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	<title>Alunorte &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Alunorte &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Vítimas de poluição em Barcarena levam mineradora Norsk Hydro a tribunal na Holanda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 18:11:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-21-às-15.01.37-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No próximo dia 24 de junho, sexta-feira, uma audiência em Roterdã, na Holanda, vai avaliar se será aceita jurisdição para o processo movido por quilombolas e povos indígenas do município paraense de Barcarena contra a gigante norueguesa do alumínio Norsk Hydro. O processo busca reparação para milhares de pessoas da Amazônia que tiveram sua saúde [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/Captura-de-Tela-2022-06-21-às-15.01.37-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No próximo dia 24 de junho, sexta-feira, uma audiência em Roterdã, na Holanda, vai avaliar se será aceita jurisdição para o processo movido por quilombolas e povos indígenas do município paraense de Barcarena contra a gigante norueguesa do alumínio Norsk Hydro. O processo busca reparação para milhares de pessoas da Amazônia que tiveram sua saúde e sustento destruídos pela poluição.</p>
<p>Representados pelo escritório PGMBM, especialista em litígios ambientais coletivos de escala internacional, em parceria com o escritório brasileiro Ismael Morais Advocacia, e o holandês Lemstra van der Korst, nove indivíduos, ao lado da Associação dos Caboclos, Indígenas e Quilombolas da Amazônia (Cainquiama), que representa 11 mil membros, levam seu processo para Roterdã na expectativa de que um julgamento nos tribunais holandeses possa lhes trazer as reparações que até agora não conseguiram no Brasil.</p>
<p>O processo procura estabelecer a responsabilidade por pelo menos 10 desastres ambientais causados pelas atividades de mineração e de produção de alumínio pertencentes à Norsk Hydro. O mais recente, em fevereiro de 2018, resultou no derramamento de uma grande quantidade de lama tóxica dos reservatórios das operações da Alunorte e Albrás, que continham resíduos e tornaram os rios vermelhos. Esse desastre foi investigado pelas autoridades brasileiras que descobriram três tubulações clandestinas que liberavam diretamente resíduos tóxicos na natureza.</p>
<blockquote><p>“Nosso pedido é que a Norsk Hydro e suas afiliadas sejam responsabilizadas pela devastação ambiental e pelos danos à saúde das pessoas que as empresas causaram e continuam a causar na região de Barcarena”, afirma Pedro Martins, sócio e fundador do PGMBM, que complementa: “Até agora, os atingidos não tiveram voz nos processos correntes no Brasil. Queremos mudar isso para garantir que sejam protegidos e recebam a justiça que merecem. É claro que a Norsk Hydro realizou atividades poluentes de risco numa região realmente vulnerável do Brasil, de uma forma que violou a lei e causou efeitos desastrosos para a natureza e para as pessoas que lá vivem”.</p></blockquote>
<p>Os efeitos dos incidentes poluentes fizeram com que muitos dos povos indígenas e quilombolas tivessem problemas de saúde, além de lhes serem retirados rendimentos financeiros e o acesso a alimentos e água limpa.</p>
<p>As comunidades afetadas não podem mais contar com os rios e poços para obter alimentos por meio da pesca, do cultivo de hortaliças e a criação de animais, que dependiam da água limpa. Muitas pessoas foram forçadas a deixar suas casas. Além disso, muitos dos afetados relatam perda de cabelo, perda parcial ou total da visão, dor e fraqueza no corpo, bem como ansiedade e ataques de pânico.</p>
<h3><strong>Histórias trágicas </strong></h3>
<p>Uma vítima, um homem casado de 29 anos, relata que desde 2006 tem sofrido de dores de estômago, dores de cabeça, dores nos ossos, queda de cabelo e perda de memória. Também sofre de descoloração da pele e coceira permanentes. Ele e a sua esposa também tiveram um bebê que nasceu com os intestinos fora do seu corpo &#8211; algo que um médico disse ser devido ao feto ter entrado em contato com poluentes. Logo foram obrigados a abandonar a sua casa porque o rio e a terra eram a sua principal fonte de rendimento e comida.</p>
<p>Maria do Socorro da Silva, que é a presidente da associação Cainquiama e luta por uma solução, relata:</p>
<blockquote><p>&#8220;Tenho 57 anos de idade e sou filha de Barcarena. Aqui as pessoas morriam aos 100 anos de idade. Mas a partir de 2008, houve uma grande aceleração nas mortes. A futura geração nasce e morre”, conta ela.</p></blockquote>
<p>&#8220;Por que tanta dor de estômago, perda de dentes, perda de cabelo, tumores que surgem do nada? Há algo de errado. Espero que a empresa seja condenada a pagar por todos os danos que cometeu. Que ela reconheça. O juiz sabe que eles não podem fazer esse crime”, enfatiza.</p>
<p>As empresas rés no processo da Holanda são:</p>
<p>-Norsk Hydro ASA &#8211; Controladora, com sede em Oslo, Noruega</p>
<p>-Norsk Hydro Holland BV</p>
<p>-Hydro Aluminium Netherlands BV</p>
<p>-Hydro Aluminium Brasil Investment BV</p>
<p>-Hydro Alunorte BV</p>
<p>-Hydro Albras BV</p>
<p>-Hydro Paragominas BV</p>
<p>-Norwegian Government’s Pension Fund &#8211; The Folketrygdfondet: Empresa estatal norueguesa que controla o Government Pension Fund Norway &#8211; acionista da Norsk Hydro ASA.</p>
<p>Conforme informou a revista Veja em 24 de junho de 2022, a juíza Pauline Hofmeijer-Rutten, que preside a corte, que vai emitir a decisão sobre aceitar ou não o caso na Holanda deve ser tomada até o dia 19 de outubro. Se o caso for aceito, as empresas processadas terão até 22 de fevereiro para apresentar sua defesa nos autos.</p>
<p>Em nota, a Hydro afirmou que o “caso contra os acionistas indiretos é apenas mais uma repetição dos processos que têm por objeto os mesmos fatos e alegações contra as empresas brasileiras”, e que há risco de “duplicação de trabalho e decisões incompatíveis”. A mineradora reafirmou que, na sua opinião, o caso deveria ser tratado nos tribunais brasileiros e que pediu à corte holandesa que o caso seja suspenso. A empresa também informou que “mais de 90 fiscalizações/auditorias foram realizadas por órgãos públicos que atestaram e confirmaram que não houve transbordamento dos depósitos resíduos da Alunorte” e que “alegações adicionais permanecem infundadas e não há evidências de contaminação nas comunidades causada pela Alunorte relacionada às chuvas de fevereiro de 2018”.</p>
<h3><strong>Sobre o PGMBM</strong></h3>
<p>PGMBM é uma parceria única entre advogados britânicos, brasileiros e americanos motivados a defender vítimas de grandes corporações. Com escritórios na Inglaterra, Escócia, Estados Unidos, Holanda e Brasil, o escritório é especializado em casos de poluição e desastres ambientais originados no Brasil e em outras partes do mundo. O PGMBM também está na vanguarda de reivindicações de consumidores no Reino Unidos, que incluem processos contra Volkswagen, Mercedes, British Airways, EasyJet, Bayer AG, Johnson &amp; Johnson e outras grandes empresas multinacionais.</p>
<p><em>Atualização em 27 de junho de 2022</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/rios-amazonicos-ainda-sofrem-com-rejeitos-toxicos-de-industrias-estrangeiras-em-barcarena/" target="_blank" rel="noopener"><b>Rios amazônicos ainda sofrem com rejeitos tóxicos de indústrias estrangeiras em Barcarena</b></a></p>
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		<title>Alunorte, Hydro e Estado do Pará falham em transparência sobre destino de R$ 150 mi, diz MPF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 14:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[TAC]]></category>
		<category><![CDATA[transparência]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/alunorte-aerea_-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF) enviou no dia 4 de março deste ano recomendação à empresa Hydro, à sua refinaria de alumina Alunorte e ao Estado do Pará para que promovam mais transparência sobre a utilização de recursos de um Termo de Compromisso (TC) assinado em 2018. O acordo foi firmado entre o Estado do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/alunorte-aerea_-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal (MPF) enviou no dia 4 de março deste ano recomendação à empresa Hydro, à sua refinaria de alumina Alunorte e ao Estado do Pará para que promovam mais transparência sobre a utilização de recursos de um Termo de Compromisso (TC) assinado em 2018.</p>
<p>O acordo foi firmado entre o Estado do Pará, a Alunorte e a Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) e previu que as empresas deviam destinar R$ 150 milhões para “projetos de desenvolvimento urbano harmônico e sustentável” na área industrial e na área das comunidades de Barcarena (Bom Futuro, Vila Nova, Burajuba, Jardim Cabano, Jardim Paraíso, Itupanema, Água Verde, Jardim das Palmeiras, Vila dos Cabanos, Pioneiro, Beira Rio, Novo Horizonte, Bairro Industrial, Curuperé, Canaã, Maricá, Dom Manoel, Pramajó, Trevo do Peteca e Acuí) e de Abaetetuba (Vila do Beja), no nordeste do Estado.</p>
<p>A partir de dois aditivos ao Termo de Compromisso, os responsáveis pela assinatura do TC já ajustaram a realização de dois projetos para aplicação desses recursos: a construção de uma unidade de triagem de resíduos sólidos, com investimento no valor de R$ 30 milhões, e a edificação para o funcionamento da Escola de Trabalho e Produção do Pará, com investimento no valor de R$ 25 milhões. O MPF não é signatário do TC nem dos seus aditivos.</p>
<p>Segundo o MPF, as empresas têm divulgado informações sobre a aplicação dos recursos de maneira extremamente genérica e o governo estadual não está fiscalizando a aplicação dessas verbas de forma minuciosa e detalhada.</p>
<p>A recomendação do MPF foi enviada no último dia 25 de fevereiro. Assim que receberem os documentos, os destinatários terão 30 dias para apresentar resposta.</p>
<p>O não acatamento infundado de uma recomendação, ou a insuficiência dos fundamentos apresentados para não acatá-la total ou parcialmente pode levar o MPF a adotar medidas judiciais cabíveis.</p>
<h3>Recomendações às empresas</h3>
<p>À Alunorte e à Hydro, o MPF recomendou que as empresas prestem contas, de maneira detalhada, a respeito dos recursos empregados até o momento com a construção da unidade de triagem de resíduos sólidos e a realização das obras de edificação para o funcionamento da Escola de Trabalho e Produção do Pará.</p>
<p>A prestação de contas, de acordo com a recomendação, deve ser feita dentro de 60 dias ao MPF e ao Estado do Pará e deve conter memorial descritivo das obras, boletins de execução, cronograma físico-financeiro de execução e contratos com as empresas responsáveis pelas empreitadas, tudo acompanhado da documentação comprobatória.</p>
<p>O MPF recomenda que a Hydro e a Alunorte, também dentro de 60 dias, disponibilizem a integralidade desses documentos para acesso ao público na página já criada (<a class="external-link" title="" href="https://www.hydro.com/pt-BR/imprensa/na-agenda/termo-de-compromisso-tc/" target="_self" rel="noopener">https://www.hydro.com/pt-BR/imprensa/na-agenda/termo-de-compromisso-tc/</a>) pelas empresas, para assegurar transparência à população, promovendo atualização quinzenal do site quanto ao andamento das obras em curso e a inclusão periódica de novos documentos.</p>
<p>Por fim, as empresas também foram recomendadas a fazer o mesmo tipo de prestação de contas detalhadas e divulgação de informações no site em relação aos demais projetos que vierem a ser executados com recursos do TC.</p>
<h3>Recomendação ao Estado do Pará</h3>
<p>Ao Estado do Pará, o MPF recomendou que realize auditoria sobre todo o recurso já aplicado pelas empresas em cumprimento do TC, que estabeleceu investimento, pela Hydro e pela Alunorte, de R$ 30 milhões em unidade de triagem de resíduos sólidos e de R$ 25 milhões para construção da Escola de Trabalho e Produção do Pará. Caso sejam encontradas desconformidades, no prazo máximo de 180 dias o Estado deve tomar as medidas cabíveis, recomenda o MPF.</p>
<p>O MPF também recomendou que o Estado exija das empresas a apresentação, dentro de 60 dias, da prestação de contas detalhada, e que, no mesmo prazo, disponibilize, no site do governo do Estado, informação permanente sobre o TC e sobre as circunstâncias da assinatura do documento e da execução do acordo, de maneira transparente, para que a população possa ter pleno acesso à informação.</p>
<p>O Estado do Pará também recebeu recomendação do MPF para adotar mecanismos que assegurem a participação popular – especialmente da população afetada pelos impactos das chuvas de fevereiro de 2018 na área da Alunorte – na definição da destinação dos recursos oriundos do TC, com a realização de audiências públicas e abertura de link em página na internet para peticionamento e apresentação de projetos. O planejamento dessas atividades, com cronograma, deve ser apresentado dentro de 60 dias, recomenda o MPF.</p>
<h3>Acordos diferentes</h3>
<p>Em 16 e 17 de fevereiro de 2018, chuvas acima da média provocaram inundações na área da refinaria de alumina Alunorte, em Barcarena. Segundo a empresa, o líquido da inundação era água de chuva parcialmente tratada.</p>
<p>Essa ocorrência levou à assinatura de três acordos entre a refinaria, a empresa controladora da refinaria (Hydro) e instituições públicas: um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), um Termo de Compromisso (TC) e um acordo para reembolso dos custos gastos pela Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) em fiscalizações na refinaria.</p>
<p>Em setembro de 2018, as empresas, o MPF, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), o Estado do Pará e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) assinaram Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).</p>
<p>O TAC estabeleceu o pagamento de R$ 65 milhões a 20,6 mil famílias em cartões alimentação, como iniciativa emergencial, e também previu a realização de estudos técnicos, auditorias, e a possibilidade de indenização de unidades familiares, conforme resultados das auditorias a serem realizadas. Estabeleceu também uma série de medidas relacionadas à segurança dos depósitos de resíduos sólidos, melhoria do processo produtivo e aprimoramento e execução do plano de ações emergenciais da refinaria.</p>
<p>O TAC também acordou o pagamento já realizado de cerca de R$ 33 milhões em multas ao governo do Estado, decorrentes das multas administrativas aplicadas pela Semas referentes aos fatos ocorridos em 2009 e 2018. Esses valores foram depositados no Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema) e, de acordo com a previsão do TAC, devem ser destinados às comunidades localizadas na área de influência socioeconômica da Alunorte e a ações de fiscalização do distrito industrial. O Fema está vinculado à Semas.</p>
<p>Pelo TAC, a Hydro e a Alunorte também se comprometeram a investir R$ 5 milhões na criação e implantação de sistemas alternativos de tratamento e de distribuição coletiva de água potável e assumiram os compromissos de custear, integralmente, a implantação de sistemas públicos de avaliação das águas superficiais de rios, da balneabilidade e da qualidade das águas de praias, e da qualidade do ar, entre outros compromissos.</p>
<p>A execução dos itens do TAC é acompanhada por um comitê técnico, formado por representantes das instituições e empresas signatárias do acordo; e um comitê de acompanhamento, que agrega, junto aos signatários, representantes da sociedade civil, da Prefeitura de Barcarena e do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas do município (Sindquímicos). Os detalhes do TAC e da sua execução estão disponíveis em <a class="external-link" title="" href="http://www.mpf.mp.br/pa/tac-hydro" target="_self" rel="noopener">http://www.mpf.mp.br/pa/tac-hydro</a> .</p>
<p>Em dezembro de 2018, a Alunorte, o Estado do Pará e a Codec assinaram um segundo acordo, que previa o pagamento, pela refinaria, de R$ 3,6 milhões como valor de reembolso à Codec pelos custos que a Codec teve na realização de fiscalizações na Alunorte em fevereiro de 2018. O MPF não participou desse acordo.</p>
<p>Também em dezembro de 2018, a Alunorte, o Estado do Pará e a Codec assinaram um terceiro acordo, o TC, que previu que as empresas deviam destinar R$ 150 milhões para projetos de desenvolvimento urbano harmônico e sustentável na área industrial e em comunidades de Barcarena e Abaetetuba, áreas de influência socioeconômica da Alunorte. O MPF também não participou desse acordo. É em relação a esse TC que o MPF cobrou mais transparência da empresa e do governo do estado e fiscalização do governo do estado na recomendação.</p>
<p><em>Fonte: Ministério Público Federal</em></p>
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