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	<title>Bruno Pereira &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Bruno Pereira &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Amazônia reúne 22% das mortes de defensores da terra em todo o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 18:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/bruno_dom-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Mais de um em cada cinco assassinatos de defensores da terra e do meio ambiente no mundo, registrados em 2022, ocorreram na Amazônia. No total, 177 pessoas perderam a vida em todo o planeta, sendo 39 (22%) na maior floresta tropical. É o que mostra levantamento da organização não governamental Global Witness, que há mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/bruno_dom-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Mais de um em cada cinco assassinatos de defensores da terra e do meio ambiente no mundo, registrados em 2022, ocorreram na Amazônia. No total, 177 pessoas perderam a vida em todo o planeta, sendo 39 (22%) na maior floresta tropical. É o que mostra levantamento da organização não governamental Global Witness, que há mais de uma década denuncia ameaças e mortes daqueles que se dedicam à defesa do meio ambiente e da terra, entre eles indígenas, guardas-florestais, autoridades e jornalistas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1554933&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1554933&amp;o=node" /></p>
<p>Pela primeira vez, a instituição contabilizou os ataques a defensores atuantes no bioma.</p>
<p>A consultora sênior da Global Witness, Gabriella Bianchini, destaca que os números revelam a Amazônia como um dos lugares mais perigosos do mundo para os ativistas, com violência, tortura e ameaças compartilhadas pelas comunidades de toda a região. A Amazônia tem quase 6,9 milhões de quilômetros quadrados e abrange oito países da América do Sul.</p>
<p>Segundo ela, ao atuarem contra a pressão agropecuária, desmatamento e garimpo ilegal, os defensores passam a ser intimidados e atacados.</p>
<blockquote><p>“Esse número assustador é a tradução da ausência do Estado: a ausência de políticas públicas focadas na proteção de defensores e defensoras, na preservação de territórios tradicionais e na preservação do meio ambiente, e na demarcação de territórios tradicionais, bem como a ausência de responsabilização de empresas e outros agentes envolvidos em violações dos direitos humanos de defensores e defensoras”, disse a consultora à Agência Brasil.</p></blockquote>
<p>Um dos casos emblemáticos dessa violência foi o do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-06/assassinato-de-bruno-e-dom-completa-um-ano-veja-linha-do-tempo" target="_blank" rel="noopener">indigenista brasileiro Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips</a>, mortos no dia 5 de junho de 2022, vítimas de uma emboscada, enquanto viajavam de barco pela região do Vale do Javari, no Amazonas.</p>
<h3>Indígenas</h3>
<p>Os indígenas estão entre os mais ameaçados. Mais de 36% dos ativistas assassinados no mundo, em 2022, eram de origem indígena, o equivalente a 39 pessoas. Em seguida, estão pequenos agricultores (22%) e afrodescendentes (7%). Somente na Amazônia, foram identificadas as mortes de 11 indígenas.</p>
<blockquote><p>“Todos os anos, defensores desse bioma de valor inestimável pagam com a própria vida pela proteção de suas casas, meios de subsistência e da saúde do nosso planeta”, acrescenta a consultora.</p></blockquote>
<p>A entidade aponta o esforço em ampliar a proteção dos defensores na América Latina, região com maior número de assassinatos, por meio do Acordo Regional de Escazú (firmado em abril de 2022), porém a maioria dos países amazônicos ainda não aderiu.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>O Brasil é o segundo país mais letal para ativistas ambientais. Junto com Colômbia e México, respondem por mais de 70% dos casos em todo o mundo, equivalente a 125 mortes.</p>
<p>No Brasil, foram 34 assassinatos no ano passado, contra 26, em 2021. Desde 2012, início da série histórica, 376 defensores perderam a vida em território brasileiro.</p>
<p>A Colômbia lidera o ranking mundial, com 60 assassinatos, quase o dobro de mortes registradas no país em 2021.</p>
<p>Para a Global Witness, a situação brasileira é preocupante e foi agravada pela política do governo passado.</p>
<blockquote><p>“Defensores da terra no Brasil enfrentaram a hostilidade implacável do governo de Jair Bolsonaro, cujas políticas escancararam a Amazônia à exploração e à destruição, desmontaram órgãos ambientais e alimentaram invasões ilegais de terras indígenas”, ressalta Gabriella Bianchini.</p></blockquote>
<p>Em relação ao governo atual, as entidades esperam pela reestruturação “de agências reguladoras e com a criação de novos ministérios que poderão auxiliar na proteção daqueles que defendem o meio ambiente, como o Ministério dos Povos Indígenas”.</p>
<h3>Recomendações</h3>
<p>A Global Witness traz uma série de recomendações para um ambiente seguro aos defensores da terra e do meio ambiente, como cumprimento ou formulação de leis que protegem os direitos dos ativistas. Também consta nas recomendações a investigação e responsabilização de empresas e governos pelos ataques e danos aos ativistas.<br />
<em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Diversidade cultural e natural do Pará enriqueceu os desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 19:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Beija-Flor]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Búfalo do Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[Cabanagem]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Dorothy Stang]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíso do Tuiuti]]></category>
		<category><![CDATA[Unidos do Porto da Pedra]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Isabel]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-22-at-14.43.47-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Neste ano, o Pará revelou sua diversidade pela Marques de Sapucaí de várias formas. As riquezas naturais e a importância da Amazônia, assim como a necessidade de manter nossa floresta em pé, foi um dos destaques dos desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, Mas cultura paraense não focou de fora do Carnaval [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/WhatsApp-Image-2023-02-22-at-14.43.47-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Neste ano, o Pará revelou sua diversidade pela Marques de Sapucaí de várias formas. As riquezas naturais e a importância da Amazônia, assim como a necessidade de manter nossa floresta em pé, foi um dos destaques dos desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro,</p>
<p>Mas cultura paraense não focou de fora do Carnaval carioca. Os búfalos do Marajó, nosso o carimbó e o folclore também foram lembrados na avenida.</p>
<h3>Unidos do Porto da Pedra &#8211; a invenção da Amazônia</h3>
<p>“A invenção da Amazônia, um delírio do imaginário de Júlio Verne” foi o tema da Unidos do Porto da Pedra. Segundo o Portal da Amazônia, o francês Júlio Verne (1828-1905) nunca esteve no Brasil, mas escreveu um romance que se passa no Rio Amazonas, publicado em 1881, que foi a inspiração para a escola.</p>
<p>Para falar sobre a preservação da floresta, o carro “Amazônia Viva, Arte, Luta e Resistência” representou grandes defensores da região como Chico Mendes, Dorothy Stang, Bruno Pereira e Dom Philips.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Tô arrepiado com essa Abre-alas da Unidos do Porto da Pedra que tem a &#8220;Amazônia, Mãe-terra-vida&#8221; como tema. RESISTÊNCIA <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f49a.png" alt="💚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Viva mãe natureza . Nossa Amazônia .. <a href="https://twitter.com/hashtag/Globeleza?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Globeleza</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/CarnavalDeTodos?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#CarnavalDeTodos</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Gl%C3%B4NoCarnaval?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#GlôNoCarnaval</a> <a href="https://twitter.com/GRESUPP?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">@GRESUPP</a></p>
<p><a href="https://t.co/3ChlNs5jnm">pic.twitter.com/3ChlNs5jnm</a></p>
<p>— Bruno Leicam (@brunomacielof) <a href="https://twitter.com/brunomacielof/status/1627196191690702850?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">February 19, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h3>Paraíso do Tuiuti &#8211; o búfalo de Marajó</h3>
<p>A Paraíso do Tuiuti trouxe o enredo &#8220;Mogangueiro da Cara Preta&#8221;, contando a história da chegada dos búfalos na Ilha de Marajó. A escola mostrou a saída dos animais da Índia no século XIX; a colisão do navio com uma pedra, onde a tripulação humana não sobreviveu, mas os animais conseguiram nadar até a costa da ilha, se salvando e se adaptando à região.</p>
<p>A despedida da escola teve a transformação do Sambódromo em um &#8220;Bufódromo&#8221;, com Mestre Damasceno como principal destaque, representando a riqueza cultural e folclórica do Marajó na avenida. Pessoa com deficiência visual, ele explorou alegorias e carros alegóricos com o toque das mãos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">O Pará no sambódromo. Viva o MARAJÓ, viva Mestre Damasceno! <a href="https://twitter.com/hashtag/Globeleza?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#Globeleza</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/globelezaparaisodotuiuti?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#globelezaparaisodotuiuti</a> <a href="https://t.co/uQazbTuGU5">pic.twitter.com/uQazbTuGU5</a></p>
<p>— Leo Nunes (@Ieonunes) <a href="https://twitter.com/Ieonunes/status/1627851941970681856?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">February 21, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h3>Vila Isabel &#8211; Círio de Nazaré e Festival de Parintins</h3>
<p>A Vila Isabel mostrou formas de celebrar a fé e entre elas estava o Círio de Nazaré, a maior manifestação católica do país e um dos maiores eventos sagrados do mundo. O Festival de Parintins também foi homenageado com esculturas gigantes dos bois Caprichoso e Garantido.</p>
<blockquote><p>&#8220;Em Belém, milhares de pessoas querem participar da procissão e agarrar a corda utilizada para puxar a luxuosa berlinda que transporta a imagem da santa. Para os romeiros, a corda representa o elo com Nossa Senhora de Nazaré. Ao tocá-la, participam intensamente da fé do Círio de Nazaré. Símbolo da magia amazônica, o Festival de Parintins arrebata multidões e brincantes, que, ao som dos tambores e da toada, defendem as cores dos bois-bumbás. A grande manifestação folclórica brasileira envolve religiosidade e fantasia, para contar a história dos povos da floresta e as lendas do boi-bumbá&#8221;, justificou a escola de samba em sua página oficial.</p></blockquote>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Vila Isabel levou o nosso Círio de Nazaré pra Marquês de Sapucaí com o enredo sobre religiosidade. <a href="https://t.co/mwHemwaX09">pic.twitter.com/mwHemwaX09</a></p>
<p>— Jean Jr (@jeanjr0015) <a href="https://twitter.com/jeanjr0015/status/1627892697112403968?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">February 21, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<h3>Beija-Flor &#8211; levantes populares</h3>
<p>O enredo escolhido pela Beija-Flor de Nilópolis foi &#8220;Brava gente, o grito dos excluídos no bicentenário da independência&#8221;, abordando os 200 anos da independência da Bahia . A escola também tratou sobre temas como a luta pela demarcação das terras indígenas e levantes populares como a cabanagem, com o tema &#8220;Orgulho cabano e identidade amazônica&#8221; e os quilombolas &#8220;Um grito de liberdade quilombola&#8221;.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Co8BmiPuRMh/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver essa foto no Instagram</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/p/Co8BmiPuRMh/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por GRES BEIJA-FLOR DE NILÓPOLIS (@beijafloroficial)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p dir="ltr" lang="pt">Beija-flor metendo a Cabanagem na Sapucaí. Meu Pará bem lembrado nesta noite.<a href="https://twitter.com/hashtag/GlobelezaBeijaFlor?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">#GlobelezaBeijaFlor</a></p>
<p>— Quinn Loㅅe&#8217;Ly <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f49c.png" alt="💜" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> (@2xMiniLyce) <a href="https://twitter.com/2xMiniLyce/status/1627926411846590464?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">February 21, 2023</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Artista paraense homenageia Bruno Pereira e Dom Philips com mural em Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/artista-paraense-homenageia-bruno-pereira-e-dom-philips-com-mural-em-belem/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/artista-paraense-homenageia-bruno-pereira-e-dom-philips-com-mural-em-belem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 18:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[And Santos]]></category>
		<category><![CDATA[arte visual]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[mural]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/Mural-completo-2-CREDITO_-IRENE-ALMEIDA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O artista visual paraense And Santos homenageou, nesta sexta-feira, 29/07, o ambientalista Bruno Pereira e o jornalista Dom Philips, assassinados em 5 de junho, no Vale do Javari (AM). Um mural grafitado na esquina da Avenida Marquês de Herval com a Travessa Vileta, no bairro da Pedreira, em Belém, agora faz parte da paisagem. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/Mural-completo-2-CREDITO_-IRENE-ALMEIDA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O artista visual paraense And Santos homenageou, nesta sexta-feira, 29/07, o ambientalista Bruno Pereira e o jornalista Dom Philips, assassinados em 5 de junho, no Vale do Javari (AM). Um mural grafitado na esquina da Avenida Marquês de Herval com a Travessa Vileta, no bairro da Pedreira, em Belém, agora faz parte da paisagem.</p>
<p>A obra com 152 metros quadrados traz o retrato de Bruno e Dom ao lado de imagens de indígenas e das icônicas araras amazônicas. Em meio a todas as cores, Bruno e Dom aparecem em preto e branco – maneira pela qual o artista enfatiza que eles permanecem ao lado dos indígenas, ainda que de forma diferente.</p>
<blockquote><p>“A luta pela preservação da natureza é uma luta pela vida do planeta. A alma da Amazônia está em todos nós”, ressalta o artista.</p></blockquote>
<p>Por trás, And incluiu um elemento típico da cultura paraense: uma fita, elemento alegórico amplamente usado em manifestações religiosas típicas da Amazônia, como a festa do Divino e o bumba-meu-boi.</p>
<blockquote><p>&#8220;Agora que os espíritos do Bruno e do Dom estão passeando na floresta e espalhados na gente, nossa força é muito maior&#8221;, comentou a antropóloga Beatriz Matos, viúva de Bruno Pereira.</p></blockquote>
<p>Até o momento, três acusados pelas mortes do indigenista e do jornalista estão presos. O crime ocorreu no início de junho. Pereira e Phillips foram mortos a tiros e tiveram os corpos queimados e enterrados durante uma expedição no Vale do Javari, palco de conflitos que têm se alastrado pela floresta: tráfico de drogas, contrabandos, roubo de madeira, de terra pública e avanço do garimpo.</p>
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		<title>Amigos de Bruno Pereira em Belém convocam ato inter-religioso nos 30 dias de sua morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 20:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[ato]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
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		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/bruno-dom-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O indigenista e o jornalista Dom Phillips, assassinados enquanto trabalhavam no Vale do Javari, no Amazonas, serão homenageados por várias religiões. Um mês se passou desde que o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips foram dados como desaparecidos em Atalaia do Norte, região do Vale do Javari no Amazonas. Desde aquele dia 5 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/bruno-dom-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O indigenista e o jornalista Dom Phillips, assassinados enquanto trabalhavam no Vale do Javari, no Amazonas, serão homenageados por várias religiões.</p>
<p>Um mês se passou desde que o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips foram dados como desaparecidos em Atalaia do Norte, região do Vale do Javari no Amazonas. Desde aquele dia 5 de junho, familiares e amigos deles sofreram momentos de angústia e tristeza em várias regiões do país e do mundo, onde ambos tinham criado vínculos e laços. Um desses locais é Belém, cidade de residência de Bruno Pereira nos últimos seis anos e onde deixou muitos amigos.</p>
<p>Em homenagem a ele e a Dom Phillips e para marcar os 30 dias de saudades, os amigos convocam um ato inter-religioso na capital paraense, no próximo dia 5 de julho, com a presença confirmada de representantes de várias denominações religiosas: judeus, cristãos, afrobrasileiros e indígenas. Manifestações de todas as religiões serão bem-vindas.</p>
<p>Em material divulgado nas redes sociais, os amigos dizem que estarão “reunidos para homenageá-los e velar por seus espíritos, inspirados e fortalecidos pelo compromisso existencial de Bruno com os povos indígenas, especialmente os do Vale do Javari e por sua dedicação e integridade, iremos honrar seu legado de defesa da Amazônia e de seus territórios”.</p>
<p>Desde o dia do desaparecimento de Bruno e Dom, os amigos em Belém estão mobilizados para pressionar, primeiro pelas buscas, agora por justiça e para que os crimes no Javari não fiquem impunes. Nesses 30 dias de luto, já foram feitas seis manifestações na cidade, com apoio de professores universitários, estudantes e organizações indígenas.</p>
<p>No próximo domingo, 3 de julho, durante o encerramento do cortejo do Arraial do Pavulagem, novas manifestações estão programadas nas praças da República e do Estivador. Já o ato do dia 5 de julho (terça) terá foco nas manifestações religiosas mas também trará pautas fundamentais para a defesa da Amazônia, de seus territórios e de seus povos, como a recusa do marco temporal – tese ruralista que tenta impedir demarcações de terras indígenas no Judiciário e no Legislativo- e contra o genocídio indígena.</p>
<p>O ato inter-religioso em homenagem a Bruno Pereira e Dom Philips vai ser celebrado no próximo dia 5 de julho, a partir das 19h, na Praça do Carmo, bairro da Cidade Velha, em Belém.</p>
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		<title>Vale do Javari: Polícia Federal descarta mandante enquanto ONU, EUA e Europa cobram resposta a crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 12:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Phillips]]></category>
		<category><![CDATA[Terra sem lei]]></category>
		<category><![CDATA[Vale do Javari]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) divulgou em nota o descarte da possibilidade de haver mandantes por trás dos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips no Vale do Javari (AM). Segundo a nota, não há evidências para apoiar a teoria e os assassinatos provavelmente foram cometidos por motivos pessoais. A linha de investigação era considerada devido [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) divulgou em nota o descarte da possibilidade de haver mandantes por trás dos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips no Vale do Javari (AM). Segundo a nota, não há evidências para apoiar a teoria e os assassinatos provavelmente foram cometidos por motivos pessoais. A linha de investigação era considerada devido ao trabalho das vítimas na proteção dos indígenas da região.</p>
<p>A mudança na investigação foi criticada por líderes indígenas e organizações de Direitos Humanos, que acusam a PF de ignorar importantes pistas e de não investigar adequadamente o caso. Também manifestaram a preocupação quanto ao descarte da existência de mandantes levar ao encerramento da investigação sem que os verdadeiros motivos por trás dos assassinatos sejam revelados.</p>
<p>O jornalista britânico Dom Phillips e o servidor da Funai Bruno Pereira desapareceram no domingo (5/6), quando realizavam um percurso entre a comunidade Ribeirinha São Rafael até a cidade de Atalaia do Norte e se deslocavam de barco pelo rio Itaquaí após visita à Terra Indígena do Vale do Javari, território que tem um histórico de invasão de caçadores, pescadores e madeireiros. O desaparecimento se dá em meio ao aumento dos conflitos na região, movidos pelo garimpo ilegal, tema amplamente abordado nas reportagens do jornalista.</p>
<p>Na Amazônia, a bala que mata jornalistas, ativistas e indígenas é comprada com o dinheiro da grilagem, do garimpo ilegal e da madeira roubada. Sob Bolsonaro, esses crimes aumentaram seus negócios, seu poder e sua atuação e hoje estão mais preparados do que nunca para eliminar quem atravessa seu caminho, afirma Marcio Astrini, do Observatório do Clima.</p>
<h3>Apoio de políticos?</h3>
<p>A repercussão do assassinato da dupla expôs ao mundo a realidade vivida hoje pela Amazônia: a de uma <a title="Sem título 14" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7220601,58a7ab01,6abf,14" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0099ff;"><u>&#8220;Terra sem lei&#8221;</u></span></a>. Segundo o delegado da PF Alexandre Saraiva, &#8220;as regras que valem ali são as do crime organizado () Ali atuam organizações criminosas com apoio dos políticos locais, estaduais, e tentáculos até nas altas esferas do governo brasileiro&#8221;.</p>
<p>À GloboNews, Saraiva <a title="Sem título 16" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7220601,58a7ab01,6abf,16" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0099ff;"><u>mencionou</u></span></a> nomes de alguns destes políticos que chamou de &#8220;bancada do crime&#8221;: Zequinha Marinho, Telmário Mota, Mecias de Jesus, Jorginho Melo e Carla Zambelli.</p>
<p>O &#8220;tudo dominado&#8221; na Amazônia foi objeto de várias matérias e artigos nos últimos dias. O ex-secretário Nacional de Justiça no Ministério da Justiça e Segurança Pública, Vladimir Passos de Freitas, discute no site <a title="Sem título 22" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7220601,58a7ab01,6abf,22" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0099ff;"><u>ConJur</u></span></a> como os cartéis de drogas de Miami (EUA), Medelin (Colômbia) e Sinaloa (México), além de diversas facções nacionais do crime, foram atraídas para Amazônia pelo &#8220;enorme potencial de negócios lucrativos, como o tráfico de entorpecentes, a caça e a pesca ilegal, extração de madeira, tudo mesclado com negócios aparentemente lícitos, como hotéis e estabelecimentos comerciais que possibilitam a lavagem de dinheiro&#8221;. No artigo Freitas mostra o histórico e as razões deste processo, discutindo inclusive alguns caminhos de solução do enorme problema.</p>
<h3>Mundo cobra</h3>
<p>Estados Unidos e a União Europeia cobram justiça das autoridades brasileiras. O porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Ned Price, <a title="Sem título 30" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7220601,58a7ab01,6abf,30" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0099ff;"><u>ofereceu</u></span></a> condolências às famílias de Dom e Bruno e disse que os dois foram &#8220;assassinados por apoiar a conservação da floresta tropical e dos Povos Nativos&#8221;.</p>
<p>Price escreveu no <a title="Sem título 31" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7220601,58a7ab01,6abf,31" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0099ff;"><u>Twitter</u></span></a>: &#8220;Fazemos um apelo por prestação de contas e justiça: devemos fortalecer coletivamente os esforços para proteger os defensores ambientais e os jornalistas.&#8221;</p>
<p>Pelo lado da União Europeia, &#8220;Anna Cavazzini, eurodeputada e vice-presidente da Delegação do Parlamento Europeu para o Brasil, deixou claro que as mortes de Bruno Pereira e de Dom Phillips terão um impacto direto na relação já deteriorada do país com o bloco europeu. Ela ainda sugere que a violência é resultado direto do comportamento do presidente Jair Bolsonaro&#8221;, segundo relata Jamil Chade no <a title="Sem título 32" href="http://emkt.climainfo.org.br/emkt/tracer/?2,7220601,58a7ab01,6abf,32" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #0099ff;"><u>UOL</u></span></a>.</p>
<p>O Escritório de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) cobrou das autoridades brasileiras. “Ataques e ameaças contra defensores de direitos humanos, ambientais e povos indígenas, incluindo aqueles em isolamento voluntário, continuam persistentes”, afirmou o órgão, por meio da porta-voz Ravina Shamdasani.</p>
<p>A Polícia Federal afirmou que a dupla foi morta a tiros de arma de caça. Nesta segunda-feira, 20/06, confirmaram que a embarcação usada pelas duas vítimas assassinadas foi localizada. Oito pessoas são suspeitas de participação no crime. Duas estão presas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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