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	<title>BeeCommerce &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>BeeCommerce &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Startup aposta no mel como estratégia de renda, conservação e bioeconomia no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 13:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Bee Commerce Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/maxresdefault-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Uma imersão profunda pelos sabores do Pará. Essa é uma das experiências proporcionadas pela Bee Commerce Amazônia, startup de impacto socioambiental que aposta na valorização da cadeia produtiva das abelhas como estratégia de geração de renda, conservação ambiental e fortalecimento da bioeconomia por meio do mel de abelha. Fundada pela bióloga Jamille [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/maxresdefault-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Uma imersão profunda pelos sabores do Pará. Essa é uma das experiências proporcionadas pela Bee Commerce Amazônia, startup de impacto socioambiental que aposta na valorização da cadeia produtiva das abelhas como estratégia de geração de renda, conservação ambiental e fortalecimento da bioeconomia por meio do mel de abelha.</p>
<p>Fundada pela bióloga Jamille Veiga, a empresa trabalha com a comercialização de méis e outros produtos derivados da criação de abelhas com e sem ferrão. Entre os principais produtos estão o extrato artesanal de própolis e os méis, provenientes de pequenos produtores de cinco cidades do nordeste paraense. A empresa também é composta pela engenheira agrônoma Yasmin Gomes e o biólogo Lucas Bernardes.</p>
<h3><strong>Biodiversidade na ponta da língua</strong></h3>
<p><span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">Ao apresentar o produto, Jamille mostra</span><span style="font-size: 14px;"> algumas embalagens de mel onde é possível ver pequenas diferenças de cor e sedimentação. </span>Na degustação de cada amostra, o que se sente é uma variação de sabores que abrangem o aromático, cítrico, amadeirado e picante. Jamille conta que o sabor do mel é diretamente ligado ao ambiente  onde as abelhas vivem, resultando em uma produção diversa ao longo do ano.</p>
<blockquote><p>&#8220;O manejo das abelhas e a biodiversidade local têm relação direta com o que você vai sentir ao experimentar: locais com floresta mais densa e com maior exposição à chuva e à umidade podem gerar méis mais concentrados e com um sabor mais picante, podendo apresentar notas amadeiradas. Já em regiões de agrofloresta e com estações mais definidas, o mel pode apresentar um sabor mais frutado, com presença de nuances florais&#8221;, explica.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40213" aria-describedby="caption-attachment-40213" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-40213" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-1024x682.jpeg" alt="" width="814" height="542" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-1024x682.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11-1200x800.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.08.11.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40213" class="wp-caption-text">Uma das volumetrias disponíveis para o mel especial. Foto: Divulgação/Bee Commerce</figcaption></figure>
<h3>Benefícios medicinais</h3>
<p>De acordo com a bióloga, o mercado de saúde voltado à prevenção de doenças pela alimentação movimenta lucros anuais superiores a 500 bilhões de dólares. Com base na experiência prévia de toda a equipe em projetos de proteção às abelhas, eles decidiram unir o conhecimento sobre o mel silvestre aos seus benefícios medicinais. O objetivo é consolidar o produto como um superalimento que fortalece o sistema imunológico e, simultaneamente, protege a vegetação nativa. Por meio de uma curadoria junto a pequenos produtores, a iniciativa garante um mel livre de desmatamento que auxilia diretamente na preservação da floresta.</p>
<blockquote><p>&#8220;Muita gente só lembra do mel na hora de tratar gripes e resfriados, mas há comprovação científica dos seus benefícios como alimento prebiótico, ajudando a tratar problemas gastrointestinais, a combater radicais livres e a ser uma fonte natural de energia. Isso sem falar em outras vantagens que a indústria cosmética já conhece, como ajudar na hidratação de pele, cabelos e até na cicatrização de ferimentos&#8221;, lembra.</p></blockquote>
<p>Os principais parceiros da Bee Commerce são pequenos produtores dos municípios de São João de Pirabas, Salinópolis, Tracuateua, Quatipuru e Santarém Novo. Por meio do manejo cuidadoso e do comércio justo, esses produtores garantem o bem-estar das abelhas e promovem a economia da floresta em pé, unindo produtividade à conservação ambiental.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DJ9lSL1Nx57/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DJ9lSL1Nx57/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por Bee-commerce Amazônia (@beecommerce.amazonia)</a></p>
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</blockquote>
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<h3><strong>Origem comprovada e fortalecimento conjunto</strong></h3>
<p>Jamille destaca que o principal diferencial do negócio está no respeito à pequena escala e à identidade de cada produção. Na prática, isso significa que os méis não são misturados, logo, cada frasco representa exclusivamente o trabalho de um produtor ou produtora.</p>
<blockquote><p>“Esse cuidado garante rastreabilidade, transparência e valoriza quem está na ponta da cadeia”, explica Jamille.</p></blockquote>
<p>A rastreabilidade e a transparência são garantidas por cartões informativos que acompanham cada produto, independentemente do volume. Esses registros detalham se o manejo provém da apicultura (abelhas com ferrão) ou da meliponicultura (abelhas nativas sem ferrão), identificando a espécie responsável, o perfil dos criadores e a origem botânica do mel. Essa abordagem estabelece uma conexão direta entre a biodiversidade local, as técnicas de manejo e as notas sensoriais do alimento.</p>
<figure id="attachment_40214" aria-describedby="caption-attachment-40214" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-40214" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-2048x1536.jpeg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.07.57-1200x900.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40214" class="wp-caption-text">Etiqueta com informações sobre a origem do produto. Foto: Divulgação/Bee Commerce</figcaption></figure>
<p>Enquanto o mel de abelhas com ferrão já é amplamente conhecido, as espécies nativas da Amazônia ocupam um lugar central na estratégia da empresa, que busca valorizar o produtor regional e integrar a sustentabilidade ao crescimento da cadeia produtiva.</p>
<figure id="attachment_40215" aria-describedby="caption-attachment-40215" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-40215 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-1024x721.jpeg" alt="" width="814" height="573" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-1024x721.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-300x211.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-768x541.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-150x106.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-450x317.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970-1200x845.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-07-at-16.06.17-e1767814672970.jpeg 1252w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40215" class="wp-caption-text">Abelhas nativas sem ferrão. Foto: Lucas Magalhães/Bee Commerce</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;No Pará, mais de 120 espécies já foram catalogadas, o que coloca o estado como uma referência para a meliponicultura, mas essa vocação do território ainda é pouco reconhecida. Por isso muitas pessoas não conhecem essas abelhas, nem o mel que produzem”, afirma.</p></blockquote>
<p>Atualmente, a comercialização do produto, que conta com embalagens em vidro e refis de diversos volumes, é feita pelas<a href="https://www.instagram.com/beecommerce.amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> redes sociais</a> e <a href="https://beecommerceamazonia.com.br/" target="_blank" rel="noopener">site do Bee Commerce</a>. Por lá também é possível agendar a experiência sensorial, em que o cliente faz um passeio imersivo pelos sabores do mel amazônico.</p>
<p>Para Jamille, a ideia de aproximar este superalimento do dia a dia da população é ampliar o olhar do consumidor para além do produto final, convidando a uma reflexão sobre origem, biodiversidade e conservação ambiental.</p>
<blockquote><p>“A ideia é encantar, mas também educar quem consome”, declara.</p></blockquote>
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