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	<title>Alter do Chão &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Alter do Chão &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Governo vai investir R$ 400 milhões em 776 municípios para prevenir secas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 15:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/seca-tapajos-TV-Tapajos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o intuito de combater e prevenir novas e severas crises hídricas que afetam o campo, o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades, anunciou a liberação de R$ 400 milhões. Esse investimento está destinado a 776 municípios que já enfrentaram ou estão enfrentando situações dramáticas de escassez de água. A medida é uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/seca-tapajos-TV-Tapajos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o intuito de combater e prevenir novas e severas crises hídricas que afetam o campo, o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades, anunciou a liberação de R$ 400 milhões. Esse investimento está destinado a 776 municípios que já enfrentaram ou estão enfrentando situações dramáticas de escassez de água. A medida é uma resposta direta para evitar que crises como as ocorridas nos últimos anos se repitam.</p>
<p>A urgência dessa ação é evidente em regiões do país que têm sentido a seca de forma implacável. Como Alter do Chão, ponto turiístico banhado pelo Rio Tapajós, que atingiu níveis críticos em dois anos seguidos, com o rio marcando apenas 91 centímetros em 2024, o menor patamar desde 1995. Também no Norte, outro exemplo,  é o município de Santa Isabel do Rio Negro (AM), que tem enfrentado uma seca severa por um ano consecutivo.</p>
<p>A meta da iniciativa é clara: fortalecer as políticas preventivas. Onde há investimentos já direcionados para a construção e manutenção de encostas e sistemas de drenagem, a ideia é garantir que o acesso à água seja contínuo e estável, inclusive nas áreas rurais, que são frequentemente as mais vulneráveis.</p>
<p>Essa nova injeção de recursos se soma aos quase R$ 40 bilhões em aportes federais em saneamento (públicos e privados) realizados de 2023 a 2025. A avaliação do governo é que apenas um compromisso permanente e conjunto entre estados, municípios e o setor privado poderá assegurar que o Brasil não dependa mais exclusivamente da chuva – ou da sorte – para garantir o abastecimento de água.</p>
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		<title>Ibama multa em mais de R$ 1,4 milhão responsáveis por desmate ilegal no oeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 19:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/construcao-irregular-em-area-protegida-Ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgou os resultados da primeira fase da Operação Caraipé I, realizada no mês de abril nos municípios de Santarém e Belterra, e na Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter do Chão, no oeste do Pará. A força-tarefa emitiu mais de R$ 1,4 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/construcao-irregular-em-area-protegida-Ibama-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgou os resultados da primeira fase da Operação Caraipé I, realizada no mês de abril nos municípios de Santarém e Belterra, e na Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter do Chão, no oeste do Pará. A força-tarefa emitiu mais de R$ 1,4 milhão em autos de infração e embargou mais de 1 mil hectares na região.</p>
<p>Nesta fase, que também contou com a colaboração do Ministério Público Federal (MPF), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Força Nacional (FN) e Polícia Federal (PF), o foco foi o combate ao desmatamento irregular, loteamentos clandestinos e grilagem de terras públicas.</p>
<p>Nessas áreas, o Ibama constatou que havia pessoas e imobiliárias vendendo terrenos públicos da Gleba Mojui dos Campos e do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Eixo Forte sem o título de propriedade da terra e sem a realização de licenciamento ambiental. O órgão alerta que a grilagem associada à expansão urbana desordenada, sem os devidos cuidados ambientais, gera aumento na propagação de incêndios, destruição de nascentes e cursos d&#8217;água, ocupação irregular de áreas públicas e destruição da flora e fauna nativas.</p>
<figure id="attachment_34398" aria-describedby="caption-attachment-34398" style="width: 567px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34398 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464.jpeg" alt="" width="567" height="471" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464.jpeg 567w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464-300x249.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464-150x125.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/maquinas-desmatamento-no-oeste-Ibama-e1746813955464-450x374.jpeg 450w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /><figcaption id="caption-attachment-34398" class="wp-caption-text">Máquinas usadas no desmatamento foram apreendidas. Foto: Ibama</figcaption></figure>
<p>Outro tipo de ação combatida foi o desmatamento ilegal. Foram identificadas pessoas com tratores e motosserras fazendo a abertura e expansão de estradas e lotes, inclusive com derrubada de vegetação e edificação em áreas de preservação permanente. O processo contra os infratores será encaminhado ao Ministério Público Federal para apuração dos crimes relacionados.</p>
<p>A Operação Caraipé I deve prosseguir na região atuando na proteção de áreas federais e na responsabilização de infratores, incluindo investigações sobre cadeias de irregularidades. Órgãos ambientais e de fiscalização fundiária seguem monitorando a região para evitar novas ocupações ilegais.</p>
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		<title>Educação ajuda povos da Amazônia a enfrentar os impactos da devastação e das mudanças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 15:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/projeto-aldeias-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Amazônia passa por uma série de alterações provocadas pela implantação de grandes projetos, a devastação da floresta e dos territórios tradicionais e pelas mudanças climáticas. Um cenário desafiador para a conservação ambiental e das culturas locais que é enfrentado com diversas estratégias, incluindo ações educativas realizadas nos diferentes estados amazônicos. No Pará, por exemplo, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/projeto-aldeias-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Amazônia passa por uma série de alterações provocadas pela implantação de grandes projetos, a devastação da floresta e dos territórios tradicionais e pelas mudanças climáticas. Um cenário desafiador para a conservação ambiental e das culturas locais que é enfrentado com diversas estratégias, incluindo ações educativas realizadas nos diferentes estados amazônicos.</p>
<p>No Pará, por exemplo, a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira, provocou o deslocamento de muitas populações que antes viviam às margens do Rio Xingu. Essa desconexão com as raízes amazônicas hoje é observada principalmente entre crianças e adolescentes que são criados em bairros periféricos e sem infraestrutura adequada.</p>
<p>Pensando em formas de resistir aos processos de violência e de ruptura afetiva com o território, a geógrafa e ativista socioambiental Daniela Silva idealizou o projeto Aldeias, que desenvolve ações educacionais para valorização da identidade e cultura locais nas novas gerações. Entre elas está a Escola da Rua que foca em atividades culturais, artísticas e socioambientais, como visitas às áreas naturais da região.</p>
<blockquote><p>“O Aldeias é uma conclamação para todos os setores da sociedade colocarem as nossas crianças no centro, para pensarem junto com os adultos o nosso futuro. É um projeto que se baseia naquele famoso provérbio africano que diz ser preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, disse Daniela Silva à <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2025-01/acoes-educativas-ajudam-povos-amazonicos-lidar-com-crise-climatica" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil</a>.</p></blockquote>
<h3>Formação de brigadistas</h3>
<p>No distrito de Alter do Chão, em Santarém, um dos principais desafios é o avanço da degradação com o crescente número de queimadas. O problema mobilizou um grupo de seis pessoas que, em 2018, criou a Brigada de Alter com o objetivo de dar uma primeira resposta aos incêndios florestais que afetam a região.</p>
<p>Porém, o grupo logo notou que era preciso ir além e passou a atuar também na formação de outros brigadistas e na conscientização da população sobre o manejo correto e legal do fogo, além de cobrar do poder público medidas mais efetivas de combate às queimadas.</p>
<blockquote><p>“A gente precisa de políticas públicas, que os governos entendam a nova realidade climática, com eventos extremos mais frequentes. E que ofereçam serviços adequados para a população”, defende o brigadista voluntário Daniel Gutierrez.</p></blockquote>
<h3>Outros estados amazônicos</h3>
<p>Já em Rondônia, a preocupação é com os impactos que as mudanças climáticas trazem para os territórios e a capacidade das comunidades locais fazerem frente a essas alterações. No município de Cacoal, a professora Maria Barcelos, mais conhecida como Maria dos Índios, trabalha com projetos para fortalecer esse debate junto às crianças, jovens e professores indígenas.</p>
<figure id="attachment_32733" aria-describedby="caption-attachment-32733" style="width: 463px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-32733 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/maria-dos-indios.png" alt="" width="463" height="309" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/maria-dos-indios.png 463w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/maria-dos-indios-300x200.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/maria-dos-indios-150x100.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/01/maria-dos-indios-450x300.png 450w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><figcaption id="caption-attachment-32733" class="wp-caption-text">Professora incentiva produção de livros com conhecimentos indígenas. Foto: Tânia Rego / Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Uma das estratégias é a elaboração de livros em que cada povo tem a oportunidade de contar sua própria história e relatar as transformações observadas ao longo do tempo. A ideia é que o material possa ser incluído no currículo escolar para apoiar a educação com base na cultura dos próprios indígenas.</p>
<blockquote><p>“O material é muito interativo e são as crianças que vão construir com os mais velhos as respostas para as mudanças climáticas. Vemos ali o que eles falam de concreto, como os impactos na pesca, quando a água se aquece demais e provoca mortandade dos peixes, ou dos periquitos que passaram a cantar de madrugada. O ciclo das plantações, o que florescia em determinada época, e agora está tudo bagunçado, sem muita previsibilidade”, comenta a professora.</p></blockquote>
<p>A expectativa é que as ações possam refletir em um futuro próximo, com as populações mais atentas aos impactos vividos e envolvidas na busca de soluções tanto para a preservação do meio ambiente quanto de suas culturas.</p>
<blockquote><p>“Um dos objetivos é que eles possam desenvolver um senso crítico e elaborar respostas para esses impactos climáticos. Essas crianças e adolescentes daqui a pouco tempo vão ser os gestores dos territórios em que vivem e os tomadores de decisão. E as pressões continuam sendo muitas. Mesmo que o movimento indígena esteja maravilhosamente assumindo seu protagonismo, ganhando espaço no mundo, os problemas vão continuar, e as soluções têm que ser encontradas”, ressalta Maria Barcelos.</p></blockquote>
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		<title>Arraial do Pavulagem vira patrimônio cultural do Brasil e Festa do Sairé,  manifestação da cultura nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/Saire-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As manifestações populares paraenses estão recebendo reconhecimento nacional. O  Arraial do Pavulagem agora é Patrimônio Cultural Nacional, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quarta-feira, 4.  Já  a disputa entre os botos Tucuxi e Cor-de-Rosa, que marca a Festa do Sairé, em Alter do Chão, pode se tornar manifestação da cultura nacional. Patrimônio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/Saire-Marco-Santos-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As manifestações populares paraenses estão recebendo reconhecimento nacional. O  Arraial do Pavulagem agora é Patrimônio Cultural Nacional, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quarta-feira, 4.  Já  a disputa entre os botos Tucuxi e Cor-de-Rosa, que marca a Festa do Sairé, em Alter do Chão, pode se tornar manifestação da cultura nacional.</p>
<p>Patrimônio Cultural do Estado desde 2019, Arraial do Pavulagem iniciou suas atividades em 1986 e, desde então, sai em  cortejo pelo centro histórico de Belém todos os finais de semana de junho e julho  também durante a festividades do Círio de Nazaré, em outubro.</p>
<p>Ao som de ritmos musicais característicos da Amazônia, como carimbó, siriá, lundu, xote e marajoara, entre outros, o grupo usa como adereços de chapéu de palha com fitas coloridas para mostrar danças e encenações dos bois-bumbás que na Pavulagem são boi de folia.</p>
<h3>Festa do Sairé</h3>
<p>Na terça-feira, 3, a Comissão de Educação do Senado aprovou o projeto que busca tornar a Festa do Sairé manifestação da cultura nacional. A festividade é um dos principais atrativos para o turismo na região oeste do estado.</p>
<p>Neste ano, o evento será realizado de 19 a 23 de setembro e pode ocorrer já com um novo status, já que, se não houver  recurso para votação em Plenário, segue para sanção.</p>
<p>A tradição remonta ao século XVII, sendo caracterizado inicialmente como um ritual indígena e que depois foi adaptado pelos jesuítas na catequização. Nesse processo, passou a incorporar elementos das culturas africanas e caboclas.</p>
<p>Atualmente, um dos aspectos mais conhecidos é a disputa entre os botos, porém a Festa do Sairé abrange também procissões, missas e atividades católicas, além de diversas atrações e shows com artistas locais e nacionais. A expectativa da organização é que o evento atraia 150 mil turistas este ano.</p>
<blockquote><p>“Ao preservar tradições e estimular o turismo, a Festa do Sairé contribui significativamente para o desenvolvimento econômico, gerando empregos diretos e indiretos em Alter do Chão e em Santarém, com reflexos positivos em todo o Oeste do Pará. Este impacto econômico ressalta a importância de reconhecer e apoiar eventos que preservam a identidade cultural brasileira e promovem o desenvolvimento regional”, declarou o senador Zequinha Marinho (PL) à Agência Senado.</p></blockquote>
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		<title>Dia Mundial da Água: O maior sistema aquífero do mundo fica na Amazônia e merece investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 11:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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		<category><![CDATA[sistema aquífero grande amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/floresta-amazonica-aerea-Pedro-Guerreiro-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Uma imensa floresta com aproximadamente 6.7 milhões de km², o rio com maior volume de água do planeta, uma enorme diversidade de espécies da fauna e da flora e as ricas culturas dos povos indígenas e populações tradicionais são apenas alguns dos atributos lembrados para tratar da Amazônia. Nesta sexta-feira, 22 de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/floresta-amazonica-aerea-Pedro-Guerreiro-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Uma imensa floresta com aproximadamente 6.7 milhões de km², o rio com maior volume de água do planeta, uma enorme diversidade de espécies da fauna e da flora e as ricas culturas dos povos indígenas e populações tradicionais são apenas alguns dos atributos lembrados para tratar da Amazônia. Nesta sexta-feira, 22 de março, quando se comemora o Dia Mundial da Água, o <strong>Pará Terra Boa</strong> lembra que a grandiosidade da região não está apenas na superfície, pois a cerca de 600 metros de profundidade é possível acessar uma importante fonte de recursos hídricos, descrito como o maior sistema aquífero do planeta.</p>
<p>Um aquífero é definido como um corpo geológico subterrâneo capaz de armazenar e ceder água. Na Amazônia, diversos aquíferos já eram conhecidos e inclusive utilizados no abastecimento de populações e cidades da região. No contexto brasileiro, a maior reserva conhecida era o aquífero Guarani, que se estende até os territórios do Uruguai, da Argentina e do Paraguai e abastece, por exemplo, a cidade de São Paulo.</p>
<p>O conhecimento já obtido dos aquíferos permitiu que os pesquisadores Francisco de Assis Matos, Milton Matta, Mário Ribeiro e André Montenegro Duarte, da Universidade Federal do Pará (UFPA), além de Itabaraci Cavalcante, da Universidade Federal do Ceará, fizeram uma sistematização dos dados e propusessem a existência de um sistema que agrega diferentes aquíferos da região, hoje denominado Sistema Aquífero Grande Amazônia (SAGA).</p>
<blockquote><p>“A denominação incorporava o então bastante conhecido Aquífero Alter do Chão, mas que também incorporava outros sistemas aquíferos menos famosos e que tem ligação física com o Alter do Chão se estendendo para além do seu espaço geográfico e alcançando toda a Amazônia”, explica o professor da UFPA, Francisco Matos.</p></blockquote>
<p>Segundo as referências, o aquífero Alter do Chão teria reservas 134.182 km³. As novas pesquisas propuseram a denominação do SAGA ao constatar que o Alter do Chão possui ligações com outros depósitos localizados nas bacias hidrográficas do Acre, do Solimões, do Amazonas e do Marajó, se estendendo, portanto, desde os Andes até o estado do Pará.</p>
<blockquote><p>“O volume de água do SAGA é tão grande que mesmo que se retirasse volumes significativos para abastecer todas as cidades do vale amazônico por alguns anos mesmo sem chover na região, o volume retirado seria quase insignificante diante das reservas estimadas de 162.000 Km³. O Guarani tem reservas de 39.000 Km³”, compara o docente.</p></blockquote>
<p>De acordo com as estimativas, o volume de água depositado seria de 150 quatrilhões de litros, o suficiente para abastecer todo o planeta por aproximadamente 250 anos. Na atualidade, o uso dessa reserva já ocorre em cidades como Manaus e Parintins (AM) e Santarém, Óbidos e Almeirim, no Pará.</p>
<p>Apesar das intervenções humanas e uso desse recurso já serem uma realidade, Franciso Matos avalia que as águas do SAGA ainda estão protegidas do impacto das ações humanos devido à sua profundidade. Esse fato, no entanto, não deve ser um impeditivo para que o aquífero atraia mais investimentos, pesquisas e estratégias de uso racional e sustentável da água.</p>
<blockquote><p>“A água está se tornando cada vez mais uma commodity e, nesta perspectiva, o maior depósito de água doce do planeta não passa desapercebido dos olhares internacionais. Nesse momento de Dia Mundial da Água e sobretudo de COP 30, o SAGA merecia um tratamento diferente, pela enorme importância estratégica que ele representa”, afirma Francisco Matos.</p></blockquote>
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		<title>Marajó e Alter do Chão figuram entre os destinos turísticos mais desejados pelos brasileiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 18:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
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		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Alter-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O arquipélago do Marajó e a vila de Alter do Chão, em Santarém, no oeste do estado, aparecem na lista dos 15 destinos turísticos mais procurados pelos brasileiros no ano de 2024. Os dados são da pesquisa Tendências do Turismo, que trata das projeções para o período que vai de dezembro de 2023 a março [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Alter-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O arquipélago do Marajó e a vila de Alter do Chão, em Santarém, no oeste do estado, aparecem na lista dos 15 destinos turísticos mais procurados pelos brasileiros no ano de 2024. Os dados são da pesquisa Tendências do Turismo, que trata das projeções para o período que vai de dezembro de 2023 a março de 2024.</p>
<p>De acordo com o levantamento, Marajó aparece em 10º lugar no ranking, atraindo a preferência de 5% dos entrevistados. Já Alter do Chão está na 15ª posição, sendo citado por 4% dos viajantes.</p>
<p>Na avaliação do secretário de estado de Turismo, Eduardo Costa, o estudo demonstra o interesse crescente pelos atrativos paraenses e deve ajudar nas estratégias de divulgação e estruturação do setor.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tanto Alter do Chão quanto o Marajó são destinos únicos e paradisíacos que todos devem conhecer. Essa pesquisa é fundamental para que tenhamos um norte sobre o turista brasileiro, suas preferências, como busca um destino e também para construção de políticas públicas integradas de turismo. Essa análise também será um guia para as agências de viagens, para o trade turístico paraense&#8221;, declarou o titular da Setur à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/50899/marajo-e-alter-do-chao-no-para-estao-entre-os-destinos-mais-procurados-pelos-brasileiros-em-2024" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<p>Ainda segundo a pesquisa, as regiões Nordeste e Sudeste têm os destinos mais procurados pelos turistas, atraindo a preferência de 42% e 41% dos turistas, respectivamente. O Norte está nos planos de apenas 5% dos entrevistados.</p>
<p>Apesar disso, o Pará vem despontando nesse segmento a oferta de experiências turísticas diferenciadas, como o <strong>Pará Terra Boa</strong> tem mostrado. Alguns produtos valorizam, por exemplo, as <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/turismo-de-base-comunitaria-aposta-na-valorizacao-das-tradicoes-paraenses/">vivências, a forma de vida e a cultura das comunidades tradicionais</a> e o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/grupo-de-canoagem-desbrava-rios-e-estimula-turismo-sustentavel-no-para/">contato com a natureza a partir do esporte</a>. Recentemente, o <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-alcanca-50-municipios-no-mapa-do-turismo-brasileiro/">estado alcançou 50 municípios paraenses incluídos no Mapa do Turismo Brasileiro</a>.</p>
<p>A expectativa é que <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/cop30-deve-impulsionar-turismo-e-novos-negocios-no-para/">novos incentivos para o setor venham com a realização da COP30,</a> em Belém, que será uma oportunidade para impulsionar também negócios nas áreas da gastronomia e economia criativa.</p>
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		<title>Pará registra mais de 11 mil focos de incêndio em outubro e fumaça se alastra pela Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Nov 2023 19:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[focos de incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/fumaca-APA-Alter-do-Chao-Reproducao-TV-Tapajos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Grandes nuvens de fumaça tomam conta da paisagem e prejudicam a qualidade do ar em cidades do oeste paraense e em Manaus (AM). Os sinais de queimadas podem ser observados em regiões de floresta nativa, como a Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter do Chão, em Santarém, e a floresta Serra do Castanhal, em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/fumaca-APA-Alter-do-Chao-Reproducao-TV-Tapajos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Grandes nuvens de fumaça tomam conta da paisagem e prejudicam a qualidade do ar em cidades do oeste paraense e em Manaus (AM). Os sinais de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-na-amazonia-fazem-dobrar-numero-de-internacoes-por-doencas-respiratorias/" target="_blank" rel="noopener">queimadas</a> podem ser observados em regiões de floresta nativa, como a Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter do Chão, em Santarém, e a floresta Serra do Castanhal, em Juruti, mas também atingem zonas urbanas de municípios como Altamira.</p>
<p>Os casos são apenas exemplos recentes da <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-registro-de-queimadas-de-janeiro-a-outubro-com-mais-de-20-mil-focos/">alta ocorrência de queimadas no estado</a>. Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelam que o Pará  teve 31.119 focos de incêndio registrados entre janeiro e outubro deste ano, sendo que, desse total, 11.378 foram no mês passado. De acordo com o órgão, esse foi o segundo pior índice para o mês de outubro na série histórica dos últimos 25 anos.</p>
<h3>Alter do Chão</h3>
<p>Considerada o caribe amazônico, Alter do Chão ganhou fama internacional e se projetou como um dos principais destinos turísticos paraenses. Mas quem vive e frequenta a região nesse período tem convivido com um cenário nada atraente. Vídeos que circulam na internet mostram um incêndio de grandes proporções na proximidade das comunidades Ponta de Pedras e Pajuçara.</p>
<p>O 4º Grupamento de Bombeiros Militar (4º GBM) informou ao <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2023/11/04/video-novos-focos-de-incendios-sao-registrados-na-apa-alter-do-chao-em-direcao-a-comunidade-pajucara.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1 Santarém</a> que o fogo já foi controlado. A suspeita é que a queimada tenha sido causada por ação humana, visto que a APA está sob forte pressão imobiliária e abertura de loteamentos. Além disso, as altas temperaturas e a força dos ventos registrados na região facilitaram a propagação das chamas.</p>
<h3>Juriti</h3>
<p>A situação também preocupa em Juruti, ainda no oeste paraense. Imagens divulgadas por meio das redes sociais mostram um incêndio consumindo a floresta de Serra do Castanhal, conforme informou <a href="https://www.oliberal.com/para/incendio-atinge-floresta-na-serra-do-castanhal-em-juruti-video-1.745028" target="_blank" rel="noopener">O Liberal.</a> No município, o Corpo de Bombeiros informou que monitora o caso e atua para evitar o avanço do fogo.</p>
<p>Outras regiões afetadas incluem Altamira, no sudoeste do estado, e a Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, onde os brigadistas encontram dificuldades para combater as chamas que são encontradas mesmo na mata fechada.</p>
<blockquote><p>&#8220;Teve dias que eu não consegui chegar perto do fogo, teve dia que a gente cortou mais de 10 árvores no caminho para chegar com carro ou moto&#8221;, contou ao G1 Pará o bombeiro Júlio César Galúcio.</p></blockquote>
<h3>Fumaça prejudica Manaus</h3>
<p>Essa grande proporção dos incêndios no estado faz a fumaça se dissipar até áreas bem afastadas, como é<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-leva-governo-federal-a-decretar-situacao-de-emergencia-em-13-municipios-paraenses/" target="_blank" rel="noopener"> o caso da capital amazonense,</a> que fica a aproximadamente 600 km de distância. Na Região Metropolitana de Manaus, 149 focos de incêndio de baixa intensidade foram registrados entre 26 de outubro e 3 de novembro. Porém, nas últimas semanas a cidade tem ficado encoberta por fumaça, que seria oriunda das queimadas ocorridas no Pará, onde houve 5.305 focos de incêndio no mesmo período.</p>
<blockquote><p>&#8220;Podemos verificar por imagens dos satélites que todos os municípios que sofrem influência do Rio Amazonas, que serve como um corredor de fluxo de ventos, até chegar em Manaus têm sido impactados pela fumaça mesmo sem ter focos de incêndios registrados&#8221;, disse o secretário de Meio Ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira ao <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2023/11/05/satelites-mostram-impacto-das-queimadas-no-para-na-qualidade-do-ar-nos-municipios-do-baixo-amazonas-e-em-manaus.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1 Santarém</a>.</p></blockquote>
<p>O problema da propagação de queimadas e calor seria ainda agravado <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/saiba-como-desmatamento-e-queimadas-influenciam-para-o-tempo-seco-no-norte-do-pais/" target="_blank" rel="noopener">pela falta de chuvas</a> e o calor intenso dessa época que coincide com o<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/alem-do-el-nino-estiagem-na-amazonia-tem-relacao-com-aquecimento-global-diz-pesquisador/" target="_blank" rel="noopener"> El Niño.</a> A previsão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) é que o período chuvoso comece apenas em dezembro, no entanto há o temor que a precipitação seja mais baixa devido à influência do fenômeno climático.</p>
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		<title>Prefeito de Santarém decreta situação de emergência por estiagem severa no município</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/prefeito-de-santarem-decreta-situacao-de-emergencia-por-estiagem-severa-no-municipio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 13:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[rios]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, decretou situação de emergência devido à severa estiagem que afeta comunidades ribeirinhas na região do oeste paraense. O decreto destaca que a seca, considerada a mais grave desde 2010, de acordo com especialistas e moradores locais, está impactando principalmente a área dos rios do município e afetando comunidades como [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, decretou situação de emergência devido à severa estiagem que afeta comunidades ribeirinhas na região do oeste paraense. O decreto destaca que a seca, considerada a mais grave desde 2010, de acordo com especialistas e moradores locais, está impactando principalmente <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mudancas-climaticas-podem-reduzir-pela-metade-a-vazao-dos-rios-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">a área dos rios</a> do município e afetando comunidades como Alto Jarí, Marimarituba, Enseada do Aritapera, Igarapé da Praia e Urucurituba, segundo o <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2023/10/05/prefeito-de-santarem-decreta-situacao-de-emergencia-por-estiagem-no-municipio.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1.</a></p>
<p>Segundo a Defesa Civil, mais de 177 famílias que dependem do transporte hidroviário e não têm acesso direto à água potável estão sendo afetadas por essa situação. Em algumas comunidades, os canais que eram navegáveis há apenas um mês secaram, deixando apenas poças de água inadequadas para consumo. Isso tem causado problemas, incluindo a falta de transporte fluvial para alunos que precisam chegar à escola, o que afeta a educação infantil na região.</p>
<p>A seca também tem impactado a pesca, com a exposição das redes de pesca devido à diminuição do nível da água, levando à escassez de peixes. Em outras comunidades onde ainda há água, as altas temperaturas aumentam o risco de mortandade de peixes.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/10/seca-muda-paisagem-de-alter-do-chao-o-caribe-amazonico.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha</a>,  a forte estiagem na região está mudando a paisagem Alter do Chão, o chamado &#8220;Caribe da Amazônia&#8221;, situada a 37 quilômetros de Santarém.  Isso porque o rio Tapajós registrou um nível de água de apenas 1,58 metros na terça-feira, 3, o mais baixo desde 2010, quando, na mesma data, a medição foi de 1,32 metros, conforme dados da Defesa Civil do município.</p>
<p>Em frente à vila de Alter do Chão, o Rio Tapajós praticamente desapareceu. Cenário bem diferente do registrado por imagens recentes de agosto deste ano, noticou o<a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2023/10/05/seca-muda-o-cenario-de-alter-do-chao-o-caribe-da-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener"> JN.</a></p>
<blockquote><p>“Eu nasci em Alter do Chão, me criei em Alter do Chão e nunca vi secar tão rápido assim. Cadê a água? Foi embora, sumiu tudo rapidinho”, disse a emrpesário Elza Ferreira ao jornalístico.</p></blockquote>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">
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</div>
<h3>Queimadas pioram situação</h3>
<p>A meteorologista Lucieta Guerreiro Martorano destacou ao site que <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-registro-de-queimadas-de-janeiro-a-outubro-com-mais-de-20-mil-focos/" target="_blank" rel="noopener">as queimadas</a> na região oeste do Pará estão agravando a seca, que é causada principalmente pelo<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/el-nino-fica-ate-marco-e-sera-mais-forte-em-outubro-ou-novembro-diz-agencia-dos-estados-unidos/" target="_blank" rel="noopener"> fenômeno climático El Niño</a>. Ela enfatizou a importância de evitar queimadas, pois isso contribui para piorar a situação e pode afetar a saúde das pessoas, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/queimadas-na-amazonia-fazem-dobrar-numero-de-internacoes-por-doencas-respiratorias/" target="_blank" rel="noopener">especialmente problemas respiratórios.</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/nao-e-so-el-nino-desmatamento-ja-aumentou-em-3o-a-temperatura-da-floresta/" target="_blank" rel="noopener">A mudança climática está impactando severamente a região,</a> e medidas de conservação ambiental e redução de práticas prejudiciais ao meio ambiente são essenciais para mitigar essa situação. A pesquisadora ressaltou que a mudança desse cenário depende em parte da redução das queimadas e da conscientização sobre os cuidados com a natureza.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/aumento-da-temperatura-e-diminuicao-das-chuvas-provocados-pelo-el-nino-ameacam-agropecuaria/" target="_top" rel="noopener">Aumento da temperatura e diminuição das chuvas provocados pelo El Niño ameaçam agropecuária</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mudancas-climaticas-podem-reduzir-pela-metade-a-vazao-dos-rios-da-amazonia/" target="_top" rel="noopener">Mudanças climáticas podem reduzir pela metade a vazão dos rios da Amazônia</a></strong></p>
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		<title>Encontro em Alter do Chão discute iniciativas de Manejo Integrado do Fogo no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2023 16:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[IPÊ]]></category>
		<category><![CDATA[manejo integrado do fogo]]></category>
		<category><![CDATA[MIF]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Tecnico-faz-o-controle-do-fogo--150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O projeto Voluntariado no Manejo Integrado do Fogo (MIF), do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), realiza nesta sexta, 11, e sábado, 12, em Alter do Chão, no Pará, a 2ª edição do Encontro de Boas Práticas Voluntariado para Conservação e Ação Climática – Manejo Integrado do Fogo. O evento reunirá representantes de organizações da sociedade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/Tecnico-faz-o-controle-do-fogo--150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O projeto Voluntariado no Manejo Integrado do Fogo (MIF), do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), realiza nesta sexta, 11, e sábado, 12, em Alter do Chão, no Pará, a 2ª edição do Encontro de Boas Práticas Voluntariado para Conservação e Ação Climática – Manejo Integrado do Fogo.</p>
<p>O evento reunirá representantes de organizações da sociedade civil, do governo federal, parceiros e voluntários de várias partes do Brasil que atuam com o Manejo Integrado do Fogo e diversas práticas de conservação ambiental no país.</p>
<p>Segundo Angela Pellin, coordenadora do projeto Voluntariado no MIF, a iniciativa é uma oportunidade de compartilhar boas práticas, debater e trocar aprendizados com outros profissionais sobre os desafios do voluntariado no Manejo Integrado do Fogo nos mais diversos biomas do Brasil.</p>
<blockquote><p>“O encontro tem como objetivo compartilhar experiências e boas práticas de Voluntariado no MIF em áreas protegidas e outras áreas que contribuem com a conservação ambiental. A partir desse compartilhamento de aprendizados, os participantes ajudarão a fortalecer as discussões e iniciativas que influenciam positivamente na qualificação dos programas existentes, no surgimento de novas iniciativas e no incentivo a parcerias voltadas para o tema”, destaca a coordenadora.</p></blockquote>
<h3><strong>Encontros de Boas Práticas</strong></h3>
<p>Em 2023, será a primeira vez que o Encontro de Boas Práticas em Voluntariado para Conservação e Ação Climática ocorrerá de forma presencial. A primeira edição, realizada em outubro de 2021, foi feita de forma online, devido às restrições da pandemia. De acordo com os organizadores, são aguardados cerca de 50 participantes de todas as regiões do Brasil.</p>
<h3><strong>Estratégia</strong></h3>
<p>O 2º Encontro de Boas Práticas contribuirá para a construção de uma estratégia federal de voluntariado no manejo integrado do fogo no país.</p>
<p>A estratégia tem o objetivo de incentivar e orientar a participação da sociedade no voluntariado no manejo integrado do fogo, ampliando a integração dos diferentes setores, reconhecendo e valorizando o seu impacto para a conservação da biodiversidade, para a proteção dos territórios e modos de vida das populações locais e para o equilíbrio climático.</p>
<blockquote><p>“O Encontro de Boas Práticas será mais uma oportunidade de dialogar sobre esse tema e avançar na construção de uma política pública de forma participativa com a sociedade”, afirma Angela.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>MP do Pará arquiva inquérito que investigava possíveis fraudes na contabilidade do Projeto Saúde &#038; Alegria</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/mp-do-para-arquiva-inquerito-que-investigava-possiveis-fraudes-na-contabilidade-do-projeto-saude-alegria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 14:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Saúde e Alegria]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/alter2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público do Pará arquivou, no início de maio, o inquérito que investigava possíveis fraudes na contabilidade do Projeto Saúde &#38; Alegria, acusada injustamente de estar envolvida com incêndio que consumiu cerca de 11 km² da área protegida em Alter do Chão, no Pará, em 2019. As autoridades policiais e judiciais tiveram acesso a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/alter2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público do Pará arquivou, no início de maio, o inquérito que investigava possíveis fraudes na contabilidade do Projeto Saúde &amp; Alegria, acusada injustamente de estar envolvida com incêndio que consumiu cerca de 11 km² da área protegida em Alter do Chão, no Pará, em 2019.</p>
<p>As autoridades policiais e judiciais tiveram acesso a dez anos de documentação administrativa e prestações de contas da<a href="https://saudeealegria.org.br/redemocoronga/inquerito-sobre-contas-do-projeto-saude-e-alegria-e-arquivado-no-caso-dos-brigadistas-apos-longa-investigacao-de-material-apreendido-nenhuma-irregularidade-foi-encontrada/" target="_blank" rel="noopener"> organização.  </a>O conselheiro do MP Marco Antônio Ferreira das Neves disse em seu parecer, segundo <a href="https://saudeealegria.org.br/redemocoronga/inquerito-sobre-contas-do-projeto-saude-e-alegria-e-arquivado-no-caso-dos-brigadistas-apos-longa-investigacao-de-material-apreendido-nenhuma-irregularidade-foi-encontrada/" target="_blank" rel="noopener">O Brasil de Fato</a>,  que &#8220;não tendo sido identificado os ilícitos de natureza cível e tributária, não foi possível identificar a falsidade documental nas contas&#8221;. Ele afirmou também que o órgão &#8220;concluiu pela inexistência de indícios de fraudes documentais&#8221;.</p>
<blockquote><p>“Poderia até dizer que foi a maior auditoria e fiscalização de uma ONG na história, com a apreensão e investigação de notas fiscais, contratos, livros, hard disks e notebooks contábeis, enfim, todo o nosso depósito de arquivos administrativos dos últimos 10 anos. Se havia alguma motivação em criminalizar organizações da sociedade civil, o que se deu foi o contrário, com essas acusações infundadas resultando num certificado de excelência nas nossas contas. É mais uma comprovação de que ONGs são sim sérias” – comentou o coordenador geral do Projeto  Saúde e Alegria, Caetano Scannavino, após notificação do despacho.</p></blockquote>
<p>Em 15 de setembro de 2019,Alter do Chão foi tomado por um incêndio de grandes proporções que atingiu a área florestal do município</p>
<p>No dia de 26 de novembro de 2019, a Polícia Civil do Estado apreendeu documentos e computadores no escritório do Projeto Saúde e Alegria, em Santarém. Nessa busca, a polícia teria encontrado a &#8220;existência de possíveis irregularidades contábeis” do Projeto Saúde e Alegria, segundo o inquérito</p>
<p>No mesmo dia, quatro brigadistas voluntários do Instituto Aquífero Alter do Chão foram presos, acusados sem provas, de terem provocado meses antes os incêndios na região em conluio com ONGs para fins de captação de recursos,</p>
<p>Na época, até o nome do ator norte-americano Leonardo DiCaprio foi citado por envolvimento no incêndio. Com a repercussão internacional os brigadistas foram soltos. Mas o processo só acabou agora.</p>
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