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	<title>arco do desmatamento &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>arco do desmatamento &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Castanheira, sumaúma e andiroba: as protagonistas do novo capítulo de Paragominas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 15:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/07/floresta-1140x641-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo As empresas Vivo e re.green deram o primeiro passo na iniciativa &#8220;Floresta Futuro Vivo&#8221;, que prevê o plantio de 900 mil mudas nativas na Amazônia. O contrato de 30 anos visa restaurar cerca de 800 hectares na Fazenda São Pio, em Paragominas (PA), uma região historicamente impactada pelo desmatamento. O plantio em larga escala [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/07/floresta-1140x641-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em>As empresas Vivo e re.green deram o primeiro passo na iniciativa &#8220;Floresta Futuro Vivo&#8221;, que prevê o plantio de 900 mil mudas nativas na Amazônia.</em></li>
<li><em> O contrato de 30 anos visa restaurar cerca de 800 hectares na Fazenda São Pio, em Paragominas (PA), uma região historicamente impactada pelo desmatamento.</em></li>
<li><em>O plantio em larga escala começará em janeiro de 2027, durante o período chuvoso; até lá, o foco é o mapeamento da área e o diálogo com comunidades e povos indígenas locais.</em></li>
<li><em> A startup re.green cuidará do cultivo das mudas, do acompanhamento científico, do monitoramento do crescimento das árvores e da medição da absorção de carbono.</em></li>
<li><em>O projeto busca proteger espécies ameaçadas, como o macaco-caiarara, e reatar fragmentos florestais. Os créditos de carbono gerados a partir de 2031 serão repassados aos clientes da Vivo para compensação de emissões.</em></li>
</ul>
<p>A meta de plantar 900 mil mudas de 30 espécies nativas na Amazônia acaba de sair do papel. Com o plantio simbólico de mudas de castanheira, sumaúma e andiroba — realizado lado a lado por Christian Gebara, CEO da Vivo, e Thiago Picolo, CEO da re.green —, teve início a fase prática de uma das maiores parcerias de restauração ambiental do país.</p>
<p>O gesto marca o primeiro passo da Floresta Futuro Vivo, um contrato de 30 anos firmado entre as duas companhias para regenerar cerca de 800 hectares na Fazenda São Pio, em Paragominas, no Pará, área de intensa pressão histórica por desmatamento.</p>
<p>O plantio em escala, porém, só deve começar em janeiro de 2027, no período chuvoso: o intervalo até lá tem sido usado para mapeamento da área, definição de espécies e diálogo com comunidades do entorno — entre elas povos indígenas Ka&#8217;apor, Awá-Guajá, Tembé Tenetehara e Guajajara.</p>
<p>A escolha de Paragominas não é aleatória. O município, situado no chamado arco do desmatamento, foi incluído em 2007 na lista de áreas prioritárias de combate à devastação e reverteu a situação após um pacto local que reduziu o desmatamento em 90% em um ano — um histórico que, segundo a Exame, ajuda a explicar o interesse da Vivo pela região.</p>
<p>Coube à comunicadora indígena Nice Tupinambá fazer a ponte entre a empresa e as lideranças locais antes da chegada da equipe da Vivo. Já a execução técnica do projeto é da re.green, vencedora do Earthshot Prize em 2025 e parceira também de empresas como BNDES, Microsoft e Nestlé em outras iniciativas de restauração.</p>
<h3>Parceria</h3>
<p>Esta é a primeira vez que a re.green estabelece um contrato desse porte com uma grande empresa brasileira. A startup ficará a cargo de todo o aparato científico e operacional — desde a coleta de sementes e cultivo das mudas junto a mais de duas dezenas de viveiros parceiros até o acompanhamento tecnológico do crescimento da floresta e da absorção de carbono.</p>
<p>Entre os benefícios esperados pelas empresas está a proteção de espécies ameaçadas, como o primata cebus kaapori (ou caiarara), além da reconexão de fragmentos florestais e a restauração de funções ecológicas na região. Os créditos de carbono gerados pela área — estimados a partir de 2031 e certificados pelo padrão internacional CCP — não serão vendidos pela Vivo, mas repassados a clientes da operadora para compensação de emissões, segundo a empresa.</p>
<p data-path-to-node="7"><em>Fontes: Exame e re.green</em></p>
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		<title>Editais do Restaura Amazônia vão investir R$ 79 milhões no Arco do Desmatamento</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/editais-do-programa-restaura-amazonia-somam-r-79-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 12:13:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[arco do desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/desmatamento_para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Três novos editais do programa Restaura Amazônia, no valor total de R$ 79 milhões, foram lançados em Manaus, capital do Amazonas. Os recursos, provenientes do Fundo Amazônia, serão usados para restaurar Unidades de Conservação localizadas no Arco do Desmatamento, uma região que se estende por sete estados e enfrenta grande pressão. A meta é recuperar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/desmatamento_para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Três novos editais do programa Restaura Amazônia, no valor total de R$ 79 milhões, foram lançados em Manaus, capital do Amazonas. Os recursos, provenientes do Fundo Amazônia, serão usados para restaurar Unidades de Conservação localizadas no Arco do Desmatamento, uma região que se estende por sete estados e enfrenta grande pressão.</p>
<p>A meta é recuperar até 2,2 mil hectares de vegetação nativa por meio de 13 projetos, o que equivale a aproximadamente 3 mil campos de futebol, além de gerar cerca de 880 empregos diretos e indiretos. As propostas para os projetos podem ser enviadas até 10 de novembro de 2025 e terão até 48 meses para serem concluídas.</p>
<p>Restauração como Estratégia de Desenvolvimento Sustentável<br />
Para o presidente do ICMBio, Mauro Pires, a restauração é uma plataforma de desenvolvimento sustentável que promove inclusão e fortalece a economia. Ele destaca que a iniciativa pode ajudar as pessoas a se reconectarem com a natureza, algo essencial para a saúde e bem-estar. Segundo ele, uma agenda que garanta empregos e benefícios ambientais é a chave para enfrentar a emergência climática.</p>
<h3> Metas nacionais</h3>
<p>Os recursos serão distribuídos entre os estados da seguinte forma:</p>
<ul>
<li>R$ 26,9 milhões para Acre, Amazonas e Rondônia;</li>
<li>R$ 30,7 milhões para Mato Grosso e Tocantins;</li>
<li>R$ 21,6 milhões para Pará e Maranhão.</li>
</ul>
<p>O programa Restaura Amazônia é a principal ação do projeto Arco da Restauração, uma parceria que visa recuperar 6 milhões de hectares de áreas degradadas até 2030, transformando o Arco do Desmatamento em um cinturão verde. A iniciativa faz parte de um esforço maior, alinhado ao Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), que busca restaurar até 12 milhões de hectares no Brasil.</p>
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		<title>Governo quer entregar na COP30 maior programa de reflorestamento do mundo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/governo-quer-entregar-na-cop30-maior-programa-de-reflorestamento-do-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 12:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[arco do desmatamento]]></category>
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		<category><![CDATA[recuperação de áreas degradadas]]></category>
		<category><![CDATA[Restaura Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/reflorestamento3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No lançamento do Plano Safra da Agrcultura Familiar 2025/26, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou o governo brasileiro pretende entregar na COP30, em novembro, em Belém, o maior programa de reflorestamento do mundo, com R$ 200 milhões investidos. Ele se referia ao Restaura Amazônia, edital do BNDES lançado em março que vai destinar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/reflorestamento3-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No lançamento do Plano Safra da Agrcultura Familiar 2025/26, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou o governo brasileiro pretende entregar na COP30, em novembro, em Belém, o maior programa de reflorestamento do mundo, com R$ 200 milhões investidos.</p>
<p>Ele se referia ao<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/restauracao-florestal-em-areas-de-assentamentos-na-amazonia-recebe-investimento-de-r-150-milhoes/" target="_blank" rel="noopener"> Restaura Amazônia,</a> edital do BNDES lançado em março que vai destinar R$ 150 milhões para recuperar áreas degradadas, e transformar o arco do desmatamento no “Arco da Restauração”. A região abrange os estados do Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Tocantis e Rondônia, território crítico de desmatamento.</p>
<p>Os outros R$ 50 milhões virão de um edital, <span style="font-size: 14px;">recém-lançado pela Caixa Econômica Federal, com foco em projetos de agricultura regenerativa e restauração ambiental na mesma região. </span>O edital e as regras de inscrição estão disponíveis no site do FSA, na seção &#8220;Chamadas Públicas&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Essa iniciativa, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, fortalece a agricultura familiar e promove a inclusão produtiva nas florestas. Esse investimento de R$ 50 milhões do FSA mostra nosso compromisso com desenvolvimento sustentável, justo e inclusivo, unindo preservação, geração de renda e responsabilidade social&#8221;, explica o presidente do banco, Carlos Vieira.</p></blockquote>
<p>Serão selecionados no edital projetos que fortaleçam a produção de alimentos, além de gerar empregos e renda para agricultores familiares, assentados da reforma agrária e comunidades tradicionais.</p>
<p>Cada projeto selecionado poderá receber entre R$ 2,5 milhões e R$ 5 milhões. Os interessados têm até as 10h do dia 18 de agosto para submeter suas propostas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil vai investir R$ 1,44 bilhão em restauração florestal e soluções baseadas na natureza</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-vai-investir-r-144-bilhao-em-restauracao-florestal-e-solucoes-baseadas-na-natureza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 14:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[áreas degradadas]]></category>
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		<category><![CDATA[Financiamento Climático]]></category>
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		<category><![CDATA[restauração florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um dos principais fundos de financiamento climático do mundo, o Climate Investment Funds (CIF) aprovou a proposta brasileira para o programa Natureza, Povos e Clima. O plano prevê a concessão de US$ 47 milhões em recursos do CIF, combinados com US$ 100 milhões do Fundo Clima, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/refloresta1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um dos principais fundos de financiamento climático do mundo, o Climate Investment Funds (CIF) aprovou a proposta brasileira para o programa Natureza, Povos e Clima. O plano prevê a concessão de US$ 47 milhões em recursos do CIF, combinados com US$ 100 milhões do Fundo Clima, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e US$ 100 milhões do Banco Mundial. No total, são US$ 247 milhões (equivalente a R$ 1,44 bilhão) para financiar projetos de restauração na Amazônia e no Cerrado e ampliar o uso de soluções baseadas na natureza.</p>
<p>A ideia do governo é conceder esse recurso via BNDES para que o setor privado invista em recuperação florestal e cadeias produtivas sustentáveis, tendo como foco a restauração de áreas degradadas. A prioridade é atender projetos na região da bacia do Tocantins-Araguaia, onde fica o chamado Arco do Desmatamento. Com a mudança de modelo econômico, a expectativa é reduzir as emissões de gases de efeito estufa, recuperar a vegetação nativa e criar novas oportunidades econômicas.</p>
<blockquote><p>&#8220;A restauração de ecossistemas degradados é uma das estratégias fundamentais para enfrentarmos a crise climática e fortalecer a resiliência dos territórios e das comunidades. Com esse plano, estamos viabilizando um modelo inovador de financiamento, que reduz o custo do capital, aumenta a escala e incentiva o setor privado a atuar como protagonista na recuperação ambiental do país&#8221;, afirma Ivan Oliveira, subsecretário de Financiamento ao Desenvolvimento Sustentável do Ministério da Fazenda.</p></blockquote>
<p>De acordo com a pasta, as metas incluem a restauração de 54 mil hectares de florestas, redução de cerca de 7,75 milhões de toneladas nas emissões de CO2 e a geração de até 21 mil empregos diretos e indiretos. Com a aprovação da proposta pelo CIF, o Brasil tem agora um prazo de 18 meses para desenvolver o plano de implementação e detalhar os projetos que serão desenvolvidos.</p>
<p>Essa iniciativa faz parte do Novo Brasil e está alinhada com o Plano de Transformação Ecológica lançado no ano passado. A medida busca transformar os ativos ambientais do país em oportunidades econômicas, contribuindo para a descarbonização da economia, a geração de empregos verdes e o desenvolvimento sustentável de regiões estratégicas como a Amazônia e o Cerrado.</p>
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		<title>Edital Restaura Amazônia seleciona entidades para projetos de recuperação da floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 20:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/grilagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Em alusão ao Dia Internacional da Biodiversidade, comemorado nesta quarta-feira, 22, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apresentou programas e ações relacionadas à proteção da biodiversidade no País. Uma das medidas foi a divulgação do resultado do edital Restaura Amazônia, promovido em parceria com o Banco Nacional do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/grilagem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Em alusão ao Dia Internacional da Biodiversidade, comemorado nesta quarta-feira, 22, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apresentou programas e ações relacionadas à proteção da biodiversidade no País. Uma das medidas foi a divulgação do resultado do edital Restaura Amazônia, promovido em parceria com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que selecionou três entidades para executar projetos de restauração florestal na região conhecida como “arco do desmatamento”.</p>
<p>O programa Restaura Amazônia foi lançado durante a COP28 com a promessa de recuperar um total de 24 milhões de hectares, sendo 6 milhões de hectares até 2030 e outros 18 milhões até 2050. Para cumprir a meta inicial, cerca de R$ 450 milhões do Fundo Amazônia serão investidos nos projetos propostos pelas três organizações gestores que atuarão na iniciativa nos estados do Pará, Maranhão, Mato Grosso, Tocantins, Amazonas, Acre e Rondônia.</p>
<blockquote><p>“Esses R$ 450 milhões vão alavancar outros R$ 450 milhões de parceiros, no mínimo. Estamos falando de, pelo menos, R$ 900 milhões casados, entre Fundo Amazonia, recursos de filantropia, de instituições privadas e organismos internacionais que vão nos ajudar a executar essa missão”, declarou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, durante a cerimônia realizada em Brasília (DF).</p></blockquote>
<p>Cada uma das instituições atuará em territórios distintos. No caso dos estados do Pará e Maranhão, a gestora será a Conservação Internacional (CI), que será responsável pela seleção dos projetos nos territórios, contratação de executores, acompanhamento e prestação de contas dos projetos executados, entre outras atribuições administrativas.</p>
<p>De acordo com o BNDES, as ações de restauração serão realizadas por organizações selecionadas por meio de editais com previsão de lançamento no segundo semestre, após um processo de participação social envolvendo as populações dos territórios.</p>
<p>A prioridade é promover a restauração florestal em unidades de conservação, terras indígenas, comunidades quilombolas, assentamentos, áreas públicas não destinadas e propriedades da agricultura familiar com investimentos da ordem de R$ 200 bilhões durante as próximas décadas.</p>
<blockquote><p>“A ideia central é que nós vamos transformar o que ficou conhecido como arco do desmatamento, que é esse território não só de área degradada, mas também desmatada que fica nesse cinturão em torno da Amazônia”, ressaltou Tereza Campello.]</p></blockquote>
<p>Além do resultado do Restaura Amazônia, o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/assentamentos-com-queda-no-desmate-vao-receber-pagamento-por-servicos-ambientais/" target="_blank" rel="noopener">governo lançou o o edital</a> para pagamento por serviços ambientais em assentamentos, que integra o programa<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/governo-anuncia-r-730-milhoes-para-municipios-combaterem-desmate-e-incendios-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> União com os Municípios</a>, anunciado no mês de abril  e visa o apoio às ações para redução do desmatamento nas 70 cidades com os maiores índices de devastação.</p>
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