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	<title>Cacau paraense &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Cacau paraense &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Chocolat Amazônia 2026 movimentou R$ 15 milhões em negócios em Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:51:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260426195102-GF00026950-F00515547-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No último fim de semana, Belém sediou a décima edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau – Chocolat Amazônia e Flor Pará, que reuniu cerca de 100 mil visitantes ao longo de quatro dias de programação. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), o evento movimentou aproximadamente R$ 15 milhões [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260426195102-GF00026950-F00515547-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No último fim de semana, Belém sediou a décima edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau – Chocolat Amazônia e Flor Pará, que reuniu cerca de 100 mil visitantes ao longo de quatro dias de programação. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), o evento movimentou aproximadamente R$ 15 milhões em negócios diretos e futuros.</p>
<p>A programação, que reuniu mais de 500 produtores em 170 estandes, teve opções para todos os públicos como degustações, lançamentos, oficinas, apresentações culturais e atividades para o público infantil. Espaços paralelos como a Cozinha Show, o Flor Show, Fórum do Cacau e Chocoday ampliaram a experiência dos visitantes e trouxeram novos horizontes para os trabalhadores do setor.</p>
<p>Além da exposição e venda de produtos, o festival também abriu espaço para discussões sobre o futuro do setor por meio de painéis temáticos, onde especialistas abordaram a cadeia do cacau desde o plantio até a exportação, apontando desafios e oportunidades.</p>
<p>O chef e chocolatier Fábio Sicília foi um dos palestrantes e destacou a necessidade de fortalecer a identidade do produto brasileiro no mercado global, para gerar negócios com o DNA da Amazônia.</p>
<blockquote><p> “O Brasil movimenta bilhões de reais em chocolates, todos os anos. A gente aborda essa questão de se posicionar, de definir a marca, parar de cair na armadilha da commodity e nos colocar para o mercado”, diz.</p></blockquote>
<p>Para Fábio, um dos caminhos possíveis para essa mudança é o fortalecimento das marcas locais, que geraria mais valor agregado para a produção, indo além do lugar clássico de fornecedor de matéria-prima.</p>
<blockquote><p> “O Brasil tem que achar esse ponto de equilíbrio, para se posicionar como produtor de cacau e chocolate de referência, por isso, a marca Brasil-Pará importa”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Ivaldo Santana, coordenador do festival e do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau), comenta que a troca de experiências entre produtores é um dos principais ganhos do evento.</p>
<blockquote><p>“Um evento dessa natureza integra várias regiões. Os produtores trocam informações entre si. Nós temos o Fórum do Cacau, onde vários especialistas do Brasil e do mundo vêm falar sobre cacau, e painéis com chocolatiers ensinando várias formas de produzir chocolate. Então, isso aqui é uma escola para o produtor e isso leva o nome do Pará para o Brasil e o mundo”, reforçou.</p></blockquote>
<p><strong>Tendências de mercado</strong></p>
<p>Iniciativas que promovem o turismo por meio do conhecimento da cadeia produtiva, semelhante ao turismo comunitário, foram um grande destaque nas tendências de mercado. A chocolatier Sarah Brogni compartilhou a experiência ao abrir sua fazenda para visitação guiada, prática que já atrai clientes e gera resultados positivos.</p>
<blockquote><p>“A gente lançou o que chamamos de rota turística, com experiência de café da manhã, almoço e imersão na fazenda. Foi algo que precisávamos implementar para investir na juventude e hoje a gente recebe turismo internacional”, disse.</p></blockquote>
<p><strong>Produção de origem indígena</strong></p>
<p>O protagonismo indígena também teve espaço relevante no evento. Um dos destaques foi o lançamento do chocolate artesanal Kunhã Arã, produzido por uma associação indígena de Altamira, região que concentra boa parte da produção de cacau paraense.</p>
<p>A líder da associação, Irasilda Juruna, destacou os impactos da iniciativa, que dá nova vida a um projeto antigo e contribui para o sustento de diversas famílias.</p>
<blockquote><p>“O que temos hoje na comunidade é resultado de um trabalho que começou com o antigo Chocodjá e teve grande aceitação. É um projeto voltado principalmente para as mulheres, com o objetivo de complementar a renda das famílias”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Já a fundadora da Sidjä Wahiü, Katyana Xipaya, ressaltou o papel do chocolate na valorização do manejo sustentável promovido pelas comunidades tradicionais.</p>
<blockquote><p>“O chocolate abriu portas para nós e para outras comunidades indígenas e ribeirinhas. A nossa comunidade foi conquistando reconhecimento internacional pela forma com que a gente trabalha, com sustentabilidade, gerando renda e valorizando a cultura, os saberes ancestrais e a floresta”, afirmou.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/nova-lei-do-chocolate-e-bem-recebida-por-produtores-de-cacau-paraenses/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Nova lei do chocolate é bem recebida por produtores de cacau paraenses</strong></a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/chocolate-artesanal-do-para-vira-modelo-de-producao-sustentavel-em-vitrine-internacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Chocolate artesanal do Pará vira modelo de produção sustentável em vitrine internacional</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova lei do chocolate é bem recebida por produtores de cacau paraenses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Chocolat Amazônia 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[nova nomenclatura do chocolate]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O que realmente pode ser chamado de chocolate? A pergunta ganhou força após o Senado aprovar um projeto de lei que endurece as regras de rotulagem e exige no mínimo 35% de cacau nos produtos para poder chamá-los de chocolate, uma mudança que promete mais transparência ao consumidor, que agora depende da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O que realmente pode ser chamado de chocolate? A pergunta ganhou força após o Senado aprovar um projeto de lei que endurece as regras de rotulagem e exige no mínimo 35% de cacau nos produtos para poder chamá-los de chocolate, uma mudança que promete mais transparência ao consumidor, que agora depende da sanção do presidente da República,</p>
<p>O <strong>Pará Terra Boa</strong> esteve no Chocolat Amazônia 2026, que reuniu em Belém mais de 500 produtores do Pará, maior produtor de cacau do Brasil, para ouvir as opiniões de quem está em uma das principais linhas de frente impactadas pelo assunto.</p>
<p>Márcia Nóbrega, produtora de São Francisco do Pará, acredita que o projeto fará muita diferença no dia a dia do consumidor, especialmente para alguém que, como ela, precisa ter cuidado redobrado com a alimentação de parte da família.</p>
<blockquote><p>“Eu sou mãe atípica e sei bem como é a dificuldade de ser traída pelo ‘chocofake’ e essas composições que mudam do nada. Hoje sou produtora, mas lá no começo era uma mãe que aprendeu a fazer chocolate porque o filho sentia todo mínimo ajuste de fórmula e sabor”, declara.</p></blockquote>
<figure id="attachment_42251" aria-describedby="caption-attachment-42251" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-42251" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.28.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-42251" class="wp-caption-text">Márcia Nóbrega é a responsável pela Lábios de Mel Chocolates, de São Francisco do Pará</figcaption></figure>
<p>Ela também destaca um princípio de mercado que será reforçado com o projeto, caso seja sancionado: a transparência com o cliente.</p>
<blockquote><p>“Para alguém ser um cliente fiel, a receita mínima é ter transparência. No caso do chocolate, fórmulas limpas, sem aditivos e com uso controlado de açúcar ou gordura são casos de vida ou morte, especialmente para quem possui algum tipo de restrição alimentar”, destaca.</p></blockquote>
<h3>Reconhecimento ao lugar certo</h3>
<p>Dar valor a quem produz do jeito certo desde sempre. É assim que pensa Michele Cardoso, da Terra Quilombola Moju-Miri, para quem a classificação correta é uma forma de valorizar a produção artesanal e sustentável.</p>
<blockquote><p>“Ninguém gosta de ser enganado, então essa é uma oportunidade muito especial para quem faz do jeito certo desde sempre. Precisamos justificar muita coisa para receber incentivos que valorizem a produção sustentável e acho muito justo que esse reconhecimento seja mais popular entre as pessoa. Assim, elas valorizam mais não só nosso chocolate, mas toda a floresta que ele sustenta”, frisa.</p></blockquote>
<figure id="attachment_42252" aria-describedby="caption-attachment-42252" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-42252" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.17.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-42252" class="wp-caption-text">Michele Cardoso (ao canto) é uma das agricultoras que chefiam a Kakau Rivier, da Terra Quilombola Mojú-Miri, no município de Moju</figcaption></figure>
<p>A agricultora cita ainda que essa mudança pode ajudar um processo importante de educar o consumidor para entender o que são alimentos mais ou menos processados e seus impactos na saúde.</p>
<blockquote><p>“Às vezes a pessoa se acostumou tanto com o gosto industrial que acha que aquele chocolate é o certo e o nosso não. Existem as duas categorias e elas precisam ser comunicadas do jeito certo, isso vai ensinar muito para as pessoas e ajudar nas escolhas delas”, declara.</p></blockquote>
<p>Fôlego para produtores e para o meio ambiente</p>
<p>Elias Moraes, que produz cacau em Porto de Moz, um dos principais beneficiários com a mudança será sentido pelo meio ambiente, porque incentivaria as pessoas a produzirem mais cacau para suprirem a demanda movida pela nova legislação.</p>
<blockquote><p>“Tem empresário que com toda certeza vai voltar a colocar mais cacau na receita para voltar a chamar seu produto de chocolate. Colocar mais cacau é mais venda para o produtor e mais incentivo em plantar e cuidar dessa produção”.</p></blockquote>
<p>O agricultor lembra o impacto social de outras regras de rotulagem de alimentos no Brasil, implantadas em 2022. Desde então, estabeleceu-se uma maior transparência nos dados da tabela nutricional, determinando a obrigatoriedade de um selo de advertência na parte frontal das embalagens para produtos que apresentem altos teores de sódio, açúcar ou gordura.</p>
<figure id="attachment_42253" aria-describedby="caption-attachment-42253" style="width: 814px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-42253" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.16-1.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-42253" class="wp-caption-text">Elias Moraes (centro) é um dos agricultores da Cacau Sonho Verde, do município de Porto de Moz, oeste paraense</figcaption></figure>
<p>Na prática, a mudança interferiu na percepção do consumidor, gerando queda nas vendas de alguns produtos e levando fabricantes a investirem em reformulações para voltar a atrair clientes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Essa experiência ai (de aumentar a transparência ao consumidor) já provou que dá certo, espero que com a gente seja do mesmo jeito&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Ele acredita que os estados brasileiros com grande produção de cacau, como o Pará, podem ganhar novas oportunidades com a mudança.</p>
<blockquote><p>“A cadeia do cacau está recebendo diversos incentivos e tem um papel muito importante na preservação da floresta. Esse pode ser o incentivo que faltava para trazer mais benefícios para quem produz, no nosso caso, em diversas áreas do Pará”, diz.</p></blockquote>
<p>Geovana Dias, produtora de Pacajá, vê na regulamentação a oportunidade ideal para a entrada plena do cacau no dia a dia das pessoas.</p>
<blockquote><p>“Em vez de achocolatado, dá para levar chocolate quente para a merenda escolar da cidade e das escolas rurais. Algumas cidades têm aqueles contratos de compra de alimentos da agricultura familiar e isso pode chegar no cacau e nos derivados também”, pontua.</p></blockquote>
<figure id="attachment_42255" aria-describedby="caption-attachment-42255" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-42255" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-20.50.14.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-42255" class="wp-caption-text">Geovana Dias (canto), é uma das produtoras da Mulher do Cacau, do município de Pacajá, região da Transamazônica</figcaption></figure>
<p>A jovem produtora faz parte da Mulher do Cacau, iniciativa da prefeitura municipal que apoia mais de 30 mulheres e promove capacitação para fabricação de derivados do cacau e chocolate como bebidas, doces e outros tipos de alimentos. Alguns desses alimentos foram destaque recente em premiações locais do setor.</p>
<blockquote><p>“Se cada município fizesse os acordos direitinho para comprar a produção dos seus agricultores, viraria até um incentivo para fazer mais SAFS, aumentar a área plantada e envolver a família inteira na produção de chocolates, doces, bebidas”, sugere.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chocolat Amazônia deve gerar mais de R$ 3 milhões em negócios para produtores locais</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/festival-internacional-do-chocolate-e-cacau-deve-gerar-mais-de-r-3-milhoes-em-negocios-para-produtores-locais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:46:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau)]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/festival_chocolate-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta quinta-feira (23), Belém recebe a décima edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau, o Chocolat Amazônia 2026. O evento, que reúne mais de 500 produtores locais, espera receber 100 mil pessoas e projeta um impacto direto de R$ 3 milhões em vendas para o setor cacaueiro. No entanto, o alcance é ainda [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/festival_chocolate-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta quinta-feira (23), Belém recebe a décima edição do Festival Internacional do Chocolate e do Cacau, o Chocolat Amazônia 2026. O evento, que reúne mais de 500 produtores locais, espera receber 100 mil pessoas e projeta um impacto direto de R$ 3 milhões em vendas para o setor cacaueiro. No entanto, o alcance é ainda maior: ao <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-anuncia-nova-edicao-do-chocolat-amazonia-e-pretende-gerar-mais-de-r210-milhoes-em-negocios/" target="_blank" rel="noopener"><strong>movimentar</strong> o agronegócio, o turismo e a bioeconomia</a>, a estimativa total de negócios salta para impressionantes R$ 210 milhões.</p>
<p>Para Ivaldo Santana, coordenador do Procacau, o festival é um divisor de águas que une tradição histórica e inovação. Ele recorda que a edição anterior movimentou R$ 2,5 milhões.</p>
<blockquote><p>“Este ano a gente espera que mais de R$ 3 milhões entrem nos cofres dos produtores que estarão presentes no festival”, afirma.</p></blockquote>
<p>Para quem produz, o festival é mais que uma feira; é uma plataforma de aceleração. Fernanda Sahaba, à frente da Bada Chocolates Finos, de Santa Bárbara do Pará, vê o evento como o momento ideal para consolidar marcas menores e aproveitar o &#8220;boom&#8221; de visibilidade deixado pela COP30.</p>
<blockquote><p>“O cacau do Pará é de excelência e o festival é uma grande ‘mãe’. Acredito que este ano a gente consiga evoluir mais dentro do festival porque o público nos conhece mais”, pontua Fernanda.</p></blockquote>
<p>Premiada em 2025 como a responsável pelo &#8220;Melhor Chocolate Artesanal&#8221; no Festival do Xingu, ela reforça que o evento transforma clientes em parceiros de longo prazo.</p>
<blockquote><p>“Economicamente, a nossa expectativa é fechar mais negócios, atrair mais clientes que, após o festival, viram nossos amigos, gostam do nosso chocolate. Isso é um grande presente para nós, pois mostra que todo o nosso trabalho, investimento em estudo e pesquisa em preservar a floresta, que em nosso Sistema Agroflorestal (SAF) estão trazendo resultados”.</p></blockquote>
<h3>A versatilidade da Transamazônica</h3>
<p>O diferencial desta edição é a diversidade. Segundo Marcos Grande, diretor de agropecuária da Sedap, o público encontrará desde polpas e geleias até trajes temáticos inspirados no cacau. O objetivo é reafirmar o fruto como um motor de inclusão social, lembrando que 70% da produção nacional nasce na Transamazônica — região que hoje dita o padrão de qualidade global.</p>
<blockquote><p>“A gente acabou de sair de um festival na Holanda, onde dois produtores da Transamazônica foram premiados como o melhor cacau do mundo e isso tem se repetido&#8221;, celebra Marcos.</p></blockquote>
<h3>Chocolate e flores</h3>
<p>Em uma parceria que já virou tradição, o festival acontece simultaneamente ao Flor Pará 2026. O colorido das espécies nativas da Amazônia não apenas ornamenta o Hangar, mas ganha destaque logo na entrada, criando um ambiente imersivo.</p>
<blockquote><p>“A gente junta o chocolate e as flores para atender da melhor maneira possível os visitantes que forem ao Hangar”, destaca Ivaldo Santana.</p></blockquote>
<h3>Programação</h3>
<p>O Festival Internacional do Chocolate e do Cacau e a feira ‘Flor Pará’ serão realizados nos dias 23, 24, 25 e 26 de abril no Hangar, localizado na avenida Dr. Freitas, s/n, bairro do Marco. A entrada é gratuita, sendo opcional a doação de um quilo de alimentos não perecíveis.</p>
<p>A Feira do Chocolate e Flores funcionará nos seguintes horários:</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quinta (23/04): 17h às 22h<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/25aa.png" alt="▪" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sexta (24/04) a Domingo (26/04): 14h às 22h</p>
<p>Já os demais detalhes da programação como Cozinha Show, Fórum do Cacau e Chocoday podem ser consultados no <a href="https://para.chocolatfestival.com/" target="_blank" rel="noopener">site oficial do evento</a>.</p>
<p><strong>SAIBA MAIS</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/com-produtividade-recorde-cacau-do-para-supera-medias-nacional-e-internacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Com produtividade recorde, cacau do Pará supera médias nacional e internacional</strong></a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/produtores-de-cacau-paraenses-sao-medalha-de-ouro-em-evento-global-na-holanda/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Produtores de cacau paraenses são medalha de ouro em evento global na Holanda</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Agroflorestas de cacau do Pará sequestram até 51 toneladas de carbono por hectare, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 15:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[SAFs]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Agroflorestais (SAFs)]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/c614473e-5211-408f-aa6e-99347cbcedfe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a prática pode gerar uma nova fonte de renda para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/c614473e-5211-408f-aa6e-99347cbcedfe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a prática pode gerar uma nova fonte de renda para produtores por meio da comercialização de créditos de carbono.</p>
<p>Os resultados foram apresentados na quarta-feira, 8, na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em Belém. O estudo foi financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau).</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, as áreas de cacau com 32 anos ou mais registraram capacidade de sequestro entre 14 a 51 toneladas de carbono por hectare considerando áreas rurais e urbanas, com o melhor resultado observado em área rural.</p>
<p>Segundo o engenheiro agrônomo da Ceplac, Fernando Mendes, responsável pela apresentação do estudo, os dados abrem caminho para que produtores negociem créditos de carbono no mercado.</p>
<blockquote><p>“Agora existem elementos técnicos e científicos que possibilitam essa comercialização, o que pode gerar pagamento por serviços ambientais e ampliar a renda no campo”, destacou.</p></blockquote>
<h3>Medicilândia e Marituba</h3>
<p>O estudo foi conduzido em dois polos principais: o município de Medicilândia, maior produtor de cacau do Pará, e a Estação Experimental José Haroldo, da Ceplac, que possui cerca de 200 hectares de floresta e fica em Marituba, na Grande Belém. O trabalho também analisou a vegetação secundária, conhecida como capoeira, comum no Nordeste paraense.</p>
<p>Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, o estudo é um avanço para o setor cacaueiro, pois a comprovação científica da capacidade de sequestro de carbono nas lavouras fortalece o potencial econômico da atividade.</p>
<blockquote><p>“Isso habilita o produtor a negociar o carbono sequestrado e poder acessar uma nova fonte de receita”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Ao todo, a pesquisa teve duração de um ano e quatro meses, com início em 2025 após aprovação do Conselho Gestor do Funcacau.</p>
<p>Em nota ao <strong>Pará Terra Boa</strong>, a Sedap informou que o estudo na íntegra será disponibilizado na próxima semana, com indicações inéditas para pesquisadores, estudiosos e trabalhadores do setor.</p>
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		<title>Nova edição do Chocolat Amazônia pretende gerar mais de R$ 210 milhões em negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 13:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoa de cacau]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Chocolat Festival Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[Chocolate de origem]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-15.16.19-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Belém recebe a décima edição do Chocolat Festival Amazônia entre os dias 23 a 26 de abril. A feira de negócios que movimenta toda a cadeia produtiva do cacau paraense contará com a presença de mais de 300 produtores locais e pretende movimentar R$ 210 milhões em negócios.  Com mais de quarenta [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-08-at-15.16.19-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">Por Tereza Coelho</span></em></p>
<p><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">Belém recebe a décima edição do Chocolat Festival Amazônia entre os dias</span><span style="font-size: 14px;"> 23 a 26 de abril. A feira de negócios que movimenta toda a cadeia produtiva do cacau paraense contará com a presença de mais de 300 produtores locais e pretende movimentar R$ 210 milhões em negócios.  Com mais de quarenta edições realizadas em países como Brasil e Portugal, o evento é considerado o maior da América Latina.</span></p>
<p>Além dos produtores, as lideranças setoriais e empreendedores de diversas regiões do estado estarão em estandes em que será possível conhecer diversos produtos do cacau, como chocolate artesanal, nibs, manteiga, mel de cacau e geleias, assim como experimentar as novas criações com ingredientes regionais, como castanha-do-pará e cupuaçu.</p>
<p>Marco Lessa, idealizador do Chocolat Festival e CEO da MVU Empreendimentos, conta que a última edição recebeu mais de 100 mil pessoas e gerou milhares de reais em negociações, por isso a aposta de movimentar mais de R$ 210 milhões em novas oportunidades para setores como agronegócio, turismo e bioeconomia.</p>
<blockquote><p>“O festival fortalece a bioeconomia amazônica ao valorizar o cacau sustentável, gerar renda local e ajudar a manter a floresta viva. Reúne produtores, marcas autorais e compradores, ampliando acesso a mercados nacionais e internacionais. Atraindo dezenas de milhares de visitantes, movimenta turismo, hotelaria e gastronomia na capital paraense. As rodadas de negócios e a programação técnica impulsionam milhões em vendas e parcerias futuras. Assim, o Chocolat Amazônia projeta a região Norte no mapa mundial do chocolate de origem”, disse.</p></blockquote>
<h3>Bagagem local</h3>
<p>O Pará é o maior produtor de cacau do Brasil, sendo responsável por mais de 50% da produção nacional. Reconhecido internacionalmente, o cacau paraense foi premiado este ano na Holanda pelo Cacao of Excellence, onde produtores de Medicilândia e Uruará conquistaram medalha de ouro na competição que avalia o aroma, sabor e complexidade das amêndoas.</p>
<p>Para o coordenador do Procacau, Ivaldo Santana, esses eventos fortalecem a reputação do estado e sua bagagem histórica com o cacau, assim como incentivam os produtores paraenses a agregarem valor às suas produções.</p>
<blockquote><p>“O visitante da feira poderá encontrar do chocolate às flores. Estamos empenhados para fazer uma excelente programação técnica que atenda aos anseios dos produtores de cacau. Teremos a participação de outros países e a gente espera que seja um evento muito bom e que o público prestigie”, disse.</p></blockquote>
<h3>Programação</h3>
<p>Entre a programação já confirmada do festival para este ano, está a realização de palestras, workshops e cozinha show com chefs renomados do Brasil e do mundo, entre eles o francês Lionel Ortega, a argentina Mariana Corbetta, o cozinheiro especialista em raiz amazônica Léo Modesto e a chocolatier Cristina Franco.</p>
<p>Também estão previstas experiências sensoriais, espaço kids, concurso da melhor amêndoa da Amazônia e exposição de esculturas de chocolate no espaço Atelier, comandado pelo chef Léo Vilela. O Festival também abriga o Flor Pará, evento que promove a biodiversidade amazônica com exposição de espécies de plantas nativas e exóticas, além de oferecer cursos e comercialização.</p>
<p>O evento, que será realizado no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, é realizado pelo Governo do Pará, através da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau) e produção da MVU Empreendimentos.</p>
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		<title>Produtores de cacau paraenses são medalha de ouro em evento global na Holanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 15:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Cacao of Excellence 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau da Transamazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Batista de Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Leomar Silva Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Transamazônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260220-WA0091-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O cacau paraense reafirmou sua qualidade global nesta sexta-feira (20), durante a 10ª edição do Cacao of Excellence, em Amsterdã, na Holanda. Dois produtores do estado conquistaram a medalha de ouro na principal competição de qualidade do setor no mundo, figurando na seleta lista das 50 melhores amêndoas do planeta. Os destaques [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/IMG-20260220-WA0091-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O cacau paraense reafirmou sua qualidade global nesta sexta-feira (20), durante a 10ª edição do Cacao of Excellence, em Amsterdã, na Holanda. Dois produtores do estado conquistaram a medalha de ouro na principal competição de qualidade do setor no mundo, figurando na seleta lista das 50 melhores amêndoas do planeta.</p>
<p>Os destaques paraenses vêm da Região de Integração do Xingu, polo produtor consolidado ao longo da rodovia BR-230 (Transamazônica): Gilmar Batista de Souza, do município de Uruará, e Leomar Silva Vieira, de Medicilândia.</p>
<p>Além do protagonismo do Pará, o Brasil também subiu ao pódio com a amêndoa da Agrícola Cantagalo, de Itacaré (BA), consolidando a posição do País como referência em cacau fino e sustentável.</p>
<p>Gilmar e Leomar receberam a medalha de ouro na categoria de amêndoas comerciais com as variedades 1384 e 1377, respectivamente.</p>
<p>Ao receber a premiação, Gilmar destacou a vitória coletiva para os pequenos produtores brasileiros e o apoio familiar.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não somos vencedores só como pessoas, mas como nação ao mostrar que a gente tem qualidade e que é possível produzir uma amêndoa de qualidade. É hora de comemorar&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<p>Já Leomar agradeceu à família e a iniciativas de apoio a cadeia do cacau que auxiliaram na chegada a essas competições e no reconhecimento do trabalho dos agricultores.</p>
<blockquote><p>&#8220;É muita emoção ter nosso trabalho reconhecido por esse grande prêmio, agradeço a todos que nos ajudaram a chegar, principalmente a Funcacau porque não se trata só de representar nosso estado, mas também nosso Brasil. É uma felicidade muito grande poder dizer que temos as melhores amêndoas do Brasil e do Mundo&#8221;, celebra.</p></blockquote>
<p><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">A participação dos produtores paraenses é financiada por meio de recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau). Além dos produtores, uma comitiva do Estado acompanha a programação prévia em Amsterdã, que visa divulgar o cacau produzido no Pará e incentivar a comercialização do produto.</span></p>
<p>O coordenador do Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Cacauicultura no Pará (Procacau), Ivaldo Santana, que integra a comitiva pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) disse na última quinta-feira, 19, que além de acompanhar a premiação, a comitiva paraense está participando de reuniões e visitas a fábricas de chocolate da Holanda e da feira do chocolate, onde o Brasil, em especial o Pará e a Bahia, mostra ao mundo a amêndoa de qualidade produzida no país.</p>
<blockquote><p>“A cada ano que passa, vai aprimorando mais a qualidade do nosso cacau, a procura também aumenta, principalmente quando tem produtor premiado. Nós estamos participando do evento como um todo, fomos convidados para falar um pouco sobre o nosso Funcacau. O Pará é o único Estado do Brasil que conta com um fundo específico para o cacau”, informou.</p></blockquote>
<p>Criado em 2008, o Funcacau atua para apoiar no desenvolvimento da cadeia produtiva do Pará. Segundo ele, 95% dos produtores participantes são <span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">oriundos da agricultura familiar, fortalecendo o compromisso em incentivar práticas responsáveis no campo.</span></p>
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