<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bunge &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/bunge/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Aug 2022 19:38:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>Bunge &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Gigantes do dendê avançaram sobre terras públicas no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/gigantes-do-dende-avancaram-sobre-terras-publicas-no-para/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/gigantes-do-dende-avancaram-sobre-terras-publicas-no-para/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 19:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[#Tomé-Açu]]></category>
		<category><![CDATA[Acará]]></category>
		<category><![CDATA[Agropalma]]></category>
		<category><![CDATA[BBF]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustível]]></category>
		<category><![CDATA[Bunge]]></category>
		<category><![CDATA[Cargill]]></category>
		<category><![CDATA[Dend]]></category>
		<category><![CDATA[guerra do dendê]]></category>
		<category><![CDATA[Nestlé]]></category>
		<category><![CDATA[quilombola]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Unilever]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Palmares do Vale do Acará]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11991</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/dende_avanco-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará Terra Boa contou em julho parte do capítulo da &#8220;guerra&#8221; travada entre a comunidade local e as gigantes da indústria do dendê, Agropalma S.A. e Brasil BioFuels, no nordeste do Pará, como você pode ver aqui. A Agência Pública informou nesta quinta-feira, 18/08, que documentos obtidos por sua equipe de jornalismo investigativo revelaram [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/dende_avanco-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O <strong>Pará Terra Boa</strong> contou em julho parte do capítulo da &#8220;guerra&#8221; travada entre a comunidade local e as gigantes da indústria do dendê, Agropalma S.A. e Brasil BioFuels, no nordeste do Pará, como você pode ver <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/industria-do-dende-no-para-esta-em-conflito-de-terra-com-indigenas-e-quilombolas/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. A <a href="https://apublica.org/2022/08/com-inercia-do-governo-empresas-do-dende-avancam-sobre-terras-publicas-da-amazonia/#.Yv4hGBxSM-M.whatsapp" target="_blank" rel="noopener">Agência Pública</a> informou nesta quinta-feira, 18/08, que documentos obtidos por sua equipe de jornalismo investigativo revelaram que ambas as empresas avançaram sobre terras públicas, onde vivem quilombolas e ribeirinhos.</p>
<p>Os números são alarmantes.</p>
<p>Setenta e dois por cento das plantações de dendê e agroindústrias da Agropalma no Pará estão sobrepostas a áreas reivindicadas desde 2016 por comunidades quilombolas e ribeirinhas dos dois lados do rio Acará, segundo análises cartográficas das áreas declaradas pela empresa, entre os municípios de Tailândia e Acará, diz a agência.</p>
<p>Por decisão judicial, as fazendas Castanheira e Roda de Fogo, à margem direita do rio e em posse da Agropalma, tiveram as matrículas canceladas por se tratarem de terras públicas estaduais. A sentença reconheceu a “falsidade e nulidade de todos os documentos” fundiários das duas fazendas, segue a agência.</p>
<p>Já 75% da área das fazendas de dendê da Brasil BioFuels correspondem ao território reivindicado pelo quilombo Nova Betel, segundo informações declaradas pelo consórcio BioVale, que vendeu a área à BBF, no sistema do Cadastro Ambiental Rural (CAR), informou a agência.</p>
<h3>Acará</h3>
<p>A região parece cenário de filme de guerra: tem torre de vigilância com câmera, placas anunciando acesso proibido à região, portões com vigilância 24 horas por dia, controle rigoroso para quem precisa passar pela área da Agropalma, mediante autorização prévia, para ir a um cemitério na Vila Nossa Senhora da Batalha, um verdadeiro inferno na terra de ribeirinhos e quilombolas que dependem do rio Acará para sobreviver.</p>
<p>O mais conflitante de tudo isso é que, em 2016, conforme informa a Agência Pública, a Associação dos Ribeirinhos e Quilombolas das Comunidades da Balsa, Turi-Açu, Gonçalves e Vila Palmares do Vale do Acará entrou com processo de reconhecimento do território quilombola no Iterpa. No ano seguinte, a Agropalma também deu entrada em processo para regularizar a área pública que já ocupa e onde planta dendê, apontada pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público do Pará como imóvel parcialmente grilado.</p>
<p>O processo quilombola ficou parado por dois anos, até 2018. O Iterpa, que não disponibiliza todo o processo em formato digital, não informou o paradeiro do processo físico, em papel, entre novembro de 2020 e dezembro de 2021.</p>
<p>Mesmo tendo sido protocolado depois, o pedido da Agropalma andou rapidamente. Só no primeiro ano de tramitação, o Iterpa deu andamento a 18 fases do processo da empresa, contra dois do da comunidade quilombola. Desde então, a Justiça tem dado razão à empresa, num processo judicial bem típico do Brasil: quem tem dinheiro e escritório bom de advocacia, ganha.</p>
<p>A resposta da Agropalma S.A. à Agência Pública pode ser lida <a href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/08/notaagropalma-com-inercia-do-governo-empresas-do-dende-avancam-sobre-terras-publicas-da-amazonia.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3>Tomé-Acú</h3>
<p>A 94 quilômetros de Acará, a comunidade quilombola Nova Betel, no distrito Quatro Bocas, no município de Tomé-Açu, igualmente reivindica o território quilombola ante as pressões do dendê. Apesar de a comunidade já ter sido certificada pela Fundação Palmares, o processo para reconhecimento do território tramita no Incra desde 2017. A primeira visita de vistoria do órgão federal na área deve ocorrer só agora, cinco anos depois, na segunda semana de agosto.</p>
<p>Com base na análise de sobreposição do território reivindicado pelos quilombolas e do histórico de declaração da Brasil BioFuels no CAR, é possível observar que 75% dos 1.870 hectares dos quais os quilombolas pedem reconhecimento como território tradicional já estão tomados por palmeiras de dendê.</p>
<p>Não são só os quilombolas os afetados pela presença do dendê nos pelo menos últimos 12 anos de plantio ininterrupto em Tomé-Açu. Perto cerca de 25 quilômetros da comunidade Nova Betel, a Terra Indígena (TI) Tembé ocupa 1.075 hectares e também convive com os problemas causados pela palma. O Ministério Público Federal (MPF) tem um inquérito civil aberto para apurar a existência de impactos ambientais sobre a TI Tembé, assim como eventuais ofensas aos seus direitos territoriais.</p>
<p>A resposta da BBF à Agência Pública pode ser lida <a href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/08/nota-bbf-com-inercia-do-governo-empresas-do-dende-avancam-sobre-terras-publicas-da-amazonia.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Bruna Bronoski, da Agência Pública</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/industria-do-dende-no-para-esta-em-conflito-de-terra-com-indigenas-e-quilombolas/"><strong>Indústria do dendê no Pará está em conflito de terra com indígenas e quilombolas</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/gigantes-do-dende-avancaram-sobre-terras-publicas-no-para/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>França classifica Bunge e Cargill como fornecedores de soja de áreas de risco de desmatamento</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/franca-classifica-bunge-e-cargill-como-fornecedores-de-soja-de-areas-de-risco-de-desmatamento/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/franca-classifica-bunge-e-cargill-como-fornecedores-de-soja-de-areas-de-risco-de-desmatamento/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 16:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[áreas desmatadas]]></category>
		<category><![CDATA[Bunge]]></category>
		<category><![CDATA[Cargill]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[governo francês]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=6744</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/soja-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A prova de que o desmatamento é um mau negócio fica cada vez mais robusta para o produtor de soja no País. Temos publicado a tendência de cancelamento das empresas que compram o produto de área desmatada já há meses, como você que nos acompanha viu durante a COP26, com destaque para as restrições dos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/soja-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A prova de que o desmatamento é um mau negócio fica cada vez mais robusta para o produtor de soja no País. Temos publicado a tendência de cancelamento das empresas que compram o produto de área desmatada já há meses, como você que nos acompanha viu durante a COP26, com destaque para as restrições dos Estados Unidos, China e União Europeia (UE).</p>
<p>A notícia desta terça-feira, 14/12, é que a França, membro da UE, nomeou as gigantes do agro Bunge e Cargill como as principais importadoras de soja de áreas com risco de desmatamento, que é um dos principais motores do aquecimento global, conforme noticiou o jornal britânico &#8220;Financial Times&#8221;.</p>
<p>Assim como os franceses, os britânicos estão no mesmo caminho. Em outubro, o governo do Reino Unido colocou no ar uma <a href="https://commodityfootprints.earth/" target="_blank" rel="noopener">plataforma digital</a> para rastrear suas importações e, <a href="https://www.gov.uk/government/news/government-sets-out-plans-to-clean-up-the-uks-supply-chains-to-help-protect-forests" target="_blank" rel="noopener">no início deste mês de dezembro</a>, lançou uma consulta pública com o objetivo de implementar sanções em sua legislação contra compra de áreas desmatadas. Uma das mais severas é tornar ilegal importação por grandes empresas locais de commodities cuja produção esteja associada a desmatamento, como cacau, carne bovina, soja, café, milho e óleo de palma. A consulta terá duração de 14 semanas.</p>
<p class="p1">No caso da ferramenta francesa, as empresas foram identificadas enquanto o governo francês tenta limpar as cadeias de abastecimento da agricultura do país com o lançamento de um banco de dados online que rastreia as exportações de soja do Brasil para a França, informa a publicação.</p>
<p>O banco de dados online, que foi lançado pelo governo francês com a ajuda do grupo de transparência da cadeia de suprimentos Trase e a ONG ambiental Canopee, destaca o papel das maiores empresas agrícolas do mundo no manuseio de <em>commodities</em> potencialmente ligadas ao desmatamento. A lista inclui também a Amaggi, a Cervejaria Petropolis, a Copagro, Comigo e Cooperativa Agrária Agro.</p>
<p class="p1">Segundo o banco de dados francês, cerca de um quarto das exportações brasileiras de soja para a França em 2018 veio de áreas atingidas pelo desmatamento.</p>
<p class="p1">A ferramenta mostrou que a Bunge respondeu por 70% das cargas de soja de áreas ameaçadas pelo alto risco de desmatamento, enquanto a Cargill respondeu por quase 10%.</p>
<p class="p1">A Bunge respondeu que está comprometida em alcançar cadeias de abastecimento livres de desmatamento até 2025 e já havia removido alguns agricultores vinculados a terras desmatadas de sua cadeia de abastecimento.</p>
<p class="p1">A Cargill afirmou que os dados da plataforma não refletem as importações francesas, acrescentando que está empenhada em eliminar o desmatamento no menor tempo possível, mas que não há uma solução única para o problema.</p>
<p class="p1">O governo francês rebateu que comerciantes e outras empresas foram convidados a compartilhar seus dados para melhorar a qualidade da análise.</p>
<h3>Bilateral</h3>
<p class="p1">Em 2018, cerca de 411 mil toneladas de um total de 1,57 milhão de toneladas de soja, ou produtos dela derivados, exportados do Brasil para a França, foram associadas a alto risco de desmatamento, de acordo com o site francês Mighty Earth.</p>
<p class="p1">A França importa cerca de 3 milhões de toneladas de farinha de soja, ou cerca de 17% do total da UE por ano, de acordo com o Ministério da Transição Ecológica do governo. “Acompanhar o fluxo dessas importações que representam risco para as florestas ajudará com o risco da cadeia de abastecimento ”, disse a pasta.</p>
<p class="p1">O Brasil é o maior produtor mundial da leguminosa, que é usada principalmente como ração para gado e óleo. Sua produção tem sido uma das causas do desmatamento da floresta tropical ao longo de várias décadas.</p>
<p class="p1">A Amazônia e as savanas brasileiras são amortecedores críticos contra as mudanças climáticas, atuando como gigantescos estoques de carbono. No ano até julho, a taxa de desmatamento da Amazônia foi a maior em 15 anos, segundo dados oficiais brasileiros.</p>
<h3>Contexto</h3>
<p class="p1">O lançamento do banco de dados online ocorre logo após um compromisso global de deter a destruição das florestas do mundo na cúpula do clima COP26 em Glasgow.</p>
<p class="p1">A UE também publicou um projeto de regulamento que obrigaria as empresas a provar que os produtos que vendiam ao bloco não contribuíam para o desmatamento legal ou ilegal ou para a degradação florestal.</p>
<p class="p1">No entanto, os números do site francês não provam que a soja é cultivada em áreas desmatadas, disse o ministério da Ecologia, acrescentando que entraria em contato com os comerciantes sobre o risco de desmatamento em suas cadeias de abastecimento.</p>
<p class="p1">O grupo francês de supermercados Carrefour, membro do grupo de trabalho do governo que ajudou a desenvolver a plataforma, disse que usaria os dados para eliminar de suas cadeias de abastecimento a soja ligada ao desmatamento até 2025.</p>
<p class="p1">O grupo, junto com outros varejistas franceses importantes, assinou no ano passado um manifesto da soja para combater o desmatamento e a destruição das savanas. Varejistas e empresas de alimentos no Reino Unido o seguiram, assinando um manifesto semelhante em novembro.</p>
<h3>Estado do Pará</h3>
<p>Segundo dados do governo paraense, o Estado contribuía, em 2019, com 1,56% de toda a soja produzida no Brasil. Os municípios que mais produzem soja no Pará são Paragominas (27,28%), Dom Eliseu (14,79%) e Santana do Araguaia (10,74%), que, juntos, produziram cerca de 1 milhão de toneladas do produto naquele ano.</p>
<p class="p1">Nos 21 últimos anos, a soja teve sua produção elevada em mais de 76.000% no Estado, segundo dados da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) divulgados no dia 7/12. Essa cultura ampliou no Pará uma discussão que vai além de o Estado consolidar-se como grande produtor de soja. Ela compreende também o fato de o Pará ser considerado uma importante plataforma logística, já que os portos paraenses permitem o escoamento de produtos oriundos do centro-sul do País, sendo a soja a <em>commodity</em> agrícola de maior destaque.</p>
<p class="p1"><em>Fonte: Financial Times e Governo do Reino Unido</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:<br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/uniao-europeia-propoe-regras-contra-compra-de-produtos-de-areas-desmatadas/" target="_blank" rel="noopener">União Europeia propõe regras contra compra de produtos de áreas desmatadas</a><br />
</strong><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/cop26-eua-e-china-falam-em-banir-importacao-de-areas-com-desmatamento-ilegal/" target="_blank" rel="noopener">COP26: EUA e China falam em banir importação de áreas com desmatamento ilegal</a><br />
</strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/aprosoja-ve-protecionismo-em-norma-da-uniao-europeia-contra-desmatamento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Aprosoja vê ‘protecionismo’ em norma da União Europeia contra desmatamento</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/sociedade-rural-brasileira-reage-contra-regra-europeia-de-barrar-importacao-de-areas-desmatadas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Sociedade Rural Brasileira reage contra regra europeia de barrar importação de áreas desmatadas</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/franca-classifica-bunge-e-cargill-como-fornecedores-de-soja-de-areas-de-risco-de-desmatamento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-04-30 07:20:03 by W3 Total Cache
-->