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	<title>Belterra &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Belterra &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Bioeconomia em áreas degradadas cria produção sustentável no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[recuperação de áreas degradadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/IMG_20191210_085419031_HDR-1024x768-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em uma antiga área de pasto, na zona rural de Canaã dos Carajás, no Pará, está instalada uma fazenda-laboratório da Belterra Agroflorestas. É nesta fazenda, chamada de São Francisco, que a Belterra desenvolve um trabalho de restauração de pastagens por meio de um sistema agroflorestal (SAF) para o cultivo de cacau. Nesse sistema agroflorestal, próximo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/IMG_20191210_085419031_HDR-1024x768-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em uma antiga área de pasto, na zona rural de Canaã dos Carajás, no Pará, está instalada uma fazenda-laboratório da Belterra Agroflorestas. É nesta fazenda, chamada de São Francisco, que a Belterra desenvolve um trabalho de restauração de pastagens por meio de um sistema agroflorestal (SAF) para o cultivo de cacau.</p>
<p>Nesse sistema agroflorestal, próximo à Floresta Nacional dos Carajás, diferentes culturas coexistem. O plantio de bananeiras, por exemplo, é usado para criar um ambiente favorável, com bastante sombra, para o crescimento do cacau e das espécies florestais.</p>
<p>Apoiada pela Vale desde 2020 e, mais recentemente, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio do Fundo Clima, a Belterra é um exemplo de empresa que começou como startup e que tem se dedicado a recuperar áreas degradadas com sistemas agroflorestais (SAFs).</p>
<p>Além de movimentar a economia da região, esse projeto ajuda a promover a restauração florestal, conectando pequenos e médios produtores ao mercado de créditos de carbono.</p>
<h3>Produção sustentável</h3>
<p>Só na região amazônica há atualmente 789 startups que produzem um impacto positivo sobre a floresta, segundo a plataforma Jornada Amazônia. Mas elas não são as únicas. Outras cadeias produtivas ligadas à floresta, à agroecologia, à bioeconomia e à agricultura familiar também estão impulsionando a economia e a geração de renda na região amazônica, especialmente no Pará.</p>
<p>A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que é vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por exemplo, tem desenvolvido mais de 40 projetos relacionados à bioeconomia na região amazônica.</p>
<p>Entre eles, há projetos relacionados ao guaraná, ao cacau e à castanha. Há também projetos voltados à produção de grãos e até de carne, com balanços favoráveis de carbono, ou seja, com baixa emissão de gases de efeito estufa.</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 14px;">&#8220;São projetos que estão em plena execução e com diferentes abordagens. Um desses exemplos é o melhoramento genético do açaí, uma cultura que tem uma importância enorme para a população amazônica”, disse Alexandre Hoffmann, engenheiro agrônomo, pesquisador e gerente-adjunto de portfólios e programas de PD&amp;I da Embrapa.</span></p></blockquote>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, Hoffmann destacou que é possível manter a biodiversidade das florestas e, ao mesmo tempo, gerar produções agrícolas sustentáveis na região.</p>
<blockquote><p>“A biodiversidade da Amazônia tem um potencial que não foi ainda explorado em sua totalidade. Mas isso não significa derrubar a floresta. Muito pelo contrário: significa manter a floresta em pé e utilizá-la de forma sustentável, não só a floresta em si, como também os recursos que lá estão”, disse ele.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A manutenção da floresta em pé é uma questão de sobrevivência não só da região amazônica. Isso diz respeito também às questões de balanço hídrico, às reações às mudanças climáticas. E isso tudo envolve ciência, tecnologia e identificação de produtos que podem ser extraídos e utilizados pela biodiversidade”, ressaltou o pesquisador.</p>
<h3>Assentamento Palmares II</h3>
<p>Além das agroflorestas, há diversos outros projetos sustentáveis na região amazônica que buscam preservar a biodiversidade, ao mesmo tempo em que geram renda e segurança alimentar. Muitos desses projetos são tocados por agricultores familiares e comunidades tradicionais.</p>
<p>Em um antigo assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Teto (MST), chamado de Palmares II, localizado na cidade de Parauapebas, por exemplo, produtores rurais estão iniciando o plantio de mandioca.</p>
<p>Também apoiados pela Vale, cerca de 33 produtores e produtoras da Associação dos Produtores da Vila Palmares Sul (Aprovipar) decidiram unir forças no plantio da mandioca para fortalecer a agricultura familiar e a agroecologia.</p>
<p>Há cerca de dois anos, eles se aliaram à Cooperativa dos Produtores de Alimentos de Parauapebas (Coopa) para dar um destino à sua produção. O primeiro passo já foi dado, com a inauguração da Casa de Farinha da Palmares II, onde a mandioca produzida pela agricultura familiar vai ser descascada, lavada, prensada, escaldada e torrada para se transformar em diversos tipos de farinha.</p>
<p>O vice-presidente da associação, Roberto de Almeida Menezes, destacou que não adianta produzir se não for possível beneficiar ou escoar a produção.</p>
<blockquote><p>“Só arrancar e vender a mandioca é muito difícil. É preciso beneficiar. Hoje, Parauapebas não produz nem 2% dos derivados de mandioca que consome. Vem tudo de fora. Então, nós não temos medo de colocar nosso produto no mercado”, acrescentou.</p></blockquote>
<p>Para aumentar essa produção, os produtores chamaram um especialista para fazer um processo de análise e de correção do solo, além da adubação adequada.</p>
<blockquote><p>“Nosso plantio foi iniciado no final de 2024. A mandioca precisa de 18 meses para estar pronta. Então, ainda teremos mais uns meses para a colheita”, disse o vice-presidente.</p></blockquote>
<p>Para produzir essa mandioca, as famílias assentadas vêm trabalhando na consolidação da agroecologia, um modelo de produção que vai além da agricultura tradicional, promovendo práticas sustentáveis e sem o uso de agrotóxicos.</p>
<p>Segundo o próprio MST, a agroecologia é até mesmo uma alternativa para o enfrentamento das mudanças climáticas, já que procura utilizar técnicas e manejos mais naturais e que não promovem a degradação ambiental.</p>
<p>A diretora de soluções baseadas na natureza da Vale, Patricia Daros, ressaltou que o MST é um dos maiores produtores de alimentos orgânicos do Brasil. Ela afirma que a empresa olha para o território em que atua e vê oportunidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Somos uma grande empresa, temos o nosso negócio que é produzir minério de ferro, cobre e níquel, mas a gente está dentro de um território. E não podemos negligenciar isso. O mercado de restauração florestal hoje no Brasil está pujante. Sistemas agroflorestais são fáceis? Não. Mas se você olhar para uma Belterra que não existia cinco anos atrás e hoje é uma das maiores empresas de restauração florestal no Brasil, estes são negócios que estão dando certo”, destacou.</p></blockquote>
<h3>Bioeconomia</h3>
<p>Tanto a Belterra Agroflorestas quanto o projeto de produção e de beneficiamento da mandioca por meio de projetos que envolvem a agricultura familiar e a agroecologia materializam uma das grandes tendências da atividade agropecuária para as próximas décadas: o avanço da chamada bioeconomia.</p>
<p>De maneira geral, a bioeconomia é um modelo econômico baseado no uso sustentável dos recursos naturais. Além desses projetos serem sustentáveis, eles também fortalecem as tradições locais e as cadeias produtivas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio tem atraído, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada.</p>
<p>Em uma estimativa conservadora, que desconsidera os efeitos de novas políticas climáticas, a Associação Brasileira de Bioinovação (Abbi) diz que a bioeconomia poderá movimentar US$ 108 bilhões no país até 2050.</p>
<p>Só no Pará, por exemplo, a bioeconomia da sociobiodiversidade tem movimentado R$ 13,5 bilhões por ano, impulsionada por cadeias produtivas ligadas à floresta, aos rios e à agricultura familiar, segundo dados do Relatório Técnico Preliminar: Análise da Bioeconomia da Sociobiodiversidade no Estado do Pará. O documento foi elaborado pela Rede Pará de Estudos sobre Contas Regionais e Bioeconomia.</p>
<h3>Integração</h3>
<p>Embora já estejam provocando algumas mudanças e até ajudado a movimentar a economia da região amazônica, esses diversos projetos de bioeconomia, no entanto, ainda são incipientes na tarefa de mitigar a crise climática. Para Pedro Abel Vieira, pesquisador da área de estudos estratégicos da Embrapa, os projetos desenvolvidos na Amazônia são atualmente fragmentados e heterogêneos, sem conversarem entre si.</p>
<blockquote><p>“Os projetos são positivos, mas sem foco”, diz ele, que defende uma visão mais holística ou integrada para a Amazônia. “Nós precisamos ocupar, e ocupar no sentido institucional de Estado, da presença do Estado lá. É preciso dar direções e criar institucionalidades [nessa região]”, destacou.</p></blockquote>
<p>Depois dessa presença, ressalta ele, é preciso também dar um direcionamento para esses projetos e garantir previsibilidade.</p>
<blockquote><p>“Nós temos que avançar agora no que a gente chama de bioeconomia ampliada [um processo que combinaria inovação científica com conhecimento tradicional, especialmente para promover a biodiversidade, o desenvolvimento rural e a descarbonização industrial]. E isso só é possível com coordenação”, reforçou Vieira.</p></blockquote>
<h3>Estratégia inclusiva</h3>
<p>Projetos de agroflorestas e agroecologia, que buscam transformar terras degradadas em uma produção sustentável, ocorrem no momento em que as mudanças climáticas apontam que o reflorestamento é uma questão urgente no mundo.</p>
<p>Um estudo publicado pela revista Nature em 2024 apontou que, em 2050, a Amazônia poderá atingir o chamado “ponto de não retorno”, em que a floresta não seria capaz de se sustentar e o bioma começaria a sofrer um processo de savanização.</p>
<p>Isso pode fazer com que plantações em todo o país também sejam impactadas e perdidas, já que a Amazônia é fundamental para a manutenção do regime de chuvas no Brasil.</p>
<p>Por isso, a bioeconomia aparece como uma boa alternativa para o Brasil. No início deste mês, o governo federal lançou o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), uma estratégia para tornar a biodiversidade um dos grandes ativos do país.</p>
<p>No lançamento do plano, a secretária nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Carina Pimenta, defendeu que o plano é uma grande estratégia de desenvolvimento nacional que olha para os ativos ambientais não apenas do ponto de vista da conservação, mas de como fazer o uso deles dentro das atividades econômicas, &#8220;gerando um novo ciclo de prosperidade&#8221;.</p>
<blockquote><p>“A Estratégia Nacional de Bioeconomia tem uma formulação muito interessante”, admitiu o pesquisador Roberto Porro, da Embrapa Amazônia Oriental. No entanto, destacou ele à Agência Brasil, é preciso observar se essa estratégia criada pelo governo federal vai garantir também o fortalecimento da sociobiodiversidade e da economia inclusiva, principalmente na região amazônica.</p></blockquote>
<p>“A bioeconomia está sendo abarcada por uma gama muito grande de atividades, de setores e de possibilidades econômicas e isso traz consigo uma série de desafios”, destacou.</p>
<p>“Quando você trabalha com comunidades tradicionais ou com um segmento social que tem sido marginalizado há décadas, então não é adequado você trabalhar com a lógica do mercado pura e simples e com os tempos ou com o cronograma que o mercado demanda”, reforçou.</p>
<p>Para ele, não basta pensar na bioeconomia em uma perspectiva de preservação das florestas se não se garante a justiça social.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não basta você substituir combustível fóssil e não basta você ter uma produção agrícola mais produtiva se você fizer isso às custas de questões sociais e das culturas locais”, afirmou. “Por isso eu espero que se consolidem essas iniciativas voltadas a uma bioeconomia inclusiva, de fato. Uma bioeconomia que possa contribuir e não prejudicar esses grupos”.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
<p>* A repórter viajou a convite da Vale.</p>
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		<title>Projeto de R$ 135 milhões vai transformar áreas degradadas em agroflorestas de cacau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 15:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/AGROFLORESTA2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um projeto inovador pretende gerar renda para agricultores e, ao mesmo tempo, recuperar 2,75 mil hectares de áreas degradadas. A iniciativa do Grupo Belterra envolve a implantação de sistemas agroflorestais (SAFs), com base no cacau, em parceria com pequenos e médios produtores rurais da Bahia, do Pará, de Rondônia e de Mato Grosso. O projeto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/AGROFLORESTA2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um projeto inovador pretende gerar renda para agricultores e, ao mesmo tempo, recuperar 2,75 mil hectares de áreas degradadas. A iniciativa do Grupo Belterra envolve a implantação de sistemas agroflorestais (SAFs), com base no cacau, em parceria com pequenos e médios produtores rurais da Bahia, do Pará, de Rondônia e de Mato Grosso.</p>
<p>O projeto conta com um investimento total de R$ 135 milhões, sendo R$ 100 milhões viabilizados com recursos do Fundo Clima, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), além de um aporte de R$ 15 milhões em recursos próprios do Grupo Belterra e mais R$ 20 milhões captados junto ao Amazon Biodiversity Fund (ABF).</p>
<p>O contrato para o projeto foi assinado na manhã desta sexta-feira (10), durante o seminário “BNDES Florestas do Brasil por todo o planeta”, na sede da instituição, no Rio de Janeiro. O evento serviu de palco para o lançamento do BNDES Florestas, plataforma que organizará as iniciativas do banco no setor.</p>
<p>Os SAFs buscam mesclar, em uma mesma área, diferentes culturas agrícolas e espécies florestais capazes de estabelecer uma relação harmônica. Um sistema bem-sucedido garante o uso sustentável da terra, o aumento da produtividade e maior resiliência das paisagens agrícolas. Sua implantação valoriza a natureza, preserva o ecossistema e gera um produto de alta qualidade.</p>
<h3>Cacau como fonte de renda e restauração</h3>
<p>Com polos operacionais em diferentes estados, o Grupo Belterra espera plantar 2,9 milhões de mudas neste novo projeto. O cacau é a principal fonte de renda &#8211; uma espécie de ciclo longo com produção a partir de três anos e altíssima demanda no mercado internacional. Além do cacau, são previstas receitas com a plantação de mandioca e banana, espécies que possuem um ciclo mais curto.</p>
<p>Os agricultores parceiros terão acesso a financiamento e assistência técnica para a implantação do SAF. Além disso, contarão com a garantia de escoamento da produção, o que lhes dá maior previsibilidade de renda e menor exposição aos riscos climáticos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso modelo de negócio busca superar os principais desafios para a implantação deste tipo projeto. Além de oferecer novos arranjos produtivos como alternativa para pequenos agricultores, são empreendidos esforços para conectar a produção à demanda de grandes empresas do setor alimentício. Essa abordagem viabiliza a reparação dos danos ambientais e a restauração das terras degradadas, ao mesmo tempo em que traz sustentabilidade econômica para o agricultor&#8221;, explicou Valmir Ortega, CEO da Belterra Agroflorestas.</p></blockquote>
<p>Outro resultado esperado é a remoção de emissões anuais de 232,5 mil toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e/ano), o que permite a originação de créditos de carbono pelo projeto.</p>
<p>O Fundo Clima, criado em 2009 e vinculado ao MMA, acolheu o projeto do Grupo Belterra na modalidade Florestas Nativas e Recursos Hídricos. Esta modalidade prevê o apoio à conservação, recuperação e gestão responsável de florestas e a promoção da mitigação climática, da sustentabilidade ambiental e da resiliência às mudanças climáticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amazônia enfrenta um rápido crescimento de temperaturas extremas, aponta relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 16:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alenquer]]></category>
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		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente amazônico]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/dji-0036-wzKvzo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um novo e abrangente relatório, lançado poucas semanas antes da COP30, aponta que a Amazônia enfrenta um rápido crescimento de temperaturas extremas e de estresse hídrico. O estudo, que fornece uma avaliação atualizada das mudanças climáticas na região ao longo de mais de quatro décadas, revela que 10% da bacia amazônica registra aumentos de temperatura [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/dji-0036-wzKvzo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um novo e abrangente relatório, lançado poucas semanas antes da COP30, aponta que a Amazônia enfrenta um rápido crescimento de temperaturas extremas e de estresse hídrico.</p>
<p>O estudo, que fornece uma avaliação atualizada das mudanças climáticas na região ao longo de mais de quatro décadas, revela que 10% da bacia amazônica registra aumentos de temperatura de pelo menos 0,77 °C por década, o que resulta em um aquecimento acumulado de mais de 3,31 °C desde 1981.</p>
<p>Liderada por cientistas da Universidade de Lancaster e que envolveu uma equipe internacional de mais de 50 pesquisadores com apoio da WWF-UK, detalha que a média dos extremos climáticos tem se agravado nos últimos 43 anos.</p>
<p>Os autores destacam que essas mudanças extremas não são evidentes ao analisar apenas as temperaturas médias da região, que estão aumentando 0,21 °C por década — uma taxa que está em linha com o aquecimento médio global.</p>
<h3>Baixo Amazonas</h3>
<p>No Pará, os piores indicadores são voltados para a região do Baixo Amazonas, que contempla municípios do oeste do estado como Almeirim, Alenquer, Belterra, Santarém, entre outros. Em 2024, a região viveu a pior seca da história, deixando comunidades inteiras sem acesso à água e a alimentos, em função dos baixos índices do rio Tapajós.</p>
<p>Embora o ápice da seca, até o momento, tenha ocorrido no ano de 2024, tudo começou ainda em 2023, quando o fenômeno El Niño provocou redução recorde nos níveis do rio Tapajós, configurando estresse hídrico e situação de calamidade.</p>
<p><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">O professor Jos Barlow, da Universidade de Lancaster, principal autor do relatório, afirma que </span>“é durante os períodos mais quentes e secos que os danos são maiores”, explica. A <span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">pesquisadora Dra. Nathália Carvalho, do Lancaster Environment Centre, informa ainda que </span>“as regiões mais afetadas por esses extremos não são as mesmas que aquelas mais impactadas pelas mudanças médias”, afirma.</p>
<p>Na prática, isso significa que as mudanças não estão ocorrendo de forma uniforme, exigindo ainda mais agilidade no desenvolvimento de políticas eficazes de adaptação climática.</p>
<p>De acordo com a especialista em conservação do WWF-Brasil, Helga Correa, as secas consecutivas de 2023 e 2024 afetaram diretamente o modo de vida de comunidades tradicionais, mesmo em áreas onde a floresta está preservada.</p>
<blockquote><p>“Manter a floresta em pé não tem sido suficiente para protegê-las dos extremos. Faltou água de qualidade, alimentos e até medicamentos naturais”, relata Correa.</p></blockquote>
<p><strong>Alerta para a COP30 </strong></p>
<p>O relatório reforça também que muitos dos extremos registrados não podem ser explicados apenas por fatores locais, como o desmatamento, pois as mudanças climáticas globais estão impactando até mesmo regiões bem preservadas da floresta.</p>
<blockquote><p>“As emissões globais estão por trás desse cenário alarmante”, destaca o professor Barlow. “E isso exige ações urgentes em escala internacional.”</p></blockquote>
<p>Já Joice Ferreira, da Embrapa, chama a atenção para as consequências sociais, especialmente na segurança alimentar:</p>
<blockquote><p>“Produtos como o açaí, que garantem sustento a muitas famílias, estão ameaçados. Isso enfraquece a rede de proteção que a floresta oferece e pode prejudicar políticas públicas em andamento, como os planos de restauração florestal.”</p></blockquote>
<p>Em sua conclusão, o relatório termina com um apelo para a tomada de ações urgentes de adaptação e mitigação, que incluem desde a redução do desmatamento até medidas complementares para lidar com incêndios florestais, a proteção de rios e o apoio para comunidades locais.</p>
<blockquote><p>“A COP30 precisa ser um marco decisivo na luta global contra as mudanças climáticas. O crescimento explosivo dos extremos climáticos na Amazônia é um alerta que o mundo não pode ignorar&#8221;, diz o<span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;"> cientista-chefe da WWF-UK, Dr. Mike Barrett</span></p></blockquote>
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		<title>Incubadora de startups da bioeconomia amazônica é lançada no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/incubadora-de-startups-da-bioeconomia-amazonica-e-lancada-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 21:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia_sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo de construir um novo modelo de desenvolvimento baseado na floresta em pé, o Sebrae lançou o Oka Hub Incubadora da Floresta na cidade paraense de Belterra. Em um evento realizado no Museu de Ciência da Amazônia (MUCA), o projeto apresentou suas 10 primeiras startups selecionadas, que terão a missão de transformar a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/bioeconomia_sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o objetivo de construir um novo modelo de desenvolvimento baseado na floresta em pé, o Sebrae lançou o Oka Hub Incubadora da Floresta na cidade paraense de Belterra. Em um evento realizado no Museu de Ciência da Amazônia (MUCA), o projeto apresentou suas 10 primeiras startups selecionadas, que terão a missão de transformar a bioeconomia da região.</p>
<p>&#8220;O modelo de desenvolvimento que vimos até agora se esgotou. O planeta está doente, as pessoas estão doentes. Precisamos fomentar um outro modelo, com a floresta de pé, os rios limpos, promovendo a vida&#8221;, disse o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick,.</p>
<p>As empresas selecionadas, todas da região Norte, terão acesso a um suporte de 24 meses dentro do Oka Flow, uma metodologia exclusiva do Sebrae para startups de bioeconomia. Como um incentivo adicional, cada empreendimento receberá uma bolsa socioempreendedor mensal de R$ 6.500 no primeiro ano. Os negócios incubados atuam em segmentos variados, como saúde, regularização fundiária, moda, biocosmético e nanotecnologia.</p>
<p>No evento, os empreendedores fizeram uma apresentação de três minutos para mostrar suas inovações a uma plateia que incluía nomes de peso do setor público e privado. Representantes do Sebrae e dos governos federal e estadual, como o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, e a secretária Nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente, Carina Mendonça Pimenta, estiveram presentes.</p>
<p>O evento também contou com uma missão técnica do setor privado com empresários e investidores de renome, como Luis Justo (CEO do Rock in Rio) e Patrícia Ellen (CEO da Systemiq Earth), proporcionando um ambiente rico para networking e parcerias.</p>
<p>Os primeiros empreendimentos</p>
<p>Bruna Freitas, CEO da Yara Couro, foi um dos destaques ao apresentar seu negócio. A empresa fabrica couro a partir de resíduos de pele de peixe, que seriam descartados, criando um ciclo virtuoso. &#8220;Gera um ciclo virtuoso de empreendedorismo, gerando renda e impacto ambiental, melhorando a qualidade de vida das pessoas, com um produto que tem a nossa identidade da Amazônia&#8221;, afirmou Bruna, que trabalha com comunidades de pescadores. Seu sonho é transformar a Yara Couro na maior companhia de couro de peixe do mundo.</p>
<p>Outras startups selecionadas para a incubadora incluem:</p>
<ul>
<li><b>Amazbiotech</b>, que usa nanobiotecnologia para soluções em fármacos e cosméticos.</li>
<li><b>Cacauaré</b>, focada em cacau de alto padrão cultivado no Pará.</li>
<li><b>Deveras Amazônia</b>, que desenvolve licores, conservas e outros produtos com frutos da Amazônia.</li>
<li><b>MAD</b>, voltada para alimentos de alto valor nutricional como spirulina e guaraná.</li>
<li><b>Mahá Biocosméticos</b>, que pesquisa e fabrica cosméticos capilares.</li>
<li><b>Neuroprotect</b>, focada em desenvolver bioprodutos para proteger o cérebro.</li>
<li><b>Soul da Mata</b>, de shots funcionais.</li>
<li><b>Tapajó</b>, para o fortalecimento do turismo de base comunitária.</li>
<li><b>Uirapuru Tech</b>, que utiliza inteligência artificial e ferramentas territoriais para combater a irregularidade ambiental.</li>
</ul>
<p>De acordo com Thyago Gatto, analista do Sebrae, a metodologia Oka Flow valoriza o conhecimento tradicional, ao mesmo tempo em que aporta novos conhecimentos. O objetivo é não apenas desenvolver os negócios individualmente, mas também fortalecer todo o ecossistema e as cadeias envolvidas.</p>
<hr />
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		<title>Ibama multa em mais de R$ 1,4 milhão responsáveis por desmate ilegal no oeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 19:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[grilagem]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Caraipé I]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/construcao-irregular-em-area-protegida-Ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgou os resultados da primeira fase da Operação Caraipé I, realizada no mês de abril nos municípios de Santarém e Belterra, e na Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter do Chão, no oeste do Pará. A força-tarefa emitiu mais de R$ 1,4 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/construcao-irregular-em-area-protegida-Ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgou os resultados da primeira fase da Operação Caraipé I, realizada no mês de abril nos municípios de Santarém e Belterra, e na Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter do Chão, no oeste do Pará. A força-tarefa emitiu mais de R$ 1,4 milhão em autos de infração e embargou mais de 1 mil hectares na região.</p>
<p>Nesta fase, que também contou com a colaboração do Ministério Público Federal (MPF), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Força Nacional (FN) e Polícia Federal (PF), o foco foi o combate ao desmatamento irregular, loteamentos clandestinos e grilagem de terras públicas.</p>
<p>Nessas áreas, o Ibama constatou que havia pessoas e imobiliárias vendendo terrenos públicos da Gleba Mojui dos Campos e do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte sem o título de propriedade da terra e sem a realização de licenciamento ambiental. O órgão alerta que a grilagem associada à expansão urbana desordenada, sem os devidos cuidados ambientais, gera aumento na propagação de incêndios, destruição de nascentes e cursos d&#8217;água, ocupação irregular de áreas públicas e destruição da flora e fauna nativas.</p>
<figure id="attachment_34398" aria-describedby="caption-attachment-34398" style="width: 567px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34398 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464.jpeg" alt="" width="567" height="471" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464.jpeg 567w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464-300x249.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464-150x125.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464-450x374.jpeg 450w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><figcaption id="caption-attachment-34398" class="wp-caption-text">Máquinas usadas no desmatamento foram apreendidas. Foto: Ibama</figcaption></figure>
<p>Outro tipo de ação combatida foi o desmatamento ilegal. Foram identificadas pessoas com tratores e motosserras fazendo a abertura e expansão de estradas e lotes, inclusive com derrubada de vegetação e edificação em áreas de preservação permanente. O processo contra os infratores será encaminhado ao Ministério Público Federal para apuração dos crimes relacionados.</p>
<p>A Operação Caraipé I deve prosseguir na região atuando na proteção de áreas federais e na responsabilização de infratores, incluindo investigações sobre cadeias de irregularidades. Órgãos ambientais e de fiscalização fundiária seguem monitorando a região para evitar novas ocupações ilegais.</p>
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		<title>Cooperativa une manejo sustentável e desenvolvimento social na Floresta do Tapajós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nahama Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 16:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[COOMFLONA]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativa Mista da Flona do Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva de Proteção Ambiental Floresta Nacional do Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/agencia-sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Cooperativa Mista da Flona do Tapajós (Coomflona) é exemplo em aliar desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provando que é possível extrair madeira da floresta e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente. Formada em 2005 por ribeirinhos que vivem nas 21 comunidades da Reserva de Proteção Ambiental Floresta Nacional do Tapajós, no município de Belterra [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/agencia-sebrae-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Cooperativa Mista da Flona do Tapajós (Coomflona) é exemplo em aliar desenvolvimento econômico e sustentabilidade, provando que é possível extrair madeira da floresta e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente.</p>
<p>Formada em 2005 por ribeirinhos que vivem nas 21 comunidades da Reserva de Proteção Ambiental Floresta Nacional do Tapajós, no município de Belterra (PA), na região do Baixo Amazonas, a Coomflona possui o selo FSC, certificação internacional que garante que seus produtos são extraídos de forma responsável.</p>
<p>Os cooperados trabalham com copaíba, andiroba, apicultura e artesanato comunitário, mas a principal fonte de renda vem da venda de toras de madeira. Parte dessa produção é destinada à movelaria Anambé, que transforma a madeira em mesas, cadeiras, armários e outros móveis sustentáveis.</p>
<h3><strong>Manejo planejado</strong></h3>
<p>O processo de extração segue diversas etapas rigorosas, como delimitação da área, inventário florestal e planejamento detalhado antes do corte das árvores. Ao contrário do senso comum, a planta não é substituída por uma nova muda. A retirada da madeira respeita o ritmo de crescimento da floresta, garantindo a regeneração natural sem necessidade de replantio.</p>
<blockquote><p>“Aqui tudo é planejado, tudo é feito dentro de um projeto maior. Até a forma como as árvores são abatidas tem que ter um jeito, porque é de impacto reduzido, sem o uso de maquinários pesados, tratores”, explica Arimar Rodrigues, coordenador da movelaria Anambé.</p></blockquote>
<p>Atualmente, mais de mil famílias são beneficiadas pela produção sustentável realizada pelos 316 cooperados.</p>
<p>Além do manejo da madeira, a Coomflona busca ampliar o aproveitamento dos resíduos florestais, como galhos e sobras da extração. Atualmente, os cooperados ainda não conseguem aproveitar todo esse potencial, que pode ser transformado em móveis sustentáveis. A Austrália, por exemplo, tem a base da movelaria feita com o que é recolhido do chão.</p>
<h3><strong>Apoio do Sebrae</strong></h3>
<p>Para fortalecer a Coomflona, o Sebrae tem oferecido capacitação em gestão e aprimoramento técnico. Agora, o apoio será ampliado, com a implantação de oficinas de design para fortalecer a identidade dos produtos e melhorar seu posicionamento no mercado.</p>
<p>A Coomflona é um dos empreendimentos selecionados pelo Sebrae para aprimorar seus processos e se tornar uma referência nacional, com foco na bioeconomia e na economia sustentável.</p>
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		<title>Criado Grupo de Trabalho para desenvolver turismo sustentável no Baixo Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 14:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/alter5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério do Turismo (MTur) criou um Grupo de Trabalho Interinstitucional para orientar o desenvolvimento turístico da região do Baixo Amazonas no Pará. O GT objetiva promover um turismo sustentável nos municípios de Belterra e Santarém, integrados ao Mapa do Turismo Brasileiro. Essa iniciativa busca valorizar e potencializar as belezas naturais e culturais da região, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/alter5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério do Turismo (MTur) criou um Grupo de Trabalho Interinstitucional para orientar o desenvolvimento turístico da região do Baixo Amazonas no Pará. O GT objetiva promover um turismo sustentável nos municípios de Belterra e Santarém, integrados ao Mapa do Turismo Brasileiro.</p>
<p>Essa iniciativa busca valorizar e potencializar as belezas naturais e culturais da região, alinhando-as com práticas de sustentabilidade e inclusão social. A Secretaria de Estado de Turismo (Setur), representando o Governo do Pará, fará parte das discussões e elaborações com representantes no grupo de trabalho.</p>
<p>A principal missão do grupo é desenvolver um diagnóstico detalhado da região, mapeando a oferta turística atual e o potencial para futuros investimentos. Com base nesse diagnóstico, será elaborado o Plano de Desenvolvimento do Turismo Sustentável. Esse plano incluirá diretrizes, metas, ações, estrutura de governança e estimativa de impacto orçamentário, visando um desenvolvimento ordenado e eficiente da atividade turística no Baixo Tapajós.</p>
<p>O plano de desenvolvimento terá como foco principal áreas prioritárias, como infraestrutura e saneamento básico, ordenamento e regularização territorial, estruturação de produtos e experiências turísticas, além de estratégias de marketing.</p>
<p>Também serão fomentadas a economia criativa e circular, visando a geração de emprego e renda para as populações indígenas e ribeirinhas. A atração de investimentos, parcerias e concessões, bem como a criação de linhas de crédito específicas para o setor turístico, são outros pontos chave do plano.</p>
<blockquote><p>&#8220;Essa iniciativa do MTur é vista como um marco significativo para o desenvolvimento turístico do Baixo Tapajós. Ao alinhar o potencial natural da região com práticas de sustentabilidade e um planejamento robusto, espera-se não apenas atrair mais turistas, mas também melhorar a qualidade de vida das populações locais”, afirma o secretário de Turismo do Pará, Eduardo Costa.</p></blockquote>
<p>O GT será composto por representantes de diversos órgãos e entidades, incluindo o Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário, Integração e Desenvolvimento Regional, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e o Governo do Pará. Cada órgão indicará dois representantes, sendo um titular e um suplente, garantindo assim a continuidade e a representatividade nas deliberações.</p>
<p>O grupo tem um prazo inicial de seis meses para apresentar o diagnóstico e o plano de desenvolvimento ao MTur, com possibilidade de prorrogação por mais seis meses. A apresentação dos documentos finais será feita às autoridades máximas dos órgãos envolvidos, marcando um passo importante para a implementação das ações planejadas.</p>
<blockquote><p>“A expectativa é que, com esse planejamento estratégico, a região do Baixo Tapajós possa se consolidar como um destino turístico de referência, combinando crescimento econômico com preservação ambiental e inclusão social”, conclui Costa.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Roteiros turísticos buscam explorar encantos pouco conhecidos do oeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 14:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[Flona do Tapajós]]></category>
		<category><![CDATA[kaiara]]></category>
		<category><![CDATA[oeste do Pará]]></category>
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		<category><![CDATA[rios]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz No oeste paraense, o distrito de Alter do Chão, em Santarém, se tornou um dos principais destinos turísticos do estado. Com o apelido de caribe amazônico, a região figurou recentemente na lista dos lugares mais desejados pelos visitantes brasileiros. Os encantos são inegáveis, no entanto, outros atrativos ainda precisam de destaque e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No oeste paraense, o distrito de Alter do Chão, em Santarém, se tornou um dos principais destinos turísticos do estado. Com o apelido de caribe amazônico, a região figurou recentemente na lista dos lugares mais desejados pelos visitantes brasileiros. Os encantos são inegáveis, no entanto, outros atrativos ainda precisam de destaque e esse é o foco de uma empresa turística que aposta em belezas e experiências pouco exploradas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa é dos sócios Maria Teresa Meinberg, Martin Frankenberg e Ruy Tone, que já atuam na região por meio de empreendimentos e projetos sociais desde o início dos anos 2000. Por essa razão, tiveram a oportunidade de conhecer a Amazônia para além dos pontos turísticos, mantendo contato com povos e comunidades tradicionais e descobrindo as belezas que envolvem a história, a cultura e a biodiversidade local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso em mente, há cerca de um ano fundaram a <a href="https://www.kaiara.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Kaiara</a>, que tem o objetivo de promover “vivências autênticas com os anfitriões da floresta”. A bordo de três barcos, os visitantes podem desbravar as águas dos rios Tapajós, Amazonas e Arapiuns, no oeste do Pará, e encontrar paisagens e pessoas que não estão nos cartões-postais.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Essa é uma das poucas regiões em que se tem as águas negras, barrentas e azuis. É um local único para navegar pelos três ecossistemas. Outra qualidade é a força do turismo de base comunitária. As comunidades ribeirinhas e aldeias são muito mais organizadas comparativamente com outras regiões e muito receptivas ao turismo e como ele pode beneficiá-las, inclusive já desenvolveram produtos de artesanato e roteiros para essas experiências&#8221;, comenta Martin Frankenberg.</span></p></blockquote>
<figure id="attachment_27456" aria-describedby="caption-attachment-27456" style="width: 564px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27456 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1024x683.jpeg" alt="" width="564" height="376" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1024x683.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1536x1024.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-2048x1365.jpeg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/roteiro-floresta-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1200x800.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /><figcaption id="caption-attachment-27456" class="wp-caption-text">Interação com os modos de vida e a cultura local são diferenciais. Foto: Laura Corrêa</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos diferenciais do negócio é a proposta de roteiros personalizados focados no segmento de alto padrão, porém, o empresário considera que a Kaiara também ajuda a promover a visibilidade e a valorização da cultura dos povos da região com base em uma dinâmica que se pauta pela confiança.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Nossa relação com essas comunidades não começou ontem. É uma relação de muitos anos, que aproveita, por exemplo, o impacto de projetos como o Saúde e Alegria que capacitou essas comunidades para o turismo. A gente consegue ter uma relação muito próxima, de confiança mútua, mostrando que estamos ali para promover o que faz bem para a região, um turismo regenerativo, diferente do turismo predatório&#8221;, destaca.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, os roteiros podem incluir visitas à famosa Alter do Chão, mas também à comunidade Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós; participação em um ritual indígena na aldeia Munduruku; ou até mesmo à chamada “cidade fantasma” de Fordlândia, em Belterra, onde foi implantado o projeto de plantação e beneficiamento de seringueiras sonhado pelo industrial Henry Ford. Sem contar as experiências gastronômicas com a culinária tipicamente amazônica.</span></p>
<figure id="attachment_27455" aria-describedby="caption-attachment-27455" style="width: 576px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27455 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1024x683.jpeg" alt="" width="576" height="384" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1024x683.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1536x1024.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-2048x1365.jpeg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/turistas-Kaiara-Credito-Laura-Correa-1200x800.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption id="caption-attachment-27455" class="wp-caption-text">Turistas são convidados a conhecer cartões-postais diferentes da Amazônia. Foto: Laura Corrêa</figcaption></figure>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O que importa é fugir dos estereótipos e criar uma conexão real entre o turista e a comunidade. O que propomos é fazer um turismo que permita conhecer as pessoas de verdade. Não são genéricos, são pessoas que estão ali para compartilhar a experiência com você&#8221;, ressalta Martin.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o empresário, ao explorar outros atrativos, o turismo demonstra a sua contribuição para o desenvolvimento da região, aliando a geração de renda ao compromisso com a valorização sociocultural das populações nativas e à responsabilidade ambiental.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Uma viagem bem feita pela Amazônia é uma desconstrução de mitos. A maioria das pessoas tem a ideia de que é um lugar inóspito, com perrengues, mosquitos, piranha e jacaré e acaba se surpreendendo porque a experiência é o oposto disso. O que acaba arrebatando é o quanto a recepção é gentil e isso torna uma viagem muito emotiva&#8221;, frisa.</span></p></blockquote>
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		<title>Empresa prova que negócio de reflorestamento no Brasil atrai cada vez mais interesse e capital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 21:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[#sistemas agroflorestais]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra Agroflorestas]]></category>
		<category><![CDATA[Big Techs]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[propriedades rurais degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/IMG_20191210_085419031_HDR-1024x768-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os sistemas agroflorestais, ou SAFs , são o futuro. Seja por fazerem parte da solução para os problemas decorrentes das mudanças climáticas ou por serem alternativas viáveis de combate ao desmatamento, seus benefícios são os mais diversos. Segundo o Reset, a Belterra Agroflorestas é uma prova de que o negócio do reflorestamento no Brasil atrai [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/IMG_20191210_085419031_HDR-1024x768-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os sistemas agroflorestais, ou SAFs , são o futuro. Seja por fazerem parte da solução para os problemas decorrentes das mudanças climáticas ou por serem alternativas viáveis de combate ao desmatamento, seus <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/agroflorestas-podem-ser-uma-saida-para-a-recuperacao-de-areas-desmatadas-no-para/" target="_blank" rel="noopener">benefícios</a> são os mais diversos. Segundo o <a href="https://www.capitalreset.com/o-modelo-da-belterra-para-dar-escala-as-agroflorestas/" target="_blank" rel="noopener">Reset</a><b>, </b><span style="font-weight: 400;">a Belterra Agroflorestas é uma prova de que o negócio do reflorestamento no Brasil atrai cada vez mais interesse e capital. Criada há apenas três anos, a empresa já captou R$ 45 milhões e implantou sistemas agroflorestais em 2 mil hectares de pequenas e média propriedades rurais degradadas nos biomas da Amazônia e da Mata Atlântica. </span></p>
<p>A empresa já atua no Pará e em Rondônia e também na Bahia e em Minas Gerais. Este ano vai estrear no Mato Grosso, já tendo contratos assinados ou em fase avançada de negociação para recuperar outros 8 mil hectares até o começo de 2025, o que vai demandar outros R$ 250 milhões. A receita vem da venda dos produtos plantados de forma sustentável e dos créditos de carbono de reflorestamento.</p>
<blockquote><p>“A Europa já colocou commodities como o cacau na nova lei que proíbe a importação de produtos de áreas desmatadas. Essa agenda é inadiável e o Brasil tem muita área degradada que pode migrar para modelos agrícolas regenerativos e cadeias sustentáveis”, disse Valmir Ortega, sócio da Belterra, ao Reset.</p></blockquote>
<p>O modelo da Belterra é totalmente verticalizado e vai da identificação das áreas, desenho dos projetos, orientação técnica e plantio à captação de recursos e venda de produtos.</p>
<blockquote><p>“Decidimos começar assim porque percebemos que, embora os sistemas agroflorestais rendam 15 vezes mais que a pecuária e cinco a seis vezes mais que a soja, o produtor não faz porque não tem conhecimento técnico, não tem capital e não existe um mercado consumidor com cadeias estruturadas”, explicou Ortega.</p></blockquote>
<p>Em Juriti, família colhe bons frutos com agrofloresta</p>
<p>Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, outro exemplo de quem está colhendo bons frutos através dos SAFs aqui n nosso Estado é a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/familia-em-juruti-gera-renda-e-empregos-apos-substituir-fogo-por-sistema-agroflorestal-e-restauracao/" target="_blank" rel="noopener">família Soares, de Juruti,</a> que aboliu o fogo de sua propriedade em 2019. De lá para cá, os rendimentos aumentaram, o solo ficou mais fértil e o quintal encheu de frutas, hortaliças e diferentes tipos de madeira, em plena terra conhecida pela exploração da bauxita pela Alcoa.</p>
<p>Marliane, uma das filhas da família, contou que deseja reflorestar todas as áreas degradadas da propriedade e expandir esse trabalho aos vizinhos, já que de cada <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/de-cada-4-hectares-desmatados-no-brasil-1-esta-no-para/" target="_blank" rel="noopener">4 hectares desmatados no Brasil, 1 está no Pará,</a></p>
<blockquote><p>“Quero que mais pessoas possam abraçar a causa de trabalhar com sistemas agroflorestais, é muito proveitoso e você não ajuda só sua família, mas todo o ecossistema. É um jeito de contribuir fazendo sua parte. Hoje podemos observar que com os SAFs você não trabalha apenas com uma cultura e sim com diversas culturas em um mesmo local para agregar valor”, disse ela, destacando a importância do conhecimento adquirido pela família com os técnicos da WRI.</p></blockquote>
<p><a href="https://wribrasil.org.br/noticias/restauracao-ja-criou-milhares-de-empregos-no-brasil-e-tem-potencial-para-criar-milhoes" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Estudos</span></a><span style="font-weight: 400;"> apontam que a restauração florestal no Brasil gera 0,42 emprego por hectare restaurado, o que equivale a um emprego criado a cada dois campos de futebol restaurados ou 42 empregos a cada 100 hectares restaurados.</span></p>
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		<title>Produtor rural é multado em mais de R$ 1 milhão por intoxicação de alunos de Belterra com agrotóxico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 20:22:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[Belterra]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Intoxicação por agrotóxico]]></category>
		<category><![CDATA[Plantação de soja]]></category>
		<category><![CDATA[uso irregular de agrotóxico]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/d3ec41eb97aca84f7e836b5bcace481f-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um produtor rural do município de Belterra foi multado em mais de R$ 1 milhão por uso irregular de agrotóxicos em plantação de soja, o que causou a intoxicação de alunos e professores de uma escola da rede pública próxima à fazenda. A autuação foi realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/d3ec41eb97aca84f7e836b5bcace481f-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um produtor rural do município de Belterra foi multado em mais de R$ 1 milhão por uso irregular de agrotóxicos em plantação de soja, o que causou a intoxicação de alunos e professores de uma escola da rede pública próxima à fazenda. A autuação foi realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na segunda-feira, 6, segundo informações do <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2023/03/07/ibama-multa-produtor-em-mais-de-r-1-milhao-por-intoxicacao-de-alunos-de-escola-de-belterra-com-agrotoxico.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>.</p>
<p>Alunos e funcionários da escola, localizada na comunidade São Francisco da Volta Grande, passaram mal e apresentaram sintomas como dor de cabeça, irritação na garganta e tosse forte.</p>
<p>Em janeiro deste ano, o Ibama constatou o uso de agrotóxicos na plantação e verificou que haviam sido feitas oito notificações por intoxicação em unidade de saúde. No mês seguinte, mais 30 notificações foram realizadas pelo mesmo motivo.</p>
<p>De acordo com o Ibama, além da multa, o órgão também impôs a suspensão de uso de <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/alem-de-cancer-veja-os-demais-problemas-de-saude-associados-a-agrotoxicos/" target="_blank" rel="noopener">defensivos agrícolas</a> até que seja erguida uma barreira de vegetação entre a escola e a plantação, garantindo a segurança não só de alunos e profissionais que trabalham na instituição, como de moradores dos arredores.</p>
<p>O episódio de intoxicação ocorreu no início do mês de fevereiro deste ano e foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Pará. A pulverização de agrotóxico teria ocorrido no dia 27 de janeiro, por volta das 14h, período em que ainda havia alunos em aula.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/alem-de-cancer-veja-os-demais-problemas-de-saude-associados-a-agrotoxicos/" target="_blank" rel="noopener">Além de câncer, veja os demais problemas de saúde associados a agrotóxicos</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/no-para-madeireiras-com-selo-de-sustentabilidade-tiveram-mais-de-r-100-milhoes-em-multas-do-ibama/" target="_blank" rel="noopener">No Pará, madeireiras com selo de sustentabilidade tiveram mais de R$ 100 milhões em multas do Ibama</a></p>
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