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	<title>áreas degradadas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>áreas degradadas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará define critérios técnicos para validar recuperação de florestas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:19:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/pastagem-recuperada-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A restauração florestal na Amazônia deixará de depender de interpretações subjetivas para se basear em métricas científicas. Durante a oficina &#8220;Indicadores para Avaliação da Recomposição da Vegetação Nativa&#8221;, realizada em Belém na semana passada, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas), em parceria com a Embrapa e outras instituições, consolidou os parâmetros que vão [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/pastagem-recuperada-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A restauração florestal na Amazônia deixará de depender de interpretações subjetivas para se basear em métricas científicas. Durante a oficina &#8220;Indicadores para Avaliação da Recomposição da Vegetação Nativa&#8221;, realizada em Belém na semana passada, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas), em parceria com a Embrapa e outras instituições, consolidou os parâmetros que vão atestar se uma área degradada foi, de fato, recuperada.</p>
<p>A medida é um passo decisivo para a segurança jurídica no campo. Com regras claras, o produtor rural que possui passivos ambientais saberá exatamente o que o fiscal irá cobrar para validar o seu Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD).</p>
<p>De acordo com a pesquisadora Joice Ferreira, da Embrapa Amazônia Oriental, foram estabelecidos indicadores mínimos para que uma área seja considerada em plena recuperação:</p>
<ul>
<li><span style="font-size: 14px;">Cobertura de copas: Deve ser igual ou superior a 80%.</span></li>
<li>Riqueza de espécies: Medição da diversidade biológica plantada ou regenerada.</li>
<li>Densidade: Quantidade mínima de plantas por hectare.</li>
<li>Regeneração natural: Presença confirmada de plantas jovens e mudas.</li>
<li>Controle de exóticas: Limite rigoroso para espécies que não pertencem ao bioma.</li>
<li>O protocolo prevê diferenciações: enquanto grandes propriedades (acima de quatro módulos fiscais) enfrentarão critérios mais rígidos, haverá concessões e adequações para a agricultura familiar e populações tradicionais.</li>
</ul>
<h3>Segurança para o técnico e para o produtor</h3>
<p>Para o secretário adjunto da Semas, Rodolpho Zahluth Bastos, o objetivo é criar uma base técnica sólida para o Programa de Regularização Ambiental (PRA) do Pará.</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso traz clareza e capacidade de acompanhamento. É um &#8216;protocolo vivo&#8217;, que evoluirá conforme os avanços da ciência&#8221;, explicou.</p></blockquote>
<p>O resultado do encontro servirá de base para uma nova normativa técnica da Semas. Além de técnicos paraenses, representantes do Acre, Amazonas e Rondônia acompanharam as discussões, sinalizando uma possível padronização de critérios em outros estados da Amazônia Legal.</p>
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		<title>Terra Preta da Amazônia acelera reflorestamento em até 88%, mostra estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[Fapesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/terra-preta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A restauração de áreas degradadas na Amazônia acaba de ganhar um aliado poderoso vindo do passado. Um novo estudo revela que a Terra Preta da Amazônia (TPA) — solo extremamente fértil criado por populações indígenas — funciona como um &#8220;bioinoculante&#8221; capaz de acelerar o crescimento de árvores nativas. A descoberta indica que o valor desse [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/terra-preta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A restauração de áreas degradadas na Amazônia acaba de ganhar um aliado poderoso vindo do passado. Um novo estudo revela que a Terra Preta da Amazônia (TPA) — solo extremamente fértil criado por populações indígenas — funciona como um &#8220;bioinoculante&#8221; capaz de acelerar o crescimento de árvores nativas. A descoberta indica que o valor desse solo não está apenas em seus nutrientes, mas em sua comunidade microbiana viva.</p>
<p>A pesquisa investigou o impacto da aplicação de pequenos volumes de TPA no cultivo de duas espécies fundamentais para o reflorestamento e a economia regional: o Paricá e o Ipê-roxo. Os resultados mostram melhoras significativas tanto na altura das plantas quanto no diâmetro do caule.</p>
<p>No ipê-roxo, árvore que ocorre também na Mata Atlântica, o crescimento foi em até 55% na altura e 88% em diâmetro. No paricá, o aumento foi de 20% na altura e 15% no diâmetro do tronco. Os resultados são referentes aos primeiros 180 dias de vida das plantas, em comparação com outras das mesmas espécies que não receberam a terra preta.</p>
<p>O estudo aponta que a TPA atua como um &#8220;reset&#8221; biológico para solos empobrecidos. Ao ser introduzida, ela reestrutura fundamentalmente a vida invisível sob a terra, eliminando microrganismos oportunistas e patogênicos e abrindo espaço para espécies benéficas.</p>
<h3>Faxina biológica e proteção</h3>
<p>O mecanismo identificado pelos cientistas mostra que a Terra Preta funciona como um supressor natural de doenças. Observou-se uma redução drástica em fungos e bactérias conhecidos por causar danos às plantações.</p>
<p>Em contrapartida, o solo ancestral promoveu o &#8220;boom&#8221; de agentes de biocontrole e promotores de crescimento, como outros fungos e bactérias.</p>
<p>Um detalhe curioso observado pelos pesquisadores é que a alta concentração de nutrientes da Terra Preta cria um ciclo de retroalimentação: como o solo já é rico, a planta reduz a dependência de funções microbianas extenuantes, como a fixação de nitrogênio, focando sua energia no crescimento vertical e fortalecimento do caule.</p>
<p>O trabalho conclui que a utilização da comunidade microbiana da TPA oferece uma estratégia sustentável e eficaz para acelerar a recuperação de paisagens tropicais degradadas. Mais do que um adubo, a Terra Preta Amazônia se confirma como uma tecnologia biológica sofisticada, herdada do manejo milenar da floresta, pronta para enfrentar os desafios ambientais do século XXI.</p>
<p>Com apoio da FAPESP e <a href="https://link.springer.com/article/10.1186/s12862-026-02495-y" target="_blank" rel="noopener"><strong>publicada</strong></a> na revista <em>BMC Ecology and Evolution</em>, a pesquisa foi conduzida por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (Cena-USP), em Piracicaba, da Embrapa Amazônia Ocidental e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ambos em Manaus.</p>
<blockquote><p>“O determinante não foi a quantidade de nutrientes em si, que não muda muito, mas os microrganismos, que eram bem diferentes, especialmente os fungos. Nas plantas tratadas com terra preta há uma reorganização da microbiota em torno das raízes, com um recrutamento mais eficiente de microrganismos benéficos e uma redução de patógenos”, explica Anderson Santos de Freitas, primeiro autor do estudo, realizado durante doutorado no Cena-USP com bolsa da FAPESP.</p></blockquote>
<h3>O que é a Terra Preta Amazônia?</h3>
<p>A Terra Preta Amazônia  ou Terra Preta de Índio é um tipo de solo escuro, extremamente fértil, encontrado em diversas partes da Amazônia. Ao contrário dos solos amarelados e ácidos predominantes na região, a TPA é um &#8220;antrossolo&#8221;, ou seja, um solo criado pela atividade humana ao longo de milhares de anos.</p>
<p>Sua formação é o resultado do descarte e manejo de resíduos por populações indígenas pré-colombianas entre 500 e 2.500 anos atrás. Ela é composta por uma mistura rica de matéria orgânica, restos de cerâmica, ossos de animais e, principalmente, carvão vegetal resultante de queimas controladas.</p>
<p>O grande diferencial da Terra Preta é sua capacidade de reter nutrientes e manter sua fertilidade por séculos, mesmo sob as fortes chuvas da Amazônia. Além disso, ela abriga uma comunidade única de microrganismos que agem como defensores das plantas, transformando o que seria um solo pobre em um dos ecossistemas mais produtivos do planeta.</p>
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		<title>Restauro florestal pode render US$ 100 bi por ano a países tropicais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 18:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[destaqueClimate Policy Initiative]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/restauracao_ecologica-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Transformar as florestas tropicais em ativos econômicos e climáticos: essa é a proposta do estudo divulgado,  nesta segunda-feira (13), pelo Climate Policy Initiative, ligado à Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CPI/PUC-Rio). O levantamento apresenta o Mecanismo de Reversão de Desmatamento (Reversing Deforestation Mechanism &#8211; RDM), que pode gerar até US$ 100 bilhões em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/restauracao_ecologica-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Transformar as florestas tropicais em ativos econômicos e climáticos: essa é a proposta do estudo divulgado,  nesta segunda-feira (13), pelo Climate Policy Initiative, ligado à Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CPI/PUC-Rio).</p>
<p>O levantamento apresenta o Mecanismo de Reversão de Desmatamento (Reversing Deforestation Mechanism &#8211; RDM), que pode gerar até US$ 100 bilhões em receitas anuais para países com florestas tropicais.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido a partir de uma solicitação do presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago.</p>
<p>A ideia é reunir dados sobre as dimensões econômicas da conferência dentro do “Roteiro de Baku a Belém para 1,3T”, iniciativa que procura reunir US$ 1,3 trilhão para financiar a transição energética.</p>
<blockquote><p>“As florestas não são apenas vulneráveis às mudanças do clima; elas são ativos indispensáveis para a luta climática”, explica Juliano Assunção, diretor executivo do CPI/PUC-Rio.</p></blockquote>
<p>“Ampliar a remoção de carbono da atmosfera é cada vez mais prioridade, e as florestas tropicais oferecem uma das ferramentas mais poderosas disponíveis&#8221;.</p>
<p>O mecanismo proposto é baseado em pagamentos por resultados de restauração florestal, criando incentivos financeiros para países tropicais ampliarem a recuperação de áreas degradadas.</p>
<p>A estimativa é que o RDM possa gerar receitas superiores a US$ 5 mil por hectare restaurado, com potencial de remoção de até 2 GtCO₂ por ano (emissões globais de dióxido de carbono em toneladas).</p>
<h3>Amazônia</h3>
<p>No caso da Amazônia, o estudo mostra que o uso do RDM poderia reverter o cenário atual: em vez de emitir 16 GtCO₂ em 30 anos, a região poderia capturar 18 GtCO₂ por meio da regeneração natural em larga escala. Isso representaria cerca de US$ 30 bilhões anuais em receitas para a região.</p>
<blockquote><p>“A Amazônia tem contribuição relevante para as metas climáticas globais”, afirma Assunção. “A restauração florestal, quando associada à captura de carbono a um preço justo do carbono, é um uso da terra mais lucrativo do que a pecuária de baixa produtividade”.</p></blockquote>
<p>O RDM se diferencia de iniciativas como o REDD+ jurisdicional (JREDD+) e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), pois foca na restauração em escala &#8211; e não apenas &#8211; na prevenção do desmatamento. O mecanismo é estruturado como um acordo bilateral entre um comprador (como um governo ou instituição privada) e uma jurisdição (nacional ou subnacional).</p>
<p>Os pagamentos são baseados na quantidade de carbono capturado e gerenciados por fundos jurisdicionais destinados à restauração florestal, à prevenção de queimadas e ao desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais.</p>
<p>Segundo o CPI/PUC-Rio, os países tropicais analisados — 91 ao todo — possuem 1,27 bilhão de hectares de florestas, armazenando o equivalente a um terço das emissões históricas globais de CO₂. Restaurar as áreas degradadas desde 2001 poderia recapturar até 49 GtCO₂.</p>
<blockquote><p>“A restauração em larga escala pode transformar milhões de hectares degradados em ativos climáticos, mas isso só será possível se mobilizarmos financiamento robusto e de longo prazo. A COP30 é a oportunidade de consolidar uma arquitetura financeira capaz de mobilizar recursos internacionais à altura do potencial das florestas tropicais na agenda climática”, diz Assunção.</p></blockquote>
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		<title>Viveiros no Marajó promovem recuperação de áreas degradadas e geram renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 14:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
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		<category><![CDATA[Ideflor-Bio]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Sistemas Agroflorestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/viveiros_agrofloresta_Marajo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Arquipélago do Marajó está se transformando em um polo de sustentabilidade e geração de renda com a instalação de seis novos viveiros pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio). A iniciativa, implementada no primeiro semestre de 2025, tem como foco impulsionar a bioeconomia local e a recuperação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/viveiros_agrofloresta_Marajo-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Arquipélago do Marajó está se transformando em um polo de sustentabilidade e geração de renda com a instalação de seis novos viveiros pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-Bio). A iniciativa, implementada no primeiro semestre de 2025, tem como foco impulsionar a bioeconomia local e a recuperação de áreas degradadas, fornecendo mais de 100 mil mudas por ano para agricultores familiares.</p>
<p>O trabalho do Ideflor-Bio atende diretamente ao Projeto Sistemas Agroflorestais (PROSAF), promovendo o cultivo de espécies nativas e frutíferas de alto valor econômico. O agricultor Jovanildo Teles destaca o impacto direto da ação.</p>
<blockquote><p>“Isso garante a possibilidade de uma muda de qualidade e próximo de suas propriedades rurais. Além de diminuir a quase zero o investimento em mudas para o agricultor, já que elas serão doadas”, ressaltou.</p></blockquote>
<p>Para o diretor Vicente Neto, a ação do Ideflor-Bio representa um avanço importante na recuperação de áreas degradadas, unindo os componentes social, econômico e ambiental.</p>
<blockquote><p>“Essas atividades estão dentro de uma proposta que engloba os componentes social, econômico e ambiental, com o envolvimento de famílias,  geração de renda e contribuição ambiental, por meio da recuperação dessas áreas que foram degradadas”, pontuou o diretor.</p></blockquote>
<p>A estrutura dos viveiros, feita com ferro galvanizado e um sistema de irrigação por aspersão, assegura a proteção ideal e a qualidade das mudas produzidas.</p>
<p>A gerente do Escritório Regional do Marajó Oriental, Osiane Barbosa, ressalta que os seis novos viveiros implantados na porção leste do arquipélago impulsionam a bioeconomia da região. Já o engenheiro florestal do Ideflor-Bio, Daniel Francês, destacou que o último viveiro foi instalado em julho, no município de Muaná, e que a iniciativa inclui treinamento para técnicos e agricultores familiares.</p>
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		<title>Fundo Clima libera R$ 80 milhões para reflorestar áreas na Amazônia e Mata Atlântica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 19:47:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[créditos de carbono]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen-restauracao-florestal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 80 milhões do Fundo Clima para a re.green, empresa brasileira especializada em restauração florestal em larga escala. Os projetos da companhia abrangem a recuperação de 15 mil hectares em áreas degradadas na Mata Atlântica e no chamado arco do desmatamento, que vai do leste [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/regreen-restauracao-florestal-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou R$ 80 milhões do Fundo Clima para a re.green, empresa brasileira especializada em restauração florestal em larga escala. Os projetos da companhia abrangem a recuperação de 15 mil hectares em áreas degradadas na Mata Atlântica e no chamado arco do desmatamento, que vai do leste do Maranhão ao Acre, passando pelo sul do Pará, Mato Grosso e Rondônia.</p>
<p>A re.green é a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/bndes-aprova-r-187-milhoes-para-restaurar-15-mil-hectares-de-florestas-na-amazonia-e-na-mata-atlantica/">primeira empresa a acessar os recursos do Fundo Clima</a> com foco específico em biodiversidade, respaldada por parecer técnico internacional. A partir dessa primeira experiência, o BNDES vê que é possível que outras empresas busquem o crédito e ajudem o Brasil a avançar na agenda de recuperação de áreas degradadas e mitigação das mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>“Estamos diante de um marco duplo: o uso de garantias privadas para destravar capital público e o reconhecimento técnico da restauração florestal como uma solução concreta para o clima, a biodiversidade e o desenvolvimento territorial. É mais do que financiamento — é um modelo replicável para transformar natureza em infraestrutura essencial para o país”, acrescenta Thiago Picolo, CEO da re.green.</p></blockquote>
<p>Os recursos devem ser utilizados para para custear atividades de restauração florestal para geração de créditos de carbono de alta integridade. As ações incluem preparo do solo, plantio e manutenção de espécies nativas, além de monitoramento com drones e envolvimento direto de comunidades locais.</p>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/startup-busca-parceria-com-produtores-rurais-paraenses-para-alavancar-restauracao-florestal/">re.green já possui uma fazenda de 4 mil hectares no município de Paragominas</a> e está ampliando sua presença na Amazônia e na Mata Atlântica. Nos dois biomas já são 26 mil hectares em processo de restauração, com mais de 4,5 milhões de mudas plantadas, geração de mais de 200 empregos diretos e capacitação de cerca de 300 pessoas em atividades como coleta de sementes, prevenção de incêndios e meliponicultura.</p>
<p>O projeto submetido ao BNDES foi avaliado por instituições internacionais e alcançou a avaliação “Verde Escuro”, que é a classificação mais alta da metodologia Shades of Green, utilizada para medir o grau de alinhamento aos princípios e títulos sustentáveis. A parceira da iniciativa é a Microsoft, que negociou um contrato para compra de 3 milhões de toneladas de carbono ao longo de 15 anos.</p>
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		<item>
		<title>Brasil tem 27 milhões de hectares de áreas degradadas com potencial para conversão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 16:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[conversão para atividades sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[ILPF]]></category>
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		<category><![CDATA[pecuária intensiva]]></category>
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		<category><![CDATA[silvicultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/reflorestar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou um mapeamento inédito com dados de nove estados e a identificação de áreas degradadas que possuem potencial para recuperação ou conversão em sistemas produtivos sustentáveis. Segundo o estudo, são 27,7 milhões de hectares onde podem ser desenvolvidas estratégias como a pecuária intensiva, o sistema ILPF (integração lavoura-pecuária-floresta) [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/reflorestar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou um mapeamento inédito com dados de nove estados e a identificação de áreas degradadas que possuem potencial para recuperação ou conversão em sistemas produtivos sustentáveis. Segundo o estudo, são 27,7 milhões de hectares onde podem ser desenvolvidas estratégias como a pecuária intensiva, o sistema ILPF (integração lavoura-pecuária-floresta) e agroflorestas.</p>
<p>O documento é o “Plano de Priorização de Áreas e Estimativas de Investimentos” e destaca os estados que contam com 79% das pastagens degradadas ou em degradação do País: Pará, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Goiás, Tocantins, Rondônia e São Paulo. Um ponto importante é que os dados ajudam a ilustrar as vantagens de apostar em atividades com menor impacto ambiental.</p>
<p>No Pará, por exemplo, transformar 1 hectare de pastagem degradada em plantação de soja custa aproximadamente R$ 7 mil reais, com custos operacionais de R$ 6,2 mil. Já a implantação de um sistema agroflorestal com cacau e açaí exige R$ 31,4 mil por hectare e cerca de R$ 1 mil para a manutenção anual. Por outro lado, o retorno do SAF é bem maior e chega a 23,8%, enquanto que a soja fica em 5,1%.</p>
<p>As possibilidades são diferentes em cada caso. Dos 27,7 milhões de hectares com potencial para conversão, 25,1 Mha apresentam podem ter a intensificação da pecuária de corte, 16,9 Mha podem desenvolver a pecuária de leite, 11,5 Mha tem potencial para a silvicultura, 8,8 Mha para a agricultura, 7,1 Mha para sistemas agroflorestais e 2,6 Mha para ILPF.</p>
<blockquote><p>“Uma propriedade pode ter múltiplas aptidões e a decisão vai ser do produtor rural, do que ele quer produzir. Então, uma mesma propriedade pode ter potencial de intensificação da pecuária de corte, mas também de soja”, explicou ao <a href="https://capitalreset.uol.com.br/agronegocio/governo-mapeia-areas-para-recuperacao-de-pastagens-so-falta-o-dinheiro/" target="_blank" rel="noopener">Reset</a> Leila Harfuch, responsável pela modelação financeira do estudo.</p></blockquote>
<p>As estimativas apontam que o investimento inicial necessário para recuperar essas áreas é da ordem de R$139 bilhões, além de custos operacionais anuais que podem atingir R$90,8 bilhões. Para garantir esses recursos, o governo atua em várias linha de frente com diferentes fontes.</p>
<p>Uma delas é o Eco Invest, que busca atrair capital estrangeiro para financiar a transição brasileira para uma economia verde. Além disso, o Japão já assinou um memorando de cooperação com o Brasil que permite repassar recursos, via Agência de Cooperação Internacional, para recuperação de áreas degradadas. A expectativa brasileira é que o valor chegue a US$ 300 milhões.</p>
<blockquote><p>“Os recursos virão das mais variadas fontes possíveis, vamos tentar ajustar os mecanismos conforme o interesse do investidor. Até o momento, o que nos parece o mais consistente e próximo é o recurso do Eco Invest”, disse Carlos Augustin, assessor especial do Mapa.</p></blockquote>
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		<title>Área na APA Triunfo do Xingu é leiloada para recuperação florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 19:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[APA Triunfo do Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[concessão]]></category>
		<category><![CDATA[créditos de carbono]]></category>
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		<category><![CDATA[recuperação florestal]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[Systemica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/concessao-triunfo-do-xingu-Caue-Diniz-B3-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará anunciou nesta sexta-feira, 28, na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo, a empresa vencedora do primeiro leilão de concessão para recuperação florestal do País. A área de 10 mil hectares fica na APA Triunfo do Xingu, uma das unidades de conservação mais ameaçadas pelo desmatamento, e agora será reflorestada pela iniciativa privada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/03/concessao-triunfo-do-xingu-Caue-Diniz-B3-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará anunciou nesta sexta-feira, 28, na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo, a empresa vencedora do primeiro leilão de concessão para recuperação florestal do País. A área de 10 mil hectares fica na APA Triunfo do Xingu, uma das unidades de conservação mais ameaçadas pelo desmatamento, e agora será reflorestada pela iniciativa privada e explorada em um modelo sustentável.</p>
<p>A APA é a mesma onde atuava <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/policia-prende-um-dos-mais-desmatadores-da-amazonia/">Geraldo de Oliveira, considerado um dos maiores desmatadores da Amazônia</a>.</p>
<p>A vencedora foi a Systemica que deve investir cerca de R$ 258 milhões na restauração da área e terá o direito de explorar comercialmente os serviços ambientais pelo período de 40 anos. A estimativa é que o projeto de reflorestamento gere em torno de 2 mil empregos diretos na região e possibilite a captura de 3,7 milhões de toneladas de carbono &#8211; o equivalente para neutralizar 330 mil voos ao redor da Terra.</p>
<p>Além dos investimentos, a concessionária ofereceu uma proposta de outorga variável de 6% sobre a Receita Operacional Bruta anual da concessão, além de uma outorga fixa de R$ 150 mil, a ser paga na assinatura do contrato. As outorgas são os pagamentos que as concessionárias devem fazer ao Estado durante a vigência do contrato. Estudos indicam que o estado do Pará pode arrecadar mais de R$ 46 milhões com as outorgas, a depender da cotação dos créditos de carbono no mercado.</p>
<p>A empresa já atua no bioma amazônico e tem a meta de restaurar 40 mil hectares na região até 2030 com projetos de florestamento, reflorestamento e revegetação (ARR, na sigla em inglês), que geram créditos de carbono através da recuperação de áreas desmatadas ou degradadas.</p>
<p>O governador Helder Barbalho ressaltou a importância de a empresa escolhida conhecer a realidade da APA Triunfo do Xingu e da Amazônia. Para ele, a concessão vai permitir a &#8220;transição de uma área anteriormente forjada no conflito para um modelo que traz a iniciativa privada para oportunizar a valorização da floresta a partir do mercado de carbono, a geração de emprego para as comunidades locais&#8221;.</p>
<blockquote><p>“Certamente é uma grande vitória nós estarmos hoje inaugurando um modelo que, eu tenho certeza, aponta um farol para que o Brasil possa adotar este modelo paraense para, com isto, garantir a recuperação do seu estoque florestal”, disse o governador Helder Barbalho em coletiva na B3.</p></blockquote>
<figure id="attachment_13270" aria-describedby="caption-attachment-13270" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-13270 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-1024x683.jpeg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-1024x683.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-300x200.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-768x512.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE-450x300.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/11/GEE.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-13270" class="wp-caption-text">Desmatamento na APA Triunfo do Xingu. Na parte inferior da imagem, o Parque Nacional da Serra do Pardo, Unidade de Conservação Federal afetada pela ocupação desordenada da APA <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4f7.png" alt="📷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Juan Doblas / ISA</figcaption></figure>
<h3>Brigada de incêndio</h3>
<p>Na Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu (URTX), a empresa deve criar também uma brigada de incêndio, capacitar a mão de obra local e apoiar as cadeias produtivas da bioeconomia. Dessa forma, a ideia é impedir o avanço de atividades ilegais e contribuir para o desenvolvimento de alternativas sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“É um projeto desafiador, mas se bem implementado tem grandes oportunidades. Não existe projeto de carbono sem desenvolvimento social. Vamos utilizar mão de obra e fornecedores locais e gerar mais de dois mil empregos”, ressaltou o diretor da Systemica, Thiago Ricci.</p></blockquote>
<p>Depois do leilão, o governo estadual oficializou que <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-fara-concessao-de-mais-20-mil-hectares-para-recuperacao-florestal-na-apa-triunfo-do-xingu/">duas outras áreas de 10 hectares cada na APA serão ofertadas para concessão</a> ainda este ano, totalizando 30 mil hectares para recuperação florestal neste novo modelo.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos falando de áreas que foram griladas e desmatadas, que são recuperadas pelo Estado para serem replantadas. Com isto, você recupera o território para o poder público e você oferta em concessão para que a iniciativa possa reflorestar, gerando emprego, mobilizando socialmente o desenvolvimento desta economia”, pontuou Barbalho.</p></blockquote>
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		<title>Brasil vai investir R$ 1,44 bilhão em restauração florestal e soluções baseadas na natureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 14:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[arco do desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento Climático]]></category>
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		<category><![CDATA[restauração florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um dos principais fundos de financiamento climático do mundo, o Climate Investment Funds (CIF) aprovou a proposta brasileira para o programa Natureza, Povos e Clima. O plano prevê a concessão de US$ 47 milhões em recursos do CIF, combinados com US$ 100 milhões do Fundo Clima, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um dos principais fundos de financiamento climático do mundo, o Climate Investment Funds (CIF) aprovou a proposta brasileira para o programa Natureza, Povos e Clima. O plano prevê a concessão de US$ 47 milhões em recursos do CIF, combinados com US$ 100 milhões do Fundo Clima, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e US$ 100 milhões do Banco Mundial. No total, são US$ 247 milhões (equivalente a R$ 1,44 bilhão) para financiar projetos de restauração na Amazônia e no Cerrado e ampliar o uso de soluções baseadas na natureza.</p>
<p>A ideia do governo é conceder esse recurso via BNDES para que o setor privado invista em recuperação florestal e cadeias produtivas sustentáveis, tendo como foco a restauração de áreas degradadas. A prioridade é atender projetos na região da bacia do Tocantins-Araguaia, onde fica o chamado Arco do Desmatamento. Com a mudança de modelo econômico, a expectativa é reduzir as emissões de gases de efeito estufa, recuperar a vegetação nativa e criar novas oportunidades econômicas.</p>
<blockquote><p>&#8220;A restauração de ecossistemas degradados é uma das estratégias fundamentais para enfrentarmos a crise climática e fortalecer a resiliência dos territórios e das comunidades. Com esse plano, estamos viabilizando um modelo inovador de financiamento, que reduz o custo do capital, aumenta a escala e incentiva o setor privado a atuar como protagonista na recuperação ambiental do país&#8221;, afirma Ivan Oliveira, subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda.</p></blockquote>
<p>De acordo com a pasta, as metas incluem a restauração de 54 mil hectares de florestas, redução de cerca de 7,75 milhões de toneladas nas emissões de CO2 e a geração de até 21 mil empregos diretos e indiretos. Com a aprovação da proposta pelo CIF, o Brasil tem agora um prazo de 18 meses para desenvolver o plano de implementação e detalhar os projetos que serão desenvolvidos.</p>
<p>Essa iniciativa faz parte do Novo Brasil e está alinhada com o Plano de Transformação Ecológica lançado no ano passado. A medida busca transformar os ativos ambientais do país em oportunidades econômicas, contribuindo para a descarbonização da economia, a geração de empregos verdes e o desenvolvimento sustentável de regiões estratégicas como a Amazônia e o Cerrado.</p>
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		<title>Regeneração Natural Assistida: conheça os benefícios e o potencial para escalar a restauração ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2024 13:31:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[floresta]]></category>
		<category><![CDATA[regeneração natural assistida]]></category>
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		<category><![CDATA[RNA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/regeneracao-natural-assistida-amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Conhecido pelo custo muito baixo e praticidade, o sistema de Regeneração Natural Assistida (RNA) é uma ótima opção para restaurar áreas degradadas. Ela tem como base a recuperação espontânea das espécies nativas — o que a difere de um modelo de regeneração natural comum são as pequenas interferências que o produtor precisa realizar para garantir [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/regeneracao-natural-assistida-amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Conhecido pelo custo muito baixo e praticidade, o sistema de Regeneração Natural Assistida (RNA) é uma ótima opção para restaurar áreas degradadas. Ela tem como base a recuperação espontânea das espécies nativas — o que a difere de um modelo de regeneração natural comum são as pequenas interferências que o produtor precisa realizar para garantir o bom desenvolvimento.</p>
<p>A abordagem funciona melhor, por exemplo, em áreas que não tenham sido altamente degradadas, sejam cercadas por remanescentes florestais e onde as sementes estão vivas no solo. Em áreas onde a agricultura intensiva e a pastagem em excesso não degradaram ou compactaram demais o solo, o plantio de árvores geralmente faz mais sentido.</p>
<p>A assistência dada pelo proprietário tende a ser mais necessária nos primeiros três anos, especialmente com técnicas de manejo e controle de pragas e capim. Aqui os conhecimentos do agricultor são essenciais para a eliminação de barreiras e possíveis ameaças à vegetação. Depois disso, ele só precisará monitorar a recuperação da área, com cada vez menos necessidade de ações de manejo.</p>
<p>Segundo Ingo Isernhagen, pesquisador em Restauração Florestal e Adequação Ambiental da Embrapa Agrossilvipastoril, para que esse modelo de restauração seja viável, é importante uma avaliação técnica, para saber se há o potencial de regeneração natural, a partir da existência de um banco de sementes ou da proximidade da área com uma floresta natura.</p>
<h3><b>O que produtores podem fazer?</b></h3>
<p>O agricultor, para prevenir incêndios florestais, pode garantir a limpeza do solo, removendo capim e detritos secos. Para impedir que alguns insetos atrapalhem o crescimento das plantas mais jovens, ele pode aplicar ações pontuais de controle de praga, além de remover arbustos e demais ervas que dificultem o desenvolvimento da vegetação nativa. É possível também cercar a área para barrar a entrada de animais que possam mastigar ou pisotear as mudas.</p>
<p>Caso a área de regeneração pareça escassa, passados os primeiros anos, o produtor pode ainda plantar algumas mudas seletas para acompanhar o desenvolvimento daquelas que nasceram naturalmente, de acordo com o que for orientado pelos especialistas técnicos.</p>
<p>Para dar às árvores nativas espaço suficiente para crescer, pode-se remover gramíneas e arbustos invasores.</p>
<h3><strong>Quanto custa aplicar a RNA?</strong></h3>
<p>As árvores e florestas podem ser restauradas usando a regeneração natural assistida por menos de um terço do custo do plantio de árvores, com base em estimativas do <a href="https://wribrasil.org.br/pt/blog/florestas/regeneracao-natural-assistida-seus-beneficios-e-seu-poder-para-dar-escala-restauracao" target="_blank" rel="noopener">WRI Global</a>. No Brasil, restaurar 21,6 milhões de hectares com RNA poderia reduzir o custo da recuperação da vegetação nativa em <a href="https://conbio.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/conl.12709" target="_blank" rel="noopener">77%</a> comparado com plantio de árvores.</p>
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		<title>Governo vai usar dinheiro internacional via Fundo Clima para recuperar pastagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 12:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fundo clima]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/pastagens_degradadas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governo brasileiro acaba de encontrar uma saída para dar início ao ambicioso Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD). A iniciativa, que visa recuperar até 40 milhões de hectares em todo o País, deve usar cerca de US$ 1 bilhão provenientes de recursos internacionais. As informações são do Globo Rural. Parte do Plano [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/pastagens_degradadas1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-sourcepos="5:1-5:302">O governo brasileiro acaba de encontrar uma saída para dar início ao ambicioso Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD). A iniciativa, que visa recuperar até 40 milhões de hectares em todo o País, deve usar cerca de US$ 1 bilhão provenientes de recursos internacionais. As informações são do <a href="https://globorural.globo.com/especiais/fazenda-sustentavel/noticia/2024/08/governo-vai-usar-fundo-clima-para-internalizar-dinheiro-para-pastagens.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural.</a></p>
<p data-sourcepos="5:1-5:302">Parte do Plano de Transformação Ecológica do Brasil, a primeira rodada do programa poderá utilizara a quantia do Fundo Clima, por meio da linha de “blended finance” do Eco Invest. A medida contribuirá para a revitalização de aproximadamente quatro milhões de hectares por ano, segundo o Ministério da Agricultura.</p>
<p data-sourcepos="5:1-5:302">Essa modalidade permite combinar recursos públicos e privados, oferecendo condições mais atrativas para os investidores e garantindo um fluxo maior de capital para projetos de impacto ambiental e social.</p>
<h3 data-sourcepos="9:1-9:20"><strong>Como funcionará?</strong></h3>
<p data-sourcepos="11:1-11:321">O governo lançará um edital para que bancos e instituições financeiras apresentem propostas de financiamento para a recuperação de pastagens degradadas. Os projetos selecionados receberão recursos do Fundo Clima, um fundo soberano brasileiro dedicado a financiar projetos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p data-sourcepos="13:1-13:180">Os produtores rurais que aderirem ao programa terão acesso a crédito com juros de 6,5% ao ano, o que representa uma taxa bastante competitiva e deve estimular a adesão ao programa.</p>
<h3 data-sourcepos="24:1-24:19"><strong>Próximos passos</strong></h3>
<p data-sourcepos="26:1-26:177">O Ministério da Agricultura está trabalhando em conjunto com a Embrapa, o Banco do Brasil e o Ministério do Meio Ambiente para definir as normas técnicas que regerão o programa. Além disso, o governo buscará parcerias com bancos internacionais e multilaterais para ampliar o volume de recursos disponíveis para o financiamento de projetos de recuperação de pastagens.</p>
<p data-sourcepos="28:1-28:182">A expectativa é que o programa tenha um impacto positivo significativo na agricultura brasileira, contribuindo para a sustentabilidade do setor e para a conservação do meio ambiente.</p>
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