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	<title>adaptabrasil &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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		<title>Iniciativa quer usar a natureza como escudo contra a crise climática nas cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/ENCHENTE8-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Na Semana Nacional do Meio Ambiente, o debate sobre a urgência climática ganha um reforço prático com a parceria entre a OIM (Agência da ONU para as Migrações) e a Fundação Grupo Boticário. A resposta para frear as migrações forçadas pelo clima pode estar na própria conservação ambiental. A estratégia conjunta, nascida na COP30, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/11/ENCHENTE8-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
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<ul data-path-to-node="5">
<li>
<p data-path-to-node="5,0,0"><em>Na Semana Nacional do Meio Ambiente, o debate sobre a urgência climática ganha um reforço prático com a parceria entre a OIM (Agência da ONU para as Migrações) e a Fundação Grupo Boticário.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="5,1,0"><em>A resposta para frear as migrações forçadas pelo clima pode estar na própria conservação ambiental. A estratégia conjunta, nascida na COP30, quer blindar os municípios contra desastres usando Soluções Baseadas na Natureza (SBN).</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="5,2,0"><em>Nos últimos 25 anos, o Brasil registrou mais de 10 milhões de deslocamentos internos por extremos do clima, como as cheias no RS e a seca na Amazônia — um impacto humanitário que também ameaça a economia global.</em></p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="5,3,0"><em>Como 66% dos municípios brasileiros têm baixa capacidade de resposta a crises, a aliança lançou uma Nota Técnica e a plataforma digital gratuita Natureza ON (com MapBiomas e Google Cloud) para ajudar prefeitos a diagnosticar riscos e planejar infraestruturas verdes.</em></p>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="8">O relógio corre contra as cidades brasileiras, mas a resposta para frear as migrações forçadas pelo clima pode estar na própria terra. No marco das ações da Semana Nacional do Meio Ambiente, uma cooperação inédita divulgada pelo portal <a href="https://oeco.org.br/salada-verde/iniciativa-apoia-municipios-na-adaptacao-climatica-para-evitar-deslocamentos-forcados/" target="_blank" rel="noopener"><i data-path-to-node="8" data-index-in-node="240">O Eco</i> </a>mostra que o futuro depende de investimentos na própria natureza.</p>
<p data-path-to-node="8">Fruto de articulações iniciadas na COP30, em Belém (PA), a Agência da ONU para as Migrações (OIM) e a Fundação Grupo Boticário lançaram uma estratégia conjunta para blindar os municípios contra os extremos do clima, transformando florestas, rios e áreas verdes em barreiras de proteção social.</p>
</div>
</div>
<p>A estratégia central é a Adaptação Baseada em Ecossistemas (AbE), modelo que utiliza os recursos da própria biodiversidade local como barreiras e defesas para proteger cidades e comunidades humanas contra os impactos severos do clima.</p>
<p>A urgência do projeto se apoia em um histórico alarmante: nas últimas duas décadas e meia, o Brasil contabilizou mais de 10 milhões de deslocamentos internos provocados por desastres ambientais.</p>
<p>Eventos catastróficos recentes, como as cheias que devastaram o Rio Grande do Sul e a estiagem extrema que castigou a Amazônia, evidenciam a gravidade do cenário nacional.</p>
<p>Além da tragédia humanitária, o problema acende um alerta financeiro, já que o Relatório de Riscos Globais classifica os deslocamentos forçados como uma das dez maiores ameaças à economia mundial no curto prazo.</p>
<h3>Apoio técnico para prefeituras vulneráveis</h3>
<p>Dados da plataforma AdaptaBrasil revelam um gargalo estrutural no País: cerca de 66% dos municípios brasileiros apresentam capacidade baixa ou muito baixa para responder a eventos climáticos extremos.</p>
<p>Pensando em suprir essa falta de recursos das prefeituras, a aliança entre a OIM e a Fundação Grupo Boticário lançou uma Nota Técnica detalhada, estruturada para traduzir dados científicos complexos em metas e recomendações práticas de planejamento urbano.</p>
<p>Para além do documento técnico, a iniciativa oferece suporte prático e digital aos gestores públicos através da plataforma Natureza ON. Desenvolvida em conjunto com o MapBiomas e a Google Cloud, a ferramenta digital cruza gratuitamente dados de relevo e ocupação das cidades para diagnosticar áreas de risco e sugerir a melhor intervenção natural para cada território.</p>
<p>A capacitação técnica também ganhou espaço por meio do curso online e gratuito &#8220;Adaptação baseada em Ecossistemas em Instrumentos de Política Pública Municipal&#8221;, hospedado e disponível na plataforma da Escola Virtual de Governo (EV.G/ENAP).</p>
<p>Totalmente integrada às diretrizes do Plano Clima Adaptação do Governo Federal, a parceria reforça uma premissa essencial: aplicar recursos na conservação das infraestruturas naturais do Brasil não é apenas uma bandeira ecológica, mas uma decisão estratégica de proteção social e econômica para o futuro das cidades.</p>
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		<title>Mudanças climáticas elevam ameaça de malária em 59% dos municípios paraenses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 13:41:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[adaptabrasil]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/malaria-Daniel-Alves-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dos 144 municípios do Pará, 86 estão classificados com risco muito alto para o aumento de casos de malária até o final desta década. Isso significa que há maiores chances de disseminação da doença em 59% das cidades do estado. O alerta faz parte de uma série de indicadores acompanhados pelo projeto AdaptaBrasil, do Ministério [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/malaria-Daniel-Alves-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dos 144 municípios do Pará, 86 estão classificados com risco muito alto para o aumento de casos de malária até o final desta década. Isso significa que há maiores chances de disseminação da doença em 59% das cidades do estado. O alerta faz parte de uma série de indicadores acompanhados pelo projeto AdaptaBrasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que investiga os impactos das mudanças climáticas no País.</p>
<p>Segundo o estudo, grande parte dos municípios do estado tem grau elevado de vulnerabilidade à doença até 2030. Entre os 86 com maior risco, por exemplo, dois deles – Viseu e Santo Antônio do Tauá – alcançaram o nível máximo que é medido em uma escala de 0 a 1.</p>
<p>Outros 12 municípios estão classificados com o risco alto; 37 possuem risco médio, entre eles Belém; apenas 8 aparecem com risco baixo e somente 1 &#8211; Faro, na ilha do Marajó &#8211; foi enquadrado como muito baixo.</p>
<p>Para os pesquisadores, é preciso que os governos locais e a sociedade civil atuem pela implementação de políticas de mitigação das mudanças climáticas que considerem as interseções entre meio ambiente e as diferentes áreas a fim de evitar os impactos previstos.</p>
<blockquote><p>&#8220;As pessoas precisam entender que o que a gente esperava acontecer em 2030 já está acontecendo. É necessário organizarmos nosso serviço de saúde para essas novas demandas, e isso também inclui planejamento urbano”, defende Waleska Calaffa, da Universidade Federal de Minas Gerais.</p></blockquote>
<figure id="attachment_26761" aria-describedby="caption-attachment-26761" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-26761 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/AdaptaBrasil-malaria-2030-1024x593.png" alt="" width="1024" height="593" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/AdaptaBrasil-malaria-2030-1024x593.png 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/AdaptaBrasil-malaria-2030-300x174.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/AdaptaBrasil-malaria-2030-768x444.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/AdaptaBrasil-malaria-2030-150x87.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/AdaptaBrasil-malaria-2030-450x260.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/AdaptaBrasil-malaria-2030.png 1156w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-26761" class="wp-caption-text">AdaptaBrasil considera que o cenário para disseminação da malária no Pará é pessimista. Foto: AdaptaBrasil</figcaption></figure>
<h3>Previsões para 2050</h3>
<p>Já as previsões para o período até 2050 indicam números semelhantes. Seriam 87 com risco muito alto, 11 com risco alto, 37 com médio, 8 com baixo e com muito baixo. Em ambas as análises o cenário do estado é considerado pessimista pelo AdaptaBrasil.</p>
<p>De acordo com o estudo, as transformações observadas no planeta aliadas às desigualdades socioeconômicas regionais são responsáveis pela tendência de crescimento dos casos de arboviroses, que são doenças transmitidas principalmente por mosquitos, como a malária.</p>
<blockquote><p>&#8220;Além da dengue, que já é um problema, nossas projeções mostram que a malária deve se alastrar ainda mais pela região Norte e atingir de forma intensa o litoral do Nordeste até 2050”, afirmou Cassia Lemos, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e articuladora do projeto em <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjrpj177ddxo#:~:text=%22Al%C3%A9m%20da%20dengue%2C%20que%20j%C3%A1,litoral%20do%20Nordeste%20at%C3%A9%202050.%22&amp;text=Florestas%20urbanas%20podem%20ser%20solu%C3%A7%C3%A3o,de%20calor%20em%20grandes%20cidades%3F" target="_blank" rel="noopener">entrevista à BBC Brasil.</a></p></blockquote>
<p>A situação tende a se tornar ainda mais critica porque, entre outros fatores, a capacidade dos sistemas se adaptarem às ameaças climáticas e oferecer serviços de suporte eficientes ainda é baixa. Também são levados em conta aspectos como os graus de vulnerabilidade, exposição e ameaça climática e o impacto de fatores diversos como umidade relativa, temperatura máxima e uso do solo.</p>
<h3>Outras doenças</h3>
<p>Esse cenário complexo é que justifica também a possibilidade de incidência maior de doenças infecciosas e parasitárias que tendem a surgir quando ocorre alagamentos provocados por desastres naturais ou eventos climáticos extremos. No Pará, há risco alto ou muito alto de propagação de leishmaniose tegumentar americana e de leishmaniose visceral em mais de 100 municípios ainda nesta década.</p>
<p>Além da saúde, o AdaptaBrasil conta com dados sobre as áreas de desastres hidrológicos, recursos hídricos, segurança alimentar, segurança energética e infraestrutura portuária, ferroviária e rodoviária. Os dados nacionais e estaduais completos podem ser consultados nesta <a href="https://sistema.adaptabrasil.mcti.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">plataforma</a>.</p>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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