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	<title>Abaetetuba &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Abaetetuba &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Jovem do Pará leva projeto sustentável com caroço de açaí à conferência mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 16:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[coooperativismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/unai-ascom-sicredi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resumo Washington Ferreira Nascimento Filho, 25 anos, de Abaetetuba (PA), vai representar o Brasil na World Credit Union Conference (WCUC), em Sydney, em julho de 2026 Seu projeto, a Unaí, transforma caroços de açaí — hoje descartados em ruas e rios — em materiais para construção civil, arquitetura e design O jovem foi um dos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/unai-ascom-sicredi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Resumo</em></p>
<ul>
<li><em><strong>Washington Ferreira Nascimento Filho</strong>, 25 anos, de <strong>Abaetetuba (PA)</strong>, vai representar o Brasil na <strong>World Credit Union Conference (WCUC)</strong>, em <strong>Sydney</strong>, em julho de 2026</em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>Seu projeto, a <strong>Unaí</strong>, transforma <strong>caroços de açaí</strong> — hoje descartados em ruas e rios — em materiais para <strong>construção civil</strong>, <strong>arquitetura</strong> e <strong>design</strong></em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>O jovem foi um dos <strong>oito vencedores</strong> da bolsa <strong>WYCUP 2026</strong>, selecionado entre quase <strong>cem projetos</strong> de diferentes países</em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>Segundo a <strong>Embrapa</strong>, até <strong>80% do açaí</strong> consumido na alimentação vira <strong>resíduo sólido</strong></em></li>
<li class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words pl-2"><em>A Unaí já atende <strong>marcas de grande porte</strong>, <strong>arquitetos</strong>, <strong>construtoras</strong> e <strong>designers</strong> em diferentes estados do Brasil</em></li>
</ul>
<p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Aos 25 anos, o empreendedor Washington Ferreira Nascimento Filho sairá de Abaetetuba, no Nordeste do Pará, para representar o Brasil em uma das maiores conferências mundiais do cooperativismo, a World Credit Union Conference (WCUC), que será realizada em julho de 2026, em Sydney, na Austrália.</p>
<p>O criador da <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/empresa-paraense-transforma-residuo-do-acai-em-opcao-sustentavel-para-a-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener">Unaí, iniciativa que transforma resíduos do açaí em produtos sustentáveis </a>voltados para a construção civil, arquitetura e design, está entre os oito vencedores da bolsa World Council of Young Credit Union Professionals (WYCUP 2026), escolhidos entre quase cem projetos de diferentes países. Agora, o projeto que leva mais sustentabilidade à cadeia do açaí terá seu impacto social, ambiental e econômico reconhecido de forma internacional.</p>
<blockquote><p>“Essa conquista é um ganho coletivo que vai beneficiar toda a cadeia produtiva e o ecossistema de produções sustentáveis. É possível fazer centenas de coisas a partir do reaproveitamento do que é resíduo de cada etapa da cadeia produtiva e é uma honra levar essa ideia nascida aqui para o holofote internacional”, diz Washington ao <strong>Pará Terra Boa.</strong></p></blockquote>
<p>A seleção internacional coloca em evidência não apenas a trajetória do jovem paraense, já abordada pelo <strong>Pará Terra Boa</strong> no início de 2026, mas também o potencial da bioeconomia amazônica como alternativa sustentável para o futuro.</p>
<p>Em um momento em que o mundo volta os olhos para a preservação ambiental e para soluções de baixo impacto ecológico, a experiência desenvolvida em Abaetetuba ganha força como exemplo de inovação nascida na floresta.</p>
<h3>Respeito ao ecossistema como legado</h3>
<p>A iniciativa surgiu a partir de um problema que Washington acompanha desde a infância. Embora o Pará seja o maior produtor mundial de açaí, toneladas de caroços são descartadas diariamente após o processamento da fruta.</p>
<p>Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o açaí consumido na alimentação representa entre 15 e 20% do uso do fruto, já os 80% restantes acabam transformados em resíduo sólido que acaba acumulado em ruas, canais e margens de rios.</p>
<blockquote><p>“Desde muito cedo observamos esse acúmulo nas cidades e nas comunidades ribeirinhas. Embora faça parte de quem somos, esse resíduo não deixa de ser um problema ambiental”, afirma Washington.</p></blockquote>
<p>Hoje, os produtos da Unaí são utilizados em revestimentos internos e externos, decoração e até utensílios personalizados, como pias e estruturas de iluminação. A empresa já desenvolveu projetos para marcas de grande porte, além de parcerias com arquitetos, construtoras e designers em diferentes estados do país.</p>
<figure id="attachment_40517" aria-describedby="caption-attachment-40517" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-40517" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-1024x761.jpeg" alt="" width="814" height="605" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-1024x761.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-300x223.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-768x571.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-150x112.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-450x335.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40517" class="wp-caption-text">Revestimento interno de restaurante em Belém feito com painéis da Unaí. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Além do impacto ambiental, o projeto também fortalece cadeias produtivas locais. Por meio de parcerias com cooperativas e batedores de açaí de Abaetetuba, os resíduos que antes eram descartados passam a gerar renda e a movimentar a economia sustentável da região.</p>
<blockquote><p>“Cada projeto mostra que o resíduo do açaí pode ocupar espaços nobres da arquitetura e do design. Hoje você pode estar em um estabelecimento cuja construção apoia a economia sustentável e todo o ecossistema de trabalhadores que vivem da floresta”, explica o empreendedor.</p></blockquote>
<p>A participação na conferência internacional representa um novo passo para ampliar o alcance da ideia. Em Sydney, Washington pretende compartilhar experiências sobre bioeconomia e cooperativismo, além de buscar conexões e aprendizados que possam fortalecer ainda mais o projeto no Brasil.</p>
<p>A conquista, porém, ultrapassa a trajetória individual do pesquisador. Para o jovem, ela simboliza a força criativa da juventude amazônica, que transforma conhecimento local em soluções capazes de dialogar com desafios globais.</p>
<figure id="attachment_40516" aria-describedby="caption-attachment-40516" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-40516" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1021x1024.jpeg" alt="" width="814" height="816" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1021x1024.jpeg 1021w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-300x300.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-150x150.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-768x770.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-450x451.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40516" class="wp-caption-text">Moagem de caroços de açaí após a extração da polpa. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;Nossa grande oportunidade de criar um legado passa por dois pontos: atrair investidores e parceiros para ampliar nosso alcance e levar esse trabalho para todo o estado, mas principalmente incentivar outros jovens a tirar seus projetos do papel. Esse projeto nasceu a partir de um conhecimento de toda a vida sobre o açaí; mas quem tem vivência com castanha, andiroba, cumaru e outros consegue criar outras iniciativas igualmente sustentáveis e que fortalecem a bioeconomia do nosso estado e da Amazônia&#8221;, declara.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/de-coisa-de-caboclo-ao-superalimento-como-o-acai-esta-transformando-geracoes-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">De ‘coisa de caboclo’ ao superalimento: como o açaí está transformando gerações na Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/acai-ganha-status-de-fruta-nacional-e-reforco-de-tecnologia-e-investimento/" target="_blank" rel="noopener">Açaí ganha status de fruta nacional e reforço de tecnologia e investimento</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa paraense transforma resíduo do açaí em opção sustentável para a arquitetura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 14:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Unaí Biopainéis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.53.14-e1769453716355-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Diante de um cenário onde a produção de açaí gera diariamente entre 200 e 1.000 toneladas de resíduos — sendo 90% compostos por caroços, segundo a UFRA —, a gestão desse material tornou-se uma prioridade pública e privada. A Prefeitura de Belém disponibilizou para consulta pública a Resolução Normativa nº 001/2026. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.53.14-e1769453716355-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Diante de um cenário onde a produção de açaí gera diariamente entre 200 e 1.000 toneladas de resíduos — sendo 90% compostos por caroços, segundo a UFRA —, a gestão desse material tornou-se uma prioridade pública e privada.</p>
<p>A Prefeitura de Belém disponibilizou para consulta pública a Resolução Normativa nº 001/2026. A medida estabelece regras para o armazenamento, coleta e destinação do resíduo, visando coibir o descarte irregular em canais e vias públicas. O prazo para contribuições segue até 18 de fevereiro.</p>
<p>Essa necessidade de regulamentação reflete um desafio que o empresário Washington Filho observa desde a infância no nordeste paraense.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desde muito cedo observamos esse acúmulo nas cidades e nas comunidades (ribeirinhas). Embora faça parte de quem somos, esse resíduo não deixa de ser um problema ambiental&#8221;, afirma.</p></blockquote>
<p>Para enfrentar a questão, ele fundou a Unaí, transformando o descarte em matéria-prima de alto valor para construção civil e design. Washington explica que, embora o artesanato já aproveita o caroço, a escala atual exige soluções robustas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Comecei a trabalhar muito cedo e, com minha avó, sempre treinamos muito o olhar para buscar oportunidades e o açaí me tocou por estar sempre na minha vida. Muitas famílias fazem esse aproveitamento por meio do artesanato e produção de moda, mas hoje o volume de resíduos é muito alto e precisávamos de algo que usasse grandes volumes de matéria-prima&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Com a Unaí, o empreendedor paraense transformou o desafio ambiental do açaí em oportunidade de negócio tanto para a construção civil quanto para a arquitetura e o design.</p>
<h3><strong>Construções com identidade ribeirinha</strong></h3>
<p>Atualmente, o principal público da Unaí são arquitetos, designers, construtoras, empresas e marcas que buscam soluções sustentáveis para revestimentos, decoração e projetos especiais. Os produtos principais são os revestimentos personalizados para áreas internas e externas, mas também existe a produção sob medida de utensílios como pias e recursos de iluminação.</p>
<figure id="attachment_40517" aria-describedby="caption-attachment-40517" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-40517" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-1024x761.jpeg" alt="" width="814" height="605" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-1024x761.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-300x223.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-768x571.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-150x112.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1-450x335.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.10-1.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40517" class="wp-caption-text">Revestimento interno de restaurante em Belém feito com painéis da Unaí. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Washington explica que essa diversidade de clientes existe graças às conexões firmadas entre parceiros, amigos e clientes antigos, que renderam participações em programas de televisão como Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios e Shark Tank Brasil.</p>
<blockquote><p>&#8220;O mercado está cada vez mais atento à sustentabilidade, mas boa parte do caminho entre o cliente e o empreendedor ainda acontece no boca a boca. Esses espaços (na TV, sites especializados e eventos) ajudam a nossa iniciativa a chegar em clientes que demoraríamos mais tempo para alcançar&#8221;, explica.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40519" aria-describedby="caption-attachment-40519" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-large wp-image-40519" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-1024x686.jpeg" alt="" width="814" height="545" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-1024x686.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-300x201.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-768x514.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-150x100.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48-450x301.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-16.15.48.jpeg 1036w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40519" class="wp-caption-text">Participação de Washington no programa Shark Tank Brasil, em 2025. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>A empresa já criou projetos para empresas de grande porte, como Natura e Supergasbras, e também possui parceiros em Belém e São Paulo para aplicações em lojas, espaços comerciais e ações de ESG. Para ele, cada nova parceria mostra a força do empreendimento e da sua missão.</p>
<blockquote><p>&#8220;Cada projeto é especial por mostrar que o resíduo do açaí pode ocupar espaços nobres da arquitetura e do design. Já passamos a fase de projetos experimentais e agora você pode estar em um evento ou estabelecimento onde sua construção apoia a economia sustentável e todo o ecossistema de trabalhadores que sobrevivem da floresta e dos seus insumos, da fruta aos resíduos&#8221;, detalha.</p></blockquote>
<figure id="attachment_40518" aria-describedby="caption-attachment-40518" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-40518" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-1024x925.jpeg" alt="" width="814" height="735" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-1024x925.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-300x271.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-768x694.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-150x135.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48-450x406.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-26-at-15.47.48.jpeg 1044w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-40518" class="wp-caption-text">Pia produzida pela Unaí. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<h3><strong>Sustentabilidade de ponta a ponta</strong></h3>
<p>Por meio de parcerias com a Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba (COFruta do Brasil) e batedores de açaí da cidade, a Unaí resgata o que antes seria apenas resíduo sólido para uso como matéria-prima.</p>
<blockquote><p>&#8220;Essas parcerias são fundamentais para exercer nosso trabalho. Dessa forma ajudamos a criar um ecossistema sustentável ao utilizar os insumos, valorizá-los economicamente e evitar o acúmulo de lixo, porque a má gestão dos resíduos gera problemas ambientais e prejuízos na escala de todos esses negócios&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>Biojoias e armações de óculos</h3>
<p>O projeto para 2026 inclui ampliar a produção e desenvolver novos produtos como biojoias e armações de óculos. O impulso para escalonar a ampliação da empresa veio pelas demandas recebidas e pelas conexões estabelecidas durante a COP30, ocorrida em Belém no final de 2025. Para Washington, o evento trouxe oportunidades especiais de conexões para a iniciativa.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aumentando a produção, podemos incluir mais cooperativas e buscar resíduos além de Abaetetuba. Com esse reforço na estruturação queremos entrar na disputa para acessar investimentos e parceiros estratégicos para ampliar nosso impacto positivo na sociedade e no meio ambiente&#8221;, diz.</p></blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>Oito novos municípios do Pará são incluídos no Mapa do Turismo Brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 17:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/Limoeiro_do_ajuru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Abaetetuba, Belém, Conceição do Araguaia, Jacareacanga, Limoeiro do Ajuru, São Caetano de Odivelas, São Félix do Xingu e São João do Araguaia são os novos municípios do Pará a constarem do Mapa do Turismo Brasileiro. A inclusão no Mapa significa que o município está estruturado para receber recursos do Ministério do Turismo, destinados a investimentos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/Limoeiro_do_ajuru-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Abaetetuba, Belém, Conceição do Araguaia, Jacareacanga, Limoeiro do Ajuru, São Caetano de Odivelas, São Félix do Xingu e São João do Araguaia são os novos municípios do Pará a constarem do <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/mapa-do-turismo-brasileiro-inclui-20-novos-municipios-paraenses/" target="_blank" rel="noopener">Mapa do Turismo Brasileiro</a>.</p>
<p>A inclusão no Mapa significa que o município está estruturado para receber recursos do Ministério do Turismo, destinados a investimentos em infraestrutura, promoção, capacitação e gestão turística.</p>
<p>Segundo Hugo Almeida, gerente de Estruturação dos Destinos Turísticos da Secretaria de Turismo (Setur) , &#8220;o reconhecimento desses esforços é fundamental para o avanço e consolidação do turismo no Estado, através do engajamento local na promoção do setor&#8221;.</p>
<p>Para integrar o Mapa do Turismo, os municípios precisam cumprir diversos critérios. Entre eles, fornecer dados sobre planejamento, governança, sazonalidade, serviços, equipamentos, infraestrutura, acessibilidade, economia local e atrativos turísticos. Além disso, devem comprovar a existência de um órgão municipal responsável pelo turismo, possuir orçamento destinado ao setor, ter prestadores de serviços cadastrados no Cadastur, manter um conselho municipal de turismo ativo e apresentar um termo de compromisso com o PRT.</p>
<p>Os gestores municipais têm a responsabilidade de fornecer essas informações no Sismapa, que aceita registros em qualquer período do ano. A Setur, por sua vez, oferece assessoramento técnico para garantir o atendimento aos critérios exigidos e possui um prazo de até 30 dias para analisar e aprovar os registros. Após a aprovação, os dados são enviados ao Ministério do Turismo para publicação e emissão do certificado de inclusão no Mapa do Turismo Brasileiro, que tem validade de um ano, podendo ser renovado.</p>
<p>Ao longo do ano, a Setur promove eventos técnicos, como os Seminários de Regionalização do Turismo, com o objetivo de sensibilizar, mobilizar e capacitar os gestores municipais para o uso eficaz do Sismapa. Esses eventos são cruciais para manter os municípios atualizados e preparados para aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pelo Mapa do Turismo.</p>
<p>O secretário de Turismo do Pará, Eduardo Costa, comentou sobre a importância dessa inclusão: &#8220;a ampliação do Mapa do Turismo Brasileiro com mais municípios do Pará é um reflexo do nosso compromisso em desenvolver o turismo de forma estruturada e sustentável. Esses novos integrantes poderão acessar recursos para aprimorar suas infraestruturas e atrativos turísticos, impulsionando o crescimento econômico local e beneficiando suas comunidades&#8221;.</p>
<p>Para mais informações sobre a inclusão de municípios paraenses no Mapa do Turismo Brasileiro, a Setur disponibiliza o e-mail prtpara@setur.pa.gov.br. Esta iniciativa representa um avanço significativo no desenvolvimento do turismo regional, contribuindo para o crescimento econômico e social do Pará.</p>
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		<title>Lideranças de Barcarena contestam valor e destinação de multa da Hydro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 16:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
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		<category><![CDATA[crime ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/Hydro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Lideranças de comunidades ribeirinhas dos municípios de Barcarena e Abaetetuba, no Pará, contestam a decisão da Justiça Federal de condenar,  no último dia 10, a mineradora de alumínio Hydro Alunorte ao pagamento de R$ 100 milhões em multa pela contaminação e poluição do Rio Murucupi. O crime ambiental ocorreu em 2009 após o transbordamento de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/Hydro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p data-sourcepos="3:1-3:34">Lideranças de comunidades ribeirinhas dos municípios de Barcarena e Abaetetuba, no Pará, contestam a decisão da Justiça Federal de condenar,  no último dia 10, a mineradora de alumínio Hydro Alunorte ao pagamento de R$ 100 milhões em multa pela contaminação e poluição do Rio Murucupi. O crime ambiental ocorreu em 2009 após o transbordamento de rejeitos sólidos da empresa. As informações são da <a href="https://amazoniareal.com.br/liderancas-contestam-multa-da-hydro/" target="_blank" rel="noopener">Amazônia Real.</a></p>
<p data-sourcepos="3:1-3:34">As lideranças defendem que a empresa seja obrigada a promover ações para a despoluição ambiental e providências relacionadas à saúde das pessoas afetadas pelo desastre.</p>
<p data-sourcepos="3:1-3:34">Maria do Socorro Costa Silva, liderança comunitária do quilombo de São Sebastião de Burajuba e presidente da Associação dos Caboclos, Indígenas e Quilombolas da Amazônia (Cainquiama), criticou a destinação da multa à &#8216;recuperação ou instalação de parques ambientais, praças ou espaços verdes de lazer nas áreas urbanas do Pará&#8221;, como determinou a Justiça, em vez de ser aplicada na despoluição do Rio Murucupi.</p>
<blockquote><p>“Não é significativo para nós porque a contaminação está no nosso sangue. Ao consumir água, alimentação, tomar banho no rio. Uma reparação seria para despoluir o rio Murucupi, que hoje virou esgoto da empresa Hydro Alunorte. Até as fezes do banheiro químico da Hydro caem nos bueiros de Vila dos Cabanos. Os equipamentos, como carro e máquinas, são lavados nos lava-jatos da cidade, onde essa bauxita [minério usado na produção de alumínio] vai para os bueiros e cai diretamente no rio Murucupi”, denuncia.</p></blockquote>
<p>Ela ressalta a urgência de medidas para garantir a qualidade de vida das futuras gerações, afirmando que a condenação &#8220;precisa ser mais pesada&#8221; e &#8220;rever a questão da saúde&#8221; e da despoluição do rio.</p>
<p data-sourcepos="17:1-17:253">Mário Santos, líder da Comunidade Quilombola Gibrié de São Lourenço, em Barcarena, reforça a necessidade de ações que vão além da multa.</p>
<blockquote><p>Mas não, a Justiça só condenou ela [Hydro] a pagar R$ 100 milhões. E a reparação ao meio ambiente? E a recuperação do meio ambiente e a recuperação do rio, o tratamento do rio? Isso sim é uma reparação. Esses R$ 100 milhões foram colocados para entidades governamentais e não governamentais, sabe lá quando vai ser feito alguma coisa”, lamenta Santos.</p></blockquote>
<p data-sourcepos="23:1-23:333">Paulo Feitosa, presidente do Instituto dos Ribeirinhos do Pará (IRPA), reconhece que a multa não trará de volta o que foi perdido, mas acredita que ela ameniza o sofrimento das comunidades impactadas. &#8220;Não tem como retornar ao que era [antes da poluição], mas pelo menos ameniza um pouco o sofrimento da população impactada&#8221;, afirma.</p>
<p data-sourcepos="25:1-25:34">Feitosa ressalta que a empresa não havia sido punida até então pelo crime ambiental de 2009, e que a multa representa um passo importante na busca por justiça.</p>
<p data-sourcepos="25:1-25:34">Em nota, a Hydro Alunorte negou crime de poluição do Rio Pará e informou que vai recorrer da decisão</p>
<h3>A tragédia</h3>
<p>Crimes ambientais são recorrentes na trajetória da Hydro na Amazônia.  Este caso, em que foi condenada recentemete, ocorreu em abril de 2009. <span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">De acordo com denúncia,  o transbordamento da bacia de depósito de rejeitos sólidos (DRS) contaminou o meio ambiente e poluiu o Rio Murucupi. </span></p>
<p>Os moradores da região relataram que uma espuma surgiu ao longo do rio e exalava odor de soda cáustica. O material poluente afetou também os poços artesianos das comunidades ao longo do trecho impactado.</p>
<p>A lama vermelha, resíduo perigoso com propriedades corrosivas e metais pesados na sua constituição (como alumínio, ferro, sódio e titânio), se espalhou por uma grande área, incluindo uma região de preservação ambiental formada por vegetação e nascentes dos rios Murucupi, Barcarena, Pará, Dendê e Arienga e o Furo do Arrozal.</p>
<p>As provas apresentadas pelo Ministério Público foram obtidas por meio de perícias, laudos, fotografias e investigações feitas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa),  Instituto Evandro Chagas (IEC) e Universidade Federal do Pará (UFPA), Laboratório de Química Analítica e Ambiental (Laquanam), Ibama, Instituto de Criminalística do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e Polícia Civil do Pará, além de relatos de testemunhas e de outros dados coletados.</p>
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		<title>Manejo de bacurizais evita desmatamento e melhora renda de agricultoras quilombolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 14:22:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/projeto-putirum-abaetetuba-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Espécies frutíferas típicas da Amazônia, como o cupuaçu e o bacuri, têm hoje um grande apelo comercial dentro e fora da região. O potencial do mercado é grande, mas produtores familiares ainda encontram dificuldades para ampliar a produção muito prejudicada pelo histórico de desmatamento. Uma das alternativas é a adoção de técnicas adequadas de manejo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/07/projeto-putirum-abaetetuba-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Espécies frutíferas típicas da Amazônia, como o cupuaçu e o bacuri, têm hoje um grande apelo comercial dentro e fora da região. O potencial do mercado é grande, mas produtores familiares ainda encontram dificuldades para ampliar a produção muito prejudicada pelo histórico de desmatamento. Uma das alternativas é a adoção de técnicas adequadas de manejo das árvores nativas.</p>
<p>Com esse objetivo em mente, a Associação de Mulheres Quilombolas Agroextrativistas do Ramal do Bacuri (Raízes do Bacuri), do município de Abaetetuba, deu início ao projeto Putirum – que remete à ideia de “mutirão” na língua tupi. A iniciativa conta com recursos da organização-não governamental Cáritas Brasileira e apoio do Governo do Estado e da Federação dos Órgãos para Assistência Social e Educação (Fase).</p>
<p>O uso de estratégias de manejo das árvores nativas deve ter impacto no aumento da colheita; no fortalecimento da subsistência das comunidades, já que o fruto é consumido na forma de sucos, doces, geleias e outros alimentos; bem como ajude a evitar o desmatamento na região, visto que a madeira do bacurizeiro é considerada nobre e costuma ser utilizada na construção de pequenas embarcações.</p>
<blockquote><p>“Nossos antepassados focaram na madeira, e derrubaram e queimaram muito, o que enfraqueceu nossas terras. Mas hoje nossa visão é diferente: madeira a gente tira e só lucra uma vez; bacuri, não: a gente colhe, consome e comercializa das mais diferentes formas, todo ano; Fora isso, nossa intenção é preservação máxima da floresta”, contou à <a href="https://www.agenciapara.com.br/noticia/57996/com-emater-manejo-de-bacurizal-em-abaetetuba-melhora-renda-de-mulheres" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a> Marciane Pastana, de 36 anos, presidente da Associação de Remanescentes de Quilombos da Comunidade Ramal do Bacuri (Arquiba).</p></blockquote>
<p>Entre as ações desenvolvidas pelo projeto Putirum estão a capacitação e orientação de cerca de 30 agricultoras em torno das estratégias que garantem maior produtividade dos bacurizais, como o espaçamento. De acordo com avaliação dos técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), o potencial de frutificação dos territórios Cataiandeua e Ramal do Bacuri, que ficam nas proximidades da rodovia PA-151, está abaixo de 1%.</p>
<p>Isso significa que a implementação das técnicas recomendadas deve favorecer o nascimento de mais frutos e, consequentemente, aumentar a renda das famílias devido à valorização da polpa do bacuri no mercado. Para se ter uma ideia, em alguns supermercados de Belém, o produto chega a custar até quatro vezes mais do que outras frutas.</p>
<blockquote><p>“Quando espaçamos para 10 metros, e plantamos espécies de retorno rápido no caminho, tais quais abacaxi, o processo alavanca a produtividade”, explica o engenheiro agrônomo da Emater Flávio Ikeda.</p></blockquote>
<p>A comercialização dos bacuris também deve ser aliada de outras atividades, como o plantio e o beneficiamento de mandioca.  A proposta do projeto Putirum envolve a disseminação de duas estratégias produtivas desenvolvidas pela Embrapa: o Jardim de Reciclagem e o Plantio Direto Agroecológico, que são aplicados em duas unidades de demonstração montadas na região.</p>
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		<title>Brinquedos de miriti geram renda para artesãos de Abaetetuba de forma sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 16:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[buriti]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/francenilson-magno-artesao-miriti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pássaros, canoas, casas, pessoas, peixes, entre outros elmentos que fazem parte da vida ribeirinha ganham cores vivas e representações delicadas na forma de um artesanato tipicamente paraense. Os brinquedos de miriti são um exemplo de como relação das populações tradicionais com os recursos da floresta é responsável pela criação de formas únicas de expressão, que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/francenilson-magno-artesao-miriti-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pássaros, canoas, casas, pessoas, peixes, entre outros elmentos que fazem parte da vida ribeirinha ganham cores vivas e representações delicadas na forma de um artesanato tipicamente paraense. Os brinquedos de miriti são um exemplo de como relação das populações tradicionais com os recursos da floresta é responsável pela criação de formas únicas de expressão, que aliam geração de renda com proteção da natureza.</p>
<p>As palmeiras de miriti, também chamado de buriti, estão presentes em várias regiões da Amazônia, mas foi no município de Abaetetuba, no nordeste do estado, que elas ganharam as formas que encantam crianças e adultos.</p>
<p>É das árvores facilmente encontradas em áreas de várzea, que os artesãos extraem o material utilizado na produção das peças. Tudo ocorre de forma sustentável, já que a matéria-prima são os chamados “braços” que nascem dos troncos. Alguns deles são retirados para permitir que novos brotem no futuro. Já o vegetal permanece vivo, oferecendo, por exemplo, o fruto que é muito apreciado na alimentação e já vem sendo explorado na produção de cosméticos.</p>
<p>Depois da extração, o “braço” precisa secar ao sol e só então pode ganhar a forma desejada pelo artesão. Em geral, são animais como cobras, peixes, onças e pássaros, mas também casas e barcos ou ainda casais de namorados. É a originalidade que domina o processo desde a criação até a finalização, quando os produtos passam pelo lixamento e pintura.</p>
<p>Francenilson Magno, de 36 anos, diz que aprendeu todas essas etapas ainda criança apenas observando o tio que também atuava no oficio. De acordo com ele, o trabalho tem uma parte mais braçal, mas também exige cuidado e habilidade.</p>
<blockquote><p>“A parte mais difícil é no final porque é um trabalho mais lento. Tem que ter a mão mais leve na hora de lixar e pintar pra fazer bem o acabamento”, explica o artesão, que gosta de representar principalmente as embarcações e a fauna da região.</p></blockquote>
<p>Tradicionalmente, os brinquedos de miriti foram associados ao Círio de Nazaré, sendo inclusive um dos elementos elencados no registro de tombamento da festa como patrimônio cultural imaterial. Ainda hoje, o Círio é uma grande vitrine para os artesãos de Abaetetuba, mas, segundo eles, a atividade ocorre o ano todo com a demanda de exposições e encomendas de vários estados brasileiros.</p>
<p>“A gente pega muita encomenda de fora. As pessoas se encantam muito pelas cores e pelo material. E a gente procura sempre inovar para que elas gostem cada vez mais”, conta José Maria da Silva, de 56 anos, que atua há mais de 30 anos no ramo e é vice-presidente da Associação dos Artesãos Produtores de Artesanato de Miriti (AAPAM).</p>
<figure id="attachment_25050" aria-describedby="caption-attachment-25050" style="width: 572px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-25050 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1024x771.jpg" alt="" width="572" height="431" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1024x771.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-300x226.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-768x578.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1536x1157.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-2048x1542.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-150x113.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-450x339.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/Jose-maria-silva-artesao-miriti-1200x904.jpg 1200w" sizes="(max-width: 572px) 100vw, 572px" /><figcaption id="caption-attachment-25050" class="wp-caption-text">José Maria da Silva diz que artesanato encanta pelo material e as cores. Foto: Fabrício Queiroz</figcaption></figure>
<p>O reconhecimento dos consumidores é um incentivo para os artesãos que veem um cenário positivo para a atividade, mas sonham com uma valorização ainda maior.</p>
<blockquote><p>“Falta ainda mais apoio. Podiam olhar mais pra gente e isso seria uma cosia boa porque esse é um artesanato típico que só existe em Abaetetuba”, ressalta Francenilson.</p></blockquote>
<p>Para o diretor-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Pará (Sebrae), Rubens Magno, uma das formas de garantir mais competitividade e ampliar o impacto local dos brinquedos de miriti será com a conquista do selo de indicação geográfica, que deve enfatizar as características diferenciadas desse artesanato.</p>
<blockquote><p>“Já estamos trabalhando com essa possibilidade. Temos uma quantidade de produtos absurdamente maravilhosos do miriti. Já iniciamos esse processo com o traçado de Arapiuns e o miriti está com estudos sendo elaborados desde o ano passado. Estamos trabalhando com a perspectiva de ter esse reconhecimento dentro do prazo de até quatro anos”, afirmou Magno.</p></blockquote>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>Em Belém, Lula afirma que é preciso cuidar da Amazônia e também do povo que vive na floresta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jun 2023 16:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Papa Franncisco]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/Lula_Para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, em Belém, neste sábado, 17, do anúncio oficial da realização da Conferência do Clima das Nações Unidas – a COP 30. Considerada a maior e mais importante cúpula mundial relacionada ao clima do planeta, a COP 30 será realizada -na capital paraense, em 2025. Lula disse que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/06/Lula_Para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, em Belém, neste sábado, 17, do anúncio oficial da realização da Conferência do Clima das Nações Unidas – a COP 30. Considerada a maior e mais importante cúpula mundial relacionada ao clima do planeta, a COP 30 será realizada -na capital paraense, em 2025.</p>
<p>Lula disse que não há nada no Brasil mais falado no mundo que a Amazônia.  Por isso, de acordo com ele, é preciso cuidar ecossistema, da biodiversidade, da nossa floresta, mas é muito importante também cuidar do povo que vive na Amazônia.</p>
<blockquote><p>É importante saber que por aqui moram 28 milhões de seres humanos que precisam trabalhar, que precisam comer, que precisam ganhar salário, que precisam viver dignamente. E é por isso que precisamos preservar a Amazônia&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p>Na cerimônia, o governador do Pará, Helder Barbalho, falou que a COP30 será a primeira oportunidade que o mundo terá de debater mudanças climáticas a partir da Amazônia, a maior floresta tropical do mundo.</p>
<blockquote><p>&#8220;A COP é a mais extraordinária oportunidade que nós temos para encontrar solução para a agenda ambiental fazendo com que o Pará e o Brasil protagonizem a mudança do uso do solo, a valorização da floresta viva, a geração de emprego verde, a viabilização de um modelo econômico que faça com a que floresta esteja em pé e com que as pessoas possam ter emprego, ter renda, ter sustento&#8221;, disse o governador.</p></blockquote>
<p>Tanto Lula quanto Barbalho enfatizaram em seus discursos a união da prefeitura de Belém, do governo do Pará e do governo federal para encontrar soluções para os desafios de sediar um evento como a COP.</p>
<h3>Assinaturas</h3>
<p>Na cerimônia, Barbalho e a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, assinaram o contrato de cessão do Aeroporto Brigadeiro Protásio Oliveira, para implantação da sede da 30ª Conferência.</p>
<p>Várias ações preparatórias para a COP 30 já estão traçadas. As obras, no valor de R$ 390 milhões, serão custeadas pela iniciativa privada e o terreno – de propriedade da União e avaliado em R$ 340 milhões – possui 500 mil metros quadrados (m²) de área, situada em área nobre da capital.</p>
<p>Outra ação na preparação para a COP 30 é a dragagem do Porto de Belém. A obra, que será realizada com R$ 60 milhões de recursos federais, em área operada pela Companhia Docas, prevê aprofundar o calado para 9 metros, o que permitirá a atracagem de cruzeiros com o objetivo de aumentar a capacidade hoteleira de Belém.</p>
<p>Na cerimônia neste sábado,, o presidente Lula ainda acompanhou a assinatura da ordem de serviço para o início das obras do Porto Futuro II, uma estrutura voltada a atividades econômicas ligadas à cultura e ao turismo paraense.</p>
<p>O planejamento conta ainda com propostas de diversas melhorias na área de mobilidade urbana para Belém, com o objetivo de adequar os principais corredores da cidade, obras de desenvolvimento urbano e modernização tecnológica, melhoria de espaços públicos, aliando-se aos princípios de desenvolvimento urbano sustentável de acordo com as agendas internacionais da ONU: Agenda 2030 e à Nova Agenda Urbana.</p>
<h3>Papa no Círio</h3>
<p>Antes de Belém, Lula esteve em Abaetetuba,  onde fez a entrega e 222 moradias do programa Minha Casa Minha Vida.. Lá ele disse que vai  a Roma, na próxima semana, para um encontro com o Papa Francisco, e disse que vai convidá-lo a participar do Círio de Nazaré, em Belém.</p>
<blockquote><p>&#8220;Seria extraordinário que ele pudesse participar, aqui no estado do Pará, no Círio de Nazaré&#8221;, afirmou Lula. O Círio é considerado a maior festa católica do planeta e reúne, anualmente, em Belém, mais de 2 milhões de fiéis, no segundo domingo de outubro, disse Lula.</p></blockquote>
<p>As casas fazem parte do Residencial Angelin, que estava com obras paralisadas nos últimos quatros anos, segundo o governo federal, e agora vai atender a 888 pessoas que se enquadram na faixa 1 do programa, aquela voltada para famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.640.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse condomínio foi contratado pela presidenta Dilma em 2012. E tem dez anos que esse condomínio estava parado&#8221;, afirmou o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, o governo recebeu 186 mil casas contratadas, mas com 86 mil obras paralisadas. A meta para este ano é contratar 230 mil moradias e, ao longo dos quatro anos, a gestão Lula promete contratar 2 milhões de moradias em todo o país.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós vamos acabar todas as casas que estavam previstas e vamos fazer 2 milhões de casas novas nesse país&#8221;, afirmou Lula durante a entrega do residencial em Abaetetuba. O presidente ressaltou que a nova versão do programa vai construir moradias com sacada e um tamanho mínimo de 41 metros quadrados (m²). &#8220;Os apartamentos vão ter uma sacada, o conjunto habitacional vai ter uma biblioteca, para que as pessoas aprendam a ler&#8221;, destacou o presidente.</p></blockquote>
<p>No caso do Residencial Angelin, cada moradia entregue tem 43,11 m² de área privativa e valor de R$ 92,2 mil. Os beneficiários têm renda familiar média de R$ 876 e vêm, em grande parte, da zona rural, segundo o Ministério das Cidades. A pasta destacou que, no grupo, estão 13 pessoas com deficiência, 16 idosos e duas famílias em situação de risco.</p>
<p>O residencial conta ainda com infraestrutura de água, esgoto, energia elétrica, iluminação pública, pavimentação, drenagem e transporte público. Estão disponíveis para os moradores uma creche, uma escola, um posto de saúde e um posto de segurança. No Pará, o governo federal confirmou a retomada de 1.048 moradias.</p>
<p><em>Fonte: Com Agência Brasil</em></p>
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		<title>Em Abaetetuba, ribeirinhos usam tucumã para fazer cosméticos que retardam o envelhecimento da pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[ácido hialurônico]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[cosméticos com tucumã]]></category>
		<category><![CDATA[São João Batista]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/tucuma2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O tucumã, este tesouro da nossa biodiversidade, está gerando renda para a comunidade ribeirinha de São João Batista, em Abaetetuba, na produção de cosméticos. O poder dessa famosa fruta do Pará foi tema do Globo Rural. Como já publicamos aqui no Pará Terra Boa, aliar biodiversidade com tecnologia e inovação é a base principal da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/tucuma2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O tucumã, este tesouro da nossa biodiversidade, está gerando renda para a comunidade ribeirinha de São João Batista, em Abaetetuba, na produção de cosméticos. O poder dessa famosa fruta do Pará foi tema do <a href="https://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2023/05/14/ribeirinhos-produzem-cosmeticos-com-tucuma-fruto-com-propriedades-para-retardar-o-envelhecimento-da-pele.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Globo Rural</a>.</p>
<p>Como já publicamos aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, aliar <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/helder-barbalho-e-convidado-por-rei-charles-iii-para-evento-sobre-biodiversidade-em-londres/" target="_blank" rel="noopener">biodiversidade com tecnologia</a> e inovação é a base principal da bioeconomia. A enorme biodiversidade amazônica é fonte importante para muitas oportunidades de negócios, com a obtenção de materiais como biomassa, corantes, óleos vegetais, gorduras, fitoterápicos, antioxidantes e óleos essenciais.</p>
<p>No caso do tucumã, para transformá-lo em produtos cosméticos, é necessário extrair o seu óleo, que possui componentes que ajudam a preservar a saúde cutânea e prevenir os sinais de envelhecimento. Além disso, ele contribui para a produção de colágeno, uma substância que promove a firmeza da pele e retarda o aparecimento de rugas.</p>
<p>Com seu sabor único e propriedades excepcionais, ele também é considerado um tesouro nutricional e tem sido apreciado por gerações, desempenhando um papel importante na culinária e medicina tradicionais da Amazônia.</p>
<p>Segundo a Agência Pará, uma das principais vantagens do tucumã é o seu alto teor de vitamina A. A fruta é uma das fontes mais ricas da substância na natureza, contendo cerca de 20 vezes mais do que a cenoura. Além disso, ele é rico em vitamina C e minerais essenciais, como o ferro e o potássio.</p>
<p>Para desfrutar dos benefícios do tucumã, ele pode ser consumido de várias maneiras como in natura, adicionado a saladas, sucos, sorvetes, geleias e até mesmo utilizado em pratos salgados. Sua polpa é cremosa e possui um sabor agridoce característico, tornando-o uma opção deliciosa e versátil na culinária.</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/riquezas-da-biodiversidade-conheca-5-exemplos-da-pratica-da-bioeconomia-no-para/" target="_blank" rel="noopener">O cacau do Combu, as biojoias e o hambúrguer de fibra de caju</a> são outros exemplos de projetos que mantêm a floresta em pé, promovendo a conservação ambiental e gerando benefícios econômicos para a região. Eles abrem oportunidades para agricultores locais e contribuem para a segurança alimentar.</p>
<p>Outro modelo de iniciativa que valoriza a nossa biodiversidade e já apareceu por aqui é a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-mocajuba-mae-e-filhas-unem-tradicao-e-inovacao-na-cadeia-do-cacau-de-varzea/" target="_blank" rel="noopener">Cacauaré</a>, empresa familiar de Mocajuba que produz chocolates, nibs e granola cheios de sabor por meio do cacau selvagem nativo de várzea. O negócio une a tradição passada de geração a geração com a <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saiba-como-aumentar-a-produtividade-de-lavouras-de-cacau-plantadas-em-sistemas-agroflorestais/" target="_blank" rel="noopener">inovação na produção de amêndoas</a>.</p>
<blockquote><p>“O meu avô foi um dos grandes comerciantes de cacau nativo de Várzea aqui da Amazônia nos anos 60. Então tem registros dentro de biblioteca pública de títulos de compra e venda de cacau assinados por ele. E a minha avó fazia a produção dos doces, licores, geleias e xaropes a partir do cacau e vendia na feira. A cultura cacaueira dentro da minha casa é muito viva porque essa ciência os meus avós passaram para a minha mãe e hoje a gente se apropriou disso’’, explicou Noanny Maia, uma das administradoras da marca.</p></blockquote>
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		<title>Movimento #FORACARGILL de porto em Abaetetuba será contado em documentário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[Cargill]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Casa]]></category>
		<category><![CDATA[porto]]></category>
		<category><![CDATA[WFK Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/Captura-de-Tela-2022-04-25-às-13.07.09-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A indesejável construção de um porto da empresa norte-americana Cargill pela comunidade pesqueira paraense, em uma ilha no município de Abaetetuba (PA), chamado de Terminal Portuário de Uso Privado (TUP), vai ser contada em novo documentário a ser lançado em maio. Um aperitivo do material já está no ar, com o nome #FORACARGILL. Esse projeto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/Captura-de-Tela-2022-04-25-às-13.07.09-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A indesejável construção de um porto da empresa norte-americana Cargill pela comunidade pesqueira paraense, em uma ilha no município de Abaetetuba (PA), chamado de Terminal Portuário de Uso Privado (TUP), vai ser contada em novo documentário a ser lançado em maio. Um aperitivo do material já está no ar, com o nome #FORACARGILL. Esse projeto portuário da empresa gringa já foi tema de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/porto-da-cargill-em-abaetetuba-pode-ser-presente-de-grego-para-pescadores/" target="_blank" rel="noopener">reportagem</a> do <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p>
<p><iframe title="#FORACARGILL -  Teaser do Documentário" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/du2cET1pPn0?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.paraterraboa.com" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A produção do teaser #FORACARGILL, de Francisco Weyl, é da Arte Usina Caeté, produtora multimídia que atua na Amazônia paraense sob a perspectiva do cinema social, por meio de projetos institucionais, acadêmicos e comunitários.</p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Roteirizado, produzido, filmado e montado durante dois meses, o documentário </span><a class="yt-simple-endpoint style-scope yt-formatted-string" dir="auto" spellcheck="false" href="https://www.youtube.com/hashtag/foracargill" target="_blank" rel="noopener">#FORACARGILL</a><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto"> tem como cenário as ilhas do município de Abaetetuba afetadas pela construção do TUP em território do Programa de Assentamento Agro-Extrativista Santo Afonso, na Ilha do Xingu, em Abaetetuba, onde vivem e trabalham cerca de 200 famílias, numa área de 2.705,6259 hectares. </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Sem consultar os moradores das ilhas, a Cargil assedia a comunidade a aceitar a construção do porto, com promessa de geração de emprego, seguidas de mensagens que anulam a história, o saber e a trajetória organizativa e cooperativa comunitária local. </span></p>
<p><span class="style-scope yt-formatted-string" dir="auto">Financiado pelo Fundo Casa em parceria com a FASE Amazônia, WFK Direitos Humanos, Caritas Regional Norte II, com apoio do Conselho das Associações de Ribeirinhas e Ribeirinhos dos Programas de Assentamento Agro-Extrativistas de Abaetetuba, Conselho Nacional dos Seringueiros, Comissão Pastoral da Terra, e Festival Internacional de Cinema do Caeté, o filme marca a entrada da Arte Usina Caeté na cena audiovisual Amazônica. </span></p>
<h3>Na Justiça</h3>
<p>O projeto está vem sendo questionado em Ação Civil Pública promovida pela CARITAS Regional Norte II, ação promovida por Paulo Weyl, responsável pela área de Direitos Humanos do Escritório Weyl, Freitas e Kawhage David, Vieira e Botelho, Advogados Associados.</p>
<p>A comunidade do Território Quilombola do Bom Remédio, também afetado pela obra, se mobilizou no final de março por meio do Ministério Público Federal no Pará, conforme você pode ver <a href="https://www2.mppa.mp.br/noticias/nucleo-agrario-reune-com-liderancas-de-comunidade-quilombola.htm" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>A aberração jurídica está exposta <a href="https://www.cartacapital.com.br/blogs/lado/o-ataque-do-governo-federal-aos-assentamentos-na-ilha-do-xingu-no-para/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<h3>Faturamento</h3>
<p>O jornal &#8220;Valor&#8221; informa nesta segunda-feira que o faturamento da gigante do agronegócio em 2021 chegou a R$ 103 bilhões no Brasil, 50% mais que em 2020 (R$ 68,6 bilhões). O lucro líquido da subsidiária brasileira da multinacional, que conta com mais de 10 mil colaboradores, porém, caiu 15% em relação ao ano anterior, para R$ 1,8 bilhão.</p>
<p>Em 2021, informou a empresa, seus investimentos no Brasil somaram R$ 1 bilhão, e nos últimos quatro anos os desembolsos chegaram a R$ 4 bilhões.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/porto-da-cargill-em-abaetetuba-pode-ser-presente-de-grego-para-pescadores/" target="_blank" rel="noopener"><b>Porto da Cargill em Abaetetuba pode ser presente de grego para pescadores?</b></a></p>
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		<title>Porto da Cargill em Abaetetuba pode ser presente de grego para pescadores?</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/porto-da-cargill-em-abaetetuba-pode-ser-presente-de-grego-para-pescadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Feb 2022 21:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Abaetetuba]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cargill]]></category>
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		<category><![CDATA[Terminal]]></category>
		<category><![CDATA[TUP]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Abaetetuba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Sidney Alves Aqui no Pará, sobretudo no interior do Estado, é comum a instalação de uma grande obra de infraestrutura se transformar em problema geral por esbarrar em questões sociais e ambientais. Isto pode ocorrer com a construção de um porto da empresa norte-americana Cargill, em uma ilha no município de Abaetetuba. É o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Abaetetuba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Sidney Alves</em></p>
<p>Aqui no Pará, sobretudo no interior do Estado, é comum a instalação de uma grande obra de infraestrutura se transformar em problema geral por esbarrar em questões sociais e ambientais. Isto pode ocorrer com a construção de um porto da empresa norte-americana Cargill, em uma ilha no município de Abaetetuba. É o chamado Terminal Portuário de Uso Privado (TUP). O assunto, até então adormecido publicamente, veio novamente à tona na segunda-feira, 31/01, quando o site &#8220;Amazônia Latitude&#8221; analisou alguns impactos econômicos, sociais e ambientais do empreendimento.</p>
<p>Mas esse tema não é novo para o paraense, especialmente os de Santarém, onde a gigante do agro construiu um porto sobre um cemitério ancestral indígena do povo Tapajós, os primeiros ocupantes da região. A estrutura funciona há uns 20 anos na cidade.</p>
<p>O objetivo desse novo projeto em Abaetetuba é servir para a atracação de grandes navios, ocupando a área do Igarapé Vilar até a Costa Marapatá, e será destinado para a exportação de <em>commodities </em>produzidos nos Estados do Pará, Rondônia e Mato Grosso, para mercados externos por via fluvial (rios e oceanos) sem uso de rodovias. Porém, poderá ser um grande inimigo para as populações ribeirinha e indígena da localidade.</p>
<p>O projeto está subdividido em duas etapas. Na primeira fase haverá, inicialmente, apenas as estruturas em água. Será quando o terminal irá receber 2 a 3 navios por mês, com estimativa de operação entre 2024 e 2030. Na última fase, já haverá as estruturas em terra e na água. A expectativa é receber cerca de 11 navios por mês, em 2045. A capacidade de movimentação, segundo o projeto, é de 6 milhões de toneladas de soja e milho por ano, podendo ser ampliado para 10 ou 12 milhões de toneladas, a depender da demanda por grãos.</p>
<p>Como publicou o &#8220;Amazônia Latitude&#8221;, o porto da Cargill será sobretudo um fator complicador para a colônia de pescadores da região, que vive da captura da dourada e do filhote, além da técnica de “borqueio” para a pesca do mapará, entre outros peixes que podem ser encontrados na região.</p>
<p>Para se ter um ideia da importância da pesca em Abaetetuba, a economia local consegue, por ano, um estímulo de R$ 44 milhões, informa a publicação. Com a chegada do porto da Cargill e com todo esse prejuízo provocado, qual será o futuro da população de pecadores de Abaetetuba? Incerto, enquanto o faturamento da gigante de processamento de alimentos em 2018 foi, só no Brasil, de R$ 47 bilhões, segundo a própria Cargill.</p>
<p>Outra situação polêmica corresponde ao local onde será instalado o porto: é uma área pertencente a um projeto de assentamento, isto é, não deveria ser comercializado.</p>
<p>O site &#8220;Brasil de Fato&#8221; reportou em julho do ano passado os impactos, por exemplo, do porto da Cargill em Santarém: &#8220;o desmonte da economia de subsistência baseada na caça, na pesca e na agricultura familiar. Cerca de 12 mil pessoas de 13 povos indígenas foram afetadas direta ou indiretamente pelo empreendimento.&#8221;</p>
<blockquote><p>“Hoje nós temos nossos igarapés secos, aldeias sem água, localidades totalmente invadidas pelo agronegócio, por campos de soja e de milho. O rio Tapajós e o rio Amazonas estão sob ameaça”, relatou a vice-presidente do <a href="https://www.brasildefato.com.br/2018/08/07/liderancas-indigenas-de-13-etnias-ocupam-sede-da-secretaria-de-saude-em-santarem" target="_blank" rel="noopener">Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (Cita)</a>, Auricélia Arapiuns, ao site na época.</p></blockquote>
<h3>Problema antigo</h3>
<p>O problema se arrasta há anos. Uma audiência pública foi realizada no final de novembro do ano passado na Assembleia Legislativa do Estado (Alepa) para tratar do tema. No mês anterior, fora instaurado o Inquérito Civil pelo Ministério Público no Pará com o objetivo de acompanhar o atendimento das exigências legais, constitucionais e de melhores práticas nacionais e internacionais referentes ao licenciamento ambiental dos empreendimentos relacionados ao porto.</p>
<p>O inquérito foi instaurado após o MPPA ser acionado pela sociedade, como a Comissão Diocesana em Defesa do Território do município de Abaetetuba, que pediu providências devido aos impactos ambientais e sociais que os empreendimentos causariam.</p>
<p>Na ocasião, foi encaminhado um ofício à Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombolas das Ilhas de Abaetetuba (ARQUIA), para que informasse à promotoria de Justiça de Abaetetuba sobre as comunidades quilombolas afetadas e de que forma foram afetadas, com informações sobre modo de vida, ancestralidade, planos para as futuras gerações, atividades econômicas, de subsistência, sociais e culturais. Até o momento, não houve nova audiência para prestação das informações requeridas pelo MPPA.</p>
<p>Os TUPs são terminais outorgados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para empresas privadas. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, de 2019 a 2021, foram assinados 78 contratos de adesão com empresas, que representam R$ 6 bilhões em investimentos no modal portuário.</p>
<p>Veja os produtos da Cargill que podem estar na sua mesa <a href="https://www.cargill.com.br/pt_BR/produtos-de-consumo" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><em>Fontes: Amazônia Latitude, Brasil de Fato, Cargill e MPPA</em></p>
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