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	<title>Amazonas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Amazonas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Edital seleciona projetos de inovação para três estados da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/plantio-de-cacau-em-sistema-agroflorestal-safs-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Estão abertas até o dia 19 de abril de 2026 as inscrições para o edital do Projeto Rural Sustentável (PRS) – Amazônia, voltado para a inovação aplicada às cadeias produtivas ligadas à iniciativa nos estados do Pará, Rondônia e Amazonas. No total, será destinado um montante de R$ 1,8 milhão para nove propostas de soluções inovadoras na região. As [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/plantio-de-cacau-em-sistema-agroflorestal-safs-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Estão abertas até o dia 19 de abril de 2026 as inscrições para o edital do Projeto Rural Sustentável (PRS) – Amazônia, voltado para a inovação aplicada às cadeias produtivas ligadas à iniciativa nos estados do Pará, Rondônia e Amazonas. No total, será destinado um montante de R$ 1,8 milhão para nove propostas de soluções inovadoras na região. As inscrições podem ser feitas aqui.</p>
<p>Cada proposta receberá até R$ 200 mil para o desenvolvimento de soluções práticas com potencial de impacto nas cadeias produtivas apoiadas pelo projeto. No Pará, o foco é nas cadeias do cacau e açaí; em Rondônia, em peixes redondos e café robusta; e, no Amazonas, na castanha-do-Brasil e no pirarucu de manejo.</p>
<p>O edital contempla três categorias ligadas à sociobioeconomia, economia circular e agregação de valor, com propostas que contribuam para melhorias na produção, no beneficiamento, no aproveitamento de subprodutos, nas condições de trabalho e no acesso a mercados.</p>
<p>Cada instituição poderá enviar uma proposta. As iniciativas inscritas devem ter capacidade de implementação e geração de resultados em até quatro meses.</p>
<p>Lançado em 2022, durante a 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), no Egito, o PRS-Amazônia atua por meio de capacitações, ações em campo e da parceria com 30 organizações socioprodutivas (OSPs) do Amazonas, Pará e Rondônia.</p>
<p>O projeto tem o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) como beneficiário institucional, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como gestor dos recursos e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) como executor. O financiamento é feito pelo governo do Reino Unido.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>&#8220;Barco Voador” pode revolucionar transporte na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[AeroRiver]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/barco_voador-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você já ouviu falar do “barco voador”? Pois saiba que ele existe e é um projeto 100% nacional. Assinado pela startup amazonense AeroRiver, o Volitan promete reduzir emissões de carbono e revolucionar o transporte fluvial na região. A embarcação nasceu para encurtar distâncias na Amazônia, onde os rios são verdadeiras estradas e a logística ainda [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/barco_voador-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você já ouviu falar do “barco voador”? Pois saiba que ele existe e é um projeto 100% nacional. Assinado pela startup amazonense AeroRiver, o Volitan promete reduzir emissões de carbono e revolucionar o transporte fluvial na região. A embarcação nasceu para encurtar distâncias na Amazônia, onde os rios são verdadeiras estradas e a logística ainda enfrenta muitos desafios. As informações são da Agência Brasil.</p>
<p>O Volitan utiliza o efeito solo, um princípio aerodinâmico que permite voar muito próximo da lâmina d&#8217;água, navegando sem contato com a água, sem tocar na superfície.</p>
<p>&#8220;Isso permite que o veículo atinja altas velocidades, de até 150 km/h, com baixo consumo de energia e alta eficiência, sendo ideal para superar os desafios logísticos e de deslocamento na Amazônia&#8221;, afirma Tulio Duarte, cofundador e diretor de negócios da startup,</p>
<p>De acordo com Duarte, o modelo reduz o consumo de combustível e o impacto ambiental.</p>
<blockquote><p>“Ao longo dessa jornada, nós já desenvolvemos um protótipo em subescala, que depois virou um drone de efeito solo totalmente funcional. E, agora, estamos concluindo a fabricação do primeiro veículo tripulado, capaz de transportar de duas a quatro pessoas”.</p></blockquote>
<p>Ele afirma que o objetivo é testar tecnologias avançadas de navegação, de sensoriamento e de apoio à pilotagem. O protótipo está sendo desenvolvido em parceria com a Suframa, com o Programa Prioritário de Indústria 4.0 coordenado pelo CITS Amazonas, e também com o apoio da Finep.</p>
<p>Com 18 metros de comprimento e autonomia de até 500 km, o Volitan tem capacidade para transportar dez passageiros ou uma tonelada de carga. Sua velocidade de até 150 km/h reduz drasticamente o tempo de viagem, como na rota Manaus–Parintins, que cairá de dez para &#8220;apenas três horas&#8221;.</p>
<h3>Testes e comercialização</h3>
<p>Os modelos em escalada já &#8220;validam os sistemas embarcados e comprovam o desempenho ambiental do projeto&#8221;. A previsão, de acordo com Tulio Duarte, é que os testes em água comecem “já no primeiro trimestre de 2026, aqui mesmo na Amazônia”. Nessa fase, serão realizados “ensaios de flutuabilidade, navegação e voo, também testando o nosso sistema de assistência à pilotagem, que é uma forma, uma tecnologia desenvolvida pela AeroRiver para tornar a operação mais simples e ainda mais segura&#8221;.</p>
<p>O “barco voador” representa o espírito da Amazônia tecnológica que a COP30 deve destacar: soluções originadas na floresta, capazes de inspirar o mundo na busca por um futuro com menos emissões de carbono.</p>
<p>A AeroRiver já foi reconhecida e premiada, inclusive em programas como o Inova Amazônia, e é vista pela Finep como uma das iniciativas mais promissoras do Norte. A pré-comercialização do Volitan está prevista para 2026, com foco em rotas de turismo sustentável, transporte de insumos, passageiros e serviços de saúde em comunidades isoladas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Caravana Iaraçu vai navegar o Rio Amazonas para ouvir comunidades antes da COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 17:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/caravana_iaracu-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma caravana científica e intercultural percorrerá, de 26 outubro a 6 de novembro, o rio Amazonas, de Manaus à Belém, como uma das atividades da COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) que acontecerá na capital paraense. A iniciativa, intitulada Projeto Iaraçu, envolve dez instituições brasileiras e francesas. O nome Iaraçu [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/caravana_iaracu-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma caravana científica e intercultural percorrerá, de 26 outubro a 6 de novembro, o rio Amazonas, de Manaus à Belém, como uma das atividades da COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) que acontecerá na capital paraense. A iniciativa, intitulada Projeto Iaraçu, envolve dez instituições brasileiras e francesas.</p>
<p>O nome Iaraçu tem origem Tupi e significa “grande senhora das águas.”</p>
<p>Ao longo de sua travessia de Manaus a Belém, que englobará outros rios além do Amazonas, a caravana Iaraçu coletará relatos e destacará as iniciativas locais das pessoas que vivem, no dia a dia, os efeitos das mudanças climáticas. Ao mobilizar pesquisadores, universidades, instituições públicas, organizações sociais e jovens, o projeto pretende dar voz aos territórios amazônicos nos debates internacionais sobre o clima.</p>
<p>O Iaraçu vai documentar as estratégias de adaptação às mudanças climáticas, com uma abordagem que combina pesquisa científica, diálogo intercultural, comunicação pública e diplomacia ambiental. Durante a navegação, o barco fará escala em várias cidades e comunidades ribeirinhas. O principal objetivo da expedição é compartilhar saberes e promover o diálogo entre cientistas e a população local.</p>
<p>A embarcação do projeto vai atravessar os estados do Amazonas, Amapá e Pará antes de atracar em Belém, para a cúpula dos presidentes (6 e 7 de novembro) e estará presente durante as discussões sobre as ações a serem tomadas para combater as mudanças climáticas (10 a 21 de novembro).</p>
<p>Durante a navegação, o barco fará escala em várias cidades e comunidades ribeirinhas, de acordo com o itinerário planejado. Os locais de parada durante a expedição contemplam as principais cidades e pólos regionais entre as capitais do Amazonas e do Pará: Manaus, Itacoatiara, Parintins, Óbidos, Alter do Chão, Almeirim, Porto de Moz, Gurupá, Breves e Belém.</p>
<h3>Ouvir comunidades</h3>
<p>Para o reitor da UFPA, a Caravana Iaraçu simboliza uma oportunidade única de aproximar a produção acadêmica das realidades amazônicas, fortalecendo o diálogo entre ciência e comunidades tradicionais. Ele afirmou que o grande legado da COP 30 pode ser justamente a construção de uma nova forma de fazer pesquisa, em que o conhecimento gerado nas universidades se soma ao saber das populações locais.]</p>
<blockquote><p>“Além de ouvir as comunidades, vamos socializar com elas o que produzimos na universidade. É muito importante dar voz a quem vive na floresta e contribui com conhecimentos fundamentais para a ciência”, destacou.</p></blockquote>
<p>Ao longo do trajeto, a caravana realizará oficinas de sensibilização sobre os impactos das mudanças climáticas, exposições, projeções de filmes, conferências e debates intergeracionais e interculturais sobre a resiliência dos territórios amazônicos. Também haverá diálogo com as comunidades, coleta de depoimentos e conhecimentos locais sobre estratégias de adaptação.</p>
<blockquote><p>“O Iaraçu é uma travessia científica e humana, que promove soluções coletivas e reforça os laços entre os dois países”, afirmou o embaixador da França, Emmanuel Lenain,</p></blockquote>
<h3>Participantes</h3>
<p>Participam do projeto o Ministério da Educação (MEC), o Institut de Recherche pour le développement (IRD), a Embaixada da França no Brasil, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes),o Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica (CFBBA), o Fonds Équipe France (Projeto FEFACCION), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<p>Há mais de 40 anos, a França apoia projetos de pesquisa e formação na Amazônia brasileira e na Guiana Francesa, em colaboração com universidades, instituições públicas e agências científicas locais. Em março de 2024, foi relançado o Centro Franco Brasileiro de Biodiversidade na Amazônia (CFBBA), que coordenará iniciativas científicas, na valorização dos conhecimentos locais e busca de soluções para enfrentar as mudanças climáticas.</p>
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		<title>Número de turistas estrangeiros aumentou 27% no Pará em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 12:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/turista3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A região Norte do Brasil vive um momento de destaque no cenário internacional. Com a Amazônia cada vez mais no centro das atenções globais e a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, em novembro, estados como Pará e do Amazonas se consolidam como importantes vitrines do turismo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/turista3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A região Norte do Brasil vive um momento de destaque no cenário internacional. Com a Amazônia cada vez mais no centro das atenções globais e a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, em novembro, estados como Pará e do Amazonas se consolidam como importantes vitrines do turismo sustentável brasileiro. Reflexo disso é o crescimento expressivo no número de visitantes internacionais registrado entre janeiro e maio deste ano.</p>
<p>De acordo com levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur e a Polícia Federal, o Pará recebeu 10.659 turistas estrangeiros nos cinco primeiros meses de 2025, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2024, quando o estado contabilizou 8.388 visitantes. Já o Amazonas registrou 14.653 turistas internacionais, frente a 12.347 no ano anterior, o que representa um crescimento de 18,7%.</p>
<p>Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, os resultados refletem o fortalecimento da imagem do Brasil no exterior e o empenho do Governo Federal em posicionar o país como um destino de referência.</p>
<blockquote><p>“No acumulado dos últimos dois meses, já chegamos a 4,8 milhões de visitantes internacionais, um recorde histórico. Nem quando o Brasil sediou a Copa de 2014 recebemos tantos estrangeiros. O Brasil — que tem seus atrativos divulgados pelo presidente Lula em todas as suas viagens internacionais — nunca havia ultrapassado a marca de 7 milhões de turistas em um único ano&#8221;, ressaltou Sabino.</p></blockquote>
<h3>Nacionalmente</h3>
<p>Os dados confirmam a boa fase do setor no país. No acumulado de janeiro a maio deste ano, o Brasil recebeu 4.887.229 visitantes internacionais, o que representa 70% da meta anual de 6,9 milhões de turistas, estabelecida no Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027.</p>
<p>O fortalecimento do turismo na região também é resultado de avanços regulatórios, como a aprovação da nova Lei Geral do Turismo em 2024, após mais de uma década de debates no Congresso Nacional. A legislação moderniza diretrizes, promove segurança jurídica e estimula novos investimentos, criando um ambiente mais favorável ao desenvolvimento de atividades turísticas em regiões como a Amazônia.</p>
<h3>COP30</h3>
<p>A realização da COP30, em Belém,  tem impulsionado a visibilidade internacional da Amazônia e contribuído diretamente para ampliar a conectividade aérea na região. Por meio de uma articulação entre o Ministério do Turismo, o setor privado e outros órgãos do governo federal, como o Ministério de Portos e Aeroportos, são fortalecidas rotas aéreas estratégicas, com foco em hubs como São Paulo e Brasília, o que facilita o acesso de turistas internacionais ao Norte do Brasil.</p>
<p>A companhia aérea LATAM, por exemplo, anunciou a antecipação, para agosto, da ampliação de suas operações em Belém, com aumento de 25% na oferta de assentos em comparação com o mesmo período de 2024. As principais rotas beneficiadas incluem:</p>
<p>• Belém–Guarulhos (SP): de 28 para 35 voos semanais</p>
<p>• Belém–Brasília (DF): de 10 para 14 voos semanais</p>
<p>• Fortaleza–Belém: de 7 para 12 voos semanais</p>
<p>Para o período da COP30, em novembro, a companhia ainda prevê novos voos internacionais e domésticos com foco na capital paraense, incluindo 3 voos semanais na rota Bogotá (Colômbia)–Belém e 2 voos semanais entre o Aeroporto do Galeão (RJ) e Belém. Com essas adições, a oferta total de assentos da companhia em Belém será 48% superior à registrada no mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>Desde domingo,15, o Pará conta também com mais uma opção de rota internacional com o voo direto para Miami (EUA), operado pela Gol Linhas Aéreas. Serão dois voos semanais diretos, às quintas e aos domingos, chegando a três voos por semana, às terças-feiras, no período da COP30.</p>
<div></div>
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		<title>Governo cobra de infratores ambientais recuperação de 6,8 mil hectares em 5 biomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 18:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[crime ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/desmatamento-na-bacia-do-Gurupi-Vinicius-Mendonca-Ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Advocacia-Geral da União (AGU) iniciou 12 processos judiciais contra pessoas que destruíram áreas de vegetação nativa em importantes biomas brasileiros, como a Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pampa e Pantanal. O objetivo é que os responsáveis paguem R$ 76 milhões pela destruição de 6,8 mil hectares em 11 estados do País. Esses processos fazem parte [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/desmatamento-na-bacia-do-Gurupi-Vinicius-Mendonca-Ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Advocacia-Geral da União (AGU) iniciou 12 processos judiciais contra pessoas que destruíram áreas de vegetação nativa em importantes biomas brasileiros, como a Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado, Pampa e Pantanal. O objetivo é que os responsáveis paguem R$ 76 milhões pela destruição de 6,8 mil hectares em 11 estados do País.</p>
<p>Esses processos fazem parte do AGU Recupera, um grupo criado em 2023 para defender os biomas e o patrimônio cultural brasileiro. As ações foram elaboradas com base em informações do Ibama, que fiscaliza e pune crimes ambientais.</p>
<p>O dinheiro cobrado dos 23 réus será usado para recuperar as áreas destruídas e para compensar os dano moral coletivo, interino e residual e enriquecimento ilícito relativos ao dano ambiental.</p>
<blockquote><p>“Esse primeiro lote de 2025 do AGU tem extrema relevância diante de toda proteção que o meio ambiente carece, tendo em vista o efeito das ações ajuizadas na defesa dos mais diversos biomas brasileiros por meio da recuperação das áreas degradadas, pois, além da Amazônia, foram contemplados o Cerrado, o Pantanal, a Mata Atlântica e os Pampas”, afirmou Filipe Araújo Cavalcante, da AGU.</p></blockquote>
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		<title>Parceria garante R$ 24 milhões para apoio às cadeias produtivas da bioeconomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 18:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
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		<category><![CDATA[SustentaBio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pesca_artesanal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Comunidades de 14 áreas protegidas dos estados do Pará e Amazonas vão receber apoio para impulsionar o desenvolvimento de atividades econômicas baseadas na natureza. A iniciativa é do programa SustentaBio, fruto de uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Fundo Vale, que vai investir 24 milhões até 2027 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pesca_artesanal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Comunidades de 14 áreas protegidas dos estados do Pará e Amazonas vão receber apoio para impulsionar o desenvolvimento de atividades econômicas baseadas na natureza. A iniciativa é do programa SustentaBio, fruto de uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Fundo Vale, que vai investir 24 milhões até 2027 em projetos ligados à bioeconomia e à exploração sustentável dos recursos naturais da região.</p>
<p>O objetivo é valorizar comunidades que protegem a floresta por meio de conhecimentos ancestrais, mas que precisam de capacitação técnica para aprimorar a produção, a infraestrutura, a logística e o acesso ao mercado dos produtos locais, como castanha-do-pará, açaí, pirarucu, babaçu, óleos vegetais e madeira de manejo sustentável. A expectativa é beneficiar cerca de 6.500 famílias nos dois estados.</p>
<p>Os projetos atendidos foram avaliados e selecionados levando em conta o seu impacto social e ambiental. A ideia do SustentaBio é promover a conservação ambiental, mas também fortalecer as oportunidades de geração de renda para dinamizar a economia na Amazônia.</p>
<p>Entre os selecionados está o trabalho de manejo do Pirarucu, no Médio Juruá, no município de Carauari (AM), realizado pela Associação de Produtores Rurais de Carauari. Lá, os moradores participam de ações de assistência técnica e capacitação e recebem suporte para estruturação do entreposto comercial.</p>
<blockquote><p>&#8220;O manejo do pirarucu tem tido uma importância chave para a geração de renda das comunidades locais e uma enorme importância para a conservação de uma espécie que já esteve fortemente ameaçada e está em franca recuperação, graças à atividade que elas desenvolvem, com a proteção dos lagos, vigilância, monitoramento e manejo&#8221;, disse ao <a href="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2025/02/03/sustentabio.htm" target="_blank" rel="noopener">Ecoa</a> o coordenador-geral substituto de Articulação de Políticas Públicas e Economias da Sociobiodiversidade do ICMBio, Tiago Eli.</p></blockquote>
<p>De acordo com Márcia Soares, gerente de Amazônia e Parcerias do Fundo Vale, a consolidação de estruturas de comercialização é crucial para tornar os negócios sustentáveis possam gerar um ciclo de prosperidade e se tornem mais rentáveis que o desmatamento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando fortalecemos a bioeconomia, isso será um fator estruturante que vai evitar que essas comunidades sejam levadas a praticar o desmatamento como fonte de sobrevivência&#8221;, destaca Márcia Soares.</p></blockquote>
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		<title>Exploração ilegal de madeira volta a avançar na divisa do Pará com o Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2024 18:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[exploração ilegal de madeira]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[rio Mamuru]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/balsa-transportando-madeira-no-rio-Mamuru-Credito-Arquivo-pessoal-A-Critica-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Organizações da sociedade civil denunciaram ao Ministério Público Federal (MPF) e ao governo Lula a retomada da exploração ilegal de madeira no rio Mamuru, localizado entre os estados do Pará e do Amazonas, No local já foi feita a maior apreensão de madeira da história. Segundo as entidades, a extração ocorre nas comunidades Igarapé Açu, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/balsa-transportando-madeira-no-rio-Mamuru-Credito-Arquivo-pessoal-A-Critica-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><a href="https://www.cptnacional.org.br/publicacoes-2/noticias-2/6670-desmatamento-madeira-rio-amazonas" target="_blank" rel="noopener">Organizações da sociedade civil denunciaram ao Ministério Público Federal (MPF) e ao governo Lula a retomada da exploração ilegal de madeira no rio Mamuru</a>, localizado entre os estados do Pará e do Amazonas, No local já foi feita a maior apreensão de madeira da história.</p>
<p>Segundo as entidades, a extração ocorre nas comunidades Igarapé Açu, Semeão, Ponta Alta e outras banhadas pelos rios Mamuru e Uaicurapá, no estado vizinho. Depois, o carregamento segue pelo Paraná do Ramos, braço do rio Amazonas, a caminho do Pará.</p>
<p>A atividade clandestina teria ganhado força com a cheia dos rios nesse período, quando é possível observar balsas circulando com grandes volumes de toras. No entanto, a denúncia reforça que as ações eram frequentes mesmo durante a forte estiagem do ano passado.</p>
<blockquote><p>“Agora que a água começou a subir, eles entraram de maneira terrível, levantando maquinários novos e estão devastando terrivelmente, entrando na área do Amazonas, nas comunidades de Igarapé-Açu e Ponta Alta. Estão saindo diariamente duas ou três balsas”, contou ao <a href="https://www.acritica.com/amazonia/entidades-denunciam-retomada-da-explorac-o-ilegal-de-madeira-na-divisa-do-amazonas-com-o-para-1.331917" target="_blank" rel="noopener">jornal A Crítica</a> o padre Manoel do Carmo, integrante da Comissão Pastoral da Terra do Baixo Amazonas.</p></blockquote>
<p>A superintendência do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Amazonas; o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Ministério Público Federal e Estadual entre outros órgãos foram alertados sobre o caso em janeiro, mas a exploração continua se intensificando. Um registro do dia 16 de fevereiro, por exemplo, mostra uma embarcação cheia de toras de madeira sendo empurrada por um barco menor.</p>
<blockquote><p>“Os moradores dessas comunidades apelam para todo lado. É pelo Facebook, no WhatsApp, nos procuram. Está se intensificando demais a retirada de madeira e fizemos agora uma nova denúncia, desta vez no plantão do Ministério Público Federal, em 1º de fevereiro, e eles nos deram uma resposta dizendo que encaminharam para o procurador de Tefé, do Amazonas, que já existia ações do MPF no Pará e que veriam o que o MPF-AM poderia fazer”, relata o padre Manoel.</p></blockquote>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) informou que “vem intensificando ações de combate ao desmatamento e extração ilegal de madeira na região citada”.</p>
<p>Por sua vez, o Ministério Público do Amazonas se limitou a dizer que “ainda está fazendo uma análise dos processos e procedimentos correlatos”. Já as superintendências da Polícia Federal no Pará e no Amazonas e o Ibama não responderam aos questionamentos da reportagem.</p>
<h3><strong>Maior apreensão de madeira ilegal</strong></h3>
<p>A região é alvo da cobiça dos devastadores há mais de uma década e ganhou mais atenção em 2021, quando a Polícia Federal realizou ali a maior a apreensão de madeira ilegal da história.</p>
<p>Na época, a operação Handroanthus reteve 226 mil metros cúbicos de toras – o suficiente para encher 19,6 mil caçambas de caminhão. O superintendente da PF na ocasião era Alexandre Saraiva, que acusou o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de atrapalhar as investigações. Salles acabou sendo alvo de uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) e Saraiva foi afastado do cargo.</p>
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		<title>Primeiro filme gravado na Amazônia é redescoberto e volta à exibição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 16:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[o maior rio do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro filme gravado na amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[silvino santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/primeiro-filme-amazonia-Reproducao-folha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ao longo dos séculos, a imensidão e biodiversidade da Amazônia tem encantado visitantes, cientistas e exploradores do mundo todo. O primeiro registro da região feito em filme é atribuído ao fotógrafo e cineasta luso-brasileiro Silvino Santos, cuja obra &#8220;Amazonas, O Maior Rio do Mundo&#8221; era dada como desaparecida há quase 100 anos. O material, no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/primeiro-filme-amazonia-Reproducao-folha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Ao longo dos séculos, a imensidão e biodiversidade da Amazônia tem encantado visitantes, cientistas e exploradores do mundo todo. O primeiro registro da região feito em filme é atribuído ao fotógrafo e cineasta luso-brasileiro Silvino Santos, cuja obra &#8220;Amazonas, O Maior Rio do Mundo&#8221; era dada como desaparecida há quase 100 anos. O material, no entanto, foi reencontrado e será exibido no Brasil e no exterior. A estreia ocorre nesta quarta-feira, 22, na <a href="https://www.cinemateca.org.br/series/sessao-especial-amazonas-o-maior-rio-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">Cinemateca Brasileira</a>, em São Paulo.</p>
<p>A obra de Silvino Santos foi rodada em Manaus (AM), em 1918. A obra chamou atenção na época por expor aspectos da fauna, da flora e das populações originárias de uma região pouco conhecida e que atraia interesse pelo exotismo. Porém, quando foi exportada para receber legendagem, nos anos 1930, o filme despareceu. O reencontro ocorreu apenas em fevereiro deste ano, no Arquivo Nacional de Cinema da República Tcheca.</p>
<p>O trabalho do professor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Sávio Luís Stocco, especialista na produção de Santos, ajudou na identificação dos negativos em nitrato de celulose, que foram digitalizados e fizeram parte da mostra do Festival de Cinema Mudo de Pordenone.</p>
<p>Agora, &#8220;Amazonas, O Maior Rio do Mundo&#8221; chega ao Brasil e cumpre um circuito que inclui, além de São Paulo, as cidades de João Pessoa, Rio de Janeiro, Fortaleza e Manaus. Ainda não se tem notícias de exibição por aqui. No próximo ano, já há exibição prevista em Portugal.</p>
<p>Ao longo de 66 minutos, a obra retrata aspectos da fauna e flora, as cidades, a extração da borracha e de castanha e o povo indígena uitoto. Na reestreia, o filme terá ainda acompanhamento da trilha sonora inédita, composta pelo músico e professor Luiz Henrique Xavier.</p>
<blockquote><p>&#8220;O filme serviu como janela importante da região, feita pela elite intelectual e comercial. Há uma mescla de gêneros, porque além de cinejornal é um filme comercial, por apresentar os produtos da região, um filme sobre animais, que eram muito populares, um filme de viagem, com interesse etnográfico, e com certo humor. Por isso ele foi muito elogiado na Europa&#8221;, disse Stocco à <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/11/primeiro-filme-gravado-na-amazonia-e-encontrado-e-exibido-apos-decadas.shtml#:~:text=Dado%20como%20perdido%20por%20quase,no%20ano%20que%20vem%2C%20Portugal." target="_blank" rel="noopener">Folha de SP</a>.</p></blockquote>
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		<title>Fumaça de Manaus vem de queimadas em cidades do Amazonas, não do Pará, diz pesquisador da UFAM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 17:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[BR-319]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/fumaca3_Manaus-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O coordenador de um projeto que monitora o desmatamento no Amazonas, o pesquisador Lucas Ferrante, afirma que a fumaça que tem sufocado Manaus vem dos municípios amazonenses de Careiro e Autazes, mais especificamente das regiões próximas à chamada Rodovia Manaus–Porto Velho, a BR-319.  E, portanto, não tem origem nas queimadas dos municípios do oeste do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/fumaca3_Manaus-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O coordenador de um projeto que monitora o desmatamento no Amazonas, o pesquisador Lucas Ferrante, afirma que a fumaça que tem sufocado Manaus vem dos municípios amazonenses de Careiro e Autazes, mais especificamente das regiões próximas à chamada Rodovia Manaus–Porto Velho, a BR-319.  E, portanto, não tem origem nas<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-registro-de-queimadas-de-janeiro-a-outubro-com-mais-de-20-mil-focos/" target="_blank" rel="noopener"> queimadas</a> dos municípios do oeste do Pará, como afirmaram o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o secretário de Meio Ambiente do estado,  Eduardo Taveira.</p>
<p>A conclusão vem depois de o pesquisador da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) analisar os dados públicos do Instituto Nacional de Meteorologia e verificar que o estado está experimentando uma calmaria de ventos, proporcionada pelo fenômeno El Niño, que também está por trás da <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/seca-no-oeste-do-para-mata-milhares-de-peixe-e-deixa-33-mil-pescadores-sem-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">seca histórica</a> que atinge a região.</p>
<p>Em entrevista ao<a href="https://www.intercept.com.br/2023/11/08/fumaca-em-manaus-vem-da-rodovia-br-319-nao-do-para-entrevista/" target="_blank" rel="noopener"> Intercept Brasil</a>, Ferrante afirma que as taxas de desmatamento na Rodovia BR-319 superam em três vezes a média amazônica. Isso porque, segundo ele, há uma migração de pecuaristas vindos de Rondônia para o sul do Amazonas, que negociam terras com grileiros.</p>
<blockquote><p>&#8220;E o que estamos vendo, principalmente nesse momento entre Careiro e Autazes, que concentram os focos de queimada em torno de Manaus, é essa pecuária chegando já ao norte da BR-319, na Amazônia central. Esses focos são os grandes responsáveis pela fumaça que se vê hoje em Manaus&#8221;, diz ao site.</p></blockquote>
<p>Ferrante é autor de uma séries de estudos publicados em revistas científicas internacionais sobre o como os órgãos ambientais do estado evitam atuar no desmatamento na região da BR-319 .</p>
<blockquote><p> “O histórico do governo Wilson Lima é de conivência com os crimes ambientais, e agora há essa tentativa de transferência de responsabilidade para outros estados”, afirmou.</p></blockquote>
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		<title>Além do El Niño, estiagem na Amazônia tem relação com aquecimento global, diz pesquisador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 16:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[aqeucimento global]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
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		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_Amazonas6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Há dois dias, o Porto de Manaus anunciou que o Rio Negro havia atingido novo nível mínimo histórico. Sua cota ficou abaixo de 13 metros pela primeira vez desde 1902, quando começaram as medições. As imagens impressionam: partes que costumam ficar cobertas pelo leito do rio estão tomadas por bancos de areia. A estiagem prolongada [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_Amazonas6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Há dois dias, o Porto de Manaus anunciou que o Rio Negro havia atingido novo nível mínimo histórico. Sua cota ficou abaixo de 13 metros pela primeira vez desde 1902, quando começaram as medições. As imagens impressionam: partes que costumam ficar cobertas pelo leito do rio estão tomadas por bancos de areia.</p>
<p>A estiagem prolongada que atinge o Amazonas deixa diversas comunidades vulneráveis. De acordo com boletim do governo estadual, divulgado no domingo, 22, 59 dos 62 municípios amazonenses estão em situação de emergência e 158 mil famílias foram afetadas.</p>
<p>O cenário coincide com o momento em que se intensifica o fenômeno El Niño, caracterizado pelo enfraquecimento dos ventos alísios (que sopram de leste para oeste) e pelo aquecimento anormal das águas superficiais da porção leste da região equatorial do Oceano Pacífico.</p>
<p>Essas mudanças na interação entre a superfície oceânica e a baixa atmosfera ocorrem em intervalos de tempo que variam entre três e sete anos e têm consequências no tempo e no clima em diferentes partes do planeta. Isso porque a dinâmica das massas de ar no Oceano Pacífico adota novos padrões de transporte de umidade, afetando a temperatura e a distribuição das chuvas.</p>
<p>Para o géografo Marcos Freitas, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), só o El Niño não explica a situação do Rio Negro. Para ele, há indícios de que a estiagem no Amazonas está relacionada com o aquecimento global do planeta. Isso porque as chuvas na região do Rio Negro são formadas sobretudo pelos deslocamentos de massas de ar provenientes não do Oceano Pacífico, mas do Atlântico.</p>
<p>Especialista em recursos hídricos, Marcos Freitas é coordenador executivo do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig) do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), vinculado à UFRJ. Desde 2008, também é integrante do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), organização criada em 1988 no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>Em 2010, quando o Rio Negro enfrentou outra seca severa, o pesquisador coordenou um estudo para avaliar a situação. Na época, o rio registrou nível de 13,36 metros, o menor da sua história até ser superado na estiagem deste ano. Com a experiência de quem analisou de forma aprofundada a situação de 13 anos atrás, Marcos Freitas conversou com a Agência Brasile avaliou o cenário atual.</p>
<p><strong>O avanço do El Niño pode explicar a seca do Rio Negro ou é possível associá-la também ao aquecimento global?</strong></p>
<p><strong>Marcos Freitas</strong> &#8211; Quando estudei a seca de 2010, mapeei o aquecimento do Oceano Atlântico, do Oceano Pacífico e também me debrucei sobre as mudanças no uso do solo com o desmatamento. Naquele ano, as águas do Atlântico tiveram aumento médio de temperatura mais acentuado. Mas o máximo que havia de desvio de temperatura era de 1 a 1,5 grau. Talvez com algum repique a 2 graus. Nesse ano, temos um repique no Oceano Atlântico de 4 graus, no hemisfério norte. Já o El Niño tem provocado um repique de 2 graus no Oceano Pacífico, e ainda não é o auge, que será mais próximo de dezembro. O que a gente observa é que o clima, na região do Rio Negro, sofre forte influência das massas de ar que vêm do Oceano Atlântico. Então, é possível correlacionar sim essa seca com as mudanças climáticas. Estamos notando um repique muito forte no Oceano Atlântico.</p>
<p><strong>Sem chuvas, os incêndios florestais podem aumentar?</strong></p>
<p><strong>Marcos Freitas</strong> &#8211; O período de queimadas tende a se alongar, com bolhas de calor tanto no Pacífico quanto no Atlântico impedindo a entrada de umidade. Essas bolhas de calor geram evaporação forte e fazem com que as chuvas caiam mais para dentro dos oceanos e menos dentro do continente. Alimenta, por exemplo, uma temporada de furacão que atinge a costa dos Estados Unidos. Há alguma compensação com chuvas a montante no Peru, provocadas pelo El Niño, que podem repercutir na bacia do Rio Madeira. Mas boa parte da chuva que cai na Amazônia vem do Atlântico. As massas de ar que vem do Atlântico são barradas pela Cordilheira dos Andes, fazendo chover sobre a Amazônia. Sem essas chuvas, há um efeito muito nefasto na Amazônia, principalmente na porção mais próxima ao Rio Negro. Os efeitos do El Niño são sentidos mais no Peru, na Bolívia e nas fronteiras desses países com o Brasil.</p>
<p><strong>Podemos afirmar que os incêndios florestais também influenciam no clima?</strong></p>
<p><strong>Marcos Freitas</strong> &#8211; Sim. É uma via de mão dupla. O clima mais seco favorece o desmatamento. E o desmatamento também estimula esse clima mais seco. Quando vai se aproximando o verão amazônico, as chuvas vão diminuindo. Isso acontece a partir de maio. E o pico é agosto, setembro. São os meses mais secos. E é nessa época que aumenta o desmatamento. Se o período seco se alonga, a Amazônia fica mais vulnerável às queimadas. Com a falta de chuva, a madeira das árvores vai perdendo umidade. Além disso, as chuvas na Amazônia também são resultado da evapotranspiração das plantas que estão ali. Árvores, principalmente. Com a remoção dessas plantas pelas queimadas, há um efeito de redução de chuvas.</p>
<p><strong>Já existem estudos e modelos climáticos que simulam os impactos que o aquecimento global pode provocar especificamente na Amazônia?</strong></p>
<p><strong>Marcos Freitas</strong> &#8211; Vários dos modelos consideram a célula amazônica já há algum tempo. No início, havia muita incerteza e agora há maior precisão. Se a gente conseguir reduzir bruscamente a nossa taxa de desmatamento e estimular o retorno de vegetação na área que foi desmatada, podemos ter um efeito positivo de adaptação, recuperando alguma umidade. Se continuar a aumentar a taxa, teremos uma ação contínua de redução de umidade. Então, do ponto de vista das populações, você tem que separar aquelas que estão nas grandes cidades daquelas que estão nas áreas isoladas. Muitas comunidades ribeirinhas, por exemplo, não têm energia elétrica por fio. Há geradores que precisam de combustível. Com os rios secos e o transporte por embarcação inoperante, pode ter desabastecimento de combustível. E sem energia elétrica, a preservação de alimentos é afetada, bem como a qualidade de vida das comunidades. Então, seria preciso se precaver para maior aumento do isolamento: apoiar o uso de energia renovável no interior, estimular a conservação de alimentos e outras medidas que permitam às populações atravessar esses períodos mais difíceis.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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