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	<title>Almeirim &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Almeirim &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Vazão do Rio Amazonas cresce e aumenta riscos de erosão e enchentes em comunidades do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Almeirim]]></category>
		<category><![CDATA[Arquipélago do Marajó]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/17-06-2016-santarem-pa-jpg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho O aumento da vazão do Rio Amazonas e das suas áreas de inundação provoca impactos cada vez mais visíveis em comunidades ribeirinhas, ecossistemas aquáticos e cidades da Amazônia, especialmente no Pará, onde estão algumas das maiores várzeas do planeta. Um estudo conduzido por pesquisadores do Brasil, França e Reino Unido publicado no [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/17-06-2016-santarem-pa-jpg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>O aumento da vazão do Rio Amazonas e das suas áreas de inundação provoca impactos cada vez mais visíveis em comunidades ribeirinhas, ecossistemas aquáticos e cidades da Amazônia, especialmente no Pará, onde estão algumas das maiores várzeas do planeta.</p>
<p>Um estudo conduzido por pesquisadores do Brasil, França e Reino Unido<a href="https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/ae45be/pdf" target="_blank" rel="noopener"> publicado no Environmental Research Letters</a> mostra que pequenas elevações no nível do rio geraram mudanças muito maiores dentro das planícies alagáveis, ampliando enchentes, erosão e alterações ambientais.</p>
<p>De acordo com o estudo, nas últimas décadas, o rio vem sofrendo com secas e inundações cada vez mais extremas. A causa? Mudanças climáticas, que levam em conta o aquecimento global provocado pelo aumento das emissões de gases estufa.</p>
<p>A pesquisa analisou o comportamento das águas entre 1970 e 2023 em áreas do baixo Amazonas, entre Manaus (no Amazonas) e Santarém (no Pará), utilizando imagens de satélite, medições hidrológicas e modelos computacionais.</p>
<p>Os resultados indicam que, desde 2005, a vazão do Amazonas aumentou 4,7% em relação às décadas anteriores. Em algumas várzeas, porém, o crescimento foi ainda mais expressivo. O Lago Grande do Curuai, em Santarém, é um desses exemplos. Por lá, o aumento chegou em 60%.</p>
<blockquote><p>“Já havia estudos mostrando o aumento da vazão no rio, mas não nas planícies”, afirmou a hidróloga Alice Fassoni de Andrade, líder da pesquisa.</p></blockquote>
<p>Segundo os pesquisadores, o fenômeno revela que o sistema amazônico está se tornando mais sensível. Hoje, pequenas mudanças no nível do rio conseguem produzir impactos hidrológicos muito maiores do que no passado.</p>
<h3>Pará entre as áreas mais vulneráveis</h3>
<p>O estudo aponta que o Pará está entre os estados mais expostos aos efeitos dessas mudanças porque concentra grandes áreas de várzea e recebe diretamente a dinâmica do baixo Amazonas.</p>
<p>Municípios como Santarém, Óbidos, Almeirim e regiões insulares do Marajó podem enfrentar enchentes mais frequentes, avanço das águas sobre áreas habitadas, dificuldades de transporte fluvial e danos em estruturas como portos e palafitas.</p>
<figure id="attachment_42735" aria-describedby="caption-attachment-42735" style="width: 862px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-42735" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-15-142349.png" alt="" width="862" height="675" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-15-142349.png 862w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-15-142349-300x235.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-15-142349-768x601.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-15-142349-150x117.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-15-142349-450x352.png 450w" sizes="(max-width: 862px) 100vw, 862px" /><figcaption id="caption-attachment-42735" class="wp-caption-text">Região habitada da planície inundável do Lago Grande de Curuai, em Santarém (PA), durante a cheia de junho de 2022. Foto: Alice Fassoni /UNB</figcaption></figure>
<p>Em Belém e áreas do estuário amazônico, especialistas também alertam para o aumento da vulnerabilidade urbana e da erosão das margens. O ecólogo Leandro Castello explica que o problema não está apenas na altura das cheias, mas também na velocidade da água.</p>
<blockquote><p>“O estudo mostra que enchentes muito intensas não causam impactos apenas por atingirem níveis elevados de água, mas também porque aumentam a velocidade com que a água se movimenta dentro das planícies de inundação”, comentou.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, o aumento da velocidade da água acelera processos de erosão, transporte de sedimentos e deslocamento de matéria orgânica, alterando profundamente o funcionamento das várzeas.</p>
<h3>Impactos na pesca, agricultura e biodiversidade</h3>
<p>As mudanças no regime das águas preocupam porque as várzeas amazônicas dependem de um equilíbrio natural entre seca e cheia. Quando esse ciclo se altera, espécies de peixes perdem áreas de reprodução, árvores adaptadas ao pulso natural das águas podem morrer e toda a dinâmica da fauna e da flora sofre mudanças.</p>
<p>Os efeitos atingem diretamente atividades tradicionais da Amazônia, como a pesca artesanal e a agricultura de várzea. No Pará, a preocupação também envolve a cadeia do açaí,  que depende do comportamento natural das cheias. Além disso, espécies como pirarucu, tucunaré e acará-açu podem enfrentar dificuldades devido à maior intensidade das correntezas em lagos e áreas alagadas.</p>
<blockquote><p>“Ainda é difícil prever com precisão como o aumento da velocidade da água afetará os peixes”, afirmou Castello. “Mas muitas espécies dependem justamente de ambientes de correnteza mais lenta.”</p></blockquote>
<h3>Erosão e desbarrancamentos avançam</h3>
<p>Outro efeito apontado pelos pesquisadores é o avanço dos desbarrancamentos e da perda de terras nas margens dos rios. Fluxos mais intensos aumentam a erosão das várzeas, provocam assoreamento de canais e podem comprometer áreas agrícolas e comunidades inteiras. O fenômeno já é observado em trechos do baixo Amazonas e do estuário paraense.</p>
<p>O ecólogo Jochen Schöngart destaca que a vegetação das várzeas funciona como uma barreira natural contra a força das águas. Ele detalha também que <span style="font-family: 'Public Sans', system-ui, sans-serif; font-size: 14px;">poucas áreas de várzea estão atualmente protegidas por unidades de conservação.</span></p>
<blockquote><p>“Sem as plantas e árvores da várzea, o impacto das cheias extremas para as populações ribeirinhas seria ainda maior”, declara.</p></blockquote>
<h3>Mudanças climáticas intensificam extremos</h3>
<p>Os pesquisadores associam o aumento das secas severas e das cheias históricas às mudanças climáticas e às alterações no regime de chuvas da Bacia Amazônica.</p>
<p>Dados analisados pelo estudo mostram que eventos extremos vêm se tornando mais frequentes nas últimas décadas. Em 2023, por exemplo, a Amazônia enfrentou uma seca histórica, que elevou a temperatura de lagos a até 41°C e provocou a morte de centenas de botos na região de Tefé.</p>
<p>Já durante as grandes enchentes, como as registradas em 2009 e 2021, as áreas de inundação do Amazonas atingiram vazões recordes. O hidrólogo Rodrigo de Paiva afirma que os modelos climáticos já indicam tendência de intensificação desses extremos.</p>
<blockquote><p>“Existe muita incerteza sobre como essa combinação de mudanças no regime de chuvas vai afetar o Amazonas no futuro”, explicou.</p></blockquote>
<p>Os pesquisadores defendem a ampliação do monitoramento contínuo das várzeas amazônicas e a criação de políticas públicas voltadas à proteção das populações ribeirinhas e da biodiversidade da região. Pra eles, esta é a principal forma de evitar mudanças irreversíveis na composição da fauna e flora amazônicas.</p>
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		<title>Implantação do parque estadual das árvores gigantes entra em nova fase</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/implantacao-do-parque-estadual-das-arvores-gigantes-entra-em-nova-fase/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 16:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Almeirim]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/expedicao_arvores_gigantes-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A nova fase de consolidação do Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia, no município de Almeirim, deu um passo decisivo no fim de outubro. A primeira missão técnica do Projeto ‘Árvores Gigantes para uma Nova Era – Fase II’ marcou o início do ciclo de implantação da unidade de conservação, que protege cerca de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/expedicao_arvores_gigantes-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A nova fase de consolidação do Parque Estadual das Árvores Gigantes da Amazônia, no município de Almeirim, deu um passo decisivo no fim de outubro. A primeira missão técnica do Projeto ‘Árvores Gigantes para uma Nova Era – Fase II’ marcou o início do ciclo de implantação da unidade de conservação, que protege cerca de 560 mil hectares de floresta e abriga o angelim-vermelho, a maior árvore da América Latina, com 88,5 metros de altura. As informações são da Fundação Amazônia Sustentável (FAS).</p>
<p>A expedição, que durou 14 dias, teve como principal objetivo o levantamento logístico para a instalação da base operacional do parque. A base, fundamental para a gestão e o uso público da área, contará com recepção, alojamentos, cozinha, escritório, além de sistemas sustentáveis de energia fotovoltaica e captação de água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A jornada reuniu equipes do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Paraense (Ideflor-Bio), da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), da Vonát Consultoria e da Cooperativa de Ecoturismo do Vale do Jari (Coopetu Jari). O grupo percorreu mais de 200 quilômetros por estradas de terra e rios, enfrentando corredeiras e cachoeiras, para identificar a área de instalação da base.</p>
<p>O reconhecimento do território permitiu mapear rotas seguras e reforçou o potencial do parque para o ecoturismo, turismo de aventura e observação da natureza.</p>
<p>Conforme Júlio Meyer, gerente da Região Administrativa de Belém do Ideflor-Bio, “o lugar é um santuário” e deve oferecer experiências imersivas e seguras.</p>
<blockquote><p>&#8220;São comunidades tradicionais, biodiversidade abundante em uma paisagem selvagem que possibilita que tenhamos um produto turístico de competitividade internacional&#8221;, enfatizou.</p></blockquote>
<h3>Desenvolvimento sustentável</h3>
<p>Além da infraestrutura física, a missão priorizou o fortalecimento do protagonismo comunitário. Foram realizadas oficinas e visitas técnicas em comunidades como São Francisco do Iratapuru e Cachoeira Santo Antônio, voltadas à sensibilização e capacitação de operadores de turismo e condutores locais em temas como gestão de riscos.</p>
<p>Juliane Menezes, coordenadora da FAS, destacou a importância dessa integração.</p>
<blockquote><p>“Essa missão foi fundamental para planejar as atividades de forma integrada às partes interessadas, conciliando conservação ambiental, pesquisa científica e geração de oportunidades para as populações locais.”</p></blockquote>
<p>Os questionários socioeconômicos preliminares aplicados nas comunidades servirão de subsídio para a formação do Conselho Gestor e a elaboração do Plano de Gestão do Parque, que será construído de forma participativa.</p>
<p>O presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, frisou que o Parque simboliza uma política ambiental moderna do governo paraense (conforme instrução), que “alia ciência, conservação e desenvolvimento sustentável,” visando transformar um patrimônio natural em um espaço de conhecimento e geração de oportunidades.</p>
<p>Os próximos passos do projeto incluem a contratação de empresas para a construção da base e o manejo de trilhas, além da continuidade das capacitações e das oficinas para a cocriação do Plano de Gestão, que definirá as diretrizes de conservação e uso público do Parque.</p>
<hr />
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		<item>
		<title>Mapa confirma foco de Vassoura-de-Bruxa da Mandioca no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/mapa-confirma-foco-de-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 20:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Almeirim]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[vassoura de bruxa da mandioca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/vassoura_de_bruxa2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, em 15 de maio, o primeiro foco da praga Vassoura-de-Bruxa da Mandioca (Ceratobasidium theobromae) no Pará. A ocorrência foi detectada na Terra Indígena do Parque do Tumucumaque, em Almeirim, perto da fronteira com o Suriname. A descoberta ocorreu após uma denúncia, levando técnicos do Amapá a inspecionar [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/vassoura_de_bruxa2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, em 15 de maio, o primeiro foco da praga Vassoura-de-Bruxa da Mandioca (Ceratobasidium theobromae) no Pará. A ocorrência foi detectada na Terra Indígena do Parque do Tumucumaque, em Almeirim, perto da fronteira com o Suriname.</p>
<p>A descoberta ocorreu após uma denúncia, levando técnicos do Amapá a inspecionar a Aldeia Bona em 28 de abril. Duas amostras de plantas com sintomas foram coletadas e enviadas para análise no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiás (LFDA/GO), que confirmou a presença da praga.</p>
<p>O local afetado é uma área remota, de acesso difícil, habitada por comunidades indígenas com vínculo administrativo com o Amapá e só pode ser acessada por voos fretados. A região está distante das principais áreas produtoras de mandioca no Pará.</p>
<p>O Estado do Pará é maior produtor de mandioca do Brasil. Os municípios com as maiores áreas e produções do Brasi são Acará, Santarém, Oriximiná e Óbidos.</p>
<figure id="attachment_34574" aria-describedby="caption-attachment-34574" style="width: 647px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-34574" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/mapa_vassoura_de_bruxa_mandioca-300x247.jpeg" alt="" width="647" height="532" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/mapa_vassoura_de_bruxa_mandioca-300x247.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/mapa_vassoura_de_bruxa_mandioca-150x124.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/mapa_vassoura_de_bruxa_mandioca-450x371.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/mapa_vassoura_de_bruxa_mandioca.jpeg 600w" sizes="(max-width: 647px) 100vw, 647px" /><figcaption id="caption-attachment-34574" class="wp-caption-text">Foco encontra-se na Terra Indígena do Parque do Tumucumaque, no extremo norte de Almeirim,</figcaption></figure>
<h3>Plano emergencial</h3>
<p>A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), em parceria com o Mapa, realiza levantamentos em todo o estado como parte do Plano Emergencial para Prevenção da Vassoura-de-Bruxa da Mandioca. Até o momento, não há registro de suspeitas em áreas comerciais de produção nem interceptação de material vegetal suspeito nas barreiras de fiscalização do norte do estado.</p>
<p>O Mapa esclarece que a Vassoura-de-Bruxa da Mandioca não tem relação com a praga que afeta o cacaueiro. Embora o fungo não ofereça risco à saúde humana, ele é altamente destrutivo para as lavouras de mandioca.</p>
<p>A doença, identificada pela primeira vez em 2024 pela Embrapa Amapá em terras indígenas de Oiapoque, causa ramos secos e deformados, nanismo, proliferação de brotos fracos, clorose, murcha e a morte das plantas. Sua dispersão ocorre principalmente por meio de material vegetal contaminado, ferramentas de poda, solo e água.</p>
<p>O Mapa trabalha com os órgãos estaduais de defesa agropecuária na vigilância, diagnóstico e contenção da praga, reforçando as medidas de biosseguridade para evitar sua disseminação para áreas comerciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Agricultores de Almerim movimentam até R$ 12 milhões de crédito rural com o apoio da Emater</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 20:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Almeirim]]></category>
		<category><![CDATA[Baixo Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Jari]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Paru]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/pecuaria-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Segundo a estimativa da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), os agricultores de Almeirim, na região do Baixo Amazonas, podem ter acesso a um volume de crédito rural de até R$ 12 milhões, por meio da parceria com as duas agências do Banco do Brasil que atuam no município paraense, informou [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/pecuaria-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Segundo a estimativa da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), os agricultores de Almeirim, na região do Baixo Amazonas, podem ter acesso a um volume de crédito rural de até R$ 12 milhões, por meio da parceria com as duas agências do Banco do Brasil que atuam no município paraense, informou a instituição nesta segunda-feira, 14/03.</p>
<p>Os pecuaristas de corte e de leite das regiões da Estrada Nova, do Rio Jari e do Rio Paru, devem ser os principais beneficiados, conforme informou a Emater, no dia 10/03, a partir de linhas de crédito do Mais Alimentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de custeio pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).</p>
<blockquote><p>“A previsão é de que os recursos e a formalização da união organizacional de esforços oxigenem ainda mais atividades socioeconômicas que sabemos fundamentais para o desenvolvimento sustentável de Almeirim, cobrindo áreas nunca antes financiadas”, avaliou o chefe do escritório da Emater, o técnico em agropecuária Elinaldo Silva.</p></blockquote>
<p>Ainda será assinado neste mês um convênio entre Emater e Fundação Jari, a instituição social ligada ao Grupo Jari, que ajudará a fortalecer o atendimento especificamente na região do Distrito do Monte Dourado.</p>
<h3><strong>Trabalhando juntos</strong></h3>
<p>A gestão da Emater, o gerente geral da agência do BB de Laranjal do Jari, Bruno Cardoso, e representantes da Fundação Jari têm visitado propriedades para reconhecimento <em>in loco</em> da realidade do campo e prospecção de novos agronegócios.</p>
<blockquote><p>“Cada inspeção, com o acompanhamento da Emater, aproxima-nos de um passo a passo que é oferecer a solução em crédito da realidade de cada produtor rural, considerando os zoneamentos de cultivos e o potencial da região. O financiamento é um caminho pelo qual o produtor rural consegue incluir o cálculo de despesas de produção, investimento em benfeitorias e comercialização da produção, por exemplo ”, resume o gerente.</p></blockquote>
<h3><strong>Esperança</strong></h3>
<p>Na Fazenda Jaguar, com 500 hectares, a expectativa é extrema. Situada na Estrada Nova, no Ramal do Zé Queimado, é onde pastejam 219 cabeças de gado nelore, ao lado de pequenas lavouras de milho, intencionadas para a suplementação alimentar do rebanho. Há, ainda, pomar com limão e banana, para consumo próprio.</p>
<blockquote><p>“Eu tenho pouco animal para muito terreno e cultivo pouco milho porque planto tudo na mão. Me falta dinheiro para comprar mais gado e me falta dinheiro para comprar trator”, relata José João Trajano, mais conhecido como &#8216;Roberto do Caminhão&#8217;, 57 anos.</p></blockquote>
<blockquote><p>“Porque estava tudo parado, então voltei a fazer planos verdadeiros, retornei a acreditar que era possível uma política pública que transformasse a vida das pessoas do campo”, suspira e inspira José Trajano.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Emater </em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/treinamento-linha-de-credito-sustentavel-emater/"><strong>Técnicos da Emater participam de treinamento para alavancar linha de crédito sustentável</strong></a><br />
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<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/no-municipio-de-mojui-dos-campos-a-emater-apoia-agricultores-a-acessarem-politicas-publicas/">Emater apoia agricultores de Mojuí dos Campos a acessarem políticas públicas</a><br />
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		<title>Atendimento da Emater transforma realidade de ilha de Almeirim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 19:27:55 +0000</pubDate>
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<p dir="ltr">Em dezembro do ano passado, a Associação de Santa Luzia completou um ano de existência. Atualmente, as 22 famílias associadas colhem por ano cerca de 18 toneladas de cacau e 10 toneladas de açaí. Além disso, pescam seis toneladas de camarão e alguns quilos de peixe. O cacau é vendido para virar chocolate na Transamazônica, o açaí abastece a região do Jari, com o excedente para o Amapá, e o camarão acaba importado para a capital Belém.</p>
<p dir="ltr">Isso ocorre graças à assistência da Emater à localidade.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“A presença da Emater tem ajudado a gente a sonhar grande e a realizar grande. É muita transformação em pouco tempo. São nossos conhecimentos dando as mãos pros conhecimentos dos técnicos da Emater e juntos todos mundo acreditando que pode dar certo”, afirma o agricultor Ronelson Teles, 41, presidente da Associação dos Produtores Agroextrativistas e Pescadores Artesanais da Comunidade Santa Luzia do Taiassuy e Região (Aprosan).</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">A demanda de um atendimento mais intensificado e regular da Emater se estrutura com a organização social. O objetivo é mobilizar os agricultores e organizar os sistemas produtivos, prospectando novos mercados e aumentando margens de lucros.</p>
<p dir="ltr">“É possível, por exemplo, estudar formas de, pouco a pouco, reduzir a dependência de atravessadores para o escoamento da produção e beneficiar as matérias-primas”, propõe o chefe do escritório local da Emater, o técnico em agropecuária Elinaldo Silva.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“As seis famílias que ainda não se associaram irão se convencer pelo bom exemplo. Com a assistência técnica, estamos saindo do mero plantar intuitivo para tecnologias verdadeiras de manejo e acesso a direitos como crédito rural. É uma troca de saberes”, planeja Ronelson.</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">A injeção de recursos é para expandir e melhorar as lavouras. O foco, ademais, coloca-se em agroindústria, insumos e capacitações . “Penso, por exemplo, em uma despolpadeira e até em turismo rural”, enumera.</p>
<p dir="ltr">Com sede própria e a expectativa para agora em 2022 de um viveiro de mudas via apoio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), a Aprosan é considerada pela Emater um case de sucesso.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“É como se fosse um projeto de resultado relâmpago, porque a receptividade dos agricultores foi muito boa e as políticas públicas do setor têm bastante cabimento para o interesse e o potencial das famílias”, indica o técnico Silva, da Emater.</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Neste semestre, ainda, a Emater está articulando a liberação de pelo menos R$ 200 mil de crédito rural para o manejo de açaizais.</p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Aline Miranda, Emater-PA</em></p>
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