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	<title>buriti &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>buriti &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Potencial da cadeia produtiva do buriti na bioeconomia é objeto de estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2024 13:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Área de Proteção Ambiental Estadual Paytuna]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[buriti]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/miriti-divulgacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O buriti ou miriti é uma das espécies mais versáveis da flora amazônica, sendo utilizado na alimentação, na produção de artesanato e também como matéria-prima para biocosméticos. A grande disponibilidade na região e as diferentes possibilidades de aplicação tornam o fruto valorizado no setor da bioeconomia e um indutor de desenvolvimento para as comunidades amazônicas. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/miriti-divulgacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O buriti ou miriti é uma das espécies mais versáveis da flora amazônica, sendo utilizado na alimentação, na produção de artesanato e também como matéria-prima para biocosméticos. A grande disponibilidade na região e as diferentes possibilidades de aplicação tornam o fruto valorizado no setor da bioeconomia e um indutor de desenvolvimento para as comunidades amazônicas.</p>
<p>Com o objetivo de estimular a geração de trabalho, renda e senso de pertencimento a partir da valorização dos produtos e subprodutos da biodiversidade, a professora Zilda Santos, da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), coordena o estudo “Integração da comunidade Ererê à cadeia de valor do buriti como estratégia de fomento à Bioeconomia Paraense”.</p>
<p>O trabalho conta com apoio da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) por meio de um edital especifico para projetos sobre bioeconomia e do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio) para desenvolvimento de atividades científicas na Área de Preservação Ambiental (APA) Estadual Paytuna, no município de Monte Alegre, no oeste do estado.</p>
<p>As ações incluem a produção de inventários do potencial extrativista do buriti e outros produtos florestais de uso tradicional da região; o apoio ao manejo florestal na APA, com foco na cadeia de valor do buriti; a oferta de formações e capacitações voltadas ao fortalecimento das organizações comunitárias, entre outras.</p>
<p>Segundo a professora, a expectativa é que o projeto contribua para o fortalecimento da organização das comunidades, o levantamento do potencial produtivo dos derivados do buriti e a formação de arranjos institucionais capazes de ampliar as possibilidades de geração de renda entre a população da APA.</p>
<blockquote><p>&#8220;O lançamento de uma chamada específica para projetos de Bioeconomia pela Fapespa demonstra inclusive o alinhamento do governo estadual para a implementação do PlanBio. No caso específico do nosso projeto, destaco ainda o suporte que recebemos de outra organização do Governo do Estado, o Ideflor-Bio, o órgão gestor da APA Paytuna, onde a comunidade está inserida, e que tem nos apoiado com suporte logístico também&#8221;, disse Zilda Santos à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/54130/pesquisadora-reforca-valor-do-buriti-com-apoio-de-edital-do-governo-voltado-a-bioeconomia" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>Tomando como referência o Plano Estadual de Bioeconomia (PlanBio), diferentes órgãos da governo estadual têm atuado em uma estratégia de política integrada para alavancar o setor em seus diferentes eixos. No caso da pesquisa científica, a Fapespa já investiu mais de R$ 11,3 milhões em projetos alinhados à bioeconomia.</p>
<blockquote><p>&#8220;A pesquisa científica é um dos pilares do PlanBio, e daí a importância de a Fapespa aportar recursos para financiar esses estudos, até mesmo para que os outros pilares tenham sucesso, bem como para a valorização do conhecimento tradicional e apoio às principais cadeias produtivas do estado. O uso da floresta de maneira sustentável depende de tecnologia, depende de pesquisa, depende de inovação e é isso que estamos fomentando&#8221;, ressalta o presidente da Fundação, Marcel Botelho.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Frutas amazônicas podem ajudar a combater desnutrição e a manter a floresta em pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 16:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[buriti]]></category>
		<category><![CDATA[çaí-do-mato]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[frutas amazônicas]]></category>
		<category><![CDATA[jenipapo]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[tucumã]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/tucuma-embrapa-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As frutas amazônicas são fundamentais para a alimentação, a saúde, a cultura e para a preservação da biodiversidade. Em livro lançado na terça, 26, pesquisadores do Instituto Mamirauá, da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Laboratório de Biodiversidade e Nutrição (LabNutrir), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), destacam o potencial nutritivo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/tucuma-embrapa-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saborosas-e-nutritivas-muitas-frutas-entram-em-safra-durante-o-inverno-amazonico-saiba-quais/" target="_blank" rel="noopener"> frutas amazônicas</a> são fundamentais para a alimentação, a saúde, a cultura e para a preservação da biodiversidade. Em livro lançado na terça, 26, pesquisadores do Instituto Mamirauá, da Universidade Federal do Pará (UFPA) e do Laboratório de Biodiversidade e Nutrição (LabNutrir), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), destacam o potencial nutritivo de frutas como açaí-do-mato, buriti, tucumã e jenipapo no combate à fome e à desnutrição.</p>
<p>O livro<a href="https://mamiraua.org.br/publicacoes/livros/" target="_blank" rel="noopener"> “Frutas da Floresta: o Poder Nutricional da Biodiversidade Amazônica”</a> tem o objetivo de disseminar informações nutricionais e culturais desses alimentos de forma acessível e lúdica, com esquemas e ilustrações. Ele será distribuído para professores escolares, merendeiras e agentes de saúde de comunidades do Amazonas.</p>
<p>Desde 2022, o grupo de pesquisadores, formado por biólogos e nutricionistas, tem realizado trabalhos de campo sobre a sociobiodiversidade amazônica com as comunidades locais. Mas os estudos na região do médio Solimões têm sido desenvolvidos antes mesmo dessa data, e já deram origem a diversos projetos locais, como oficinas de culinária.</p>
<blockquote><p>“A população ribeirinha tem um conhecimento imenso sobre a ecologia e os usos da biodiversidade na alimentação, enquanto nós, pesquisadores, sabemos pelas tabelas nutricionais, que as frutas amazônicas são riquíssimas em nutrientes”, explica Daniel Tregidgo, autor do livro e pesquisador do Instituto Mamirauá, sobre a motivação da obra.</p></blockquote>
<p>Além de propriedades nutricionais e formas de processamento para uso humano de dez frutas, o lançamento compila dados culturais, poemas e curiosidades tradicionais sobre esses vegetais.</p>
<blockquote><p>“Por exemplo, que o nome da fruta camu-camu vem do som que os frutinhos fazem quando caem na água, atraindo os peixes que se alimentam deles. Percebendo isso, os pescadores usam esse alimento na pesca”, comenta Tregidgo.</p></blockquote>
<p>Ainda, para estimular o consumo desses alimentos, a obra traz mais de 20 receitas de farofas, risotos, pães, bolos e outros pratos feitos com base nas frutas da região amazônica.</p>
<p>Para os pesquisadores, apesar de a desnutrição ser um problema complexo e que exige soluções estruturais, a publicação pode contribuir para a valorização dos alimentos disponíveis no bioma.</p>
<blockquote><p>“É uma triste realidade que um dos piores níveis de insegurança alimentar e desnutrição no Brasil ocorre nas comunidades ribeirinhas da Amazônia – justamente onde tem essa grande riqueza de alimentos da biodiversidade”, explica Tregidgo. “Queremos fortalecer o conceito de que a floresta amazônica oferece saúde para sua população quando se sabe aproveitar bem o que ela fornece”, destaca.</p></blockquote>
<p>A nutricionista e também autora Yasmin Araújo, cujo trabalho de conclusão de curso originou o projeto do livro, explica que a alimentação da população ribeirinha está muito suscetível às variações climáticas. O cultivo de muitas espécies na várzea, como a mandioca, é mais comum nas épocas de seca. O livro inova ao trazer foco para espécies de frutas que quebram essa lógica.</p>
<blockquote><p>“Escolhemos frutas disponíveis em todas as épocas, seja nas cheias ou na seca, tanto em áreas de terra firme como em áreas de várzea”, aponta a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>A obra também pretende contribuir para a preservação da biodiversidade e poderia gerar, segundo os pesquisadores, um aumento na comercialização de frutas amazônicas, com uma possível integração delas nas políticas públicas de alimentação como o <a href="https://abori.com.br/educacao/repasse-de-verbas-do-programa-nacional-de-alimentacao-escolar-diminui-nos-ultimos-anos-na-maioria-dos-estados/" target="_blank" rel="noopener">Programa Nacional de Alimentação Escolar</a>. Isso poderia trazer mais valor econômico e cultural para a manutenção da floresta amazônic<em>a.</em></p>
<p><em>Fonte: Agência Bori</em></p>
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		<title>Brinquedos de miriti geram renda para artesãos de Abaetetuba de forma sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 16:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedos de miriti]]></category>
		<category><![CDATA[buriti]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/francenilson-magno-artesao-miriti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pássaros, canoas, casas, pessoas, peixes, entre outros elmentos que fazem parte da vida ribeirinha ganham cores vivas e representações delicadas na forma de um artesanato tipicamente paraense. Os brinquedos de miriti são um exemplo de como relação das populações tradicionais com os recursos da floresta é responsável pela criação de formas únicas de expressão, que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/francenilson-magno-artesao-miriti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pássaros, canoas, casas, pessoas, peixes, entre outros elmentos que fazem parte da vida ribeirinha ganham cores vivas e representações delicadas na forma de um artesanato tipicamente paraense. Os brinquedos de miriti são um exemplo de como relação das populações tradicionais com os recursos da floresta é responsável pela criação de formas únicas de expressão, que aliam geração de renda com proteção da natureza.</p>
<p>As palmeiras de miriti, também chamado de buriti, estão presentes em várias regiões da Amazônia, mas foi no município de Abaetetuba, no nordeste do estado, que elas ganharam as formas que encantam crianças e adultos.</p>
<p>É das árvores facilmente encontradas em áreas de várzea, que os artesãos extraem o material utilizado na produção das peças. Tudo ocorre de forma sustentável, já que a matéria-prima são os chamados “braços” que nascem dos troncos. Alguns deles são retirados para permitir que novos brotem no futuro. Já o vegetal permanece vivo, oferecendo, por exemplo, o fruto que é muito apreciado na alimentação e já vem sendo explorado na produção de cosméticos.</p>
<p>Depois da extração, o “braço” precisa secar ao sol e só então pode ganhar a forma desejada pelo artesão. Em geral, são animais como cobras, peixes, onças e pássaros, mas também casas e barcos ou ainda casais de namorados. É a originalidade que domina o processo desde a criação até a finalização, quando os produtos passam pelo lixamento e pintura.</p>
<p>Francenilson Magno, de 36 anos, diz que aprendeu todas essas etapas ainda criança apenas observando o tio que também atuava no oficio. De acordo com ele, o trabalho tem uma parte mais braçal, mas também exige cuidado e habilidade.</p>
<blockquote><p>“A parte mais difícil é no final porque é um trabalho mais lento. Tem que ter a mão mais leve na hora de lixar e pintar pra fazer bem o acabamento”, explica o artesão, que gosta de representar principalmente as embarcações e a fauna da região.</p></blockquote>
<p>Tradicionalmente, os brinquedos de miriti foram associados ao Círio de Nazaré, sendo inclusive um dos elementos elencados no registro de tombamento da festa como patrimônio cultural imaterial. Ainda hoje, o Círio é uma grande vitrine para os artesãos de Abaetetuba, mas, segundo eles, a atividade ocorre o ano todo com a demanda de exposições e encomendas de vários estados brasileiros.</p>
<p>“A gente pega muita encomenda de fora. As pessoas se encantam muito pelas cores e pelo material. E a gente procura sempre inovar para que elas gostem cada vez mais”, conta José Maria da Silva, de 56 anos, que atua há mais de 30 anos no ramo e é vice-presidente da Associação dos Artesãos Produtores de Artesanato de Miriti (AAPAM).</p>
<figure id="attachment_25050" aria-describedby="caption-attachment-25050" style="width: 572px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-25050 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1024x771.jpg" alt="" width="572" height="431" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1024x771.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-300x226.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-768x578.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1536x1157.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-2048x1542.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-450x339.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1200x904.jpg 1200w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /><figcaption id="caption-attachment-25050" class="wp-caption-text">José Maria da Silva diz que artesanato encanta pelo material e as cores. Foto: Fabrício Queiroz</figcaption></figure>
<p>O reconhecimento dos consumidores é um incentivo para os artesãos que veem um cenário positivo para a atividade, mas sonham com uma valorização ainda maior.</p>
<blockquote><p>“Falta ainda mais apoio. Podiam olhar mais pra gente e isso seria uma cosia boa porque esse é um artesanato típico que só existe em Abaetetuba”, ressalta Francenilson.</p></blockquote>
<p>Para o diretor-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae), Rubens Magno, uma das formas de garantir mais competitividade e ampliar o impacto local dos brinquedos de miriti será com a conquista do selo de indicação geográfica, que deve enfatizar as características diferenciadas desse artesanato.</p>
<blockquote><p>“Já estamos trabalhando com essa possibilidade. Temos uma quantidade de produtos absurdamente maravilhosos do miriti. Já iniciamos esse processo com o traçado de Arapiuns e o miriti está com estudos sendo elaborados desde o ano passado. Estamos trabalhando com a perspectiva de ter esse reconhecimento dentro do prazo de até quatro anos”, afirmou Magno.</p></blockquote>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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