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	<title>BNDES &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>BNDES &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Pará perde R$ 29 milhões em crédito rural por alertas de desmatamento ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 12:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/desmate-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O BNDES rejeitou mais de R$ 1,1 bilhão em pedidos de crédito rural nos últimos três anos devido a indícios de desmatamento ilegal. O Pará teve R$ 29 milhões em financiamentos negados entre 2023 e 2026, o que representa 1,2% do total de solicitações paraenses. O Pará registrou 45 alertas ativos de desmatamento (1,6% dos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/desmate-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="container">
<div id="model-response-message-contentr_2880307e1bb1c666" class="markdown markdown-main-panel enable-updated-hr-color" dir="ltr" style="--animation-duration: 400ms; --fade-animation-function: ease-out;" aria-live="polite" aria-busy="false">
<ul>
<li>
<p data-path-to-node="1,0,0">O BNDES rejeitou mais de R$ 1,1 bilhão em pedidos de crédito rural nos últimos três anos devido a indícios de desmatamento ilegal.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,1,0">O Pará teve R$ 29 milhões em financiamentos negados entre 2023 e 2026, o que representa 1,2% do total de solicitações paraenses.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,2,0">O Pará registrou 45 alertas ativos de desmatamento (1,6% dos pedidos locais), superando a média nacional que ficou em 1%.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,3,0">A fiscalização, feita em parceria com o MapBiomas, evitou o repasse de quase R$ 1 million por dia a propriedades irregulares desde 2023.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="1,4,0">O BNDES bloqueia o crédito para o produtor que tiver embargos do Ibama em <i data-path-to-node="1,4,0" data-index-in-node="95">qualquer</i> propriedade em seu nome, superando as exigências padrão do Banco Central.</p>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="7">Durante a Semana do Meio Ambiente, o BNDES divulgou um balanço robusto que mostra o impacto da rigidez climática no bolso do produtor: mais de <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="143">R$ 1,1 bilhão</b> em pedidos de financiamento foram rejeitados nos últimos três anos por indícios de desmatamento ilegal. A fiscalização, feita em parceria com o MapBiomas, evitou o equivalente a <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="335">R$ 1 milhão por dia</b> em créditos irregulares desde 2023.</p>
<p data-path-to-node="8">O <b data-path-to-node="8" data-index-in-node="2">Pará ganhou destaque negativo</b> nesse cenário. No estado, o banco negou a liberação de <b data-path-to-node="8" data-index-in-node="87">R$ 29 milhões</b> em financiamentos para produtores rurais entre fevereiro de 2023 e abril de 2026. O volume barrado representa 1,2% de todas as solicitações de empréstimo dos paraenses. Em termos de irregularidades, o Pará registrou 45 alertas ativos, o que equivale a 1,6% dos pedidos locais — uma taxa acima da média nacional, que ficou em 1%.</p>
<blockquote data-path-to-node="9">
<p data-path-to-node="9,0">“O BNDES valoriza a produção sustentável e ética, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou&#8221;, afirmou Aloizio Mercadante, presidente do banco.</p>
</blockquote>
<h3 data-path-to-node="10">O mapa dos bloqueios</h3>
<p data-path-to-node="11">A nível regional, o Norte e o Nordeste lideraram os bloqueios operacionais, ambos registrando os maiores percentuais de volume de financiamento evitado (1,7% de rejeição sobre o total solicitado).</p>
<ul data-path-to-node="12">
<li>
<p data-path-to-node="12,0,0"><b data-path-to-node="12,0,0" data-index-in-node="0">Norte e Nordeste:</b> Tiveram o maior rigor nas travas financeiras. O Nordeste ainda registrou a maior taxa de alertas ativos do país (3% das solicitações). O estado do Amazonas teve a maior alta percentual em verbas travadas, com 5,4% dos R$ 29,4 milhões solicitados sendo negados.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,1,0"><b data-path-to-node="12,1,0" data-index-in-node="0">Sul e Centro-Oeste:</b> No Sul, foram evitados 0,8% dos R$ 73,2 bilhões solicitados. Já no Centro-Oeste, o BNDES bloqueou 0,7% dos R$ 29,7 bilhões demandados pelos produtores.</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="12,2,0"><b data-path-to-node="12,2,0" data-index-in-node="0">Sudeste:</b> Apresentou os melhores indicadores de conformidade ambiental, com apenas 0,5% do crédito bloqueado de um total de R$ 23 bilhões solicitados.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-path-to-node="13">Regras mais duras que o Banco Central</h3>
<p data-path-to-node="14">O cerco do BNDES funciona através de um filtro muito mais rigoroso do que as exigências tradicionais do Manual de Crédito Rural (MCR) do Banco Central. Enquanto o BC veda o crédito apenas se o embargo ambiental estiver localizado na área exata que vai receber o dinheiro, o BNDES <b data-path-to-node="14" data-index-in-node="280">bloqueia o produtor por completo</b>: se o beneficiário tiver qualquer embargo vigente listado pelo Ibama em <i data-path-to-node="14" data-index-in-node="385">qualquer</i> propriedade de seu nome, ele perde o direito ao financiamento em toda a rede parceira do banco, até que regularize sua situação jurídica.</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Cadeias produtivas da Amazônia terão R$ 96,6 milhões do Fundo Clima</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cadeias-produtivas-da-amazonia-terao-r-966-milhoes-do-fundo-clima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 12:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[cadeias produtivas]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/acai99-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cadeias produtivas de recursos naturais da Amazônia, como o cupuaçu, o açaí e o pirarucu, receberão investimentos de R$ 96,6 milhões, por meio do Programa Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, anunciado nesta terça-feira, 9, em Brasília. A iniciativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será promovida com recursos do Fundo Amazônia e esforços dos ministérios [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/acai99-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cadeias produtivas de recursos naturais da Amazônia, como o cupuaçu, o açaí e o pirarucu, receberão investimentos de R$ 96,6 milhões, por meio do Programa Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, anunciado nesta terça-feira, 9, em Brasília.</p>
<p>A iniciativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) será promovida com recursos do Fundo Amazônia e esforços dos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).</p>
<p>O programa será executado em dois anos com o objetivo de ampliar a oferta dos produtos da floresta ao mercado consumidor, diversificar o cardápio regional pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e intensificar o fornecimento de alimentos com origem na sociobiodiversidade e agricultura familiar ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).</p>
<blockquote><p>&#8220;É um legado que nós do governo brasileiro precisamos deixar para os povos da floresta. Os produtos da sociobiodiversidade precisam ter a divulgação e merecem ter a visibilidade que têm outros produtos importantes para a economia do Brasil”, declarou o presidente da Conab, João Edegar Pretto.</p></blockquote>
<p>A iniciativa vai contemplar 32 projetos de cooperativas e associações da Amazônia Legal, que reúnam silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades quilombolas.</p>
<p>Cada proposta poderá receber investimentos de até R$ 2,5 milhões para aquisição de equipamentos e infraestrutura capazes de impulsionar a comercialização de produtos da floresta em mercados consumidores.</p>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é o responsável pela gestão do Fundo Amazônia. De acordo com a diretora socioambiental da instituição, Tereza Campello, o investimento foi viabilizado por um esforço grande para diminuir o desmatamento e reestruturar os recursos do fundo, permitindo investimentos que somarão um total de R$ 2,2 bilhões em 2025.</p>
<blockquote><p>“Nessa iniciativa da Conab são quase R$100 milhões para uma agenda estratégica que chega na ponta às nossas comunidades e que também vai viabilizar uma plataforma onde a gente passe a ter de forma profissional e organizada todos os dados da sociobiodiversidade que temos na Amazônia”, concluiu Tereza Campello.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Acordos na COP30 garantem R$ 20,86 bilhões para projetos sustentáveis no Brasil</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/acordos-na-cop30-garantem-r-2086-bilhoes-para-projetos-sustentaveis-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 14:58:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[fundo clima]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[projetos sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54919185059_1b7b87636e_c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta quarta-feira (12), durante a COP30, em Belém, a assinatura de acordos que somam R$ 20,86 bilhões com bancos de desenvolvimento da Europa, Japão e América Latina. Os recursos vão financiar projetos sustentáveis no Brasil, nas áreas de energia renovável, mobilidade urbana, crédito a pequenas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/54919185059_1b7b87636e_c-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta quarta-feira (12), durante a COP30, em Belém, a assinatura de acordos que somam R$ 20,86 bilhões com bancos de desenvolvimento da Europa, Japão e América Latina.</p>
<p>Os recursos vão financiar projetos sustentáveis no Brasil, nas áreas de energia renovável, mobilidade urbana, crédito a pequenas empresas e ações de combate às mudanças climáticas.</p>
<p>O maior aporte, de US$ 2,25 bilhões (R$ 11,93 bilhões), veio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), principal banco regional de fomento da América Latina e Caribe. O montante será distribuído em três frentes:</p>
<ul>
<li>US$ 500 milhões (R$ 2,65 bilhões): para o Fundo Clima, voltados ao financiamento de iniciativas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.</li>
<li>US$ 1 bilhão (R$ 5,3 bilhões): para projetos de modernização e inovação de micro, pequenas e médias empresas nos biomas Amazônia, Cerrado, Caatinga e Pantanal.</li>
<li>US$ 750 milhões (R$ 3,98 bilhões): para ampliar o acesso ao crédito para pequenos empreendedores na Amazônia, estimulando a produtividade e a geração de empregos.</li>
</ul>
<h3><strong>Acordos com a Europa e o Japão</strong></h3>
<p>Da Europa, ficou acertada a liberação de 1 bilhão de euros (R$ 6,15 bilhões) para a redução de emissões de gases de efeito estufa e à adaptação climática por um consórcio de instituições. No grupo estão o KfW (banco público de desenvolvimento da Alemanha), a AFD (agência de fomento francesa) e a CDP (instituição financeira pública da Itália).</p>
<p>Em outro acordo com o KfW (Kreditanstalt für Wiederaufbau), o BNDES ainda contará com um adicional de 280 milhões de euros (R$ 1,72 bilhão), para financiar projetos de mobilidade urbana e energia renovável, com foco em geração solar e eólica.</p>
<p>Outros US$ 200 milhões (R$ 1,06 bilhão) serão disponibilizados pelo JBIC (Banco Japonês de Cooperação Internacional), voltados a apoiar investimentos sustentáveis no exterior. Os recursos vão financiar projetos de energia limpa, como o combustível sustentável de aviação (SAF) e bioetanol, além de promover cooperação técnica em proteção ambiental e mudanças climáticas.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto de R$ 135 milhões vai transformar áreas degradadas em agroflorestas de cacau</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/projeto-de-r-135-milhoes-vai-transformar-areas-degradadas-em-agroflorestas-de-cacau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
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		<category><![CDATA[SAFs]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/AGROFLORESTA2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um projeto inovador pretende gerar renda para agricultores e, ao mesmo tempo, recuperar 2,75 mil hectares de áreas degradadas. A iniciativa do Grupo Belterra envolve a implantação de sistemas agroflorestais (SAFs), com base no cacau, em parceria com pequenos e médios produtores rurais da Bahia, do Pará, de Rondônia e de Mato Grosso. O projeto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/AGROFLORESTA2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um projeto inovador pretende gerar renda para agricultores e, ao mesmo tempo, recuperar 2,75 mil hectares de áreas degradadas. A iniciativa do Grupo Belterra envolve a implantação de sistemas agroflorestais (SAFs), com base no cacau, em parceria com pequenos e médios produtores rurais da Bahia, do Pará, de Rondônia e de Mato Grosso.</p>
<p>O projeto conta com um investimento total de R$ 135 milhões, sendo R$ 100 milhões viabilizados com recursos do Fundo Clima, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), além de um aporte de R$ 15 milhões em recursos próprios do Grupo Belterra e mais R$ 20 milhões captados junto ao Amazon Biodiversity Fund (ABF).</p>
<p>O contrato para o projeto foi assinado na manhã desta sexta-feira (10), durante o seminário “BNDES Florestas do Brasil por todo o planeta”, na sede da instituição, no Rio de Janeiro. O evento serviu de palco para o lançamento do BNDES Florestas, plataforma que organizará as iniciativas do banco no setor.</p>
<p>Os SAFs buscam mesclar, em uma mesma área, diferentes culturas agrícolas e espécies florestais capazes de estabelecer uma relação harmônica. Um sistema bem-sucedido garante o uso sustentável da terra, o aumento da produtividade e maior resiliência das paisagens agrícolas. Sua implantação valoriza a natureza, preserva o ecossistema e gera um produto de alta qualidade.</p>
<h3>Cacau como fonte de renda e restauração</h3>
<p>Com polos operacionais em diferentes estados, o Grupo Belterra espera plantar 2,9 milhões de mudas neste novo projeto. O cacau é a principal fonte de renda &#8211; uma espécie de ciclo longo com produção a partir de três anos e altíssima demanda no mercado internacional. Além do cacau, são previstas receitas com a plantação de mandioca e banana, espécies que possuem um ciclo mais curto.</p>
<p>Os agricultores parceiros terão acesso a financiamento e assistência técnica para a implantação do SAF. Além disso, contarão com a garantia de escoamento da produção, o que lhes dá maior previsibilidade de renda e menor exposição aos riscos climáticos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso modelo de negócio busca superar os principais desafios para a implantação deste tipo projeto. Além de oferecer novos arranjos produtivos como alternativa para pequenos agricultores, são empreendidos esforços para conectar a produção à demanda de grandes empresas do setor alimentício. Essa abordagem viabiliza a reparação dos danos ambientais e a restauração das terras degradadas, ao mesmo tempo em que traz sustentabilidade econômica para o agricultor&#8221;, explicou Valmir Ortega, CEO da Belterra Agroflorestas.</p></blockquote>
<p>Outro resultado esperado é a remoção de emissões anuais de 232,5 mil toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e/ano), o que permite a originação de créditos de carbono pelo projeto.</p>
<p>O Fundo Clima, criado em 2009 e vinculado ao MMA, acolheu o projeto do Grupo Belterra na modalidade Florestas Nativas e Recursos Hídricos. Esta modalidade prevê o apoio à conservação, recuperação e gestão responsável de florestas e a promoção da mitigação climática, da sustentabilidade ambiental e da resiliência às mudanças climáticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Agricultura familiar receberá R$ 60 milhões para produção de bioinsumo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/agricultura-familiar-recebera-r-60-milhoes-para-producao-de-bioinsumo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 17:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[agricutura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumo]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura_familiar_2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cooperativas da agricultura familiar vão ganhar um aporte de até R$ 60 milhões em recursos não reembolsáveis como apoio para a produção e multiplicação de bioinsumos. O BNDES Bioinsumo, que conta com apoio do BNDES Fundo Socioambiental e colaboração técnica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), tem o objetivo de possibilitar a transição tecnológica [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura_familiar_2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cooperativas da agricultura familiar vão ganhar um aporte de até R$ 60 milhões em recursos não reembolsáveis como apoio para a produção e multiplicação de bioinsumos.</p>
<p>O BNDES Bioinsumo, que conta com apoio do BNDES Fundo Socioambiental e colaboração técnica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), tem o objetivo de possibilitar a transição tecnológica para o uso de bioprodutos, promovendo a produção de alimentos saudáveis de forma integrada a agroecossistemas.</p>
<blockquote><p>&#8216;Além de contribuir com o aumento da produção de alimentos saudáveis, garantindo a segurança e soberania alimentar e nutricional, essa iniciativa fortalece a geração de renda de cooperativas da agricultura familiar, ao ampliar o acesso aos bioinsumos, com menores custos e maior produtividade”, avaliou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<p>Uma chamada pública com abrangência nacional, com prioridade para as regiões Norte e Nordeste, irá selecionar os projetos.</p>
<p>Bioinsumos são produtos de origem biológica, como microrganismos e extratos vegetais, usados para melhorar o crescimento e a saúde de sistemas agrícolas, animais, aquícolas e florestais. O programa apoiará diversas categorias, como inoculantes, bioestimulantes, microrganismos para controle de pragas, insetos, biofertilizantes de biomassa vegetal e de resíduos orgânicos.</p>
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		<item>
		<title>Fundo Amazônia aprova R$ 1 bilhão no 1º semestre de 2025 e bate recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 20:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[conservação ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[restauração ecológica]]></category>
		<category><![CDATA[uso sustentável das florestas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/CAR-PCT-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgaram nesta segunda-feira, 16, que somente no primeiro semestre deste ano o Fundo Amazônia já aprovou R$ 1,189 bilhão para projetos de conservação e o uso sustentável das florestas na região. Este é o melhor [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/CAR-PCT-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) divulgaram nesta segunda-feira, 16, que somente no primeiro semestre deste ano o Fundo Amazônia já aprovou R$ 1,189 bilhão para projetos de conservação e o uso sustentável das florestas na região. Este é o melhor resultado do Fundo em toda a história.</p>
<p>O resultado é superior aos R$ 947 milhões aprovados em 2024, que era o maior volume liberado até então. De acordo com o Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA), os números históricos refletem os ganhos de escala, o novo ritmo de aprovação e o foco nos projetos estruturantes e estratégicos. Desde 2009, foram aprovados 133 projetos, dos quais 31 (23,3%) ocorreram nos últimos dois anos.</p>
<blockquote><p>“Estamos estruturando iniciativas que fortalecem políticas públicas e apoiam diretamente quem está na linha de frente do combate ao desmatamento e da proteção ambiental. O Fundo Amazônia é hoje um pilar fundamental da política ambiental brasileira e prova que é possível conciliar governança, escala e ação concreta”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<p>Criado em 2008, o Fundo Amazônia viabiliza o apoio nacional e internacional a projetos nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins e parte do Maranhão. O Reino Unido, a Noruega, os Estados Unidos, a Alemanha e a Dinamarca são os principais doadores de recursos.</p>
<p>De 2009 até junho deste ano, o volume aprovado foi de R$ 5,6 bilhões e o desembolso chegou a R$ 2,7 bilhões. A diferença entre os valores se deve ao período necessário para a estruturação, contratação e execução dos projetos, já que os recursos são desembolsados conforme sua implementação.</p>
<h3>Restaura Amazônia</h3>
<p>Entre as principais iniciativas atuais estão o programa Restaura Amazônia, voltado a projetos de restauração ecológica e produtiva com recursos da ordem de R$ 450 milhões; o programa Fortalecimento da Fiscalização Ambiental para o Controle do Desmatamento Ilegal na Amazônia (FORTFISC) com investimento de R$ 825 milhões; e Amazônia na Escola, que investe R$ 332 milhões para levar a produção de agricultores familiares a escolas da rede pública. No Pará, são 18 projetos com apoio do Fundo Amazônia em execução atualmente.</p>
<blockquote><p>“O incentivo às atividades sustentáveis promove melhorias significativas na qualidade de vida das pessoas que mantêm a floresta em pé e contribui para o desenvolvimento e fortalecimento de uma economia cooperativa e sustentável, em substituição a modelos predatórios. Já as ações de comando e controle são fundamentais para conter o desmatamento e os crimes conexos”, ressaltou a diretora do BNDES, Tereza Campelo.</p></blockquote>
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		<title>Mais de R$ 806 milhões em crédito foram negados para desmatadores em dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 19:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal. A negativa do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está de olho nos dados de monitoramento sobre o desmatamento no Brasil e tem bloqueado recursos para quem pratica esse crime. Segundo o balanço da instituição, desde 2023 já são R$ 806,3 milhões de financiamentos negados a produtores rurais que promoveram desmatamento ilegal.</p>
<p>A negativa do crédito ocorre com base em dados compartilhados entre o MapBiomas e o banco. No total, foram 3.723 alertas de desmatamento registrados desde fevereiro de 2023 que impediram o acesso dos desmatadores aos recursos. Somente no mês de abril, foram quase R$ 25 milhões em financiamento evitado.</p>
<blockquote><p>&#8220;A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas&#8221;, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</p></blockquote>
<p>A medida tem efeito sobre operações de crédito rural em programas agropecuários do governo federal com juros equalizados, a linha BNDES Crédito Rural e as que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central.</p>
<blockquote><p>“O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou&#8221;, reforça Mercadante.</p></blockquote>
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		<title>Irlanda anuncia sua primeira doação ao Fundo Amazônia: R$ 91 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 14:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/rios_floresta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Fundo Amazônia vai receber da Irlanda uma doação de R$ 91 milhões nos próximos 3 anos.  O Fundo Amazônia é a maior iniciativa mundial para redução de emissões por desmatamento e degradação florestal. “O importante apoio da Irlanda representa um reconhecimento dos bons resultados alcançados pelo Brasil no combate ao desmatamento, e permitirá ao [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/rios_floresta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Fundo Amazônia vai receber da Irlanda uma doação de R$ 91 milhões nos próximos 3 anos.  O Fundo Amazônia é a maior iniciativa mundial para redução de emissões por desmatamento e degradação florestal.</p>
<blockquote><p>“O importante apoio da Irlanda representa um reconhecimento dos bons resultados alcançados pelo Brasil no combate ao desmatamento, e permitirá ao país avançar ainda mais nesta agenda e no enfrentamento à mudança do clima”, disse a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.</p></blockquote>
<p>Em um ano considerado decisivo para as ações de combate às mudanças climáticas, com a realização da COP30 em Belém em novembro, a adesão da Irlanda reforça a estratégia brasileira com a retomada do fundo. Apenas em 2024, foram incorporados ao fundo Amazônia cerca de R$ 1 bilhão em doações contratadas em 2023 e 2024 de seis diferentes países.</p>
<h3>O que é o Fundo Amazônia</h3>
<p>O Fundo Amazônia concede apoio não reembolsável a ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal – ou ainda no desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros ou países tropicais, no limite de até 20% dos recursos do Fundo.</p>
<p>Sob gestão do BNDES em coordenação do MMA, apoiando a execução do Plano de Ação para prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), o Fundo tem uma carteira de 123 projetos apoiados, no valor total de R$ 3,1 bilhões, já tendo desembolsado R$ 1,9 bilhão, sendo mais de R$ 200 milhões somente em 2024.</p>
<p>Sete países já realizaram doações ao Fundo: Noruega, Alemanha, EUA, Reino Unido, Dinamarca, Suíça e Japão, além da Petrobras, superando R$ 4,5 bilhões em doações ao longo dos 16 anos de atuação, aos quais se junta a Irlanda.</p>
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		<title>BNDES e UFPA firmam parceria para criação de espaço para atividades da COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 19:03:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[conjunto arquitetônico dos Mercedários]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio cultural]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/casa-bndes-cop30-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Universidade Federal do Pará (UFPA) firmaram nesta quarta-feira, 12, em Belém, um termo de cooperação para a criação da Casa BNDES na COP30 no complexo arquitetônico dos Mercedários. O investimento no projeto será de R$ 36,3 milhões por meio da Lei Federal de Incentivo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/casa-bndes-cop30-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Universidade Federal do Pará (UFPA) firmaram nesta quarta-feira, 12, em Belém, um termo de cooperação para a criação da Casa BNDES na COP30 no complexo arquitetônico dos Mercedários. O investimento no projeto será de R$ 36,3 milhões por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.</p>
<p>O espaço deve concentrar programações do Banco durante a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre de 10 a 21 de novembro. Para o evento, estão previstas a conclusão da restauração de parte do Mercedários UFPA e toda a pintura externa do conjunto. As obras seguem até junho de 2027, com a etapa de restauro focada na Igreja de Nossa Senhora das Mercês.</p>
<blockquote><p>&#8220;Investir em restauração de patrimônio histórico é uma das prioridades do BNDES, uma decisão ousada que nos dá muito orgulho. O BNDES é um dos grandes financiadores do patrimônio nacional. Tenho certeza de que estamos no caminho certo. O Brasil tem um patrimônio histórico riquíssimo, importantíssimo, muitas dessas estruturas em risco, e a gente fazendo esses investimentos, nós estamos nos antecipando para evitar outras tragédias, como o Museu Nacional”, afirmou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p></blockquote>
<p>O Banco é um dos principais financiadores das obras estruturantes para a COP30. Foram liberados mais de R$ 1 bilhão para obras de macrodrenagem e urbanização, com projetos nas bacias do Tucunduba e Murutucu, melhorias no Terminal Hidroviário e no Hangar.</p>
<p>Além disso, órgãos como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) aplicou R$ 230 milhões em incentivos a centros avançados de pesquisa e parcerias internacionais, R$ 120 milhões para a implantação do Museu das Amazônias e recursos para melhorias no Museu Emílio Goeldi e construção de infovias para aprimorar as redes de comunicação na região.</p>
<blockquote><p>“Nós não estamos fazendo uma maquiagem. Estamos reestruturando a cidade e deixando um legado para o futuro após a COP 30”, destacou Tereza Campello.</p></blockquote>
<h3>Patrimônio histórico</h3>
<p>O complexo dos Mercedários UFPA está localizado no centro histórico de Belém e já passa por obras de restauro contempladas na chamada pública Resgatando a História com o valor de R$ 46 milhões. O local desenvolve atividades acadêmicas e científicas e contará com uma galeria de arte, uma livraria, o Museu de Ciências do Patrimônio Cultural, um projeto de ensino da Escola de Música da UFPA, e um novo auditório com capacidade para 175 pessoas.</p>
<figure id="attachment_33167" aria-describedby="caption-attachment-33167" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-33167 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1024x682.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-33167" class="wp-caption-text">O Mercedários abriga um dos mais antigos conventos do Brasil. Foto: Diego Formiga / Divulgação BNDES</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Aqui, desenvolvemos ações acadêmicas, científicas e de extensão. O projeto de restauração desse espaço, que está em pleno curso graças ao apoio de muitos parceiros, incluindo o BNDES, é, para a UFPA, motivo de muita alegria, pois garante a consolidação desse local também como um espaço de exaltação da nossa história”, ressaltou o reitor da universidade, Gilmar Pereira da Silva.</p></blockquote>
<p>O conjunto arquitetônico em restauração abrange a Igreja de Nossa Senhora das Mercês (propriedade da Arquidiocese) e o antigo Convento dos Mercedários, propriedade da União cedida à UFPA. Construído originalmente em 1640 e refeito em 1748, o complexo dos Mercedários é um dos mais importantes conventos coloniais da Amazônia e um dos maiores conjuntos arquitetônicos no contexto da Região Norte do Brasil.</p>
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		<title>Convênio investe US$ 1 milhão em restauração de florestas na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 15:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[BID]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[restauração]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram Carta Convênio para estruturar projetos de parcerias entre estados e iniciativa privada que fortaleçam a bioeconomia da Amazônia, priorizando o manejo sustentável e a restauração de florestas públicas estaduais.  A assinatura resultará num aporte de US$ 1 milhão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/floresta30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram Carta Convênio para estruturar projetos de parcerias entre estados e iniciativa privada que fortaleçam a bioeconomia da Amazônia, priorizando o manejo sustentável e a restauração de florestas públicas estaduais.  A assinatura resultará num aporte de US$ 1 milhão (R$ 6 milhões) do BID para a iniciativa.</p>
<p>As instituições já atuam de forma conjunta para viabilizar a implementação de projetos ambientais na região. Até o momento, o BID disponibilizou US$ 3 milhões (R$ 18 milhões) para financiar iniciativas de sustentabilidade, enquanto o BNDES destinou R$ 30 milhões com o intuito de mitigar riscos financeiros aos estados da federação.</p>
<blockquote><p>“Hoje, entendemos muito melhor o importante vínculo entre a vida das pessoas, a economia do Brasil e a proteção de áreas de floresta. É um grande orgulho estar aqui e dar mais um passo para, de forma muito concreta, fomentar o reflorestamento de áreas federais e subnacionais”, afirmou a chefe da Representação do BID no Brasil, Annette Killmer.</p></blockquote>
<p>Além do suporte financeiro, as equipes técnicas dos dois bancos de fomento também oferecerão expertise, fruto de experiências acumuladas em diversos projetos em diferentes setores e níveis de governo, garantindo a qualidade e a eficiência na execução das ações.</p>
<p>Essa parceria se integra a outros investimentos já destinados a projetos federais, sob a coordenação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), ampliando o alcance e o impacto das políticas públicas voltadas à preservação e ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.</p>
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