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	<title>Adepará &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>Adepará &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará tem seis municípios livres da mosca-da-carambola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/mosca_da_carambola-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União, nesta terça-feira, a Portaria nº 1.569/2026, que reconhece oficialmente seis municípios do Pará como áreas livres da mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae). A praga é classificada como de alto risco e uma das principais ameaças às lavouras nacionais. Os municípios contemplados pelo novo status [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/mosca_da_carambola-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União, nesta terça-feira, a Portaria nº 1.569/2026, que reconhece oficialmente seis municípios do Pará como áreas livres da mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae). A praga é classificada como de alto risco e uma das principais ameaças às lavouras nacionais.</p>
<p>Os municípios contemplados pelo novo status sanitário são Breves, Curralinho, Melgaço e Portel (localizados no Arquipélago do Marajó), além de Oriximiná e Terra Santa (na Região Oeste).</p>
<p>Há mais de 20 anos, o governo do Pará, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adepará), executa ações ininterruptas para barrar a entrada e a propagação da praga em território paraense. O trabalho envolve um esforço integrado de agrônomos e servidores, tanto no suporte administrativo quanto nas frentes de campo.</p>
<p>Essa atuação é vital para proteger a economia de polos estratégicos, como a produção de laranja em Capitão Poço (nordeste) e de limão em Monte Alegre (oeste), garantindo que a produção mantenha sua viabilidade econômica e sanidade para o comércio.</p>
<p>O reconhecimento federal valida a eficácia do Programa Estadual de Erradicação da Mosca das Frutas, que realiza o monitoramento constante, a fiscalização rigorosa do trânsito agropecuário, levantamentos de detecção e ações de educação sanitária em todos os 144 municípios do Pará.</p>
<p>Para a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal, Lucionila Pimentel, “esse resultado reflete o trabalho consistente das equipes e fortalece a defesa fitossanitária do Pará, garantindo avanços na proteção da fruticultura”.</p>
<h3>Vigilância contínua</h3>
<p>Apesar do avanço, o estado mantém o sinal de alerta em pontos específicos. O município de Almeirim, no oeste paraense, permanece classificado como área sob quarentena. No local, a Adepará mantém vigilância ativa e controle rigoroso para conter a praga e evitar sua disseminação para as áreas agora declaradas livres.</p>
<p>O novo status dos seis municípios reafirma o compromisso dos profissionais da defesa agropecuária com a excelência técnica e a responsabilidade econômica perante o produtor rural.</p>
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		<item>
		<title>Convênio de R$ 2,2 milhões fortalece defesa contra pragas no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 16:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[defesa agropecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[vassoura de bruxa da mandioca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/vassoura-de-bruxa-da-mandioca-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Com o objetivo de blindar o setor produtivo paraense contra ameaças fitossanitárias, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) formalizaram, nesta quarta-feira, 4, um convênio de cooperação técnica de R$ 2,2 milhões. O recurso será aplicado exclusivamente em ações emergenciais de fiscalização e controle [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/vassoura-de-bruxa-da-mandioca-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Com o objetivo de blindar o setor produtivo paraense contra ameaças fitossanitárias, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) formalizaram, nesta quarta-feira, 4, um convênio de cooperação técnica de R$ 2,2 milhões. O recurso será aplicado exclusivamente em ações emergenciais de fiscalização e controle ao longo de 2026.</p>
<p>Para o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, o acordo representa um salto estratégico na proteção do campo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Este convênio reafirma nossa parceria com o governo federal. Ele fortalece a defesa frente a três emergências fitossanitárias prioritárias, garantindo que o produtor mantenha sua capacidade de produção, geração de renda e manutenção de empregos&#8221;, destacou Macedo.</p></blockquote>
<p>Segundo o Mapa, o repasse de R$ 2,2 milhões será alocado como orçamento de custeio e investimento.</p>
<p>De acordo com o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart, o montante permitirá à Adepará modernizar sua estrutura, adquirir veículos e instrumentos de fiscalização, além de arcar com as despesas operacionais das ações de campo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os avanços na liderança global do Brasil em diversas cadeias produtivas são resultado do trabalho técnico realizado nos estados. Este convênio amplia a capacidade de resposta da defesa agropecuária paraense&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<h3>As ameaças no radar</h3>
<p>O combate às pragas é vital para a economia paraense. Segundo Lucionila Pimentel, diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, as cadeias produtivas que estão sob maior proteção movimentam cerca de R$ 10 bilhões anuais e ocupam 600 mil hectares no Estado.</p>
<p>Atualmente, o foco da fiscalização está concentrado em três frentes:</p>
<ul>
<li><strong>Vassoura-de-bruxa da mandioca</strong>: Com ocorrência restrita ao Parque do Tumucumaque (AP). Não há registros no Pará, mas o monitoramento é intensivo para evitar a entrada da praga.</li>
<li><strong>Mosca-da-carambola:</strong> Monitoramento contínuo com armadilhas e barreiras volantes na divisa com o Amapá para proteger os polos de fruticultura.</li>
<li><strong>Monilíase:</strong> Ações preventivas para evitar que a doença, que ataca o cacaueiro e o cupuaçuzeiro, comprometa o Pará, maior produtor nacional de amêndoas de cacau.</li>
</ul>
<p>Para executar o plano, a Adepará conta com uma capilaridade robusta: são 20 regionais, 178 escritórios locais de sanidade agropecuária e 14 postos de fiscalização distribuídos por todo o território paraense.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fique atento: prazo para atualização cadastral da palma de óleo no Pará vai até 31 de janeiro</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/fique-atento-prazo-para-atualizacao-cadastral-da-palma-de-oleo-no-para-vai-ate-31-de-janeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 17:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro de unidades produtivas de palma de óleo no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[dendê]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra de Dendê no Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/20260106123904-GC00073757-F00283370-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) emitiu um alerta aos produtores rurais sobre o prazo para atualização dos dados referente a safra de dendê de 2026, que vai até o dia 31 de janeiro. Em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2026, a Portaria Nº 7336/2025 determina [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/20260106123904-GC00073757-F00283370-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) emitiu um alerta aos produtores rurais sobre o prazo para atualização dos dados referente a safra de dendê de 2026, que vai até o dia 31 de janeiro.</p>
<p>Em vigor desde o dia 1º de janeiro de 2026, a<a href="https://www.semas.pa.gov.br/legislacao/files/pdf/841463.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Portaria Nº 7336/2025</a> determina a obrigatoriedade do cadastro das unidades produtivas de palma de óleo no Estado. O objetivo é implementar práticas de rastreabilidade, assim como melhorar o controle sanitário e o monitoramento da cadeia produtiva da Palma de Óleo.</p>
<p>Os produtores que não realizarem a atualização cadastral não poderão emitir a Guia de Trânsito Vegetal (GTV), impedindo a circulação desses produtos até sua regularização.</p>
<p>Joselena Tavares, gerente de Inspeção e Classificação Vegetal da Adepará, reforça que a rastreabilidade é fundamental para proteger a cadeia produtiva, beneficiando principalmente a agricultura familiar, responsável por mais da metade dos 1.438 produtores de dendê no Pará.</p>
<h3><strong>Como fazer a atualização?</strong></h3>
<p>O produtor deve comparecer a uma Unidade Local de Sanidade Agropecuária (Ulsa) ou escritório da agência no município onde está localizada a propriedade rural, munido de cópias dos seguintes documentos:</p>
<ul>
<li>Pessoa Física: RG e CPF;</li>
<li>Pessoa Jurídica: CNPJ e Contrato Social;</li>
<li>Comprovante de residência atualizado;</li>
<li>Comprovante de uso, posse ou propriedade da terra;</li>
<li>Número de telefone e e-mail válidos.</li>
</ul>
<p>A Adepará alerta que a atualização cadastral só será válida com a entrega das cópias completas dos documentos solicitados e a assinatura do produtor no formulário de atualização. Caso não saiba qual escritório está mais próximo de você, é possível tirar dúvidas por meio das gerências regionais, que <a href="https://www.adepara.pa.gov.br/node/199" target="_blank" rel="noopener">podem ser consultadas no site da própria Adepará</a>.</p>
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		<item>
		<title>Pecuaristas do Pará têm menos de 60 dias para identificar o rebanho e regularizar a GTA</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/pecuaristas-do-para-tem-menos-de-60-dias-para-identificar-seu-rebanho-e-regularizar-a-gta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 18:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[brincagem]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[rastreabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/boi-brincado-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os produtores rurais paraenses têm menos de 60 dias até o início do prazo oficial que tornará obrigatória a identificação de bovinos e bubalinos com brincos — visual e eletrônico — e a regularização da Guia de Trânsito Animal (GTA). A medida passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026, conforme previsto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/boi-brincado-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os produtores rurais paraenses têm menos de 60 dias até o início do prazo oficial que tornará obrigatória a identificação de bovinos e bubalinos com brincos — visual e eletrônico — e a regularização da Guia de Trânsito Animal (GTA).</p>
<p>A medida passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026, conforme previsto no Sistema de Rastreabilidade Bovídea do Pará (SRBPA).</p>
<p>Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), o governo do Pará está com uma campanha publicitária em andamento para orientar os criadores sobre a importância da brincagem e da atualização da GTA. A recomendação é que os produtores não deixem para a última hora a realização do procedimento e o cadastramento dos animais no sistema de rastreabilidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;É fundamental que o produtor declare o número de animais que possui e confirme a identificação de todo o rebanho em trânsito até essa data limite”, destacou Barbra Lopes, coordenadora de Cadastro e Rastreabilidade Animal da Adepará.</p></blockquote>
<p>Para produtores com até 100 animais, o Governo do Pará, por meio da Adepará, fará a doação dos brincos de identificação. Já os criadores com rebanhos superiores a essa quantidade poderão adquirir os materiais em revendas agropecuárias cadastradas junto à Agência, distribuídas nos municípios paraenses.</p>
<p>A Adepará vem investindo fortemente em infraestrutura para garantir a execução eficiente da rastreabilidade em um dos maiores rebanhos do país — o segundo em bovinos, com mais de 26 milhões de cabeças, e o primeiro em búfalos, com mais de 800 mil animais. Entre as ações, destacam-se a entrega de 95 veículos novos e 16 lanchas, além da modernização das unidades regionais e da capacitação de operadores de rastreabilidade (OPR), responsáveis pela aplicação dos brincos nos animais.</p>
<p>De acordo com o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo, o sistema desenvolvido pela Agência é robusto e seguro, hospedado na plataforma AWS (Amazon Web Services), o que garante agilidade e integridade dos dados.</p>
<blockquote><p>“O sistema gerencia informações sobre animais, produtores, rebanhos, vacinação e emissão de guias. A rastreabilidade, focada em trânsito e saúde animal, é um pilar do Programa da Pecuária Sustentável, que busca integridade sanitária, socioambiental e segurança jurídica na produção rural. É uma ação integrada entre o setor público, o terceiro setor e a iniciativa privada para consolidar uma pecuária de alta produtividade e ambientalmente responsável”, afirmou o gestor.</p></blockquote>
<p>Mais informações sobre a rastreabilidade bovídea e o cadastramento de produtores podem ser obtidas no site oficial da Adepará:<a href="https://www.adepara.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"> www.adepara.pa.gov.br</a> ou nas unidades regionais da Agência em todo o estado.</p>
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		<title>Pará realiza primeira exportação de carne bovina com rastreabilidade individual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 14:24:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Pecuária Sustentável do Pará.]]></category>
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		<category><![CDATA[Xinguara]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/boi_rastreabilidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará, detentor do segundo maior rebanho do país, com 26 milhões de cabeças de gado, e pioneiro na rastreabilidade individual animal, iniciou a exportação de carne bovina produzida com o Sistema de Rastreabilidade Bovina Individual do Pará (SRBIPA). Do município de Xinguara, conhecido como a capital do boi gordo, saiu a primeira remessa de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/boi_rastreabilidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará, detentor do segundo maior rebanho do país, com 26 milhões de cabeças de gado, e pioneiro na rastreabilidade individual animal, iniciou a exportação de carne bovina produzida com o Sistema de Rastreabilidade Bovina Individual do Pará (SRBIPA). Do município de Xinguara, conhecido como a capital do boi gordo, saiu a primeira remessa de 108 toneladas com destino à China.</p>
<p>De acordo com a Adepará, o lote exportado incluiu mais de 350 bovinos machos da raça Nelore, com idades entre 13 e 24 meses, transportados em 22 caminhões para um frigorífico com Serviço de Inspeção Federal (SIF), em Água Azul do Norte. O SIF, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), fiscaliza e certifica a produção de alimentos de origem animal, garantindo o cumprimento de todos os padrões sanitários exigidos para consumo interno e exportação.</p>
<p>Após o nascimento, cada animal recebeu dois brincos de identificação: um amarelo, para leitura visual, e outro azul eletrônico, que permite monitoramento por radiofrequência. Durante 90 dias, o rebanho foi alimentado com silagem, capim e ração, seguindo manejo sustentável em pasto rotacionado intensivo. Esse processo garante rastreabilidade completa e fortalece a qualidade e a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva da carne.</p>
<h3>Rastreabilidade como diferencial</h3>
<p>O SRBIPA faz parte do Programa Pecuária Sustentável do Pará, executado pelo Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará). A iniciativa garante o controle sanitário do rebanho desde o nascimento até o abate, priorizando produtividade, transparência e responsabilidade socioambiental, preservando a cadeia produtiva em todas as fases. O primeiro lote de carne produzido com o sistema registrou ganho médio de 592 quilos por animal, totalizando 7.212,48 arrobas.</p>
<blockquote><p>“O sistema de rastreabilidade é pioneiro no Brasil e qualifica a carne paraense para mercados internacionais, oferecendo garantias sanitárias de produção e de origem do produto, permitindo o acompanhamento até chegar ao frigorífico e fortalecendo a confiança do consumidor”, destaca Jamir Macedo, diretor-geral da Adepará.</p></blockquote>
<p>Para o zootecnista e gestor de propriedade rural, Adriano Silva, a rastreabilidade agrega valor à produção.</p>
<blockquote><p>“Com o número de identificação de cada animal, é possível acompanhar o ganho de peso individualmente, tornando a produção e a gestão da propriedade mais precisas. Isso impacta diretamente a qualidade do produto final, abre acesso a diferentes mercados e contribui para o desenvolvimento da pecuária no Pará”, afirma.</p></blockquote>
<p>A partir de janeiro de 2026, a movimentação de bovinos e bubalinos no Pará deverá ser acompanhada da Guia de Trânsito Animal (GTA) e registro obrigatório no SRBIPA. A partir de janeiro de 2027, todo o rebanho estadual deverá estar identificado individualmente. Os brincos de identificação são fornecidos gratuitamente pelo Governo do Pará a produtores com até 100 animais, que podem procurar a Adepará em seu município para adquirir os itens e realizar a identificação individual.</p>
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		<title>Cametá recebe orientações para ajudar na prevenção à vassoura-de-bruxa da mandioca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 16:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[vassoura de bruxa da mandioca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=36455</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250902-WA0009-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta semana, comunidades do município de Cametá, na Região de Integração (RI) do Rio Tocantins, receberam a I Caravana de Educação Sanitária sobre a vassoura-de-bruxa da Mandioca, uma ação educativa conjunta para capacitar os técnicos e comunidades do município a prevenir a praga. A ação realizada por 50 representantes de instituições ligadas à defesa agropecuária, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250902-WA0009-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta semana, comunidades do município de Cametá, na Região de Integração (RI) do Rio Tocantins, receberam a I Caravana de Educação Sanitária sobre a vassoura-de-bruxa da Mandioca, uma ação educativa conjunta para capacitar os técnicos e comunidades do município a prevenir a praga.</p>
<p>A ação realizada por 50 representantes de instituições ligadas à defesa agropecuária, extensão rural, agricultura familiar, ensino, pesquisa e tecnologia estiveram em escolas, embarcações, portos, feiras, sindicatos e comunidades rurais de Cametá para compartilhar com agricultores, professores, agentes de saúde e estudantes formas de prevenir a doença.</p>
<p>Thaís Leão, gerente de pragas quarentenárias da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), relembra a importância da ação de combate após a confirmação da <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/mapa-confirma-foco-de-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_blank" rel="noopener">presença da praga no município de Almeirim,</a> na Aldeia Bona, Território Indígena do Tumucumaque, em uma área remota de difícil acesso.</p>
<blockquote><p>“Existe uma preocupação com essa emergência fitossanitária em nível nacional, uma vez que somos os maiores produtores do País. Então, no evento, representantes de vários Estados foram treinados como agentes multiplicadores de informação. Eles atuaram nas comunidades durante o evento e darão continuidade às ações educadtivas nos seus respectivos Estados”. Thaís Leão,  gerente de pragas quarentenárias da Adepará.</p></blockquote>
<p>A ação educativa idealizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) foi organizada e coordenada no Pará  pela Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária no Pará (SFA-PA/MAPA) e pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) em parceria com instituições públicas, privadas e educacionais de Cametá.</p>
<p>O Ministério Público<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/ministerio-publico-acompanha-combate-a-praga-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_blank" rel="noopener"> está acompanhando as ações do Poder Público</a> para combater a “vassoura-de-bruxa da mandioca”.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/ministerio-publico-acompanha-combate-a-praga-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_top">Ministério Público acompanha combate a praga ‘vassoura-de-bruxa da mandioca’ no Pará</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/mapa-confirma-foco-de-vassoura-de-bruxa-da-mandioca-no-para/" target="_top">Mapa confirma foco de Vassoura-de-Bruxa da Mandioca no Pará</a></strong></p>
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		<title>Governo do Pará capacita 70 operadores para rastreabilidade bovina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 13:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
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		<category><![CDATA[carne]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/rastreabilidade_brincagem-bovina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em um encontro que reuniu pecuaristas, representantes da indústria da carne e profissionais do agronegócio, o Governo do Pará capacitou 70 operadores da rastreabilidade bovina e identificou 180 animais no Sistema de Rastreabilidade Individual Bovídea do Pará (SRBIPA). O evento, realizado na fazenda Itaipavas, na cidade de Piçarra, abordou inovações tecnológicas para a pecuária, manejo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/04/rastreabilidade_brincagem-bovina-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em um encontro que reuniu pecuaristas, representantes da indústria da carne e profissionais do agronegócio, o Governo do Pará capacitou 70 operadores da <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/para-busca-ampliar-exportacoes-de-carne-com-rastreabilidade/" target="_blank" rel="noopener">rastreabilidade bovin</a>a e identificou 180 animais no Sistema de Rastreabilidade Individual Bovídea do Pará (SRBIPA). O evento, realizado na fazenda Itaipavas, na cidade de Piçarra, abordou inovações tecnológicas para a pecuária, manejo sustentável e a valorização da produção de carne para novos mercados.</p>
<p>A programação incluiu palestras sobre saúde animal, <a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/" target="_blank" rel="noopener">rastreabilidade individual bovina</a> e o uso de tecnologia na produção, além de apresentar as ações do Programa Pecuária Sustentável.</p>
<blockquote><p>“Além de capacitar 70 operadores da rastreabilidade, conseguimos conversar diretamente com pecuaristas sobre o funcionamento do SRBIPA e o trabalho da Adepará para garantir a execução do programa. A rastreabilidade individual, com tecnologia RFID, é um avanço para o setor”, destacou  Barbra Lopes, gerente de rastreabilidade e cadastro agropecuário da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará).</p></blockquote>
<h3>Tecnologia e rastreabilidade na pecuária paraense</h3>
<p>O SRBIPA permite monitorar toda a trajetória do rebanho e garantir sua sanidade por meio de dois elementos de identificação: um brinco visual amarelo e um brinco eletrônico azul com tecnologia RFID. Os operadores da rastreabilidade (OPRs), devidamente habilitados pela Adepará, são responsáveis por aplicar o sistema nas propriedades rurais.</p>
<p>Renato Pontes, pecuarista e anfitrião do evento, ressaltou a importância da adesão ao sistema e o impacto positivo da rastreabilidade para o setor.</p>
<blockquote><p>“Fizemos questão de ser a primeira fazenda a adquirir 5 mil brincos do programa. Nosso objetivo é liderar a regularização ambiental, o manejo sustentável e incentivar outros produtores a adotarem essa tecnologia. A rastreabilidade vai abrir novos mercados e valorizar a carne paraense”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O evento contou com o apoio da MSD Saúde Animal e do Grupo Pontes.</p>
<p>LEIA MAIS:</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/para-busca-ampliar-exportacoes-de-carne-com-rastreabilidade/" target="_top">Pará busca ampliar exportações de carne com rastreabilidade</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/" target="_top">COP28: Pará lança plano para rastrear todo o rebanho do Estado individualmente até 2026</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/china-deve-exigir-rastreabilidade-da-carne-a-partir-de-2025/" target="_top">China deve exigir rastreabilidade da carne a partir de 2025</a></p>
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		<title>ADEPARÁ mantém ações preventivas para impedir entrada da &#8216;vassoura de bruxa&#8217; no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/adepara-mantem-acoes-preventivas-para-impedir-entrada-da-vassoura-de-bruxa-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 18:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[praga]]></category>
		<category><![CDATA[vassoura de bruxa da mandioca]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/vassoura_de_bruxa_da_mandioca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Para evitar a chegada da &#8220;vassoura de bruxa da mandioca&#8221; no território paraense, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) vai iniciar a adoção de ações preventivas nos municípios localizados na divisa do Pará com o Amapá. No estado vizinho foi detectada, pela primeira vez no Brasil, a presença da praga quarentenária [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/vassoura_de_bruxa_da_mandioca-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Para evitar a chegada da &#8220;vassoura de bruxa da mandioca&#8221; no território paraense, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) vai iniciar a adoção de ações preventivas nos municípios localizados na divisa do Pará com o Amapá. No estado vizinho foi detectada, pela primeira vez no Brasil, a presença da praga quarentenária Rhizoctonia theobromae, fungo que causa a doença.</p>
<p>Na quinta-feira 13, a agência promoveu um encontro com representantes de mais de 60 entidades ligadas à agricultura familiar para apresentar as ações emergenciais.</p>
<p>A intensificação da fiscalização ocorrerá em Almerim, Gurupá, Porto de Moz, na região Oeste do Estado, e também em municípios próximos como Afuá, Breves e Chaves, que ficam no arquipélago do Marajó.</p>
<p>Além disso, conforme a Agência, há ações previstas para acontecer em outros importantes municípios da cadeia produtiva da mandioca, como Acará, Baião, São Domingos do Capim, Moju, Cametá, Concórdia do Pará, Bujaru, Castanhal, São Francisco do Pará, Santa Maria do Pará, São Miguel do Pará, Igarapé Açu, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, Nova Timboteua, Capanema, Tracuateua, Bragança, Augusto Corrêa, Viseu.</p>
<p>A ADEPARÁ vai realizar também ações de educação fitossanitária e uma capacitação voltada aos servidores da Agência de Defesa e também para produtores rurais sobre os sintomas, identificação da praga e as consequências da disseminação da doença para o Estado, o maior produtor de mandioca do País.</p>
<p>Como o Pará nunca registrou a praga nas plantações de mandioca, as medidas emergenciais adotadas pela ADEPARÁ estarão focadas na fiscalização do trânsito agropecuário, principalmente no transporte de material de propagação vegetal da mandioca.</p>
<p>Além disso, os fiscais também farão o levantamento de detecção da praga em alguns municípios paraenses.</p>
<blockquote><p>“Nós vamos intensificar as ações educativas conforme o que foi estabelecido pela portaria que proíbe a entrada de planta e parte de plantas vindas de regiões com ocorrência da praga. Para que os produtores, agricultores e a comunidade do entorno das plantações possam nos ajudar a prevenir a doença, evitando a disseminação e o impacto econômico e social nessa cadeia tão importante para o nosso Estado. A nossa atuação será de reforço na vigilância e fiscalização nos municípios que fazem divisa com o Amapá para proteger a produção paraense dessa praga”, ressaltou Jamir Macedo, diretor-geral da ADEPARÁ.</p></blockquote>
<p>Apesar de não haver registro da doença nos municípios paraenses, produtores de mandioca, as medidas são necessárias  para evitar introdução da praga no território paraense, que pode ocorrer por meio do trânsito de material de propagação vegetativa, procedente do Amapá.</p>
<blockquote><p>&#8220;A Vassoura de bruxa da mandioca é uma doença emergente com elevado potencial destrutivo, sendo uma das mais importantes ameaças para a cultura. Porém, há maneiras de prevenir essa praga, não trazendo para nosso Estado plantas ou parte de plantas de mandioca do Amapá, realizando a limpeza de maquinário, equipamentos, implementos e ferramentas agrícolas, que são potenciais disseminadores de pragas de uma área para outra&#8221;, explica a gerente de pragas quarentenárias da Adepará, Maria Alice Thomáz.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Servidores recebem capacitação sobre o novo sistema de rastreabilidade do gado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 18:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[Adepará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[gado]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/treinamento-rastreabilidade-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O programa para rastrear 100% do rebanho paraense avança em mais uma etapa de implementação, dessa vez com a capacitação de fiscais e agentes estaduais agropecuários da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). No total, 90 servidores atuantes na região sudeste do estado receberam a formação sobre o Sistema oficial de rastreabilidade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/treinamento-rastreabilidade-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O <a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/">programa para rastrear 100% do rebanho paraense</a> avança em mais uma etapa de implementação, dessa vez com a capacitação de fiscais e agentes estaduais agropecuários da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). No total, 90 servidores atuantes na região sudeste do estado receberam a formação sobre o Sistema oficial de rastreabilidade bovídea individual do Pará (SRBIPA).</p>
<p>O treinamento abordou questões como o conhecimento de campo sobre boas práticas de identificação individual, bem-estar animal e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, além da apresentação dos <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/governo-apresenta-elementos-oficiais-do-programa-de-rastreabilidade-do-para/" target="_blank" rel="noopener">elementos oficiais de identificação do rebanho</a>, que são um par de brincos, sendo um eletrônico e outro visual.</p>
<blockquote><p>“O treinamento vai melhorar a comunicação sobre a identificação individual animal entre os fiscais e os produtores rurais, que poderão enxergar os benefícios que o programa traz, sanando as dúvidas dos produtores”, pontuou o gerente regional da Adepará em Marabá, Geraldo Jota à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/59233/adepara-capacita-90-servidores-da-regiao-sudeste-sobre-o-novo-sistema-de-rastreabilidade-de-bovinos-e-bubalinos" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>,</p></blockquote>
<figure id="attachment_30446" aria-describedby="caption-attachment-30446" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-30446 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/brincos-rastreabilidade.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/brincos-rastreabilidade.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/brincos-rastreabilidade-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/brincos-rastreabilidade-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/brincos-rastreabilidade-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/brincos-rastreabilidade-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-30446" class="wp-caption-text">Controle do rebanho será feita com um brinco de identificação eletrônico e outro visual. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Como parte das ações do processo de implementação do sistema de rastreabilidade, o governo também vai credenciar e treinar os Operadores de Rastreabilidade (OPR), que serão produtores rurais ou funcionários de fazendas habilitados para atuar no manejo e qualidade da identificação individual dos animais sob a fiscalização da Adepará.</p>
<p>A capacitação dos servidores agropecuários segue de acordo com o desenvolvimento do Programa de Integridade que iniciou pelo sudeste paraense. Na segunda etapa, serão atendidas as regiões nordeste, sudoeste e Baixo Amazonas; e por último, as regionais do Marajó.</p>
<p>As principais metas do programa são rastrear o trânsito de todos os bovinos do estado até dezembro de 2025 e alcançar todo o rebanho, incluindo os bubalinos, até dezembro de 2026. A medida auxilia no controle da sanidade do rebanho e é uma das formas para combater o desmatamento na cadeira produtiva de carne, que  é uma exigência cada vez maior dos mercados internacionais.</p>
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		<title>Produtores rurais criam primeira agroindústria mecanizada sustentável de farinha de Juruti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 18:07:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/casa-de-farinha-juruti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um grupo de 14 produtores associados da Cooperativa de Agricultores Familiares da Comunidade São Pedro (COOPAFASP) é responsável pela administração da primeira agroindústria mecanizada de farinha do município de Juruti, no oeste do Pará. A casa de farinha recém-inaugurada fica no km 10 da PA-257 e foi construída com o apoio da Prefeitura Municipal e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/casa-de-farinha-juruti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um grupo de 14 produtores associados da Cooperativa de Agricultores Familiares da Comunidade São Pedro (COOPAFASP) é responsável pela administração da primeira agroindústria mecanizada de farinha do município de Juruti, no oeste do Pará. A casa de farinha recém-inaugurada fica no km 10 da PA-257 e foi construída com o apoio da Prefeitura Municipal e do Instituto Alcoa.</p>
<p>O estabelecimento tem capacidade para produzir cerca de 100 sacas de 50 quilos de farinha por semana. A certificação fornecida pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (ADEPARÁ) atesta que a produção segue as normas higiênicas e sanitárias e garante a comercialização em todo o estado.</p>
<p>Durante a inauguração, a diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, destacou o papel das lideranças femininas da comunidade que articularam a cooperativa para criar a agroindústria como forma de ampliar o desenvolvimento da agricultura familiar.</p>
<blockquote><p>“Esta agroindústria vai garantir a qualidade da farinha que é produzida aqui, vai ser um diferencial para a comunidade, porque a farinha será produzida dentro das boas práticas de fabricação, ampliando o mercado para o produto regional e gerando novas oportunidades de emprego e renda no município”, disse a diretora à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/56295/adepara-entrega-certificado-de-registro-para-funcionamento-da-primeira-agroindustria-mecanizada-de-farinha-e-juruti" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
<figure id="attachment_28917" aria-describedby="caption-attachment-28917" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28917 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/agroindustria-de-farinha-juruti-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-28917" class="wp-caption-text">Estabelecimento segue todas as normas para manipulação e fabricação de alimentos. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Antes de obter o registro, a casa de farinha passou por uma série de vistorias em que foram analisadas a conformidade dos processos de manipulação, fabricação e comercialização com a legislação vigente, o que assegura a segurança alimentar da população e gera novas oportunidades para os produtores rurais.</p>
<blockquote><p>“Nós vamos melhorar a nossa produção, vamos melhorar nosso trabalho, porque hoje nós temos tudo praticamente mecanizado e sustentável, porque nós queremos isso, nós queremos trabalhar, mas também proteger o meio ambiente”, declarou a presidente da COOPAFASP, Ana Célia de Souza Lopes.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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