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	<title>boas práticas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>boas práticas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Como o manejo florestal sustentável pode virar arma do Brasil no mercado de carbono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-florestal-porto-de-moz-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Extrair madeira da Amazônia sem destruir a floresta não é apenas possível, como pode ser uma arma poderosa contra as mudanças climáticas. É o que comprova um estudo inédito que acompanhou, ao longo de três décadas, uma área experimental em Paragominas, no sudeste do Pará. De acordo com a Agência Fapesp, a pesquisa mostra que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/manejo-florestal-porto-de-moz-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Extrair madeira da Amazônia sem destruir a floresta não é apenas possível, como pode ser uma arma poderosa contra as mudanças climáticas. É o que comprova um estudo inédito que acompanhou, ao longo de três décadas, uma área experimental em Paragominas, no sudeste do Pará.</p>
<p>De acordo com a Agência Fapesp, a pesquisa mostra que o chamado Manejo Florestal de Impacto Reduzido (MF-EIR) permite que a vegetação recupere sua biomassa — a matéria orgânica que armazena carbono — de forma muito mais eficiente que o método convencional.</p>
<p>Publicado no Journal of Environmental Management, o estudo acompanhou o crescimento das árvores entre 1993 e 2023. Enquanto as áreas exploradas da forma comum perderam biomassa, as áreas onde se aplicou o manejo planejado ganharam cerca de 70 toneladas de matéria orgânica por hectare, aproximando-se da estrutura de uma floresta virgem.</p>
<h3>A diferença entre &#8220;cortar&#8221; e &#8220;manejar&#8221;</h3>
<p>O segredo do sucesso está no planejamento detalhado, que separa a exploração legal e científica do desmatamento criminoso. No manejo de impacto reduzido, nada é feito ao acaso:</p>
<ul>
<li><strong>Inventário completo:</strong> Cada árvore comercial é mapeada e registrada.</li>
<li><strong>Corte cirúrgico</strong>: Os técnicos selecionam as árvores ideais e planejam a queda para que elas não derrubem as vizinhas menores (corte direcional).</li>
<li><strong>Infraestrutura inteligente:</strong> Estradas e trilhas são desenhadas para causar o menor dano possível ao solo e à vegetação ao redor.</li>
<li><strong>Respeito ao tempo</strong>: A floresta recebe um intervalo de décadas entre uma extração e outra para que possa se regenerar sozinha.</li>
</ul>
<h3>Floresta em pé vale mais</h3>
<p>Para o coordenador da pesquisa, Edson Vidal, da Esalq-USP, o resultado de 30 anos de monitoramento traz uma prova prática que pode mudar a economia da região.</p>
<blockquote><p>Mostramos que o manejo de impacto reduzido consegue recuperar claramente a biomassa e, consequentemente, o sequestro de carbono. Com isso, os resultados podem ajudar na criação de metodologias para pagamento por serviços ecossistêmicos, como mercado de carbono, vindos dessas áreas e contribuir para a atualização da legislação de manejo sustentável em florestas tropicais”, explica.</p></blockquote>
<p>Atualmente, 94% da madeira produzida no Brasil vem de florestas plantadas (como pinus e eucalipto). O manejo sustentável surge como uma alternativa para os outros 6%, permitindo que a floresta nativa continue viva, gerando empregos e mantendo a biodiversidade, enquanto ajuda o País a cumprir metas internacionais de redução de poluentes (as chamadas NDCs).</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A pesquisa, que contou com apoio da FAPESP e da Iniciativa Amazônia+10, agora pretende expandir os horizontes. O grupo de cientistas vai comparar os dados do Pará com informações de áreas manejadas no Amazonas, Mato Grosso e Rondônia. O objetivo é criar um diagnóstico global da Amazônia que sirva de base para políticas públicas e novas leis de proteção e uso sustentável.</p>
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		<title>Está proibido uso de crédito rural de custeio para desmatamento</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/esta-proibido-uso-de-credito-rural-de-custeio-para-desmatamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 15:37:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/desmate35-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que exclui o desmatamento da lista de &#8220;pequenas despesas&#8221; que podiam ser financiadas por meio do crédito de custeio. Anteriormente, até 15% do valor obtido em crédito de custeio por produtores de todos os portes (pequenos, médios e grandes) podia ser usado para cobrir essas despesas, antes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/desmate35-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que exclui o desmatamento da lista de &#8220;pequenas despesas&#8221; que podiam ser financiadas por meio do crédito de custeio. Anteriormente, até 15% do valor obtido em crédito de custeio por produtores de todos os portes (pequenos, médios e grandes) podia ser usado para cobrir essas despesas, antes conceituadas como investimentos. Com a nova regra, o desmatamento não receberá mais esse tipo de apoio financeiro. As informações são da Agência Brasil.</p>
<p>Essa medida regulamenta o <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/plano-safra-2025-2026-tera-r-5162-bilhoes-para-a-agricultura-empresarial/" target="_blank" rel="noopener">Plano Safra 2025/2026</a>, lançado nesta terça-feira (1º de julho), que destina R$ 516,2 bilhões em crédito para o setor. Em nota, o Ministério da Fazenda esclareceu que a exclusão do desmatamento da regra que permitia o uso de até 15% do crédito de custeio para pequenas despesas de investimento visa &#8220;não incentivar essa prática via crédito rural&#8221;.</p>
<h3>Critérios ambientais mais rígidos</h3>
<p>O CMN tomou outras decisões importantes que reforçam os critérios ambientais na concessão de crédito dentro do Plano Safra:</p>
<ul>
<li><strong>Combate a Incêndios e Recuperação de Áreas</strong>: O Programa de Financiamento à Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (RenovAgro) agora inclui o financiamento de ações de prevenção e combate a incêndios em propriedades rurais. Além disso, permite o financiamento para o plantio de mudas de espécies nativas para a recomposição de áreas de preservação permanente (APPs) e de reserva legal, essenciais para a biodiversidade.</li>
<li><strong>Proibição da Destoca</strong>: A remoção de tocos e raízes de árvores cortadas (destoca), que deixa o terreno limpo para novos usos, foi vedada, exceto nos casos de renovação ou conversão de florestas já plantadas. Isso evita a limpeza agressiva do solo.</li>
<li><strong>Tecnologias Limpas no RenovAgro:</strong> O Conselho também autorizou o financiamento de biodigestores (equipamentos que transformam resíduos orgânicos em energia e fertilizantes) e de sistemas para o manejo de resíduos da produção animal, incluindo a geração e armazenamento de energia. Isso incentiva a produção mais limpa e o uso de fontes renováveis.</li>
</ul>
<h3>Novidades para a agricultura familiar</h3>
<p>Para os pequenos produtores, financiados pelo<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/com-r-89-bilhoes-plano-safra-da-agricultura-familiar-25-26-preserva-incentivo-a-boas-praticas/" target="_blank" rel="noopener"> Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar</a> (Pronaf), o CMN também trouxe novidades com foco em sustentabilidade e diversificação:</p>
<ul>
<li><strong>Adaptação Climática</strong>: Foi incluída uma linha de crédito específica para Adaptação às Mudanças Climáticas, com foco em projetos de irrigação e energia solar, ajudando os produtores a se tornarem mais resilientes aos impactos do clima.</li>
<li><strong>Ampliação de Culturas</strong>: Produtos como gengibre, mandioquinha-salsa, camapu (physalis), ervas medicinais e plantas ornamentais agora podem receber financiamentos do Pronaf na categoria de hortícolas, ampliando o leque de culturas apoiadas.</li>
<li><strong>Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF)</strong>: No Pronaf Floresta, foi autorizada a aquisição de matrizes e reprodutores em projetos de ILPF, que combinam diferentes atividades agrícolas na mesma área, otimizando o uso da terra.</li>
<li><strong>Bioeconomia e Sustentabilidade:</strong> O Pronaf Bioeconomia agora abrange projetos de financiamento para a coleta de sementes nativas, criação de viveiros de mudas e infraestrutura de irrigação com energia fotovoltaica, fortalecendo a cadeia de produtos da biodiversidade e a eficiência energética.</li>
</ul>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/com-r-89-bilhoes-plano-safra-da-agricultura-familiar-25-26-preserva-incentivo-a-boas-praticas/" target="_top">Com R$ 89 bilhões, Plano Safra da Agricultura Familiar 25/26 preserva incentivo a boas práticas</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/plano-safra-2025-2026-tera-r-5162-bilhoes-para-a-agricultura-empresarial/" target="_top">Plano Safra 2025/2026 terá R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Plano Safra 2025/2026 terá R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 15:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2025/2026]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Governo Federal lançou nesta terça-feira, 1º, o Plano Safra 2025/2026, injetando R$ 516,2 bilhões na agropecuária empresarial, com medidas que ampliam a exigência por segurança e reforçam as boas práticas no campo. O montante representa um acréscimo de 1,5% (R$ 8 bilhões) em relação à safra anterior. Apesar do aumento tímido, houve uma reestruturação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/agronegocio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Governo Federal lançou nesta terça-feira, 1º, o Plano Safra 2025/2026, injetando R$ 516,2 bilhões na agropecuária empresarial, com medidas que ampliam a exigência por segurança e reforçam as boas práticas no campo. O montante representa um acréscimo de 1,5% (R$ 8 bilhões) em relação à safra anterior.</p>
<p>Apesar do aumento tímido, houve uma reestruturação nos recursos e nas taxas de juros do novo plano, refletindo as condições econômicas atuais. O destaque principal está no reforço dos recursos equalizados, um mecanismo em que o governo federal subsidia parte dos juros para tornar o crédito mais acessível aos produtores. Esses fundos subirão de R$ 92,8 bilhões para R$ 113,8 bilhões. Somados a outras linhas com juros controlados, o total de recursos subsidiados ou com taxas reguladas atinge R$ 189 bilhões.</p>
<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro afirmou que este é o terceiro Plano Safra seguido com valores recordes &#8211; isso já havia acontecido em 2023 e em 2024 &#8211; e agradeceu ao governo federal pelo esforço de absorver o aumento da Selic com a equalização.</p>
<p>Destinado a médios e grandes produtores, o plano abrange operações de custeio, comercialização e investimento. Segundo o Ministério da Agricultura (Mapa), a partir deste ano, o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir a observância das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Essa regra, antes mais restrita, agora se estende a financiamentos acima de R$ 200 mil e a contratos que não exigem o Proagro.</p>
<p>O objetivo é evitar a liberação de crédito em períodos inadequados ou em áreas com restrições climáticas, contribuindo para a resiliência e a sustentabilidade da produção. Apenas a ausência de zoneamento para o município ou cultura poderá ser uma exceção.</p>
<p>O plano também estimula diretamente boas práticas na gropecuária ao permitir que o crédito de custeio seja destinado à produção de sementes e mudas de essências florestais (nativas ou exóticas). Além disso, será possível financiar insumos e tratos culturais para o cultivo de plantas de cobertura e proteção do solo no período de entressafra, promovendo a saúde do solo e a conservação.</p>
<p>Outra novidade é a autorização para financiamento de rações, suplementos e medicamentos adquiridos até 180 dias antes da formalização do crédito.</p>
<blockquote><p>&#8220;O grande sucesso não é só o aumento da capacidade produtiva ou o aumento da quantidade de mercados que nós conseguimos. O grande sucesso é um aprendizado de todos nós. É o aprendizado de que fazer a preservação adequada e necessária ao país, de preservar os nossos rios e os nossos mananciais, de recuperar a terra degradada, a gente vai percebendo, com o tempo, que está produzindo mais em menos hectares”, disse, lembrando que o País ainda tem 40 milhões de hectares de terras degradadas.</p></blockquote>
<h3>Incentivos para um agro mais resiliente</h3>
<p>Produtores que já adotam práticas sustentáveis terão acesso a condições diferenciadas, incluindo juros reduzidos. O Plano Safra 2025/2026 mantém o crédito para iniciativas como produção de mudas, reflorestamento e culturas de cobertura, essenciais para a preservação ambiental entre as safras.</p>
<p>O governo estendeu, de 1º de julho de 2025 a 30 de junho de 2026, o desconto de 0,5 ponto percentual na taxa de juros para operações de custeio. Esse benefício se aplica a produtores do Pronamp e também a outros produtores que investirem em atividades sustentáveis, dentro dos limites e com recursos equalizados pelas instituições financeiras.</p>
<p>Programas de modernização e inovação seguem fortalecidos. A unificação do Moderagro e Inovagro visa simplificar o acesso ao crédito, elevando o limite disponível para investimentos em granjas e contribuindo para a atualização sanitária.</p>
<h3>Prevenção e combate a incêndios</h3>
<p>O subprograma RenovAgro Ambiental ganha novas atribuições, contemplando agora ações de prevenção e combate a incêndios, além da recuperação de áreas protegidas. Dentre as novidades, destaca-se a possibilidade de financiar a aquisição de caminhões-pipa ou carretas-pipa e de mudas de espécies nativas para a reposição de áreas de preservação permanente e reservas legais.</p>
<p>Além disso, houve a ampliação do programa de armazenagem (PCA), que dobrou o limite de capacidade por projeto, passando de 6 mil para 12 mil toneladas, buscando melhorar a infraestrutura de estocagem. O limite de renda para enquadramento no Pronamp também foi ampliado de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões anuais, permitindo que mais produtores acessem suas condições especiais.</p>
<p>O novo Plano Safra também inclui medidas para facilitar a renegociação de dívidas, oferecendo maior flexibilidade para produtores em dificuldades financeiras. O acesso ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) foi ampliado, permitindo que beneficiários do Pronaf e Pronamp acessem o fundo mesmo com contratos ativos do Plano Safra.</p>
<h3>Reforço nos recursos</h3>
<p>Diante de um cenário de juros de mercado elevados (com a taxa Selic passando de 10,5% para 15% ao ano entre o lançamento do Plano Safra anterior e o atual), o governo optou por priorizar certas áreas:</p>
<ul>
<li><b>Custeio e Comercialização:</b> Os recursos para essas operações, essenciais para o dia a dia da produção e venda, aumentarão de R$ 401,3 bilhões para <b>R$ 414,7 bilhões</b>. Isso indica um foco em garantir o fluxo de caixa dos produtores.</li>
<li><b>Investimentos:</b> Por outro lado, os recursos destinados a investimentos de longo prazo apresentarão uma redução, caindo de R$ 107,3 bilhões para <b>R$ 101,5 bilhões</b>. Essa diminuição é vista como um reflexo da <b>cautela dos produtores rurais</b> em realizar grandes aportes financeiros em um período de incertezas e juros mais altos.</li>
</ul>
<h4>Reajuste das Taxas de Juros</h4>
<p>As taxas de juros para os produtores também foram reajustadas para acompanhar a alta da Selic.</p>
<ul>
<li><b>Para Custeio:</b>
<ul>
<li>Médios produtores: Pagarão juros de <b>10% ao ano</b>.</li>
<li>Demais produtores: A taxa será de <b>14% ao ano</b>.</li>
</ul>
</li>
<li><b>Para Investimentos:</b>
<ul>
<li>As taxas variarão entre <b>8,5% e 13,5% ao ano</b>, dependendo da linha de crédito e do perfil do produtor.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Embora tenha havido um aumento nas taxas de 1,5 a 2 pontos percentuais, o governo ressalta que esse ajuste foi proporcionalmente menor do que o incremento total da taxa Selic. Essa medida visa mitigar o impacto do cenário macroeconômico no custo do crédito rural, buscando conter a elevação excessiva para os produtores.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/com-r-89-bilhoes-plano-safra-da-agricultura-familiar-25-26-preserva-incentivo-a-boas-praticas/" target="_top">Com R$ 89 bilhões, Plano Safra da Agricultura Familiar 25/26 preserva incentivo a boas práticas</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Pará busca ampliar exportações de carne com rastreabilidade</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/pecuaria/para-busca-ampliar-exportacoes-de-carne-com-rastreabilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 14:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[rastreabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[rebanho]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/gado-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com planos para concluir no final deste ano a rastreabilidade individual de todo o seu rebanho, o Pará quer que a medida ajude os produtores do estado a alcançar novos mercados no exterior. Em reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, nesta terça-feira, 18, o governador Helder Barbalho solicitou a liberação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/gado-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com planos para concluir no final deste ano a rastreabilidade individual de todo o seu rebanho, o Pará quer que a medida ajude os produtores do estado a alcançar novos mercados no exterior. Em reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, nesta terça-feira, 18, o governador Helder Barbalho solicitou a liberação de novas empresas paraenses para exportação, destacando avanços ambientais e produtivos do estado na pecuária.</p>
<p>Atualmente, o Pará tem um rebanho estimado em cerca de 26 milhões de cabeças de gado. Todos devem ser identificados com um par de brincos com dados sobre sua origem e criação que atestam a segurança da carne para os compradores.</p>
<blockquote><p>“Importante oportunidade de demonstrar que quem pratica boas práticas é valorizado. Importante reconhecer quem faz bem feito. Nossa estratégia no Pará é o amadurecimento do processo de excelência, conjugado com o esforço ambiental para reduzir a pressão sobre a floresta. O processo de rastreabilidade para o Pará é a mais importante ferramenta para reduzir a ilegalidade ambiental”, disse o governador.</p></blockquote>
<p>O ministro fez uma avaliação positiva do projeto de pecuária sustentável, ressaltando que o modelo adotado no estado pode se tornar referência para todo o país. Um dos diferenciais é que a implantação dos chips é subsidiada para os produtores de menor porte, com até 100 cabeças de gado, que representam 67% da categoria.</p>
<blockquote><p>“A COP será esse sucesso porque não teria lugar melhor no mundo para demonstrar que se pode produzir muito, com segurança, sanidade, segurança, rastreabilidade e boas práticas ambientais”, destacou Carlos Fávaro.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Agropecuária terá vitrine com modelos de produção sustentáveis na COP30</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/agropecuaria-tera-vitrine-com-modelos-de-producao-sustentaveis-na-cop30/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 18:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/Embrapa_oriental_imagem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A agricultura e a pecuária podem ser decisivas para o combate às mudanças do clima com a adoção de sistemas que protegem as florestas e geram menos emissões de carbono, metano e outros gases para a atmosfera. Durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre em novembro em Belém, essas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/Embrapa_oriental_imagem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A agricultura e a pecuária podem ser decisivas para o combate às mudanças do clima com a adoção de sistemas que protegem as florestas e geram menos emissões de carbono, metano e outros gases para a atmosfera. Durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre em novembro em Belém, essas estratégias devem ganhar destaque em um espaço dedicado a mostrar as iniciativas para tornar o agro mais sustentável.</p>
<p>Em encontro realizado na sede da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuária e da Pesca (Sedap), representantes da secretaria, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Sustentável, e da Embrapa Amazônia Oriental discutiram o planejamento para evidenciar as contribuições da agricultura, da pecuária, das florestas e dos sistemas alimentares na resposta à crise climática.</p>
<p>Durante a COP30, as instituições ligadas ao setor devem contar com um espaço instalado na área de pesquisa já existente da Embrapa em Belém. Será uma espécie de vitrine imersiva com demonstrações do funcionamento de sistemas agroflorestais, de modelos de integração e do potencial da pecuária sustentável no Brasil.</p>
<blockquote><p>“O objetivo é adequar esse espaço para ser palco de reuniões, palestras e eventos técnicos também; ele será transformado para ser a casa da agropecuária do Brasil na COP30 integrado aos demais espaços da conferência e vamos contar com a parceria da Sedap e de toda a equipe do Governo do Pará&#8221;, explicou o secretário de inovação e desenvolvimento sustentável do Mapa, Pedro Neto.</p></blockquote>
<p>Para o titular da Sedap, Giovanni Queiroz, o alinhamento do setor é importante para fortalecer os projetos desenvolvidos no estado e garantir apoio a medidas que sequestram e fixam o carbono na agropecuária sem comprometer a produtividade.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos comprometidos com o ganho de qualidade de vida do nosso cidadão, queremos resgatar o nosso ribeirinho com condições de vida digna, nossos agricultores familiares que precisam ser incorporados ao setor produtivo para ter qualidade de vida, ao mesmo tempo que recuperamos áreas degradadas&#8221;, afirmou o secretário.</p></blockquote>
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		<title>Brasil lança Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 13:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[rastreabilidade do gado]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/boi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um marco histórico. Nesta terça-feira, 17, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lançou o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos. A iniciativa tem como principais objetivos qualificar e aprimorar a rastreabilidade ao implementar um sistema de identificação individual que permitirá acompanhar e registrar o histórico, a localização atual e a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/09/boi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um marco histórico. Nesta terça-feira, 17, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lançou o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos. A iniciativa tem como principais objetivos qualificar e aprimorar a rastreabilidade ao implementar um sistema de identificação individual que permitirá acompanhar e registrar o histórico, a localização atual e a trajetória de cada animal identificado.</p>
<p>A medida fortalecerá os programas de saúde animal, incrementará a capacidade de resposta a surtos epidemiológicos e reforçará o compromisso do Brasil com o cumprimento dos requisitos sanitários dos mercados internacionais. Além disso, fortalecerá o plano fortalecerá o<a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/governo-apresenta-elementos-oficiais-do-programa-de-rastreabilidade-do-para/" target="_blank" rel="noopener"> Sistema Oficial de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA</a>), que visa identificar individualmente bovinos e bubalinos em todo o Estado até 2026.</p>
<blockquote><p>“Não colocamos nenhum peso nos ombros de nenhum pecuarista brasileiro. Na realidade, o que nós estamos fazendo é prestar contas daquilo que eles já fazem, criando um sistema de rastreabilidade que ninguém no mundo tem. No controle sanitário, social e ambiental dos produtores, o regramento brasileiro é a régua mais alta do mundo”, destacou Fávaro.</p></blockquote>
<p>O Plano, liderado pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), contou com a participação de entidades do setor privado. A implementação será gradual e ocorrerá ao longo dos próximos sete anos. Entre 2024 e 2026, será construída a base de dados nacional. Entre 2027 e 2029, terá início a identificação individual dos animais, com a previsão de atingir todo o rebanho até 2032.</p>
<p>O ministro também pontuou que o objetivo é dar transparência ao sistema produtivo, uma vez que <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/china-deve-exigir-rastreabilidade-da-carne-a-partir-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">o mundo tem exigido a transparência de boas práticas,</a> sejam elas ambientais, sociais ou trabalhistas.</p>
<blockquote><p>&#8220;E nós temos essa capacidade. Não precisamos ter medo de abrir a rastreabilidade do nosso rebanho. Ninguém no mundo cumpre legislações tão restritivas como os produtores brasileiros. O Brasil avança definitivamente para os melhores mercados do mundo, sendo o país mais competitivo para fornecer proteína animal”, completou o ministro.</p></blockquote>
<p>Para o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart,  o plano  permitirá ir além das garantias sanitárias e oferecer mais segurança a todos os elos da cadeia produtiva. De acordo com ele, o objetivo é assegurar que o valor agregado dessa produção continue a beneficiar o setor como um todo.</p>
<p>A iniciativa representa um avanço fundamental para a rastreabilidade animal no Brasil, trazendo benefícios significativos à sanidade e à segurança agropecuária do país. Entre os principais impactos positivos estão: o fortalecimento dos programas de saúde animal, com monitoramento contínuo e preciso; o aprimoramento da capacidade de resposta a surtos epidemiológicos, contribuindo para a mitigação de riscos; e o reforço do compromisso do Brasil com as exigências sanitárias e de qualidade dos mercados internacionais, impulsionando a competitividade dos produtos agropecuários no comércio global.</p>
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		<title>GT Agricultura do G20 firma compromisso com produção sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Sep 2024 15:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[GT Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/area-recuperada-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Investir na agricultura regenerativa, na valorização de boas práticas e no uso de bioinsumos e de tecnologias mais eficientes no campo, como forma de garantir a segurança alimentar do planeta e enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Esses foram os compromissos pelo Grupo de Trabalho da Agricultura do G20, nesta sexta-feira, 13/9. Há cinco anos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/area-recuperada-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Investir na agricultura regenerativa, na valorização de boas práticas e no uso de bioinsumos e de tecnologias mais eficientes no campo, como forma de garantir a segurança alimentar do planeta e enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Esses foram os compromissos pelo Grupo de Trabalho da Agricultura do G20, nesta sexta-feira, 13/9. Há cinco anos sem conseguir chegar a um consenso sobre a pauta, os ministros da agricultura dos países que integram o bloco concordaram sobre o papel do setor no combate à fome no mundo e de frear o aquecimento global.</p>
<p>De Chapada dos Guimarães (60 km de Cuiabá), onde as reuniões acontecem, o titular do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlo Fávaro, explicou que as divergências foram superadas por um bem maior, pontuando que os compromissos darão um novo rumo à produção agropecuária e à pesca sustentável.</p>
<blockquote><p>“Não podemos criar um contrassenso. Se o combate à fome é uma prioridade, ele está atrelado a produção de mais alimentos com preços mais competitivos”, pontuou ao explicar que a declaração também prevê  oportunidades para pequenos produtores e para comunidades quilombolas e indígenas.</p></blockquote>
<p>Neste contexto, apontou a recuperação de áreas degradadas como ferramenta crucial, uma vez que a estratégia garante a intensificação da produção de alimentos sem a abertura de novas áreas de plantio sobre a Floresta Amazônica ou o Cerrado. A estratégia também faz parte do texto.</p>
<blockquote><p>“Tem duas formas, uma é a inclusão de novas tecnologias, que está na carta (Declaração Ministerial), mas também o modelo brasileiro de ocupar terras que podem e devem ser recuperadas. É uma geração de oportunidades ambientais e passa-se a produzir alimentos de qualidade em maior escala”, disse.</p></blockquote>
<p>Ao todo, foram realizadas quatro reuniões do GT Agricultura, nos meses de fevereiro, abril, maio e junho, finalizando agora em setembro com os encontros em Mato Grosso. A etapa final registrou o maior número de adesões de ministros desde a criação do Grupo de Trabalho, em 2011.</p>
<p>São 23 ministros e autoridades ministeriais e um total de 43 delegações participantes, incluindo os países membros e dos blocos integrantes do G20, convidados e organismos internacionais.</p>
<p>A Declaração Ministerial é uma condicionante em que todos os participantes se comprometem na implementação das medidas expostas no documento e serão levadas com mais força aos chefes de Estado para a reunião da Cúpula de Líderes em novembro.</p>
<p><em>Fonte: Gigante 163</em></p>
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		<title>Governo lança Plano Safra 2024/25 com mais de R$ 400 bilhões e incentivo a boas práticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 20:59:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[2024/25]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[redução da taxa de juros]]></category>
		<category><![CDATA[RenovAgro]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/agronegocio3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou na tarde desta terça-feira, 3, o Plano Safra 2024/25 com o valor recorde de R$ 400,59 bilhões em crédito para fomento à produção agropecuária em médias e grandes propriedades, um aumento de 10% em relação ao ano agrícola passado. Outro destaque é o incentivo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/agronegocio3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou na tarde desta terça-feira, 3, o Plano Safra 2024/25 com o valor recorde de R$ 400,59 bilhões em crédito para fomento à produção agropecuária em médias e grandes propriedades, um aumento de 10% em relação ao ano agrícola passado. Outro destaque é o incentivo dado na forma de desconto na taxa de juros para quem possui certificação em atividades sustentáveis.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), a medida chamada de “custeio sustentável” garante a redução de 0,5% nos juros de operações de custeio para produtores com certificação válida nos programas Produção Integrada (PI Brasil); Programa de Boas Práticas Agrícolas (BPA); Programa de Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), incluindo os atendidos pelo Programa ABC, nos últimos cinco anos agrícolas; e quem mantém produção orgânica certificada.</p>
<p>Os produtores rurais participantes do RenovAgro, por exemplo, podem utilizar os recursos para financiar a recuperação de áreas e de pastagens degradadas, a implantação e a ampliação de sistemas de integração lavoura-pecuária-florestas (ILPF), a adoção de práticas conservação e o manejo e proteção dos recursos naturais.</p>
<p>Os empreendimentos com Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado têm direito também a uma redução adicional de 0,5% nos juros. Dessa forma, os negócios com melhores práticas ambientais podem ter um desconto de até 1% na taxa. O desconto só será aplicado a partir de 2 de janeiro de 2025.</p>
<blockquote><p>“O cuidado que a gente tiver com a qualidade do produto que a gente produzir, com a preservação ambiental, com as nossas nascentes que geram água potável é o que vai garantir valor agregado nos nossos produtos agrícolas no mundo inteiro”, destacou o presidente Lula durante a cerimônia realizada em Brasília (DF).</p></blockquote>
<p>Do total de R$ 400,59 bilhões em crédito para a agricultura empresarial, R$ 293,29 bilhões são para custeio e comercialização e R$ 107,3 bilhões para investimentos, com taxas de juros que variam de 7% a 12%, sendo que as condições mais vantajosas são para os produtores dos programas RenovAgro Ambiental e Recuperação e Conversão de Pastagens, que facilita o financiamento para reparação ambiental em área embargadas para que elas possam entrar na legalidade.</p>
<blockquote><p>“É um Plano Safra completamente aderente ao Plano de Transformação Ecológica do Brasil. Essa ideia de financiar a juros baixos a recuperação de terra degradada e recolocar essa terra a serviço da produção tanto de alimentos quanto de grãos exportáveis ou mesmo de pasto é uma das principais demandas do mundo em relação ao Brasil no que diz respeito à agropecuária”, pontuou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.</p></blockquote>
<p>Além disso, os produtores contam com R$ 108 bilhões em recursos de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) para emissão de Cédulas do Produto Rural (CPR), totalizando R$ 508,59 bilhões disponíveis para o desenvolvimento do setor. As CPR são títulos de penhor que representam a promessa de entrega futura de produto agropecuário e serve como instrumento de financiamento da cadeia produtiva do agronegócio, atendendo inclusive associações e cooperativas.</p>
<p>Aliado ao Plano Safra empresarial, o Governo anunciou em outra cerimônia o Plano Safra da Agricultura Familiar, que conta com recursos de R$ <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/com-r-76-bilhoes-plano-safra-da-agricultura-familiar-24-25-foca-na-producao-organica-e-agroecologica/">76 bilhões restantes para o fortalecimento e modernização da produção de alimentos entre pequenos produtores.</a></p>
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		<title>Ministro articula com sistema bancário apoio a produtores rurais que adotam práticas sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 15:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[produtores]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/favaro-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Prestes a lançar o Plano Safra 2023/2024, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) discutiu com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) formas de incentivos para que produtores rurais brasileiros que adotam boas práticas no agronegócio tenham benefício bancário. Uma das possibilidades debatidas em reunião na manhã desta segunda-feira (23) em São Paulo foi o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/favaro-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p dir="ltr">Prestes a lançar o Plano Safra 2023/2024, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) discutiu com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) formas de incentivos para que produtores rurais brasileiros que adotam boas práticas no agronegócio tenham benefício bancário. Uma das possibilidades debatidas em reunião na manhã desta segunda-feira (23) em São Paulo foi o desconto na pontualidade do pagamento do crédito obtido.</p>
<p dir="ltr">O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, os  assessores especiais do ministro Carlos Ernesto Augustin e José Angelo Mazzillo, a chefe da assessoria especial de Comunicação do Mapa, Carla Madeira, e a superintendente de Agricultura e Pecuária no Estado de São Paulo, Andréa Moura, participaram da reunião. O presidente da Febraban, Isaac Sidney, disse que essa é a primeira vez que um ministro do Agricultura e Pecuária se reúne com os bancos para discutir  Plano Safra e confirmou que o grupo se alinhará à proposta do governo federal no sentido de apoiar uma agropecuária mais sustentável.</p>
<p dir="ltr">De acordo com Fávaro, o Mapa deverá preparar uma resolução que viabilize a operacionalização do benefício pelo sistema bancário. As instituições privadas informaram que cada uma tem um perfil diferente direcionado ao agronegócio e que o modelo não poderá ser engessado para não  dificultar as medidas de incentivo.</p>
<p dir="ltr">Fávaro afirmou que medidas estruturais poderão ser adotadas no ano que vem e que gostaria do apoio da Febraban já para o lançamento do próximo Plano Safra, que deve ocorrer nas próximas semanas. “A gente tem que premiar o produtor que está fazendo sua parte. Ele precisa ser reconhecido”, afirmou o ministro.</p>
<p dir="ltr">O uso de bioinsumos e a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) foram algumas das tecnologias mencionadas no encontro, já que permitem produzir de forma mais sustentável. Fávaro lembrou que o simples fato de o Brasil produzir de duas a três safras anuais na mesma área também é um indicativo de uma agricultura que busca conter impactos.</p>
<p dir="ltr">A intenção do Ministério da Agricultura e Pecuária é que todo o Plano Safra 2023/2024 seja focado no Programa ABC + (Agricultura de Baixo Carbono), uma iniciativa que valoriza práticas sustentáveis para a produção rural. A resolução que será preparada deve indicar também formas de comprovação das boas práticas agropecuárias. A Febraban sugeriu que o Mapa indique algumas diretrizes, mas que as instituições tenham autonomia para adotar formas de controle.</p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Mapa</em></p>
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		<title>Assista: saiba como evitar contaminação da pimenta-do-reino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 18:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[#pimenta do reino]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Salmonella]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/pimenta-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A contaminação da pimenta-do-reino pela bactéria Salmonella sp pode se dar em diferentes etapas da produção. Mas com boas práticas e atividades simples e acessíveis é possível evitar e melhorar a qualidade do produto. Este é o conteúdo de novo vídeo lançado pela Embrapa Amazônia Oriental, com o apoio da empresa Tropoc, para orientar produtores e técnicos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/pimenta-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A contaminação da pimenta-do-reino pela bactéria <em>Salmonella </em>sp pode se dar em diferentes etapas da produção. Mas com boas práticas e atividades simples e acessíveis é possível evitar e melhorar a qualidade do produto. Este é o conteúdo de novo vídeo lançado pela Embrapa Amazônia Oriental, com o apoio da empresa Tropoc, para orientar produtores e técnicos sobre medidas de prevenção da contaminação da pimenta paraense.</p>
<p>O Pará é o segundo maior produtor nacional de pimenta-do-reino com uma produção de 36.156 toneladas, em 2020, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As maiores produções se concentram nos municípios de Tomé-Açu, Baião, Mocajuba, Igarapé-Açu e Capitão Poço, e envolvem, principalmente, agricultores familiares.</p>
<p>Os especialistas afirmam que a contaminação pela bactéria pode acontecer na colheita, pós-colheita até nos <em>containers</em> para exportação. Mas com boas práticas e atividades simples e acessíveis é possível evitar e melhorar a qualidade do produto. Uma delas é cercar a área de secagem dos grãos para evitar o contato com pequenos animais.</p>
<p><iframe title="Boas práticas para minimizar a contaminação por Salmonella sp" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/H_QIhADxj4c?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.paraterraboa.com" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Fonte: Embrapa</em></p>
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