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	<title>banheiro seco &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Como cisterna transformou casa de ribeirinho em atrativo turístico na Ilha das Onças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 18:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/casadocelso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em Barcarena, município paraense localizado na região metropolitana de Belém, 88,6% dos moradores não têm coleta de esgoto e 63,7% da população sobrevive sem acesso à água potável. Os números fazem parte do levantamento feito pelo Painel Saneamento Brasil, iniciativa do Instituto Trata Brasil e que reúne dados de todo o País. Nas ilhas e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/casadocelso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em Barcarena, município paraense localizado na região metropolitana de Belém, 88,6% dos moradores não têm coleta de esgoto e 63,7% da população sobrevive sem acesso à água potável. Os números fazem parte do levantamento feito pelo Painel Saneamento Brasil, iniciativa do Instituto Trata Brasil e que reúne dados de todo o País. Nas ilhas e comunidades que pertencem a Barcarena, a abundância de água nos rios chega a contrastar com a falta de acesso à água de qualidade.</p>
<p>Uma dessas ilhas é a Ilha das Onças. Distante 40 minutos de Belém, a Ilha tem uma população que sobrevive basicamente de extrativismo do açaí, pesca e de recursos governamentais. Lá, mais especificamente na comunidade do Furo Grande, para algumas famílias o acesso à água potável veio a partir de um compromisso científico. Coordenado pela professora Vania Neu, desde 2012 a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) desenvolve o projeto “Segurança Hídrica e Saneamento na região insular de Belém” e garante água potável e saneamento para 15 famílias da ilha.</p>
<p>O acesso ocorre a partir de duas tecnologias sociais desenvolvidas pela universidade: o Sistema de Captação de água da chuva e o banheiro ecológico ribeirinho (BER). Tecnologias sociais são alternativas eficientes e de baixo custo, desenvolvidas na interação entre a comunidade, reaplicáveis e que promovem soluções efetivas aos problemas enfrentados pela população, aliando o saber popular ao conhecimento científico.</p>
<blockquote><p>&#8220;As cisternas captam água da chuva a partir de um sistema que funciona sem a necessidade do uso de bombas d’água e de energia, já que a ilha não dispõe de energia elétrica, então a água chega nas residências por meio da gravidade”, diz a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>Após o descarte dos primeiros milímetros de chuva e a partir da instalação do filtro, os moradores conseguem ter acesso à água potável, que chega nas torneiras das residências.</p>
<h3>Banheiro seco</h3>
<p>A equipe do projeto também verificou que parte da população da Ilha ainda utilizava fossas rudimentares, valas e o próprio rio como destino para o esgoto, o que gerava contaminação ao meio ambiente e uma série de doenças intestinais e dermatológicas aos moradores. Assim surgiu o Banheiro seco ribeirinho.</p>
<blockquote><p>“Ele foi criado especialmente para áreas sujeitas a inundações, seja por influência da maré ou pela variação sazonal do rio. O banheiro consiste na instalação de um reservatório simples, onde os dejetos são depositados. Após cada uso do banheiro, é necessário adicionar serragem e cal virgem. Dessa forma, os dejetos, que antes iam para o rio, ficam armazenados no reservatório e transformam-se em um composto orgânico, podendo ser usado como adubo”, explica a professora.</p></blockquote>
<h3>Casa do Celso</h3>
<p>O projeto foi mudando a realidade das famílias atendidas. Uma dessas famílias é a do ribeirinho Celso de Jesus. Entre as principais mudanças sentidas estão os cortes nos gastos, que antes iam para a compra dos sete galões de água, consumidos pela família do morador, todos os meses.</p>
<p>E se antes a falta de acesso a água era um impedimento, a partir da instalação das cisternas, a água potável virou fonte de renda para o morador. Ele transformou a casa em um espaço de turismo sustentável, que funciona por agendamento, com a possibilidade de hospedagem e a proposta de um dia de vivência ribeirinha para os visitantes que agora querem conhecer a “<a href="https://www.instagram.com/casa_docelso/" target="_blank" rel="noopener">Casa do Celso</a>”.</p>
<figure id="attachment_11301" aria-describedby="caption-attachment-11301" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-11301" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/barcarena_celso-300x300.jpeg" alt="" width="400" height="400" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/barcarena_celso-300x300.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/barcarena_celso-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/barcarena_celso-150x150.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/barcarena_celso-768x769.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/barcarena_celso-450x450.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/barcarena_celso.jpeg 1078w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-11301" class="wp-caption-text">Celso em seu empreendimento que chega a receber até 400 visitas por mês. Foto: @casa_docelso</figcaption></figure>
<p><em>Fonte: Vanessa Monteiro, jornalista, Ascom Ufra</em></p>
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