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	<title>Bragança &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Bragança &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Marujadas de São Benedito viram patrimônio cultural imaterial do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 21:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As Marujadas em devoção a São Benedito realizadas nos municípios de Augusto Corrêa, Bragança, Capanema, Primavera, Quatipuru, Tracuateua e Ananindeua foram reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do País. A manifestação envolve uma série de atividades, como rituais, procissões, missas, o levantamento e a derrubada de mastros, almoços [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As Marujadas em devoção a São Benedito realizadas nos municípios de Augusto Corrêa, Bragança, Capanema, Primavera, Quatipuru, Tracuateua e Ananindeua foram reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural do País.</p>
<p>A manifestação envolve uma série de atividades, como rituais, procissões, missas, o levantamento e a derrubada de mastros, almoços coletivos, leilões e danças, organizadas pelos devotos de São Benedito e São Sebastião para agradecer pelas graças alcançadas. Os festejos ocorrem tradicionalmente entre dezembro e janeiro e reúnem milhares de fiéis e turistas na região bragantina.</p>
<p>O pedido de registro foi apresentado em 2011 pela Irmandade da Marujada de São Benedito de Bragança, que é a mais antiga do Pará. A organização de caráter educativo e cultural foi fundada por negros escravizados e libertos em 1798. Entre 2018 e 2022 foram realizadas as pesquisas que subsidiam o pedido de registro, quando foram incluídas também as marujadas de Capanema, Quatipuru, Augusto Corrêa, Tracuateua e Primavera e de Ananindeua, e os cultos em devoção a São Sebastião.</p>
<p>O historiador e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Dário Benedito Rodrigues foi um dos pesquisadores envolvidos na elaboração do dossiê enviado ao Iphan. Ele acompanhou a reunião do conselho consultivo realizada na quarta-feira, 4, que aprovou a inscrição do bem no Livro de Registro de Celebrações.</p>
<blockquote><p>“Um dia de muita alegria, emoção, memórias e conexões com a devoção a São Benedito e a vida de tantas pessoas que tem nessa celebração parte de sua trajetória e testemunho”, comemorou o professor.</p></blockquote>
<p>Além da marujada, o Pará teve o <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/saire-deve-ser-reconhecida-como-manifestacao-da-cultura-nacional/">Arraial do Pavulagem reconhecido também como patrimônio da cultura do Brasil</a>. em registro sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
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		<title>Pará implantará programa estadual de Indicação Geográfica</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/para-implantara-programa-estadual-de-indicacao-geografica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 15:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[#Tomé-Açu]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Andira-Marau.]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/farinha_de_Braganca-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na terça-feira, 23, o Projeto de Lei nº 426/202 que institui o Programa de Incentivo à Indicação Geográfica e Marcas Coletivas do Estado do Pará (Programa IG e Marcas Pará). O projeto visa desenvolver de forma sustentável a cadeia de produtos e serviços considerados com alto potencial [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/farinha_de_Braganca-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), na terça-feira, 23, o Projeto de Lei nº 426/202 que institui o Programa de Incentivo à Indicação Geográfica e Marcas Coletivas do Estado do Pará (Programa IG e Marcas Pará).</p>
<p>O projeto visa desenvolver de forma sustentável a cadeia de produtos e serviços considerados com alto potencial para desenvolvimento dos territórios. A mensagem enviada à Alepa pelo governador do Pará, Helder Barbalho, diz que “trata-se de proteção a produtos que têm características únicas e qualidade ligadas a uma região geográfica específica. Como é o caso da farinha de Bragança”.</p>
<p>O Pará conta atualmente, com 4 produtos que já receberam o reconhecimento do Instituto Nacional de Proteção Industrial (INPI) – órgão responsável pela concessão do registro e emissão do certificado. São eles a <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/farinha-de-braganca-conquista-cada-vez-mais-novos-territorios/" target="_blank" rel="noopener">farinha de Bragança,</a> o <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/indicacao-geografica-do-queijo-de-marajo-amplia-producao-e-renda-de-produtores/" target="_blank" rel="noopener">queijo do Marajó,</a> a <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistemas-agroflorestais-de-tome-acu-sao-exemplos-de-producao-sustentavel-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">amêndoa de cacau de Tomé Açú</a> e o warana (guaraná nativo) e bastão de warana da Terra Indígena Andira-Marau.</p>
<p>O Programa Estadual trabalhará todos os elos das cadeias produtivas apoiadas pelas 32 instituições que compõem o Fórum, conforme informou a coordenadora do Fórum de IG e Marcas Coletivas, Márcia Tagore, engenheira agrônoma da secretaria. Ela disse que a aprovação do projeto de Lei do Governo do Estado é uma vitória e reconhecimento do trabalho que vem sendo coordenado pelo governo estadual através da Sedap com a participação das demais instituições que compõem o Fórum.</p>
<p>No período de 6 a 8 de junho, nos espaços do Sesc Ver o Peso e Boulevard da Gastronomia, em Belém, será realizado o II Seminário Internacional de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas (II Sigema). Na programação, como ressaltou Márcia Tagore, será lançado o Programa Estadual IG, uma iniciativa pioneira que visa apoiar os processos de reconhecimento dos territórios e seus produtos. A criação do programa foi iniciada na primeira gestão da Sedap 2019/2021 à frente do Fórum IG e MC.</p>
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		<title>Economia solidária fortalece o comércio de produtos da agricultura familiar em Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/economia-solidaria-fortalece-o-comercio-de-produtos-da-agricultura-familiar-em-belem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 20:20:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[comercialização]]></category>
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		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[rede bragantina]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Macieli-Furtado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Uma mesa farta e cheia de variedades recepciona quem visita um imóvel amplo no bairro da Pedreira, em Belém. Farinha de Bragança, chocolate do Acaráçu, mel de abelhas nativas, óleos essenciais e farinhas à base de frutos típicos da Amazônia formam uma amostra da diversidade de produtos oriundos da agricultura familiar. Todos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Macieli-Furtado-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Uma mesa farta e cheia de variedades recepciona quem visita um imóvel amplo no bairro da Pedreira, em Belém. Farinha de Bragança, <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/com-as-guardias-dp-cacau-producao-de-chocolate-desponta-no-acara-com-protagonismo-feminino/">chocolate do Acaráçu</a>, mel de abelhas nativas, óleos essenciais e farinhas à base de frutos típicos da Amazônia formam uma amostra da diversidade de produtos oriundos da agricultura familiar. Todos eles estão à disposição do consumidor no ponto da <a href="https://www.instagram.com/redebragantinaes/" target="_blank" rel="noopener">Rede Bragantina de Economia Solidária</a>.</p>
<p>O local oferece uma ponte que facilita a comercialização da produção de cooperativas e associações de agricultores de 11 municípios do nordeste paraense, que congregam em torno de 580 famílias. Uma delas é a família de Macieli Furtado, de 21 anos, que ao lado dos pais e dos cinco irmãos trabalha com o cultivo de hortaliças, legumes e frutas totalmente orgânicos em Santo Antônio do Tauá.</p>
<blockquote><p>“A gente não usa nada químico. O único produto que a gente usa é o adubo com esterco de galinha mesmo. Para nós, eles trazem uma renda boa e também traz mais saúde porque são alimentos do nosso consumo no dia a dia”, comenta a agricultora.</p></blockquote>
<p>A cada semana, Macieli ou outro membro da família vem para Belém para participar do chamado “balcão da agrosociobiodiversidade” promovido pela Rede Bragantina. O evento funciona como uma feira, que movimenta o comércio no bairro e ajuda a promover a alimentação orgânica e o papel dos agricultores familiares na segurança alimentar e nutricional.</p>
<blockquote><p>“É uma ajuda para poder vender os nossos produtos e também divulgar a agricultura orgânica. Isso fortalece o movimento do orgânico, até porque as pessoas ainda têm um certo preconceito por causa da aparência que é diferente do que está no supermercado. A gente acaba fazendo essa divulgação e explicando os benefícios dos orgânicos”, pontua Macieli Furtado.</p></blockquote>
<h3>Construção coletiva</h3>
<p>A comercialização, no entanto, é só um aspecto das ações desenvolvidas pela Rede Bragantina. A iniciativa surgiu em 2009, fruto de um processo de construção coletiva que teve origem na Escola de Formação para Jovens Agricultores de Comunidades Rurais Amazônicas (ECRAMA).</p>
<p>Localizada na zona rural do município de Bragança, a escola visa contribuir com a educação para a vida e o trabalho no campo por meio de atividades voltadas à agrocecologia, à participação social e a formação multidimensional.</p>
<blockquote><p>“A escola ECRAMA tem esse viés de formação dentro da linha informal, com cursos e formações para os agricultores e agricultoras da região dentro da linha de agroecologia e cidadania. São cursos que são feitos em módulos, com duração de 9 meses. Trabalhamos com a pedagogia da alternância, ou seja, tem essa interação entre o campo e a sala de aula, que proporciona a construção de conhecimento envolvendo a academia e os saberes populares”, explica a pedagoga, Lúcia Reis, uma das administradoras do ponto da Rede Bragantina em Belém.</p></blockquote>
<figure id="attachment_28404" aria-describedby="caption-attachment-28404" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-28404 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-1024x768.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-1536x1152.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-2048x1536.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-450x338.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/nazare-e-lucia-rede-bragantina-1200x900.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28404" class="wp-caption-text">Nazaré Ghirard e Lúcia Reis coordenam a assessoria técnica e a comercialização dos produtos. Foto: Fabrício Queiroz</figcaption></figure>
<p>De acordo com as coordenadoras, a criação do espaço tendo como princípio norteador a economia solidária foi uma estratégia encontrada para enfrentar os problemas de acesso ao mercado e baixa remuneração enfrentados pelos agricultores em virtude da ação de atravessadores.</p>
<p>Aliado a isso, a oferta de formação continuada e as parcerias estabelecidas com ONGs e instituições como a Embrapa ajudam na incorporação de tecnologias de trato da terra e beneficiamento dos produtos que chegam às prateleiras da loja.</p>
<blockquote><p>“Esses produtos têm esse perfil diferenciado que não traz em si só um valor econômico, mas traz também uma subjetividade, a cultura e o território. Muitas vezes, os agricultores têm seus imóveis espremidos por conta do avanço do agronegócio e do latifúndio e, quando você fala nisso, tem a questão do combate ao uso do veneno e dos agrotóxicos. Mas por trás disso tem também a defesa do território e do ambiente, a guarda de patrimônio cultural e genético. Isso é biodiversidade”, ressalta Nazaré Ghirard, engenheira agrônoma e assessora técnica do projeto.</p></blockquote>
<figure id="attachment_28403" aria-describedby="caption-attachment-28403" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28403 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-1024x768.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-1536x1152.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-2048x1536.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-450x338.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/produtos-rede-bragantina-1200x900.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28403" class="wp-caption-text">Rede Bragantina é uma vitrine para produtos da agrosociobiodiversidade. Foto: Fabrício Queiroz</figcaption></figure>
<p>Para a Rede Bragantina, as principais conquistas do projeto são observadas nos ganhos coletivos proporcionados pela geração de renda e o fortalecimento da organização das cooperativas de agricultores.</p>
<blockquote><p>“Os agricultores se sentem orgulhosos de perceber que eles estão exercendo a autonomia na gestão daquilo que eles têm e exercitando um comércio justo. Sem a figura do atravessador, eles podem levar os produtos para o processamento e o valor é negociável. É muito comum eles colocarem que a Rede Bragantina veio contribuir também para que eles valorizassem aquilo que eles tinham de produção e era desperdiçado e, hoje, se torna uma fonte de renda”, afirma Nazaré Ghirard.</p></blockquote>
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		<title>Confira 5 dicas de destinos para curtir o Pará nas festas de final de ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 13:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Salinas-Maycon-Nunes-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará é cheio de encantos e em cada cantinho é possível encontrar novas atrações, pontos turísticos, manifestações culturais, badalação ou experiências únicas de contato com a natureza. O período das celebrações de Natal e Ano Novo pode ser uma boa oportunidade para conhecer mais o nosso estado. Confira alguns destinos que o Pará Terra [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Salinas-Maycon-Nunes-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará é cheio de encantos e em cada cantinho é possível encontrar novas atrações, pontos turísticos, manifestações culturais, badalação ou experiências únicas de contato com a natureza. O período das celebrações de Natal e Ano Novo pode ser uma boa oportunidade para conhecer mais o nosso estado. Confira alguns destinos que o <strong>Pará Terra Boa</strong> selecionou para você curtir essa época.</p>
<h3><strong>Algodoal </strong></h3>
<p>Localizada a cerca de 160 km da capital, a ilha de Maiandeua, mais conhecida como Algodoal, é uma Área de Proteção Ambiental (APA) que se tornou opção de lazer para muitas pessoas que gostam de paisagens mais rústicas e em maior contato com a natureza. No local, os turistas podem desfrutar das praias de água salgada, festas animadas ao som de carimbó e reggae, além de apreciar a simplicidade das pousadas, bares e restaurantes construídos em madeira, bambu, barro e outros recursos naturais.</p>
<h3><strong>Bragança</strong></h3>
<p>Uma alternativa que mescla bem as belezas naturais com a riqueza cultural é Bragança, no nordeste paraense. A cidade reúne praias agitadas, como Ajuruteua; e outras mais tranquilas, como é o caso de Boiçunga ou a ilha da Canela, onde o turismo ecológico é um ponto forte. Além disso, a chamada Pérola do Caeté recebe tradicionalmente até 26 de dezembro a festividade de São Benedito. O santo preto é homenageado em eventos marcados pela fé, a dança, o colorido e a alegria dos marujos e marujas.</p>
<figure id="attachment_26815" aria-describedby="caption-attachment-26815" style="width: 579px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-26815 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-1024x683.jpg" alt="" width="579" height="386" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marujada-Marco-Santos-Agencia-Para-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /><figcaption id="caption-attachment-26815" class="wp-caption-text">A Marujada de São Benedito é uma das atrações de Bragança no final do ano. Foto: Marco Santos / Agência Pará</figcaption></figure>
<h3><strong>Cotijuba</strong></h3>
<p>Parte da Belém insular, a ilha de Cotijuba faz parte de muitos roteiros de quem busca paz e tranquilidade. Isso porque a baixa cobertura dos serviços de telefonia e internet garante momentos de desconexão. Além disso, o transporte é feito somente com bondinho, charrete e motos, que preservam parte do ar bucólico do local. A paisagem e a boa alimentação também encantam os turistas, que podem voltar à metrópole com energias renovadas.</p>
<h3><strong>Salinópolis</strong></h3>
<p>Para quem não abre mão dos eventos, shows e pirotecnia típicos da virada do ano, o principal destino certamente é o município de Salinópolis. As praias do Atalaia e do Farol Velho e as noites na orla do Maçarico sempre atraíram muitos visitantes no período de veraneio, porém nos últimos anos a cidade se tornou também palco de grandes shows e uma intensa programação com nomes nacionais. Outro atrativo da cidade são os diversos resorts, com hospedagem de alto padrão e parques aquáticos que chamam a atenção de famílias com crianças.</p>
<figure id="attachment_26816" aria-describedby="caption-attachment-26816" style="width: 593px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-26816 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-1024x683.jpg" alt="" width="593" height="395" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Marajo-Thiago-Gomes-Agencia-Para-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 593px) 100vw, 593px" /><figcaption id="caption-attachment-26816" class="wp-caption-text">A natureza encanta nas praias da ilha do Marajó. Foto: Thiago Gomes / Agência Pará</figcaption></figure>
<h4><strong>Salvaterra</strong></h4>
<p>O Arquipélago do Marajó também é bastante visitado nessa época do ano, tendo como a principal porta de entrada o município de Salvaterra. Por lá, a Praia Grande é uma das mais frequentadas por estar bem no centro da cidade. Mas um pouco mais distante é possível aproveitar atrações como a praia de Joanes, onde há uma vila e ruinas de construções jesuítas, e Água Boa, onde os passeios contemplam o igarapé de mesmo nome e as barracas que servem delicias regionais. A visita a Salvaterra também permite fácil acesso a outros destinos, como o município de Soure, conhecida pelo policiamento montado em búfalos.</p>
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		<title>Pará tem a maior cadeia produtiva de abelhas da Região Norte, com 65% da produção total da região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 17:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[abelha]]></category>
		<category><![CDATA[apicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão Poço]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A apicultora Joelma Nunes, de Primavera, nordeste do estado, preside uma cooperativa de agricultura familiar com 20 cooperados. A experiência tem dado um resultado positivo para os colaboradores. “Como estamos começando, não temos uma grande produtividade, mas já conseguimos tirar 10 toneladas de mel esse ano. Na minha produção individual, eu fiz um planejamento para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A apicultora Joelma Nunes, de Primavera, nordeste do estado, preside uma cooperativa de agricultura familiar com 20 cooperados. A experiência tem dado um resultado positivo para os colaboradores.</p>
<blockquote><p>“Como estamos começando, não temos uma grande produtividade, mas já conseguimos tirar 10 toneladas de mel esse ano. Na minha produção individual, eu fiz um planejamento para conseguir tirar três toneladas em 2023. A gente está cada vez mais crescendo na atividade. Estamos nos atualizando com tecnologia e eu estou muito feliz de poder contar com as instituições estaduais pelo apoio”, comemora a agricultora.</p></blockquote>
<p>O Pará é o estado da região Norte que possui a maior cadeia produtiva das abelhas (apicultura e meliponicultura), respondendo por 65% do total da região.</p>
<p>Órgãos estaduais apoiam a atividade, com o fortalecimento da infraestrutura dos produtores paraenses, aquisição de equipamentos, capacitações, incentivo à realização e participação em eventos, garantia da sanidade da produção, assistência técnica, entre outras assistências.</p>
<p>O engenheiro agrônomo Adriano Fonseca, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), explica como o órgão presta assistência técnica e faz a extensão rural dos apicultores.</p>
<blockquote><p>“Trabalhamos com cursos e oficinas sobre criação de abelhas, orientação técnica no manejo principalmente para produção de mel, emitimos CAF (cadastro nacional da agricultura familiar) para que os apicultores tenham acesso às políticas públicas e ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), como sendo o início da legalização ambiental. Também fazemos a elaboração de projeto através do PRONAF, junto aos agentes financeiros, orientamos e apoiamos os mesmo nos programas de PAB (Programa Alimenta Brasil) e PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar)”, pontua Adriano.</p></blockquote>
<figure id="attachment_19845" aria-describedby="caption-attachment-19845" style="width: 509px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-19845" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6-300x200.jpg" alt="" width="509" height="339" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/abelha6.jpg 1300w" sizes="(max-width: 509px) 100vw, 509px" /><figcaption id="caption-attachment-19845" class="wp-caption-text">Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<h3><strong>Números </strong></h3>
<p>Para este ano, estima-se que Capitão Poço, o maior produtor de mel do Estado, produza 150 toneladas do produto. O segundo do ranking é Bragança, cuja produção estima-se que, para 2023, seja de 50 toneladas de mel de abelha do gênero Apis (abelha com ferrão) e também mel de abelha sem ferrão (melíponas).<br />
Para a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), é importante que os produtores se cadastrem junto à Agência para garantir a defesa e inspeção sanitária da atividade.</p>
<blockquote><p>“O ‘Programa Saúde das Abelhas’ é uma iniciativa sanitária que busca prevenir, controlar e erradicar doenças das colmeias. Um dos objetivos do programa é cadastrar os criadores de abelha. Isso é muito importante para ter um controle e mapear a atividade. Através do cadastro, a gente tem um controle de trânsito, por conta do risco sanitário. Há estados que têm doenças que nós não temos notificação aqui no estado. Por isso é fundamental se cadastrar para essa prevenção e controle”, ressalta Samyra Albuquerque, gerente do Programa Estadual de Saúde das Abelhas.</p></blockquote>
<p>Já a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuária e da Pesca (Sedap) trabalha no fomento da cadeia produtiva das abelhas. “O Pará tem um potencial muito grande de produção. Temos como incentivar a linha de crédito para aumento da produção. Nós podemos levar a instituição e parceiros até o produtor para facilitar esse trabalho conjunto. É importante ressaltar que temos que trabalhar com base no cooperativismo. Esse ano a gente deve avançar em números, em cadastros, para promovermos um olhar mais atencioso para a cadeia produtiva”, destaca Andrio de Andrade, técnico agrícola da Sedap, responsável pela área de cadeia produtiva das abelhas.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Os criadores de abelhas que quiserem mais informações sobre o programa da Adepará devem acessar o site da Agência, o www.adepará.pa.gov.br, ou enviar email para os endereços eletrônicos do programa gpnsab@gmail.com e pesab@adepara.pa.gov.br.</p>
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		<title>Paraense tem motivos para comemorar o Dia Mundial de Proteção dos Manguezais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 16:58:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Preservação dos Manguezais]]></category>
		<category><![CDATA[manguezais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/manguezais-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você sabia que a Amazônia abriga 80% dos manguezais do Brasil, compreendendo os Estados do Pará, Amapá e parte do Maranhão? E que 85% deles estão em áreas protegidas? Pois é, esse assunto hoje interessa porque nesta terça-feira, 26/07, é celebrado o Dia Mundial de Proteção dos Manguezais. Aqui no Brasil a data tem ainda [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/manguezais-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você sabia que a Amazônia abriga 80% dos manguezais do Brasil, compreendendo os Estados do Pará, Amapá e parte do Maranhão? E que 85% deles estão em áreas protegidas? Pois é, esse assunto hoje interessa porque nesta terça-feira, 26/07, é celebrado o Dia Mundial de Proteção dos Manguezais. Aqui no Brasil a data tem ainda mais importância porque o país é dono de uma das maiores áreas e a maior extensão contínua de <span class="Apple-style-span">manguezais</span> no mundo. Grande parte deles, no Pará, encontra-se em Bragança. Enquanto no restante do Brasil, especialmente no Nordeste, os mangues encontram-se ameaçados, aqui na Amazônia o cenário é mais promissor, pois estão mais bem preservados.</p>
<p>Esses ecossistemas são fonte de renda para cerca de 40 mil famílias no Pará. São importantes, entre outros fatores, porque:</p>
<ul>
<li>São a base de uma complexa cadeia alimentar marinha;</li>
<li>Fazem a ciclagem de nutrientes, a partir da atividade de decompositores;</li>
<li>Servem como um “berçário” que oferece proteção à prole de diversas espécies que se reproduzem ali;</li>
<li>Fazem a filtragem e assimilação de poluentes do escoamento das terras altas;</li>
<li>Estabilizam sedimentos de fundo;</li>
<li>Ajudam a melhorar a qualidade da água.</li>
</ul>
<p>Os <span class="Apple-style-span">manguezais</span> são uma proteção natural contra as tempestades tropicais e evitam a inundação de campos agrícolas pela água do mar. Além disso, também ajudam a evitar que o CO2 entre na atmosfera. Pesquisas mostram que 10% das emissões de <a title="O que é a neutralização de carbono para empresas" href="https://www.ecycle.com.br/neutralizacao-de-carbono-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carbono</a> causadas pelo desmatamento são fruto da destruição dos manguezais. De acordo com um estudo publicado na revista <i>Nature Geoscience</i>, as florestas de mangue costeiras contêm 1.023 mg de carbono por hectare em média.</p>
<h3>Agenda</h3>
<p>Em Belém, há uma programação para marcar a data a partir das 17h, no Solar da Beira, na campanha chamada Julho Verde. Inclui uma roda de conversa sobre “A importância dos manguezais amazônicos”, com Willian Fernandes, do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha (CEPNOR &#8211; ICMBio); “Os trabalhos dos povos da maré e a manutenção do ecossistema&#8221;, com Patrick Passos, da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca do Pará (Sedap); e o “Impacto das atividades humanas nos manguezais amazônicos e engajamento social”, com a oceanógrafa Raqueline Monteiro.</p>
<p>Logo após, às 18h, no “Cine Mangue”, haverá exibição das webséries “Mães do Mangue” e “Pesca para sempre &#8211; Manguezais e mudanças Climáticas”, e dos curtas metragens de animação “Manguezita e Júlia” e “Manguezais e mudanças climáticas”, com posterior debate entre os participantes.</p>
<p>Em seguida, Sandra Regina Gonçalves, liderança da Resex Mãe Grande do Curuçá, fará a leitura do Manifesto do Maretório &#8211; documento elaborado de forma coletiva por lideranças do litoral paraense com texto que reafirma o compromisso dos povos das áreas costeiras na proteção do mangue.</p>
<p>Para encerrar, o artista Kauê Bentes fará projeção audiovisual conhecida como videomapping no Solar da Beira.</p>
<p><em>Fonte: G1 e ecycle</em></p>
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		<title>Secretaria reabre Chamada Pública para fornecimento de merenda escolar em Bragança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 21:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[chamada pública]]></category>
		<category><![CDATA[merenda escolar]]></category>
		<category><![CDATA[Seduc]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/merenda-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai reabrir na sexta-feira, 17/12, o credenciamento de produtores rurais para o fornecimento de gêneros alimentícios destinados à merenda escolar da rede pública estadual em Bragança, município da região nordeste do Pará. O novo certame vai ocorrer às 9h, na Escola Estadual Rio Caeté, localizada na Avenida Governador [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/merenda-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai reabrir na sexta-feira, 17/12, o credenciamento de produtores rurais para o fornecimento de gêneros alimentícios destinados à merenda escolar da rede pública estadual em Bragança, município da região nordeste do Pará. O novo certame vai ocorrer às 9h, na Escola Estadual Rio Caeté, localizada na Avenida Governador Mendonça Furtado, s/n, bairro Vila Nova.</p>
<p>No último dia 14 de outubro foi realizada a 1ª sessão da Chamada Pública no município de Bragança, na Escola Municipal Rio Caeté, situada no bairro Trevo. No entanto, o local previsto seria a Universidade Aberta do Brasil (UAB), que estava em reforma, e a Seduc não havia sido comunicada sobre a inviabilidade do espaço e nem os possíveis interessados no credenciamento.</p>
<p>Além disso, a equipe técnica da Seduc foi informada que algumas pessoas teriam procurado o local previamente divulgado, para participar do certame. Entretanto, foram avisados que o espaço estava em reforma e não seria possível a realização naquele local, e os interessados foram embora.</p>
<p>Segundo a coordenadora do Núcleo de Licitação da Seduc (NLIC), Danielle Guerra, “para garantir a isonomia do certame e evitar que outras pessoas fossem prejudicadas por não terem sido comunicadas previamente, a comissão da Chamada Pública se reuniu e solicitou à Secretária de Estado de Educação a reabertura da sessão, que seria inicialmente realizada nesta segunda-feira (14). No entanto, devido a problemas técnicos, os interessados foram comunicados que o credenciamento no município de Bragança será reaberto nesta sexta-feira (17), às 09 h, na Escola Estadual Rio Caeté”.</p>
<h3><strong>Chamada Pública</strong></h3>
<p>O certame está sendo executado pelo NLIC, juntamente à Coordenadoria de Assistência ao Estudante (CAE). A iniciativa busca atender ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), para o exercício de 2021. Serão utilizados no pagamento dos agricultores recursos provenientes do Governo Federal, via PNAE, e do Tesouro Estadual.</p>
<p>A iniciativa visa gerar renda e incentivo aos produtores rurais e, principalmente, fornecer uma alimentação de qualidade aos alunos da rede pública estadual, nos 16 municípios que não assinaram o Termo de Anuência, em 2021. Nos demais que aderiram ao Termo de Delegação de Rede, o Estado autorizou que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transferisse aos gestores municipais os recursos destinados aos alunos das escolas pertencentes à Seduc.</p>
<p>Estão aptos ao credenciamento fornecedores individuais e os grupos informais que apresentaram, em um envelope devidamente lacrado, a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), CPF, Declaração de que os gêneros alimentícios a serem entregues são oriundos de produção própria e o Projeto de venda dos produtos. Já os grupos formais (associações e cooperativas) devem levar documentos comprobatórios, conforme o Edital de Chamada Pública Seduc nº 01/2021. Para mais informações, acesse o site da Seduc <a href="http://www.seduc.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><em>Texto: Vinícius Leal &#8211; Ascom/Seduc</em></p>
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