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	<title>artesanato &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>artesanato &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>COP30 gera oportunidades para cooperativas que trabalham com bioeconomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 17:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agroextrativismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/ivaneide-de-oliviera-e-natalia-dias-viana-turiarte-cleyton-silva-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A proximidade da COP30 aumenta o interesse e a curiosidade de brasileiros e estrangeiros na produção local, especialmente nos &#8216;frutos&#8217; da bioeconomia, gerando oportunidades para cooperativas que trabalham com agroextrativismo, artesanato e turismo comunitário. As informações são do Globo Rural. Essa é a realidade da Comunidade do Anã, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. Para chegar lá, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/ivaneide-de-oliviera-e-natalia-dias-viana-turiarte-cleyton-silva-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A proximidade da COP30 aumenta o interesse e a curiosidade de brasileiros e estrangeiros na produção local, especialmente nos &#8216;frutos&#8217; da bioeconomia, gerando oportunidades para cooperativas que trabalham com agroextrativismo, artesanato e turismo comunitário. As informações são do <a href="https://globorural.globo.com/google/amp/sustentabilidade/noticia/2025/09/cop30-amplia-demanda-por-produtos-da-bioeconomia-da-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p>
<p>Essa é a realidade da Comunidade do Anã, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. Para chegar lá, é necessário fazer uma travessia de barco de 2 horas e meia entre Alter do Chão, distrito de Santarém, até a comunidade.</p>
<p>No vilarejo é possível conhecer a atuação da Cooperativa de Turismo e Artesanato da Floresta (Turiarte), onde 76 famílias recebem turistas de todo o mundo para visitar a produção local de peixes, mel e farinha de mandioca, fazer trilhas pela floresta preservada, tomar banho de rio e vivenciar a piracaia, um ritual que remete a ancestrais ribeirinhos e indígenas que assavam peixes na beira da praia de água doce.</p>
<p>Além do turismo comunitário, a mesma rota pelos rios Tapajós e Arapiuns que leva turistas à comunidade, também é responsável por escoar as mil peças de artesanato produzidas pelos 114 homens e mulheres que compõem a Turiarte, que produz itens feitos à base da palha do Tucumā. A produção feita por 12 comunidades abastece a loja sede, em Santarém, assim como mercados locais e estrangeiros, como o dos EUA.</p>
<p>Só em 2024, a cooperativa lucrou o equivalente a R$ 400 mil. Para 2025, a expectativa é aumentar a receita com a chegada de mais turistas no &#8216;Caribe Amazônico&#8217; e uma demanda fixa por utensílios de artesanato para Belém, gerados pela COP30.</p>
<blockquote><p>“Aumentou a demanda e conseguimos organizar de forma melhor. A demanda está fechada para novos clientes, pois o trabalho manual leva bastante tempo”, afirma Natália Dias Viana, presidente da Turiarte. A cooperativa, fundada em 2015, tem 180 cooperados espalhados por 12 comunidades da região, entre reservas extrativistas e assentamentos da reforma agrária. O faturamento com turismo quase dobrou recentemente, para R$ 12 mil por mês, também por influência da COP30. O fluxo maior é aguardado para o verão.</p></blockquote>
<p>A capacidade de produção da Turiarte gira em torno das mil peças por mês, mas a demanda estava próxima de 300 itens até então. Para os membros da Turiarte, o cooperativismo permitiu uma maior autonomia da comunidade sobre seus negócios.</p>
<p>A artesã e cooperada Ivaneide de Oliveira relembra que até pouco tempo atrás, quando as comunidades eram organizadas apenas em forma de associação, e não podiam comercializar legalmente a produção de artesanato, era comum que os atravessadores atracassem nas margens do rio para pechinchar e “comprar baratinho”. Agora, a presidente celebra os avanços promovidos pela mudança: “Conseguimos comercializar melhor e pagar diretamente para cooperado”, afirma.</p>
<p>O objetivo atual é ampliar o número de comunidades integradas e cooperadas, assim como acessar diretamente o consumidor final, já que 80% da comercialização atual é voltada para lojistas. A cooperativa tem planos de criar uma loja virtual para venda dos produtos locais e estreitar o caminho para o consumidor final. &#8220;Estamos com um pé para a exportação, é um sonho que temos. Nosso trabalho é bem aceito no mercado internacional”, diz Viana.</p>
<p>O superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no Pará, Júnior Serra, aponta a exportação como um caminho viável para os produtos da sociobioeconomia amazônica, embora o brasileiro ainda não consuma esses itens.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se conseguir avançar no mercado interno, podemos abastecer e escalonar isso de uma forma muito mais interessante”, afirma.</p></blockquote>
<p>Para garantir segurança e previsibilidade para a iniciativa, uma das ideias é levantar R$ 30 mil em um tipo de &#8216;fundo semente&#8217; para viabilizar a produção e manutenção de estoques. Viana alega que, recentemente, a Turiarte perdeu alguns contratos de fornecimento de peças por falta de material para pronta entrega.</p>
<p>Com a nova estruturação, que passa por ampliação de comunidades parceiras e participação dos cooperados em um curso sobre posicionamento internacional e vendas, os sonhos e metas crescem.</p>
<blockquote><p>“Estamos com um pé para a exportação, é um sonho que temos. Nosso trabalho é bem aceito no mercado internacional”, diz Viana.</p></blockquote>
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		<title>Projeto valoriza produção artesanal e turismo na região de Carajás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 11:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Origens Carajás]]></category>
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		<category><![CDATA[pequenos negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/origens-carajas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Empreendedores do sudeste paraense contam agora com uma plataforma de destaque para a divulgação de produções artesanais da região por meio do projeto Origem Carajás. A iniciativa é do Sebrae no Pará que busca fortalecer a economia local aproveitando a visibilidade que a COP30 está gerando para o estado. Uma das ações foi a criação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/origens-carajas-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Empreendedores do sudeste paraense contam agora com uma plataforma de destaque para a divulgação de produções artesanais da região por meio do projeto Origem Carajás. A iniciativa é do Sebrae no Pará que busca fortalecer a economia local aproveitando a visibilidade que a COP30 está gerando para o estado.</p>
<p>Uma das ações foi a criação de um catálogo com produtos de cerca de 20 negócios locais, como artesanato em madeira, pedras naturais e barro, biocosméticos, biodecoração, biojoias, moda autoral sustentável e gastronomia. O material é bilíngue (inglês e português) e deve ser disponibilizado para turistas via QR Code em hotéis, restaurantes, shopping, aeroporto e outros locais.</p>
<blockquote><p>“Queremos fortalecer o empreendedorismo artesanal da região de Carajás, associado ao turismo em Parauapebas, além de potencializar o mercado, apresentar toda essa riqueza para o mercado e até para as pessoas que vierem de fora”, explica a gerente regional do Sebrae em Parauapebas, Ana Suzi Rego.</p></blockquote>
<p>Além disso, o Origens Carajás promove encontros e capacitações para os empresários, que têm a oportunidade de qualificar seus serviços e estratégias de divulgação, assim como estabelecer parcerias, trocar experiências e fechar negócios.</p>
<blockquote><p>“A ideia é que a COP30 contribua para que as belezas do estado sejam mais conhecidas, deixando como legado o fortalecimento de uma economia sustentável, impactando positivamente tanto os negócios locais quanto o meio ambiente””, reforça o diretor-superintendente do Sebrae no Pará, Rubens Magno.</p></blockquote>
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		<title>Brinquedos de miriti geram renda para artesãos de Abaetetuba de forma sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 16:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[brinquedos de miriti]]></category>
		<category><![CDATA[buriti]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/francenilson-magno-artesao-miriti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pássaros, canoas, casas, pessoas, peixes, entre outros elmentos que fazem parte da vida ribeirinha ganham cores vivas e representações delicadas na forma de um artesanato tipicamente paraense. Os brinquedos de miriti são um exemplo de como relação das populações tradicionais com os recursos da floresta é responsável pela criação de formas únicas de expressão, que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/francenilson-magno-artesao-miriti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pássaros, canoas, casas, pessoas, peixes, entre outros elmentos que fazem parte da vida ribeirinha ganham cores vivas e representações delicadas na forma de um artesanato tipicamente paraense. Os brinquedos de miriti são um exemplo de como relação das populações tradicionais com os recursos da floresta é responsável pela criação de formas únicas de expressão, que aliam geração de renda com proteção da natureza.</p>
<p>As palmeiras de miriti, também chamado de buriti, estão presentes em várias regiões da Amazônia, mas foi no município de Abaetetuba, no nordeste do estado, que elas ganharam as formas que encantam crianças e adultos.</p>
<p>É das árvores facilmente encontradas em áreas de várzea, que os artesãos extraem o material utilizado na produção das peças. Tudo ocorre de forma sustentável, já que a matéria-prima são os chamados “braços” que nascem dos troncos. Alguns deles são retirados para permitir que novos brotem no futuro. Já o vegetal permanece vivo, oferecendo, por exemplo, o fruto que é muito apreciado na alimentação e já vem sendo explorado na produção de cosméticos.</p>
<p>Depois da extração, o “braço” precisa secar ao sol e só então pode ganhar a forma desejada pelo artesão. Em geral, são animais como cobras, peixes, onças e pássaros, mas também casas e barcos ou ainda casais de namorados. É a originalidade que domina o processo desde a criação até a finalização, quando os produtos passam pelo lixamento e pintura.</p>
<p>Francenilson Magno, de 36 anos, diz que aprendeu todas essas etapas ainda criança apenas observando o tio que também atuava no oficio. De acordo com ele, o trabalho tem uma parte mais braçal, mas também exige cuidado e habilidade.</p>
<blockquote><p>“A parte mais difícil é no final porque é um trabalho mais lento. Tem que ter a mão mais leve na hora de lixar e pintar pra fazer bem o acabamento”, explica o artesão, que gosta de representar principalmente as embarcações e a fauna da região.</p></blockquote>
<p>Tradicionalmente, os brinquedos de miriti foram associados ao Círio de Nazaré, sendo inclusive um dos elementos elencados no registro de tombamento da festa como patrimônio cultural imaterial. Ainda hoje, o Círio é uma grande vitrine para os artesãos de Abaetetuba, mas, segundo eles, a atividade ocorre o ano todo com a demanda de exposições e encomendas de vários estados brasileiros.</p>
<p>“A gente pega muita encomenda de fora. As pessoas se encantam muito pelas cores e pelo material. E a gente procura sempre inovar para que elas gostem cada vez mais”, conta José Maria da Silva, de 56 anos, que atua há mais de 30 anos no ramo e é vice-presidente da Associação dos Artesãos Produtores de Artesanato de Miriti (AAPAM).</p>
<figure id="attachment_25050" aria-describedby="caption-attachment-25050" style="width: 572px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-25050 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1024x771.jpg" alt="" width="572" height="431" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1024x771.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-300x226.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-768x578.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1536x1157.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-2048x1542.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-450x339.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1200x904.jpg 1200w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /><figcaption id="caption-attachment-25050" class="wp-caption-text">José Maria da Silva diz que artesanato encanta pelo material e as cores. Foto: Fabrício Queiroz</figcaption></figure>
<p>O reconhecimento dos consumidores é um incentivo para os artesãos que veem um cenário positivo para a atividade, mas sonham com uma valorização ainda maior.</p>
<blockquote><p>“Falta ainda mais apoio. Podiam olhar mais pra gente e isso seria uma cosia boa porque esse é um artesanato típico que só existe em Abaetetuba”, ressalta Francenilson.</p></blockquote>
<p>Para o diretor-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae), Rubens Magno, uma das formas de garantir mais competitividade e ampliar o impacto local dos brinquedos de miriti será com a conquista do selo de indicação geográfica, que deve enfatizar as características diferenciadas desse artesanato.</p>
<blockquote><p>“Já estamos trabalhando com essa possibilidade. Temos uma quantidade de produtos absurdamente maravilhosos do miriti. Já iniciamos esse processo com o traçado de Arapiuns e o miriti está com estudos sendo elaborados desde o ano passado. Estamos trabalhando com a perspectiva de ter esse reconhecimento dentro do prazo de até quatro anos”, afirmou Magno.</p></blockquote>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>Com Turiarte da Resex Tapajós-Arapiuns, turismo de base comunitária cresce no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 14:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-150x150.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-300x300.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-450x451.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea.png 698w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />Por Sidney Alves Desenvolver o turismo de base comunitária e promover a produção de peças inseridas na biodiversidade. Estes são apenas alguns dos objetivos da Cooperativa de Turismo e Artesanato da Floresta (TURIARTE), projeto que está mudando positivamente a realidade das comunidades da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e do projeto de assentamento agroextrativista Lago Grande, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-150x150.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-300x300.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea-450x451.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/urucurea.png 698w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Por Sidney Alves</em></p>
<p>Desenvolver o turismo de base comunitária e promover a produção de peças inseridas na biodiversidade. Estes são apenas alguns dos objetivos da Cooperativa de Turismo e Artesanato da Floresta (TURIARTE), projeto que está mudando positivamente a realidade das comunidades da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e do projeto de assentamento agroextrativista Lago Grande, no município de Santarém.</p>
<p>Os talentos destes artistas poderão ser conferidos na capital do nosso Pará, na Estação das Docas, no período de 25 a 30 de abril, durante a segunda edição da Feira do Cooperativismo do Oeste do Pará. No decorrer do evento, serão apresentadas e colocadas à venda as peças produzidas pelos integrantes da cooperativa.</p>
<p>Segundo Ingrid Godinho, 25 anos, atual presidente da cooperativa e integrante da comunidade ribeirinha Anã Rio Arapiuns, o crescimento da cooperativa está seguindo uma progressão geométrica.</p>
<blockquote><p>“A TURIARTE foi criada em maio de 2015, inicialmente com sete comunidades e 70 sócios fundadores, sendo 54 mulheres e 16 homens. Atualmente, conta com mais de 120 mulheres e 12 comunidades envolvidas, entre elas Urucureá, Anã São Miguel e Vista Alegre do Capixauã, desenvolvendo o turismo de base comunitária e promovendo bioartesanato, feito pelas mulheres com a palha de tucumã, que é uma palmeira bastante encontrada na nossa região”, afirma Ingrid Godinho, em conversa com o <strong>Pará Terra Boa</strong>, na quarta-feira, 06/04.</p></blockquote>
<p>Ainda de acordo com Ingrid, as peças produzidas buscam o fortalecimento da identidade cultural dos artesãos por meio das tradições milenares, além da busca pelo empoderamento feminino.</p>
<blockquote><p>“Nossas principais ações são voltadas para o empoderamento feminino e a importância da mulher na renda familiar. Os protagonismos da juventude e das mulheres inseridos neste importante fator econômico da cooperativa, como também no engajamento em relação ao território e ao fortalecimento institucional das nossas bases”, conta Ingrid.</p></blockquote>
<h3><strong>Turismo</strong></h3>
<p>Além de todas estas atividades ligadas ao artesanato, a cooperativa também realiza o turismo de base comunitária, ou seja, o turista pode conhecer toda a produção do artesanato da região com os próprios artesãos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Garantimos aos turistas que nos visitam ambientes acolhedores. Eles podem conferir, além das belezas típicas da vegetação que fica próxima ao Rio Tapajós e os seus afluentes, a possibilidade de conhecer como são produzidas as peças de artesanato e como mantemos a  nossa sustentabilidade&#8221;, disse Ingrid.</p></blockquote>
<p>E sempre com responsabilidade ambiental:</p>
<blockquote><p>&#8220;Os turistas que visitam a nossa visitam, acabam adquirindo esta sensibilidade sobre a importância da preservação da natureza. Também acompanham os trabalhos das famílias dentro do processo da agricultura familiar&#8221;, conta Ingrid.</p></blockquote>
<p>As comunidades que fazem parte da TURIARTE já receberam turistas de várias partes do mundo e do Brasil, que tiveram a oportunidade de dormir em redes, tomar banho nos igarapés, comer peixes dos rios que banham a região e frutas vindas diretamente das árvores.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós já recebemos turistas dos Estados Unidos, da Suíça, do Reino Unido, da Alemanha, da Itália, entre outros países. Também já proporcionamos experiência especial para turistas brasileiros de diversos estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul&#8230;&#8221;</p></blockquote>
<h3><strong>Rio Tapajós</strong></h3>
<p>A situação atual do Rio Tapajós é de suma importância para os habitantes desta região da reserva extrativista Tapajós-Arapiuns, tanto por questão de sobrevivência quanto pela economia.</p>
<p>O rio vem sendo poluído de maneira preocupante pelo mercúrio, que está presente nos garimpos ilegais em quase toda a extensão do Tapajós.</p>
<blockquote><p>“Avaliamos a situação do Rio Tapajós como desesperadora. A poluição dele é uma realidade de grande emergência e nós precisamos nos unir para juntos lutar para impedir que mais desgraça aconteça conosco”, afirma Ingrid.</p></blockquote>
<p>Além do Rio Tapajós, a poluição também afeta o Rio Arapiuns, que é um dos afluentes do Tapajós.</p>
<blockquote><p>“Todos os afluentes e o próprio Rio Tapajós fazem parte da nossa sobrevivência. Muitas das nossas comunidades consomem ainda a água do rio Tapajós para o uso de casa, para consumir, como também criamos os nossos peixes no rio&#8221;.</p></blockquote>
<p>Para os interessados, os contatos da Turiarte abaixo:</p>
<p><strong>Whatsapp</strong>: (93) 9221-4782<br />
<strong>E-mail</strong>: ingridturiarteamazonia@gmail.com ou turiarteamazonia@gmail.com</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
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		<title>Com apoio da Emater, artesão cria biojoias com sementes de açaí e muruci</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 18:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[biojoias]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/biojoias-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Aline Miranda, Emater-PA Por trás de cada peça exclusiva de artesanato, existe a história única de um artesão e a história coletiva de uma comunidade. Quando alguém compra uma boneca de pano, um vaso de cerâmica ou um biquini de crochê, está levando junto, também, a emoção da existência de quem produziu. “Artesanato não [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/biojoias-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p dir="ltr"><em>Por Aline Miranda, Emater-PA</em></p>
<p dir="ltr">Por trás de cada peça exclusiva de artesanato, existe a história única de um artesão e a história coletiva de uma comunidade.</p>
<p dir="ltr">Quando alguém compra uma boneca de pano, um vaso de cerâmica ou um biquini de crochê, está levando junto, também, a emoção da existência de quem produziu.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“Artesanato não é nunca só estética ou utilitarismo. É um registro étnico, um meio de transmissão do conhecimento de um povo”, diz Rosenildo da Conceição, 40, morador de Marituba, na Região Metropolitana de Belém (RMB), que confecciona biojóias a partir de sementes beneficiadas de açaí e muruci.</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Atendido pelo escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) há cerca de dois anos, ele é um dos expositores da 8º Feira da Agricultura Familiar do município, que ocorreu nesta sexta-feira, 28/01, na Praça Matriz, no KM 12 da BR-316.</p>
<p dir="ltr"><img decoding="async" class="fr-fic fr-dib" src="https://www.emater.pa.gov.br/storage/app/media/IMG-20220128-WA0040.jpg" /></p>
<p dir="ltr">Com apoio da Emater, o evento foi organizado pela Prefeitura e Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap).</p>
<h3 dir="ltr"><strong>Feira</strong></h3>
<p dir="ltr">Pela Emater, ERAM quatro barracas somente de artesanato, com a presença de quatro artesãos. Os produtos tendem a preços em torno de 20% mais baixos, em comparação a lojas convencionais de Belém.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“O artesanato é uma das cadeias produtivas incentivadas pela Emater no contexto das políticas públicas da agricultura familiar, por uma série de questões: valorização e salvaguarda de símbolos amazônicos, aproveitamento e reciclagem de resíduos, capacitação de mão-de-obra e geração de renda, entre outras”, especifica a administradora Sandra Filgueiras, do escritório da Emater em Marituba.</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">A nutricionista Ana Carolina Leão, residente no bairro de Nazaré, em Belém, é uma consumidora voraz de artesanato.</p>
<p dir="ltr">“Pra mim é totalmente diferente comprar um negócio industrializado e um negócio feito a mão, cheio de carinho. Quando viajo, só compro artesanato, porque me sinto trazendo punhados de céu e terra daquele lugar”, orgulha-se.</p>
<p dir="ltr"><img decoding="async" class="fr-fic fr-dib" src="https://www.emater.pa.gov.br/storage/app/media/carol.png" /></p>
<h3 dir="ltr"><strong>Uma história</strong></h3>
<p dir="ltr">O ateliê de Rosenildo da Conceição é em cima da cama que ele divide com a companheira, Ariana do Vale, 35, autônoma.</p>
<p dir="ltr">Morador do bairro Santa Lúcia II, ele aproveita o conhecimento herdado dos pais, agricultores, para pesquisar matéria-prima. Sua especialidade são biojóias de sementes de açaí e muruci e a inspiração vem de rituais indígenas, os quais ele estuda por conta própria.</p>
<p dir="ltr">Turismólogo por formação e proprietário de uma pequena agência de turismo sustentável e de uma loja de revenda de artesanato indígena, Rosenildo monta brincos, colares e pulseiras. A melhor assistente do mundo, a filha Clara Marion, de 7 anos, vai experimentando a beleza das invenções, tal qual uma modelo de passarela.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“Marituba desperta minha imaginação porque penso que é possível assinarmos uma artesanato típico. Vejo, por exemplo, as árvores de muruci nos quintais, tão comuns, que estão desaparecendo, uma semente que usamos muito em artesanato”, conta.</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Para o sociólogo Elielson Farias, chefe da Emater em Marituba, o processo de reidentificação pode ser facilitado: “A reorganização social, como associações e cooperativas, fortalecimento da agricultura familiar em si, diagnósticos e levantamentos, são metodologias do dia a dia da extensão rural que resgatam regionalismos válidos”, explica.</p>
<p>O gestor reforça a importância de feiras, como vitrines para a sociedade.</p>
<p>&#8220;É uma oportunidade de ver e ser visto&#8221;, resume.</p>
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