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	<title>Cacau Xingu &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Cacau Xingu &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Agricultora orgânica conquista mercado com chocolate com sabor de floresta viva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 17:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura orgânica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Jiovana-Hoss-cacau-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A BR-230, mais conhecida como Transamazônica, foi vendida como o principal símbolo da política de integração nacional pelo governo militar, na década de 1970, período em que milhares de famílias foram incentivadas a migrar para a região. Na época, a mentalidade era de que o desenvolvimento viria ao se avançar floresta adentro, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Jiovana-Hoss-cacau-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A BR-230, mais conhecida como Transamazônica, foi vendida como o principal símbolo da política de integração nacional pelo governo militar, na década de 1970, período em que milhares de famílias foram incentivadas a migrar para a região. Na época, a mentalidade era de que o desenvolvimento viria ao se avançar floresta adentro, numa verdadeira batalha entre civilização e natureza. Hoje, a Transamazônica é reconhecida como o principal polo produtor de cacau e de chocolate do Pará, graças ao trabalho de inúmeras famílias estabelecidas por lá, que, ao contrário da crença de 50 anos atrás, sabem o valor da floresta.</p>
<p>Uma delas é chefiada pela agricultora Jiovana Lunelli Hoss, catarinense que migrou com a família para o estado quando tinha apenas 2 anos. Com pouco conhecimento da língua portuguesa e da realidade local, a família de descendência alemã viu no contato e nas trocas com a população nativa um aprendizado decisivo para lidar, conviver e produzir em harmonia com a natureza.</p>
<blockquote><p>“Foi em 75 que meu pai implantou a primeira roça. Daí surgiu o entendimento das árvores, da importância da floresta em pé. Foi aí que soubemos que ela (floresta) servia de alimento, servia de abrigo não só para a minha família, mas para tantas outras e toda a diversidade que há dentro da Amazônia”, conta Jiovana.</p></blockquote>
<figure id="attachment_31005" aria-describedby="caption-attachment-31005" style="width: 836px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-31005 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/jiovana-hoss-cacau-xingu.jpg" alt="" width="836" height="835" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/jiovana-hoss-cacau-xingu.jpg 836w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/jiovana-hoss-cacau-xingu-300x300.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/jiovana-hoss-cacau-xingu-150x150.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/jiovana-hoss-cacau-xingu-768x767.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/jiovana-hoss-cacau-xingu-450x449.jpg 450w" sizes="(max-width: 836px) 100vw, 836px" /><figcaption id="caption-attachment-31005" class="wp-caption-text">Agricultora defende produção de cacau em harmonia com a floresta.. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>No sítio Paraíso Orgânico, localizado no município de Brasil Novo, a agricultora mantém uma pequena lavoura de cacau cultivada em sistema agroflorestal (SAF) para prezar pelo “ambiente equilibrado e saudável” que ela destaca como o diferencial que garante a qualidade dos frutos e dos chocolates da marca Cacau Xingu.</p>
<p>Os produtos são fabricados no processo denominado tree-to-bar (da árvore à barra) com controle de todas as etapas: desde o plantio, colheita, fermentação até a venda ao consumidor final. As práticas adotadas no campo privilegiam os tratos orgânicos, sem adição de agrotóxicos ou outros químicos para controle biológico, valorizando a biodiversidade da fauna e da flora locais e as relações ecológicas que ocorrem na mata.</p>
<p>Um exemplo disso se verifica nas próprias embalagens dos chocolates que são ilustradas com imagens de animais que vivem e se beneficiam do ambiente conservado nas agroflorestas, como a anta, o beija-flor e o macaco-prego. Além disso, a marca faz o aproveitamento integral do fruto e já conta com uma série de subprodutos, como geleia, licor, creme de castanha, nibs caramelizado, entre outros.</p>
<figure id="attachment_31004" aria-describedby="caption-attachment-31004" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-31004 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cacau-xingu-1024x835.jpg" alt="" width="1024" height="835" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cacau-xingu-1024x835.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cacau-xingu-300x245.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cacau-xingu-768x626.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cacau-xingu-150x122.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cacau-xingu-450x367.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/cacau-xingu.jpg 1141w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-31004" class="wp-caption-text">Produtos da Cacau Xingu valorizam biodiversidade local. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<blockquote><p>“O meu chocolate é diferente porque nele tem florestas, rios, o solo e o modo de produção. Esse consórcio com essas árvores e com essa diversidade da floresta amazônica contribui para um terroir único dos nossos chocolates tanto é que as amêndoas do Pará são premiadas como as melhores do mundo”, ressalta a produtora.</p></blockquote>
<p>Para Jiovana Hoss, os SAFs são a saída para que a cacauicultura se desenvolva com produtividade, benefícios socioeconômicos e respeito ao meio ambiente. Isso porque, mesmo em momentos críticos como a atual seca, a produção das agroflorestas se mostra mais resistente que as monoculturas. Aliado a isso, ela acredita que o incentivo à verticalização irá potencializar a geração de renda e o fortalecimento das comunidades da agricultura familiar.</p>
<blockquote><p>“É dever nosso defender a agrofloresta, a floresta viva. A floresta em pé é um discurso, mas a floresta viva tem que ser a nossa realidade”, defende Jiovana Hoss.</p></blockquote>
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