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	<title>açaizal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>açaizal &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Perda de floresta causa o desaparecimento de abelhas polinizadoras do açaizeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 15:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/abelhas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Áreas de açaizais com pouca cobertura florestal nas proximidades, espécies de abelhas nativas sem ferrão (meliponíneos) estão desaparecendo. Esse é o resultado de um estudo da Embrapa Amazônia Oriental publicado na revista Agriculture, Ecosystems &#38; Environment nesta terça-feira, 7/12. Os pesquisadores estudaram o efeito do desmatamento sobre características específicas das espécies, o que chamam de diversidade funcional, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/abelhas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Áreas de açaizais com pouca cobertura florestal nas proximidades, espécies de abelhas nativas sem ferrão (<em>meliponíneos) </em>estão desaparecendo. Esse é o resultado de um estudo da Embrapa Amazônia Oriental <a href="https://doi.org/10.1016/j.agee.2021.107777" target="_blank" rel="noopener">publicado na revista <em>Agriculture, Ecosystems &amp; Environment</em></a> nesta terça-feira, 7/12.</p>
<p>Os pesquisadores estudaram o efeito do desmatamento sobre características específicas das espécies, o que chamam de diversidade funcional, e constataram que as abelhas de menor tamanho foram as mais impactadas. A perda na diversidade de abelhas nativas da Amazônia tem um efeito negativo na polinização do açaizeiro, uma vez que esses animais são os principais polinizadores da palmeira.</p>
<p>Realizado por cientistas brasileiros e estrangeiros, o trabalho relevou que nas áreas estudadas, tanto com açaizeiros (<em>Euterpe oleracea</em>) de várzea (áreas inundadas) quanto em plantios de terra firme (áreas altas), houve uma diferença de quase 80% no número de espécies que visitaram as flores da palmeira.</p>
<blockquote><p>“Nós avaliamos áreas com pouca floresta ao redor do açaizal e áreas com muita floresta. Nas áreas com mais floresta encontramos até 14 espécies de abelhas sem ferrão que visitaram as flores do açaí. Já nas áreas sem cobertura florestal, encontramos apenas três espécies”, detalha o biólogo <a href="http://lattes.cnpq.br/7217097152863970" target="_blank" rel="noopener">Alistair Campbell</a>, pesquisador visitante em atuação na <a href="https://www.embrapa.br/amazonia-oriental" target="_blank" rel="noopener">Embrapa Amazônia Oriental</a> (PA), e principal autor do estudo.</p></blockquote>
<p>Os cientistas avaliaram 18 áreas em quatro municípios paraenses que se destacam na produção de açaí: Barcarena, Abaetetuba, Acará e Belém (Região da Ilhas). Os locais de coleta de dados de campo envolveram açaizais naturais de várzea, submetidos ao manejo intensivo, e plantios em áreas não sujeitas a inundação (terra firme).</p>
<p>Campbell conta que um total de 33 espécies de 16 gêneros de abelhas sem ferrão foram encontradas em inflorescências do açaizeiro. Os gêneros mais comuns encontrados pelos pesquisadores foram <em>Trigona</em>, <em>Trigonisca</em>, <em>Partamona</em>, <em>Plebeia</em> e <em>Nannotrigona</em>, que são as principais polinizadoras do açaizeiro.</p>
<p>Entre as abelhas encontradas, há algumas que têm maior sensibilidade à perda ou empobrecimento das áreas de vegetação natural, e, portanto, são mais afetadas, conforme apontou o estudo.</p>
<p>“Consequentemente, se há perda de habitat, o grupo mais sensível de abelhas vai desaparecer daquele local, e isso pode afetar negativamente a polinização do açaizeiro, uma vez que quanto maior a diversidade de polinizadores, melhor e mais eficiente é a polinização e a produção de frutos”, afirma a bióloga <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/270033/marcia-motta-maues" target="_blank" rel="noopener">Márcia Maués</a>, pesquisadora da Embrapa e uma das autoras do trabalho.</p>
<p>Estudo anterior mostrou que <a href="https://www.embrapa.br/amazonia-oriental/busca-de-noticias/-/noticia/53883946/mais-de-90-da-polinizacao-do-acai-e-realizada-por-abelhas-da-amazonia?p_auth=Kq8JqBuF" target="_blank" rel="noopener">mais de 90% da polinização do açaí é realizada por abelhas nativas da Região Amazônica</a>.</p>
<p>“E essas abelhas dependem das áreas de vegetação natural, então a produção do açaí é dependente das nossas florestas que proveem os polinizadores e resguardam o serviço ecossistêmico de polinização”, destaca a cientista.</p>
<h3>Mais florestas, mais abelhas</h3>
<p>O estudo serve como um alerta tanto para as áreas de manejo de açaizais nativos quanto para as áreas de plantio em terra firme.</p>
<blockquote><p>“Sabemos que o açaizeiro possui uma megadiversidade de visitantes florais, dos quais cerca de uma centena são polinizadores em potencial. Desses polinizadores, destacam-se as abelhas nativas, que têm alta dependência das áreas de vegetação natural para sobreviver, obter alimento, abrigo e construir seus ninhos”, ressalta Maués.</p></blockquote>
<p>“Não basta contar com apenas uma espécie que pode ser menos sensível à perda de habitat, pois a produção de açaí se beneficia por ter várias espécies de abelhas sem ferrão, com diferentes características, por isso, a conservação de florestas é o fator-chave na manutenção da diversidade funcional”, acrescenta Lichtenberg.</p>
<p>Na Amazônia, a legislação ambiental determina que as propriedades rurais mantenham 80% de áreas naturais, a Reserva Legal e Área de Proteção Permanente. A recomendação dos pesquisadores é buscar mecanismos para compensar passivos ambientais, reflorestar áreas e manter a diversidade nas florestas de várzea. “Nas áreas manejadas de açaí, por exemplo, é importante manter o equilíbrio entre o açaí e outras plantas, pois são elas que vão servir de local de abrigo e alimentação para as abelhas”, recomenda Maués.</p>
<p>Outro ponto destacado pela pesquisadora é a conexão das áreas naturais entre propriedades rurais. A manutenção das áreas de florestas no entorno das áreas agrícolas é muito importante, “pois a fauna de polinizadores não vê fronteiras, e a diversidade de polinizadores presentes nessas áreas beneficia toda a vizinhança”, ressalta.</p>
<p>“O açaí é o cultivo mais importante da Amazônia, movimenta cerca de US$ 1bilhão anuais. É impressionante que ainda conheçamos tão pouco sobre a sua polinização, que está diretamente relacionada à produção dos frutos. A descoberta mostra que quando perdemos florestas amazônicas, perdemos polinizadores importantes e também o açaí, que tem grande peso na renda das comunidades amazônicas,” avalia <a href="https://www.embrapa.br/equipe/-/empregado/353232/cristiano-menezes" target="_blank" rel="noopener">Cristiano Menezes</a>, pesquisador da <a href="https://www.embrapa.br/meio-ambiente" target="_blank" rel="noopener">Embrapa Meio Ambiente</a>.</p>
<p><em>Fonte: <span class="unidade">Embrapa Amazônia Oriental</span></em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/buscar-um-mel-com-selo-amazonico-e-que-mantem-florestas-em-pe-e-nosso-desafio-diz-chefe-da-embrapa/" target="_blank" rel="noopener"><strong>‘Buscar um mel com selo amazônico e que mantém florestas em pé é nosso desafio’, diz chefe da Embrapa</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/polinizacao-gera-r-43-bi-por-ano-na-agricultura/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Polinização gera R$ 43 bi por ano na agricultura</strong></a></p>
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		<title>Acará recebe nova unidade do Manejaí para fortalecer a cadeia produtiva</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/acara-recebe-nova-unidade-do-manejai-para-fortalecer-a-cadeia-produtiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 20:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[açaí de plantio]]></category>
		<category><![CDATA[açaizal]]></category>
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		<category><![CDATA[MANEJAÍ]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/acai_embrapa_breves-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Já ouviu falar sobre o Manejaí? É um centro que ensina o manejo sustentável do açaí nativo com objetivo de estimular a sustentabilidade e a biodiversidade nos processos de produção do fruto. A ideia é proteger todos os modos de vida das comunidades tradicionais e agricultores familiares, gerar renda, melhorar a qualidade de vida dos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/acai_embrapa_breves-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Já ouviu falar sobre o Manejaí? É um centro que ensina o manejo sustentável do açaí nativo com objetivo de estimular a sustentabilidade e a biodiversidade nos processos de produção do fruto. A ideia é proteger todos os modos de vida das comunidades tradicionais e agricultores familiares, gerar renda, melhorar a qualidade de vida dos povos nativos.</p>
<p>A comunidade Centro Alegre, que fica em Acará, município pertencente a Microrregião de Tomé-Açu, no nosso Pará, recebeu uma Unidade Demonstrativa de açaí para fortalecer essa cadeia justa de produção. A equipe de técnicos da Embrapa Amazônia Oriental, que integram o Manejaí, trabalharam durante dez dias, até este 2/12, com capacitação e a instalação da Unidade.</p>
<p>A região de Acará é de forte produção de açaí, e a unidade para boas práticas de cultivo em terra firme ocupa uma área de cerca de 625 m², delimitada dentro do cultivo do produtor Ismael Brito Trindade, contendo correção, adubação de solo e irrigação.</p>
<p>O projeto visa a socialização de tecnologias para o fortalecimento de cadeias produtivas baseadas na biodiversidade e atua nos municípios de Belém, Abaetetuba, Acará, Portel, Melgaço e Breves. O Manejaí utiliza a técnica Tecnologia de Manejo de Mínimo Impacto, desenvolvida pelos técnicos da Embrapa José Antônio Leite e Silas Mochiutti, e que já possibilitou o aumento de 30% na produção do fruto.</p>
<h3><strong>Nordeste paraense </strong></h3>
<p>Lideranças, extrativistas e produtores rurais da comunidade de Laranjal, no município de Cametá, nordeste paraense, também participaram de capacitação sobre o manejo de mínimo impacto de açaizais nativos promovido pelo Manejaí de 22 a 26/11.</p>
<p>O líder do Manejaí, Augusto César Andrade, reforçou como o treinamento tem por objetivo o aumento da produtividade com a conservação da biodiversidade. “O manejo dos açaizais proporciona maior produtividade, renda, mas também aspectos importantes para a qualidade de vida, pois propicia maior segurança e um menor esforço do produtor na condução de sua área produtiva”, afirma Andrade.</p>
<p>Quem foi treinado fica com a lição de casa de espalhar conhecimento como facilitadores na socialização das tecnologias sustentáveis, fazendo com que as informações técnicas possam chegar aos vizinhos e comunidades do entorno. Os novos facilitadores receberam um kit chamado mochila do facilitador, que é composto por publicações e ferramentas para a condução da prática de manejo.</p>
<p><em>Redação, com informações da Embrapa</em></p>
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		<title>Desenhistas criam &#8216;kit peconheiro&#8217; para evitar acidentes em açaizais</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/desenhistas-criam-kit-peconheiro-para-evitar-acidentes-em-acaizais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 20:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaizal]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
		<category><![CDATA[kit peconheiro]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/kit-peconha-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O aumento da demanda regional, nacional e internacional pelo açaí fez crescer ainda mais os riscos aos extrativistas. Se antes o açaí era para o consumo familiar e era comercializado apenas localmente, agora o peconheiro, aquele que apanha o açaí na árvore, tem uma meta de produção. Não é necessário grande esforço de imaginação para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/kit-peconha-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O aumento da demanda regional, nacional e internacional pelo açaí fez crescer ainda mais os riscos aos extrativistas. Se antes o açaí era para o consumo familiar e era comercializado apenas localmente, agora o peconheiro, aquele que apanha o açaí na árvore, tem uma meta de produção.</p>
<p>Não é necessário grande esforço de imaginação para entender os múltiplos riscos daqueles que sobem em finas palmeiras até 20 metros de altura, com facões sem bainha na costa, sem vestimentas adequadas e com o uso de um único acessório para a escalada, a peconha.</p>
<p>Quedas de árvores, picadas de animais venenosos e peçonhentos, riscos de lesões no corpo são apenas alguns dos exemplos de acidentes mais comuns na colheita do açaí, conforme levantamento do Instituto Peabiru, de 2016. <span style="font-weight: 400;">De acordo com a pesquisa, cerca de 90% dos peconheiros sofreram algum acidente de trabalho na atividade da coleta.</span></p>
<p>Pensando nisso, as desenhistas polonesas de produtos Monika Brautsch e Dorota Kabala, em parceria com Carolina Menezes, desenvolveram o chamado &#8220;<a href="http://kitdospeconheiros.com/pt/produtos/" target="_blank" rel="noopener">kit peconheiro</a>&#8221; como forma de oferecer mais segurança aos peconheiros e evitar esses acidentes de trabalho. O material foi apresentado no início de novembro no <span style="font-weight: 400;">Austin Design Week, evento anual voltado ao design que ocorre no Texas/EUA. Ele é composto de protetor de antebraço (com luva e sem luva), cinto multifuncional, bainha, laço e o laço com gancho e pulseira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Monika Brauntsch, um dos principais compromissos do projeto foi desenvolver equipamentos de proteção utilizando técnicas de design, sem deixar de respeitar os métodos tradicionais de coleta do açaí. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A experiência e tradição locais foram combinadas com uma abordagem de design profissional. As soluções selecionadas foram desenvolvidas por nossa equipe visando atender aos padrões de segurança e resistência. Vale ressaltar que todos os nossos produtos são sustentáveis e amigáveis à natureza da floresta amazônica”, explica a designer da fundação e da empresa KAFTI, que apoiou o desenvolvimento do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, as desenhistas buscam novas parcerias com empresas ligadas ao setor e que invistam em meios de combater os altos números de acidentes de trabalho. &#8220;Nosso objetivo é encontrar ONGs ou parceiros que atuem na região e que tenham expertise em produzir e comercializar, a valores acessíveis, o Kit dos Peconheiros. Esses produtos têm potencial para melhorar as condições de trabalho destes profissionais, reduzindo o número de acidentes&#8221;, afirma Monika.</span></p>
<p><em>Fonte: Instituto Peabiru</em></p>
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