<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>alta &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/alta/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Thu, 08 Dec 2022 19:17:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>alta &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Árvores mais antigas são mais resistentes à seca</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/arvores-mais-antigas-sao-mais-resistentes-a-seca/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/arvores-mais-antigas-sao-mais-resistentes-a-seca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 12:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[resistente]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=13719</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/angelim-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma nova análise de mais de 20 mil árvores em cinco continentes mostrou que os indivíduos mais antigos são mais tolerantes à seca do que árvores mais jovens no dossel das florestas. Isso significa que estes também são mais resistentes a eventos climáticos extremos – desde que permaneçam em pé. O estudo foi publicado na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/angelim-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma nova análise de mais de 20 mil árvores em cinco continentes mostrou que os indivíduos mais antigos são mais tolerantes à seca do que árvores mais jovens no dossel das florestas. Isso significa que estes também são mais resistentes a eventos climáticos extremos – desde que permaneçam em pé.</p>
<p>O estudo foi publicado na revista <a href="https://www.nature.com/articles/s41558-022-01528-w" target="_blank" rel="noopener">Nature Climate Change</a> por pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA). Eles analisaram o dossel da floresta, formado por copas de árvores maduras e sobrepostas no nível superior. As árvores foram divididas em três grupos de idade (jovens, intermediárias e maduras) e os cientistas examinaram como a idade influenciava a resposta à seca para diferentes espécies de madeiras nobres e coníferas.</p>
<p>Os autores descobriram que as árvores mais jovens no dossel superior experimentaram uma redução de crescimento de 28% durante a seca, em comparação com uma redução de 21% no crescimento das árvores mais velhas. Em situações de seca extrema, a diferença na redução de crescimento aumentou de 7% para 17% entre árvores jovens e velhas.</p>
<p>De acordo com a análise, quando aplicada em escala global, essa diferença pode ter “impactos enormes” no armazenamento e no balanço global de carbono. Ao mesmo tempo, o estudo apontou que as árvores mais jovens que conseguem sobreviver à seca mostraram maior resiliência, com capacidade maior de retornar às taxas de crescimento anteriores ao período seco.</p>
<p>“Esses resultados indicam que, a curto prazo, o impacto da seca nas florestas pode ser severo devido à prevalência de árvores mais jovens e sua maior sensibilidade à seca. Mas, a longo prazo, as árvores mais jovens têm maior capacidade de se recuperar da seca, o que pode ser benéfico para o estoque de carbono”, <a href="https://news.umich.edu/old-growth-trees-more-drought-tolerant-than-younger-ones-providing-a-buffer-against-climate-change/" target="_blank" rel="noopener">explicou</a> Tsun Fung (Tom) Au, um dos autores da pesquisa.</p>
<p>Os dados do estudo foram destacados pelas <a href="https://www.anthropocenemagazine.org/2022/12/when-trees-face-drought-old-age-trumps-youth/" target="_blank" rel="noopener">Anthropocene Magazine</a> e <a href="https://www.earth.com/news/old-growth-trees-more-tolerant-to-drought/" target="_blank" rel="noopener">Earth.com</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/arvores-mais-antigas-sao-mais-resistentes-a-seca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inflação de alimentos acumulada até setembro é a maior em 28 anos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/inflacao-de-alimentos-acumulada-ate-setembro-e-a-maior-em-28-anos/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/inflacao-de-alimentos-acumulada-ate-setembro-e-a-maior-em-28-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 20:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[setembro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=12900</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/alimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O grupo alimentação e bebidas acumulou inflação de 9,54% de janeiro a setembro. É a maior alta para o período em 28 anos, revela reportagem da Folha de São Paulo, segundo o cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Economia e Estatísticas (IBGE). São vários os motivos que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/10/alimentos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O grupo alimentação e bebidas acumulou inflação de 9,54% de janeiro a setembro. É a maior alta para o período em 28 anos, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/10/inflacao-dos-alimentos-e-a-maior-ate-setembro-desde-o-inicio-do-plano-real.shtml" target="_blank" rel="noopener">revela reportagem da Folha de São Paulo</a>, segundo o cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Economia e Estatísticas (IBGE).</p>
<p>São vários os motivos que levam a esse quadro trágico. O Brasil sofre os efeitos de extremos climáticos, como as fortes chuvas que prejudicaram plantações em regiões como o Sudeste; pressão de custos de produção gerada por fatores externos, como a Guerra na Ucrânia, e uma agropecuária de larga escala voltada para a exportação de <em>commodities</em>, que vê mais vantagens em exportar que atender ao mercado interno. É importante lembrar que os preços de alimentos, como as carnes, já vinham em alta, devido a descompassos entre oferta e procura antes da pandemia do novo coronavírus.</p>
<p>Apesar de todas as manobras do Ministério da Economia, o “dragão da inflação” – termo ressuscitado nesses anos de Bolsonaro – continua ativo.</p>
<p>“O diagnóstico ainda é de uma inflação alta”, diz na Folha o economista Luca Mercadante, da Rio Bravo Investimentos. “É uma inflação que tem impacto importante, que pesa na vida das pessoas. Elas percebem isso.”</p>
<p>Não só percebem como lutam para se adaptar às condições adversas, com prejuízo da própria saúde. Além de comer menos, a maioria dos brasileiros está se alimentando mal, trocando alimentos naturais por ultraprocessados. É o que revela estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (Nupens/USP).</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/inflacao-de-alimentos-acumulada-ate-setembro-e-a-maior-em-28-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cesta básica em Belém em junho compromete mais da metade do salário mínimo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-em-belem-em-junho-compromete-mais-da-metade-do-salario-minimo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-em-belem-em-junho-compromete-mais-da-metade-do-salario-minimo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 15:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese/PA]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11200</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/pao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As pesquisas do DIEESE/PA mostram que em junho, pelo sexto mês consecutivo este ano, o custo da alimentação básica dos paraenses voltou a ficar mais caro. A cesta básica dos paraenses calculada pela entidade custou R$ 632,26, comprometendo na sua aquisição mais da metade do atual salário mínimo de R$ 1.212,00. Das 17 capitais pesquisadas, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/pao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>As pesquisas do DIEESE/PA mostram que em junho, pelo sexto mês consecutivo este ano, o custo da alimentação básica dos paraenses voltou a ficar mais caro. A cesta básica dos paraenses calculada pela entidade custou R$ 632,26, comprometendo na sua aquisição mais da metade do atual salário mínimo de R$ 1.212,00.</p>
<p>Das 17 capitais pesquisadas, 9 apresentaram aumentos de preços e nas 8 restantes houver quedas em junho.</p>
<p>Já nos primeiros seis meses deste ano (Jan-Jun), o custo da cesta básica dos paraenses acumula alta de 13,54%, percentual bem superior à inflação estimada em torno de 4,50% (INPC/IBGE) para o mesmo período.</p>
<p>Nos últimos 12 meses (maio/2021-maio/2022), o reajuste acumulado foi de quase 22%, contra uma inflação estimada em torno de 12% para o mesmo período.</p>
<h3>Puxadores da alta</h3>
<p>O destaque da alta em junho foi o pão, de 10,29%, seguido do leite com alta de 7,07%; óleo de cozinha (soja) com alta de 6,73%; manteiga com alta de 5,38%; feijão com alta de 3,66%; café com alta de 3,30%; arroz com alta de 1,16%; açúcar com alta de 0,85%; banana com alta de 0,51%; carne bovina com alta de 0,18% e da farinha de mandioca com alta de 0,14%. Apenas o tomate apresentou recuo de preço de 10,18%.</p>
<h3>Custo por família</h3>
<p>Ainda segundo o DIEESE/PA, em junho, o custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de dois adultos e duas crianças, ficou em R$ 1.896,78, sendo necessários, aproximadamente 1,56 salário mínimo para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação.</p>
<p>A pesquisa da cesta básica de alimentos dos paraenses comercializada em Belém, em junho, mostra ainda, que para comprar os 12 itens básicos da cesta, o trabalhador paraense comprometeu 56,40% do atual salário mínimo, e teve que trabalhar 114 horas e 46 minutos das 220 horas previstas em Lei.</p>
<p><em>Fonte: DIEESE/PA</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-em-belem-em-junho-compromete-mais-da-metade-do-salario-minimo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preço do leite dispara em Belém; produto em pó chega a R$ 43,90 o quilo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/preco-do-leite-dispara-em-belem-produto-em-po-chega-a-r-4390-o-quilo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/preco-do-leite-dispara-em-belem-produto-em-po-chega-a-r-4390-o-quilo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 15:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[leite em pó]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=11131</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/leite-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os paraenses estão pagando mais caro pelo litro do leite consumido e comercializado em padarias e supermercados da capital, segundo as pesquisas realizadas pelo DIEESE/PA. No mês passado (Mai/2022), o preço do litro comercializado em Belém ficou quase 5% mais caro em relação a abril e, nos 12 meses, o reajuste acumulado alcançou quase 22%, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/07/leite-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os paraenses estão pagando mais caro pelo litro do leite consumido e comercializado em padarias e supermercados da capital, segundo as pesquisas realizadas pelo DIEESE/PA. No mês passado (Mai/2022), o preço do litro comercializado em Belém ficou quase 5% mais caro em relação a abril e, nos 12 meses, o reajuste acumulado alcançou quase 22%, percentual superior à inflação calculada em 11,90% (INPC/IBGE) para o mesmo período.</p>
<p>Em maio do ano passado, o preço do litro do produto foi comercializado em média a R$ 5,10; encerrou o ano passado (Dez/2021) sendo comercializado em média a R$ 5,56. No Inicio deste ano (Jan/2022) foi comercializado em média a R$ 5,51; em abril deste ano foi comercializado em média a R$ 5,93 e, no mês passado, maio, com novo aumento, foi comercializado em média a R$ 6,22.</p>
<h3>Vilão</h3>
<p>Mas teve um vilão maior dessa família na prateleira que o leite líquido, o leite em pó, chegando a R$ 43,90, o quilo, como mostrou o G1.</p>
<div id="facts" class="parallax parallax2 facts">
<div class="container inner">
<div class="row text-center services-3">
<div class="row text-center story">
<div>
<div class="col-wrapper"></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/preco-do-leite-dispara-em-belem-produto-em-po-chega-a-r-4390-o-quilo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cesta básica consumiu mais da metade do salário mínimo em Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-consumiu-mais-da-metade-do-salario-minimo-em-belem/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-consumiu-mais-da-metade-do-salario-minimo-em-belem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 20:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=10725</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/cesta-basica-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os primeiros cinco meses deste ano não foram nada bons para o bolso do paraense. A cesta básica subiu 12,88% nesse período. Custou R$ 628,58 ao paraense em maio, ou seja, mais da metade (56,07%) do atual salário mínimo de R$ 1.212. Se olharmos para os últimos 12 meses, a cesta básica comercializada em Belém [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/cesta-basica-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os primeiros cinco meses deste ano não foram nada bons para o bolso do paraense. A cesta básica subiu 12,88% nesse período. Custou R$ 628,58 ao paraense em maio, ou seja, mais da metade (56,07%) do atual salário mínimo de R$ 1.212. Se olharmos para os últimos 12 meses, a cesta básica comercializada em Belém apresentou reajuste acumulado de 21,86% contra uma inflação estimada em torno de 12,50% para o mesmo período.</p>
<p>Já o custo da cesta básica para uma família padrão paraense, composta de 2 adultos e 2 crianças, ficou em R$ 1.885,84, sendo necessários, portanto, aproximadamente 1,55 salário mínimo para garantir as mínimas necessidades do trabalhador e sua família, somente com alimentação. Os cálculos são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), divulgados nesta quarta-feira, 8/06.</p>
<p>Para piorar, Belém está entre as 11 capitais das 17 pesquisadas pelo DIEESE que apresentaram alta no preço da cesta básica no mês passado.</p>
<p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Os maiores vilões em maio foram o feijão com alta de 8,72%; óleo de cozinha (soja) com alta de 7,71%; tomate com alta de 5,42%; leite com alta de 4,89%; café com alta de 4,49%; pão com alta de 3,66%; arroz com alta de 1,96%; manteiga com alta de 1,67%; carne bovina com alta de 1,19%; farinha de mandioca com alta de 0,28%; açúcar com alta de 0,17% e banana com alta de 0,13%.</span></p>
<h3>Salário, ó</h3>
<p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Levando em consideração a Constituição, que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para alimentar o trabalhador e sua família, suprindo suas necessidades com alimentação, educação, moradia, saúde, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o valor do salário mínimo necessário para uma família deveria ter sido de R$ 6.535,40, 5,39 vezes maior que o atual de R$ 1.212. </span></p>
<p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">O valor do salário mínimo necessário é calculado de acordo com a determinação da Lei que estabeleceu os valores da Cesta Básica Nacional (decreto-lei N° 399/38) e também com base nos preceitos constitucionais que norteiam o salário mínimo.</span></p>
<p>A cesta básica mais cara do Brasil em maio foi a de São Paulo, ao custo de R$ 777,93; seguida de Florianópolis, com o custo de R$ 772,07, e de Porto Alegre, com o custo de R$ 768,76. Na outra ponta, os menores valores médios da cesta foram observados em Aracaju, com o custo de R$ 548,38, seguida de João Pessoa, com o custo de R$ 567,67, e Salvador ,com o custo de R$ 578,88.</p>
<p>Ainda segundo as pesquisas do DIEESE/PA, em termos de variação, no mês passado (Maio/2022), entre as 17 capitais que apresentaram elevações de preços, a maior alta foi verificada em Belém com reajuste de 2,99%, seguida de Recife com alta de 2,26% e de Salvador com alta de 0,53%. Na outra ponta, a maior queda foi registrada em Brasilia com recuo de 6,10% seguida de Rio de Janeiro com queda de 5,84% e de Belo Horizonte com queda de 5,81%.</p>
<p><em>Fonte: DIEESE-PA</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/cesta-basica-consumiu-mais-da-metade-do-salario-minimo-em-belem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caranguejo tem alta de 11% no quadrimestre, superior à inflação</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/caranguejo-tem-alta-de-11-no-quadrimestre-superior-a-inflacao/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/caranguejo-tem-alta-de-11-no-quadrimestre-superior-a-inflacao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2022 14:26:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[caranguejo]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=10539</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/caranguejo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Não é só a carne bovina e o açaí que passaram por alta de preços nos quatro primeiros meses do ano. Segundo balanço semanal do Dieese/PA e da Secretaria Municipal de Economia (Secon) divulgado na sexta-feira, 28/05, o preço do caranguejo teve alta de 11%, de janeiro a abril deste ano, superior à inflação do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/caranguejo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Não é só a carne bovina e o açaí que passaram por alta de preços nos quatro primeiros meses do ano. Segundo balanço semanal do Dieese/PA e da Secretaria Municipal de Economia (Secon) divulgado na sexta-feira, 28/05, o preço do caranguejo teve alta de 11%, de janeiro a abril deste ano, superior à inflação do período, de 4,49% (INPC/IBGE).</p>
<p>Desde junho de 2013, as pesquisas do pescado na capital estão sendo feitas semanalmente em conjunto entre o DIEESE/PA e a SECON, envolvendo coleta de preços de 38 tipos de pescados mais consumidos, além do camarão regional e o caranguejo.</p>
<h3>Variação por mês</h3>
<p>Em dezembro de 2021, a unidade do caranguejo Tipo Médio foi comercializada em média a R$ 2,67. No inicio deste ano, em janeiro, o preço do produto foi comercializado em média a R$ 2,57; em março foi comercializado a R$ 2,89 e, no mês de abril, foi comercializado em média a R$ 2,96.</p>
<p><em>Fonte: Dieese/PA</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/caranguejo-tem-alta-de-11-no-quadrimestre-superior-a-inflacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Botijão de gás tem alta de 31% nos últimos 12 meses no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/botijao-de-gas-tem-alta-de-31-nos-ultimos-12-meses-no-para/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/botijao-de-gas-tem-alta-de-31-nos-ultimos-12-meses-no-para/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 15:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[botijão de gás]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=10223</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/gas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A alta acumulada do botijão de gás de cozinha de 13 kg nos últimos 12 meses foi de 31,23%, segundo estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE-PA) divulgado nesta quarta-feira, 18/05. O percentual é superior à inflação estimada em torno de 12% para o mesmo período. Já a alta acumulada nos quatro [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/gas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A alta acumulada do botijão de gás de cozinha de 13 kg nos últimos 12 meses foi de 31,23%, segundo estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE-PA) divulgado nesta quarta-feira, 18/05. O percentual é superior à inflação estimada em torno de 12% para o mesmo período.</p>
<p>Já a alta acumulada nos quatro primeiros meses deste ano (Jan-Abr/2022) foi de quase 11% contra uma inflação estimada em torno de 4% para o mesmo período. Já a alta acumulada no mês de abril em relação a março foi de 3,63%.</p>
<p>O estudo foi feito pelo DIEESE/PA com base nos dados oficiais da Agência Nacional do Petróleo (ANP).</p>
<p>A trajetória de preços da unidade do botijão de gás de cozinha de 13 kg foi a seguinte nos últimos 12 meses: em abril de 2021, a unidade do produto foi comercializada em média ao custo de R$ 92,46; encerrou o ano passado (Dez/2021) a R$ 109,57.</p>
<p>No inicio deste ano, em janeiro, foi comercializado em média a R$ 110,81; em março foi comercializado em média a R$ 117,09 e, em abril, com nova alta, foi comercializado em média a R$ 121,84.</p>
<h3>Auxílio gás</h3>
<p>Quem recebe o Auxílio Gás não vai receber o valor neste mês de maio. Como o benefício é bimestral, o pagamento será retomado em junho. Veja <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/05/14/vale-gas-pagamentos-serao-retomados-em-junho-veja-calendario.ghtml" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> o calendário de pagamentos para o mês de junho, de acordo com o número final do NIS (número de inscrição social)</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/botijao-de-gas-tem-alta-de-31-nos-ultimos-12-meses-no-para/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Puxada por alimentos, bebidas e transportes, inflação sobe com alta de 11,6% do açaí</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/puxada-por-alimentos-bebidas-e-transportes-inflacao-sobe-com-alta-de-116-do-acai/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/puxada-por-alimentos-bebidas-e-transportes-inflacao-sobe-com-alta-de-116-do-acai/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 19:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[transportes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=10111</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/inflacao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A inflação teve alta de 1,06% em abril, após ter alcançado 1,62% em março. Esse foi o maior resultado para o mês de abril desde 1996 (1,26%), e o nosso açaí tem culpa no cartório. No ano, o indicador acumula alta de 4,29% e, nos últimos 12 meses, de 12,13%, acima dos 11,30% observados nos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/05/inflacao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A inflação teve alta de 1,06% em abril, após ter alcançado 1,62% em março. Esse foi o maior resultado para o mês de abril desde 1996 (1,26%), e o nosso açaí tem culpa no cartório.</p>
<p>No ano, o indicador acumula alta de 4,29% e, nos últimos 12 meses, de 12,13%, acima dos 11,30% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2021, a variação havia sido de 0,31%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados nesta quarta-feira, 11/05, pelo IBGE.</p>
<p>Em abril, os principais impactos vieram de alimentação e bebidas e dos transportes. Juntos, os dois grupos contribuíram com cerca de 80% do IPCA de abril.</p>
<p>Houve alta de mais de 10% no leite longa vida e em componentes importantes da cesta do consumidor como a batata-inglesa (18,28%), o morango (17,66%), o maracujá (15,99%), a couve-flor (13,25%), <strong>o açaí (11,63%)</strong>, o tomate (10,18%), o óleo de soja (8,24%), o pão francês (4,52%) e as carnes (1,02%).</p>
<p>Conforme você já leu por <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/litro-do-acai-tem-alta-de-18-no-preco-em-janeiro-informa-dieese/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>, o preço do açaí tem passado por altas desde o início do ano.</p>
<p>No caso dos transportes, a alta foi puxada, principalmente, pelo aumento nos preços dos combustíveis que continuaram subindo, assim como no mês anterior, com destaque para gasolina (2,48%). Outros combustíveis também subiram. O etanol subiu 8,44%, o óleo diesel, 4,74% e a ainda houve uma alta de 0,24% no gás veicular.</p>
<p>A pesquisa mostra ainda que todas as áreas pesquisadas tiveram alta em abril. A maior variação ocorreu na região metropolitana de Rio de Janeiro (1,39%), onde pesaram as altas dos produtos farmacêuticos (6,38%) e da gasolina (2,62%). A menor variação, por sua vez, ocorreu na região metropolitana de Salvador (0,67%), onde houve queda nos preços da gasolina (-3,90%) e da energia elétrica (-3,41%).</p>
<p><em>Fonte: IBGE</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/litro-do-acai-tem-alta-de-18-no-preco-em-janeiro-informa-dieese/" target="_blank" rel="noopener"><b>Litro do açaí tem alta de 18% no preço em janeiro, informa Dieese</b></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/puxada-por-alimentos-bebidas-e-transportes-inflacao-sobe-com-alta-de-116-do-acai/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exportações do Estado têm queda no 1º trimestre, mas de castanha-do-Pará crescem 680%</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/exportacoes-do-estado-tem-queda-no-1o-trimestre-mas-de-castanha-do-para-crescem-680/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/exportacoes-do-estado-tem-queda-no-1o-trimestre-mas-de-castanha-do-para-crescem-680/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 17:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[castanha-do-Pará]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Fiepa]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[minério de ferro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=9801</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/castanha-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará é um Estado dependente, economicamente, das exportações do minério de ferro. Quando nosso maior comprador vai mal, o resultado vem a galope. É o que mostram os novos dados do Ministério da Economia, analisados e divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/FIEPA). De janeiro a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/castanha-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará é um Estado dependente, economicamente, das exportações do minério de ferro. Quando nosso maior comprador vai mal, o resultado vem a galope. É o que mostram os novos dados do Ministério da Economia, analisados e divulgados pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Pará (CIN/FIEPA).</p>
<p>De janeiro a março deste ano, o Pará exportou o acumulado de US$ 4,7 bilhões, aparecendo em sexto lugar no ranking nacional por valor exportado. Com um saldo de US$ 4,2 bilhões, fechou o trimestre com uma variação negativa de -26,30%, em comparação com o mesmo período do ano passado, descendo para a terceira colocação no ranking nacional por saldo, atrás dos Estados do Mato Grosso e Minas Gerais.</p>
<h3>Baixa</h3>
<p>Um dos produtos que apresentaram queda, em relação a 2021, foi o minério de ferro bruto devido à baixa demanda do mercado chinês, principal comprador do minério de ferro exportado pelo Pará. Com um volume de US$ 2,9 bilhões exportados nos últimos três meses, o ferro apresentou uma queda de -38,78%. Hoje, os produtos minerais representam 87% de tudo o que é exportado pelo Estado. Do total de US$ 4,7 bilhões exportados apenas nos meses iniciais de 2022, US$ 4,1 bilhões são oriundos da mineração. O setor imobiliário da China está passando por um período de baixa demanda por imóveis, o que levou o país a reduzir seus investimentos em construção civil, impactando na compra de minério de ferro do Pará.</p>
<h3>Alta</h3>
<p>No entanto, outros produtos se destacaram na balança comercial do Estado, como a madeira, que teve uma alta de 98,44% e valor exportado de US$ US$ 108,5 milhões, tendo como principal destino os Estados Unidos; a soja, com um volume de US$ 190,6 milhões e variação positiva de 213,56%; as carnes de bovinos, que fecharam o trimestre com exportações na faixa de US$ 166,3 milhões e crescimento de 73,76%, no comparativo com 2021; e a castanha-do-Pará, que exportou US$ 2,1 milhões e teve um aumento de 680%, tendo como principal comprador os Estados Unidos.</p>
<p>“É importante analisarmos o crescimento nas exportações de produtos considerados não tradicionais, ou seja, aqueles que começaram a exportar e entraram na balança comercial paraense de 15 anos para cá, e isso mostra um esforço na diversificação dos produtos, o que é bem positivo, porque representa a entrada de novos produtos na nossa pauta e a geração de novos negócios”, avaliou Cassandra Lobato, coordenadora do CIN/FIEPA.</p>
<h3>Quem compra?</h3>
<p>Entre os blocos econômicos que negociam com o Pará, a Ásia (excluindo-se o Oriente Médio), com destaque para a China, foi o que mais comprou do Estado. Com um total de US$ 3 bilhões, representa uma participação de 64,33% no volume total das exportações paraenses. Em seguida aparecem a União Europeia, que importou US$ 867,2 milhões; e a América do Norte, que comprou US$ 377,8 milhões, com alta de 60,78%.</p>
<p>No consolidado do período, Parauapebas (PA) aparece como a terceira cidade do Brasil que mais exportou, com um valor total de US$ 1.633.264.608 bilhão, ficando atrás de Duque de Caxias/RJ (US$ 5 bilhões) e Rio de Janeiro/RJ (US$ 4.077 bilhões). Em quarto lugar está São Paulo (US$ 1.286.284.407 bilhões), e em quinto Canaã dos Carajás (PA) com US$ 1.272.097.866 bilhões em exportação.</p>
<p><em>Fonte: Fiepa</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/exportacoes-do-estado-tem-queda-no-1o-trimestre-mas-de-castanha-do-para-crescem-680/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preço do litro de açaí só dispara, calcula Dieese</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/preco-do-litro-de-acai-so-dispara-calcula-dieese/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/preco-do-litro-de-acai-so-dispara-calcula-dieese/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 12:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[Dieese]]></category>
		<category><![CDATA[litro]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=9293</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/preco-acai-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O açaí consumido pelos paraenses continua muito caro. No mês passado (Fev/2022), o preço do produto voltou a sofrer reajustes, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), que acompanha a trajetória dos preços do produto, já preparado em litro, com pesquisas semanais envolvendo feiras livres, supermercados da capital e outros pontos de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/preco-acai-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O açaí consumido pelos paraenses continua muito caro. No mês passado (Fev/2022), o preço do produto voltou a sofrer reajustes, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), que acompanha a trajetória dos preços do produto, já preparado em litro, com pesquisas semanais envolvendo feiras livres, supermercados da capital e outros pontos de vendas espalhados pela cidade. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 31/03.</p>
<p>O DIEESE/PA desenvolve esta pesquisa de preço do litro de açaí comercializado e consumido pelos paraenses na Grande Belém desde o inicio dos anos 90. Durante este período, foi possível observar que em função principalmente das sucessivas altas de preços, a outrora comida dos paraenses tem ficado proibitiva para grande parte da população, em especial a de menor renda.</p>
<p>Segundo as Pesquisas do DIEESE/PA, nos últimos meses, o preço do litro do açaí comercializado teve a seguinte trajetória:</p>
<ul>
<li>o litro do açaí do tipo médio, por exemplo, (o mais consumido) em Dez/2021, custava em média na Grande Belém <strong>R$ 18,655</strong>. Iniciou este ano (Jan/2022) sendo comercializado em média a <strong>R$ 22,04</strong> e, no mês passado, Fev/2022, foi comercializado em média a <strong>R$ 23,05</strong>.</li>
<li>Com isso, o litro de açaí do tipo médio apresentou alta no mês passado (Fev/22) de <strong>4,58%</strong> em relação ao mês de Jan/2022. Já no balanço dos dois primeiros meses deste ano (Jan-Fev/2022), a alta no preço do produto alcançou <strong>23,57%</strong> contra uma inflação calculada em 1,68% (INPC/IBGE) para o mesmo período.</li>
</ul>
<p>Ainda segundo as pesquisas do DIEESE/PA, os preços do litro de açaí são diferenciados em função dos vários locais de vendas, com isso existem diferenças de preços entre as varias feiras e pontos de vendas espalhados pela cidade, bem como também entre os supermercados que comercializam o produto.</p>
<p>Na última semana do mês de Fev/22, o litro do açaí do médio foi encontrado pelo DIEESE/PA com os seguintes preços:</p>
<ul>
<li>Nas feiras livres, o menor preço encontrado foi de <strong>R$ 10,00</strong> e o maior <strong>R$ 20,00</strong> e, nos supermercados, o preço do produto foi encontrado com preços em média a <strong>R$ 25,00</strong>.</li>
</ul>
<h3>Tipo grosso</h3>
<p>De acordo com as pesquisas do DIEESE/PA, o açaí do tipo grosso também está mais caro. Em Dez/2021, o litro do mesmo custava em média na Grande Belém <strong>R$ 28,60</strong>. No inicio deste ano (Jan/2022), foi comercializado em média a <strong>R$ 31,29</strong> e, no mês passado (Fev/2022), foi comercializado em média a <strong>R$ 33,12</strong> por litro.</p>
<p>Com isso o litro de açaí do tipo grosso apresentou alta de <strong>5,86% no mês de Fev/2022</strong> em relação ao mês de Jan/2022, entretanto nos dois primeiros meses de deste ano (Jan-Fev/2022), o reajuste acumulado no preço do produto foi de quase <strong>16,00%</strong> contra um a inflação calculada em 1,68% (INPC/IBGE) para o mesmo período.</p>
<p>As pesquisas do DIEESE/PA mostram ainda que o preço do litro do açaí do tipo grosso foi encontrado na última semana do mês de Fev/2022 nas feiras livres custando em torno de <strong>R$ 28,00</strong> e, nos supermercados, custando em torno de <strong>R$ 35,00</strong>.</p>
<p>Para este mês de Mar/2022, a tendência segundo o DIEESE/PA, é de novas altas nos preços do produto.</p>
<p><em>Fonte: DIEESE/PA</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/preco-do-litro-de-acai-so-dispara-calcula-dieese/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-04-27 22:53:21 by W3 Total Cache
-->