<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Belém &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/belem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Apr 2026 23:50:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>Belém &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Após pior temporal dos últimos dez anos, Belém deve ter chuvas contínuas até o fim de abril</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/apos-pior-temporal-dos-ultimos-dez-anos-belem-deve-ter-chuvas-continuas-ate-o-fim-de-abril/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/apos-pior-temporal-dos-ultimos-dez-anos-belem-deve-ter-chuvas-continuas-ate-o-fim-de-abril/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42141</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-11.07.30-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Grande Belém enfrenta os impactos do temporal mais intenso dos últimos dez anos, ocorrido no último final de semana. A previsão do tempo indica chuvas contínuas em Belém, pelo menos, até o final de abril. O menor volume pluviométrico é esperado apenas para o dia 2 de maio, com 6,1 mm. Com um acumulado que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-22-at-11.07.30-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Grande Belém enfrenta os impactos do temporal mais intenso dos últimos dez anos, ocorrido no último final de semana. A previsão do tempo indica chuvas contínuas em Belém, pelo menos, até o final de abril. O menor volume pluviométrico é esperado apenas para o dia 2 de maio, com 6,1 mm.</p>
<p>Com um acumulado que superou os 150 mm em menos de 24 horas, a capital paraense decretou estado de emergência no domingo, 19. Ao todo, 59 municípios do estado encontram-se na mesma situação, com o mês de abril já registrando mais de 450 mm de chuva, volume que supera a média histórica e foi agravado pela combinação com a maré alta.</p>
<p>Apesar do volume, o sistema de alerta sonoro (DCA), que envia notificações automáticas aos celulares, não foi acionado. Segundo a Defesa Civil informou ao g1, embora o volume tenha sido extremo, a chuva ocorreu de forma contínua e distribuída ao longo de várias horas, não atingindo os parâmetros técnicos de &#8220;intensidade em curto intervalo&#8221; exigidos para o disparo do alerta de emergência severa.</p>
<h3>Cerca de 42 mil pessoas impactadas</h3>
<p>A Prefeitura de Belém estima que cerca de 42 mil pessoas foram afetadas. Para responder à crise, o Governo do Estado e a Prefeitura criaram um comitê integrado e contam com o apoio técnico do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para agilizar o reconhecimento federal da emergência e a liberação de recursos para serviços essenciais.</p>
<p data-path-to-node="9">O ministério enviou técnicos à capital para auxiliar a Defesa Civil na avaliação de danos e na formalização do pedido de reconhecimento federal da situação de emergência.</p>
<p data-path-to-node="10">Com a homologação federal, Belém poderá pleitear recursos para ampliar a assistência às famílias e restabelecer serviços essenciais, como o abastecimento de água e energia elétrica. O processo deve ser realizado pela prefeitura via sistema oficial do governo.</p>
<h3>Como ajudar</h3>
<p>A sociedade pode colaborar com a doação de alimentos não perecíveis (prioridade atual), colchões, roupas de cama, vestuário e itens de higiene na Aldeia Amazônica, no Ginásio Maestro Altino Pimenta (Doca) ou nas escolas citadas acima.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/apos-pior-temporal-dos-ultimos-dez-anos-belem-deve-ter-chuvas-continuas-ate-o-fim-de-abril/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Guia-me Belém&#8221;: livro convida a descobrir a alma e a biodiversidade da capital paraense</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/guia-me-belem-livro-convida-a-descobrir-a-alma-e-a-biodiversidade-da-capital-paraense/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/guia-me-belem-livro-convida-a-descobrir-a-alma-e-a-biodiversidade-da-capital-paraense/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 13:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Guia-me Belém – Uma visita à Metrópole da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[l]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Unesp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=40583</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/59843_170821-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Qual é o tempo mínimo para conhecer Belém? O escritor e ativista socioambiental João Meirelles, que vive na capital paraense há 20 anos, responde essa pergunta clássica dos viajantes no livro Guia-me Belém – Uma visita à Metrópole da Amazônia, lançado nesta semana. O grande diferencial da obra é que, além de aspectos turísticos, ele também [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/59843_170821-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Qual é o tempo mínimo para conhecer Belém? O escritor e ativista socioambiental João Meirelles, que vive na capital paraense há 20 anos, responde essa pergunta clássica dos viajantes no livro Guia-me Belém – Uma visita à Metrópole da Amazônia, lançado nesta semana. O grande diferencial da obra é que, além de aspectos turísticos, ele também reúne as próprias memórias e vivências nas trilhas ambientais, culturais e afetivas da capital paraense.</p>
<blockquote><p>“Belém merece pelo menos três dias e, idealmente, ao menos cinco. Se adicionadas viagens ao entorno, particularmente o turismo rural em Barcarena e no Marajó, e ao litoral – ao Salgado e à Zona Bragantina –, o destino Belém e arredores representará de uma semana a dez dias de puro gáudio, sem repetir os tipos de atrativos&#8221;, disse a O Liberal.</p></blockquote>
<p>O autor convida seus leitores a conhecer a cidade além do roteiro turístico, para captar a alma real da capital paraense. Na obra, Belém surge no livro como um território vivo, onde natureza, cultura e cotidiano se entrelaçam, somados às memórias de viajantes e moradores da cidade. O resultado é um mosaico que estimula o leitor a observar a cidade com mais atenção e sensibilidade, descobrindo sentidos que vão além do óbvio.</p>
<p>João explica que a ideia de criar a obra veio da própria relação com a cidade de Belém, somada a um profundo agradecimento pela acolhida pessoal e profissional.</p>
<blockquote><p>“É uma forma de agradecimento à acolhida dos belenenses, por me receberem tão bem e à minha família. Daí, repeti a intenção de tornar os lugares de que gosto em guias”, diz o escritor, que também foi o autor do primeiro guia de ecoturismo do Brasil em 1992.</p></blockquote>
<h3>Paulista radicado na Amazônia</h3>
<p>Nascido em São Paulo na década de 60, João conta que sempre trabalhou falando sobre a Amazônia, mas, em um momento da vida, percebeu que a distância física do seu objeto de trabalho ‘não fazia sentido’.</p>
<blockquote><p>“Busquei uma cidade que me acolhesse e acolhesse também à organização que dirijo, o Instituto Peabiru (organização da sociedade civil com atuação na agenda de direitos da Amazônia), e Belém ganhou e, ganha, em todos os quesitos!”, declara.</p></blockquote>
<p>Para ele, autor de outras 18 obras, Belém reúne atributos raros: uma cidade que flutua entre rios, saberes tradicionais, manifestações culturais e uma intensa vida urbana. Ao longo das páginas da obra, o leitor é conduzido por espaços emblemáticos que ajudam a contar a história dos 410 anos de Belém.</p>
<p>Igrejas, praças, mercados, monumentos e ruas revelam episódios marcantes como a Cabanagem e o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, além de símbolos fundadores como o Forte do Presépio. Museus, espaços artísticos e até a nomenclatura das ruas funcionam como chaves para entender a identidade local.</p>
<p>O autor destaca o Mercado do Ver-o-Peso e o Parque Zoobotânico do Museu Goeldi como lugares únicos no mundo pela coexistência entre cultura, biodiversidade e modos de vida tradicionais como forma de resistência ao cotidiano. Para ele, esses territórios expressam a relação profunda entre a cidade e a Amazônia, eixo central da proposta do livro.</p>
<blockquote><p>“Belém tem tantos atrativos como raramente há no Brasil, seja de ordem cultural, arquitetônica e paisagística seja na questão de seu dia a dia econômico. Uma cidade que flutua como Belém entre o Guamá e o Pará é algo único!”, reforça.</p></blockquote>
<p>Publicado pelo selo Cultura Acadêmica, da Fundação Editora da Unesp, o livro pode ser encontrado em livrarias de Belém e no site da editora Unesp.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cultura/guia-me-belem-livro-convida-a-descobrir-a-alma-e-a-biodiversidade-da-capital-paraense/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entre o passado e o futuro: o que moradores de Belém desejam no aniversário de 410 anos da cidade?</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/entre-o-passado-e-o-futuro-o-que-moradores-de-belem-desejam-no-aniversario-de-410-anos-da-cidade/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/entre-o-passado-e-o-futuro-o-que-moradores-de-belem-desejam-no-aniversario-de-410-anos-da-cidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 13:33:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=40252</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/16933_92e5409a-49c1-9aa7-0faf-44c3e1176831-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Feliz Lusitânia, Paris n&#8217;América, Cidade das Mangueiras. Em 410 anos, a capital paraense recebeu diversos nomes e teve cada página de sua historia escrita por ribeirinhos, indígenas, caboclos, migrantes e imigrantes. No aniversário da cidade, moradores que fazem o dia a dia de Belém compartilharam com o Pará Terra Boa seus desejos para esta data [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/16933_92e5409a-49c1-9aa7-0faf-44c3e1176831-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Feliz Lusitânia, Paris n&#8217;América, Cidade das Mangueiras. Em 410 anos, a capital paraense recebeu diversos nomes e teve cada página de sua historia escrita por ribeirinhos, indígenas, caboclos, migrantes e imigrantes.</p>
<p>No aniversário da cidade, moradores que fazem o dia a dia de Belém compartilharam com o Pará Terra Boa seus desejos para esta data tão especial.</p>
<p>Tiago de Jesus é uma das centenas de trabalhadores que fazem parte da Feira do Açaí, por onde chegam toneladas de açaí in natura todos os dias. O transporte é feito em paneiros, cestos de palha com capacidade aproximada de 15kg.</p>
<figure id="attachment_40256" aria-describedby="caption-attachment-40256" style="width: 770px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-40256" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/ver-o-peso-mc_abr_29092025-7.webp" alt="" width="770" height="513" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/ver-o-peso-mc_abr_29092025-7.webp 770w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/ver-o-peso-mc_abr_29092025-7-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/ver-o-peso-mc_abr_29092025-7-768x512.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/ver-o-peso-mc_abr_29092025-7-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/ver-o-peso-mc_abr_29092025-7-450x300.webp 450w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /><figcaption id="caption-attachment-40256" class="wp-caption-text">Movimento na Feira do Açaí, em Belém. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Nasci na Ilha das Onças (região próxima a Belém) e desde sempre fiz esse caminho, meu pai e meus tios atravessavam açaí todos os dias. Pra gente, Belém é calor, correria, turista misturado com feirante, repórter”, narra.</p></blockquote>
<p>Atualmente ele vive em Belém com três filhos e a esposa, expandindo o negócio da família e distribuindo o fruto para pontos de açaí e restaurantes. Para Tiago, Belém vai além de uma segunda casa, mas também é berço da continuidade da sua jornada.</p>
<blockquote><p>“Belém parece a maré, quando tu te espertas, já te pegou. Sempre me senti bem recebido, mas agora com mulher e filhos fazendo a vida, estudando, fazendo faculdade vejo que também é um berço de oportunidades pra quem vem dos rios. A gente nem precisa contar muito a luta quando diz que veio das ilhas, as pessoas já compreendem de cara”, diz.</p></blockquote>
<p>Jacira Coelho vende comidas típicas no bairro do Guamá, considerado o mais populoso de Belém pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre as mais de 100 mil pessoas que vivem e trabalham no local, ela cresceu, criou os filhos e agora celebra os netos com o lucro dos sabores tradicionais.</p>
<blockquote><p>“Toda minha vida é aqui em Belém. Nasci no Guamá e já morei em outros bairros, mas me sinto mais feliz aqui. Amo viajar e conhecer outras cidades no nordeste, sul, sudeste, mas o gostinho de estar em casa é diferente, é lembrar de toda a minha vida e do que a gente conseguiu crescer, meu neto diz que é nosso legado”, comenta.</p></blockquote>
<p>Vendendo comidas típicas, ela diz que um ponto de conforto é conhecer toda sua cadeia produtiva: da origem dos insumos os clientes. Dessa forma, a venda de refeições deixa de ser apenas apenas uma forma de sobrevivência, mas também de interação e alegria.</p>
<figure id="attachment_40257" aria-describedby="caption-attachment-40257" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-40257" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-1024x683.jpg" alt="" width="814" height="543" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_56_comida-para-2.jpg 1300w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40257" class="wp-caption-text">Tacacá, Vatapá e Maniçoba são alguns dos principais pratos típicos da região. Foto: Arquivo/Agência Pará</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Sei de onde vem meu jambu, minha maniva, meu cupuaçu. Isso é bom porque além de apoiar o compadre, a comadre, gente vê tudo crescer junto. Quando a demanda aumenta, todo mundo ganha mais e quando diminui a gente sai se recomendando pra não sair no prejuízo. É um cordão onde todo mundo se ajuda dentro do que dá, diz.</p></blockquote>
<p><strong>Qual é o grande diferencial de Belém?</strong></p>
<p>Para Jacira, uma das grandes qualidades de Belém é o sentimento de igualdade. Ela explica que mesmo com diferenças sociais, alguns sentimentos e preferências são comuns em todos os moradores.</p>
<blockquote><p>“O que eu mais amo é que não existe lugar só de rico e só de pobre, sabe? Tu vais em Mosqueiro, Cotijuba (ilhas que possuem praias muito procuradas no veraneio) e acha gente de todo tipo brincando junto. Até mesmo na Estação das Docas que dá muito turista tu vês todos misturados, ninguém fica olhando dos pés a cabeça te medindo”, conta.</p></blockquote>
<p>Já Tiago destaca o acolhimento e a sensação de proximidade. Para ele, não há como se sentir só na capital paraense.</p>
<blockquote><p>“Tu podes estar resolvendo um problemão ou indo passear com a família, sempre vais esbarrar com alguém que conhece tu ou tua família e trocar aquele abraço ou saber alguma novidade. Pra mim não existe solidão aqui, é impossível se sentir sozinho seja na tristeza, na alegria ou pra levantar uma laje em casa no fim de semana”, diz.</p></blockquote>
<p><strong>Presente e futuro</strong></p>
<p>Nascida no bairro do Jurunas, Caroline Leão dá aulas de Estudos Amazônicos na rede estadual de ensino para crianças e pré adolescentes. Além da bagagem profissional que explora a história regional, ela também leva para a sala de aula a vivência de crescer em um bairro onde a população é composta por descendentes de etnias tradicionais, povos ribeirinhos de outras localidades e trabalhadores da periferia.</p>
<figure id="attachment_40258" aria-describedby="caption-attachment-40258" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-40258" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_ag_57270_ee5c397e-10b6-3a99-35f1-7081493cc941.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_ag_57270_ee5c397e-10b6-3a99-35f1-7081493cc941.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_ag_57270_ee5c397e-10b6-3a99-35f1-7081493cc941-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_ag_57270_ee5c397e-10b6-3a99-35f1-7081493cc941-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_ag_57270_ee5c397e-10b6-3a99-35f1-7081493cc941-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/up_ag_57270_ee5c397e-10b6-3a99-35f1-7081493cc941-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-40258" class="wp-caption-text">Estudantes de escola estadual de Belém durante programação cultural. Foto: Ascom Sedeme/Agência Pará</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Eu sou muito feliz em trabalhar com algo que ajuda as novas gerações a não esquecerem nossa história. Belém e toda a Amazônia possuem um histórico de muita luta, mas também de união entre trabalhadores e povos tradicionais. Acho que um bom indício para quem quer avançar na vida passa por usar suas origens para impulsionar um futuro melhor, usando suas memórias de combustível”, comenta.</p></blockquote>
<p>Para a professora, a cidade enfrenta desafios como toda grande cidade, mas já avançou e pode continuar avançando em muitos sentidos rumo à justiça social e responsabilidade ambiental.</p>
<blockquote><p>“Temos problemas que o poder público pode atuar para resolver, como a remuneração justa de atravessadores e trabalhadores rurais que todo dia abastecem a cidade. Outra coisa que o poder público pode ajudar muito é em melhorar a responsabilidade ambiental com mais ações de fiscalização e punição para quem afeta o meio ambiente, mas as pessoas… as pessoas em sua maioria são acolhedoras em sua maioria. Se ver as pessoas mais velhas, muitas já praticam conceitos de sustentabilidade em suas casas mesmo sem saber. Os mais jovens a gente educa e conscientiza para ter uma nova geração mais engajada”, comenta.</p></blockquote>
<p><strong>Como presentear uma cidade?</strong></p>
<blockquote><p>“Nós somos a cidade, então presentear é contribuir com nossas ações, não acha?”</p></blockquote>
<p>Jacira acredita que cada pessoa pode presentear a cidade com seus talentos e aspirações. Para ela, os avanços e promessas de um amanhã melhor também passam pela iniciativa pessoal.</p>
<blockquote><p>“Eu dou meus parabéns vivendo e fortalecendo o que está aqui: meus filhos e netos vivem em a Belém, meus clientes e fornecedores estão aqui, separo o lixo direitinho, falo para os vizinhos não queimarem nada sem necessidade. Acho que viver de forma respeitosa e grata ao chão de onde a gente veio é uma forma de dar parabéns também, não concorda?”, questiona.</p></blockquote>
<p>Para Tiago, Belém pode fazer ainda melhor ao proteger mais o meio ambiente e reforçar suas origens.</p>
<blockquote><p>“O Belenense sabe receber muito bem e ser agradável? Eu desejo que protejam mais as ilhas, os bosques. A gente quer que a cidade cresça em turismo, mas sem esquecer que sustentabilidade e essas coisas que falaram tanto na COP também passa pela gente que atravessa açaí, peixe, fruta, verdura e legume todo dia. Eu desejo que Belém continue amorosa, mas que não deixe ninguém tirar proveito demais”, diz.</p></blockquote>
<p>Já o desejo de Caroline é um misto de pedido e promessa, reforçando seu compromisso pessoal em contribuir.</p>
<blockquote><p>“Vamos construir mais espaços arborizados, ações de fiscalização e punir de verdade quem prejudica o meio ambiente. Eu tô aqui completamente comprometida em fazer minha parte em formar cidadãos que amam sua terra e conhecem sua importância e seu potencial. Se cada um fizer sua parte, todos nós avançamos”, declara.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/entre-o-passado-e-o-futuro-o-que-moradores-de-belem-desejam-no-aniversario-de-410-anos-da-cidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quer conhecer Belém no fim de ano? Confira locais que são a essência da capital paraense</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/quer-conhecer-belem-no-fim-de-ano-confira-locais-que-sao-a-essencia-da-capital-paraense/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/quer-conhecer-belem-no-fim-de-ano-confira-locais-que-sao-a-essencia-da-capital-paraense/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 12:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=39052</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/22559_fc60cf4a-9dba-f03c-1cd2-f836b1fb0736-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Belém saiu da COP30 direto para o ritmo acelerado do ciclo das festas de fim de ano. Enquanto parte da população inicia uma corrida contra o tempo em busca de presentes e lembrancinhas para familiares e amigos, a outra parcela do público aproveita as folgas dessa época para viajar e conhecer novos lugares. Segundo o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/22559_fc60cf4a-9dba-f03c-1cd2-f836b1fb0736-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Belém saiu da COP30 direto para o ritmo acelerado do ciclo das festas de fim de ano. Enquanto parte da população inicia uma corrida contra o tempo em busca de presentes e lembrancinhas para familiares e amigos, a outra parcela do público aproveita as folgas dessa época para viajar e conhecer novos lugares.</p>
<p>Segundo o Google Trends, ferramenta da plataforma de buscas que monitora o interesse do internauta com base nas pesquisas dos usuários, o interesse global na capital paraense esteve em alta durante todo o ano, com pico absoluto durante a conferência do clima, em novembro. Mas e quem só pode visitar a cidade no último mês do ano, será que perdeu algo?</p>
<p>O <strong>Pará Terra Boa</strong> foi às ruas e criou um roteiro baseado nas recomendações de quem vive a cidade intensamente, para você não ficar de fora dos pontos turísticos essenciais. A ideia é experimentar o clima de fim de ano em plena Amazônia.</p>
<h3>História com toque especial</h3>
<p>Ana Soares, que trabalha no Forte do Presépio, explica que o local mantém o funcionamento normalmente durante o fim do ano, de terça-feira a domingo, de 9h às 17h, fechando às segundas-feiras e feriados.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aqui sempre tem alguma exposição ou algum evento cultural, porque os moradores também visitam muito. Então se você vier aqui em dois momentos durante o ano, nas duas vezes verá coisas diferentes porque além do acervo fixo, também tem a programação circular&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Ela explica que o Forte faz parte do Complexo Feliz Lusitânia, que também reúne a Casa das Onze Janelas, a Catedral Metropolitana de Belém, Igreja de Santo Alexandre e todo o entorno como as ruas e a praça Frei Caetano Brandão.</p>
<blockquote><p> &#8220;Cada pedaço desse perímetro conta a origem da cidade de forma muito única, então embora dê para visitar cada lugar separadamente, quando a gente nota que a pessoa vai ficar um tempo a mais na cidade, recomendamos tirar uma manhã para conhecer com calma todo o entorno”, conta.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39054" aria-describedby="caption-attachment-39054" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39054 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-1024x683.jpg" alt="" width="814" height="543" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012.jpg 1300w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39054" class="wp-caption-text">Entrada do Forte do Castelo, parte do complexo Feliz Lusitânia. Rodrigo Pinheiro/Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Há duas formas de conhecer o forte: espontaneamente, em que cada pessoa visita o local separadamente, e a agendada, geralmente feita por grupos turísticos e escolas. No fim de ano, em particular, Ana destaca que existem programações que deixam a região ainda mais vibrante.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tanto a gestão municipal quanto os grupos culturais costumam ocupar toda essa região à noite com shows e programações culturais com essa pegada mais natalina. Então dá para conhecer uma versão da cidade e do centro histórico durante o dia e outra durante a noite. A maioria dos moradores que trabalha até bem pertinho das festas costuma fazer isso: aproveitar todas as atrações da cidade depois do expediente e vai para a praia na véspera de Natal e Ano Novo&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<h3>Peixe frito com açaí garantidos o ano todo</h3>
<p>Na maior feira a céu aberto da América Latina, o Mercado do Ver-o-Peso, mais de 50 mil pessoas circulam todos os dias. São feirantes, atravessadores, visitantes, turistas e trabalhadores do Centro Comercial de Belém.</p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Economia de Belém (Secon), há aproximadamente 5 mil pessoas trabalhando diariamente no local. O número contempla feirantes cadastrados nos boxes oficiais, permissionários e outros vendedores que trabalham em áreas anexas do local.</p>
<figure id="attachment_39063" aria-describedby="caption-attachment-39063" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39063 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39063" class="wp-caption-text">Parte da equipe da Barraca do Loro, que vende açaí e peixe frito. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<p>Ulisses Silva, responsável pela Barraca do Loro, vende peixe frito e açaí diariamente e garante que não existe pausa no local. Então é possível garantir a refeição clássica do paraense todos os dias do ano.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente está na parte mais pulsante da cidade, o coração mesmo. Tem gente chegando e saindo a todo momento com peixe, farinha, frutas, perfumes, roupas, de tudo. Nós temos a nossa família, mas o Ver-o-Peso também é uma grande família. A gente ri, chora, comemora e brinca junto o ano inteirinho. Se tu vieres aqui nos dias de Natal e Ano Novo pode ter certeza que vai ter o almocinho garantido e da maior qualidade, capaz de ainda levar um brinco, pulseira, roupa nova pra começar 2026 no estilo&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<p>A área de alimentação do Ver-o-Peso é amplamente frequentada e oferece opções de refeições a partir de R$ 20. O grande diferencial, segundo os proprietários, é ouvir atentamente os clientes. Ulisses explica que os frequentadores da feira consomem mais de 200 quilos de peixe e quase 300 quilos de açaí diariamente apenas na sua barraca.</p>
<figure id="attachment_39061" aria-describedby="caption-attachment-39061" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39061 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39061" class="wp-caption-text">Parte do espaço de alimentação da Feira do Ver-o-Peso. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;Açaí com peixe, camarão, carne assada, farinha de tapioca e da baguda, a gente faz o ano todo, mas se tu chegares aqui amanhecido de uma festa querendo uma tapioca docinha, molhada com leite de coco ou até uma rabanada, tu acha, sempre tem alguém que faz&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Além do mercado, o complexo arquitetônico e paisagístico de 25 mil metros quadrados inclui a rua Boulevard Castilhos França, o Mercado Bolonha de Peixe, Mercado da Carne, Praça do Relógio, Doca do Ver-o-Peso, Feira do Açaí, Solar da Beira e a Praça Dom Pedro II, que possui três monumentos tombados: o Palacete Azul, o Palácio do Governo e a Casa do Barão de Guajará.</p>
<h3>Foco na experiência</h3>
<p>A Estação das Docas, local escolhido por centenas de moradores e visitantes para apreciar a vista da Baía do Guajará, também reúne restaurantes, quiosques e exposições itinerantes. Quer algo ainda melhor? O espaço possui sua própria festa de Ano Novo, totalmente gratuita, reunindo em torno de 50 mil pessoas.</p>
<figure id="attachment_39060" aria-describedby="caption-attachment-39060" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39060 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39060" class="wp-caption-text">Final de tarde na Estação das Docas. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<p>Ivan Guedes, que trabalha como garçom em uma cervejaria do local, resume a experiência de trabalho no fim de ano como intensa e alegre.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se tu estás chegando em Belém agora, dá um pulo aqui com a gente. É aquela correria de Natal com ritmo de carimbó e rock doido (termo usado para se referir às festas de aparelhagem). Sempre tem o que fazer na cidade, mas agora no fim de ano, tu vê Papai Noel dando tremidinha&#8221;, brinca. &#8220;É muito puxado trabalhar nessa época, mas duvido tu não chegar em casa rindo de alguma coisa porque além da ocasião, que é o Natal, o Ano Novo, a gente é muito apaixonado nas nossas coisas e mete nossa música e nosso jeito de festejar em tudo&#8221;, diz Ivan.</p></blockquote>
<p>Habitualmente, o local funciona todos os dias a partir das 10h. Entretanto, há adaptações no mês de dezembro devido aos feriados. Uma delas é para a festa de Ano Novo do espaço, uma das maiores da capital paraense. Na última edição, foram nove horas de música e comemoração, incluindo contagem regressiva e show pirotécnico.</p>
<p>Guilherme Neves trabalha como professor em Cachoeira do Arari, no Arquipélago do Marajó, e sempre volta para Belém no fim de ano, para passar o período festivo com familiares e amigos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu amo me sentir turista na minha cidade. Tem os lugares clássicos que a gente cresce amando, mas sempre tem uma coisinha nova pra gente aproveitar e eu sou apaixonado por isso. Em casa, já é lei: chego lá pelo dia 10 ou 15, ajudo a arrumar a festa na casa da minha mãe.  No dia 31, a gente vira o ano na Estação das Docas, aproveita horrores, dá &#8216;Feliz Ano Novo&#8217; pra todo mundo e depois volta pra casa e continua a festa da família. Eu espero o ano todo por esse momento&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<h3>Que tal colocar os pés na areia?</h3>
<p>A 20 minutos de barco do Distrito de Icoaraci, em Belém, a Ilha de Cotijuba é um refúgio procurado por moradores e visitantes o ano inteiro, mas na época das festas, a visita ganha ares de renovação e conexão com a natureza. O motivo? A circulação de carros de passeio na ilha só é permitida para serviços essenciais como saúde e segurança. Lá, o transporte é feito pelas &#8216;motorretes&#8217;, motos adaptadas para o transporte de pessoas. A travessia custa a partir de R$ 9 com viagens a partir das 9h, todos os dias.</p>
<figure id="attachment_39820" aria-describedby="caption-attachment-39820" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-39820" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1024x635.jpg" alt="" width="814" height="505" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1024x635.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-300x186.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-768x476.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1536x953.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-2048x1270.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-150x93.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-450x279.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1200x744.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39820" class="wp-caption-text">Motorretes para transporte de passageiros em Cotijuba. Foto: Ascom/SEGBEL</figcaption></figure>
<p>Evelyn Vianna trabalha em uma pousada na ilha e diz que os primeiros dias do ano se assemelham ao mês de julho, devido ao intenso movimento tanto nas hospedagens como no restaurante.</p>
<blockquote><p>&#8220;Além da pousada, nós temos um restaurante que atende o pessoal da praia e é sempre muito movimentado. Chega a gente precisa contratar mais pessoal pra dar conta da demanda. Isso acontece porque quem tem mais tempo se hospeda direto, fica Natal, Ano (Novo) ou os dois. Já quem mora aqui e vem de Belém, Ananindeua, Marituba ou mais longe já vem virado pra aproveitar o primeiro dia na praia. Igualzinho julho, mas com aquela magia especial de começar um ano novo com os pés na areia e desejando coisas boas pra nossa vida em um novo ciclo&#8221;.</p></blockquote>
<p>A estudante conta que mesmo que a ilha tenha guias nos pontos turísticos, gosta de conversar com os hóspedes e contar um pouco mais sobre a história de onde nasceu e vive. Desta forma, quem vai ao local apenas para conhecer as praias volta com um pouco mais de conhecimento sobre Cotijuba.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tenho muito orgulho de viver aqui e, sempre que tenho abertura com os hóspedes, conto alguma curiosidade da cidade. Eu amo viajar no meu tempo livre e gosto dessas informações que são históricas, mas que vêm da boca do cidadão, sabe? Fica escancarado como a pessoa aprecia de verdade aquele lugar&#8221;.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39821" aria-describedby="caption-attachment-39821" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-39821" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1024x683.jpg" alt="" width="814" height="543" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-2048x1366.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39821" class="wp-caption-text">Praia na Ilha de Cotijuba. Foto: Fernando Sette/Comus</figcaption></figure>
<p>Uma das principais curiosidades que Evelyn gosta de contar é sobre a origem da ilha e seus primeiros habitantes, os indígenas Tupinambás. Ela lembra que eles deram o nome de Cotijuba, que significa &#8216;trilha dourada&#8217;, homenageando o solo arenoso da região.</p>
<blockquote><p>&#8220;Minha parte preferida de estudar, trabalhar e gostar de viver o turismo é ver que aqui em Belém não existe muito essas áreas somente para turistas, sem a presença do povo. Em todo lugar que a gente vai passear aqui dentro tem turista do Brasil, de fora e daqui de dentro mesmo, ribeirinho ou do interior. Pra quem viaja, isso é como um abraço, sinal de acolhimento real&#8221;, celebra.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cultura/quer-conhecer-belem-no-fim-de-ano-confira-locais-que-sao-a-essencia-da-capital-paraense/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>COP do acolhimento: o que os visitantes estrangeiros levam de Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cop-do-acolhimento-o-que-os-visitantes-estrangeiros-vao-levar-de-belem/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cop-do-acolhimento-o-que-os-visitantes-estrangeiros-vao-levar-de-belem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 21:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[esntrangeiros]]></category>
		<category><![CDATA[hospitalidade]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=39463</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_152300_Instagram-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A COP30 em Belém resgatou algo essencial em conferências do clima: o envolvimento da sociedade civil. Após três edições realizadas sob forte restrição nos países-sede, o evento no Brasil devolveu a oportunidade para as manifestações e a expressão pública ocorrerem. Com isso, Belém se tornou o palco para mostrar, na prática, a famosa receptividade brasileira [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_152300_Instagram-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A COP30 em Belém resgatou algo essencial em conferências do clima: o envolvimento da sociedade civil. Após três edições realizadas sob forte restrição nos países-sede, o evento no Brasil devolveu a oportunidade para as manifestações e a expressão pública ocorrerem. Com isso, Belém se tornou o palco para mostrar, na prática, a famosa receptividade brasileira e a capacidade de integrar o público ao debate global do clima.</p>
<p>Entre as curiosidades provocadas pelo &#8216;choque&#8217; cultural, o<strong> Pará Terra Boa</strong> já foi atrás de depoimentos de visitantes que se sentiram à vontade para trilhar seus próprios caminhos na capital paraense. Mas o que as delegações levarão como principal lembrança de Belém?</p>
<blockquote><p>&#8220;Cada COP é uma oportunidade de conhecer a cultura e a realidade de cada sede. Ver que não fizeram separação entre o público da COP30 e os moradores daqui foi um grande acerto&#8221;, conta Alica Rogova.</p></blockquote>
<p>A ativista alemã Alica Rogova viralizou na capital paraense durante sua participação da COP30, ou melhor, nas horas vagas da longa jornada de afazeres da conferência. A jovem, que chegou a Belém como pouco mais de 900 seguidores, chega ao último dia de conferência com quase 25 mil seguidores.</p>
<p>Tudo começou com vídeos de Alica dançando em festas de aparelhagem. Em uma semana, ela conquistou fãs e começou a tirar fotos com admiradores. Embora ache curioso o fato de ter viralizado, ela já sabe o que fazer com a fama instantânea.</p>
<blockquote><p>&#8220;Compartilho ainda mais posts sobre as causas que me trouxeram aqui, este é o momento perfeito de dar ainda mais visibilidade para a urgência de falar sobre o meio ambiente e sobre os povos menos favorecidos&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Alica comenta que a &#8220;fama&#8221; conquistada na COP30 se deve ao acolhimento dos paraenses, que a encheram de presentes e até convites para ficar mais tempo na cidade.</p>
<figure id="attachment_39478" aria-describedby="caption-attachment-39478" style="width: 499px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-39478" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251121-WA0670-e1763758554203-300x229.jpg" alt="" width="499" height="381" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251121-WA0670-e1763758554203-300x229.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251121-WA0670-e1763758554203-150x115.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251121-WA0670-e1763758554203-450x344.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251121-WA0670-e1763758554203.jpg 720w" sizes="(max-width: 499px) 100vw, 499px" /><figcaption id="caption-attachment-39478" class="wp-caption-text">Alica faz questão de tirar selfie com paraenses durante a COP30. Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;Vocês são muito gentis e carinhosos. Já recebi frutas, pelúcias e convites para passar mais tempo na cidade. Antes dos vídeos, as pessoas já eram muito cuidadosas comigo e com outras pessoas que não falam português&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>O cuidado dos paraenses com os novos visitantes também foi relatado pelo grupo de jovens Maori Te Kahu Pōkere, da Nova Zelândia.</p>
<p>Na última semana, eles geraram repercussão, no Brasil, após fazerem o Haka, um ritual daquele país, na Ilha do Combu.</p>
<p>Anahera conta que, tradicionalmente, o haka é usado para intimidar inimigos nas batalhas, mas atualmente também é utilizado como forma de dar boas-vindas ou mostrar respeito. E foi essa a intenção do gesto com os paraenses.</p>
<figure id="attachment_39480" aria-describedby="caption-attachment-39480" style="width: 551px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-39480" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_172124_Instagram-e1763758464273-300x196.jpg" alt="" width="551" height="360" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_172124_Instagram-e1763758464273-300x196.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_172124_Instagram-e1763758464273-1024x669.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_172124_Instagram-e1763758464273-768x502.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_172124_Instagram-e1763758464273-150x98.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_172124_Instagram-e1763758464273-450x294.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_172124_Instagram-e1763758464273.jpg 1080w" sizes="(max-width: 551px) 100vw, 551px" /><figcaption id="caption-attachment-39480" class="wp-caption-text">Anahera Nin. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;Naquele momento (do vídeo), sentimos profunda conexão com a Ilha e seus moradores e ficamos agradecidos por nos receberem. Mesmo vivendo em lugares opostos, temos muito em comum. Estamos expressando diante dos nossos ancestrais o respeito que os povos dessas ilhas merecem&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Taane explica que conhecer Belém foi algo muito esperado pelo grupo, especialmente a Ilha do Combu, que pesquisaram diversas informações pelas redes sociais.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Brasil é mundialmente famoso pelo seu povo, mas quando falam da Amazônia, falam como se fosse um povo de uma nação separada e isso chamou a nossa atenção. Quando anunciaram a sede da COP, pesquisamos o que seria bom conhecer e nos aproximamos pelas ilhas e a história dos ribeirinhos, que estão aqui há muito tempo e lutam igual a nós para manter suas tradições e o direito de existir em seu território&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Taane diz que as COPs costumam ser cansativas e os resultados podem ser frustrantes, mas estar com pessoas, com às quais se cria uma conexão, ajuda a vencer parte dos obstáculos e frustrações, trazendo um sentimento de comunhão.</p>
<figure id="attachment_39482" aria-describedby="caption-attachment-39482" style="width: 547px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-39482" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_171823_Instagram-e1763758497713-300x216.jpg" alt="" width="547" height="394" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_171823_Instagram-e1763758497713-300x216.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_171823_Instagram-e1763758497713-768x553.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_171823_Instagram-e1763758497713-150x108.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_171823_Instagram-e1763758497713-450x324.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_171823_Instagram-e1763758497713.jpg 808w" sizes="(max-width: 547px) 100vw, 547px" /><figcaption id="caption-attachment-39482" class="wp-caption-text">Taane Aruka. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Eu só me sinto tão bem assim em casa. Belém e a Amazônia trouxeram paz para nosso coração. Os traços dos rostos das pessoas, a forma de falar, as paisagens, a chuva. Você se sente menos desamparado quando está perto de pessoas onde você consegue se ver e se sentir não um estrangeiro, mas um amigo&#8221;, conta.</p></blockquote>
</blockquote>
<p>Quem também se conectou com a cultura paraense foi Prakash, do Nepal. Ele diz que se encantou ao ver esculturas de animais pela rua e o ato o fez lembrar da própria casa, onde alguns animais são sagrados. Os festivais religiosos que elevam alguns animais como seres veneráveis tem a ver com a forte influência da cultura hindu.</p>
<figure id="attachment_39476" aria-describedby="caption-attachment-39476" style="width: 541px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-39476" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_163514_TikTok-e1763758437103-300x164.jpg" alt="" width="541" height="296" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_163514_TikTok-e1763758437103-300x164.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_163514_TikTok-e1763758437103-150x82.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_163514_TikTok-e1763758437103-450x245.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Screenshot_20251121_163514_TikTok-e1763758437103.jpg 765w" sizes="(max-width: 541px) 100vw, 541px" /><figcaption id="caption-attachment-39476" class="wp-caption-text">Prakash Thapa, visitante do Nepal. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;Os animais são símbolos de lealdade, fertilidade, prosperidade e sustento. Temos templos dedicados a alguns animais como macacos, bois e vacas, além de ter dias dedicados especialmente a eles durante nossos festivais&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>As esculturas vistas por Prakash fazem parte da Jaguar Parade, exposição que reúne 50 esculturas de onças-pintadas, criadas por artistas paraenses, que unem arte, cultura e conscientização ambiental.</p>
<p>Um vídeo publicado pelo nepalês no Boulevard da Gastronomia, complexo de bares e restaurantes próximo a Estação das Docas, um dos principais cartões postais da cidade, chegou a 20 mil visualizações e centenas de comentários falando sobre Belém.</p>
<blockquote><p>&#8220;Recebi muitas mensagens desejando que minha visita à cidade fosse boa. Em outro momento, alguns jovens falaram comigo na Green Zone e me deram recomendações de onde ir. Em alguns países, você pode ter impressões diferentes se comparar como os moradores agem na Internet e na vida real, mas aqui o acolhimento é igual&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Prakash recorda experiências negativas em COPs, quando sentiu olhares de preconceito e um tratamento diferente, mas diz que isso não existe na COP de Belém, de onde sairá com boas impressões em todos os aspectos:</p>
<blockquote><p>&#8220;Dependendo do país (sede da COP), é comum olharem de forma duvidosa para nós (com aparência semelhante aos indianos), geralmente com algum preconceito, principalmente pela origem. Mas aqui me senti em uma versão da minha casa: pessoas acolhedoras, sorridentes e curiosas&#8221;.</p></blockquote>
<p>Para os quatro visitantes, um desejo é unânime: voltar ao Pará após a COP30 e torcer para um desfecho positivo nas negociações, principalmente ao presenciar, com os próprios olhos, que o estado possui uma população que se preocupa com o meio ambiente e torce pela preservação das suas tradições.</p>
<blockquote><p>&#8220;A chuva cai com hora marcada, isso é um presente dos céus, um presente diário. Não devemos permitir que essa tradição acabe por causa da crise climática&#8221;, destaca Anahera.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cop-do-acolhimento-o-que-os-visitantes-estrangeiros-vao-levar-de-belem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turistas da COP30 aproveitam a Grande Belém e &#8216;criam&#8217; novas rotas turísticas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/turistas-da-cop30-aproveitam-a-grande-belem-e-criam-novas-rotas-turisticas/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cop30/turistas-da-cop30-aproveitam-a-grande-belem-e-criam-novas-rotas-turisticas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 19:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Ananindeua]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=39086</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/BALNEARIOS-18-1536x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os mais de 50 mil turistas aguardados para a COP30 chegaram a capital paraense criando seus próprios roteiros turísticos. Instalados em hotéis, sites de hospedagens e aplicativos como Airbnb, as delegações e demais participantes estão alojados em diversos locais da Grande Belém, girando a economia dos bairros do centro até a periferia. Evan Jenkins veio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/BALNEARIOS-18-1536x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os mais de 50 mil turistas aguardados para a COP30 chegaram a capital paraense criando seus próprios roteiros turísticos.</p>
<p>Instalados em hotéis, sites de hospedagens e aplicativos como Airbnb, as delegações e demais participantes estão alojados em diversos locais da Grande Belém, girando a economia dos bairros do centro até a periferia.</p>
<p>Evan Jenkins veio do Reino Unido e está hospedado no bairro do Guamá, na casa dos pais de um amigo, que hoje vive em Salvador. Ele conta que conheceu o paraense Daniel em projetos de democratização da saúde para comunidades carentes do Brasil.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aprendi a falar português com o Daniel e outros amigos brasileiros, mas nunca tinha vindo até o norte, ainda mais na casa dele. De cara, fiquei aqui para economizar, mas os pais dele estão me levando a alguns locais e estou conhecendo outros que me fazem pensar como seria ter nascido aqui&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Joseanie e Lourival, pais de Daniel, dizem que ficaram um pouco temerosos com a chegada de Evan no começo, mas logo entenderam o que o visitante buscava e se sentiram mais confortáveis com sua presença.</p>
<blockquote><p>&#8220;De início, pensamos em levar ele para museus, praias, locais do centro histórico, mas ele fez alguns pedidos diferentes quando chegou&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Evan conta que quis conhecer lugares e coisas que Daniel sempre mencionou: ir à praça perto de casa do amigo, comer a unha de caranguejo do bairro (nome dado para a coxinha, quando feita com partes da pata do crustáceo) e visitar a Ilha do Combu.</p>
<figure id="attachment_39090" aria-describedby="caption-attachment-39090" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39090 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504.jpg" alt="" width="592" height="525" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504.jpg 495w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-300x266.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-150x133.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-450x399.jpg 450w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /><figcaption id="caption-attachment-39090" class="wp-caption-text">Restaurante Boá na Ilha, localizado na Ilha do Combu. Foto: Divulgação/Boá na Ilha</figcaption></figure>
<h3>Gastronomia e natureza</h3>
<p><span style="font-size: 14px; color: #333333;">Turistas como Evan estão fazendo a alegria de pessoas como Boaventura Junior, responsável pelo restaurante Boá na Ilha, localizado no Furo da Paciência, parte da Ilha do Combu. Ele conta que o movimento no local cresceu desde a Cúpula dos Líderes, que antecipou as programações da COP30, em Belém.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;O movimento cresceu bastante. A grande diferença é que o turista quer provar de tudo um pouco, especialmente o estrangeiro&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>O restaurante, que une natureza e gastronomia, funciona nas sextas, sábados e domingos, de 10h às 18h, mas o proprietário diz que, além do movimento avulso, cresceu a busca feita por grupos, buscando agendamentos para passeios e programações especiais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Geralmente o contato com os turistas é muito respeitoso, eles querem saber como comemos, de onde vem cada coisa&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Assim como Evan, Maria Huenul, do Chile, também fez questão de conhecer o entorno da capital. A chilena já conhecia a região Norte: esta é a terceira vez que ela visita um estado da Amazônia brasileira e a segunda vez no Pará.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já estive em Santarém, Monte Alegre e agora Belém. O que tenho a dizer é que a gente se sente mais próximo a cada vez que retorna à cidade. Os passeios ficam cada vez melhores: a praça no dia de domingo, o pão na padaria da esquina&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>Maria conta que, com a COP30, teve a oportunidade de ter uma &#8216;experiência imersiva&#8217; em Belém, morando em uma rua no bairro do Marco, meses antes do evento global.</p>
<blockquote><p>&#8220;Como trabalho remoto e precisei falar mais sobre a cidade, combinei com minha chefia de chegar aqui em maio e foi incrível. Vivi as festas juninas, as férias de julho, peguei um bronze em Outeiro, comi tapioquinha em Mosqueiro&#8230; o difícil vai ser voltar&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>A cidade dentro da cidade</h3>
<p>E não é só a turista chilena que está vivendo como uma local nesta época de COP30, em Belém. Ananindeua, uma das cidades da Grande Belém, tem abrigado parte dos visitantes e observadores que vieram da República Democrática do Congo.</p>
<p>No bairro do Coqueiro, Jaques Ngoma diz que sua maior diversão na cidade é ir aos bares e igarapés nas noites de sexta-feira e sábado, e ir á feira no domingo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já provei várias caipirinhas de jambu e muita coxinha de maçaneta com suco nos bares da Praça da Bíblia e também no parque do maguari, digo, Vila Maguary&#8221;, cita.</p></blockquote>
<p>Os locais citados por Jaques estão fora do eixo turístico oficial da capital paraense, mas atraem diversos moradores de outras cidades próximas como Marituba, Castanhal e Santa Izabel.</p>
<figure id="attachment_39091" aria-describedby="caption-attachment-39091" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39091 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-39091" class="wp-caption-text">Parque Cultural Vila Maguary, em Ananindeua, que abriga o primeiro teatro da cidade, assim como um museu interativo e áreas de lazer. Foto: Leandro Santana/Prefeitura Municipal de Ananindeua</figcaption></figure>
<p>Jaques detalha que gosta de levar uma rotina mais regrada e, quando chegou na cidade, procurou por lugares onde pudesse fazer as compras da semana e também passear no tempo livre.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já fui à barbearia, à feira, a supermercados. A melhor parte de circular dentro do bairro é fazer amigos em lugares comuns e conhecer outros lugares. Tem um restaurante japonês aqui que tem sushi com queijo do marajó, já provou?&#8221;, questiona.</p></blockquote>
<p>Uma semana depois de Jaques, Aya Massamba também chegou à Grande Belém, mas no distrito de Icoaraci &#8211; região conhecida principalmente pelo artesanato em cerâmica.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu pesquisei um pouco e vi que é uma região conhecida pelo artesanato. Também procurei um pouco por restaurantes, mas quando encontrei o Jaques, ele me levou para lugares maravilhosos em bairros que nunca tinha ouvido falar, mas onde dancei carimbó, comi, bebi&#8221;, conta aos risos.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39093" aria-describedby="caption-attachment-39093" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39093 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1024x693.jpg" alt="" width="814" height="551" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1024x693.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-300x203.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-768x520.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1536x1039.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-2048x1386.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-150x101.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-450x304.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1200x812.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39093" class="wp-caption-text">Feira de artesanato do Paracuri, no distrito de Icoaraci. Foto: Alessandra Serrão/COMUS</figcaption></figure>
<p>Próximo ao final da primeira semana da COP30, Aya, Jaques e Evan pretendem levar seus amigos recém-chegados em Belém para roteiros feitos a partir das suas próprias experiências.</p>
<p>O local escolhido pela dupla do Congo é o restaurante Terra do Meio, em Marituba, referência local em culinária e conexão com o meio ambiente. Jaques justifica a escolha:</p>
<blockquote><p> &#8220;Fiz um amigo aqui na cidade que já foi lá. Também já segui nas redes sociais e vi que é um lugar com água gelada, tranquila e muito peixe frito com açaí, perfeito pra descansar&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Evan diz que esta frequentando diversas festas na cidade, desde o início da semana, e que pretende ir em todas que conseguir.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já fui no Palácio dos Bares, festas de aparelhagem (como Rubi e Crocodilo), roda de carimbó. Tô conhecendo tudo que puder, com direito ao churrasquinho no final&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Já Aya diz que vai encontrar com os amigos em Marituba, mas antes, ela e outras mulheres do grupo, vão em um Salão de Beleza de Icoaraci.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vamos fazer as unhas, porque teremos uma outra semana de muito trabalho, mas vi unhas e esmaltes muito bonitos aqui no Brasil, quero experimentar também&#8221;, narra.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cop30/turistas-da-cop30-aproveitam-a-grande-belem-e-criam-novas-rotas-turisticas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ei, maninha! Espia como Belém vai te apresentar para a Amazônia durante a COP30</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/ei-maninha-espia-como-belem-vai-te-apresentar-para-a-amazonia-durante-a-cop30/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cop30/ei-maninha-espia-como-belem-vai-te-apresentar-para-a-amazonia-durante-a-cop30/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[cidade das mangueiras]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=31752</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a Amazônia que tu vai encontrar por aqui pode te surpreender ainda mais. Espia só!</p>
<p>Belém é uma metrópole amazônica. E isso já diz muita coisa. Por aqui, o concreto, a tecnologia, a modernidade e o estilo de vida urbana se misturam com as tradições dos povos da floresta, com as comunidades ribeirinhas, com os sabores das frutas que só têm aqui, com a explosão de cheiros que vai do pitiú do peixe ao aroma envolvente do patchouli, com os sons que fazem a galera tremer, e tudo isso envolvido por muito calor humano e do próprio ambiente.</p>
<p>Cada passo dado na cidade é uma oportunidade de conhecer e viver novas experiências na Amazônia. Inclusive, é bom andar com atenção pelas bandas de Nazaré e Batista Campos, que são alguns dos bairros com mais mangueiras. As árvores ajudaram a dar fama à cidade, embelezam as ruas e criam zonas com mais sombra.</p>
<figure id="attachment_31755" aria-describedby="caption-attachment-31755" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31755 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg" alt="" width="754" height="506" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg 754w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-300x201.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-150x101.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-450x302.jpg 450w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-31755" class="wp-caption-text">As mangueiras são símbolos da paisagem da cidade. Foto: Alessandra Serrão / NID Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p>Em novembro, começa a safra das mangas, então não estranha se vir muitas frutas e caroços pelas calçadas. Se tiver sorte, vai encontrar uma em boas condições pra comer na caminhada. Outros vão se queixar, já que não é incomum uma manga amassar a lataria ou quebrar o para-brisa de um carro ou mesmo cair na cabeça de qualquer desavisado.</p>
<p>É bom manter os ouvidos atentos para apreciar o linguajar que só os paraenses têm. Combinou alguma coisa, então “selou”, curtiu algo, então “foi firme”, se ouviu algo que duvida, então é “potoca”, vai embora de algum lugar, então vai “pegar o beco”. A diversidade é muito grande e cheia de nuances. Com o tempo vai entender as diferenças e as intenções por trás de um “É égua”, um “Égua, não” ou um “É-GU-A!”. Da mesma forma, vai entender que “mana” pode ser uma palavra sem gênero e que “endoidar” pode ser a melhor forma de curtir o momento.</p>
<figure id="attachment_31756" aria-describedby="caption-attachment-31756" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31756 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-31756" class="wp-caption-text">População se expressa com o linguajar típico do Pará. Foto: Fernando Sette / Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">É essa linguagem única que, combinada com a criatividade e a originalidade musical, cria outro grande atrativo: a musicalidade. Ela tá por todas as partes, dos batuques no curimbó às batidas frenéticas das aparelhagens, Belém vibra no dia a dia com muitos sons, que refletem a diversidade social e cultural que vai da natureza às periferias. E, no meio disso, ainda tem o popopô dos barcos, o canto da revoada dos periquitos e o som do toró se formando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, a chuva quando cair será bem-vinda, já que em novembro a cidade ainda está na estação seca. O calor é escaldante e uma coisa é certa: tu vai ficar breado por aqui. Pra amenizar isso só um banho de rio na ilha do Combu. A travessia do rio Guamá e o contato com a floresta bem perto do centro da cidade por si só já são uma atração. Pra completar, um almoço comendo os melhores peixes acompanhado daquela tigela de açaí vão te fazer falar que foi “só o creme!”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de decisões importantes para o futuro do planeta, Belém vai proporcionar uma paisagem de cores, sons, sabores e muitas  vivências que têm tudo para marcar a memória de muita gente. Ventimbora! </span></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cop30/ei-maninha-espia-como-belem-vai-te-apresentar-para-a-amazonia-durante-a-cop30/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cúpula do Clima antecede a COP30 com 143 países participantes confirmados</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/cupula-do-clima-antecede-a-cop30-com-143-paises-participantes-confirmados/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cop30/cupula-do-clima-antecede-a-cop30-com-143-paises-participantes-confirmados/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 17:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula de Líderes em Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do Clima de Belém]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[TFFF]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=38414</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20250930161624-GF00025018-F00449549-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério das Relações Exteriores apresentou, nesta sexta-feira (31), os detalhes da Cúpula do Clima de Belém, que acontecerá nos dias 6 e 7 de novembro. O encontro reunirá 143 delegações internacionais, incluindo 57 líderes de Estado ou de governo, 39 ministros e representantes de diversas organizações internacionais. Estados Unidos e Argentina não estão entre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20250930161624-GF00025018-F00449549-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério das Relações Exteriores apresentou, nesta sexta-feira (31), os detalhes da Cúpula do Clima de Belém, que acontecerá nos dias 6 e 7 de novembro. O encontro reunirá 143 delegações internacionais, incluindo 57 líderes de Estado ou de governo, 39 ministros e representantes de diversas organizações internacionais. Estados Unidos e Argentina não estão entre os confirmados.</p>
<p>O evento, que antecede a Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas (COP), reúne presidentes, primeiros-ministros e demais chefes de governo para impulsionar as discussões do evento.</p>
<p>O Secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Itamaraty, Embaixador Maurício Carvalho Lyrio, anunciou que a sessão de abertura contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</p>
<p>As atividades começam no dia 5, com reuniões bilaterais entre países participantes. A plenária principal será aberta na manhã do dia 6, estendendo-se até a noite do dia 7, com discursos nacionais ao longo dos dois dias.</p>
<p>Ainda na tarde do dia 6, haverá um almoço de lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF). No mesmo período, estão previstas três sessões temáticas dedicadas a florestas e oceanos, transição energética e aos dez anos do Acordo de Paris, com foco em metas climáticas (NDCs) e financiamento ambiental.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estamos nos esforçando para que a COP30 no Brasil seja guiada pelo exemplo, nos empenhando na meta de alcançar o desmatamento zero até 2030, meta que está mais próxima de ser alcançada com nosso anúncio de ontem, com o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-na-amazonia-recua-11-e-registra-menor-taxa-em-11-anos/" target="_blank" rel="noopener">recuo de 11% do desmatamento na Amazônia</a>&#8220;, disse a ministra de Meio Ambiente, Marina Silva.</p></blockquote>
<p>A ministra destaca ainda a urgência de se debater a importância do papel da preservação dos manguezais e oceanos para o prosseguimento das metas de adaptação climática.</p>
<blockquote><p>&#8220;Precisamos da ajuda e do financiamento global para dar respostas consistentes em nível local em meio a emergência climática&#8221;, disse Marina.</p></blockquote>
<p>Em resposta aos jornalistas da coletiva, Lyrio frisou a importância do TFFF e disse esperar que sejam feitos anúncios sobre ele na Cúpula. Por outro lado, o presidente da COP 30, embaixador André Aranha Corrêa do Lago, disse acreditar que as soluções poderão ser melhor consideradas durante esta edição da cúpula, já que os participantes já estarão ali vivenciando parte do cotidiano dos povos da Amazônia, assim como cercados de especialistas de diversas áreas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os resultados para a população da Amazônia podem ser diversos e a diminuição do desmatamento, uma constante nos últimos anos, ajuda a gente a apontar a Amazônia como solução, mostrando diretamente o que já se vive lá e também os potenciais de avanço&#8221;, disse.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cop30/cupula-do-clima-antecede-a-cop30-com-143-paises-participantes-confirmados/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Belém decreta feriados municipais durante Cúpula dos chefes de Estado da COP30</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/belem-decreta-feriados-municipais-durante-cupula-dos-chefes-de-estado-da-cop30/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cop30/belem-decreta-feriados-municipais-durante-cupula-dos-chefes-de-estado-da-cop30/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 19:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto teletrabalho Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[Feriado muncipal na COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Feriados da COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade na COP30]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=37986</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/aerea-belem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, a Prefeitura de Belém sancionou a Lei nº 10.212, de 15 de outubro de 2025, que institui feriado municipal nos dias 6 e 7 de novembro, quando vai acontecer a Cúpula dos chefes de Estado da COP30.  Já durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, de 10 a 21 de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/aerea-belem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, a Prefeitura de Belém sancionou a Lei nº 10.212, de 15 de outubro de 2025, que institui feriado municipal nos dias 6 e 7 de novembro, quando vai acontecer a Cúpula dos chefes de Estado da COP30.  Já durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, de 10 a 21 de novembro, haverá esquema especial para alguns setores.</p>
<p>A Lei pretende facilitar a logística, a mobilidade urbana e a segurança nos dias de maior movimentação na capital paraense, assim como minimizar impactos na rotina dos moradores e na prestação de serviços públicos. Entretanto, o período de feriado não é aplicável aos serviços essenciais ou atividades que, por sua natureza, não possam ser interrompidas.</p>
<p>Entre os estabelecimentos devem funcionar normalmente estão:</p>
<p>• Bares e restaurantes</p>
<p>• Hotéis, hospedarias e pousadas</p>
<p>• Shopping centers</p>
<p>• Teatros, cinemas, bibliotecas e pontos turísticos</p>
<p>• Empresas de comunicação e radiodifusão</p>
<p>• Farmácias</p>
<p>• Padarias e supermercados</p>
<p>• Empresas que atuam em regime de trabalho remoto</p>
<h3>Teletrabalho e férias escolares</h3>
<p>No período da COP30 também entra em vigor o Decreto nº 113.687/2025, que determina que servidores públicos municipais da administração direta e indireta exerçam suas atividades em regime de teletrabalho entre os dias 5 e 21 de novembro.</p>
<p>Nesse mesmo período, também ocorre a segunda parte das férias escolares da rede municipal de ensino, medida que visa contribuir para melhorar o trânsito e a circulação de pessoas na cidade durante o evento.</p>
<p>Já os servidores que atuam em áreas consideradas essenciais, como saúde, segurança, arrecadação, defesa social, turismo, cultura e espaços de visitação, deverão manter o atendimento presencial, garantindo que os serviços à população não sejam interrompidos. O decreto fixa ainda que os órgãos públicos devem manter, no mínimo, 10% da capacidade de atendimento presencial durante os dias 5 a 21 de novembro.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cop30/belem-decreta-feriados-municipais-durante-cupula-dos-chefes-de-estado-da-cop30/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Círio: Manto de Nossa Senhora de Nazaré é apresentado em Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/cirio-manto-de-nossa-senhora-de-nazare-e-apresentado-em-belem/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/cirio-manto-de-nossa-senhora-de-nazare-e-apresentado-em-belem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 14:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré 2025]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[manto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=37683</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/manto_cirio_2025-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Manto da Imagem Peregrina, símbolo máximo do Círio de Nazaré, foi apresentado em Belém nesta quinta-feira (9), após a missa das 18h na Basílica Santuário, presidida pelo Arcebispo Metropolitano Dom Júlio Endi Akamine. Mesmo sob chuva, milhares de fiéis se reuniram para assistir à cerimônia, presidida por Dom Júlio Endi Akamine, arcebispo metropolitano da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/manto_cirio_2025-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Manto da Imagem Peregrina, símbolo máximo do Círio de Nazaré, foi apresentado em Belém nesta quinta-feira (9), após a missa das 18h na Basílica Santuário, presidida pelo Arcebispo Metropolitano Dom Júlio Endi Akamine.</p>
<p>Mesmo sob chuva, milhares de fiéis se reuniram para assistir à cerimônia, presidida por Dom Júlio Endi Akamine, arcebispo metropolitano da capital paraense. A igreja estava lotada, e centenas de devotos acompanharam a celebração do lado de fora, rezando, cantando e agradecendo à Virgem, sob a chuva que caía sem afastar ninguém.</p>
<blockquote><p>“É um momento em que a gente sente o coração bater mais forte. Mesmo com a chuva, ninguém foi embora. A cada ano o Manto é diferente, mas o amor por Nossa Senhora é o mesmo. Quando o Manto aparece, parece que ela nos abraça de novo”, contou, emocionada, Maria do Socorro Oliveira, romeira há 25 anos.</p></blockquote>
<p>O Manto do Círio, que antecede o início das procissões oficiais, marca a revelação da nova vestimenta da Imagem Peregrina, simbolizando a renovação da fé e da esperança do povo paraense. Neste ano, o Círio de Nazaré conta com um investimento inédito de R$ 2 milhões do Ministério do Turismo, destinados à infraestrutura e à  organização.</p>
<h3>Homenagem</h3>
<p>Neste ano, o manto homenageia um dos mosaicos da basílica, com destaque central para a árvore da vida. Confeccionada em cetim italiano, a base é luminosa, bordada com vidrilhos de cristal branco acetinado.</p>
<figure id="attachment_37732" aria-describedby="caption-attachment-37732" style="width: 466px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-37732" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/manto_cirio2-e1760129818575-274x300.jpg" alt="" width="466" height="510" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/manto_cirio2-e1760129818575-274x300.jpg 274w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/manto_cirio2-e1760129818575-150x164.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/manto_cirio2-e1760129818575-450x493.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/manto_cirio2-e1760129818575.jpg 621w" sizes="(max-width: 466px) 100vw, 466px" /><figcaption id="caption-attachment-37732" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</figcaption></figure>
<p>Cada elemento da peça carrega simbolismo e riqueza de detalhes:</p>
<ul>
<li>As folhas da árvore são criadas com cristais verdes, e os galhos são adornados com pequenas rosas feitas de coral.</li>
<li>O céu acima é bordado com cristais em tons variados de azul e zircônias, iluminando a peça ao simbolizar as estrelas.</li>
<li>As bordas possuem uma moldura em contas de opala que sugere mármore, conferindo um acabamento sofisticado.</li>
</ul>
<p>O processo criativo da peça teve início em fevereiro desse ano, quando a estilista Letícia Nassar recebeu o convite do casal coordenador do Círio 2025, Antônio e Rosa Sousa. A confecção e o desenho foram assinados por Letícia, com o apoio de uma equipe formada por Daniela Guerra, Fernando Machado e Luiz Paulo Ferreira (bordados), Rita Tomé (costura) e Sheyla Craveiro (apoio geral).</p>
<blockquote><p>“O Manto 2025 traz uma profunda reflexão sobre a criação e o papel de Maria na redenção da humanidade. Foi um trabalho de entrega e emoção. Cada ponto carrega uma oração, cada bordado representa uma forma de devoção. Ver a Imagem Peregrina vestida com a peça e sentir o olhar do povo foi indescritível”, relatou Letícia Nassar.</p></blockquote>
<p>A peça, inspirada no tema “Maria, Mãe e Rainha de toda a Criação”, reflete o papel de Maria como guardiã da vida e símbolo da Criação Divina. Com vidrilhos de cristal, joias de prata e ouro, zircônias, miçangas de vidro e hematitas, o Manto brilha sob a luz do altar, evocando o esplendor e a maternidade da Virgem.</p>
<h3>O broche do Jubileu</h3>
<p>O broche do Manto 2025 é feito em prata e traz o símbolo &#8220;Peregrinos da Esperança&#8221;, alusivo ao Jubileu deste ano. O desenho é notável: a cruz evolui para uma âncora, tradicional símbolo da esperança em tempos difíceis, e é cercada pela corda do Círio, que representa a união dos fiéis.</p>
<p>O processo criativo começou em fevereiro, após a estilista Letícia Nassar receber o convite do casal coordenador do Círio 2025, Antônio e Rosa Sousa. O Manto nasceu do trabalho de muitas mãos e orações, unindo arte e devoção. Além de Letícia, participaram Daniela Guerra, Fernando Machado e Luiz Paulo Ferreira (bordados), Rita Tomé (costura) e Sheyla Craveiro (apoio geral). Todos foram movidos por uma fé que, no Pará, se costura junto com o fio da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cultura/cirio-manto-de-nossa-senhora-de-nazare-e-apresentado-em-belem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-04-24 03:15:35 by W3 Total Cache
-->