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	<title>Barry Callebaut &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Volume de cacau comprado de fora atingiu seu menor número em cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 12:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/cacau_home-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nos últimos anos, Barry Callebaut, Cargill e Olam, as três grandes indústrias de cacau do Brasil, vinham importando em média 50 mil toneladas de países africanos para somar ao volume do mercado interno. Neste ano, o volume comprado de fora atingiu seu menor número em cinco anos: 11.034 toneladas no acumulado de janeiro a outubro. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/cacau_home-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, Barry Callebaut, Cargill e Olam, as três grandes indústrias de cacau do Brasil, vinham importando em média 50 mil toneladas de países africanos para somar ao volume do mercado interno. Neste ano, o volume comprado de fora atingiu seu menor número em cinco anos: 11.034 toneladas no acumulado de janeiro a outubro. Em setembro e outubro, a importação foi zero.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Associação das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), representante da três multinacionais que ficam na cidade de</span><span style="font-weight: 400;"> Ilhéus (BA) e que processam cerca de 95% das amêndoas produzidas no país, a tendência é  receber mais cacau nacional, comprado especialmente da Bahia, Pará, Espírito Santo e Rondônia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em entrevista ao Globo Rural, a diretora-executiva da AIPC, Anna Paula Losi, disse que a importação de cacau é menos interessante para as indústrias. Custa mais caro pela questão logística, tributária e pela necessidade cada vez maior de rastreabilidade da produção. Por razões fitossanitárias, </span><span style="font-weight: 400;">procedimentos para controle das pragas quarentenárias em produtos vegetais e subprodutos de madeira, </span><span style="font-weight: 400;">o Brasil não pode importar cacau dos países sul-americanos como Equador e Peru. Quase todo o volume comprado de fora vem de Gana e </span>Costa do Marfim, e uma pequena parte da Indonésia.</p>
<p>Segundo a diretora, o setor tem feito vários investimentos nos últimos anos para elevar a produtividade do cacau nacional e também faz campanhas educativas sobre a monilíase<span style="font-weight: 400;">, <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/prevencao-contra-moniliase-do-cacaueiro-5-passos-para-manter-sua-lavoura-longe-da-doenca/?preview_id=13379&amp;preview_nonce=29f81058b8&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13381&amp;preview=true">doença provocada por um fungo que ataca os frutos de cacau</a>. O plano das indústrias é passar a receber 230 mil toneladas de cacau nacional em cinco anos. Já o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou que projeta alcançar a autossuficiência até 2025.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Observamos um crescimento ainda pequeno da produção nacional nos últimos dois anos, que não sabemos se está consolidado porque a cultura depende muito das condições climáticas, mas o clima e o esforço da cadeia para aumentar a produtividade têm rendido boas safras”, afirmou Ana Paula.</span></p></blockquote>
<h3>Crescimento da produção nacional</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo dados da AIPC, o volume recebido de amêndoas nacionais aumentou 10,5% no mês de outubro em relação a setembro, passando de 15.201 toneladas para 16.810 toneladas. Na comparação com o mesmo mês em 2021, houve um crescimento de 22,9%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na primeira safra, de janeiro a abril, as indústrias receberam 41 mil toneladas de cacau nacional ante as 21 mil toneladas do mesmo período de 2021. Na segunda safra, de maio a setembro, a entrega foi de 131 mil toneladas ante 112 mil do ano anterior. As perspectivas são boas para a nova safra e o recebimento pode passar de 200 mil toneladas neste ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anna Paula afirmou que falta no país uma política de estocagem para entregar as amêndoas quando a indústria tem mais demanda, o que elevaria o preço pago ao produtor pela arroba.</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Existe uma visão errada de que a importação derruba o preço do cacau. O preço é determinado pela Bolsa de Nova York, pelo dólar, oferta e demanda local. Além disso, o produtor que vende direto para a indústria recebe mais do que o que vende para o intermediário”, analisou.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, de 80% a 85% das amêndoas processadas nas indústrias vêm de atravessadores que buscam o produto na fazenda, pagam adiantado e chegam onde as moageiras não conseguem chegar. Há cinco anos, segundo Anna Paula, esse percentual era de 95% e há um esforço das indústrias para ampliar a compra direta e elevar a rastreabilidade da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra preocupação é buscar novos mercados. O Brasil exporta derivados de cacau para toda a América do Sul e Estados Unidos. O principal mercado, no entanto, é a Argentina, cuja economia está em crise. Neste ano, com inflação alta e guerra no leste europeu, houve uma pequena queda nos volumes exportados, de 45.051 toneladas para 41.003 toneladas, acompanhando a redução de consumo de produtos finais do cacau como chocolate e biscoitos.</span></p>
<h3><strong>Recuperação no preço</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo produtores e analistas, a importação menor não resultou em preço melhor para o cacau nacional. Houve uma leve recuperação dos preços nos últimos meses, mas o valor da arroba permanece bem inferior ao de 2021, quando alcançou R$ 270.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o Globo Rural, Adilson Reis, analista de mercado de cacau, disse que a explicação para o preço mais baixo é que as indústrias iniciaram o ano muito estocadas porque compraram muitas amêndoas em 2021 e a safra temporã nacional também foi muito boa. Ele afirma que a formação de preço inclui o pagamento de um prêmio, que chegou a US$ 800 por tonelada em 2021 e caiu para US$ 170 neste ano. A média dos últimos anos era de US$ 400.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele ressaltou que a produtividade no Brasil já é baixa, em torno de 30 arrobas por hectare, quando seria preciso de 70 a 80 arrobas. Por isso, a maioria dos cacauicultures tradicionais entrega a área para um meeiro explorar, deixando de pagar mão-de-obra e outros custos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Elcy Gutzeit, produtora em Uruará, no Pará, afirmou que está difícil fechar as contas com os preços pela arroba recebidos da indústria. A família pioneira na produção de cacau nessa região da Transamazônica tem 370 hectares cultivados e está investindo em plantio de clones com irrigação e alta tecnologia em outros 130 hectares. Segundo ela, a saída é apostar cada vez mais em qualidade e na <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/prevencao-contra-moniliase-do-cacaueiro-5-passos-para-manter-sua-lavoura-longe-da-doenca/?preview_id=13379&amp;preview_nonce=29f81058b8&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13381&amp;preview=true">exportação de cacau especia</a>l</span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Essa região é abandonada. Os insumos como adubos e inseticidas chegam aqui bem mais caros que em outras áreas do país. Nos últimos dois anos, o custo de produção, que inclui mão-de-obra, plantio, combustível e insumos, subiu seis vezes e os preços da arroba despencaram neste ano”, finalizou.</span></p></blockquote>
<p><em>FONTE: Eliane Silva — Globo Rural</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/premio-de-melhor-amendoa-de-cacau-blend-vai-para-produtores-de-novo-repartimento/?preview_id=13441&amp;preview_nonce=b08e741235&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13444&amp;preview=true">Prêmio de melhor amêndoa de cacau &#8216;blend&#8217; vai para produtores de Novo Repartimento</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/prevencao-contra-moniliase-do-cacaueiro-5-passos-para-manter-sua-lavoura-longe-da-doenca/?preview_id=13379&amp;preview_nonce=29f81058b8&amp;post_format=standard&amp;_thumbnail_id=13381&amp;preview=true">Prevenção contra monilíase do cacaueiro: 5 passos para manter sua lavoura longe da doença</a></strong></p>
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