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	<title>búfalos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>búfalos &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Agricultura familiar no Marajó avança em rastreabilidade de bovídeos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 18:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[búfalos]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/rastreabilidade_bufalo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A pecuária paraense deu um passo importante em direção à sustentabilidade com a realização do evento “Pecuária Sustentável e Treinamento Prático em Operador/a da Rastreabilidade”. O encontro ocorreu nos dias 30 e 31 de julho, no município de Salvaterra, na Ilha do Marajó. A formação teve como foco o Programa Pecuária Sustentável do Pará e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/rastreabilidade_bufalo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A pecuária paraense deu um passo importante em direção à sustentabilidade com a realização do evento “Pecuária Sustentável e Treinamento Prático em Operador/a da Rastreabilidade”. O encontro ocorreu nos dias 30 e 31 de julho, no município de Salvaterra, na Ilha do Marajó.</p>
<p>A formação teve como foco o<a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/" target="_blank" rel="noopener"> Programa Pecuária Sustentável do Pará</a> e o SRBIPA (Sistema de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará), apresentado por técnicos da Adepará, da SEAF (Secretaria de Estado de Agricultura Familiar) e do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia).</p>
<p>O objetivo foi ampliar a compreensão sobre o sistema oficial de rastreabilidade, os critérios de cadastramento e o papel estratégico da rastreabilidade para a valorização da produção familiar.</p>
<h3>O papel estratégico da rastreabilidade</h3>
<p>Edivan Carvalho, coordenador do IPAM no Pará, ressaltou que a iniciativa é crucial para <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/capacitacao-em-rastreabilidade-fortalece-agricultura-familiar-no-para/" target="_blank" rel="noopener">profissionalizar os operadores</a> de rastreabilidade, que terão um papel decisivo na consolidação do programa.</p>
<blockquote><p>“Eventos como esses são fundamentais não só para engajar os criadores de gado, mas também para profissionalizar os operadores da rastreabilidade, que terão um papel decisivo na consolidação do Programa de Pecuária Sustentável no Pará. O IPAM segue comprometido com esse processo, contribuindo com nossa experiência e apoiando na expansão do conhecimento sobre o programa para criadores de bovinos e bubalinos em todo o estado”, explicou Edivan Carvalho, Coordenador do IPAM no Pará.</p></blockquote>
<p>Cássio Pereira, secretário de Estado da Agricultura Familiar, destacou a rastreabilidade como ferramenta essencial para a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/sem-rastreabilidade-pecuaria-na-amazonia-pode-desmatar-3-milhoes-de-hectares-ate-2025/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade na pecuária. </a></p>
<blockquote><p>“Temos criar oportunidades para fortalecer práticas sustentáveis nesta cadeia. É uma tarefa desafiadora, pois temos 144 mil criadores(as) no estado – e esse número pode aumentar com a atualização cadastral em andamento. No Pará, cerca de 50% a 60% dos criadores(as) de bovídeos são agricultores e agricultoras familiares, e é essencial envolvê-los nas ações do programa”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Treinamento teórico e prático</h3>
<p>O primeiro dia do evento contou com palestras técnicas sobre o SRBIPA, abordando o processo de cadastro e os benefícios para a agricultura familiar. John Robert, da Gerência de Rastreabilidade e Cadastro Agropecuário (GRCA), explicou que a rastreabilidade &#8220;transforma o saber do campo em dado oficial, dá visibilidade, combate o roubo e ajuda a profissionalizar&#8221; a pecuária na região.</p>
<blockquote><p>“A criação de búfalos no Marajó é um modo de vida herdado há gerações. Mas, sem organização, o prejuízo fica com o produtor. A rastreabilidade vem para mudar isso: transforma o saber do campo em dado oficial, dá visibilidade, combate o roubo e ajuda a profissionalizar uma atividade essencial para a cultura e a economia da região”, afirmou Olivar Valente, gerente regional em exercício da Adepará em Soure.</p></blockquote>
<p>Já no segundo dia, a programação incluiu uma atividade prática em uma propriedade rural, onde 35 agricultores foram certificados pela Adepará como operadores aptos a cadastrar rebanhos no sistema estadual. Joelcio Fernandes, o proprietário do sítio, compartilhou sua experiência, destacando que a rastreabilidade valoriza o produto e reconhece o trabalho no campo.</p>
<blockquote><p>&#8220;No começo, era o boi que criava o fazendeiro, não o fazendeiro que criava o boi. Mas hoje eu vejo diferente: a gente precisa cuidar, dar comida certa, conhecer o capim, pensar na saúde do animal. Isso muda tudo&#8221;, disse ele.</p></blockquote>
<p>O agrixultor afirmou que, com apoio do Senar e da Embrapa, ele aprendeu que dá pra produzir melhor e respeitar o que o búfalo precisa, e isso começa pela terra, pela água e pelo manejo consciente.</p>
<blockquote><p>&#8220;A rastreabilidade chegou pra somar. Eu já colocava brinco no gado, mas agora vai ter registro, número, histórico, tudo certinho. Isso dá valor pro nosso produto, mostra que o leite, a carne, o queijo marajoara têm qualidade e têm origem. É segurança pra quem compra e reconhecimento pelo nosso trabalho aqui no campo”, contou o agricultor.</p></blockquote>
<p>A iniciativa visa valorizar o trabalho dos produtores e a qualidade de seus produtos, como o queijo marajoara, um pilar da economia familiar e da identidade cultural da região. Luan Carlos Moraes Costa, um jovem produtor rural, compartilhou sua visão, enfatizando que a rastreabilidade é uma forma de &#8220;entender o animal e produzir com consciência&#8221;.</p>
<blockquote><p>“Cresci vendo meus pais criando no modo tradicional, mas aprendi que dá pra fazer diferente, com mais respeito aos animais e ao meio ambiente. A rastreabilidade abriu meus olhos: não é só criar por criar, é entender o animal e produzir com consciência. Minha área é pequena, mas a vontade é grande. Planto, crio, reaproveito o que a terra dá e ensino isso pras minhas filhas. Quero produzir com orgulho e sem agredir o lugar de onde eu venho”, disse Luan Carlos Moraes Costa, jovem produtor rural de Cachoeira do Arari (PA).</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/governo-define-cronograma-para-rastreabilidade-obrigatoria-de-bovinos-e-bufalos/" target="_top"><strong>Governo define cronograma para rastreabilidade obrigatória de bovinos e búfalos</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/sem-rastreabilidade-pecuaria-na-amazonia-pode-desmatar-3-milhoes-de-hectares-ate-2025/" target="_top">Sem rastreabilidade, pecuária na Amazônia pode desmatar 3 milhões de hectares até 2025</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/" target="_top">Pará lança plano para rastrear todo o rebanho do Estado individualmente até 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/capacitacao-em-rastreabilidade-fortalece-agricultura-familiar-no-para/" target="_top">Capacitação em rastreabilidade fortalece agricultura familiar no Pará</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/para-busca-ampliar-exportacoes-de-carne-com-rastreabilidade/">Pará busca ampliar exportações de carne com rastreabilidade</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/china-deve-exigir-rastreabilidade-da-carne-a-partir-de-2025/" target="_top">China deve exigir rastreabilidade da carne a partir de 2025</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/governo-federal-cria-o-programa-de-projetos-sustentaveis-na-agropecuaria/">Governo Federal cria o Programa de Projetos Sustentáveis na Agropecuária</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/governo-do-para-capacita-70-operadores-para-rastreabilidade-bovina/"><strong>Governo do Pará capacita 70 operadores para rastreabilidade bovina</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Com foco em boas práticas agropecuárias, casal produz queijo do Marajó premiado</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/com-foco-em-boas-praticas-agropecuarias-casal-produz-queijo-do-marajo-premiado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2024 14:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[búfalos]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda São Victor]]></category>
		<category><![CDATA[indicação geográfica]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Queijo do Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[Salvaterra]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Apreciado dentro e fora do estado, o queijo do Marajó é um dos produtos únicos que só a combinação das peculiaridades ambientais com a cultura e a sabedoria das populações locais pode proporcionar. Aproveitando os diferencias e o reconhecimento que o queijo marajoara conquistou, os produtores rurais Cecilia e Marcus Pinheiro, do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Apreciado dentro e fora do estado, o queijo do Marajó é um dos produtos únicos que só a combinação das peculiaridades ambientais com a cultura e a sabedoria das populações locais pode proporcionar. Aproveitando os diferencias e o reconhecimento que o queijo marajoara conquistou, os produtores rurais Cecilia e Marcus Pinheiro, do município de Salvaterra, tem levado o produto ainda mais longe, sempre com foco nas boas práticas agropecuárias.</p>
<p>O casal tem raízes na própria região, sendo filhos de famílias que há muitas gerações já viviam da agricultura e da criação de búfalos. Porém, a busca por formação profissional levou Cecilia e Marcus para outros destinos. Ela cursou administração e fez especialização em engenharia de produção e ele se graduou em agrobusiness, nos Estados Unidos. No retorno ao Brasil, no início dos anos 2000, Marcus adquiriu um lote de terra que deu origem à Fazenda São Victor, nome dado em homenagem ao pai dele que já vivia do campo.</p>
<p>A queijaria, no entanto, só começou em 2006, quando Cecilia e Marcus resolveram agregar valor à produção de leite de búfalas. O senso de empreendedorismo, o conhecimento técnico e a valorização da receita tradicional foram os principais ingredientes que fizeram o queijo da Fazenda Victor se tornar uma referência no segmento.</p>
<blockquote><p>“Brinco que a nossa relação com o queijo e com a ilha do Marajó vem de DNA. Tivemos a oportunidade de trabalhar em outros lugares completamente diferentes, porém nossa ligação com o campo é muito forte. Estamos trabalhando com que realmente amamos”, conta Cecília Pinheiro.</p></blockquote>
<figure id="attachment_28134" aria-describedby="caption-attachment-28134" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-28134" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-200x300.jpg" alt="" width="310" height="464" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-200x300.jpg 200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-683x1024.jpg 683w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-768x1151.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1025x1536.jpg 1025w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1367x2048.jpg 1367w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-150x225.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-450x674.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1200x1798.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/queijaria-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-scaled.jpg 1709w" sizes="(max-width: 310px) 100vw, 310px" /><figcaption id="caption-attachment-28134" class="wp-caption-text">Produção valoriza a receita tradicional de queijo marajoara, Foto: Fernando Sette</figcaption></figure>
<p>De acordo com os produtores, a qualidade do queijo tipo creme é resultado de uma série de fatores. Um deles abrange as características de solos, de variedades microbiológicas, as pastagens naturais e toda a biodiversidade do arquipélago, que formam o chamado <em>terroir</em>.</p>
<p>Aliado a isso, os empreendedores se preocupam em promover uma boa alimentação e o bem-estar animal na propriedade, assim como o respeito às normas sanitárias, favorecendo assim o desenvolvimento saudável dos búfalos, com menos estresse e menos uso de medicamentos, por exemplo.</p>
<blockquote><p>“O <em>terroir </em>não é um padrão, muito pelo contrário, é algo que diferencia o nosso leite por seu sabor e sua qualidade, mas sobretudo pela identidade cultural, o saber fazer de nosso mestre queijeiro que traz o conhecimento empírico de gerações de um queijo tradicional deste lugar, dando ao queijo do Marajó essa excentricidade”, acrescenta Cecilia.</p></blockquote>
<p>Além dos investimentos feitos no cuidado com os animais e na melhoria do processo produtivo, o casal ressalta que outro elemento que impulsionou o negócio foi a conquista do selo de indicação geográfica para o queijo do Marajó. Essa certificação fornecida pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) atesta a origem e a relação do queijo com a identidade cultural da região, o que beneficia não só Cecilia e Marcus, mas todos os queijeiros marajoaras.</p>
<blockquote><p>“Para os consumidores, os selos asseguram a procedência do nosso queijo, trazendo segurança de comprar um queijo diferenciado, de um <em>terroir</em> que evidencia com nitidez o sabor. Um queijo único, característico da ilha do Marajó agregando valor ao nosso produto. Além de que contribui para a fortificação do turismo para a Ilha, hoje de fundamental importância para seu crescimento econômico”, pontua.</p></blockquote>
<figure id="attachment_28133" aria-describedby="caption-attachment-28133" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28133 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Queijo-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28133" class="wp-caption-text">Queijo da Fazenda São Victor já conquistou prêmios nacionais e internacionais. Foto: Fernando Sette</figcaption></figure>
<h3>Selo de boas práticas</h3>
<p>Com quase 18 anos de trajetória, a Fazenda São Victor também comemora a conquista do selo ARTE, que assegura que produtos de origem animal foram elaborados de forma artesanal e com respeito às boas práticas agropecuárias e de fabricação. Essa certificação, inclusive, permitiu a expansão das vendas para outras capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife e Brasília.</p>
<p>Cecilia e Marcus lembram, porém, que as portas se abriram a partir da participação da fazenda em concursos queijeiros, entre eles o Prêmio Ouro do Encontro Nacional de Criadores de Búfalo e Marajó Búfalos em 2017, o 1º lugar em uma competição com mais de 500 queijos artesanais brasileiros e a prata na 4ª Edição do Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, realizado na França.</p>
<p>Orgulhosos e confiantes, Cecilia e Marcus já se preparam para mais uma competição. Dessa vez, o casal concorre na 3ª edição do Mundial do Queijo do Brasil, promovido pela associação de produtores de queijos artesanais SerTãoBras, entre os dias 11 e 14 de abril em São Paulo.</p>
<blockquote><p>“Nossas expectativas nesse próximo concurso são de trazer conhecimentos, de trazer visibilidade, o divulgar o conhecimento de nossa região, trazer amigos para conhecer o Marajó e, assim, contribuir para o crescimento econômico da ilha”, afirma Cecilia Pinheiro.</p></blockquote>
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