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	<title>cacique &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Cacique do Pará recebe prêmio internacional por empreender e conservar na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 14:31:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cacique-paraense-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) vai premiar a indígena Katia Silene Tonkyre, cacique da aldeia Akratikatejé (PA), por suas iniciativas de organização e empenho para empreender, coletar e produzir e, ao mesmo tempo, educar e conscientizar sobre a importância da conservação e da proteção do meio ambiente na Amazônia. O prêmio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/cacique-paraense-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="post-item alt-font">
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<p>O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) vai premiar a indígena Katia Silene Tonkyre, cacique da aldeia Akratikatejé (PA), por suas iniciativas de organização e empenho para empreender, coletar e produzir e, ao mesmo tempo, educar e conscientizar sobre a importância da conservação e da proteção do meio ambiente na Amazônia. O prêmio deverá ser entregue em abril, em evento na Costa Rica, sede do IICA.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578359&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578359&amp;o=node" /></p>
<p>Líder de uma aldeia na qual vivem 85 indígenas de 23 famílias da etnia Gavião da Montanha, dedicadas principalmente à coleta, produção e venda de castanhas e de pescado, mel e frutas, Katia receberá o prêmio A Alma da Ruralidade, além de ser convidada pelo IICA a participar de diversas instâncias consultivas do organismo especializado em desenvolvimento agropecuário e rural.</p>
<blockquote><p>“Trata-se de um reconhecimento aos que cumprem um duplo papel insubstituível: ser avalistas da segurança alimentar e nutricional e, ao mesmo tempo, guardiões da biodiversidade do planeta pela produção em qualquer circunstância. O reconhecimento também tem a função de destacar a capacidade de promover exemplos positivos para as zonas rurais”, disse o diretor-geral do IICA, Manuel Otero.</p></blockquote>
<p>No âmbito do programa Líderes da Ruralidade, o IICA trabalha para que o reconhecimento facilite a criação de vínculos com organismos oficiais, da sociedade civil e do setor privado para obter apoio para suas causas.</p>
<p>Katia Silene Tonkyre é a primeira mulher cacique da aldeia Akratikatejé, situada no Pará, na região norte do Brasil. É filha do respeitado cacique Payaré, um lutador pelos direitos dos indígenas já falecido, que implantou na aldeia o conceito de empreendedorismo e de produzir sem agredir a natureza, beneficiando a comunidade com a organização, a coleta e a produção de castanhas, maracujá, açaí, cacau, cupuaçu e outras frutas amazônicas, além de mel, animais e criação de peixes, o que gera empregos e receitas.</p>
<blockquote><p>“Eu não concordo quando alguém diz que é necessário destruir a floresta para criar gado ou investir em soja. Nós queremos alcançar um projeto sustentável e queremos crescer, mas não destruindo a natureza. Nós valorizamos os nossos produtos. Não é necessário destruir. É possível conciliar as duas coisas, fazer o projeto e manter a floresta em pé, utilizá-la. A floresta nos dá uma farmácia verde e rica, temos os nossos animais e temos a nossa floresta”, diz Katia.</p></blockquote>
<p>Katia continuou e aperfeiçoou o legado de seus antepassads, ampliando-o para a realização de parcerias e de ações que contribuíram para o bem-estar da comunidade.</p>
<blockquote><p>“A natureza, a floresta, somos nós. Nós somos a Amazônia, nós somos a floresta. Quando uma árvore morre, morre uma parte de nós, pois somos as raízes dessa floresta. E a castanha é o nosso ouro; também temos açaí, cacau e peixes, e agregamos valor à nossa produção sem agredir a natureza”, contou a cacique.</p></blockquote>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Antes favorável, cacique de aldeia Gorotire se posiciona contra PL da Mineração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 15:24:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
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		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/Captura-de-Tela-2022-04-05-às-12.21.45-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O paraense sabe que existe uma parcela de indígenas favoráveis à aprovação do Projeto de Lei da Mineração em Terras Indígenas, que abre uma fenda enorme em nossas florestas para exploração de minérios e ouro nesses territórios, colocando em risco a vida da população e os meios de sobrevivência de centenas de comunidades, como rios [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/Captura-de-Tela-2022-04-05-às-12.21.45-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O paraense sabe que existe uma parcela de indígenas favoráveis à aprovação do Projeto de Lei da Mineração em Terras Indígenas, que abre uma fenda enorme em nossas florestas para exploração de minérios e ouro nesses territórios, colocando em risco a vida da população e os meios de sobrevivência de centenas de comunidades, como rios e peixes.</p>
<p>Kokomati Kayapó, liderança da aldeia Gorotire, era um deles. Ele vive na Terra Indígena Kayapó – onde estão os Gorotire – situada na parte sul do Pará, próxima de Novo Progresso, Altamira e São Félix do Xingu. Em meados de março, no entanto, ele reviu sua posição favorável à destruição dos territórios. Desde meados de março, ele se coloca contrário ao projeto. É o que revelou na segunda-feira, 4/04, a revista <a href="https://piaui.folha.uol.com.br/foram-longe-demais/" target="_blank" rel="noopener">piauí</a>.</p>
<p>Segundo a publicação, Kokomati postou um vídeo no grupo de WhatsApp da Concentração do Povo Kayapó criticando o projeto. Sob pressão de garimpeiros, alguns entram à força no movimento pró-garimpo, outros fazem acordos. Neste caso, caciques ou lideranças locais levam parte dos lucros em troca da conivência com a exploração.</p>
<p>O valor, ínfimo em relação ao ouro extraído, costuma beneficiar algumas poucas famílias, e não a comunidade. “Mas é dinheiro vivo, na mão, todo dia; acaba seduzindo”, explica Doto Takak-Ire, responsável pelas relações públicas do Instituto Kabu, uma associação formada por 12 aldeias Kayapó. “Com a exploração de madeira é a mesma coisa. Vira um vício&#8221;, reporta a piauí.</p>
<p>Em nosso Estado, um forte aliado dos garimpeiros é o deputado federal Zequinha Marinho (PL-PA). Ele, inclusive, é pré-candidato ao governo do Pará.</p>
<p>Mas advogados ambientais já relataram que o PL da Mineração em Terras Indígenas é inconstitucional, ou seja, choca com o que diz a Constituição. Para ficar em um exemplo, ele legaliza o garimpo predatório, que é proibido pelo parágrafo 7 do artigo 231 da Constituição. Se for aprovado, isso com certeza vai ser questionado no Supremo Tribunal Federal, conforme afirmou à revista o ex-presidente da Funai, o ambientalista Marcio Santilli.</p>
<p>Além de Kokomati Kayapó, outro fogo amigo também tenta barrar o PL, como as 127 empresas associadas ao Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), hoje presidido pelo ex-deputado federal Raul Jungmann.</p>
<p>Os Gorotire vão participar do Acampamento Terra Livre, o mais importante movimento político indígena, realizado em Brasília até o dia 18 deste mês. “Lá a gente vai conversar e entender por que eles mudaram de ideia”, disse Doto Takak-Ire, do Instituto Kabu, à piauí. “Já me adiantaram que se sentem enganados. Esse grupo chegou a ir pra Brasília tirar foto com Bolsonaro.”</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/associacao-de-mineradoras-condena-pl-da-mineracao-em-terras-indigenas/" target="_blank" rel="noopener"><b>Associação de mineradoras condena PL da Mineração em Terras Indígenas<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/ministerio-publico-federal-diz-que-pl-da-mineracao-tem-vicio-insanavel/" target="_blank" rel="noopener"><b>Ministério Público Federal diz que PL da Mineração tem ‘vício insanável’<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pl-da-mineracao-e-falsa-solucao-para-perfurar-amazonia-em-busca-de-potassio/" target="_blank" rel="noopener"><b>PL da Mineração é falsa solução para perfurar Amazônia em busca de potássio<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-e-o-estado-com-maior-numero-de-pedidos-para-mineracao-em-terras-indigenas/" target="_blank" rel="noopener"><b>Pará é o Estado com maior número de pedidos para mineração em terras indígenas</b></a></p>
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		<title>&#8216;Ferrogrão nunca ouviu o povo Munduruku&#8217;, condena cacique</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 19:18:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/cacique-juarez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Não é só o polêmico Projeto de Lei 191/2020, conhecido como PL da mineração e garimpo em terras indígenas, que rasga a Constituição ao não incluir as comunidades de diversas etnias no debate. O projeto de construção da ferrovia Ferrogrão, que pretende interligar Sinop (MT) a Miritituba, em Itaituba (PA), também. O cacique Juarez Saw [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/cacique-juarez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Não é só o polêmico Projeto de Lei 191/2020, conhecido como PL da mineração e garimpo em terras indígenas, que rasga a Constituição ao não incluir as comunidades de diversas etnias no debate. O projeto de construção da ferrovia Ferrogrão, que pretende interligar Sinop (MT) a Miritituba, em Itaituba (PA), também. O cacique Juarez Saw Munduruku, da <span class="s2">Terra Indígena Sawré Muybu,</span> falou ao <strong>Pará Terra Boa</strong> que seu povo nunca foi chamado para falar dos impactos da obra vizinha a seu território, no Médio Rio Tapajós.</p>
<p>Por isso, ainda bem que a obra foi embargada em março de 2021 pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, pelo fato de o projeto estar sendo conduzido à revelia dos paraenses.</p>
<p>A Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), que tem dinheiro e advogados, foi para cima: entrou na segunda-feira, 14/03, com uma petição junto ao STF, na condição de Amicus Curiae, para participação ativa na ação. O objetivo é pressionar a Corte a favor dos interesses da indústria, comércio, pecuária, construção civil e serviços.</p>
<p>Enquanto a FIEPA usa sua força para chegar à Suprema Corte, quem não tem dinheiro ou influência está ficando de fora. Um projeto da envergadura da Ferrogrão, com investimento inicial de R$ 8,42 bilhões para instalação de 933 km de trilho, não pode ignorar os vizinhos da obra, conforme reforça o cacique Juarez.</p>
<blockquote><p><span class="s2">&#8220;Na nossa região, a gente está sendo ameaçado por todos os projetos grandes. Começa pela hidrelétrica São Luiz de Tapajós, que fica do lado de baixo, e a Ferrogrão, que passa por trás da aldeia, a 20 km do limite para a BR-163. Estamos muito preocupados porque nunca fomos consultados, nunca fizeram um diálogo com a gente. Só se ouve que vai ter o projeto, mas a consulta nunca existiu. A gente não sabe o que vai acontecer, mas sabe que vai impactar nosso povo com a Ferrogrão&#8221;, afirmou o cacique.</span></p></blockquote>
<p>Ele lamentou que outras comunidades devem ser ouvidas, mas não os mundurukus.</p>
<blockquote><p><span class="s2">&#8220;Falaram que não precisamos ser consultados porque não vamos ser atingidos. Só querem consultar outras comunidades. Mas a gente sabe o limite da nossa terra, nós é que sabemos se vamos ser impactados ou não, e disso não temos dúvida. Com certeza, se tiver a Ferrogrão, vai multiplicar o número de invasões de nossas terras, que está ao lado da obra&#8221;, disse o cacique da TI Sawré Muybu.<span class="Apple-converted-space"> </span></span></p></blockquote>
<p>Com 178 mil hectares, a TI Sawré Muybu sempre foi um território conhecido do povo Munduruku. Localizado dentro dos limites do município de Itaituba, no sudoeste paraense, o território se estende até a foz do rio Jamanxim e da Floresta Nacional do Jamanxim (Flona Jamanxim).</p>
<p>Desde o início do ano, a FIEPA tem pressionado autoridades, estaduais e federais, para a retomada da ferrovia, considerada estratégica para o escoamento da produção no País. Segundo o vice-presidente da FIEPA, José Maria Mendonça, a tese que aponta impacto ambiental e que provocou a paralisação do projeto não se sustenta.</p>
<p>“O que percebemos é que o impasse sobre o andamento do projeto não é de origem técnica, mas sim, política, porque além de se tratar do uso de área já antropizada (<em>impactada por ação do homem</em>), os estudos do componente indígena apontam que o impacto sobre as comunidades ali existentes é quase zero, já que em seu traçado final a ferrovia ficará bem afastada das terras indígenas, sendo que as duas comunidades próximas ao eixo da ferrovia são as da Praia do Índio e da Praia do Mangue situadas na zona urbana de Itaituba, enquanto que a ferrovia passará na margem contrária à sede do município, tendo o rio Tapajós separando as comunidades da ferrovia”, afirmou Mendonça, conforme registrou o site da FIEPA nesta quarta-feira, 16/03. As praias citadas pelo empresário são habitadas pelo povo Munduruku.</p>
<h3>Histórico</h3>
<p>Um ano atrás, em 15 de março de 2021, o Supremo Tribunal Federal atendeu ao pedido de liminar do PSOL (ADI 6553) e suspendeu a Lei 13.452/2017 que altera os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, bem como a construção da ferrovia Ferrogrão, que cortaria a unidade de conservação.</p>
<p>A Lei 13.452/2017 exclui 832 hectares do Parque Nacional do Jamanxim, afetando povos indígenas da bacia do Xingu, região já muito impactada pelo desmatamento, avanço da agropecuária e de atividades ilegais e violentas como grilagem, roubo de madeira e garimpo.</p>
<p>O partido defende a impossibilidade de se excluir terras de área de preservação ambiental por medida provisória, tal como foi feito, argumento com o qual o ministro Alexandre de Morares concorda, reafirmando a exigência de uma lei em sentido formal para que se efetue uma alteração como a pretendida.</p>
<p>Em abril do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) reagiu de forma contrária à obra. O órgão recomendou que os estudos de viabilidade para a concessão do empreendimento fossem devolvidos à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e remetidos de volta ao órgão de controle apenas quando o empreendimento tiver sua primeira licença ambiental.</p>
<p>O procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), defendeu ao jornal &#8220;Valor&#8221; na época que a análise do tribunal fosse feita só depois de &#8220;consulta livre, prévia e informada&#8221; dos povos indígenas afetados pela Ferrogrão. Esse procedimento, segundo ele, é indispensável para atender aos termos da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) &#8211; tratado ratificado pelo Brasil.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:<br />
</strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/veja-a-dimensao-da-contaminacao-dos-povos-do-medio-tapajos-pelo-mercurio-do-garimpo/" target="_blank" rel="noopener"><b>Veja a dimensão da contaminação dos povos do médio Tapajós pelo mercúrio do garimpo<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/associacao-de-mineradoras-condena-pl-da-mineracao-em-terras-indigenas/" target="_blank" rel="noopener"><b>Associação de mineradoras condena PL da Mineração em Terras Indígenas<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/no-norte-para-concentra-maior-numero-de-pedidos-para-implantacao-de-ferrovias/" target="_blank" rel="noopener"><b>No Norte, Pará concentra maior número de pedidos para implantação de ferrovias</b></a></p>
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