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	<title>cacau &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>cacau &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Descobertas novas variedades de cacau super-resistentes à vassoura-de-bruxa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O fungo vassoura-de-bruxa (ou lagartão) ainda é uma grande ameaça para a produção de cacau na Amazônia, região onde o clima quente e úmido favorece a doença. Cientistas testaram 25 variedades de cacau em Rondônia e identificaram duas (EEOP 63 e EEOP 65) que são super-resistentes. Essas duas variedades conseguiram produzir até 32% mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O fungo vassoura-de-bruxa (ou lagartão) ainda é uma grande ameaça para a produção de cacau na Amazônia, região onde o clima quente e úmido favorece a doença.</em></li>
<li><em>Cientistas testaram 25 variedades de cacau em Rondônia e identificaram duas (EEOP 63 e EEOP 65) que são super-resistentes.</em></li>
<li><em>Essas duas variedades conseguiram produzir até 32% mais cacau do que as outras, mesmo crescendo em solos ruins e sob o ataque do fungo.</em></li>
<li><em>Normalmente, a planta precisa escolher entre gastar energia para crescer/dar frutos ou para se defender. Com a genética certa e boa nutrição, ela faz as duas coisas.</em></li>
<li><em>O estudo descobriu que o excesso de nitrogênio serve de &#8220;comida&#8221; para o fungo, enquanto a falta de boro enfraquece o cacau. Manter o solo equilibrado fortalece a defesa natural da planta.</em></li>
<li><em>Essa combinação de genética e boa nutrição permite colher mais, gastar menos com remédios químicos e produzir chocolate de forma mais sustentável.</em></li>
</ul>
<p>A vassoura-de-bruxa (também conhecida na Amazônia como lagartão) é um fungo que destruiu as plantações de cacau na Bahia nos anos 1990 e até hoje atrapalha a produção do fruto, Mas uma nova pesquisa traz uma ótima notícia: dá para produzir muito mais cacau usando menos adubo e remédios contra fungos. O segredo é escolher as plantas com a genética certa.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://agencia.fapesp.br/pesquisa-aponta-estrategia-de-protecao-do-cacau-amazonico-contra-a-vassoura-de-bruxa/58498" target="_blank" rel="noopener">Agência Fapesp,</a> cientistas de várias universidades e institutos testaram 25 tipos de cacau e encontraram dois tipos que são &#8220;super-resistentes&#8221; (chamados de EEOP 63 e EEOP 65). Mesmo crescendo em solos ruins e sofrendo o ataque do fungo, eles produziram até 32% mais cacau do que os outros.</p>
<p>Conduzida na Estação Experimental Frederico Afonso (Ceplac), em Rondônia, a pesquisa é apoiada pela FAPESP e liderada por pesquisadores da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), contou com a colaboração de grupos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Porto Velho, Universidade Federal de Rondônia (Unir, campus Rolim de Moura) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam, campus Humaitá).</p>
<h3>O segredo está na &#8220;alimentação&#8221; da planta</h3>
<p>A floresta amazônica é quente e úmida, o ambiente perfeito para o fungo crescer. Para piorar, a terra da região costuma ser fraca em nutrientes e muito castigada pelas chuvas fortes.</p>
<p>Normalmente, quando uma planta é atacada por uma doença, ela vive um dilema: ou gasta energia para tentar sobreviver ou gasta energia para dar frutos. Mas esses dois tipos de cacau selecionados conseguem fazer as duas coisas ao mesmo tempo.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram o motivo:</p>
<ul>
<li>Elas se alimentam melhor: Essas plantas conseguem puxar do solo os minerais de que precisam (como cálcio e potássio), ficando mais fortes.</li>
<li>O perigo do excesso e da falta: O estudo mostrou que quando o cacau tem nitrogênio demais acumulado, isso vira &#8220;comida&#8221; para o fungo. Por outro lado, a falta de um mineral chamado boro deixa a planta fraca.</li>
</ul>
<h3>O que isso muda na prática?</h3>
<p>Como não dá para mudar o clima da Amazônia, a solução é plantar essas variedades que já vêm com um &#8220;escudo de fábrica&#8221; e cuidar bem da nutrição da terra.</p>
<p>Comendo bem e tendo uma genética forte, o cacaueiro se defende sozinho e continua produzindo bem. Isso ajuda o agricultor a ter mais lucro e protege o meio ambiente, já que diminui a necessidade de usar produtos químicos pesados na plantação.</p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp</em></p>
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		<item>
		<title>Reino Unido vai barrar importação de soja e cacau de áreas desmate ilegal</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/reino-unido-vai-barrar-importacao-de-soja-e-cacau-de-areas-desmate-ilegal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:25:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
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		<category><![CDATA[desmatamento ilegal]]></category>
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		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/soja_tapajos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Reino Unido planeja proibir a importação de commodities agrícolas produzidas em áreas de desmatamento ilegal a partir de 2027.  A medida exige que empresas britânicas garantam a rastreabilidade de produtos essenciais como soja, café, óleo de palma e cacau. Ao contrário do regulamento da União Europeia (EUDR), que barra produtos mesmo de desmatamentos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/soja_tapajos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O Reino Unido planeja proibir a importação de commodities agrícolas produzidas em áreas de desmatamento ilegal a partir de 2027.</em></li>
<li><em> A medida exige que empresas britânicas garantam a rastreabilidade de produtos essenciais como soja, café, óleo de palma e cacau.</em></li>
<li><em>Ao contrário do regulamento da União Europeia (EUDR), que barra produtos mesmo de desmatamentos autorizados por leis locais, a proposta britânica foca especificamente no desmatamento ilegal.</em></li>
<li><em>O governo britânico fará consultas públicas com empresas e parceiros internacionais ao longo do ano para definir os detalhes da lei, que se baseia nas discussões da London Climate Action Week.</em></li>
</ul>
<p>Empresas britânicas que compram commodities como soja, café, óleo de palma e cacau terão que garantir que os produtos não tenham sido produzidos em áreas de desmatamento ilegal.</p>
<p>O governo britânico anunciou que vai aplicar medidas para impedir a compra de produtos estrangeiros importados originados de terras desmatadas ilegalmente. A proposta de legislação, inspirada no Regulamento Antidesmatamento da União Europeia (EUDR, na sigla em inglês), foi apresentada durante a London Climate Action Week nesta terça-feira, 23 de junho.</p>
<p>Na proposta, empresas britânicas que compram commodities agrícolas terão que comprovar a origem regularizada dos produtos. A regra, porém, difere da EUDR a respeito do desmate legal, já que a norma do bloco europeu barra a compra de produtos de áreas desmatadas mesmo dentro da lei, com data de corte em 2020.</p>
<p>Segundo o governo britânico, as empresas, a sociedade civil e parceiros internacionais serão consultados ao longo do ano para formar os detalhes da legislação, que é esperada para entrar em vigor em 2027.</p>
<p>A EUDR, que está prevista para entrar em vigor em dezembro de 2026, é citada como a base para a medida britânica. A legislação europeia estabelece e abrange a proibição da importação de madeira, cacau, café, soja, óleo de palma, gado, carne e borracha de áreas desmatadas a partir de 2021.</p>
<p><em>Fonte: Globo Rural</em></p>
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		<item>
		<title>Projeto de R$ 38,9 milhões vai beneficiar 2,7 mil produtores no Pará e no Amapá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 18:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
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		<category><![CDATA[Frutificar Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O projeto Frutificar Amazônia vai beneficiar pelo menos 2,7 mil pessoas (mais de 800 famílias) de comunidades rurais e tradicionais no Pará e no Amapá. O objetivo é fortalecer as cadeias produtivas do açaí e do cacau através de manejo sustentável, apoio à agroindustrialização e ampliação de mercados. Conta com um investimento de R$ [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>O projeto Frutificar Amazônia vai beneficiar pelo menos 2,7 mil pessoas (mais de 800 famílias) de comunidades rurais e tradicionais no Pará e no Amapá.</em></li>
<li><em>O objetivo é fortalecer as cadeias produtivas do açaí e do cacau através de manejo sustentável, apoio à agroindustrialização e ampliação de mercados.</em></li>
<li><em>Conta com um investimento de R$ 38.988.636,52 do Fundo Amazônia (via BNDES) e será executado ao longo de 42 meses (até 2029) em 14 municípios.</em></li>
<li><em>A previsão é de implantar Sistemas Agroflorestais (SAFs) em 200 hectares, recuperar 300 hectares de áreas degradadas e promover o manejo sustentável em 960 hectares de floresta.</em></li>
<li><em>O projeto inclui assistência técnica para 352 imóveis rurais, capacitação de 940 pessoas e apoio à reforma ou implantação de 10 agroindústrias.</em></li>
</ul>
<p>Uma espera de quase uma década chega ao fim para milhares de famílias extrativistas da Amazônia. Destravado após a retomada do Fundo Amazônia, o projeto “Frutificar Amazônia” começa a operar no Pará e no Amapá para impulsionar as cadeias produtivas do cacau e do açaí. Sob a coordenação do Ipam, a iniciativa vai apoiar diretamente as comunidades tradicionais a processarem seus próprios frutos, garantindo autonomia financeira e proteção ambiental para 14 municípios.</p>
<p>Aprovada originalmente em 2018, a proposta teve sua execução suspensa devido à paralisação temporária das operações do Fundo Amazônia. Após a reativação do fundo, o contrato foi atualizado técnica e financeiramente, sendo assinado em abril de 2026 para dar início imediato às ações de campo.</p>
<p>“Serão mais de 800 famílias diretamente envolvidas que irão receber apoio para melhoria da produção, de técnicas de manejo de baixo impacto, no caso das comunidades tradicionais, visando aumento da produtividade. O projeto também irá atuar fortemente na agroindustrialização e no acesso aos mercados”, explicou  Lucimar Souza, diretora de Desenvolvimento Territorial do Ipam</p>
<p>Para ela, outro diferencial importante é que, desta vez, o Ipam não é o único executor do projeto.</p>
<p>&#8220;Nos estados do Pará e do Amapá, serão oito instituições parceiras que irão trabalhar diretamente com agricultores familiares, comunidades extrativistas ou quilombolas”, destacou.</p>
<h3>Planejamento estratégico</h3>
<p>Com o aporte total de R$ 38.988.636,52, o cronograma se estende até 2029 e abrangerá 14 municípios. As frentes de trabalho contemplam assistência técnica direta, treinamentos práticos, fortalecimento institucional de associações, obras em unidades de processamento e estratégias logísticas.</p>
<blockquote><p>“A partir desse momento de assinatura, após a reunião com as organizações parceiras e a realização do primeiro planejamento do projeto Frutificar Amazônia, a nossa meta é voltar para as regionais, estabelecer os critérios de seleção das famílias e dos empreendimentos e começar a operacionalizar o projeto. Trata-se de um projeto que vai ser transformador para a realidade de centenas de famílias da Amazônia, especialmente nos estados do Pará e Amapá”, comentou Edivan Carvalho, coordenador de Desenvolvimento Territorial do Ipam no Pará.</p></blockquote>
<p>A execução descentralizada ocorre em três territórios principais através de parcerias com cooperativas e associações locais:</p>
<ul>
<li><strong>Transamazônica/Xingu</strong>: Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP) e Associação dos Agricultores Familiares da Batata (ASAFAB).</li>
<li><strong>Tapajós</strong>: Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS) e Federação das Associações de Moradores e Comunidades do Assentamento Agroextrativista do Eixo Forte (FAMCEEF).</li>
<li><strong>Amapá</strong>: Associação da Escola Família Agroextrativista do Carvão (AEFAC), Associação da Escola Família Agroextrativista do Macacoari (AEFAM), Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas do Setor Baquiá Gurupá (ATASB) e Associação de Batedores de Açaí do Amapá (ASBAP).</li>
</ul>
<h3>Metas de produção</h3>
<p>As metas estabelecidas englobam a capacitação de 940 moradores, assistência técnica para 352 propriedades rurais e o fortalecimento de 11 organizações comunitárias.</p>
<p>Na parte estrutural, o plano prevê intervenções (construção, ampliação ou reforma) em 10 agroindústrias locais, permitindo o beneficiamento regional e agregando valor comercial às safras.</p>
<p>Gabriele Corrêa, vice-presidente da AEFAM no Amapá, afirma que o projeto vem para fortalecer a cadeia produtiva de açaí.</p>
<blockquote><p>“É o produto que a gente trabalha hoje lá no nosso território. Isso tudo vem para fortalecer e melhorar a qualidade de vida dos nossos produtores. Então, é gratificante, porque virá unir os produtores em prol de trazer melhoria de vida para os nossos produtores e para as famílias da nossa comunidade”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O projeto une geração de renda à conservação ambiental através do plantio de Sistemas Agroflorestais (SAFs) em 200 hectares, além da recuperação produtiva de 300 hectares de solos degradados e do manejo florestal sustentável em outros 960 hectares.</p>
<p>As lideranças locais avaliam que a chegada dos recursos consolida a segurança e os direitos de permanência das populações tradicionais em suas terras através do fortalecimento econômico.</p>
<blockquote><p>“Após anos de espera, o projeto representa o fortalecimento dos territórios quilombolas envolvidos. Ele traz também o protagonismo das famílias beneficiadas e remete à ancestralidade, à nossa existência e resistência no território quilombola. É um sentimento de gratidão. Acredito que ele chegou em um momento estratégico e muito pertinente para os territórios quilombolas. Estamos vivendo um momento em que entendemos que plantar e colher é o que precisamos para continuar resistindo no território. Esse projeto é fortalecedor para a população quilombola de Santarém”, explicou Miriane Coelho, presidente da FOQS.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Ipam</em></p>
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		<item>
		<title>Festival Chocolat Xingu celebra o cacau da Amazônia em Altamira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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		<category><![CDATA[Fórum do Cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/chocolat_xingu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A 5ª edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau de Altamira (Chocolat Xingu), acontece de 11 a 14 de junho, com abertura oficial nesta quinta às 19h, no Centro de Eventos Vilmar Soares, em Altamira (PA). São esperados mais de 100 mil visitantes. O foco do evento é  a valorização do cacau de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/chocolat_xingu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><ul>
<li>
<p data-path-to-node="1,0,0">A 5ª edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau de Altamira (Chocolat Xingu), acontece de 11 a 14 de junho, com abertura oficial nesta quinta às 19h, no Centro de Eventos Vilmar Soares, em Altamira (PA).</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,3,0">São esperados mais de 100 mil visitantes.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,4,0">O foco do evento é  a valorização do cacau de origem da Amazônia e apoio a mais de 400 produtores locais por meio do Funcacau.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,5,0">Mais de 100 estandes, escultura de chocolate em tamanho real, Fórum do Cacau, Cozinha Show, Cozinha Kids, concursos e experiências sensoriais, são algumas das atrações</p>
</li>
</ul>
<p>Altamira recebe,  entre os dias 11 e 14 deste mês, a quinta edição consecutiva do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau (Chocolat Xingu). O evento, que espera atrair mais de 100 mil visitantes, acontece no Centro de Eventos Vilmar Soares e tem sua abertura oficial programada para as 19h de quinta-feira.</p>
<p>Realizado em parceria entre a Prefeitura de Altamira e o Governo do Estado do Pará — por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) —, o festival tem como objetivo principal valorizar o cacau de origem produzido na região amazônica.</p>
<h3><strong>Apoio à cadeia produtiva</strong></h3>
<p>O festival é financiado pelo Funcacau (Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará), órgão coordenado pela Sedap. O fundo viabiliza a participação de mais de 400 produtores locais, cumprindo o papel de estimular e desenvolver a cadeia produtiva do cacau paraense. A organização geral do evento fica por conta da MVU Eventos, criadora da marca Chocolat Festival.</p>
<h3>Destaques da programação</h3>
<p>Durante os quatro dias de feira, o público poderá conferir de perto a versatilidade do cacau em diversas atividades:</p>
<ul>
<li>Feira de Negócios: Mais de 100 estandes com exposição e venda de chocolates e derivados, além de espaço para instituições públicas do setor.</li>
<li>Atividades Interativas: Espaço Cozinha Show, Cozinha Kids, concurso para eleger o melhor chocolate e experiências sensoriais.</li>
<li>Arte em Chocolate: Um atelier exclusivo onde será confeccionada uma escultura em tamanho real feita inteiramente de chocolate.</li>
<li>Conhecimento: Realização do Fórum do Cacau para debater a qualificação e o futuro da cacauicultura.</li>
</ul>
<p>Serviço: Na quinta-feira (11), o evento começa às 19h. De sexta a domingo, o acesso ao público é liberado a partir das 14h. A programação completa está disponível no site oficial da <a href="https://www.sedap.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Sedap</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cacau e açaí transformam fazenda de Castanhal em celeiro agroflorestal</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cacau-e-acai-transformam-fazenda-de-castanhal-em-celeiro-agroflorestal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-17.09.48-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo A Fazenda Monte Castelo, em Castanhal (PA), transformou mais de 60 anos de pecuária extensiva tradicional num modelo sustentável de Sistemas Agroflorestais (SAFs), liderado pelo ex-dentista Osny Ramos desde 2019.  O sistema consorcia o cultivo de cacau com açaí, pimenta-do-reino e baunilha de Madagascar. Com irrigação suspensa e adubação 70% orgânica (vinda da própria [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-17.09.48-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li>
<p data-path-to-node="0,0,0"><em>A Fazenda Monte Castelo, em Castanhal (PA), transformou mais de 60 anos de pecuária extensiva tradicional num modelo sustentável de Sistemas Agroflorestais (SAFs), liderado pelo ex-dentista Osny Ramos desde 2019.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="0,1,0"><em> O sistema consorcia o cultivo de cacau com açaí, pimenta-do-reino e baunilha de Madagascar. Com irrigação suspensa e adubação 70% orgânica (vinda da própria pecuária), a fazenda recuperou solos degradados e prevê produção 100% orgânica até 2027.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="0,2,0"><em>O investimento na fermentação das amêndoas rendeu a medalha de ouro no festival Chocolat Amazônia 2024. O sucesso impulsionou o lançamento da Caupé, uma marca de chocolates tree-to-bar, apresentada no Salon du Chocolat em Paris no fim de 2025.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="0,3,0"><em>Com uma área de 22 hectares e previsão de colher 35 toneladas de amêndoas, o projeto firmou uma parceria com uma comunidade quilombola vizinha, cedendo 5 mil mudas de cacau e oferecendo treinamento técnico para os moradores</em></p>
</li>
</ul>
<p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p data-path-to-node="4">Unir a recuperação do bioma amazônico ao desejo de estruturar um negócio financeiramente viável foi o ponto de partida para transformar a Fazenda Monte Castelo, em Castanhal (PA). O espaço, que por mais de seis décadas abrigou a criação extensiva de gado, agora serve de palco para um modelo agrícola que prioriza o meio ambiente.A mudança foi liderada pelo ex-dentista Osny Ramos, que após deixar a profissão por problemas de saúde, encontrou no chão da floresta um caminho inovador de recomeço.</p>
<p data-path-to-node="5">A transformação da fazenda, que começou em 2019. O que antes era um espaço dominado pela pecuária tradicional passou a ser redesenhado com base em sistemas agroflorestais, aproximando produção agrícola e recuperação ambiental. A inspiração veio de um técnico da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), que apresentou o potencial do cultivo de cacau como alternativa sustentável para a região.</p>
<p data-path-to-node="6">Para a <strong>Semana do Meio Ambiente</strong>, o <strong>Pará Terra Boa </strong>conversou com o produtor, que relembra que observava a movimentação do mercado e, diante da necessidade de mudar de profissão, só havia uma certeza: o negócio precisava ser sustentável.</p>
<blockquote><p>“O mundo está passando por transformações muito profundas para achar que dá para começar um negócio de qualquer jeito. Embora eu já soubesse que o futuro estava nos negócios sustentáveis, quando ouvi sobre o potencial regenerativo do cacau em Sistemas Agroflorestais (SAFs) pela primeira vez, algo aconteceu. Foi aí que veio o sinal de que este era o caminho certo”, relembra.</p></blockquote>
<p>Após a decisão inicial, Osny passou a compreender melhor as etapas de criação e estruturação de uma SAF e, ao observar a propriedade, viu seu projeto começar a ganhar forma.</p>
<blockquote><p>“Precisávamos escolher as culturas que fariam parte da SAF junto com o cacau e, depois de muita observação, chegamos ao açaí, por ser abundante, totalmente adaptado ao local, fazer parte da paisagem diária e ainda gerar um lucro extra por ser muito valorizado”, diz.</p></blockquote>
<p>Ele aponta ainda que há uma pequena área dedicada à pimenta-do-reino, mas que o cacau e o açaí ocupam os principais espaços. Para o empresário, a experimentação contínua faz parte do fortalecimento do sistema de plantio, ampliando a possibilidade de novos negócios.</p>
<blockquote><p>“É como um quebra-cabeça: se as culturas forem bem alinhadas, geram diversos ciclos de colheita ao longo do ano, gerando uma renda mais estável”, afirma.</p></blockquote>
<h3 data-path-to-node="12"><b data-path-to-node="12" data-index-in-node="0">Recuperação do Solo</b></h3>
<p data-path-to-node="12">Osny cita ainda que essa não é a primeira vez que a pimenta-do-reino é plantada no local. Ele comenta que o sogro, pesquisador aposentado da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), chegou a cultivar a especiaria por alguns anos, mas a degradação do solo impediu resultados melhores.</p>
<p data-path-to-node="13">“Tentamos por alguns anos, enquanto iniciávamos as SAFs, mas não deu certo. A história está ressurgindo agora, graças aos resultados iniciais da recuperação do solo. Foi possível reajustar um pouco da pecuária e do plantio da pimenta”, diz.</p>
<p data-path-to-node="14">O modelo adotado na propriedade aposta em irrigação eficiente e manejo cuidadoso do solo. Mangueiras suspensas garantem a distribuição de água, enquanto a adubação orgânica, em grande parte proveniente da própria atividade pecuária, ajuda a manter a fertilidade. Esse ciclo fechado reduz desperdícios e contribui ainda mais para a consolidação do sistema regenerativo.</p>
<p data-path-to-node="15">“O reaproveitamento do material da pecuária é responsável por cerca de 70% da adubação do que plantamos atualmente. Só no cacau, por exemplo, cada pé recebe 60 kg de adubo orgânico por ano. Se tudo der certo, entraremos em 2027 com produção 100% orgânica”, antecipa.</p>
<p><strong>Ponto de virada</strong></p>
<p>Enquanto produzia o equivalente a 1.700 quilos de cacau por hectare, Osny começou a fabricar cacau fermentado sem saber que boa parte dos produtores locais comercializava a amêndoa não fermentada. Ao perceber essa diferença, tomou uma decisão que poderia impulsioná-lo no mercado.</p>
<figure id="attachment_42592" aria-describedby="caption-attachment-42592" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-42592" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/up_ag_60045_d0f994df-6359-3cea-4d0f-041eec2abce0.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/up_ag_60045_d0f994df-6359-3cea-4d0f-041eec2abce0.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/up_ag_60045_d0f994df-6359-3cea-4d0f-041eec2abce0-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/up_ag_60045_d0f994df-6359-3cea-4d0f-041eec2abce0-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/up_ag_60045_d0f994df-6359-3cea-4d0f-041eec2abce0-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/up_ag_60045_d0f994df-6359-3cea-4d0f-041eec2abce0-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-42592" class="wp-caption-text">Osny foi um dos vencedores de uma premiação do Chocolat Amazônia 2024 que premiou as melhores amêndoas de cacau do Pará. Foto: Mateus Costa/Sedap</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Mandei uma amostra para um festival estadual de qualidade de amêndoas, em 2024, e ganhei o ouro. Fiquei impressionado, porque era uma aposta muito alta que trouxe um retorno imenso, graças a Deus. Isso chamou tanta atenção que lançamos a Caupé, nossa marca de chocolates ancestrais, já no ano seguinte, no fim de 2025”, conta.</p></blockquote>
<p data-path-to-node="19">A Caupé foi lançada em pleno Salon du Chocolat, em Paris, sob o conceito de marca “tree-to-bar”, nome dado às empresas que controlam todo o processo de produção do chocolate, desde o plantio e cultivo do cacau até a fabricação da barra final, garantindo rastreabilidade total, sustentabilidade e alta qualidade.</p>
<blockquote>
<p data-path-to-node="20">“Foi a realização de um sonho. Fazemos vendas para dentro e fora do estado, além de produzirmos eventos com nosso chocolate. Em breve, espero estar dando um passo além e anunciando mais essa novidade”, diz.</p>
</blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DQkwwVDisXo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DQkwwVDisXo/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Caupé (@caupe_cacau)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3><strong>Crescimento conjunto</strong></h3>
<p data-path-to-node="21">Com o aumento da demanda pelo chocolate, o empresário começou a investir em uma pequena agroindústria fora da fazenda para o processamento do cacau, devido às limitações no fornecimento de energia. Ainda em 2025, firmou uma parceria com uma comunidade quilombola vizinha para realizar um teste de plantio adensado de cacau. A aposta agora é aumentar a produtividade por hectare.</p>
<blockquote>
<p data-path-to-node="22">“Nós já temos uma parceria de anos, e este passo consolida tudo isso. O presidente do quilombo trabalha na fazenda há décadas, e parte dos nossos funcionários é de lá. Essa união mostra que, quando plantamos o que é bom, frutifica”, afirma.</p>
</blockquote>
<p data-path-to-node="23">Ao todo, ele cedeu 5 mil mudas para o plantio em estacas, executado em 1 hectare do quilombo. Além disso, parte da comunidade recebeu treinamento técnico para monitorar a produção.</p>
<blockquote>
<p data-path-to-node="24">“Como uma parte deles já trabalha conosco, alguns já conhecem os processos. Agora, outros foram treinados, o que vai gerar uma equipe ainda mais qualificada. Estamos semeando nossos parceiros”, declara.</p>
</blockquote>
<h3><strong>Em expansão</strong></h3>
<p data-path-to-node="25">Osny revelou também que iniciou testes de plantio de baunilha de Madagascar à sombra do cacau. Ele estima que, junto ao açaí e ao cacau, a baunilha pode ajudar a gerar renda de até R$ 200 mil por hectare.</p>
<p data-path-to-node="26">Hoje, a área já convertida para o sistema agroflorestal ocupa 22 hectares e continua em expansão. O plano é ampliar o consórcio de espécies, incluindo árvores de grande porte, como andiroba e castanheira. Fora isso, a aproximação da estrutura da própria floresta deve ajudar a aumentar a produção de amêndoas já neste ano, subindo de 32 para 35 toneladas.</p>
<blockquote>
<p data-path-to-node="27">“Estamos construindo um bom caminho para o meio ambiente, para a remuneração justa e para o uso da sustentabilidade como princípio. Se você cuida bem da terra, ela retribui, e isso já vejo ano após ano. A restauração total da área promete um futuro ainda mais promissor para todos nós”, conclui.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Plano nacional quer transformar o Brasil em referência global de cacau sustentável</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/plano-nacional-quer-transformar-o-brasil-em-referencia-global-de-cacau-sustentavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[#ceplac]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[plano inova cacau 2030]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260319194512-GC00075626-F00295139-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou o Plano Inova Cacau 2030, com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do cacau. O foco está em aumentar a produtividade, melhorar a qualidade do produto, elevar a renda dos produtores e consolidar o Brasil como origem sustentável nos mercados interno e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260319194512-GC00075626-F00295139-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li>
<p data-path-to-node="3,0,0"><em>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou o <b data-path-to-node="3,0,0" data-index-in-node="118">Plano Inova Cacau 2030, </b>com o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do cacau.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,1,0"><em>O foco está em aumentar a produtividade, melhorar a qualidade do produto, elevar a renda dos produtores e consolidar o Brasil como origem sustentável nos mercados interno e externo.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,2,0"><em>A liderança do plano será da <b data-path-to-node="3,2,0" data-index-in-node="42">Ceplac</b> (<strong>Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira),</strong> que cuidará da articulação entre instituições, consolidação de dados e elaboração de relatórios.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="3,4,0"><em>O avanço do plano seguirá diretrizes aprovadas em 2023 e será acompanhado continuamente por metas e indicadores, com divulgação periódica de relatórios para garantir o acesso à informação.</em></p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>De olho no mercado global, o Brasil deu a largada oficial rumo ao futuro da produção de <strong>chocolate sustentável.</strong> O Ministério da Agricultura (Mapa) publicou nesta semana a portaria que institui o <b data-path-to-node="6,0" data-index-in-node="181">Plano Inova Cacau 2030</b>, estabelecendo as diretrizes de governança e monitoramento que vão guiar a cadeia produtiva nos próximos quatro anos.</p>
<p>O <strong>Plano Inova Cacau 2030</strong> tem como objetivo promover o <strong>desenvolvimento sustentável</strong> da cadeia produtiva do cacau, com foco na elevação da produtividade, na melhoria da qualidade, na ampliação da renda dos produtores e no fortalecimento da posição do Brasil como origem sustentável no mercado nacional e internacional.</p>
<p>A execução do plano seguirá as diretrizes, os eixos estratégicos, as metas e os indicadores previstos no documento técnico aprovado em 2023, que poderá ser atualizado periodicamente, sem prejuízo dos objetivos e da estrutura da iniciativa.</p>
<p>A coordenação do plano será exercida pela <strong>Ceplac </strong>(<strong>Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira</strong>), responsável pela articulação interinstitucional, consolidação de informações e indicadores, apoio ao funcionamento das instâncias de governança e elaboração de relatórios periódicos de acompanhamento.</p>
<p>A participação de órgãos e entidades públicas, bem como de instituições privadas, ocorrerá de forma voluntária, mediante instrumentos jurídicos apropriados e em conformidade com a legislação vigente, sem geração automática de obrigações ou compromissos financeiros.</p>
<p>De acordo com a Portaria, o <strong>Plano Inova Cacau 2030</strong> será objeto de monitoramento contínuo, com base em metas e indicadores, e deverá assegurar a elaboração e a divulgação periódica de relatórios de acompanhamento, observadas as normas de transparência e acesso à informação.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Com aporte de US$ 31 milhões, projeto Cacau Brasil Agrofloresta é lançado em Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/com-aporte-de-us-31-milhoes-projeto-cacau-brasil-agrofloresta-e-lancado-em-belem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:06:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau Brasil Agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/plantio-de-cacau-em-sistema-agroflorestal-safs-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo da Notícia O projeto Cacau Brasil Agrofloresta foi lançado oficialmente em Belém (PA) com um orçamento total de US$ 31 milhões para os próximos quatro anos. A maior parte da verba (US$ 23 milhões) vem do Fundo Verde para o Clima, enquanto a Ceplac entra com uma contrapartida de US$ 7,8 milhões. A iniciativa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/plantio-de-cacau-em-sistema-agroflorestal-safs-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo da Notícia</em></p>
<ul>
<li><em>O projeto <strong>Cacau Brasil Agrofloresta </strong>foi lançado oficialmente em Belém (PA) com um orçamento total de US$ 31 milhões para os próximos quatro anos. A maior parte da verba (<strong>US$ 23 milhões)</strong> vem do Fundo Verde para o Clima, enquanto a Ceplac entra com uma contrapartida de <strong>US$ 7,8 milhões.</strong></em></li>
<li><em>A iniciativa foca na produção sustentável de cacau nos biomas <strong>Amazônia</strong> e <strong>Mata Atlântica,</strong> atendendo especificamente os estados do<strong> Pará</strong> e da <strong>Bahia.</strong></em></li>
<li><em> O programa projeta a implantação de mais de <strong>12 mil hectares</strong> em<strong> Sistemas Agroflorestais</strong> (<strong>SAFs</strong>), estimando o sequestro de cerca de <strong>5 milhões de toneladas de carbono.</strong></em></li>
<li><em>O principal objetivo técnico é<strong> reverter a tendência de desmatamento</strong> regional por meio do plantio direto de cacaueiros integrados a sistemas agroflorestais e ao<strong> uso de tecnologias sustentáveis</strong>.</em></li>
</ul>
<div class="container">
<div id="model-response-message-contentr_e9513ab58955ac07" class="markdown markdown-main-panel enable-updated-hr-color" dir="ltr" aria-live="polite" aria-busy="false">
<p data-path-to-node="3">Foi lançado oficialmente em Belém, na sede da Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária do Pará), o projeto <b data-path-to-node="3" data-index-in-node="109">Cacau Brasil Agrofloresta</b>. O evento contou com a participação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam).</p>
<p data-path-to-node="4">O projeto, que teve sua aprovação anunciada pela primeira vez durante a <b data-path-to-node="4" data-index-in-node="72">COP30</b>, entra agora em sua fase de execução prática.</p>
<p data-path-to-node="6">A iniciativa é fruto de uma cooperação estratégica entre o Mapa (por meio da Ceplac — Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira), o IICA (Instituto Interamericano de Ciências Agrícolas) e o Sistema Faepa/Senar.</p>
<p data-path-to-node="7">Com uma <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="8">duração prevista de quatro anos</b>, o projeto conta com um investimento total de <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="86">US$ 31 milhões</b>, distribuídos da seguinte forma:</p>
<ul data-path-to-node="8">
<li>
<p data-path-to-node="8,0,0"><b data-path-to-node="8,0,0" data-index-in-node="0">Mais de US$ 23 milhões:</b> Provenientes do Fundo Verde para o Clima.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="8,1,0"><b data-path-to-node="8,1,0" data-index-in-node="0">US$ 7,8 milhões:</b> Contrapartida da Ceplac.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-path-to-node="9">Metas ambientais</h3>
<p data-path-to-node="10">O foco central do Cacau Brasil Agrofloresta é promover a mitigação e a adaptação às mudanças climáticas nos biomas da <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="118">Amazônia</b> e da <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="132">Mata Atlântica</b>, concentrando as ações nos estados do <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="185">Pará</b> e da <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="195">Bahia</b>.</p>
<p data-path-to-node="11">De acordo com o diretor da Ceplac, Thiago Guedes, as principais metas e diretrizes do projeto incluem:</p>
<ul data-path-to-node="12">
<li>
<p data-path-to-node="12,0,0"><b data-path-to-node="12,0,0" data-index-in-node="0">Combate ao desmatamento:</b> Reverter o avanço do desmate por meio do plantio direto de cacaueiros em Sistemas Agroflorestais (SAFs).</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,1,0"><b data-path-to-node="12,1,0" data-index-in-node="0">Tecnologia sustentável:</b> Adotar tecnologias voltadas para a produção sustentável e regenerativa.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,2,0"><b data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="0">Área plantada:</b> Implantar mais de <b data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="33">12 mil hectares</b> em SAFs.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,3,0"><b data-path-to-node="12,3,0" data-index-in-node="0">Sequestro de carbono:</b> Reter cerca de <b data-path-to-node="12,3,0" data-index-in-node="37">5 milhões de toneladas de carbono</b> da atmosfera.</p>
</li>
</ul>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Fundo Amazônia destina R$ 150 milhões para pesquisa e inovação em cadeias produtivas da região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/babacu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo R$ 150 milhões do Fundo Amazônia serão destinados ao programa Desafios da Amazônia Foco em pesquisa e inovação para as cadeias de açaí, cacau, castanha, babaçu e pescado Previsão de apoio a pelo menos 18 projetos colaborativos, com investimento médio de R$ 7 milhões por projeto Expectativa de envolver 630 pesquisadores e 72 instituições [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/babacu-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>R$ 150 milhões do Fundo Amazônia serão destinados ao programa Desafios da Amazônia</em></li>
<li><em>Foco em pesquisa e inovação para as cadeias de açaí, cacau, castanha, babaçu e pescado</em></li>
<li><em>Previsão de apoio a pelo menos 18 projetos colaborativos, com investimento médio de R$ 7 milhões por projeto</em></li>
<li><em>Expectativa de envolver 630 pesquisadores e 72 instituições científicas da Amazônia Legal</em></li>
</ul>
<p>O Fundo Amazônia vai destinar R$ 150 milhões ao programa Desafios da Amazônia, voltado ao financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para cadeias socioprodutivas da região. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 27, em Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus (AM).</p>
<p>O programa será coordenado pela Iniciativa Amazônia+10, do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e implementado em parceria com a Fundação Arthur Bernardes. A gestão dos recursos fica a cargo do BNDES, em articulação com os ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia.</p>
<blockquote><p>&#8220;A assinatura é um passo importante em direção à consolidação da Iniciativa Amazônia + 10; cujo principal objetivo é fomentar pesquisas no âmbito da Amazônia Legal, em parceria com outros estados e países, para a busca de respostas às questões vistas como óbices que queremos superar na Amazônia&#8221;, comentou Márcia Perales, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).</p></blockquote>
<h3>Como vai funcionar</h3>
<p>O programa prevê o lançamento de até duas chamadas públicas para selecionar pelo menos 18 projetos colaborativos, com investimento médio de R$ 7 milhões cada. Para participar, os projetos deverão reunir no mínimo duas instituições científicas e tecnológicas e uma organização socioprodutiva, todas com sede na Amazônia Legal. Universidades, institutos de pesquisa, institutos federais, associações comunitárias e cooperativas são elegíveis.</p>
<p>No primeiro edital, os recursos serão direcionados a soluções tecnológicas para as cadeias do açaí, cacau, castanha, babaçu e pescado, com foco em agregação de valor, bioeconomia e geração de renda para populações locais. O programa também prevê bolsas de pesquisa, incluindo bolsas comunitárias, e apoio à implementação das soluções nos territórios.</p>
<h3>Resultados esperados</h3>
<p>A expectativa é desenvolver cerca de 36 soluções tecnológicas para gargalos das cadeias produtivas amazônicas, com a participação direta de pelo menos 72 instituições científicas e tecnológicas da região e o envolvimento de aproximadamente 630 pesquisadores.</p>
<h3>Sobre o Fundo Amazônia</h3>
<p>Criado em 2008, o Fundo Amazônia financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, além de iniciativas de conservação e uso sustentável da floresta. Desde 2023 — após quatro anos paralisado —, o fundo ampliou o apoio a projetos de bioeconomia, ciência, inovação e restauração florestal.</p>
<p>No período, já foram destinados mais de R$ 1,6 bilhão a atividades produtivas sustentáveis, com expectativa de beneficiar mais de 100 mil pessoas e apoiar cerca de 300 organizações em todos os estados da Amazônia Legal.</p>
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		<title>Bioeconomia da sociobiodiversidade movimenta mais de R$ 13 bi por ano no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A bioeconomia da sociobiodiversidade movimenta R$ 13,5 bilhões por ano em Valor Bruto da Produção (VBP) no Pará, segundo Relatório Técnico Preliminar coordenado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com universidades federais. Baseado em metodologias da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A bioeconomia da sociobiodiversidade movimenta R$ 13,5 bilhões por ano em Valor Bruto da Produção (VBP) no Pará, segundo Relatório Técnico Preliminar coordenado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com universidades federais.</p>
<p>Baseado em metodologias da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo identificou o protagonismo de cadeias como mandioca (R$ 6,5 bilhões), pesca e aquicultura (R$ 2,7 bilhões), cacau (R$ 1,7 bilhão) e açaí (R$ 1,5 bilhão).</p>
<p>Embora o VBP total da agropecuária (R$ 30 bilhões) e da mineração (R$ 140 bilhões) seja maior, os pesquisadores destacam a relevância social do setor, que ocupou 271.410 pessoas e gerou R$ 1,4 bilhão em massa salarial.</p>
<p>Além disso, cada real investido na atividade gera R$ 1,13 no PIB estadual, com o efeito multiplicador crescendo ao longo da cadeia: R$ 1,14 na matéria-prima, R$ 1,27 na indústria e R$ 1,40 na comercialização.</p>
<blockquote><p>&#8220;A Rede de Bioeconomia é resultado de uma articulação que transcende a formação de um consórcio de pesquisa, representando uma resposta estruturada à necessidade premente de construir um novo paradigma de desenvolvimento para a Amazônia, fundamentado em dados robustos e cientificamente validados&#8221;, destaca o presidente da Fapespa, professor Marcel Botelho.</p></blockquote>
<h3>Extrativismo e o caso do cumaru</h3>
<p>A pesquisa, realizada em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), revelou que a produção de cumaru no Pará está subnotificada.</p>
<p>Enquanto os dados oficiais do IBGE registraram 148 toneladas (R$ 13,3 milhões), o levantamento da Rede &#8211; focado nos compradores e beneficiadores concentrados &#8211; identificou 267 toneladas efetivas, movimentando R$ 24,4 milhões.</p>
<p>O estudo detalha que o cumaru ganha 330% de valor ao ser industrializado, mas esse processo ocorre fora do Pará. Na etapa inicial, o coletor retém 69,9% do valor adicionado. Já no ciclo industrial, a indústria captura 73,9% do valor gerado, reduzindo a participação do extrativista para 23,3%.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os dados de produção do cumaru estão subestimados, os negócios estão voltados majoritariamente para a exportação e há muitas possibilidades de inovação local para agregar valor ao longo da cadeia&#8221;, ressaltou o prof. Dr. Luiz Gonzaga Feijão da Silva, da Ufopa, no I Encontro da Cadeia Produtiva do Cumaru no Oeste do Pará (ECOCumaru), realizado em Santarém.</p></blockquote>
<h3>Desafios estruturais e alerta climático</h3>
<p>A elevada informalidade é um dos principais entraves econômicos. Na cadeia da mandioca, por exemplo, mais de 99% da atividade ocorre fora dos registros fiscais devido à produção concentrada em estruturas comunitárias e informais.</p>
<p>Outro desafio é a distribuição desigual de renda: na cadeia da castanha-do-pará, os coletores retêm apenas 2,9% do valor final do produto. Em contrapartida, nas cadeias de andiroba e copaíba, onde há associações organizadas, as comunidades retêm entre 19% e 31% do valor.</p>
<p>Somam-se a isso as ameaças da emergência climática. Pesquisas de campo em municípios como Marabá, Rondon do Pará, Santarém e Oriximiná apontam perdas severas na produção de castanha, mandioca e açaí devido a secas e queimadas, impactando a segurança alimentar local.</p>
<blockquote><p>&#8220;Assim, a Fapespa atende à demanda da sociedade por informações que fomentem a tomada de decisão por parte dos agentes formuladores de políticas públicas, agentes econômicos e demais entidades responsáveis por estudos e análises setoriais, que são protagonistas e essenciais para o planejamento e a avaliação de políticas regionais e municipais&#8221;, completa Marcel Botelho.</p></blockquote>
<h3>Oportunidades e governança</h3>
<p>O fortalecimento de cooperativas surge como o principal caminho para reter valor no estado. O Pará conta com um ecossistema de políticas públicas estruturado para apoiar a transição, liderado pela Política Estadual sobre Mudanças Climáticas (PEMC/PA), operacionalizado pelo Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA) e detalhado pelo Plano Estadual de Bioeconomia (PlanBio).</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso quer dizer que para os pesquisadores, o futuro da bioeconomia no Pará depende menos de expandir a extração e mais de redistribuir valor, fortalecer a organização social e proteger os territórios diante da crise climática. O setor já existe, gera bilhões e sustenta milhares de famílias. O desafio agora é transformá-lo em um forte vetor de desenvolvimento sustentável e equitativo para a Amazônia&#8221;, observa a diretora de Estatística e de Tecnologia e Gestão da Informação da Fapespa, Atyliana Dias.</p></blockquote>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A Rede prepara para novembro o Relatório Preliminar de 2026, que trará novas frentes analíticas: o consumo intermediário da bioeconomia (insumos e matriz tecnológica); o detalhamento da demanda (consumo das famílias, empresas e compras governamentais); a integração dos fluxos do cacau e da mandioca; e a criação de um Índice de Resiliência Socioambiental Municipal.</p>
<blockquote><p>“Esse estudo, coordenado pela Fapespa, é de extrema relevância para mostrar que, mais do que uma promessa, a socioeconomia é uma realidade em nosso estado. Graças aos esforços do governo do Estado do Pará, desde o nosso governador Helder até a nossa governadora Hana, tem trazido cada vez mais a integração do conhecimento tradicional às novas realidades científicas e a integração com inovação capaz de alavancar ainda mais os produtos da socioeconomia, ganhando cada vez mais escala, cada vez mais mercado e credibilidade; fazendo com que a renda gerada através desses produtos reverta-se em qualidade de vida para nossa população”, finaliza o presidente da Fapespa</p></blockquote>
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		<title>Cacau sustentável do Pará garante prata e reconhecimento mundial na França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[#sistemas agroflorestais]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_marina-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O compromisso com a preservação ambiental no sudeste paraense acaba de colocar o produtor João Evangelista, o &#8220;Rogério&#8221;, novamente no topo do ranking mundial. Cultivada em sistema agroflorestal com árvores de mogno, a amêndoa sustentável do assentamento Tuerê, em Novo Repartimento, foi a base para a conquista da medalha de prata no Concurso Internacional Chocolate [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_marina-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O compromisso com a preservação ambiental no sudeste paraense acaba de colocar o produtor João Evangelista, o &#8220;Rogério&#8221;, novamente no topo do ranking mundial. Cultivada em sistema agroflorestal com árvores de mogno, a amêndoa sustentável do assentamento Tuerê, em Novo Repartimento, foi a base para a conquista da medalha de prata no Concurso Internacional Chocolate Awards – Europe, realizado no último sábado, 2, em Bordeaux, na França.</p>
<p>Esta é a 43ª vez que o cacau do Tuerê é premiado, consolidando a estratégia de unir a floresta em pé à alta qualidade gastronômica.</p>
<p>Desta vez, a matéria-prima produzida por Rogério deu vida ao &#8220;Chocolate da Região Tuerê 100% Cacau com Cumaru&#8221;, da chocolatier Marina Shtoh-Ibri, CEO da La Brigaderie de Paris.</p>
<figure id="attachment_42500" aria-describedby="caption-attachment-42500" style="width: 727px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-42500" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/cacau_sustentavel_rogerio-300x200.webp" alt="" width="727" height="484" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/cacau_sustentavel_rogerio-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/cacau_sustentavel_rogerio-768x512.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/cacau_sustentavel_rogerio-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/cacau_sustentavel_rogerio-450x300.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/cacau_sustentavel_rogerio.webp 860w" sizes="(max-width: 727px) 100vw, 727px" /><figcaption id="caption-attachment-42500" class="wp-caption-text">Rogério planta cacau em sistema agroflorestal em oito hectares no Tuerê. Foto: Sedap</figcaption></figure>
<p>Veterano entre os produtores das 50 melhores amêndoas do mundo, Rogério,  já soma mais de 10 prêmios individuais, conquistas que estão expostas em quadros instalados na sala da sua residência no Tuerê.</p>
<blockquote><p> “Foi muito interessante esse reconhecimento. Eu torço para que meus vizinhos um dia também consigam ser premiados, pois aqui temos as melhores amêndoas. Eu tenho oito hectares de cacau plantados e todo em sistema agroflorestal. Ainda temos aqui 60 árvores de mogno plantadas. Então, é importante esse trabalho para a preservação do nosso meio ambiente”, diz o produtor, que recebe assistência técnica da Fundação Solidaridad, que há 10 anos presta serviço aos cacauicultores do Tuerê.</p></blockquote>
<h3>Parceria de sucesso: do grão à barra</h3>
<p>Além da prata na categoria de chocolates amargos com infusão, Marina Shtoh-Ibri, CEO da La Brigaderie de Paris recebeu um prêmio especial pela inovação do produto apresentado. Ela disse que se sente orgulhosa em obter essas duas novas conquistas junto ao produtor João Evangelista.</p>
<figure id="attachment_42499" aria-describedby="caption-attachment-42499" style="width: 698px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-42499" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_rogerio_mariana-300x200.webp" alt="" width="698" height="466" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_rogerio_mariana-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_rogerio_mariana-768x513.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_rogerio_mariana-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_rogerio_mariana-450x300.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/chocolate_sustentavel_rogerio_mariana.webp 860w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /><figcaption id="caption-attachment-42499" class="wp-caption-text">Parceria entre Rogério e Marina vem desde 2022. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Fiquei muito feliz e  orgulhosa de poder trazer mais duas medalhas ao produtor. É um trabalho conjunto, o do Sr. João com o cacau dele e o meu, com a minha dedicação ao chocolate e ao terroir de onde ele veio. Neste caso, foi uma prata e uma especial, pela originalidade de fazer algo diferente da maioria (incluir o cumaru num 100%)”, ressaltou.</p></blockquote>
<p>A parceria nasceu no Salão de Paris em 2022, quando Marina passou a adquirir as amêndoas diretamente do produtor. Foi neste mesmo ano também que a La Brigaderie de Paris ganhou seu primeiro prêmio com o grão Tuerê.</p>
<h3>Fortalecimento do setor</h3>
<p>O resultado é fruto de um ecossistema de apoio que inclui a Fundação Solidaridad e o Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau), coordenado pela Sedap. Para Ivaldo Santana, coordenador do Procacau, a premiação é uma vitrine estratégica para rodadas de negócios internacionais.</p>
<blockquote><p>“Ficamos muito felizes com esse resultado, pois o que a gente objetiva é isso: colocar nossos produtores em contato com os interessados em nossas amêndoas. Mostramos que a amêndoa do Pará é a melhor do mundo&#8221;, conclui o engenheiro agrônomo.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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