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	<title>áreas protegidas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>áreas protegidas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Mais de 80% das áreas protegidas da Amazônia tiveram desmatamento zero no 1º semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:26:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[degradação florestal]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[unidades de conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/rio_tapajos2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo O primeiro semestre de 2026 registrou a menor área de floresta derrubada nos últimos oito anos na Amazônia, com queda de 10% em relação a 2025 e de 76% em comparação a 2022 Mais de 80% das áreas protegidas tiveram desmatamento zero no 1º semestre (588 territórios intactos, sendo 330 terras indígenas e 258 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/rio_tapajos2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div>
<p><em>Resumo </em></p>
<ul>
<li><em>O primeiro semestre de 2026 registrou a menor área de floresta derrubada nos últimos oito anos na Amazônia, com queda de 10% em relação a 2025 e de 76% em comparação a 2022</em></li>
<li><em>Mais de 80% das áreas protegidas tiveram desmatamento zero no 1º semestre (588 territórios intactos, sendo 330 terras indígenas e 258 unidades de conservação).</em></li>
<li><em>Apenas 8% da derrubada total da Amazônia ocorreu em áreas protegidas (97,37 km²). A APA Triunfo do Xingu (PA) foi o principal destaque negativo, respondendo por metade do desmatamento nessas áreas.</em></li>
<li><em>A 5ª unidade mais desmatada no semestre foi a Flona do Jamanxim (PA), mostrando que o projeto de lei aprovado no Senado que reduz a área da unidade de conservação é de interesse de pequeno grupo que invadiu ilegalmente o local. </em></li>
<li><em> No acumulado de 11 meses (agosto/2025 a junho/2026), o desmatamento caiu 28% e a degradação ambiental (por queimadas e extração de madeira) despencou 93%.</em></li>
<li><em>Pará, Mato Grosso e Amazonas lideram em volume de área desmatada, mas apresentaram queda. Por outro lado, Roraima (+25%) e Maranhão (+20%) foram os únicos estados a registrar aumento no desmatamento.</em></li>
</ul>
<p>Com a menor área de floresta derrubada no primeiro semestre dos últimos oito anos, a Amazônia teve mais de 80% das áreas protegidas com desmatamento zero entre janeiro e junho deste ano. <span style="font-size: 14px;">Isso corresponde a 588 territórios sem devastação, sendo 330 terras indígenas e 258 unidades de conservação. </span></p>
</div>
<div><span style="font-size: 14px;">As análises são do instituto de pesquisa Imazon, que monitora a Amazônia por imagens de satélite desde 2008.</span></div>
<div>Além disso, apenas uma terra indígena e sete unidades de conservação tiveram desmatamento maior que 1 km² no primeiro semestre deste ano. De janeiro a junho, as áreas protegidas registraram 97,37 km² de derrubada, apenas 8% do registrado em toda a Amazônia. Foram 9,38 km² em terras indígenas e 87,99 km² em unidades de conservação.</div>
<div>Áreas protegidas com desmatamento acima de 1 km² entre janeiro e junho de 2026, segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon:</div>
<div>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1"><strong>Território</strong></td>
<td colspan="1" rowspan="1"><strong>UF</strong></td>
<td colspan="1" rowspan="1"><strong>Desmatamento (km²)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">APA Triunfo do Xingu</td>
<td colspan="1" rowspan="1">PA</td>
<td colspan="1" rowspan="1">47,85</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">FLONA de Altamira</td>
<td colspan="1" rowspan="1">PA</td>
<td colspan="1" rowspan="1">12,51</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">APA do Tapajós</td>
<td colspan="1" rowspan="1">PA</td>
<td colspan="1" rowspan="1">4,01</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">RESEX Guariba-Roosevelt</td>
<td colspan="1" rowspan="1">MT</td>
<td colspan="1" rowspan="1">3,47</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">FLONA do Jamanxim</td>
<td colspan="1" rowspan="1">PA</td>
<td colspan="1" rowspan="1">3,45</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">TI Porquinhos dos Canela-Apãnjekra (reestudo)</td>
<td colspan="1" rowspan="1">MA</td>
<td colspan="1" rowspan="1">2,05</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">APA do Lago de Tucuruí</td>
<td colspan="1" rowspan="1">PA</td>
<td colspan="1" rowspan="1">1,41</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="1" rowspan="1">APA das Reentrâncias Maranhenses</td>
<td colspan="1" rowspan="1">PA/MA</td>
<td colspan="1" rowspan="1">1,32</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>O destaque negativo foi para a Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, no Pará, responsável por metade do desmatamento registrado em todas as áreas protegidas da Amazônia no primeiro semestre. Foram desmatados 47,85 km² entre janeiro e junho no território, o que corresponde a quase 5 mil campos de futebol. Ou seja, o território perdeu, em média, 25 campos de futebol de floresta por dia.</div>
<div>Além disso, a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, no Pará, que teve grande destaque neste mês após a aprovação, no Senado, de um projeto de lei que reduz sua área, foi a quinta unidade de conservação mais desmatada na Amazônia. O território perdeu 3,45 km² de floresta, o que equivale a quase 350 campos de futebol.</div>
<blockquote>
<div>“A aprovação desse projeto mostra que o Congresso Nacional está legislando para favorecer um pequeno grupo de pessoas que invadiu ilegalmente essa unidade de conservação após sua criação, em 2006. As unidades de conservação são importantíssimas para conter o desmatamento e combater a crise climática. Por isso, esse projeto precisa ser vetado pela Presidência”, alerta a coordenadora do Programa de Direito e Sustentabilidade do Imazon, Brenda Brito.</div>
</blockquote>
<div>Em toda a Amazônia, foram derrubados 1.145 km² de floresta entre janeiro e junho de 2026, 10% a menos do que no mesmo período do ano passado.</div>
<blockquote>
<div>“Porém, quando comparamos historicamente a área desmatada no primeiro semestre, a derrubada de 2026 foi 76% menor do que a de 2022, quando registramos o recorde de desmatamento desde 2008, ano de implantação do nosso sistema de monitoramento. Precisamos seguir nessa redução até atingirmos a meta de desmatamento zero para 2030”, afirma a coordenadora do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon, Larissa Amorim.</div>
</blockquote>
<div>A redução da derrubada é ainda mais expressiva na análise do chamado “calendário do desmatamento”, que por causa do regime de chuvas na Amazônia vai de agosto de um ano a julho do ano seguinte. Em 11 meses, de agosto de 2025 a junho de 2026, a região teve 2.258 km² desmatados, 28% a menos que no período anterior.</div>
<div>E 75% a menos do que entre agosto de 2021 e junho de 2022, ano em que a Amazônia teve recorde de devastação no período. Apenas em junho, a queda no desmatamento foi de 5%, passando de 326 km² em 2025 para 309 km² em 2026.</div>
<div>A degradação, dano ambiental causado pela extração de madeira e pelas queimadas, teve queda de 55% em junho, passando de 207 km² em 2025 para 94 km² em 2026. Já no acumulado de janeiro a junho, a redução atingiu 86%. E, no calendário do desmatamento, de agosto de 2025 a junho de 2026, a degradação caiu 93%.</div>
<h3>Pará, Mato Grosso e Amazonas lideram desmatamento</h3>
<div>Apenas dois dos nove estados que compõem a Amazônia Legal registraram alta no desmatamento entre agosto de 2025 e junho de 2026: Roraima (de 25%) e Maranhão (de 20%).</div>
<blockquote>
<div>“Esses territórios com aumento na derrubada florestal precisam intensificar suas políticas de combate ao desmatamento com urgência, tanto federais quanto estaduais”, alerta a pesquisadora do Programa de Monitoramento da Amazônia do Imazon, Raíssa Ferreira.</div>
<div></div>
</blockquote>
<div>Os outros sete estados tiveram quedas de 67% (Tocantins) a 27% (Mato Grosso).</div>
<div>Já em relação ao tamanho das áreas desmatadas, a liderança nesses 11 meses foi do Pará (684 km²), do Mato Grosso (509 km²) e do Amazonas (378 km²).</div>
<blockquote>
<div>“Apesar desses três estados terem registrado quedas no desmatamento, eles possuem grandes áreas florestais e precisam fortalecer suas ações de fiscalização e punição para evitar novas derrubadas”, completa a pesquisadora do mesmo programa, Manoela Athaide.</div>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Operação combate garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó, no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/operacao-combate-garimpo-ilegal-na-terra-indigena-kayapo-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 14:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[crime organizado]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena Kayapó]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/06/garimpo_TIKayapo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Operação conjunta do  Ibama e da Polícia Federal (PF)  combate o garimpo ilegal e desarticula a cadeia logística criminosa na Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará. Nos dois primeiros dias de ação, os agentes destruíram uma grande quantidade de estruturas e equipamentos para interromper os danos ambientais imediatos e elevar o custo do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/06/garimpo_TIKayapo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>Operação conjunta do  Ibama e da Polícia Federal (PF)  combate o garimpo ilegal e desarticula a cadeia logística criminosa na Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará.</em></li>
<li><em>Nos dois primeiros dias de ação, os agentes destruíram uma grande quantidade de estruturas e equipamentos para interromper os danos ambientais imediatos e elevar o custo do crime.</em></li>
<li><em> A Terra Indígena Kayapó faz parte de um dos maiores mosaicos de áreas protegidas da Amazônia e da bacia do rio Xingu. O nome da operação homenageia a autodenominação do povo Kayapó (Mebêngôkré).</em></li>
<li><em> A mineração ilegal atrai o crime organizado e causa graves danos ao ecossistema local, como desmatamento, assoreamento de rios e contaminação por mercúrio e óleo, ameaçando diretamente a saúde e o modo de vida das comunidades indígenas.</em></li>
</ul>
<p>O Ibama e a Polícia Federal (PF) realizaram nesta semana a primeira fase da Operação Xapiri Mebêngôkré com o objetivo de combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Kayapó, no sul do Pará. A ação tem como foco a desarticulação das frentes de mineração ilegal e da cadeia logística de abastecimento da atividade, por meio da identificação, apreensão e inutilização de equipamentos, insumos e estruturas utilizadas para viabilizar a atividade ilícita no interior do território protegido.</p>
<p>Durante os dois primeiros dias de operação, as equipes de fiscalização inutilizaram 31 escavadeiras hidráulicas (PCs) empregadas diretamente na extração ilegal de minérios.</p>
<p>Também foram destruídos 2 caminhões, 2 carretas usadas para transporte de madeira, 2 tratores, 23 motores utilizados na atividade garimpeira, 8 motocicletas, 3 caminhonetes, 5 geradores, 4 motosserras, 9 acampamentos e estruturas de apoio e 2 oficinas, além de aproximadamente 10,2 mil litros de combustível (diesel) destinado ao abastecimento das frentes de exploração mineral.</p>
<p>Entre os itens apreendidos estão 1 antena satelital de acesso à internet, 23 g de ouro, 2 armas de fogo e munições. Duas aves que estavam em poder dos infratores foram resgatadas pelos agentes do Ibama.</p>
<h3>Região tem extensa área de terras protegidas</h3>
<p>A Terra Indígena Kayapó integra um dos maiores e mais importantes mosaicos contínuos de áreas protegidas da Amazônia brasileira. A região abriga extensas áreas de floresta preservada, importantes cabeceiras e cursos d&#8217;água associados à bacia do rio Xingu, além de elevada biodiversidade.</p>
<p>A proteção desse território possui relevância estratégica para a conservação ambiental e para a garantia dos direitos territoriais e culturais dos povos indígenas que o habitam.</p>
<p>A região sofre pressão crescente de atividades ilegais associadas à exploração de recursos naturais, especialmente do garimpo, que provoca perda de vegetação nativa, degradação de áreas de preservação permanente, assoreamento de rios e igarapés, e contaminação ambiental por mercúrio, combustíveis e resíduos oleosos.</p>
<p>Os impactos comprometem a qualidade da água, afetam a fauna e a flora, e geram riscos diretos às comunidades indígenas.</p>
<p>Além dos danos ambientais, o garimpo ilegal favorece a atuação de organizações criminosas responsáveis pelo financiamento e manutenção de complexas redes de logística e abastecimento. Por essa razão, a operação atua não apenas sobre os locais de extração mineral, mas também sobre estruturas de apoio identificadas ao longo da cadeia produtiva da atividade ilícita, buscando interromper sua capacidade operacional e reduzir sua viabilidade econômica.</p>
<p>A extensão territorial da área fiscalizada e a dificuldade de acesso a diversos pontos da Terra Indígena Kayapó exigem o emprego de meios aéreos especializados. A operação tem apoio de aeronaves do Ibama e da Polícia Federal para reconhecimento, transporte de equipes e apoio logístico, ampliando a capacidade de atuação do Estado em áreas remotas da Amazônia.</p>
<p>Por que se destrói os maquinários</p>
<p>A inutilização de maquinários, equipamentos, insumos e estruturas associadas ao garimpo ilegal busca interromper imediatamente os danos ambientais em curso, elevar os custos da atividade criminosa e dificultar sua retomada.</p>
<p>Paralelamente, as informações produzidas durante a fiscalização contribuem para subsidiar ações de investigação e responsabilização dos envolvidos na exploração ilegal de recursos minerais.</p>
<h3>Ações permanentes</h3>
<p>A Operação Xapiri Mebêngôkré integra as ações permanentes de proteção ambiental conduzidas pelo Ibama na Amazônia Legal e reforça o compromisso do Estado brasileiro com a proteção dos territórios indígenas, dos recursos naturais e do patrimônio ambiental nacional.</p>
<p>&#8220;Mebêngôkré&#8221; é a autodenominação do povo conhecido como Kayapó, habitante tradicional da Terra Indígena Kayapó. O nome da operação faz referência à proteção do território indígena e ao enfrentamento das atividades ilícitas que ameaçam seus recursos naturais e modos de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>APA Triunfo do Xingu é a área protegida mais pressionada pelo desmate em 2026</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/apa-triunfo-do-xingu-e-a-area-protegida-mais-pressionada-pelo-desmate-em-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[APA Triunfo do Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, localizada no município de São Félix do Xingu, no Pará, foi a área protegida mais pressionada pela derrubada florestal na Amazônia entre janeiro e março de 2026. Nos três últimos trimestres de 2025, o território também ocupou posições na lista das dez áreas protegidas mais pressionadas. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, localizada no município de São Félix do Xingu, no Pará, foi a área protegida mais pressionada pela derrubada florestal na Amazônia entre janeiro e março de 2026. Nos três últimos trimestres de 2025, o território também ocupou posições na lista das dez áreas protegidas mais pressionadas.</p>
<p>Os dados são do relatório Ameaça e Pressão de Desmatamento em Áreas Protegidas, do Imazon, que analisa quais territórios sofrem ameaça, quando a redução florestal ocorre nos seus arredores, e quais enfrentam pressão, caracterizada pelo desmatamento em seu interior.</p>
<blockquote><p>“Ao transformar os dados de monitoramento em indicadores estratégicos, o estudo pode auxiliar governos e órgãos ambientais a otimizar recursos, direcionando equipes para os locais mais ameaçados. Ou seja, onde o crime ambiental está se aproximando, para realizar ações preventivas e impedir o avanço do desmatamento”, explica a pesquisadora do Imazon Bianca Santos.</p></blockquote>
<p>Entre os territórios com maior pressão, cinco são unidades de conservação estaduais, quatro são terras indígenas e apenas um é unidade de conservação federal.</p>
<h3>Roraima concentrou seis das dez áreas protegidas mais ameaçadas</h3>
<p>Ao observar as áreas protegidas mais ameaçadas, ou seja, aquelas em que a dinâmica da destruição ocorre em suas proximidades, o estado de Roraima possui seis dos dez territórios mais críticos. Quatro deles estão integralmente no estado e outros dois parcialmente.</p>
<p>No topo da lista está a Floresta Nacional (Flona) de Roraima, seguida pela Terra Indígena Waimiri Atroari, que também tem parte da área no Amazonas, e, em terceiro lugar, a Terra Indígena Wai Wai.</p>
<p>O estado passou a concentrar a maioria dos territórios com grau superior de ameaça em 2026 devido a uma combinação de fatores climáticos e dinâmicas regionais de uso do solo.</p>
<blockquote><p>“Enquanto a grande parte da Amazônia Legal passa pelo período chuvoso no início do ano, Roraima apresenta um regime climatológico inverso e atravessa sua estação seca. Esse cenário facilita a prática do desmatamento e o uso do fogo, elevando os índices de devastação no primeiro trimestre de 2026”, comenta Carlos Souza Jr., pesquisador do Imazon.</p></blockquote>
<h3>Terra Indígena Yanomami sofre maior pressão no trimestre</h3>
<p>Além de ser a segunda área protegida com maior pressão no ranking geral, o território Yanomami, localizado no Amazonas e em Roraima, ocupou a primeira posição na lista das terras indígenas mais pressionadas. Mesmo após os esforços de desintrusão realizados desde 2024 pelo Governo Federal, o local, que abriga uma população superior a 31 mil indígenas de oito povos diferentes, incluindo grupos isolados, segue com a presença do crime ambiental.</p>
<blockquote><p>“A persistência da ilegalidade se dá por conta da existência de garimpos que utilizam estruturas menores e móveis, permitindo que os garimpeiros retornem aos ambientes explorados assim que as forças de segurança se retiram. A pressão também é favorecida pela logística clandestina de pistas de pouso dentro e no entorno da TI. Somado a isso, o aumento do desmatamento ilegal registrado em Roraima no início de 2026 intensificou os danos ambientais dentro dos limites do território originário, consolidando uma situação de alerta”, observa Bianca.</p></blockquote>
<p>Em segundo lugar no ranking está a Terra Indígena Alto Rio Negro, no Amazonas, e, em terceiro, a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. O relatório ainda aponta que quatro dos dez territórios da lista (Yanomami, Alto Rio Negro, Cué-Cué/Marabitanas e Waimiri Atroari) também apareceram entre os mais pressionados no levantamento do período anterior, de outubro a dezembro de 2025, o que reforça a presença constante do desmate.</p>
<p>Já entre as ameaçadas estão a Terra Indígena Waimiri Atroari, situada no Amazonas e em Roraima, e a Terra Indígena WaiWái, que está apenas em Roraima. Quatro dos dez territórios mais ameaçados no intervalo também apareceram no ranking anterior: Waimiri Atroari, WaiWái, Trombetas/Mapuera e Alto Rio Guamá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Desmatamento ameaça santuário das árvores gigantes da Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/desmatamento-ameaca-santuario-das-arvores-gigantes-da-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 14:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[árvores gigantes]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Estadual do Paru]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Floresta Estadual do Paru, no Pará, foi a segunda unidade de conservação estadual mais ameaçada pela devastação na Amazônia no último trimestre de 2025. Os dados são do relatório Ameaça e Pressão em Áreas Protegidas, publicado trimestralmente pelo Imazon. A área também esteve presente no ranking de outubro a dezembro de 2024, ocupando a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/arvore_gigante1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Floresta Estadual do Paru, no Pará, foi a segunda unidade de conservação estadual mais ameaçada pela devastação na Amazônia no último trimestre de 2025. Os dados são do relatório Ameaça e Pressão em Áreas Protegidas, publicado trimestralmente pelo Imazon. A área também esteve presente no ranking de outubro a dezembro de 2024, ocupando a primeira posição entre as UCs estaduais mais ameaçadas.</p>
<p>A região integra o maior bloco contínuo de unidades de conservação e terras indígenas do mundo, abrigando a maior árvore da América Latina: um angelim-vermelho de 88,5 metros de altura. Além disso, abriga outros exemplares de árvores gigantes, o que a torna um santuário para a biodiversidade.</p>
<p>Segundo a diretora do Programa de Áreas Protegidas do Imazon, Jakeline Pereira, o local desempenha papel estratégico na proteção da Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Além de abrigar espécies únicas da fauna e da flora, é fundamental para o equilíbrio climático e para o fornecimento de produtos florestais madeireiros à indústria, bem como de produtos não madeireiros, como a castanha, que sustentam populações locais. Sua preservação é essencial em escala global”, afirma.</p></blockquote>
<p>Confira as Unidades de Conservação Estaduais com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>APA do Lago de Tucuruí (PA)</li>
<li>FES do Paru (PA)</li>
<li>FES Afluente do Complexo do Seringal Jurupari (AC)</li>
<li>APA Baixada Maranhense (MA)</li>
<li>FES do Rio Gregório (AC)</li>
<li>APA de Nhamundá (AM)</li>
<li>APA Guajuma (AM)</li>
<li>FES do Antimary (AC)</li>
<li>APA Caverna do Maroaga (Presidente Figueiredo) (AM)</li>
<li>RDS Vitória de Souzel (PA)</li>
</ol>
<p>Diferentemente do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que contabiliza o total desmatado nos territórios amazônicos, o relatório utiliza uma metodologia específica. A Amazônia Legal é dividida em quadrados de 10 por 10 km, chamados de células, e os pesquisadores identificaram quantas dessas células registraram ocorrência de desmatamento.</p>
<p>A partir desse mapeamento, é possível apontar quais estão mais pressionadas, aquelas que concentram o maior número de células de desmatamento dentro de seus limites, e quais estão mais ameaçadas, caracterizadas pela maior concentração de desmatamento em seu entorno, em um raio de até 10 km. Essa abordagem permite antecipar o avanço da devastação sobre áreas protegidas.</p>
<blockquote><p>“Indicar esse cenário com antecedência na Floresta do Paru é essencial para conter o avanço de problemas ambientais. Quando não enfrentada, a ameaça tende a se transformar em invasões dentro da unidade. Agir preventivamente é decisivo para impedir que essa pressão ambiental se consolide”, afirma a pesquisadora do Imazon Bianca Santos.</p></blockquote>
<h3>Reserva Chico Mendes: a área protegida mais afetada</h3>
<p>Entre as áreas protegidas mais pressionadas, que incluem as terras indígenas e unidades de conservação estaduais e federais, a Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes, no Acre, foi a AP mais atingida pela derrubada entre outubro e dezembro de 2025.</p>
<p>Na comparação com o mesmo período de 2024, houve uma redução de aproximadamente 40% no número de células registradas. Apesar da queda, a unidade manteve a liderança no ranking. Além disso, a reserva já vinha aparecendo desde o relatório dos meses de abril a junho de 2025.</p>
<blockquote><p>“Quando uma unidade apresenta pressão, significa que o desmatamento já está acontecendo dentro do território, o que representa um impacto direto nas comunidades tradicionais que vivem da natureza e dependem dela para sua subsistência”, afirma o pesquisador do Imazon Carlos Souza Jr.</p></blockquote>
<p>Confira as áreas protegidas com mais pressão entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>Resex Chico Mendes Unidade de Conservação Federal (AC)</li>
<li>APA Triunfo do Xingu Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
<li>Resex Tapajós-Arapiuns Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>TI Cachoeira Seca do Iriri Terra Indígena (PA)</li>
<li>TI Waimiri Atroari Terra Indígena (AM/RR)</li>
<li>APA Arquipélago do Marajó Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
<li>APA Baixada Maranhense Unidade de Conservação Estadual (MA)</li>
<li>APA do Lago de Tucuruí Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
<li>TI Alto Rio Negro Terra Indígena (AM)</li>
<li>Resex Verde para Sempre Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
</ol>
<h3>Concentração dos alertas no Pará</h3>
<p>O levantamento evidencia a concentração dos alertas no Pará, que teve seis áreas protegidas sob pressão. O mesmo padrão se repete na análise das mais ameaçadas, com sete APs paraenses. Nesse cenário, se destaca a Floresta Nacional de Saracá-Taquera, que apareceu no topo da análise.</p>
<p>Confira as áreas protegidas com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>Flona de Saracá-Taquera Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>Resex Chico Mendes Unidade de Conservação Federal (AC)</li>
<li>Resex Tapajós-Arapiuns Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>I Trincheira/Bacajá Terra Indígena (PA)</li>
<li>Flona do Tapajós Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>TI Arara Terra Indígena (PA)</li>
<li>Parna da Amazônia Unidade de Conservação Federal (PA)</li>
<li>Resex do Cazumbá-Iracema Unidade de Conservação Federal (AC)</li>
<li>TI WaiWái Terra Indígena (RR)</li>
<li>APA do Lago de Tucuruí Unidade de Conservação Estadual (PA)</li>
</ol>
<h3>Terras Indígenas seguem sob ameaça</h3>
<p>A terra indígena Trincheira/Bacajá e a Arara foram as mais ameaçadas na Amazônia entre outubro e dezembro de 2025. O levantamento ainda mostra que sete das dez TIs com maior nível de ameaça já haviam aparecido no ranking do mesmo período de 2024, indicando a persistência do avanço da derrubada.</p>
<p>Na análise das terras indígenas mais pressionadas pelo desmatamento, a liderança ficou com a TI Cachoeira Seca do Iriri, no Pará, e a TI Waimiri Atroari, localizada entre os estados do Amazonas e de Roraima. Todas as dez terras indígenas com ocorrências também haviam sido identificadas no último trimestre de 2024.</p>
<p>“Quando esses territórios aparecem de forma recorrente nos levantamentos, fica evidente que a destruição não é pontual, mas sim o resultado de um processo contínuo. Esse cenário exige ações imediatas e contínuas de fiscalização para impedir a consolidação dessas invasões, além de medidas efetivas de proteção que garantam os direitos dos povos originários”, aponta Bianca.</p>
<p>Confira as Terras Indígenas com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>TI Trincheira/Bacajá (PA)</li>
<li>TI Arara (PA)</li>
<li>TI WaiWái (RR)</li>
<li>TI Alto Rio Guamá (PA)</li>
<li>TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)</li>
<li>TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)</li>
<li>TI Waimiri Atroari (AM/RR)</li>
<li>TI Arara da Volta Grande do Xingu (PA)</li>
<li>TI Malacacheta (RR)</li>
<li>TI Parakanã (PA)</li>
</ol>
<p>Confira as Terras Indígenas com mais Pressão entre outubro e dezembro de 2025:</p>
<ol>
<li>TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)</li>
<li>TI Waimiri Atroari (AM/RR)</li>
<li>TI Alto Rio Negro (AM)</li>
<li>TI Yanomami (AM/RR)</li>
<li>TI Nhamundá-Mapuera (AM/PA)</li>
<li>TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)</li>
<li>TI Trincheira/Bacajá (PA)</li>
<li>TI Andirá-Marau (AM/PA)</li>
<li>TI Cué-Cué/Marabitanas (AM)</li>
<li>TI WaiWái (RR)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Ibama receberá 825,7 milhões para combate ao desmatamento ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 12:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/floresta-mais-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na quinta, 5, o Governo Federal anunciou uma série de medidas voltadas à proteção ambiental, conservação da biodiversidade e promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil. A principal delas é o repasse de R$ 825,7 milhões do Fundo Amazônia para reforçar as ações de fiscalização ambiental para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/floresta-mais-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span data-slate-fragment="JTVCJTdCJTIydHlwZSUyMiUzQSUyMnAlMjIlMkMlMjJjaGlsZHJlbiUyMiUzQSU1QiU3QiUyMnRleHQlMjIlM0ElMjJFbSUyMGNlbGVicmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW8lMjBEaWElMjBNdW5kaWFsJTIwZG8lMjBNZWlvJTIwQW1iaWVudGUlMjBkZSUyMDIwMjUlMkMlMjBvJTIwR292ZXJubyUyMEZlZGVyYWwlMjBhbnVuY2lvdSUyMHVtYSUyMHMlQzMlQTlyaWUlMjBkZSUyMG1lZGlkYXMlMjBzaWduaWZpY2F0aXZhcyUyMHZvbHRhZGFzJTIwJUMzJUEwJTIwcHJvdGUlQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW1iaWVudGFsJTJDJTIwY29uc2VydmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwZGElMjBiaW9kaXZlcnNpZGFkZSUyMGUlMjBwcm9tbyVDMyVBNyVDMyVBM28lMjBkbyUyMGRlc2Vudm9sdmltZW50byUyMHN1c3RlbnQlQzMlQTF2ZWwlMjBubyUyMEJyYXNpbC4lMjBPcyUyMGFuJUMzJUJBbmNpb3MlMkMlMjByZWFsaXphZG9zJTIwZW0lMjBjZXJpbSVDMyVCNG5pYSUyMG5vJTIwUGFsJUMzJUExY2lvJTIwZG8lMjBQbGFuYWx0byUyMGNvbSUyMGElMjBwcmVzZW4lQzMlQTdhJTIwZG8lMjBQcmVzaWRlbnRlJTIwTHVpeiUyMEluJUMzJUExY2lvJTIwTHVsYSUyMGRhJTIwU2lsdmElMjBlJTIwZGElMjBNaW5pc3RyYSUyMGRvJTIwTWVpbyUyMEFtYmllbnRlJTIwZSUyME11ZGFuJUMzJUE3YSUyMGRvJTIwQ2xpbWElMkMlMjBNYXJpbmElMjBTaWx2YSUyQyUyMHJlZm9yJUMzJUE3YW0lMjBvJTIwY29tcHJvbWlzc28lMjBkbyUyMHBhJUMzJUFEcyUyMGNvbSUyMGElMjBhZ2VuZGElMjBhbWJpZW50YWwlMjBnbG9iYWwlMjBlJTIwbmFjaW9uYWwuJTIwJTIyJTdEJTVEJTdEJTVE">Para marcar o<strong> Dia Mundial do Meio Ambiente</strong>, celebrado na quinta, 5, o Governo Federal anunciou uma série de medidas voltadas à proteção ambiental, conservação da biodiversidade e promoção do desenvolvimento sustentável no Brasil. A principal delas é o repasse de R$ 825,7 milhões do Fundo Amazônia para reforçar as ações de fiscalização ambiental para o controle do desmatamento ilegal na Amazônia executadas pelo Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</span></p>
<p>Os recursos deverão ser usados no prazo de 60 meses para modernizar a resposta ao desmatamento ilegal e aumentar a presença do Estado na Amazônia Legal. Entre as ações previstas, estão a compra de helicópteros de grande porte com proteção balística e de drones de alta tecnologia e a construção de bases aéreas e helipontos estratégicos na floresta.</p>
<p><span data-slate-fragment="JTVCJTdCJTIydHlwZSUyMiUzQSUyMnAlMjIlMkMlMjJjaGlsZHJlbiUyMiUzQSU1QiU3QiUyMnRleHQlMjIlM0ElMjJFbSUyMGNlbGVicmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW8lMjBEaWElMjBNdW5kaWFsJTIwZG8lMjBNZWlvJTIwQW1iaWVudGUlMjBkZSUyMDIwMjUlMkMlMjBvJTIwR292ZXJubyUyMEZlZGVyYWwlMjBhbnVuY2lvdSUyMHVtYSUyMHMlQzMlQTlyaWUlMjBkZSUyMG1lZGlkYXMlMjBzaWduaWZpY2F0aXZhcyUyMHZvbHRhZGFzJTIwJUMzJUEwJTIwcHJvdGUlQzMlQTclQzMlQTNvJTIwYW1iaWVudGFsJTJDJTIwY29uc2VydmElQzMlQTclQzMlQTNvJTIwZGElMjBiaW9kaXZlcnNpZGFkZSUyMGUlMjBwcm9tbyVDMyVBNyVDMyVBM28lMjBkbyUyMGRlc2Vudm9sdmltZW50byUyMHN1c3RlbnQlQzMlQTF2ZWwlMjBubyUyMEJyYXNpbC4lMjBPcyUyMGFuJUMzJUJBbmNpb3MlMkMlMjByZWFsaXphZG9zJTIwZW0lMjBjZXJpbSVDMyVCNG5pYSUyMG5vJTIwUGFsJUMzJUExY2lvJTIwZG8lMjBQbGFuYWx0byUyMGNvbSUyMGElMjBwcmVzZW4lQzMlQTdhJTIwZG8lMjBQcmVzaWRlbnRlJTIwTHVpeiUyMEluJUMzJUExY2lvJTIwTHVsYSUyMGRhJTIwU2lsdmElMjBlJTIwZGElMjBNaW5pc3RyYSUyMGRvJTIwTWVpbyUyMEFtYmllbnRlJTIwZSUyME11ZGFuJUMzJUE3YSUyMGRvJTIwQ2xpbWElMkMlMjBNYXJpbmElMjBTaWx2YSUyQyUyMHJlZm9yJUMzJUE3YW0lMjBvJTIwY29tcHJvbWlzc28lMjBkbyUyMHBhJUMzJUFEcyUyMGNvbSUyMGElMjBhZ2VuZGElMjBhbWJpZW50YWwlMjBnbG9iYWwlMjBlJTIwbmFjaW9uYWwuJTIwJTIyJTdEJTVEJTdEJTVE">Os anúncios, realizados em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</span></p>
<blockquote><p>“Neste governo, já evitamos lançar na atmosfera 450 milhões de toneladas de CO2 [dióxido de carbono]. Isso dobrou os recursos do Fundo Amazônia. Esse dinheiro volta agora volta ao Ibama para a compra de mais helicópteros, meios tecnológicos e serviços públicos com o objetivo de prevenir e combater incêndios e desmatamento”, disse a ministra do Meio Ambiente.</p></blockquote>
<h3>Ampliação de áreas protegidas</h3>
<p>O presidente Lula assinou ainda decreto que amplia o programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e permite o apoio direto às comunidades localizadas em 60 Unidades de Conservação (UCs) de uso sustentável. O objetivo é fomentar atividades econômicas baseadas na sociobiodiversidade e impulsionar o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Essa medida faz parte de um pacote governamental maior, que busca:</p>
<ul>
<li>Aumentar a geração de emprego e renda para as populações locais.</li>
<li>Melhorar o acesso a serviços essenciais, como energia elétrica e internet.</li>
<li>Oferecer assessoramento técnico para empreendimentos comunitários.</li>
<li>Fornecer apoio financeiro e logístico para a expansão e criação de novas UCs.</li>
<li>O decreto também estimula uma governança mais participativa e transparente nas organizações comunitárias, promovendo a inclusão de mulheres e jovens e garantindo maior equidade no acesso aos benefícios do programa.</li>
</ul>
<p>A Arpa beneficiará diretamente comunidades em 43 Reservas Extrativistas (Resex) e 17 Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) que já contam com o apoio do programa.</p>
<p>A reestruturação do programa, com foco nos territórios, possibilitará a implementação da estratégia &#8220;Arpa Comunidades&#8221;,  que terá duração de 15 anos, de 2025 a 2040. A perspectiva é que o programa mobilize mais de US$ 100 milhões em doações para promover as organizações locais e a sociobioeconomia na Amazônia.</p>
<h3 dir="ltr">Outros anúncios</h3>
<p dir="ltr">Outro decreto assinado por Lula  estabelece a nova Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (Epanb). A Epanb visa orientar <span class="citation-0 citation-end-0">a implementação de metas e ações de conservação da biodiversidade, uso sustentável dos recursos naturais e repartição justa dos benefícios derivados da diversidade biológica</span> no Brasil, alinhada a compromissos internacionais.</p>
<p dir="ltr">A nova Epanb prevê a articulação com outras políticas públicas, como o Plano Nacional de Recuperação de Vegetação Nativa (Planaveg), que estabelece a meta de recuperação de 12 milhões de hectares até 2030, e o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa), que promoverá a inclusão socioeconômica das comunidades locais, entre outros programas.</p>
<p dir="ltr">Foram criadas ainda  mais três unidades de conservação (UCs) federais: duas no Paraná e uma no Espírito Santo. Esta última é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Doce, que visa proteger o ecossistema da região costeira e marinha da região, afetada pelo rompimento da barragem do Fundão, em novembro de 2015, em Mariana (MG).</p>
<p dir="ltr">Foi nstituída por decreto presidencial também Estratégia Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável dos Recifes de Coral (ProCoral) busca orientar políticas públicas integradas para a conservação e recuperação desses ecossistemas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto de conexão em áreas protegidas da Amazônia chega a 1.345 comunidades</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/projeto-de-conexao-em-areas-protegidas-da-amazonia-chega-a-1-345-comunidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 03:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[CNS]]></category>
		<category><![CDATA[Coiab]]></category>
		<category><![CDATA[Conaq]]></category>
		<category><![CDATA[Conexão Povos da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[unidades de conservação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Carananduba-TQ-Carananduba-CONAQ-Acara-PA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Terras indígenas e unidades de conservação são as áreas onde a floresta amazônica está mais protegida graças à atuação de povos e comunidades tradicionais que têm esses territórios como elemento importante para suas culturas, seus saberes e modos de vida. A conservação do bioma e o fortalecimento desses grupos ganhou um importante [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Carananduba-TQ-Carananduba-CONAQ-Acara-PA-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Terras indígenas e unidades de conservação são as áreas onde a floresta amazônica está mais protegida graças à atuação de povos e comunidades tradicionais que têm esses territórios como elemento importante para suas culturas, seus saberes e modos de vida. A conservação do bioma e o fortalecimento desses grupos ganhou um importante reforço com as ações do projeto Conexão Povos da Floresta, que em quase dois anos já alcançou 1.345 mil comunidades.</p>
<p>Um kit de conectividade com roteador de alta capacidade, antena de internet banda larga via satélite, celular e computador são os recursos utilizados na iniciativa organizada em parceria entre a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e o Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS).</p>
<p>A proposta é ir além da necessidade de ampliar o acesso à internet na Amazônia e desenvolver ferramentas de transformação social para as comunidades atendidas, fortalecendo os direitos à saúde, educação e oportunidades profissionais, entre outros.</p>
<blockquote><p>“Os povos tradicionais têm um papel fundamental na proteção da Amazônia e dos demais biomas. As áreas protegidas onde vivem os povos da floresta são as mais conservadas da Amazônia. Embora representem um terço da região, apenas 1% do desmatamento dos últimos 40 anos aconteceu nessas áreas. Nesse contexto, a conexão em rede é uma plataforma que permite o empoderamento dessas comunidades e amplia o acesso à educação, saúde, segurança e empreendedorismo”, afirma o presidente do conselho deliberativo do Conexão Povos da Floresta e um dos idealizadores do projeto, Tasso Azevedo.</p></blockquote>
<h3>Três pilares</h3>
<p>Para isso, o projeto funciona com base em três pilares principais: implementação da infraestrutura necessária para a criação uma rede local conectada à internet banda larga; a implantação de um sistema de gestão e controle local da rede em cada comunidade; e a oferta de programas de inclusão digital, com ações nas áreas de saúde, educação, empreendedorismo, monitoramento e proteção territorial e cultura e ancestralidade.</p>
<p>No quesito infraestrutura, o Conexão oferece os kits e também suporte para instalação de um sistema de energia solar fotovoltaica, principalmente em localidades onde não há fornecimento de energia elétrica estável. A ideia é garantir que todos os equipamentos funcionem 24h por dia.</p>
<figure id="attachment_30366" aria-describedby="caption-attachment-30366" style="width: 636px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-30366" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-300x225.jpg" alt="" width="636" height="477" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-1024x768.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-1536x1152.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-2048x1536.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-450x338.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-Conexao-Povos-da-Floresta-1200x900.jpg 1200w" sizes="(max-width: 636px) 100vw, 636px" /><figcaption id="caption-attachment-30366" class="wp-caption-text">Projeto deve alcançar 5 mil comunidades tradicionais da Amazônia até o final de 2025. Foto: Bruno Kelly / Conexão Povos da Floresta</figcaption></figure>
<p>Em relação ao controle social da rede, a iniciativa busca promover o uso consciente da conexão com um aplicativo em que cada comunidade pode fazer a gestão de acordo com as regras acordadas coletivamente, como criação de cadastros, controle de acesso dos usuários, tempo e horário de uso e filtros para conteúdos indesejados.</p>
<blockquote><p>“A chegada desse projeto nos ajudou muito. Pessoas já estão estudando online, o que antes não podiam pelo fato de não ter acesso à internet”, comemora Lucille Cardoso, moradora da comunidade Andurú, localizada na Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns, no oeste paraense.</p></blockquote>
<figure id="attachment_30368" aria-describedby="caption-attachment-30368" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-30368 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/Auaris-TI-Yanomami-ISA-COIAB-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-30368" class="wp-caption-text">Tecnologia fortalece a garantia de direitos e a cidadania. Foto: Bruno Kelly.</figcaption></figure>
<h3>Cidadania da tecnologia</h3>
<p>Além disso, programas em diferentes áreas do conhecimento exploram o potencial de promoção da cidadania da tecnologia. Alguns exemplos são o curso de sabedoria digital, voltado aos facilitadores de todas as comunidades, o programa de telemedicina e a formação de empreendedores comunitários.</p>
<blockquote><p>“Esse projeto deve mudar muito a vida de muitas pessoas. Vai melhorar a vida dos estudantes e a vida de quem vai poder marcar daqui mesmo um exame lá na cidade, sem precisar enfrentar doze horas de viagem, por exemplo”, comenta Silvio Tavares de Souza, presidente da Associação-Mãe da Resex Terra-Grande Pracuúba, no município de Curralinho, que foi a milésima beneficiada pelo projeto.</p></blockquote>
<p>A meta do Conexão Povos da Floresta é chegar a 5 mil comunidades até o final de 2025, alcançando assim 1 milhão de pessoas moradoras de áreas protegidas da Amazônia Legal. Atualmente, já são 27 mil usuários cadastrados e uma população diretamente beneficiada de cerca de 81 mil pessoas.</p>
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		<title>Governo Federal cria duas Unidades de Conservação na região costeira do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 14:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional das florestas]]></category>
		<category><![CDATA[manguezais]]></category>
		<category><![CDATA[Reservas Extrativistas Filhos do Mangue]]></category>
		<category><![CDATA[unidades de conservação]]></category>
		<category><![CDATA[Viriandeua]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/mangue2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na quinta-feira, 21,  Dia Internacional das Florestas, decretos para criação de duas Unidades de Conservação federais no Estado do Pará: as Reservas Extrativistas Filhos do Mangue e Viriandeua, na costa amazônica. Também foi assinado decreto que retoma a Comissão de Gestão de Florestas Públicas (CGFlop). no mesmo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/mangue2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p dir="ltr">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na quinta-feira, 21,  Dia Internacional das Florestas, decretos para criação de duas Unidades de Conservação federais no Estado do Pará: as Reservas Extrativistas Filhos do Mangue e Viriandeua, na costa amazônica. Também foi assinado decreto que retoma a Comissão de Gestão de Florestas Públicas (CGFlop). no mesmo evento, Lula assinou decreto que retoma a Comissão de Gestão de Florestas Públicas (CGFlop),</p>
<p dir="ltr">De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática, a Resex Filhos do Mangue tem 40.537 hectares e abriga cerca de 4 mil famílias nos municípios de Primavera e Quatipuru. Já a Viriandeua integra três áreas que totalizam 34.191 hectares nos municípios de Salinópolis e São João de Pirabas, com cerca de 3.100 famílias.</p>
<p dir="ltr">As duas reservas estão na região do Salgado Paraense, que reúne uma das maiores florestas de manguezais do país, com baías, rios, estuários e grande biodiversidade.</p>
<p dir="ltr">A vegetação predominante é de mangue vermelho, mangue branco e mangue preto. Trata-se de área prioritária para conservação de aves migratórias, e a região é habitat natural de espécies como caranguejo-uçá, mexilhão, turu, ostra e camarão branco.</p>
<p dir="ltr">As reservas serão direcionadas para o manejo de base comunitária, que permitirá ampliar a capacidade da população para proteger e manejar de forma sustentável os manguezais.</p>
<p dir="ltr">As áreas protegidas estão incluídas no maior e mais conservado cinturão contínuo de manguezais do planeta.</p>
<p dir="ltr">Os manguezais distribuídos ao longo da costa dos Estados do Amapá, Pará e Maranhão integram o “Estuário Amazônico e seus Manguezais”, corredor de 23 áreas protegidas. A região concentra pelo menos 40 espécies ameaçadas.</p>
<p dir="ltr">As áreas protegidas estão incluídas no maior e mais conservado cinturão contínuo de manguezais do planeta.</p>
<dl>
<dt><iframe src="https://www.google.com/maps/d/embed?mid=12xGwqa4tAofewV3bLYQP__dqvfusFsU&amp;ehbc=2E312F" width="1084" height="813" data-mce-fragment="1"></iframe></dt>
</dl>
<p dir="ltr">Os manguezais são ecossistemas vitais para as comunidades locais como fonte de subsistência. A criação das duas Resex no Pará, junto à ampliação da Resex Chocoaré-Mato Grosso, ocorrida em junho de 2023, integra a rede de proteção aos manguezais e modos de vida das comunidades tradicionais costeiras da costa amazônica.</p>
<p dir="ltr">As duas Resex são áreas da União com uso concedido a populações extrativistas tradicionais. Há planos de manejo e conselhos deliberativos para uma gestão participativa entre as comunidades e o governo, por meio do ICMBio, com apoio de universidades e outras instituições governamentais.</p>
<p dir="ltr">O objetivo é conservar a biodiversidade, manter ou melhorar a integridade do ecossistema costeiro, evitar o desmatamento e obter benefícios de subsistência e renda dos manguezais preservados.</p>
<p>Os manguezais brasileiros, que se estendem por cerca de 1,4 milhão de hectares pela costa, correspondem a cerca de 10% de todos os mangues remanescentes do mundo. A maioria desses mangues está localizada na costa amazônica, reforçando sua importância como área úmida para o Brasil e o planeta.</p>
<p dir="ltr">O presidente Lula citou a parceria com o governador do Pará, Helder Barbalho, na criação das duas UCs e na transformação de Belém para a COP30, conferência do clima da ONU que será realizada na capital paraense em 2025.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“Todos nós temos de estar imbuídos de um único desejo: fomos eleitos para consertar esse país e melhorar a vida do povo”, disse o presidente Lula após a assinatura dos decretos. “Não vencemos apenas uma eleição, a gente vai vencer uma causa, que é recuperar a dignidade de todos os povos deste país. Temos ainda dois anos e nove meses para fazer tudo aquilo que é necessário.”</p>
</blockquote>
<h3 dir="ltr"><strong>Gestão de Florestas</strong></h3>
<p dir="ltr">O presidente Lula também assinou decreto que retoma a Comissão de Gestão de Florestas Públicas (CGFlop), instituída pela Lei de Gestão de Florestas Públicas, que prevê a coordenação entre conservação ambiental e exploração sustentável da floresta. Nesta comissão serão aprovadas as concessões florestais outorgadas pelo governo federal. Será integrada por representantes do Poder Público, do setor empresarial, de trabalhadores, da comunidade científica, de movimentos sociais e organizações não governamentais.</p>
<p dir="ltr">A concessão florestal tem como objeto a exploração de produtos e serviços florestais, contratualmente especificados, em unidade de manejo de floresta pública, com perímetro georreferenciado, registrada no cadastro de florestas públicas e incluída no lote de concessão florestal.</p>
<p dir="ltr">Em 2023 houve aumento de 96% de áreas sob concessão florestal no país em relação a 2022: de 19,4 mil hectares para 38,2 mil hectares, segundo dados do SFB. Em 2024 foi lançada a primeira concessão para recuperação da Mata Atlântica, com a licitação das Florestas Nacionais de Irati (PR), Chapecó (SC) e Três Barras (SC). Também foram firmados três contratos de concessão florestal na Floresta Nacional de Humaitá (AM), totalizando 200.864 hectares.</p>
<h3 dir="ltr"><strong>Manejo comunitário</strong></h3>
<p dir="ltr">Foi assinada ainda nesta quinta-feira portaria do MMA e do SFB que estabelece grupo de trabalho para coordenar programa federal de manejo florestal comunitário e familiar. A iniciativa integra o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).</p>
<p dir="ltr">Atualmente, cerca de 45 milhões de hectares de florestas públicas estão sob gestão de povos e comunidades tradicionais em Unidades de Conservação ou assentamentos. A bioeconomia florestal gerada a partir do manejo comunitário e familiar pode proporcionar melhoria da qualidade de vida, com o aumento de renda e autonomia para comunidades, além de promoção da capacidade de gestão de negócios florestais.</p>
<p dir="ltr">O GT é integrado por representantes do MMA, do SFB, do Ibama e do ICMBio, e poderá ter a colaboração de especialistas, integrantes das comunidades e técnicos de órgãos públicos e privados como convidados. Em até 120 dias deverá ser apresentado relatório com a proposta do Programa Federal de Manejo Florestal e Comunitário.</p>
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		<title>Semana do Meio Ambiente: Imazon lança programa para criar e conservar áreas protegidas na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 14:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/area-protegida-Imazon-RafaelAraujo--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma ótima notícia para celebrar a Semana do Meio Ambiente: o lançamento do Programa Áreas Protegidas, iniciativa do Imazon que vai auxiliar na criação, na conservação e no desenvolvimento desses territórios na Amazônia, o que inclui o fortalecimento dos povos e comunidades tradicionais que vivem neles ou que fazem uso sustentável deles. Criadas para a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/area-protegida-Imazon-RafaelAraujo--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma ótima notícia para celebrar a Semana do Meio Ambiente: o lançamento do Programa Áreas Protegidas, iniciativa do Imazon que vai auxiliar na criação, na conservação e no desenvolvimento desses territórios na Amazônia, o que inclui o fortalecimento dos povos e comunidades tradicionais que vivem neles ou que fazem uso sustentável deles.</p>
<p>Criadas para a conservação dos ecossistemas e para a proteção da biodiversidade e das populações que as habitam, as áreas protegidas são classificadas em unidades de conservação e terras indígenas ou quilombolas. O Imazon já pesquisa e desenvolve projetos de campo há mais de 20 anos nesses territórios, principalmente na região Norte do Pará. Agora, com o novo programa, essa atuação será expandida para toda a região amazônica.</p>
<blockquote><p>“Nós trabalhamos desde 2006 no Norte do Pará, onde está o maior bloco que áreas protegidas contínuas do mundo, com 22 milhões de hectares. Lá, atuamos desde o processo de criação das unidades de conservação até a elaboração e a implementação dos planos de manejo. Entre os projetos que temos na região está a formação e o acompanhamento de Agentes Ambientais Comunitários; ações de manejo sustentável e de uso público da floresta, como o turismo, por exemplo; e o auxílio à bioeconomia”, explica a pesquisadora Jakeline Pereira, diretora do Programa Áreas Protegidas do Imazon.</p></blockquote>
<h3><strong>Criação e implementação de áreas protegidas</strong></h3>
<p>Em relação à criação de áreas protegidas, principalmente unidades de conservação, o programa poderá realizar os estudos técnicos e as consultas públicas necessários para que sejam criadas. Já para as áreas protegidas que já foram demarcadas, o programa poderá elaborar e a executar os planos de manejo e de gestão, realizar projetos de desenvolvimento sustentável e de fortalecimento dos povos e comunidades tradicionais e apoiar e integrar os conselhos consultivos.</p>
<p>Um exemplo é o Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) Jará, unidade de conservação localizada em Juruti, no Oeste do Pará, que foi publicado em março pelo Imazon e agora terá a execução acompanhada pelo Programa Áreas Protegidas. Outras iniciativas que passarão a integrar o programa são as campanhas Proteja as Árvores Gigantes, que tem alertado a população sobre<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/dia-mundial-do-meio-ambiente-mostra-forca-de-coletivos-jovens-em-busca-de-direitos/" target="_blank" rel="noopener"> o avanço do desmatamento</a> na Floresta Estadual (Flota) do Paru, no norte do Pará, e Um Dia No Parque, ação nacional da Rede Pró-Unidades de Conservação em que o Imazon atua no engajamento da população amazônida para visitar e proteger esses territórios.</p>
<p><em>Fonte: Imazon</em></p>
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		<title>Mulheres da floresta discutem protagonismo feminino nas tomadas de decisões sobre seus territórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 16:54:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURSOS & EVENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
		<category><![CDATA[FAS]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Mulheres da Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Seminario-Mulheres-da-Floresta1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma carta, assinada por cerca de 100 lideranças femininas da Amazônia, foi entregue para os governos estaduais da Amazônia Legal e governo federal. Nela, estão reivindicações nas áreas de educação, saúde, empoderamento, segurança, desenvolvimento econômico, infraestrutura, regularização fundiária, segurança alimentar e mudanças climáticas, de acordo com o eco. O documento é resultado do encontro dessas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/Seminario-Mulheres-da-Floresta1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><span data-contrast="none">Uma <a href="https://oeco.org.br/wp-content/uploads/2023/03/Carta-das-Mulheres-das-Floresta-30.03.2023.pdf" target="_blank" rel="noopener">carta,</a> assinada por cerca de 100 lideranças femininas da Amazônia, foi entregue para os governos estaduais da Amazônia Legal e governo federal. Nela, estão reivindicações nas áreas de educação, saúde, empoderamento, segurança, desenvolvimento econômico, infraestrutura, regularização fundiária, segurança alimentar e mudanças climáticas, de acordo com <a href="https://oeco.org.br/noticias/mulheres-da-floresta-discutem-protagonismo-na-gestao-de-areas-protegidas/" target="_blank" rel="noopener">o eco</a>.</span></p>
<p><span data-contrast="none">O documento é resultado do encontro dessas mulheres, a maioria vinda de unidades de conservação de uso sustentável, Terras Indígenas e Quilombolas,  durante o “Seminário Mulheres da Floresta”. Na pauta, foram  discutidos </span><span data-contrast="none">problemas e desafios comuns no cotidiano delas, mas principalmente a importância de reivindicar o protagonismo feminino nas tomadas de decisões sobre seus territórios.</span></p>
<p>“Para nós, não basta ser mulher para estar na política. É preciso defender nossas pautas aqui postas neste documento, inclusive a defesa da Amazônia, meio ambiente e justiça social”, dizem em um trecho do manifesto, que também destaca postos almejados por elas. “Não podemos ser apenas secretárias, queremos também ser presidentes, assumindo inclusive a comercialização dos produtos e não somente a produção”.</p>
<p><span data-contrast="none">Promovido pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), <a href="https://fas-amazonia.org/troca-de-experiencias-e-protagonismo-feminino-marcam-primeiro-dia-do-seminario-mulheres-da-floresta/" target="_blank" rel="noopener">as rodas de conversa</a> giraram em torno de temas como a participação feminina em movimentos sociais, gestão de negócios, autoestima e autoimagem, durante dois dias, em Manaus (AM). </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559731&quot;:708,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:240}"> </span></p>
<blockquote><p>“A carta elaborada durante o Seminário de Mulheres da Floresta representa um grande marco na área, porque possui as falas e anseios de mulheres de diversos territórios, ampliando as estratégias de defesa e proteção da Amazônia. Temos certeza que os debates gerados aqui vão promover grandes frutos em prol das mulheres amazônidas”, afirma Valcléia Solidade, superintendente de Desenvolvimento Sustentável de Comunidades na FAS.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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