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	<title>altas temperaturas &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Aumento da temperatura ameaça produção de bananas, alerta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 13:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/bananal-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A fruta mais popular do mundo, consumida por mais de 400 milhões de pessoas, corre sérios riscos de desaparecer. Um estudo mostra que, até 2080, 60% das melhores áreas para plantar a fruta podem sumir por causa do aumento do calor e de eventos climáticos severos. A previsão é que países como Índia, Brasil, Colômbia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/bananal-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A fruta mais popular do mundo, consumida por mais de 400 milhões de pessoas, corre sérios riscos de desaparecer. Um estudo mostra que, até 2080, 60% das melhores áreas para plantar a fruta podem sumir por causa do aumento do calor e de eventos climáticos severos. A previsão é que países como Índia, Brasil, Colômbia e Costa Rica comecem a produzir menos banana já em 2050.</p>
<p>Além de maior consumidor mundial, o Brasil é o quarto maior produtor, com 6,6 milhões de toneladas produzidas em 455 mil hectares, metade originária da agricultura familiar, segundo a Embrapa. O setor fatura cerca de R$ 13,8 bilhões por ano e gera 500 mil empregos diretos. Devido ao seu preço barato, a banana tem importante papel social.</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 14px;">“No passado, havia uma previsão de que isso aconteceria no futuro, mas aconteceu antes, e isso se deve ao fato de não estarmos cuidando da nossa terra natal, dos nossos ecossistemas, e isso é muito preocupante para os nossos filhos e, principalmente, para os nossos netos”, </span><span style="font-size: 14px;">disse Aurelia Pop Xo, produtora de banana na Guatemala, aos pesquisadores da agência Christian Aid, que fez o estudo</span></p></blockquote>
<p data-sourcepos="3:1-3:163">A bananeira gosta de temperatura mediana nem muito frio nem muito quente (entre 15 e 35 graus), e também precisa de ar úmido (entre 75% e 85%). Além disso, são muito sensíveis a ventos fortes (acima de 80km/h) e tempestades – que destroem suas folhas – e à falta de água.</p>
<p data-sourcepos="7:1-7:216">Outro problema é que, com o calor aumentando, aparecem mais doenças causadas por fungos nas plantações. Uma dessas doenças, chamada Fusarium Tropical Raça 4, pode acabar com todas as bananas de uma plantação inteira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Anfitrião da COP30, Pará é estado mais exposto ao risco climático entre regiões mineradoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 11:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[altas temperaturas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/mineracao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Sede da Conferência para Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP30), em novembro, o Pará é apontado como o estado brasileiro com o maior risco de eventos climáticos extremos devido à expansão da mineração. Com isso, o aumento do calor extremo, chuvas irregulares e períodos de seca prolongados ameaçam as comunidades locais e o papel da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/mineracao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Sede da Conferência para Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP30), em novembro, o Pará é apontado como o estado brasileiro com o maior risco de eventos climáticos extremos devido à expansão da mineração. Com isso, o aumento do calor extremo, chuvas irregulares e períodos de seca prolongados ameaçam as comunidades locais e o papel da floresta tropical como regulador do clima global.</p>
<p>O estudo “Riscos Climáticos Cumulativos Para Minerais de Transição no Brasil”, feito pelo Observatório da Mineração em parceria com o Mission Climate Project, da Inglaterra, revela que a procura no Brasil por minerais usados na transição energética tem acelerado a crise climática nos principais produtores de minérios do País. Além do Pará, Bahia, Goiás e Minas Gerais também sofrem este impacto.</p>
<p>O relatório ressalta a necessidade urgente de medidas de adaptação climática, supervisão regulatória e maior proteção às comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas.</p>
<blockquote><p>“Enquanto o mundo se prepara para a COP30 em Belém, a corrida pelos chamados minerais críticos está acelerando a crise climática na Amazônia”, disse Gabriela Sarmet.</p></blockquote>
<p>O estudo lembra que o Brasil tem se posicionado como um dos principais fornecedores de minerais para a transição energética. São previstos investimentos de US$ 64 bilhões até 2028 para a expansão do setor mineral no País.</p>
<blockquote><p>“A mineração tem se vendido como uma ‘solução’ verde sustentável para a transição energética. Estamos saindo de uma dependência fóssil para outra ainda maior de base mineral que requer a abertura de centenas, talvez milhares, de minas em áreas sensíveis, como a Amazônia e o Cerrado”, explicou o diretor do Observatório da Mineração, Maurício Angelo.</p></blockquote>
<p>Para Sarmet, se está criando zonas de sacrifício no Brasil para atender à demanda de descarbonização do Norte, em referência aos países mais desenvolvidos, localizados principalmente no Hemisfério Norte.</p>
<p>O relatório mostra que a crise climática representa uma ameaça não só para toda a sociedade que consome produtos derivados da mineração e para as comunidades diretamente afetadas, mas para a própria indústria minera”, afirma Angelo. Por isso, ele defende a mudaça do atual modelo de desenvolvimento mineral.</p>
<blockquote><p>“O mito da mineração sustentável não pode ser comprovado na prática e, sem uma mudança concreta no modelo mineral atual, o Brasil e o mundo verão a crise climática se acelerar”, diz Angelo, que também é mestre em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (UnB).</p></blockquote>
<h3>Recomendações do Estudo</h3>
<p>O estudo apresenta recomendações a governos, agências de fiscalização e empresas para reduzir os impactos climáticos da expansão da mineração nos quatro estados brasileiros analisados. O documento enfatiza a necessidade de empresas adotarem gestão de riscos proativa, estruturas políticas sólidas e supervisão rigorosa das autoridades.</p>
<p>Maurício Angelo, diretor do Observatório da Mineração, considera que as recomendações terão efeito limitado se o Estado não fiscalizar o setor mineral de forma efetiva. Ele critica a postura do Estado como sócio das mineradoras, defendendo um papel mais forte na fiscalização e regulação da atividade.</p>
<p>Com a Amazônia no centro dos debates climáticos globais, este relatório serve como um alerta. A aproximação da COP 30 em Belém precisa fazer com que os tomadores de decisão se perguntem: “O futuro da mineração no Brasil vai se alinhar com seus compromissos climáticos – ou prejudicá-los?”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Florestas tropicais em todo o mundo já registram aumento de temperatura, alerta novo estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 18:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[altas temperaturas]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/VaziosEstudoAmazonia_Marizilda_Cruppe_Rede_Amazonia_Sustentavel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As florestas tropicais em todo o mundo, até as mais conservadas, já apresentam alterações climáticas em decorrência do aquecimento global. A descoberta é de um estudo que analisou a temperatura média em, aproximadamente, 9 milhões de quilômetros quadrados no interior das áreas de florestas nos últimos 30 anos. A temperatura é um fator importante na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/VaziosEstudoAmazonia_Marizilda_Cruppe_Rede_Amazonia_Sustentavel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As florestas tropicais em todo o mundo, até as mais conservadas, já apresentam alterações climáticas em decorrência do aquecimento global. A descoberta é de um estudo que analisou a temperatura média em, aproximadamente, 9 milhões de quilômetros quadrados no interior das áreas de florestas nos últimos 30 anos.</p>
<p>A temperatura é um fator importante na distribuição das espécies e na função ecológica das florestas, segundo os especialistas.</p>
<p>No artigo <em>Novas temperaturas</em> já estão espalhadas sob as copas das florestas tropicais do mundo, publicado na revista <em>Nature Climate Change</em>, os pesquisadores revelam que os dados foram obtidos após pesquisa de campo em 300 mil pontos de coleta em todos os trópicos globais, incluindo Brasil, Peru, Uganda, República Democrática do Congo e Malásia.</p>
<p>O trabalho conta com dados de pesquisa da Rede Amazônia Sustentável (RAS), coletivo internacional multidisciplinar de pesquisa sobre a sustentabilidade dos usos da terra, que envolve mais de 30 instituições de pesquisa e é co-coordenado pela Embrapa Amazônia Oriental, no Pará.</p>
<p>O grupo de pesquisa quantificou a temperatura abaixo da copa das árvores, praticamente no chão da floresta (a 5 centímetros acima do solo), de hora em hora entre 1990 e 2019 em todas as regiões de florestas tropicais do mundo. A descoberta foi que o regime de temperatura nos últimos 14 anos (2005 a 2019) está fora da faixa registrada historicamente (entre 1990 a 2004).</p>
<p>A maioria das florestas tropicais não perturbadas não só experimentou condições climáticas, pelo menos parcialmente, diferentes das médias históricas registradas, mas muitas delas sofreram temperaturas médias quase próximas novas, de acordo com os resultados da análise. Essas áreas incluem parques nacionais de importância mundial, reservas indígenas e grandes extensões de áreas ecologicamente não fragmentadas.</p>
<blockquote><p>“Nosso estudo desafia a noção predominantemente de que as copas das florestas tropicais irão mitigar os impactos das mudanças climáticas e nos ajuda a entender como priorizar a conservação dessas áreas-chave da biodiversidade de forma eficaz”, afirma Alexander Lees, pesquisador da Universidade Metropolitana de Manchester (Reino Unido) e co-autor do artigo.</p></blockquote>
<p>De acordo com o estudo, A América Latina, em especial no sul da Amazônia e nos Andes, experimentou uma grande mudança geral em termos de temperatura cumulativa e na temperatura média anual, faixa de temperatura média diurna e sazonalidade de temperatura. Entre as principais causas dessa mudança estão, em nível global, a queima de combustíveis fósseis, e na Amazônia, o desmatamento e as queimadas, apontam os especialistas.</p>
<p>De acordo com a pesquiasora Joice Ferreira,  da Embrapa Amazônia Oriental, o<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">s dados do trabalho fornecem novas intenções das mudanças no clima que estão ocorrendo na escala mundial, incluindo a Amazônia. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">&#8220;São mudanças que implicam um efeito de perda da biodiversidade e aquecimento global com a perda de integridade de nossas florestas. Essas evidências, juntamente às perdas humanas que vivemos, tendo em vista a situação do Rio Grande do Sul, nos convidamos a mudar a nossa abordagem frente ao problema. de vida e agir para resolver esse problema&#8221;, finaliza.</span></p></blockquote>
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