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	<title>amêndoas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>amêndoas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Produtores da região do Xingu são destaque em premiação na Feira do Cacau e do Chocolate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 20:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/premiacao-feira-do-cacau-e-chocolate-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Principal polo produtor de cacau no Pará, a região do Xingu é também uma referência na produção de chocolate nativo e se destacou no concurso realizado na Feira do Cacau e do Chocolate, em Belém. A grande vencedora foi a Ascurra Chocolate, do município de Medicilândia, que conquistou o primeiro e terceiro lugares na categoria [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/premiacao-feira-do-cacau-e-chocolate-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Principal polo produtor de cacau no Pará, a região do Xingu é também uma referência na produção de chocolate nativo e se destacou no concurso realizado na Feira do Cacau e do Chocolate, em Belém. A grande vencedora foi a Ascurra Chocolate, do município de Medicilândia, que conquistou o primeiro e terceiro lugares na categoria Inovação e o primeiro lugar na categoria Ao Leite.</p>
<blockquote><p>“Ano passado, não ganhamos nada e esse ano foi uma surpresa boa: dois primeiros lugares e um terceiro. Esse prêmio irá para o pessoal da fábrica”, disse à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/67778/medicilandia-se-destaca-com-a-maior-quantidade-de-chocolate-premiado-em-concurso-na-feira-do-cacau" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a> o produtor Robson Brogni, da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-medicilandia-sitio-ascurra-produz-cacau-fino-premiado-nacionalmente/">Ascurra Chocolate</a>, que já venceu outros concursos do ramo. A marca é especializada em cacau fino e atua nos segmentos de produção própria (tree to bar) e fornecimento de amêndoas para chocolate artesanal (bean to bar).</p></blockquote>
<p>O concurso contava com três categorias: Inovação, Ao Leite e Intenso, que receberam inscrições de 15 empresas participantes representando 12 municípios paraenses. A iniciativa é pelo Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), da Universidade Federal do Pará (UFPA) como uma forma de valorizar a produção artesanal e fortalecer a cadeia produtiva do chocolate paraense.</p>
<p>Na categoria Ao Leite, o segundo e terceiro lugares foram para a Belamazônia, do município de Vitória do Xingu. Já na categoria Inovação, o segundo lugar ficou com a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cacauway-enquanto-sonho-que-virou-realidade/">Cacauway</a>, de Medicilândia. A marca ainda garantiu o segundo lugar na categoria Intenso. O primeiro lugar foi para a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/no-brasil-novo-a-uniao-de-mulheres-fez-nascer-um-chocolate-com-qualidade-reconhecida-nacionalmente/">Kakao Blumenn</a>, de Brasil Novo, e o terceiro lugar para o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/produzido-em-sistema-agroflorestal-chocolate-yeshua-vence-concurso-do-chocolat-xingu/">Chocolate Yeshua</a>, de Igarapé-Miri.</p>
<blockquote><p>“Quando a gente pensa no universo do Estado, 15 empresas que produzem chocolate é muito interessante, pois mostra que o nosso trabalho está crescendo ao longo do tempo. É um trabalho consolidado que faz com que a cadeia produtiva não pense só na produção da amêndoa, mas incentive a produção de chocolate”, avalia o coordenador do concurso, professor Jesus Souza.</p></blockquote>
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		<title>Muito além da Páscoa, chocolate paraense foca na COP30 para conquistar espaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 17:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/cripioca-gaudens-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com uma porção das melhores amêndoas de cacau, uma dose de ingredientes de qualidade e criatividade a gosto, os chocolatiers paraenses ganham cada vez mais visibilidade pela criação de produtos originais que carregam a identidade amazônica no paladar. Às vésperas da Páscoa, quando o mercado fica mais aquecido, e aproveitando o embalo da COP30, a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/cripioca-gaudens-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com uma porção das melhores amêndoas de cacau, uma dose de ingredientes de qualidade e criatividade a gosto, os chocolatiers paraenses ganham cada vez mais visibilidade pela criação de produtos originais que carregam a identidade amazônica no paladar. Às vésperas da Páscoa, quando o mercado fica mais aquecido, e aproveitando o embalo da COP30, a produção artesanal de chocolates no Pará segue em alta com a expectativa de valorização de um setor aliado da natureza.</p>
<p>Um dos grandes diferenciais do chocolate paraense é a qualidade do seu ingrediente principal: o cacau. Maior produtor do fruto no País, o Pará se destaca pela safra expressiva que passou de 143 mil toneladas em 2024, mas também pelo “terruá”, termo abrasileirado do francês terroir, que se refere às características únicas que o solo e o clima dão aos produtos. De acordo com Maria Goretti Gomes, presidente da Câmara Setorial do Cacau e coordenadora de Projetos Estratégicos do Senar, esses fatores dão ao cacau “um sabor e aroma praticamente inigualáveis”.</p>
<blockquote><p>“As amêndoas do cacau paraense são reconhecidas por seu sabor mais acentuado e característico, resultado da combinação perfeita entre as condições da região amazônica e o conhecimento tradicional dos produtores locais”, resume Maria Goretti Gomes.</p></blockquote>
<p>São essas características que hoje vem sendo muito bem exploradas por chocolatiers do estado, como o chef e chocolatier Fábio Sicília, que combina os sabores nativos do cacau com outros ingredientes típicos que impressionam quem deseja conhecer além do chocolate ao leite tradicional. Ele comanda as criações da Gaudens que é toda apoiada na diversidade do cacau paraense produzida pela agricultura familiar nas diferentes regiões do estado.</p>
<figure id="attachment_34091" aria-describedby="caption-attachment-34091" style="width: 579px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34091 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Fabio-Sicilia-.png" alt="" width="579" height="450" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Fabio-Sicilia-.png 579w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Fabio-Sicilia--300x233.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Fabio-Sicilia--150x117.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/Fabio-Sicilia--450x350.png 450w" sizes="(max-width: 579px) 100vw, 579px" /><figcaption id="caption-attachment-34091" class="wp-caption-text">Chocolatier destaca diversidade dos sabores do cacau do Pará. Foto: Reprodução Instagram</figcaption></figure>
<p>Amêndoas da região da Transamazônica, das ilhas de Belém, de Tomé-Açu e Castanhal estão entre as selecionadas pelo chef para elaborar chocolates finos com sabores inusitados, como o chocolate açaí ao leite, o bacuri ao leite e as cripiocas que combinam cacau, cupuaçu, bacuri ou chocolate branco com o crocante da farinha de tapioca.</p>
<blockquote><p>“O mesmo cacau da mesma região em mãos de chocolatiers diferentes dá resultados distintos. Isso é a identidade do produtor, cada um tem sua curadoria e estilo, isso nos dá uma riqueza muito grande para explorar”, comenta Fábio Sicília.</p></blockquote>
<p>Com a chegada da Páscoa, o chef resolveu explorar ainda mais esse universo de combinações com o lançamento de dois ovos que representam a essência da marca e a identidade do chocolate da Amazônia. Um deles é o ovo produzido com o creme da semente de cupuaçu, com propriedades nutricionais e de textura, sabor, odor e cor diferenciadas. A outra novidade é brownettone, que é um brownie em formato de ovo e recheado com uma meia gema de brigadeiro feito com chocolate Gaudens.</p>
<figure id="attachment_34092" aria-describedby="caption-attachment-34092" style="width: 462px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-34092 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/chocolates-gaudens.png" alt="" width="462" height="317" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/chocolates-gaudens.png 462w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/chocolates-gaudens-300x206.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/chocolates-gaudens-150x103.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/chocolates-gaudens-450x309.png 450w" sizes="(max-width: 462px) 100vw, 462px" /><figcaption id="caption-attachment-34092" class="wp-caption-text">Chocolatiers apostam no potencial dos chocolates finos. Foto: Reprodução Instagram</figcaption></figure>
<p>Mas além da Páscoa, a expectativa do chocolatier é que o mercado se abra mais para a experiência que o chocolate paraense pode oferecer. Ele espera que a COP30 ajude a alavancar a produção regional de chocolates pelas suas peculiaridades e seu impacto para uma economia sustentável. Para isso, a Gaudens coloca em prática projetos para destacar o uso de matérias-primas locais, o trabalho com embalagens que valorizam o artesanato típico, o lançamento de novos sabores, além de parceria para promover o empreendedorismo entre bombomzeiras.</p>
<blockquote><p>“A COP30 vai ser uma vitrine para mostrar o potencial da bioeconomia amazônica a partir do chocolate. Vamos mostrar que trabalhamos com cacau de áreas recuperadas e que o cacau em si não derruba a floresta e que tem pequenos produtores por trás desse cultivo, que são os reais mantenedores da floresta em pé”, ressalta Sicília.</p></blockquote>
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		<title>Em 2024, paraenses brilharam com prêmios nacionais e internacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 13:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/cacau_premio-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Explorando a tradição, a inovação, a criatividade e a originalidade muitas iniciativas paraenses estão conquistando o público do Brasil e do exterior. A criação de produtos com ingredientes típicos da região, valorizando as características dos territórios e a promoção da cultura do estado são alguns dos fatores responsáveis pelo sucesso que o “made in Pará” [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/cacau_premio-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Explorando a tradição, a inovação, a criatividade e a originalidade muitas iniciativas paraenses estão conquistando o público do Brasil e do exterior. A criação de produtos com ingredientes típicos da região, valorizando as características dos territórios e a promoção da cultura do estado são alguns dos fatores responsáveis pelo sucesso que o “made in Pará” tem alcançado.</p>
<p>Um dos destaques da economia do estado é a cacauicultura, que abastece o mercado com a matéria-prima para a produção de chocolates. Mas além de fornecer o fruto para grandes empresas, agricultores têm aproveitado para demonstrar que o Pará é referência tanto em quantidade quanto em qualidade de cacau. Um exemplo disso é o trabalho dos produtores Míriam Federicci Vieira e Robson Brogni, do município de Medicilândia, que ficaram, respectivamente, com as medalhas de <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cacau-do-para-leva-ouro-e-prata-na-premiacao-cocoa-of-excellence-awards-na-europa/">ouro e prata na premiação Cocoa of Excellence Awards (Cacau de Excelência)</a> deste ano.</p>
<p>Realizado na Holanda, o concurso reconhece as melhores amêndoas de cacau do mundo e evidencia aspectos como as características sensoriais e o chamado “terroir”, que é um termo utilizado para destacar as peculiaridades que ele possui devido à relação íntima que possui com o solo e o ambiente do entorno. É esse <em>terroir</em> enriquecido pela conservação da floresta e as práticas sustentáveis da agricultura familiar que ajuda o estado a se tornar uma potência de um setor em expansão.</p>
<blockquote><p>“Graças a tecnologia e assistência técnica, conseguimos produzir frutos de qualidade, que nos permitiu ter alta produtividade e chegar a esse resultado vitorioso. Estamos muito satisfeitos com o prêmio, porque nos dá a certeza de que esse é o caminho certo”, acrescenta a premiada Míriam Vieira, que já está classificada para a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/produtores-do-para-vencem-concurso-nacional-de-cacau-e-se-classificam-para-competicao-mundial/">próxima edição do concurso</a>.</p></blockquote>
<figure id="attachment_27214" aria-describedby="caption-attachment-27214" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-27214 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin-1024x768.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin-300x225.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin-768x576.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin-450x338.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin-1200x900.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/amz_dry-gin.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27214" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Outro negócio paraense que ganhou destaque foi o <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/gin-de-flor-de-jambu-produzido-no-para-ganha-medalha-de-prata-em-concurso-internacional/">AMZ Tropical Gin</a> no segmento das bebidas. Com uma fórmula que combina notas de zimbro, coentro e flor de jambu, a bebida conquistou o 2º lugar no prêmio World Gin Awards 2024, ficando à frente de mais de mil concorrentes e sendo o único produto brasileiro a pontuar na categoria “signature botanical”.</p>
<p>Já em Salvaterra, no arquipélago do Marajó, o <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/com-foco-em-boas-praticas-agropecuarias-casal-produz-queijo-do-marajo-premiado/">casal Cecília e Marcus Pinheiro, responsáveis pela Fazenda São Victor</a>, conseguiram projeção no Brasil e no exterior com os queijos artesanais que valorizam as práticas tradicionais marajoaras, reconhecidas pelo selo de indicação geográfica, e as boas práticas agropecuárias que garantem o bem-estar animal e uma produção mais sustentável.</p>
<figure id="attachment_28132" aria-describedby="caption-attachment-28132" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28132 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1024x684.jpg" alt="" width="1024" height="684" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1024x684.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1536x1025.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-2048x1367.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/Cecilia-e-Marcus-Pinheiro-Fazenda-Sao-Victor-Foto-Fernando-Sette-1200x801.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28132" class="wp-caption-text">Cecília e Marcus Pinheiro estão a frente da criação de búfalos e produção de queijo da Fazenda São Victor. Foto: Fernando Sette</figcaption></figure>
<p>O resultado são produtos com identidade e sabores únicos, o que já chamou atenção de jurados de alguns dos mais importantes concursos de queijos, como o Prêmio Ouro do Encontro Nacional de Criadores de Búfalo e Marajó Búfalos em 2017 e a prata na 4ª Edição do Mondial du Fromage et des Produits Laitiers, realizado na França.</p>
<blockquote><p>“Para os consumidores, os selos asseguram a procedência do nosso queijo, trazendo segurança de comprar um queijo diferenciado, de um<em> terroir</em> que evidencia com nitidez o sabor. Um queijo único, característico da ilha do Marajó agregando valor ao nosso produto. Além de que contribui para a fortificação do turismo para a Ilha, hoje de fundamental importância para seu crescimento econômico”, ressalta Cecília Pinheiro.</p></blockquote>
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		<title>Alta do cacau no mercado internacional anima produtores do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 15:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau_producao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O mercado de cacau vive uma valorização sem precedentes. Negociado como commodity nas bolsas de valores, o fruto tem registrado altas históricas de preço, como em abril passado, quando cada tonelada chegou a valer US$ 11.311. Em análise publicada pela Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), a economista e presidente da Câmara Setorial do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/cacau_producao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O mercado de cacau vive uma valorização sem precedentes. Negociado como commodity nas bolsas de valores, o fruto tem registrado altas históricas de preço, como em abril passado, quando cada tonelada chegou a valer US$ 11.311. Em análise publicada pela <a href="https://www.cnabrasil.org.br/noticias/cacau-em-alta-no-para-lucros-historicos-beneficiam-produtores-leia-a-analise" target="_blank" rel="noopener">Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA)</a>, a economista e presidente da Câmara Setorial do Cacau do Pará, Maria Goreti Gomes, destaca que o contexto é favorável ao aumento de renda dos agricultores, principalmente os de boas práticas, e ajuda a impulsionar a econômica local.</p>
<p>De acordo com a especialista, a alta é reflexo de três fatores: a queda na produção da África devido à contaminação por pragas e doenças nas lavouras, a redução da oferta e dos estoques globais e a forte demanda pelo fruto, impulsionada pela grande popularidade do chocolate e seus derivados. O cenário favoreceu os produtores locais, principalmente na região da Transamazônica, o principal polo da cacauicultura do estado, onde o quilo custa em média R$ 55.</p>
<blockquote><p>“O Pará, como grande produtor de cacau, é um dos maiores beneficiados por essa conjuntura. A valorização do produto gerou um aumento na renda dos produtores, impulsionando a economia local e promovendo o desenvolvimento das comunidades”, afirma Goreti Gomes.</p></blockquote>
<p>Apesar disso, as oscilações nos preços negociados no exterior preocupam porque podem levar tanto a ganhos expressivos quanto a prejuízos e perdas. A expectativa é que os preços se estabilizem entre R$ 40 e R$ 50 por quilo e que a demanda interna continue aquecida, evitando assim a dependência do mercado internacional.</p>
<p>Goreti Gomes avalia ainda que as perspectivas para a cacauicultura paraense são positivas em razão das condições climáticas e de solo favoráveis para o cultivo do cacau, além de uma grande base de produtores experientes. Atualmente, o <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/para-fecha-2023-como-lider-na-producao-de-acai-dende-cacau-mandioca-e-abacaxi/">estado já lidera a produção de cacau no país</a>, com mais de 152 mil toneladas de amêndoas por ano.</p>
<p>Aliado a isso, as perspectivas podem ser ainda melhores a longo prazo com investimentos em técnicas agrícolas modernas e eficientes, agregação de valor e Implementação de práticas agrícolas sustentáveis que contribuam para a preservação do meio ambiente, como ocorre com os <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saiba-como-aumentar-a-produtividade-de-lavouras-de-cacau-plantadas-em-sistemas-agroflorestais/">sistemas agroflorestais (SAFs)</a>. Em Tomé-Açu, por exemplo, o <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/chocolate-de-tome-acu-e-ouro-no-japao-durante-as-olimpiadas/">cacau produzido em SAF já ganhou registro de indicação geográfica</a>.</p>
<blockquote><p>“Ao investir nesses aspectos, os produtores de cacau do Pará estarão aptos para aproveitar as oportunidades do mercado e garantir o sucesso da atividade a longo prazo, consolidando o estado como um dos principais polos produtores de cacau de alta qualidade do mundo”, ressalta Goreti Gomes.</p></blockquote>
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		<title>Produtores paraenses disputam prêmio de melhor cacau do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 13:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoas]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[cacauicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cocoa of Excellence]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Miriam-Federicci-e-Robson-Brogni-cacau-medicilandia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O casal de cacauicultores Robson Brogni e Míriam Federicci Vieira, do município de Medicilândia, estão entre os selecionados para concorrer na final do concurso Cocoa of Excellence, que elege a melhor amêndoa de cacau do mundo em termos de qualidade e diversidade de sabores. Além dos paraenses, apenas um outro produtor, Luciano Ramos de Lima, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Miriam-Federicci-e-Robson-Brogni-cacau-medicilandia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O casal de cacauicultores Robson Brogni e Míriam Federicci Vieira, do município de Medicilândia, estão entre os selecionados para concorrer na final do concurso Cocoa of Excellence, que elege a melhor amêndoa de cacau do mundo em termos de qualidade e diversidade de sabores. Além dos paraenses, apenas um outro produtor, Luciano Ramos de Lima, da Bahia, disputam o prêmio que ocorre durante a programação da Amsterdã Cocoa Week, na Holanda.</p>
<p>Atualmente, o <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-lidera-producao-de-cacau-com-mais-de-150-mil-toneladas-colhidas-em-2023/">Pará lidera o ranking de produção de cacau no país, com mais de 150 mil toneladas anuais</a>, sendo que a região de Medicilândia é responsável por cerca de 82% desse total, segundo estimativas da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap).</p>
<blockquote><p>“Nós estamos levando esses produtores e a equipe para participar dessa importante programação, e o Pará terá a oportunidade de mostrar as potencialidades do nosso cacau, nossa equipe participará da feira do chocolate e do cacau além de encontros técnicos. A gente espera divulgar bem o nosso Estado, visando o comércio de amêndoa de cacau”, afirmou Ivaldo Santana, coordenador do Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Cacauicultura no Pará (Procacau).</p></blockquote>
<p>Para os órgãos que atuam no apoio e assistência técnica aos cacauicultores, a participação em eventos desse tipo serve como incentivo para a produção de amêndoas com maior e melhor qualidade, o que possibilita o desenvolvimento da cadeia produtiva com mais agregação de valor.</p>
<blockquote><p>“O mercado existe, e, principalmente este ano em que o preço da amêndoa nunca atingiu um valor tão alto (entre R$ 22,00 a R$ 24,00 o quilo), e nós estamos aproveitando a maré alta para comercializar a amêndoa dos nossos 30 mil produtores do Estado”, destacou Santana.</p></blockquote>
<p>A final do Cocoa of Excellence ocorre no próxima quinta-feira, 8 de fevereiro, e terá transmissão ao vivo por este <a href="https://www.youtube.com/@cacaoofexcellence" target="_blank" rel="noopener">canal</a>.</p>
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		<title>Setor produtivo do cacau faz manifestação para alertar sobre riscos de importação de amêndoas africanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 17:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[AIPC]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoas]]></category>
		<category><![CDATA[ANPC]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Costa do Marfim]]></category>
		<category><![CDATA[IN125]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC) realizou uma manifestação na segunda-feira, 27, na região portuária de Ilhéus (BA) para alertas as autoridades sobre os riscos fitossanitários gerados com a importação de amêndoas de cacau, em especial da Costa do Marfim. A instituição tem lutado contra a Instrução Normativa Nº 125 (IN125), publicada pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cacau-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC) realizou uma manifestação na segunda-feira, 27, na região portuária de Ilhéus (BA) para alertas as autoridades sobre os riscos fitossanitários gerados com a importação de amêndoas de cacau, em especial da Costa do Marfim.</p>
<p>A instituição tem lutado contra a Instrução Normativa Nº 125 (IN125), publicada pelo governo passado, que permitiu a entrada do cacau africano no Brasil. Essa instrução normativa permite a entrada de cacau sem a utilização da substância Brometo de Metila, única comprovadamente eficaz, no combate a pragas quarentenárias como Phytophthora megakarya e Striga spp, doenças presentes em território africano.</p>
<p>Os produtores afirmam também que os dados da indústria moedora, que alega insuficiência nacional em produção de cacau, para justificar a compra de amêndoas africanas, são questionáveis. Números do IBGE referentes a 2021 revelam que a produção nacional foi de 302.157 mil toneladas de cacau, enquanto a indústria apresentou capacidade para moer 275 mil toneladas, mas só moeu de 220 mil a 230 mil.</p>
<blockquote><p>“Nossa luta não é apenas comercial, como alguns têm dito. A produção africana utiliza mão-de-obra infantil e existem registros de trabalho análogo à escravidão nas lavouras. Isso é inadmissível. Comprar deles é compactuar com essa situação. Vergonhoso!”, desabafa Vanuza Lima Barroso, , presidente da ANPC.</p></blockquote>
<p>Quando se fala em sustentabilidade ambiental nos dias de hoje, não se pode esquecer que ela abrange três pilares: social, ambiental e econômico. Por isso, a ANPC tem deixando claro que a renda próspera do produtor é fundamental para se alcançar os objetivos de produção sustentável.</p>
<p>“É muito bonito falarmos de sustentabilidade, mas sem o aspecto econômico, com um produtor remunerado de forma próspera, tudo se torna apenas palavras bonitas. A realidade é que as indústrias estão utilizando do drowback (a não incidência de impostos no cacau importado da África) para pagar mais barato pelo produto. Não podemos aceitar isso. O Brasil é autossuficiente na produção cacaueira, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Não há motivos de autorizar essa farra da importação como está ocorrendo”, disse a presidente da ANPC, que finalizou afirmando que a entidade tem agendas importantes nos próximos dias.</p>
<p>Muitos produtores da Bahia e também do estado do Pará aderiram à manifestação.</p>
<blockquote><p>“Estamos felizes com o resultado da manifestação. Nosso objetivo foi o de chamar atenção das autoridades dos graves riscos que estamos correndo caso essa IN125 não seja revogada”, explicou Vanuza</p></blockquote>
<h3>Outro lado</h3>
<p>A Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) afirma que a&#8221; importação das amêndoas africanas se faz necessária &#8220;pois o Brasil não é autossuficiente na produção de cacau&#8221;.  Em relação aos riscos fitossanitário, de acordo com a entidade, &#8220;o Ministério da Agricultura (Mapa) já emitiu Nota Técnica informando que o risco é muito baixo para as pragas Striga spp (planta daninha) e Phytophthora megakarya (fungo) e, portanto, não justifica a regulamentação. Assegura também que até o momento não houve registro de interceptação dessas pragas nas importações da Costa do Marfim&#8221;.</p>
<p>A AIPC, porém, não respondeu questões relacionadas ao uso o trabalho infantil e análogo à escravidão na produção de cacau da Costa do Marfim, como denuncia a ANPC.</p>
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