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	<title>Cametá &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Cametá &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>&#8220;Quem vive do rio aprende a se virar&#8221;: A força da tradição na pesca do Mapará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 16:41:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-10.46.17-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O respeito aos ciclos do meio ambiente é uma meta desejada em todo o mundo, mas e se este ciclo virar uma tradição popular que mobiliza um estado inteiro e envolve mais de 50 comunidades ribeirinhas? Essa realidade é vivida anualmente em Cametá, no nordeste paraense, onde o fim do defeso do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-02-at-10.46.17-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O respeito aos ciclos do meio ambiente é uma meta desejada em todo o mundo, mas e se este ciclo virar uma tradição popular que mobiliza um estado inteiro e envolve mais de 50 comunidades ribeirinhas? Essa realidade é vivida anualmente em Cametá, no nordeste paraense, onde o fim do defeso do Mapará, peixe símbolo da pesca local, é celebrado por 55 comunidades ribeirinhas de cinco municípios e atrai turistas. A manifestação também é considerada Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará.</p>
<p>Raimundo Costa é líder de uma pequena associação de pescadores em Igarapé-Miri, um dos municípios que celebra a abertura da pesca do Mapará. Para ele, o período de defeso é uma pausa importante para o futuro da tradição.</p>
<blockquote><p>&#8220;É importante respeitar o defeso senão falta peixe no futuro. Todo ano a gente recebe orientações e incentivo pra fazer outros jeitos de ganhar dinheiro e até auxílio pra quem precisar. Se não fizer a pausa certinho nesse período (entre 1º de novembro e 1º de março) a produção diminui e a pesca rende pouco. Se a gente tem as nossas necessidades, tem a deles também&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>O diretor de pesca da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), Orlando Lobato, explica que a legislação implementada há mais de 10 anos foi estabelecida com base em estudos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<blockquote><p>&#8220;Houve muita pesquisa para definir o melhor espaço de tempo para o período de defeso. Isso ajuda o governo a estabelecer políticas públicas e as comunidades por dar a noção exata do período em que a pausa é realmente necessária&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Lucyan Santos é de Cametá e reforça que o fim do defeso é uma grande celebração entre amigos e o meio ambiente.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente tem outras formas de ganhar dinheiro porque quem vive da terra e do rio aprende a se virar desde sempre, mas o Mapará é uma tradição, um símbolo muito muito importante. As crianças crescem comendo mapará e se tu cresceste sem estar no borqueio (quando as embarcações se posicionam em um círculo para pescar), cresceu errado. É hora de encontrar os amigos de Oeiras, Igarapé-Miri, e Limoeiro (do Ajuru) e ver quem pegou os mais graúdos. Se tiver defeso, tem peixe e se tiver peixe é mais um ano desse encontro garantido. É uma grande celebração que precisa continuar&#8221;, celebra.</p></blockquote>
<figure id="attachment_41114" aria-describedby="caption-attachment-41114" style="width: 860px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-41114" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349.webp" alt="" width="860" height="573" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349.webp 860w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-768x512.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260228103227-GC00075037-F00291349-450x300.webp 450w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /><figcaption id="caption-attachment-41114" class="wp-caption-text">Maparás capturados no borqueio. Foto: Arquivo/Agência Pará</figcaption></figure>
<h3>100 toneladas no primeiro dia</h3>
<p>No primeiro dia da abertura da pesca do Mapará, os borqueios podem capturar entre 8 a 20 toneladas por bloqueio, chegando a 100 toneladas. No entanto, em parte do município, os frutos do primeiro borqueio são divididos e doados entre comunidades carentes. A abertura de mercado nas feiras da região acontece ao longo da semana.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ninguém resiste um mapará assado de brasa, do lado da família e dos amigos então, melhor ainda. Isso que dizem é o tal do consumo consciente&#8221;, comenta Raimundo.</p></blockquote>
<p>O diretor da Sedap conta ainda que o final do defeso também é recebido com festa em outros municípios. Em Curuá, por exemplo, existe um evento semelhante do de Cametá para marcar o retorno da pesca. Ele explica que a maior preocupação é garantir acordos justos com as comunidades, como forma de garantir a preservação do defeso e um equilíbrio ambiental.</p>
<blockquote><p>“Através da Secretaria de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas), o Estado tem tido um protagonismo bastante importante no sentido de celebrar esses acordos de pesca, que nada mais são do que a concordância da comunidade envolvida, de forma participativa, e seguindo todo um processo e um calendário, até se chegar à conclusão daquele acordo selado, para que haja melhor preservação do mapará”</p></blockquote>
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		<title>MP recomenda &#8216;reforçar&#8217; fiscalização na venda de açaí após casos de Doença de Chagas no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 18:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Ananindeua]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
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		<category><![CDATA[doença de Chagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/acai5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) recomendou à Prefeitura de Cametá, no nordeste paraense, reforçar a fiscalização sanitária na comercialização de açaí no município. O foco da medida é prevenir riscos à saúde da população, assim como a transmissão da Doença de Chagas por via oral. O alerta em Cametá, Belém [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/acai5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) recomendou à Prefeitura de Cametá, no nordeste paraense, reforçar a fiscalização sanitária na comercialização de açaí no município. O foco da medida é prevenir riscos à saúde da população, assim como a transmissão da Doença de Chagas por via oral.</p>
<p>O alerta em Cametá, Belém e outros municípios paraenses ocorre após a explosão de casos em Ananindeua, na Grande Belém, durante o início de 2026. Até o momento, quatro óbitos foram registrados, superando as ocorrências dos últimos cinco anos no município.</p>
<p>À prefeitura de Cametá e à Vigilância Sanitária Estadual, a recomendação é que o município deve intensificar imediatamente as fiscalizações em todos os pontos de venda e de preparo de açaí, assim como criar e executar um cronograma contínuo de inspeções, com metas mensais. Tudo acompanhado de perto e com suporte da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).</p>
<p>Caso seja encontrada alguma irregularidade, as inspeções devem ser refeitas e o município deve aplicar medidas administrativas imediatas em caso de descumprimento das normas. Já outro bloco de orientaçõesVigi é recomendado que o município colete regularmente amostras de açaí para análise laboratorial, assim como promova ações educativas para orientar comerciantes e batedores sobre boas práticas sanitárias.</p>
<h3>O que já foi feito?</h3>
<p>No caso de Cametá, a prefeitura ainda não se pronunciou sobre as recomendações. Já a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), citada no documento, declarou que ainda não recebeu a recomendação do MPPA, mas que já executa ações de fiscalização em conjunto com os municípios, oferecendo assessoria técnica e operacional, por meio do Laboratório Central do Estado (Lacen-PA).</p>
<p>Já na capital paraense, a Prefeitura de Belém divulgou no último dia 20 <a href="https://drive.google.com/file/d/1TcWnSVq6FCk8eU-vOssyRBZGH2J3xU36/view?pli=1" target="_blank" rel="noopener">uma lista com 132 pontos de venda licenciados</a> após a fiscalização mais recente, realizada em 2025. Os estabelecimentos avaliados como &#8216;seguros&#8217; estão distribuídos ao longo de quase 30 bairros da cidade.</p>
<p>Em Ananindeua, que contabiliza quatro mortes e 45 casos confirmados da doença, a fiscalização do MP e da Vigilância Sanitária interditou três pontos de venda na última semana. As interdições foram realizadas pela ausência de licença sanitária e do descumprimento de etapas obrigatórias no processamento do açaí, como o branqueamento do fruto, essencial para a eliminação de agentes contaminantes como o <em>Trypanosoma cruzi, </em>protozoário causador da Doença de Chagas.</p>
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		<title>&#8216;Cordão da Bicharada&#8217; completa 50 anos celebrando o meio ambiente em Cametá</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/cordao-da-bicharada-completa-50-anos-celebrando-o-meio-ambiente-em-cameta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 19:06:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá nas Águas da Folia]]></category>
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		<category><![CDATA[pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/bicharada-juaba-toninho-castro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em 2026, o tradicional ‘bloco’ de Carnaval que nasce das margens do Rio Tocantins com brincantes vestidos de animais e figuras folclóricas completa 50 anos. Criado na década de 1970 na Vila do Juaba, no município de Cametá, o Cordão da Bicharada se consagrou como um ‘grito’ em defesa da natureza levando a consciência ambiental [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/bicharada-juaba-toninho-castro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em 2026, o tradicional ‘bloco’ de Carnaval que nasce das margens do Rio Tocantins com brincantes vestidos de animais e figuras folclóricas completa 50 anos. Criado na década de 1970 na Vila do Juaba, no município de Cametá, o <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/no-cordao-da-bicharada-criancas-e-adolescentes-levam-consciencia-ecologica-a-folia-de-cameta-no-para/" target="_blank" rel="noopener">Cordão da Bicharada</a> se consagrou como um ‘grito’ em defesa da natureza levando a consciência ambiental de forma festiva para todas as idades.</p>
<p>As primeiras fantasias foram feitas à base de lona, juta e materiais reaproveitados disponíveis na Vila do Juaba. Aos 78 anos, Mestre Zenóbio, criador do movimento, explica que a ideia não era apenas ficar semelhante aos animais por meio da fantasia, mas dar vida a eles.</p>
<blockquote><p>“Como seria se esses bichos pudessem brincar com a gente? Eles brincam do jeito deles, mas a ideia é trazer isso pra brincadeira do Carnaval”, conta.</p></blockquote>
<p>Antigamente, os participantes faziam trajetos que lembravam o formato de um cordão e chegavam a entrar nas casas dos moradores. Atualmente, o cortejo percorre as ruas da vila e faz parte da abertura oficial do Carnaval de Cametá, que ocorre nesta sexta-feira, 13.</p>
<p>Em 2025, o Cordão da Bicharada esteve na abertura da Green Zone, espaço dedicado ao público durante a COP30, em Belém. O cortejo de animais levou a cultura da região e a mensagem de preservação do meio ambiente a um espaço nunca imaginado.</p>
<blockquote><p>“Achamos incrível quando veio a oportunidade de estar na COP, porque o Cordão da Bicharada representa também a essa convivência construtiva com o meio ambiente. Qual a melhor forma de celebrar isso do que em uma festa onde os povos ribeirinhos e os animais são as principais estrelas?”, comenta o prefeito de Cametá, Victor Cassiano.</p></blockquote>
<p>Já para Mestre Zenóbio, além da visibilidade para a manifestação cultural paraense, um recado importante foi dado durante o cortejo na COP30.</p>
<blockquote><p>“Igual junta com igual, quando a gente começou eram algumas pessoas fantasiadas e músicos da vila, com o tempo chegaram outros músicos, gente que mexe melhor com fantasia, fotógrafos, professores. Quando o propósito é real, de coração, vai atrair gente que pensa parecido. Nossa mensagem não foi feita pra ficar só aqui, mas pra ganhar chão e chegar em quem precisa chegar. Preservar o meio ambiente e ser justo com ele é o caminho para um grande baile onde o progresso não briga com quem vive da floresta”, diz.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/DQ5Bq87gcjO/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Vila de Juaba (@viladejuaba)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3>Aula pública</h3>
<p>Ao longo de meio século, atores, o Cordão da Bicharada transforma o Carnaval de Cametá em uma grande aula pública de preservação. Através de letras lúdicas e personagens que dão voz à fauna, artistas e contadores de histórias alertam contra a caça e o desmatamento. Hoje, a tradição se renova no Carnaval das Águas, com o grupo chegando de barco para abrir os festejos e celebrar sua conexão íntima com o Rio Tocantins.</p>
<blockquote><p>“Não há como falar do Carnaval paraense sem falar de Cametá e do Cordão da Bicharada. Por isso eles são os grandes patronos da festa, abrindo os rios com força, honra e alegria”, diz o prefeito.</p></blockquote>
<p>O Carnaval de Cametá acontece entre os dias 13 e 18 de fevereiro, consolidando-se como uma das festas mais diversas da região Norte do Brasil. Com o tema “Cametá nas Águas da Folia”, o evento une tradição e grandes espetáculos musicais com cortejos fluviais percorrem o Rio Tocantins, levando música e alegria às comunidades ribeirinhas, assim como trios elétricos e festas nas praças, com atrações para todos os públicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DUlm7ntD3Tm/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DUlm7ntD3Tm/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Victor Cassiano (@victorcassianooficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Mas se você acha que a única oportunidade de oportunidade de ver o Cordão da Bicharada é durante o Carnaval, se enganou. Na verdade, ele é o ato de abertura para momentos importantes na Vila de Juaba, como o aniversário da vila, que completa 126 anos no dia 19 de março, e o Festival Cultural Juabense, tradicionalmente realizado no mês de junho.</p>
<blockquote><p>“A porta está aberta para o diálogo o ano todo. Todo mundo tem seus afazeres, mas falar a favor da preservação do meio ambiente é sempre importante. Nossa mensagem está na nas ruas o ano todo”, celebra Zenóbio.</p></blockquote>
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		<title>Queimada destrói mais de 30 hectares e vira ameaça para comunidade em Cametá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 14:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
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		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-02-111526-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Há mais de 24 horas, a Defesa Civil atua em combate a um incêndio florestal de grandes proporções em uma área de mata em Cametá, nordeste do Pará. A ação pretende impedir que as chamas, que já destruíram 30 hectares de vegetação, cheguem a um residencial com cerca de mil casas populares, localizado a três [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/Captura-de-tela-2025-10-02-111526-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Há mais de 24 horas, a Defesa Civil atua em combate a um incêndio florestal de grandes proporções em uma área de mata em Cametá, nordeste do Pará. A ação pretende impedir que as chamas, que já destruíram 30 hectares de vegetação, cheguem a um residencial com cerca de mil casas populares, localizado a três quilômetros do centro do município.</p>
<p>O fogo começou na madrugada de terça-feira (30/9) e matou centenas de animais que não conseguiram fugir das chamas, consideradas fora de controle. Em comunicado, a Defesa Civil informou que as chamas se alastram rapidamente devido a fatores como vento forte e vegetação seca.</p>
<p>Moradores do residencial, na rota do fogo, relatam dificuldade para respirar e medo que as chamas atinjam as residências durante a noite. Já motoristas, que circulam nas estradas próximas, narram que a fumaça compromete a visibilidade. A Defesa Civil reforça as ações de assistência feitas para a comunidade e destaca que vai informar aos moradores se houver necessidade de evacuação.</p>
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		<title>Cametá recebe orientações para ajudar na prevenção à vassoura-de-bruxa da mandioca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 16:35:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250902-WA0009-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, comunidades do município de Cametá, na Região de Integração (RI) do Rio Tocantins, receberam a I Caravana de Educação Sanitária sobre a vassoura-de-bruxa da Mandioca, uma ação educativa conjunta para capacitar os técnicos e comunidades do município a prevenir a praga. A ação realizada por 50 representantes de instituições ligadas à defesa agropecuária, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250902-WA0009-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, comunidades do município de Cametá, na Região de Integração (RI) do Rio Tocantins, receberam a I Caravana de Educação Sanitária sobre a vassoura-de-bruxa da Mandioca, uma ação educativa conjunta para capacitar os técnicos e comunidades do município a prevenir a praga.</p>
<p>A ação realizada por 50 representantes de instituições ligadas à defesa agropecuária, extensão rural, agricultura familiar, ensino, pesquisa e tecnologia estiveram em escolas, embarcações, portos, feiras, sindicatos e comunidades rurais de Cametá para compartilhar com agricultores, professores, agentes de saúde e estudantes formas de prevenir a doença.</p>
<p>Thaís Leão, gerente de pragas quarentenárias da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), relembra a importância da ação de combate após a confirmação da <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/mapa-confirma-foco-de-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_blank" rel="noopener">presença da praga no município de Almeirim,</a> na Aldeia Bona, Território Indígena do Tumucumaque, em uma área remota de difícil acesso.</p>
<blockquote><p>“Existe uma preocupação com essa emergência fitossanitária em nível nacional, uma vez que somos os maiores produtores do País. Então, no evento, representantes de vários Estados foram treinados como agentes multiplicadores de informação. Eles atuaram nas comunidades durante o evento e darão continuidade às ações educadtivas nos seus respectivos Estados”. Thaís Leão,  gerente de pragas quarentenárias da Adepará.</p></blockquote>
<p>A ação educativa idealizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) foi organizada e coordenada no Pará  pela Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária no Pará (SFA-PA/MAPA) e pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) em parceria com instituições públicas, privadas e educacionais de Cametá.</p>
<p>O Ministério Público<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/ministerio-publico-acompanha-combate-a-praga-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_blank" rel="noopener"> está acompanhando as ações do Poder Público</a> para combater a “vassoura-de-bruxa da mandioca”.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/ministerio-publico-acompanha-combate-a-praga-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_top">Ministério Público acompanha combate a praga ‘vassoura-de-bruxa da mandioca’ no Pará</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/mapa-confirma-foco-de-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_top">Mapa confirma foco de Vassoura-de-Bruxa da Mandioca no Pará</a></strong></p>
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		<title>No Pará, além da folia, o Carnaval também serve para despertar consciência ambiental</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/no-para-alem-da-folia-o-carnaval-tambem-serve-para-despertar-consciencia-ambiental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 13:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
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		<category><![CDATA[Pretinhos do Mangue]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pretinhos-do-mangue-ascom-segup-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O clima de Carnaval já toma conta do Brasil, mas além de música, alegria e brincadeiras, esse pode ser um momento para despertar a consciência ambiental. Essa é a proposta de alguns blocos tradicionais que desfilam em diferentes regiões do estado. Pensando nisso, o Pará Terra Boa preparou uma lista com as [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/pretinhos-do-mangue-ascom-segup-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>O clima de Carnaval já toma conta do Brasil, mas além de música, alegria e brincadeiras, esse pode ser um momento para despertar a consciência ambiental. Essa é a proposta de alguns blocos tradicionais que desfilam em diferentes regiões do estado. Pensando nisso, o <strong>Pará Terra Boa</strong> preparou uma lista com as atrações que tornam a folia de Momo muito mais sustentável.</p>
<p><strong>1 – Pretinhos do Mangue</strong> – <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-curuca-bloco-pretinhos-do-mangue-abraca-folia-e-ecologia-como-marcas-do-seu-carnaval/">Em Curuçá, no nordeste paraense, as fantasias dos brincantes vêm da lama dos manguezais da região</a>. Usando a criatividade e esse recurso abundante, o Pretinhos do Mangue busca aliar a diversão com o alerta sobre a importância da preservação desse ambiente que cobre mais de 66% do território do município.</p>
<p>Não à toa, o bloco ganhou renome nacional e já foi reconhecido como patrimônio cultural do Pará. Quer curtir o Carnaval coberto de lama? Então, não perca o desfile que está marcado para o domingo, 11.</p>
<p><strong>2 – Cordão da Bicharada –</strong> Também no nordeste do estado, o município de Cametá é um dos principais destinos dos visitantes nessa época. Além dos trios elétricos e artistas regionais e nacionais, uma das atrações da cidade é o Cordão da Bicharada, em que <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/no-cordao-da-bicharada-criancas-e-adolescentes-levam-consciencia-ecologica-a-folia-de-cameta-no-para/">crianças, adolescentes e adultos da Vila de Juaba se fantasiam de animais para fazer um apelo ambiental</a>.</p>
<p>A idealização foi de Zenóbio Ferreira, morador local, que diz que se inspirou nas histórias que ouvia do pai e nos livros que lia para criar uma festa carregada de cores, alegria e uma preocupação com a preservação da biodiversidade. O desfile da bicharada ocorre nesta sexta-feira, 9, na abertura do Carnaval cametaense.</p>
<figure id="attachment_15896" aria-describedby="caption-attachment-15896" style="width: 593px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-15896" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/bicharada6-300x189.jpg" alt="" width="593" height="374" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/bicharada6-300x189.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/bicharada6-150x94.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/bicharada6-450x283.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/bicharada6.jpg 640w" sizes="(max-width: 593px) 100vw, 593px" /><figcaption id="caption-attachment-15896" class="wp-caption-text">Foto: Raimundo Pocó</figcaption></figure>
<p><strong>3 – Só no Mapiri que Tinha –</strong> A temática ecológica também tem vez em Santarém, no oeste do estado. Lá, os moradores do bairro Mapiri se unem desde 2016 para brincar, mas também para chamar atenção para a processo de degradação dos lagos do Mapiri e Papucu.</p>
<p>O bloco percorre as ruas ao som de marchinhas tradicionais e também de composições próprias, que citam, por exemplo, espécies de peixes que eram facilmente encontradas, mas hoje sobrevivem apenas na memória dos foliões. Uma delas é o jaraqui, que é o símbolo do Só no Mapiri que Tinha. Neste ano, a agremiação desfila na terça-feira, 13.</p>
<p><strong>4 – Bloco orgânico –</strong> Em Maiandeua, no município de Maracanã, a folia é curtida ao som do carimbó pau e corda que embala o Bloco Orgânico. Na programação, marcada para sábado, 10, os moradores e visitantes são convidados a dançar e refletir sobre a importância da valorização das raízes culturais da região e a conservação e o manejo sustentável desta Área de Preservação Ambiental (APA).</p>
<figure id="attachment_27427" aria-describedby="caption-attachment-27427" style="width: 587px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27427 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Crias-do-curro-velho-Jader-Paes.jpg" alt="" width="587" height="391" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Crias-do-curro-velho-Jader-Paes.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Crias-do-curro-velho-Jader-Paes-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Crias-do-curro-velho-Jader-Paes-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Crias-do-curro-velho-Jader-Paes-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Crias-do-curro-velho-Jader-Paes-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /><figcaption id="caption-attachment-27427" class="wp-caption-text">As Crias do Curro Velho desfilam há 33 anos com alegorias e fantasias feitas com materiais recicláveis. Foto: Jader Paes / Agência Pará</figcaption></figure>
<p><strong>5 – Crias do Curro Velho – </strong>Em Belém, há 33 anos, o Núcleo de Oficinas Curro Velho realiza um cortejo tradicional marcado pela presença de crianças e jovens e pela elaboração de fantasias com materiais recicláveis.</p>
<p>Tudo passa por um processo formativo em que os participantes se tornam protagonistas da construção do Carnaval, que culmina com um desfile da escola de samba Crias do Curro Velho,. Neste ano, o enredo é “Natureza, eco dos elementos e elementais”, que ocorre no dia 24 de fevereiro.</p>
<blockquote><p>“A gente sempre procura trabalhar temas que causam reflexão, sobre questões sociais, ambientais ou culturais. Em razão também do foco da COP 30, a gente trouxe esse tema, a natureza, que vamos procurar abordar de maneira diferente. Usamos o tema para causar impacto nos participantes e no público que vai assistir ao desfile”, explicou o coordenador de Iniciação Artística, Jorge Cunha.</p></blockquote>
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		<title>Pará alcança 50 municípios no Mapa do Turismo Brasileiro</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/para-alcanca-50-municipios-no-mapa-do-turismo-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 13:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Água Azul do Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/8634_d581b8ba-9147-4ee4-5c78-ff347d17319c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Mais treze municípios paraenses foram inseridos no Mapa do Turismo Brasileiro do Ministério do Turismo (MTur). As cidades de Salinópolis, Salvaterra, Itaituba, Trairão, Aveiro, Maracanã, Tucuruí, Cametá, Rio Maria, Piçarra, Tucumã, Água Azul do Norte e Portel agora integram o Sistema de Informações do Mapa do Turismo Brasileiro (Sismapa). Com essa nova rodada de inclusões, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/8634_d581b8ba-9147-4ee4-5c78-ff347d17319c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Mais treze municípios paraenses foram inseridos no Mapa do Turismo Brasileiro do Ministério do Turismo (MTur). As cidades de Salinópolis, Salvaterra, Itaituba, Trairão, Aveiro, Maracanã, Tucuruí, Cametá, Rio Maria, Piçarra, Tucumã, Água Azul do Norte e Portel agora integram o Sistema de Informações do Mapa do Turismo Brasileiro (Sismapa).</p>
<p>Com essa nova rodada de inclusões, o Estado alcança a marca de 50 municípios paraenses, de todas as suas 14 Regiões Turísticas, compondo o Sismapa, que é a mais importante ferramenta do Governo Federal para definição de políticas públicas no setor de turismo.</p>
<blockquote><p>“A presença no Mapa confirma a organização municipal para a gestão do turismo, tornando-o apto para a captação de recursos em áreas como infraestrutura, promoção, capacitação e gestão turísticas”, explica o secretário de Estado de Turismo do Pará, Eduardo Costa.</p></blockquote>
<p>Cabe à Setur, como interlocutora estadual do Programa de Regionalização do Turismo (PRT) do MTur, garantir assessoria técnica para que os municípios paraenses garantam seu lugar no Mapa.</p>
<figure id="attachment_26986" aria-describedby="caption-attachment-26986" style="width: 455px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-26986" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta-300x200.jpg" alt="" width="455" height="303" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cameta.jpg 1300w" sizes="(max-width: 455px) 100vw, 455px" /><figcaption id="caption-attachment-26986" class="wp-caption-text">Cametá também foi incluída no Mapa do Turismo. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Assim que os municípios preenchem as informações, a Setur possui um prazo de até 30 dias para analisar as informações e os documentos anexados. Em seguida, esses registros são submetidos à aprovação do Ministério do Turismo, que tem até 15 dias para conceder a aprovação e incorporá-los ao Mapa do Turismo. Após a inclusão, o registro terá validade de um ano, que poderá ser renovado.</p>
<p>Entre algumas exigências estão a existência de órgão ou entidade municipal responsável pela pasta de Turismo, por meio da apresentação de normativo referente à estrutura administrativa da Prefeitura Municipal; comprovar a existência de dotação orçamentária destinada ao turismo; possuir prestadores de serviços turísticos em situação regular no Sistema de Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), e comprovar a existência de uma instância de governança regional no turismo ativa, como um conselho, fórum, comitê ou associação responsável por sua gestão. Também precisa apresentar termo de compromisso, conforme modelo disponibilizado pelo Ministério do Turismo, assinado pelo prefeito e pelo dirigente responsável pela pasta de Turismo, aderindo, de forma espontânea e formal, ao Programa de Regionalização do Turismo.</p>
<p>O Mapa é anual e o município pode se registrar no sistema em qualquer época do ano. As prefeituras precisam fornecer ao Sistema de Informações do Mapa do Turismo os dados essenciais que demonstrem o atendimento aos critérios exigidos. “Daí a importância do reconhecimento e apoio ao trabalho da rede de interlocutores municipais e regionais do Programa de Regionalização do Turismo e do fortalecimento das Instâncias de Governança Regionais”, enfatiza Eduardo Costa.</p>
<p>Para Hugo Almeida, gerente de Estruturação dos destinos turísticos, a visibilidade proporcionada pelo Mapa do Turismo Brasileiro contribuiu para a atração de turistas, acesso a recursos e financiamentos específicos para o desenvolvimento do turismo oferecidos pelo Ministério do Turismo, impulsionando a economia local e garantindo que sejam sustentáveis e benéficas tanto para os turistas quanto para a comunidade local.</p>
<p>Para mais informações do Mapa do Turismo Brasileiro. Acesse este <a href="https://www.mapa.turismo.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">site</a>.</p>
<p><em>Foto: Agência Pará</em></p>
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		<title>Ibama realiza operação contra o corte ilegal de castanheiras no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 19:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
		<category><![CDATA[castanheira]]></category>
		<category><![CDATA[Goianésia do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Repartimento]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Bertholletia 1]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>
		<category><![CDATA[Tucuruí]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/castanheira2-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Municípios do Pará foram alvo da Operação Bertholletia 1 contra o corte ilegal de castanheira (Bertholletia excelsa). Realizada por equipe de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a atividade, que ocorreu no período de 4 a 20 de agosto, garantiu a apreensão de 1.062,464 m³ de madeira serrada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/castanheira2-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Municípios do Pará foram alvo da Operação Bertholletia 1 contra o corte ilegal de castanheira (<em>Bertholletia excelsa</em>). Realizada por equipe de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a atividade, que ocorreu no período de 4 a 20 de agosto, garantiu a apreensão de 1.062,464 m³ de madeira serrada e em toras extraídas ilegalmente. A ação foi provocada por denúncias anônimas recebidas através da Ouvidoria do Ibama. A divulgação da operação foi feita na quinta-feira, 25/08.</p>
<p>Após análise das informações e organização da logística, a equipe chegou a depósitos de madeira com indícios de ilícitos ambientais em Tucuruí e em Novo Repartimento. Locais nos municípios de Cametá, de Oeiras do Pará, de Goianésia do Pará e de Tailândia também receberam a atividade fiscalizatória.</p>
<p>A Castanheira passou a ser protegida a partir de 1994 com o <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1990-1994/d1282.htm" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->Decreto nº 1.282</a> e desde então está presente em diversas normativas de teor semelhante. como no <a class="external-link" title="" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Decreto/D5975.htm#art32" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->Decreto nº 5.975/2006</a>, que o substituiu. Ter em depósito ou transportar a espécie sem licença outorgada pela autoridade ambiental competente implica em infração ambiental passível de sanções administrativas.</p>
<p>Conforme determina a legislação, após constatados os ilícitos, foram aplicados autos de infração que somaram R$ 912.241,20 em multa e embargados 145,044 ha de terra.</p>
<p>A madeira apreendida foi destinada à Universidade Federal do Pará, aos municípios de Canaã dos Carajás, de Anapu e de Pacajá e a pessoas físicas de Tucurui e Novo Repartimento.</p>
<p>A ação contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) nos dias 12 e 13 de agosto.</p>
<h3><strong>Sobre a Castanheira (<em>Bertholletia excelsa</em>)</strong></h3>
<p>Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os indivíduos da espécie chegam a viver 500 anos, muitos deles em produtividade, e podem atingir até 50 metros. O seu fruto, conhecido como ouriço, possui em seu interior de 18 a 25 sementes, cujas amêndoas são popularmente chamadas de castanhas ou castanhas-do-brasil.</p>
<p>Esta amêndoa apresenta de 60% a 70% de lipídios e 15% a 20% de proteínas, são consumidas “in natura” e também na forma de doces, sorvete e farinha. O óleo é utilizado na culinária e para a indústria de cosméticos. Com os ouriços é possível fazer artesanatos variados e também carvão. A casca e o ouriço também são utilizados na medicina popular.</p>
<p>Considerada um produto de elevado valor, a castanha-do-Brasil é matéria-prima para comunidades extrativistas que vivem no interior das florestas e nas margens dos rios e exploram o bem de maneira sustentável.</p>
<h3>Como denunciar</h3>
<p>As denúncias de crimes ambientais são importantes ferramentas de participação da sociedade na defesa da flora e fauna silvestre. Para colaborar, procure a <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/ibama/pt-br/composicao/quem-e-quem/ibama-nos-estados" target="_self" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->unidade do Ibama</a> mais próxima ou entre em contato por uma das formas de atendimento do Linha Verde: <a class="external-link" title="" href="http://www.tellussa.com.br/webchats/index.php?chat=9e0ac993a735d9b771885f4315b73e8d" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->chat online</a>, <a class="external-link" title="" href="https://sistema.ouvidorias.gov.br/publico/Manifestacao/RegistrarManifestacao.aspx" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview->Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação (Fala.BR)</a> e 0800 061 8080 (com ligação gratuita).</p>
<p>É importante que a comunicação do ilícito ambiental seja enviada com dados que possam auxiliar na identificação do autor da ação e do dano causado; como nome ou apelido do infrator, data, horário, local (com endereço e/ou referência), periodicidade da ocorrência, tipo de atividade, placa de veículo, nome de embarcação, fotografias, etc.</p>
<p><em>Fonte: Ibama</em></p>
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		<title>200 anos de Independência: Pará e Portugal têm 23 cidades com mesmo nome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 04:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
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		<category><![CDATA[UFOPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/obidos_prefeitura-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta véspera de 200 anos das comemorações da Independência do Brasil de Portugal, o Pará Terra Boa vai trazer conteúdos sobre algumas heranças deixadas pelos portugueses em nosso território. Uma delas é o conjunto de ao menos 23 cidades paraenses batizadas com o mesmo nome de cidades portuguesas. Sobre o assunto, conversamos com dois historiadores [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/obidos_prefeitura-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p style="font-weight: 400;">Nesta véspera de 200 anos das comemorações da Independência do Brasil de Portugal, o <strong>Pará Terra Boa</strong> vai trazer conteúdos sobre algumas heranças deixadas pelos portugueses em nosso território. Uma delas é o conjunto de ao menos 23 cidades paraenses batizadas com o mesmo nome de cidades portuguesas. Sobre o assunto, conversamos com dois historiadores da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Luiz Laurindo e Wania Alexandrino.</p>
<p style="font-weight: 400;">Eles afirmaram que nomear igualmente as cidades foi uma das medidas de aportuguesamento da região levadas a cabo por Marquês de Pombal, na segunda metade do século 18.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Ele incentivou o casamento interétnico, transformou aldeias em vilas e atribuiu nomes que remontavam a Portugal às mesmas. Vários historiadores já se debruçaram sobre isso, baseados em documentos da época, como o Diretório dos Índios”, dizem Luiz e Wania, em resposta conjunta.</p>
<h3>Diretório dos Índios</h3>
<p>O Diretório dos Índios foi criado em meados do século 18 para, entre outras atribuições, organizar a força de trabalho local, com habitantes nativos usados como mão de obra para o cultivo da terra e para a defesa dos ataques e tentativas de invasão de outros países europeus. Na prática, acabava com as missões religiosas, que vinham causando muitos conflitos locais.</p>
<p>O que se pretendia, com o Diretório, era inserir indígenas na “civilização”, que seria realizada de diferentes formas, como o ensino da língua portuguesa em escolas estabelecidas com tal finalidade, a adoção de nomes e sobrenomes portugueses, a construção de casas a partir do modelo europeu, a obrigatoriedade do uso de roupas e o incentivo ao casamento entre índios e brancos.</p>
<p>Além disso, o Diretório dos Índios regulou a distribuição de terras para o cultivo, as formas de tributação, a produção e comercialização agrícola, as expedições para coleta de espécies nativas e a prestação de serviços nos povoados.</p>
<h3>Estrela solitária</h3>
<p style="font-weight: 400;">Esse aportuguesamento forte da região explica em parte o fato de a então província do Grão-Pará ter decretado sua independência da Coroa Portuguesa só em 15 de Agosto de 1823, um ano após o Brasil decretar a Data Magna, em 7 de Setembro de 1822.</p>
<p>Por ter sido a última província a aderir ao movimento na antiga colônia portuguesa, o Pará está representando na bandeira brasileira pela estrela solitária na parte azul superior.</p>
<p style="font-weight: 400;">Naquela época, a divisão territorial era conhecida como província, originada das capitanias do Grão-Pará e do Rio Negro. Existiu de 1821 a 1889. Os portugueses inicialmente chamaram o território de &#8220;Terra de Feliz Lusitânia&#8221;, logo substituído por Grão-Pará para, finalmente, se tornar apenas Pará no ano de 1889.</p>
<p>A adesão do Pará à Independência foi um período tenso marcado por lutas, derramamento de sangue, como o massacre do “Brigue Palhaço” que provocou mortes e prisões na cidade de Belém. Outros movimentos também surgiram depois, como a Cabanagem, em 1835.</p>
<p>Hoje a historiografia mostra que a luta ia muito além de quem era contra ou a favor do reino de Portugal: havia divergências dentro da própria elite econômica, uns com ideias mais conservadoras e repressoras na política, outros menos, convivendo com uma infinidade de grupos distintos. Era uma colcha de retalhos.</p>
<h3>Portugal amazônico</h3>
<p style="font-weight: 400;">A influência portuguesa na região do Grão-Pará era tão grande que muita gente se reconhecia como português, já que ser brasileiro foi uma condição só construída mais tarde.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Em várias cidades do Pará há vários traços portugueses preservados que remontam ao período colonial, como Santarém, Óbidos, Cametá, Bragança e a própria Belém. Há prédios, práticas culturais, a própria cartografia das cidades, entre outros”, contam.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além dessas cidades, outros municípios paraenses homônimos são: Alenquer, Almeirim, Alter do Chão, Aveiro, Barcarena, Beja, Chaves, Faro, Melgaço, Monte Alegre, Nazaré, São Caetano de Odivelas (em Portugal, apenas Odivelas), Oeiras, Ourém, Porto de Mós, Salvaterra, Soure, Vila do Conde e Viseu.</p>
<h3 style="font-weight: 400;"><strong>Tema ambiental </strong></h3>
<p style="font-weight: 400;">Os historiadores ressaltam que não havia preocupação ambiental no período colonial, nem no século 19. Os portugueses, encantados com a diversidade da flora, como o cacau e a castanha, buscaram explorar as riquezas para encher o bolso da Coroa Portuguesa.</p>
<p style="font-weight: 400;">“A preocupação com preservação é do século 20. O que existia antes era uma visão utilitarista dos recursos naturais. Exploração da flora e fauna para melhor otimização colonial.”</p>
<p style="font-weight: 400;">As ações mais intensas do homem sobre a natureza ocorreram entre os séculos 18 e 19, por causa da Revolução Industrial na Europa.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Foi no século 20, com a intensificação da inserção da Amazônia na economia mundial capitalista, que se verificaram os impactos mais devastadores. No Brasil como um todo, a degradação voraz ocorre na década de 1960, período militar”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Eles lembram ainda que com o governo Bolsonaro, avanço de um agronegócio predatório e do garimpo ilegal, a degradação ambiental tem atingido índices alarmantes. “É a História do tempo presente”, finalizam.</p>
<p><em>Fonte: Da redação e Arquivo Nacional</em></p>
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		<title>Terra do Carnaval, Prefeitura de Cametá publica regras de flexibilização para feriado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 17:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Cametá]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/cameta-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em algumas cidades paraenses, o Carnaval foi cancelado. Em outras, houve a liberação, porém com restrições. Um exemplo disto ocorreu no município de Cametá, nordeste paraense, conhecido por promover o maior e mais tradicional festejo da época em todo o Pará. Na &#8216;Terra do Carnaval&#8217; foi divulgado o decreto nº 039/2022, na terça-feira, 22/02, estabelecendo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/cameta-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em algumas cidades paraenses, o Carnaval foi cancelado. Em outras, houve a liberação, porém com restrições. Um exemplo disto ocorreu no município de Cametá, nordeste paraense, conhecido por promover o maior e mais tradicional festejo da época em todo o Pará.</p>
<p>Na &#8216;Terra do Carnaval&#8217; foi divulgado o decreto nº 039/2022, na terça-feira, 22/02, estabelecendo regras e flexibilizações para o tão esperado feriado.</p>
<p>As restrições estão relacionadas com o aumento do número de casos de covid-19 e o aparecimento de novas variantes. Por isso, foi necessária esta atitude para frear o avanço da doença, tanto no Pará quanto no mundo.</p>
<h3><strong>O decreto</strong></h3>
<p>Estas são as principais medidas restritivas:</p>
<p>&#8211; Liberada a realização de eventos PRIVADOS em locais fechados com sua ocupação integral, com a condição de EXIGÊNCIA da comprovação de vacinação;</p>
<p>&#8211; Os horários permitidos para o funcionamento de todos os blocos serão entre 14h e 5h do dia seguinte;</p>
<p>&#8211; Festas, shows, trios elétricos, arrastões, fofos e blocos de rua CONTINUAM proibidos.</p>
<p>-Pequenas reuniões em casas e estabelecimentos que não obstruem as ruas ou não firam a legislação ambiental estão PERMITIDAS.</p>
<p>&#8211; Uma BARREIRA SANITÁRIA será criada no distrito de Carapajó. A travessia para a cidade de Cametá só será permitida mediante comprovante de vacinação. Na própria localidade, o cidadão pode se vacinar em um posto que será instalado.</p>
<p>&#8211; O cidadão que NÃO estiver vacinado e/ou NÃO quiser se vacinar no distrito, poderá atravessar mediante notificação a todos os produtores de festas que PROÍBAM sua entrada.</p>
<p><em>Fontes: Instagram da Prefeitura de Cametá</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/capital-tera-ponto-facultativo-no-carnaval-sem-agenda-de-festas-publicas/"><strong>Capital terá ponto facultativo no Carnaval, sem agenda de festas públicas</strong></a></p>
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