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	<title>cadeias produtivas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Cadeias produtivas da Amazônia terão R$ 96,6 milhões do Fundo Clima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 12:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/acai99-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cadeias produtivas de recursos naturais da Amazônia, como o cupuaçu, o açaí e o pirarucu, receberão investimentos de R$ 96,6 milhões, por meio do Programa Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, anunciado nesta terça-feira, 9, em Brasília. A iniciativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será promovida com recursos do Fundo Amazônia e esforços dos ministérios [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/acai99-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cadeias produtivas de recursos naturais da Amazônia, como o cupuaçu, o açaí e o pirarucu, receberão investimentos de R$ 96,6 milhões, por meio do Programa Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, anunciado nesta terça-feira, 9, em Brasília.</p>
<p>A iniciativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será promovida com recursos do Fundo Amazônia e esforços dos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).</p>
<p>O programa será executado em dois anos com o objetivo de ampliar a oferta dos produtos da floresta ao mercado consumidor, diversificar o cardápio regional pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e intensificar o fornecimento de alimentos com origem na sociobiodiversidade e agricultura familiar ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).</p>
<blockquote><p>&#8220;É um legado que nós do governo brasileiro precisamos deixar para os povos da floresta. Os produtos da sociobiodiversidade precisam ter a divulgação e merecem ter a visibilidade que têm outros produtos importantes para a economia do Brasil”, declarou o presidente da Conab, João Edegar Pretto.</p></blockquote>
<p>A iniciativa vai contemplar 32 projetos de cooperativas e associações da Amazônia Legal, que reúnam silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades quilombolas.</p>
<p>Cada proposta poderá receber investimentos de até R$ 2,5 milhões para aquisição de equipamentos e infraestrutura capazes de impulsionar a comercialização de produtos da floresta em mercados consumidores.</p>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é o responsável pela gestão do Fundo Amazônia. De acordo com a diretora socioambiental da instituição, Tereza Campello, o investimento foi viabilizado por um esforço grande para diminuir o desmatamento e reestruturar os recursos do fundo, permitindo investimentos que somarão um total de R$ 2,2 bilhões em 2025.</p>
<blockquote><p>“Nessa iniciativa da Conab são quase R$100 milhões para uma agenda estratégica que chega na ponta às nossas comunidades e que também vai viabilizar uma plataforma onde a gente passe a ter de forma profissional e organizada todos os dados da sociobiodiversidade que temos na Amazônia”, concluiu Tereza Campello.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livro discute estratégias para alavancar a bioeconomia na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 14:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amzônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[cadeias produtivas]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A importância da bioeconomia para a Amazônia está cada vez mais em evidência. A área ganhou destaque na estratégia de desenvolvimento do Pará, assim como na agenda nacional e agora é o principal tema de um livro que aponta os desafios e os potenciais da bioeconomia na região. As informações são da Agência Fapesp. Com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A importância da bioeconomia para a Amazônia está cada vez mais em evidência. A área ganhou destaque na <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/dia-mundial-do-meio-ambiente-para-inova-ao-apostar-em-economia-da-floresta-em-pe/">estratégia de desenvolvimento do Pará</a>, assim como na agenda nacional e agora é o principal tema de um livro que aponta os desafios e os potenciais da bioeconomia na região. As informações são da <a href="https://agencia.fapesp.br/livro-elenca-desafios-para-a-bioeconomia-inclusiva-na-amazonia/51960" target="_blank" rel="noopener">Agência Fapesp</a>.</p>
<p>Com a contribuição de 32 pesquisadores de instituições das regiões Norte, Nordeste e Sudeste, <em>“Bioeconomia para quem? Base para um Desenvolvimento Sustentável na Amazônia”</em> foi elaborado com apoio da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Instituto Peabiru.</p>
<p>No total, são 12 artigos que abordam a realidade e trazem recomendações para o fortalecimento das cadeias produtivas e seu comércio, da organização social, do desenvolvimento tecnológico, da restauração florestal e do combate à violência e às práticas ilegais na região.</p>
<p>Os organizadores da obra, Adalberto Luís Val, pesquisador do Inpa, e Jacques Marcovitch, ex-reitor da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, assinam o capitulo de combate aos ilícitos como o garimpo ilegal e a contaminação por mercúrio, onde defendem a urgência de enfrentamento do tema em escala panamazônica mobilizando governo e sociedade civil em busca de soluções direcionadas à promoção do bem-estar e à conservação do bioma.</p>
<p>No que se refere às cadeias produtivas sustentáveis, os autores abordam a dinâmica da produção do açaí, do cacau, da pesca e de mel de abelhas sem ferrão. Um dos pontos ressaltados é que o açaí já movimenta quase R$ 3 milhões por ano, no entanto sua produção ainda enfrenta dificuldades com a baixa oferta de crédito, assistência técnica e agregação de tecnologia.</p>
<p>Da mesma forma, o cacau, a pesca e a meliponicultura têm oportunidades de crescimento com a bioeconomia, contudo ainda precisam avançar em aspectos como governança, técnicas de manejo, rastreabilidade e aumento da remuneração dos produtores.</p>
<p>Outra oportunidade está no campo da restauração florestal e das práticas agrícolas que podem avançar em larga escala conciliando benefícios socioambientais, geração de renda e conservação ambiental.</p>
<blockquote><p>“Torna-se primordial reconfigurar a perspectiva da restauração, passando de uma abordagem percebida como punitiva para uma que a reconheça como uma alternativa viável e sustentável tanto economicamente quanto na perspectiva de benefícios ecológicos e climáticos”, afirmam Nathalia Nascimento e Pedro Henrique Santin Brancalion, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP.</p></blockquote>
<p>Para avançar nesses e outras estratégias apresentadas no livro, os autores defendem a necessidade de fortalecimento da cidadania e das organizações que atuam no contexto da bioeconomia. Para os organizadores da obra, a boa gestão da área é essencial para que gere benefícios tanto para empresas sustentáveis quanto para extrativistas, pescadores e os povos da floresta.</p>
<p>Na mesma linha de pensamento, Olivia Zerbini, Patrícia Pinho, Ariane Rodrigues e Paulo Moutinho, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), elencam quatro pilares para o desenvolvimento da bioeconomia: desmatamento zero, inclusão e participação dos povos originários, diversificação dos modos de produção e repartição dos benefícios da sociobiodiversidade com as populações locais.</p>
<blockquote><p>“Será preciso implementar um sistema de governança biorregional e de ‘diplomacia ambiental’ para promover uma melhor gestão dos recursos naturais e fortalecer os direitos humanos e territoriais, enquanto se promove o reconhecimento de diferentes identidades, direitos e sistemas de conhecimento”, ressaltam.</p></blockquote>
<p>O livro “Bioeconomia para quem? Base para um Desenvolvimento Sustentável na Amazônia” está disponível para download gratuito neste <a href="http://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1337." target="_blank" rel="noopener">link</a>.</p>
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		<title>Plataforma fornece dados sobre produtos da bioeconomia da Amazônia para nortear investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 17:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[babaçu]]></category>
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		<category><![CDATA[Coalizão Brasil Clima Florestas e Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Concertação pela Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/acai_adepara-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo subsidiar políticas públicas e orientar investimentos nesses setores da agricultura, foi criada uma plataforma que reúne e organiza dados sobre as cadeias produtivas de açaí, cacau e babaçu na Amazônia. Importante passo para integrar e ordenar informações dispersas e desconexas, o Painel da Floresta foi desenvolvido pela Coalizão Brasil Clima, Florestas e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/acai_adepara-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="flex-1 overflow-hidden">
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<p>Com o objetivo subsidiar políticas públicas e orientar investimentos nesses setores da agricultura, foi criada uma plataforma que reúne e organiza dados sobre as cadeias produtivas de açaí, cacau e babaçu na Amazônia. Importante passo para integrar e ordenar informações dispersas e desconexas, o Painel da Floresta foi desenvolvido pela Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e pela iniciativa Uma Concertação pela Amazônia, com o apoio do Fundo JBS pela Amazônia, segundo reportagem do <a href="https://umsoplaneta.globo.com/sociedade/noticia/2023/07/17/painel-da-floresta-plataforma-disponibiliza-dados-sobre-produtos-da-bioeconomia-da-amazonia-para-nortear-investimentos-e-politicas.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Um Só Planeta. </a></p>
<p>As três cadeias produtivas selecionadas &#8211; açaí, cacau e babaçu &#8211; representam diferentes formas de aproveitamento dos recursos florestais, desde o extrativismo puro até o cultivo integrado. Os dados utilizados, de acordo com a reportagem, foram retirados das estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes a um período de 35 anos, entre 1986 e 2021.</p>
<p>O Painel da Floresta disponibiliza informações como a região de produção, valor da produção, quantidade em toneladas, área colhida e produtividade desses frutos, além de mostrar a evolução desses dados ao longo do tempo.</p>
<p>Apesar de ainda estar em fase piloto, o painel já revelou algumas descobertas importantes. Um exemplo é a queda na produção de amêndoas de babaçu ao longo das décadas. Em 1942, eram produzidas 57 milhões de toneladas, atingindo o pico de 251 milhões de toneladas em 1979. Em 2017, foram apenas 54 milhões de toneladas.</p>
<p>Eduardo Roxo, cofundador da empresa Atina e líder do Subgrupo Banco de Dados da Coalizão, afirma que, na década de 1980, havia mais de 50 fábricas produtoras de óleo de amêndoas de babaçu no Brasil, a grande maioria na Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Depois veio o primeiro tombo, com a concorrência do produto feito de soja”, conta. “Mais tarde, o tombo foi ainda maior com a entrada no mercado do óleo de palma. Hoje, são extraídas 48 mil toneladas de amêndoas por ano, a mesma ordem de grandeza da produção da década de 1940”, disse ele.</p></blockquote>
<p>Essa redução na produção tem impactos socioeconômicos significativos para os produtores e extratores de babaçu, levando a perda de renda e até mesmo ao êxodo rural.</p>
<p>O declínio na produção do fruto babaçu e o impacto socioeconômico associado destacam a importância de valorizar e incentivar a bioeconomia da Amazônia. A diversificação de produtos derivados do babaçu, além do óleo, pode trazer ganhos econômicos significativos e contribuir para a conservação das florestas e a geração de renda para as comunidades locais.</p>
<p>O Painel da Floresta é uma ferramenta que, com informações claras e comparativas sobre essas cadeias produtivas, quer promover uma economia sustentável baseada na preservação das florestas amazônicas.</p>
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