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	<title>antifúngico &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Novo composto antifúngico é descoberto em ninho de formigas-cortadeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2022 13:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[antifúngico]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo composto antifúngico foi descoberto por pesquisadores brasileiros e norte-americanos em bactérias que habitam os ninhos de formigas da tribo Attini (subtribo Attina), à qual pertencem a saúva e outras espécies conhecidas como “cortadeiras”. Em testes com camundongos, a substância – nomeada attinimicina – mostrou-se capaz de combater um microrganismo causador de doenças em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo composto antifúngico foi descoberto por pesquisadores brasileiros e norte-americanos em bactérias que habitam os ninhos de formigas da tribo Attini (subtribo Attina), à qual pertencem a saúva e outras espécies conhecidas como “cortadeiras”. Em testes com camundongos, a substância – nomeada attinimicina – mostrou-se capaz de combater um microrganismo causador de doenças em humanos.</p>
<p>Os resultados da pesquisa, realizada com <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/85642/novos-agentes-terapeuticos-obtidos-de-bacterias-simbiontes-de-invertebrados-brasileiros/?q=13/50954-0" target="_blank" rel="noopener">apoio</a></strong> da FAPESP, foram <strong><a href="https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no%20peri%C3%83??????%C3%83?????%C3%83????%C3%83???%C3%83??%C3%83?%C3%82%C2%B3dico" target="_blank" rel="noopener">divulgados</a> </strong>no periódico <i>ACS Central Science</i>, da American Chemical Society.</p>
<blockquote><p>“Tivemos a oportunidade de amostrar formigueiros em várias regiões brasileiras, entre elas Amazônia, Mata Atlântica e o trecho de transição desta para o Cerrado. O que mais nos chamou a atenção foi a ampla distribuição geográfica da attinimicina, presente em 73% das bactérias associadas a formigas-cortadeiras coletadas no Brasil. Tal fato sugere que a substância tem um papel ecológico relevante”, afirma <strong><a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/6657/monica-tallarico-pupo" target="_blank" rel="noopener">Monica Tallarico Pupo</a></strong>, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FCFRP-USP) e coordenadora da pesquisa ao lado de Jon Clardy, da Harvard University (Estados Unidos).</p></blockquote>
<p>Como explica Pupo, as formigas-cortadeiras mantêm relações simbióticas multilaterais com diversos microrganismos que habitam o formigueiro e isso lhes garante comida e proteção. As folhas que os insetos carregam para dentro do ninho servem como substrato para cultivar fungos da espécie <i>Leucoagaricus gongylophorus</i>, que usam para comer. E as formigas fazendeiras também alimentam bactérias dos gêneros <i>Pseudonocardia</i> e <i>Streptomyces</i>, que em troca produzem compostos que atuam como “defensivos agrícolas”, mantendo o jardim de fungos livre de espécies patogênicas.</p>
<blockquote><p>“As bactérias simbiontes produzem compostos capazes de matar o fungo parasita sem prejudicar a fonte de alimento. Nosso objetivo era descobrir quais são esses compostos e se tinham potencial de tratar doenças que acometem os humanos”, conta Pupo.</p></blockquote>
<p>O projeto foi conduzido entre 2014 e 2020, no âmbito do Programa BIOTA-FAPESP e de um acordo firmado com os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. Durante esse período, além da attinimicina, o grupo identificou uma molécula antifúngica nomeada cifomicina e substâncias pertencentes à classe das pirazinas – também produzidas por bactérias simbiontes –, que ajudam as formigas-cortadeiras a se localizar quando saem do ninho em busca de folhas (<i>leia mais em <strong><a href="https://agencia.fapesp.br/29958/" target="_blank" rel="noopener">agencia.fapesp.br/29958/ </a></strong>e <strong><a href="https://agencia.fapesp.br/27328/" target="_blank" rel="noopener">agencia.fapesp.br/27328/</a></strong></i>).</p>
<h3><b>Efeito terapêutico</b></h3>
<p>A ação antifúngica da attinimicina foi testada pelos colaboradores norte-americanos em camundongos infectados por <i>Candida albicans</i>, que em humanos pode causar lesões em diversos tecidos, principalmente nas mucosas oral e vaginal, trato urinário e gastrointestinal. O efeito do tratamento foi comparado ao de medicamentos antifúngicos já usados na clínica (classe dos azóis), entre eles o fluconazol. Segundo os pesquisadores, a atividade da attiminicina foi equivalente à dos fármacos já disponíveis. A vantagem é que, por se tratar de uma molécula nova, os microrganismos ainda não desenvolveram mecanismos de resistência.</p>
<blockquote><p>“A attinimicina tem atividade antifúngica significativa, mas ainda não tem uma estrutura química adequada para se tornar um medicamento. A ideia é que ela sirva como modelo para o desenho de novos candidatos a fármacos e para entendermos melhor o mecanismo de ação dessas drogas”, explica Pupo.</p></blockquote>
<p>O artigo <i>Specialized Metabolites Reveal Evolutionary History and Geographic Dispersion of a Multilateral Symbiosis</i> pode ser lido em <strong><a href="https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no" target="_blank" rel="noopener">https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acscentsci.0c00978?source=cen%20no</a></strong>.</p>
<p><em>Fonte: Karina Toledo, Agência Fapesp</em></p>
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