-co%e2%82%82/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MP pede anulação de contrato bilionário de crédito de carbono entre Pará e coalização internacional</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/mp-pede-anulacao-de-contrato-bilionario-de-credito-de-carbono-entre-para-e-coalizacao-internacional/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/mp-pede-anulacao-de-contrato-bilionario-de-credito-de-carbono-entre-para-e-coalizacao-internacional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 15:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[MPPA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=34083</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/carbono_acordo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) expediram, nesta terça-feira (15), recomendação ao governo do estado e à Companhia de Ativos Ambientais e Participações do Pará (CAAPP), para que anulem imediatamente o contrato internacional de compra e venda de créditos de carbono com coalizão estrangeira de governos internacionais e de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/carbono_acordo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) expediram, nesta terça-feira (15), recomendação ao governo do estado e à Companhia de Ativos Ambientais e Participações do Pará (CAAPP), para que anulem imediatamente o contrato internacional de compra e venda de créditos de carbono com coalizão estrangeira de governos internacionais e de corporações.</p>
<p>A recomendação se baseia na Lei nº 15.042/2024, que proíbe qualquer venda antecipada de créditos de carbono.</p>
<p>Em setembro de 2024<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-assina-acordo-de-r-982-milhoes-com-coalizao-internacional-para-venda-de-credito-de-carbono/" target="_blank" rel="noopener">, o governo do Pará anunciou o acordo, estimando um valor de quase R$ 1 bilhão em créditos de carbono.</a> O contrato foi firmado entre a CAAPP, representando o estado, e a organização coordenadora da coalizão estrangeira LEAF (Lowering Emissions by Accelerating Forest Finance).</p>
<p>A LEAF é composta pelos governos dos Estados Unidos, Reino Unido, Noruega, República da Coreia e grandes corporações mundiais, como Amazon, Bayer, BCG, Capgemini, H&amp;M Group e Fundação Walmart.</p>
<h3>Venda antecipada</h3>
<p>Os Ministérios Públicos argumentam que o contrato configura venda antecipada, prática vedada pela legislação. Consideram o acordo um &#8220;contrato futuro&#8221;, com promessa de venda de certificados de emissão reduzida que &#8220;ainda não constitui e nem está garantido enquanto patrimônio do Estado&#8221;.</p>
<p>A recomendação ressalta que, conforme informação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) ao MPF em novembro, o Projeto de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, Manejo Sustentável e Aumento do Estoque de Carbono (Redd+) Jurisdicional no Pará ainda estava “em fase de construção”.</p>
<p>Os Ministérios Públicos consideram inadequado o tratamento dos créditos como &#8220;commodity a ser entregue por Ano Safra&#8221;, conforme o contrato. Argumentam que são direitos intangíveis e infungíveis, ligados ao sucesso do projeto Redd+, e não bens corpóreos e fungíveis.</p>
<h3>O que é uma recomendação</h3>
<p>A recomendação é um aviso formal que o MP envia a um órgão público, empresa ou indivíduo, indicando que determinada situação está irregular, ilegal ou causando algum prejuízo a direitos coletivos, difusos ou individuais homogêneos (como meio ambiente, consumidores, etc.).</p>
<p>No caso desta recomendação, MPF e MPPA requisitaram que o governo do Pará e a CAAPP comuniquem, em dez dias úteis, a decisão administrativa sobre a anulação do contrato. Uma cópia da recomendação foi enviada à organização coordenadora da coalizão estrangeira.</p>
<h3>O que diz o governo</h3>
<p>Em nota enviada ao g1 pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), a Companhia de Ativos Ambientais e Participações do Pará (CAAP) disse que &#8220;o contrato firmado é um pré-acordo que define condições comerciais futuras, sem realizar transação efetiva ou gerar obrigação de compra antes da verificação das emissões, estando dentro da legalidade&#8221;.</p>
<p>Segundo a nota, o &#8220;documento não fere a Lei nº 15.042/2024 e nem o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE)&#8221;</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-assina-acordo-de-r-982-milhoes-com-coalizao-internacional-para-venda-de-credito-de-carbono/" target="_top">Pará assina acordo de R$ 982 milhões com coalizão internacional para venda de crédito de carbono</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/mp-pede-anulacao-de-contrato-bilionario-de-credito-de-carbono-entre-para-e-coalizacao-internacional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Solo perde mais carbono e fica menos fértil com monocultura do que pegando fogo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/solo-perde-mais-carbono-e-fica-menos-fertil-com-monocultura-do-que-pegando-fogo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/solo-perde-mais-carbono-e-fica-menos-fertil-com-monocultura-do-que-pegando-fogo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 16:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IPAM]]></category>
		<category><![CDATA[monocultura]]></category>
		<category><![CDATA[solo fértil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=33938</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/IMG_20191210_085419031_HDR-1024x768-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Plantar uma só cultura por muito tempo, de um jeito que prejudica a natureza, faz o solo guardar menos carbono do que uma floresta que pega fogo de vez em quando. Uma pesquisa publicada na revista científica Catena, com colaboração de pesquisadores do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). mostrou que, depois de mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/IMG_20191210_085419031_HDR-1024x768-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="chat-history" class="chat-history-scroll-container">
<div id="ecc7b944d6d6ce6d" class="conversation-container message-actions-hover-boundary tts-removed ng-star-inserted" style="min-height: 385px;">
<div>
<div class="response-container ng-tns-c1953781776-52 response-container-with-gpi tts-removed ng-star-inserted response-container-has-multiple-responses">
<div class="presented-response-container ng-tns-c1953781776-52">
<div class="response-container-content ng-tns-c1953781776-52">
<div class="response-content ng-tns-c1953781776-52">
<div id="model-response-message-contentr_ecc7b944d6d6ce6d" class="markdown markdown-main-panel" dir="ltr" style="--animation-duration: 400ms; --fade-animation-function: linear;">
<p data-sourcepos="3:1-3:167">Plantar uma só cultura por muito tempo, de um jeito que prejudica a natureza, faz o solo guardar menos carbono do que uma floresta que pega fogo de vez em quando.</p>
<p data-sourcepos="3:1-3:167"><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0341816225002267" target="_blank" rel="noopener">Uma pesquisa publicada na revista científica Catena</a>, com colaboração de pesquisadores do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). mostrou que, depois de mais de dez anos de monocultura, o solo perde 38% do carbono que tinha. Já em florestas que queimam todo ano, a perda é de 16%, e nas que queimam a cada três anos, é de 19%.</p>
<p data-sourcepos="3:1-3:167">Isso quer dizer que o solo perde o dobro de carbono quando vira plantio único do que quando a floresta queima sempre. E se compararmos com uma floresta que nunca queimou, o solo da monocultura tem três vezes menos carbono.</p>
<blockquote>
<p data-sourcepos="3:1-3:167">“A perda de carbono em sistemas agrícolas varia conforme as práticas de manejo e o tipo de cultivo. Agroflorestas, que integram árvores e produção agropecuária, geralmente aumentam ou mantêm os estoques de carbono devido à capacidade das árvores de sequestrar carbono e melhorar a qualidade do solo. Já as monoculturas, mesmo sem queimadas, podem perder carbono por outros fatores, tais como erosão do solo e uso intensivo de maquinário”, explica Maracahipes-Santos.</p>
</blockquote>
<h3>Boas práticas são o caminho</h3>
<p>O pesquisador aponta ainda que a inserção de práticas da agricultura regenerativa em monoculturas reduz a perda de carbono do solo, diminuindo, consequentemente, as emissões de gás carbônico e mitigando a emergência climática. Entre essas práticas estão a cobertura vegetal, a restauração de florestas ao redor de lavouras e o plantio direto.</p>
<blockquote><p>“A Amazônia tem enfrentado queimadas florestais frequentes e conversão de floresta para agricultura. Grande parte das pesquisas focaram em quantificar os impactos desses usos sobre a biomassa acima do solo. Nosso estudo mostra o legado e a magnitude de queimas frequentes e conversão de floresta para agricultura sobre a matéria orgânica do solo e outros atributos de saúde do solo no Arco do Desmatamento Amazônico”, indica Mário Medeiros-Naval, pesquisador da USP (Universidade de São Paulo) e primeiro autor do artigo.</p></blockquote>
<h3>Saúde do solo</h3>
<p>As análises também identificaram uma correlação entre o aumento de estoque de carbono e a maior fertilidade do solo. Isso indica que adotar práticas mais sustentáveis em monoculturas, que favoreçam o acúmulo de carbono, pode gerar solos mais férteis e reduzir a necessidade de fertilizantes.</p>
<p>A pesquisa atesta que a saúde do solo em monoculturas é pior do que em florestas queimadas anualmente. O solo presente nas lavouras é mais compactado, com menor teor de nitrogênio e matéria orgânica, o que reduz a capacidade de armazenar nutrientes e dificulta o crescimento de plantas, aumentando a dependência de fertilizantes.</p>
<p>A área de monocultura estudada já adotava o plantio direto e aplicação de calcário, práticas mais sustentáveis, desde 2008, o que reduziu a acidez do solo e aumentou a disponibilidade de alguns nutrientes. No entanto, a redução de matéria orgânica levou a características incompatíveis com solos saudáveis</p>
<p data-sourcepos="3:1-3:167">
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="input-area-container ng-star-inserted">
<div class="input-area ng-tns-c1922522765-3 with-toolbox-drawer" data-node-type="input-area">
<div class="text-input-field ng-tns-c1922522765-3 with-toolbox-drawer height-expanded-past-single-line">
<div class="text-input-field_textarea-wrapper ng-tns-c1922522765-3" style="--chat-container-height: 419;">
<div class="text-input-field-main-area ng-tns-c1922522765-3">
<div class="text-input-field_textarea-inner ng-tns-c1922522765-3" style="height: 24px;">
<div class="ql-editor textarea new-input-ui ql-blank" role="textbox" contenteditable="true" data-gramm="false" aria-multiline="true" aria-label="Insira um comando aqui" data-placeholder="Peça ao Gemini"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/solo-perde-mais-carbono-e-fica-menos-fertil-com-monocultura-do-que-pegando-fogo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fogo e seca reduzem capacidade da Amazônia de se manter viva</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fogo-e-seca-reduzem-capacidade-da-amazonia-de-armazenar-carbono/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fogo-e-seca-reduzem-capacidade-da-amazonia-de-armazenar-carbono/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 13:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[fotosíntese]]></category>
		<category><![CDATA[IPAM]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=33496</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/amazonia6-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Incêndios e secas frequentes estão acabando com a capacidade da Amazônia de retirar carbono da atmosfera e armazená-lo no solo: em áreas atingidas, esta troca já é 18,7% menor.  Na prática, isso afeta a regulação do clima e torna o solo menos fértil— um cenário que ameaça as bases da produção agropecuária brasileira. É o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/amazonia6-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Incêndios e secas frequentes estão acabando com a capacidade da Amazônia de retirar carbono da atmosfera e armazená-lo no solo: em áreas atingidas, esta troca já é 18,7% menor.  Na prática, isso afeta a regulação do clima e torna o solo menos fértil— um cenário que ameaça as bases da produção agropecuária brasileira.</p>
<p>É o que mostra novo estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), publicado na segunda-feira, 10/3, na revista científica Forest Ecology and Management. A pesquisa é uma das primeiras a investigar a relação entre queimadas e o solo no bioma.</p>
<blockquote><p>“Essas florestas atingidas por fogo e seca vão se tornando cada vez mais degradadas ao longo do tempo, principalmente devido à redução do intervalo de tempo entre esses eventos extremos, impedindo que elas se recuperem”, explica o pesquisador do IPAM e um dos autores do estudo, Leonardo Maracahipes-Santos.</p></blockquote>
<p>Ou seja, o fogo aumentou a mortalidade das árvores e raízes que, em conjunto com o estresse causado pela seca, reduziu o processo de fotossíntese. Esse processo obriga a floresta a usar reservas de energia antigas, tornando-a mais vulnerável a eventos extremos futuros, que devem se tornar mais frequentes com as altas temperaturas.</p>
<blockquote><p>“Isso significa que elas vão perdendo sua capacidade de estocar carbono no solo, e passam a usar suas reservas de energia para conseguir suportar esses eventos extremos e sobreviver. Como consequência, a floresta reduz sua capacidade de retirar carbono da atmosfera, agravando a emergência climática,” detalha Leonardo.</p></blockquote>
<p><strong>Estratégia da Pesquisa</strong></p>
<p>Os resultados foram alcançados após seis anos de investigação (entre 2004 e 2010), na Estação de Pesquisa Tanguro. Para tanto, os pesquisadores analisaram duas partes da Floresta: uma frequentemente atingida pelo fogo experimental e outra preservada (controle). Ambas passaram por dois episódios de seca extrema no período.</p>
<p>Ao longo do trabalho foi constatado que o crescimento das raízes finas foi analisado por meio de instalação de canos com telas, no solo, retirados a cada três meses. Já a análise do uso de reservas de energia das árvores foi feita por meio da datação do carbono nas moléculas de açúcares e amidos das plantas.</p>
<p><em>Fonte: Ipam/Gigante 163</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fogo-e-seca-reduzem-capacidade-da-amazonia-de-armazenar-carbono/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa amplia projeto de reflorestamento no Pará e outras regiões do Brasil</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/empresa-amplia-projeto-de-reflorestamento-no-para-e-outras-regioes-do-brasil/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/empresa-amplia-projeto-de-reflorestamento-no-para-e-outras-regioes-do-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nahama Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 18:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=32870</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/CENTRO-DE-REFLORESTAMENTO-2-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A re.green, empresa dedicada à venda de créditos de carbono, ampliou acordo com a Microsoft e com isso vai expandir seu projeto de reflorestamento no Brasil, incluindo o leste do Pará, uma das áreas mais afetadas pelo desmatamento. Com a expansão anunciada nesta quarta-feira (22), durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, a re.green planeja [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/CENTRO-DE-REFLORESTAMENTO-2-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A re.green, empresa dedicada à venda de créditos de carbono, ampliou acordo com a Microsoft e com isso vai <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/bndes-aprova-r-187-milhoes-para-restaurar-15-mil-hectares-de-florestas-na-amazonia-e-na-mata-atlantica/">expandir seu projeto de reflorestamento no Brasil, incluindo o leste do Pará</a>, uma das áreas mais afetadas pelo desmatamento. Com a expansão anunciada nesta quarta-feira (22), durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, a re.green planeja restaurar 33 mil hectares de floresta em 25 anos, mais que o dobro da meta inicial de 15 mil hectares prevista no primeiro em maio de 2023. O projeto também abrange áreas da Mata Atlântica.</p>
<p>No Pará, onde a devastação ambiental é alarmante, a <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/startup-busca-parceria-com-produtores-rurais-paraenses-para-alavancar-restauracao-florestal/">re.green busca não apenas recuperar áreas degradadas, mas também promover o desenvolvimento sustentáve</a>l.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente vai expandir a presença nas áreas onde já estamos e a gente inseriu uma área nova, que é o Vale do Paraíba, na área emblemática que produziu alguns dos primeiros milionários do Brasil, nos anos 1800, e que hoje é uma área extremamente degradada&#8221;, afirmou Thiago Picolo, CEO da re.green, em entrevista à <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/01/microsoft-amplia-acordo-para-compra-de-creditos-de-carbono-da-brasileira-regreen.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha de S. Paulo</a>.</p></blockquote>
<p>Além do leste do Pará, a empresa atua no oeste do Maranhão, no norte de Mato Grosso, na região do Xingu e na Bahia, onde promove a restauração de áreas da Mata Atlântica. O Vale do Paraíba, em São Paulo, também foi incluído na nova fase do projeto.</p>
<p>Picolo destacou que o acordo com a Microsoft elevou a reputação da re.green e ajudou a atrair mais clientes no mercado internacional de carbono, que ainda opera de forma voluntária. Grandes multinacionais têm procurado compensar suas emissões por meio de iniciativas de restauração florestal no Brasil.</p>
<p>Segundo CEO da re.green , &#8220;o mercado de carbono voluntário, que é onde a gente atua, ressurgiu durante a época do [primeiro mandato de] Trump [de 2017 a 2021]. Se o governo não está se estruturando, as empresas começaram a tomar um protagonismo. Então ele subiu como um foguete durante a época do Trump. Não sei o que vai acontecer agora, sinceramente. Eu sei que a realidade não muda, né?&#8221;.</p>
<p>Apesar do foco em atrair investidores estrangeiros, o objetivo da re.green é consolidar o Brasil como líder mundiais no mercado de carbono, exportando ativos ambientais e promovendo práticas sustentáveis em regiões em alerta como no Pará.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/empresa-amplia-projeto-de-reflorestamento-no-para-e-outras-regioes-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-04-30 08:24:30 by W3 Total Cache
-->